Approbo: O caçador de plágios para o mundo do ensino

Num mundo em que o uso da Internet é cada vez mais ubíquo, o lançamento de uma aplicação gratuita dedicada a caçar plágios em trabalhos académicos merece toda a atenção… Trata-se do Approbo, que permite detetar frases ou textos inteiros que tenham sido copiados da Internet, denunciando o infrator ao professor e punindo este membro de uma geração de “repetidores” que a Internet deixou florescer como nunca. A aplicação não visa impedir o recurso a fontes públicas na construção de trabalhos académicos (o seu principal foco) mas impedir que estas sejam usadas de forma literal e acrítica, sem referência a fontes e permitindo a transformação das tarefas de um estudante nas de um mero copiador cego de textos da Internet.

O Approbo é instalado no computador (depois de sido carregado do site), depois, apresenta-se-lhe o texto a verificar e o programa devolve ocorrências de plágio que encontre na Internet, pouco depois. O programa resiste a mudanças simples de palavras e recorre ao Google e a outros motores de busca para realizar o essencial do seu trabalho.

O Approbo foi criado por uma empresa catalã de nome Symmetric e foi financiado completamente por várias instituições publicas.

Fonte:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1380821

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Categories: Educação, Informática | 4 comentários

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4 thoughts on “Approbo: O caçador de plágios para o mundo do ensino

  1. por que não fazem o mesmo com a waldisney, kimba o leao branco , simba o rei leao, nadi o segredo das aguas azuis, atlantis entre outros.

  2. ah sim!
    esses clones escapam-se pelos cantos da Lei…
    São legais, mas apenas marginalmente…

  3. marlene

    Segundo Freitas, 2006 no Brasil e em quase todo o mundo as taxas de mortalidade da população idosa são as que tem apresentado a maior queda, o que tem levado ao envelhecimento da população idosa, é a população idosa maior de 80 anos a que tem apresentado as maiores taxas de crescimento.

  4. maria babo

    «Et comment se confectionne une bibliographie? Elle est le catalogue des textes lus par l’auteur pendant que le travaillait son projet de l’écriture présente, elle est nécessairement limitée et incomplète. Jusqu’où faut-il aller dans la recension de ses lectures ? Faut-il ajouter les quotidiens, les romains policiers ? Comment distinguer ce qui a servi, ce qui a resurgi malgré moi ? Et pourquoi pas les films ? Et les conversations ? Et les lectures anciennes, celles de l’enfance dont je rêve encore ? Une bibliographie véridique, sincère et exhaustive, n’est plus possible qu’une confession vraie. Il y a un problème patent de la bibliographie qui induit toutes les précautions que l’auteur prend avec elle, lorsqu’il la qualifie par exemple de “sommaire”, comme si cela excusait que quelque chose y manquât. Il faudrait pouvoir la suspendre, comme l’aveu de ses péchés, par l’invocation d’une circonstance atténuante pour oubli, et on oublie ce qu’on veut. C’est pourquoi le plus simple est encore, pour se tirer d’affaire, et livrer quand même un répertoire au lecteur potentiel, de le séduire avec une “liste des ouvrages cités” ; la bibliographie l’est d’ailleurs le plus souvent, qu’elle soit ou non déclarée comme telle. Alors tout devient simple : citations et bibliographie sont en renvoi, les unes apportant la preuve que l’autre a effectivement été parcourue, l’autre ayant été composée après coup comme un inventaire des unes. »

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