Daily Archives: 2009/06/20

Os EUA já não vão enviar Raptors para o “Paris Air Show”

Segundo a agência noticiosa Reuters os Estados Unidos teriam cancelado o envio de um caça F-22 Raptor no “Paris Air Show” que decorreu em Paris não por causa da “indisponibilidade” de aparelhos, mas porque temeriam que os franceses iriam “bombardear” o Raptor com ondas de radar de forma a expor os segredos da sua furtividade…

Já se sabia que em 1991, o mesmo tinha acontecido com o F-117, que fora usado – sem autorização – para testar o radar de ultra baixas frequências e longo alcance que a França estava então a desenvolver. O mesmo feito estaria a ser preparado para ser aplicado contra o Raptor à medida que este se aproximasse do espaço aéreo francês, a caminho da exposição.

Agora que os EUA decidiram parar com a produção do Raptor, é mais importante do que nunca manter os segredos tecnológicos por detrás da sua furtividade ao radar, mais bem guardados do que nunca, já que estes são – ao fim ao cabo – a maior vantagem daquele que é hoje o melhor caça do mundo sobre os Typhoons, Rafale ou Sukhois do mundo e logo, não me espantaria nada se este rumor não tivesse de facto um sólido fundamento…

Fonte:
http://www.defensetech.org/archives/004884.html

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Anna Lappe: Uma alimentação ecológica

É oficial: a produção de alimentos é má para o planeta. De facto, é até terrível. Dezoito por cento dos gases de efeito de estufa produzidos pelo Homem resultam somente da produção agropecuária. No conjunto, isso é mais do que toda a industria de transportes combinada. Estes números constam de um relatório da ONU e sublinham – talvez pela primeira vez – a importância do papel da produção de alimentos no problema do Aquecimento Global.

Nos Estados Unidos, uma pessoa muito versada na relação perniciosa entre a produção de alimentos e a mudança climática é a dinâmica Anna Lappe. Esta investigadora tornou-se reconhecida pelo seu trabalho no campa da sustentabilidade, da política alimentar, da globalização e da mudança social e foi incluída na lista de “Quem é quem” da revista Time.

Segundo a investigadora “Houve um grande incremento na atenção para a alteração climática, mas até agora, a alimentação foi apenas uma parte invisível do problema e da solução.” Segundo ela, as razões pelas quais o sistema de produção de alimentos cresceu e a forma como cresceu, cocomo usa o sistema de transportes, fazem com que as emissões de gases com efeito de estufa criadas pela produção de alimentos eja hoje de uns estimados 31% do total das emisssões.

Os dois maiores responsáveis desta elevada taxa são a produção de gado vivo e as quintas agrícolas de grande escala que dependem em grande medida de produtos químicos e de combustíveis fósseis para assegurarem os presentes níveis de produção. Os efeitos desta forma industrial de operação estão a repercutir-se em todo o mundo… Os primeiros alvos são os pequenos e médios agricultores que tentam criar o seu gado ou plantar os seus alimentos de uma forma mais sustentável e que estão a perder a suas quintas por causa dos efeitos do Aquecimento Global (secas, inundações, tempestades, furacões, etc). Atualmente, a produção industrial de alimentos é suficiente em termos de resposta às necessidades mundiais. O problema está em que esta produção não está a ser bem distribuída e existe um sério déficit alimentar, especialmente em África. Não há ainda uma “crise alimentar mundial”, o que enfrentamos é uma “crise financeira alimentar mundial”, já que é cada vez mais dificil a um número crescente de pessoas obter os alimentos que são essenciais à sua sobrevivência.

Anna Lappe recomenda que todos aqueles que têm a opção de mudar o seu estilo alimentar (ou seja, todos os habitantes do mundo desenvolvido) devem escolher as suas dietas baseando-se em quatro factores:
1. Não comprar produtos provenientes da agricultura industrial, desenvolvida em torno do consumo de elevadas quantidades de combustível fóssil
2. Comer muito menos carne, a carne ocupa um papel dominante nos regimes alimentares ocidentais e a quantidade de carne consumida implica geralmente o consumo de uma quantidade proporcional mas piramidalmente superior de produtos vegetais, de meios de transporte, de combustíveis, rações químicas, pesticidas para forragens, etc, incomparavelmente superior. A adopção de alguns dias por semana como “livres de carne” poderia reflectir-se numa notável redução da “pegada ecológica”
3. Evitar alimentos processados… Ou seja, em vez de optarmos por alimentos tratados em que grãos, fruta é tratada, partida e transformada em derivados como cereais, barras, etc. Consumir as frutas inteiras têm um impacto menor no Ambiente porque os processos industriais de tratamento, processsamento e armazenagem se tornam desnecessários. A sua supressão irá reduzir significativamente a Pegada de Carbono até valores muito inferiores aos dos alimentos processados.
4. Evitar consumir produtos exóticos, oriundos de países distantes… Os custos ecológicos desse transporte e armazenamento são enormes, e dispensáveis se preferirmos produtos produzidos localmente ou, idealmente, na nossa vizinhança.

Fontes:

www.smallisbeautiful.org (Tradução livre)

www.etihadairways.com (Kathryn Clark)

Categories: E. F. Schumacher Society, Ecologia, Economia, Nova Águia | 3 comentários

Levou com um meteorito e… escapou para contar!

Safou-se, mas se tivesse sido este... http://msnbcmedia3.msn.com

Safou-se, mas se tivesse sido este... http://msnbcmedia3.msn.com

Um tal de Gerrit Blank, um jovem alemão de 14 anos escapou por um triz a um meteorito com que teve um “encontro de terceiro grau” quando saia da escola. O jovem relatou ter visto uma “bola de luz” a vir diretamente para si. Blank descreve que uma rocha do tamanho de uma ervilha lhe bateu numa mão, saltou e caiu no solo, deixando uma cratera com algumas dezenas de centímetros.

O jovem teve a sorte de ficar apenas com uma cicatriz na mão (que poderá exibir orgulhosamente durante toda a vida) e esse de facto é o maior milagre desta história, já que estatisticamente apenas um em cada milhão de vítimas diretas de um meteorito sobrevivem para contar a história… Aliás, de facto, conhece-se apenas um caso quando em 1954, um fragmento do tamanho de uma uva atravessou o telhado de uma casa, fez ricochete num móvel e feriu uma mulher que estava a dormir na sua cama.

Blank descreve “um som que se sucedeu à explosão de luz tão alto que os seus ouvidos estiveram a tocar campainhas durante horas. Depois de me ter tocado, ainda tinha força suficiente para se enterrar a si próprio na estrada“.

O meteorito é ferroso e está agora a ser estudado por investigadores alemães, sendo já certa a sua origem extraterrestre. Sendo certo já que este jovem é um rapaz de muita sorte e que terá enquanto for vivo e for escapando a meteoritos uma grande história para contar.

Fonte:
http://www.telegraph.co.uk/scienceandtechnology/science/space/5511619/14-year-old-hit-by-30000-mph-space-meteorite.html

Categories: Ciência e Tecnologia, SpaceNewsPt | Etiquetas: | 6 comentários

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