NOVA PETIÇÃO MIL: “NÃO DESTRUAM OS LIVROS!”

Verificando-se que editoras nacionais estão a proceder à desativação comercial dos livros não esgotados mediante a sua destruição, e que esta hipótese é igualmente contemplada pela editora do Estado português, Imprensa Nacional – Casa da Moeda, o MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO considera isto um escandaloso crime de lesa-património, que vai fazer desaparecer muitos milhares de volumes preciosos da nossa cultura que, apesar do seu valor, não tiveram sucesso comercial junto do grande público.

Perante esta situação, o MIL apela a todos os cidadãos que assinem esta petição, exigindo que as editoras nacionais, e em particular a Imprensa Nacional – Casa da Moeda, não destruam as obras em questão, oferecendo-as antes às bibliotecas, escolas e centros culturais nacionais, aos leitorados de Português e departamentos onde se estude a Língua e a Cultura Portuguesas nas universidades estrangeiras, bem como às universidades e centros culturais dos países lusófonos. Para tanto, os Ministérios da Cultura, da Educação e dos Negócios Estrangeiros (este através do Instituto Camões), bem como a TAP AIR Portugal, devem-se articular com as Editoras na estratégia da distribuição e transporte dos livros a nível nacional e internacional.

Em vez de se destruir património precioso e insubstituível, esta é uma ótima oportunidade de se prestar um serviço à cultura e à educação nacionais, bem como de promover a cultura portuguesa no espaço lusófono e no mundo, tarefa por todos reconhecida como fundamental na qual o Estado não se tem empenhado devidamente.

PARA ASSINAR:
http://www.gopetition.com/online/28707.html

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
Comissão Coordenadora

Nota de apresentação: O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico recentemente criado, em associação com a NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI, que conta já com quase um milhar de adesões, de todos os países lusófonos.
A Comissão Coordenadora é presidida pelo Professor Doutor Paulo Borges (Universidade de Lisboa), Presidente da Associação Agostinho da Silva (sede do MIL).
A lista de adesões é pública – como se pode confirmar publicamente (
www.novaaguia.blogspot.com), são pessoas das mais diversas orientações culturais, políticas e religiosas, pessoas dos mais diferentes locais do país e de fora dele.

Se concorda com esta petição, pedimos-lhe que a subscreva e publicite.

Se quiser aderir ao MIL, basta enviar um mail: adesao@movimentolusofono.org
Indicar: nome, e-mail e área de residência.

Entretanto, as outras 2 últimas Petições lançadas pelo MIL continuam on-line:

EM PROL DE UMA VERDADEIRA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA:
http://www.gopetition.com/online/26885.html

EM PROL DA CONSTRUÇÃO DE UM ESTADO DE DIREITO DEMOCRÁTICO NA GUINÉ-BISSAU:
http://www.gopetition.com/online/26953.html

SOLICITAMOS QUE REENVIE ESTA MENSAGEM
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Categories: Educação, Livros, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Portugal | Etiquetas: | 9 comentários

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9 thoughts on “NOVA PETIÇÃO MIL: “NÃO DESTRUAM OS LIVROS!”

  1. 🙂 Aqui estamos em perfeita sintonia! Destruir esses livros será um crime e uma prova cabal da ignorância que nos envolve.

    Portugal! Vamos deixar a estupidez e a falta de visão de lado pelo menos por uma vez! É pedir muito?! Vamos pegar nesses livros e dá-los a instituições, a quem gosta de ler mas não os pode comprar, vamos distribui-los pelos países lusófonos!

  2. Luís T

    A destruição de livros (nas circunstâncias e motivos apresentados) deveria ser crime.
    Mas não é.
    A destruição de produtos alimentares (para equilíbrio da balança oferta/procura) deveria ser crime.
    Mas não é.
    Anualmente são destruídas milhões de toneladas de produtos alimentares nos países ditos desenvolvidos, enquanto milhões no outro lado do mundo morrem à fome.
    E depois?! Onde está o problema, não é?!
    Quem se importa?
    Meia dúzia de alucinados que não têm nada mais que fazer …
    E assim vamos cantando e rindo e preocupando-nos com Causas Nobres: A Kultura.

  3. O Luis T tem razão, mas eu não estou a rir nem a cantar, nem o Clavis está. EstAmos a abordar UM problema, isso não nos torna cegos a OUTROS problemas.

    É engraçado que quando se aborda UM determinado assunto, há sempre quem venha dizer: E ISTO e AQUILO? Porque não falaram DISSO?

    Calma! Não é possível fazer um post que abarque todos os problemas do mundo!

    Aqui estamos realmente a falar de uma causa nobre: A Cultura! Muito nobre mesmo!

  4. é como o index dos livros proibidos só que desta feita por “motivos económicos”!
    por isso subscrevi e a estou a divulgar o mais que posso!

  5. estão copiando nazistas agora !!!

  6. sim, mas agora que a petição chegou `Assembleia da República, talvez seja possível pará-los…

  7. Otus scops

    e esta, hein????

    http://www.sabado.pt/%C3%9Altima-Hora/Sociedade/Canavilhas-prop%C3%B5e-solu%C3%A7%C3%A3o-para-sobras-de-livros.aspx

    CANAVILHAS PROPÕEM SOLUÇÃO PARA SOBRAS DE LIVROS

    8 JULHO 2010

    A ministra da Cultura apresenta esta quinta-feira, na Assembleia da República, uma proposta de lei que visa resolver os encargos do mercado editorial com as sobras de livros..

    O Ministério da Cultura propõe-se a servir “como plataforma de distribuição dos livros que receba directamente, assumindo a função de direccionar e organizar o encaminhamento das sobras de livros que perderam valor comercial”. Além disso, suportará os encargos com o armazenamento, distribuição e escoamento das obras, e irá encontrar espaço nas instalações dos seus próprios serviços e organismos para armazenar os livros e garantir o seu transporte. Neste ponto, o ministério diz poder recorrer aos “contentores de cooperação do Ministério dos Negócios Estrangeiros (especialmente para os PALOP)”, além de prever a articulação com outros ministérios e parcerias com privados para as ofertas.Em comunicado, o ministério esclarece que a iniciativa reforça o enquadramento legal de isenção de IVA para efeitos de doação de livros em excesso no mercado, “permitindo uma utilização proveitosa desses livros, através do alargamento do universo de entidades que podem receber livros isentos de IVA”. Além do Ministério da Cultura, instituições de carácter cultural e educativo, centros educativos de reinserção social e estabelecimentos prisionais são alguns dos grupos contemplados. O Governo prevê ainda a assinatura de protocolos com Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) e com a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que visam “desonerar dos encargos inerentes aos direitos de autor as doações de livros em excesso que seriam destruídos”.

    • anagomes

      Os livros são para mim um dom, uma graça, um mundo maravilhoso, cheio de beleza e criatividade. Para mim que não tenho dinheiro para viajar, nem paracomprar televisão.É verdade!
      Vou às bibliotécas. Amo a arte do livro. Por favor, não os matem.

      • Felizmente, Ana, esta petição ja foi a plenario no Parlamento (e o MIL foi recebido por alguns parlamentares) e depois foi publicada uma Lei que resolveu este problema (agora as editoras ja podem doar livros sem terem que pagar IVA ao Estado)
        Prova que as peticoes online nao sao tao inuteis como alguns dizem.

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