Daily Archives: 2009/06/12

O vírus informático Conficker atacou equipamentos hospitalares nos EUA, Reino Unido e… Onde mais?

Mapa de infeção do Conficker em http://www.confickerworkinggroup.org

Mapa de infeção do Conficker em http://www.confickerworkinggroup.org

O conhecido e hiperativo vírus informático Conficker infetou vários equipamentos hospitalares num número não divulgado de hospitais e centros de saúde nos EUA e no Reino Unido.

A notícia foi divulgada numa conferencia de segurança realizada recentemente nos EUA, a “RSA Security Conference” por Marcus Sachs da “SANS Internet Storm Center“. Os equipamentos terão sido monitores cardíacos, maquinas de reanimação e scanners de tomografia axial, e outros sistemas médicos dos mais complexos. Muitos destes correm versões mais antigas e vulneráveis de Windows NT e Windows 2000 que ainda que não tivesse acesso direto à Internet, estavam em redes locais onde havia, e receberam o vírus por esta via.

Ninguém pensou que máquinas correndo sistemas tão antigos como Windows 2000 e NT pudessem ser infetadas e, logo, ninguém aplicou os patches corretivos que a Microsoft lançou em outubro de 2008.

Não há relatos de que tenha havido consequências para a saúde nos utentes que dependiam destas máquinas infetadas pelo Conficker, mas isso não significa que todos nós – que temos algum tipo de responsabilidades em redes informáticas – tenhamos que avaliar a opção de ligar à rede local este tipo de sistemas.

É claro que se houve sistemas hospitalares infetados, e não há muito tempo atrás, caças Rafale colados ao solo, por idêntica razão… Será que nenhum sistema informático de nenhuma central nuclear no mundo foi infetado pelo Conficker?… Pouco provável.

Fonte:
http://news.cnet.com/8301-1009_3-10226448-83.html

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Categories: Informática, Saúde, Sociedade | Etiquetas: , | 4 comentários

Porque é que há tão poucos casos de “Gripe A” (Influenza H1N1) em Portugal?

Até agora, e num mundo onde os casos de “Gripe A” ultrapassam já os 16 mil e onde se caminha rapidamente para que a OMS declare o grau máximo de pandemia, Portugal continua numa situação muito melhor do que muitos países, mesmo estando de fronteiras abertas com Espanha, um dos países europeus mais afetados.

A gestão desta crise sanitária mundial por parte da ministra Ana Jorge tem sido excelente, até agora, revelando-se uma figura discreta, mas muito competente e séria. Comunicações feitas regradamente, mas de forma eficiente, cientifica e tranquilizadora.

O facto de haver em Portugal até ao momento apenas dois casos confirmados de Gripe A, já tornaram Portugal num “Case Study” internacional. Isso mesmo admite Paulo Moreira, diretor-adjunto do Centro Europeu para a Prevenção e Controlo das Doenças.

A unicidade do exemplo português resulta alem da ser um dos países do mundo menos afetado pelo surto mas também da reação dos doentes (especialmente a primeira), que foi notavelmente rápida e completa.

Existem várias razoes que concorrem para explicar o caso de sucesso português. A boa condução da crise pelo ministério da Saúde é uma delas, mas não é porventura a maior… Há duas grandes razoes que explicam esta resistência lusa à infeção: em primeiro lugar o facto de sermos hoje os descendentes das populações medievais que tanto sofreram com a Peste Negra. Esta pandemia levou a vida a um terço dos europeus da época, conseguindo trazer a morte, nalguns locais, a aldeias e cidades inteiras. As populações sobreviventes traziam uma resistência natural a ataques virais que transmitiram aos seus descendentes. Nós. Séculos depois, novo fenómeno viral, a Gripe Espanhola, arrastaria para o Além dezenas de milhões de europeus. De novo, os sobreviventes carregavam nos seus genes uma resistência reforçada que transmitiram aos seus descendentes. Nós.

São por estas razoes que os caucasianos são das etnias mundiais menos vulneráveis a fenómenos pandémicos, que são especialmente virulentos em populações que viveram isoladas durante milénios, como os índios sul americanos ou algumas populações africanas ou asiáticas. Curiosamente, é precisamente porque tantos dos nossos antepassados sacrificaram as suas vidas que hoje, gozamos desta resistência (ainda assim relativa) a pandemias virais como a atual da “Influenza A H1N1”.

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1224452

Categories: Ciência e Tecnologia, Portugal, Saúde | Etiquetas: | 7 comentários

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