As galinhas também sabem… somar

http://fmwaves.kproductivity.com

fmwaves.kproductivity.com

Se pensava que as galinhas eram estúpidas, então… pense duas vezes! Veja ESTE vídeo que mostra como um pequeno pinto nos esclarece sobre a falta de veracidade dessa afirmação.
Aparentemente, as galinhas conseguem realizar operações aritméticas simples, como somas, praticamente logo após o nascimento. O estudo foi conduzido pela professora Rosa Rugani da Universidade de Trento e demonstrou a capacidade das galinhas em realizarem adições ou subtrações movimentando objeto ocultos por detrás de duas telas que as aves observavam.

Fontes:
http://www.guardian.co.uk/science/2009/apr/01/chicks-mathematics-arithmetic-sums

Categories: Ciência e Tecnologia | 10 comentários

Navegação de artigos

10 thoughts on “As galinhas também sabem… somar

  1. Cada vez se prova mais que os animais não são tão estupidos como se pensava ( e que nós não somos assim tão espertos… ). Sempre defendi que, em vez de racional/irracional se devesse falar de diferentes níveis de consciência.

  2. sem dúvida… e se assim é com as galinhas, que tipo de exercícios mentais serão capazes os primatas evoluídos ou os cetáceos?

    O que aliás me recorda este projeto para um novo partido, do meu amigo Paulo Borges cuja recolha de assinaturas já começou: http://www.partidopelosanimais.com

  3. “..em diferenters de níveis de conciência…”totalmente a favor da colocação;ela e veras é pertinente e comprobatoria,eles sentem é pensam..pode-se provar, basta um mínimo de convivência .

  4. Esglurédio

    de entre todos os animais o homem é aquele que consegue ser o mais estúpido, não que seja coisa muito fácil, mas a gente lá vai conseguindo 🙂

  5. pois é…
    por isso, pelo tanto mal que fazemos aos nossos irmãos animais é que cada vez como menos carne… só de pensar no que penam os pobres bichos até chegar aos nossos pratos…

  6. Vc está certo…esté é o meu grande pecado…ser predador de vidas alheias…estrou fazendo o possivel p dar um basta…tá dificil, confesso.Que Deus me ajude..

  7. pedronunesnomundo

    dá que pensar…

    agora, com a franqueza do costume, “partido pelos animais” parece-me um completo disparate
    digno de um dos teus “hoaxes”

    não pego pelo lado “dos animais”, que merecem muito mais respeito que aquele que sociedades industrializadas – que nem sequer o homem respeitam – deviam mostrar por eles

    pego é pela vertente eventualmente maníaca com que qualquer partido POLÍTICO obcecado por uma questão social pretende contribuir para o ruído democrático

    todos se lembram do defunto PSN do Manuel Sérgio (…julgo), partido “dos reformados”, que chegou a eleger um deputado. para depois… nada!
    “partido pelo ambiente”; “partido pelos deficientes”; “partido pelo emprego”; “partido pela cultura”; … tudo ideias pertinentes mas incrivelmente disparatadas
    tal levaria à criação de 400 partidos, um para cada sector temático da sociedade

    a solução deveria ser a que temos: partidos com – supostas – ideologias e propostas de rumo abrangentes, submetidos à nossa escolha

    mesmo que eles falhem, meu caro, não creio nada que seja esta a via alternativa

  8. na verdade, Pedro, acredito cada vez mais que o presente modelo “partidocrata” está esgotado e só se mantêm pela inércia e pela força dos lobbies económicos que o mantêm no poder no “ocidente democrático”…
    O futuro está em verdadeiros deputados, eleitos uninominalmente e em seu próprio nome, respondendo diretamente pelos seus eleitores e responsáveis perante eles. E com lugar para “partidos pós-modernos” defendendo causas e projetos concretos, como o “partido pirata” sueco que defende a liberdade na Net, ou… o partido dos animais, em Portugal.
    Direita, Esquerda… São modelos esgotados após 1989 e prova disso mesmo é a atual conduta do PS e o desespero do PSD por este estar a ocupar o “seu” espaço.

  9. pedronunesnomundo

    eu continuo a pensar que a perversidade do sistema tem a ver com a degradação do capital humano que atafulha os partidos com força para – eventualmente – mudar as coisas
    não com a estruturação de formas de ver o mundo (podem é surgir outras novas…) genéricas. não abrstractas, mas abrangentes, que obedecendo a referenciais claros e sólidos permitem decidir politicamente em qualquer sector

    considero, ao contrário, que “partidos” de microcausas são, eles sim, corpos de puros lobbies – “de boas intenções”…
    não só limitados na sua concepção social pela microescala das suas propostas como desresponsabilizados quanto ao encaixe das suas propostas na “big picture” ou na tomada de decisões prioritárias que eles NUNCA poderiam tomar por não considerarem nada mais que o seu reduto

    …já para não falar da representatividade…
    seria com 300 votos do pessoal lá do bairro que o “partido do jardim infantil” chegaria ao Parlamento?
    …ou deixaria de haver Parlamento? …e portanto tecido nacional orgânico?

    não consigo levar a sério essas propostas…

  10. mas essa é a raíz do problema, Pedro: os partidos tornaram-se em feixes de interesses pessoais, corporativos e empresariais e não mais em projetos, em visões de mundo, de zonas de crença e convicções. O PS e o PSD representam muito bem essa visão de “feixes de interesses” a que me refiro…
    Por isso, acho que a partidocracia deve ser rasteirada pela base, relegitimando a Democracia, refundando o sistema eleitoral, descentralizando nos municípios e abolindo os Partidos que dividem o Poder, como coisa “sua”.
    Microescala… Sim, mas não é nessa escala que nos movemos todos? Os planos “macro” de Estaline e Hitler, em que o individuo era esmagado pelo coletivo deixaram uma triste folha de serviço…
    Compreendo as tuas hesitações, e pessoalmente prefiro o modelo democrático dos EUA no começo da sua democracia, em que esta era completamente individualizada e praticamente não existiam “partidos”…

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

Site no WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade

%d bloggers like this: