Daily Archives: 2009/06/02

Lost S05e15 “Follow de Leader”: Comentários

1. Jack diz a Eloise que acredita na teoria de Daniel Faraday de que detonando a bomba de hidrogénio poderiam alterar o futuro e impedir que as trágicas circunstâncias que a levaram a matar o seu próprio filho não se viessem a concretizar. A tese que acalentei originalmente, de que o enredo de Lost se baseava na existência de várias timelines paralelas e não comunicantes estoura, numa implosão nada gloriosa e comparável aquela que ditou o fim da “Estação Cisne”… Se Faraday, que devotou toda a sua vida ao estudo das Viagens no Tempo e que parece conhecer na Ilha o fenómeno como mais nenhuma outra personagem, acredita que detonando a Bomba pode impedir o Evento e, assim, não criar as condições que levaram à queda do voo da Oceanic 815, então é porque existe uma única timeline. Se assim não fosse, a detonação impedir o Evento numa timeline enquanto noutra este ocorreria na mesma, e não seria possível alterar o futuro. Como Faraday acredita que é.

2. Richard admite a Locke que há algo nele que lhe parece diferente… Uma observação correta e que será confirmada no último episódio da temporada.

3. Quando Sun confronta Richard com uma fotografia de 1977 dos recrutas da Dharma, ou seja do grupo de sobreviventes que viajou até ao passado, Richard admite que sim e que… Os viu todos morrer. O que deixa claro que na próxima temporada já não teremos narrativas na década de setenta, apenas na época contemporânea, que, recordemos, corre em 2007. Mas Locke (que talvez não seja Locke, mas o Monstro de Fumo) diz-lhe indiretamente que eles, afinal, poderão não estar mortos. Logo, que regressão a 2007, já que francamente não parece credível que os produtores na última temporada sacrifiquem Jack, Sawyer, Juliet e Kate, os seus personagens mais fortes, de uma temporada para a outra, e logo, para a final e apoteótica temporada 6.

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Atentado ao Idioma e liberdade na Galiza


O actual governo da Junta da Galiza, «devolvendo o favor e atendendo às petiçons dos colectivos galegófobos» segundo alguns analistas, implantará umha nova medida contra a utilizaçom do galego no ensino, possibilitando a limitaçom do seu uso até em só duas disciplinas.

Segundo informa o periódico digital Vieiros.com, a Conselharia da Educaçom está a trabalhar no novo decreto de línguas para o ensino nom universitário.

O decreto tenciona regulamentar a língua de quatro disciplinas, deixando ‘livre eleiçom’ para as restantes. Esta decisom depende dos conselhos escolares, que deveram escolher em votaçom a língua veicular das matérias, com a excepçom das Línguas Galega e Castelhana, Ciências Sociais (em galego) e Matemática (em castelhano).

Por enquanto desconhece-se qual é o critério para a escolha de matemática em castelhano (umha disciplina que conta com mais horas semanais do que as ciências sociais), se bem nom falta quem veja nos preconceitos e na ignorância a respeito da utilidade das línguas a resposta, tal como têm assinalado as principais organizaçons sindicais da Galiza e associaçons de pais e maes.

Eliminada a nunca cumprida igualdade de 50% para cada língua no ensino, o castelhano poderá reafirmar-se novamente como língua privilegiada na Galiza.

Ligado com esta notícia, do movimento normalizador incide-se na incompetência no nosso idioma dumha grande parte do professorado galego por diversas razons, o que é mais um sintoma de que o castelhano será a eleiçom maioritária nos centros do País.

fonte: http://www.pglingua.org
foto: Mural em Ribadeu em defesa do idioma

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A César o que é de César

(Sonho que tive: os espanholistas deixaram de exigir Gibraltar aos ingleses e entregaram Ceuta e Melilla aos marroquinos. Então deixei de lhes exigir Olivença.)

Partilho a realidade:

Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org

*Divulgação

Petição «O Estatuto Jurídico de Olivença»

Numa iniciativa original de alguns apoiantes da Causa de Olivença, encontra-se em subscrição pública, «on-line», uma petição aos candidatos ao Parlamento Europeu. Pode consultar e subscrever em: http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2009N53

Lx., 27-05-2009

SI/GAO.

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"O leitor", de Stephen Daldry

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Antes de votar nas eleições para o Parlamento Europeu veja a avaliação dos Eurodeputados ou… Vote em Branco

http://www.mep.pt

Em http://www.parlorama.eu/en/european-deputies-portugal/0-0-0/
podemos observar qual foi o desempenho efetivo dos “nossos” eurodeputados. Digo “nossos” entre aspas porque eles de facto não são bem nossos (dos portugueses) mas das partidocracias que nos regem e que os mandam votam ora numa direção, outra na outra, coisa que eles fazem (geralmente) de forma muito dócil e bovina.

Este site agrega informação pública, atualizada e reunida a partir de várias publicações oficiais do próprio Parlamento Europeu, que infelizmente não tem (como devia) ter um sistema idêntico. O modelo de avaliação de cada eurodeputado é descrito aqui e por exemplo reflete esta atividade do eurodeputado: Uma escala de atividade (sumariando vários tipos diversos), uma escala de presenças, de 1 a 5, a percentagem de sessões parlamentares a que assistiu, o número de questões, orais ou escritas apresentadas a plenário, etc.

Como saberão, é minha opção protestar contra a partidocracia que na prática ocupou o poder na nossa “Democracia” votando em BRANCO, razão que me levou aliás a promover ESTA petição. Mas quem apesar disso decidir votar deve fazê-lo em devida consciência, procurando votar não de acordo com simpatias pessoas, tradicionais familiares ou grupos de amigos, mas em plena consciência, sabendo o que cada Partido (já que é isso que conta) efetivamente defende, recordando por exemplo dos pergaminhos federalistas de PS e PSD, do facto de Paulo Rangel defender publicamente o “Federalismo” europeu, de haver uma total omissão da importância da Lusofonia em todos os programas partidários, etc.

Cada eleitor que não vote em BRANCO (como eu farei) deve também procurar informar-se do tipo, qualidade e grau de empenho que cada eurodeputado coloca na sua atividade parlamentar. Queremos monos que não apareçam no Parlamento a não ser para buscarem o chorudo cheque mensal e as prebendas inerentes ao cargo ou eurodeputados que defendam os nossos direitos e garantias enquanto cidadãos europeus?

Vejam, por exemplo, em:
http://www.parlorama.eu/en/european-deputies-portugal/0-0-1/
Este Francisco Assis (PS), este Sérgio Sousa Pinto (PS), este João de Deus Pinheiro (PSD), este António Costa (PS) entre tantos nomes de ilustres carneiros desconhecidos merecem o cargo para o qual foram eleitos? Francisco Assis, por exemplo, esteve presente em apenas 66% das sessões parlamentares e no resto da atividade parlamentar teve este “brilhante” desempenho (MAX indica o número máximo de atividade que poderia ter cumprido, em cada item):

MAX: 35 | ? oral question with debate : 5

MAX: 1888 | ? written question(s) : 4

MAX: 40 | ? opinion(s) : 1

MAX: 24 | ? written declarations : 0

MAX: 111 | ? oral question for question time : 0

MAX: 55 | ? report(s) : 0

MAX: 412 | ? motions for resolutions : 0

Compare-se agora com Ilda Figueiredo (PCP), por exemplo, com uma presença de 93% das sessões:
MAX: 35 | ? | oral question with debate : 17

MAX: 1888 | ? written question(s) : 461

MAX: 40 | ? opinion(s) : 9

MAX: 24 | ? written declarations : 2

MAX: 111 | ? oral question for question time : 18

MAX: 55 | ? report(s) : 7

MAX: 412 | ? motions for resolutions : 48

E digam-me lá em que vale a pena votar? Não estou com isto a recomendar o voto no PCP, já que as minhas antipatias pela sua posição acrítica de apoio ao regime tirânico de Pequim são conhecidas e me afastarão de colocar qualquer cruz na sua caixa de votos, em qualquer eleição, presente ou vindoura. Mas Paulo Casaca (PS), Ana Gomes (PS) e Jamila Madeira (PSD) também apresentam registos de presenças e atividades muito satisfatórios. Digo apenas que a 7 de Junho devemos votar considerando:

1. Se devemos mesmo votar e continuar a alimentar uma partidocracia que coloca no Parlamento Europeu, boys / bois cuja única função é “descansar” (como dizia em tempos António José Seguro) ou gozar chorudos salários ou exílios dourados.

2. Se decidirmos votar, devemos fazê-lo votando cegamente nos partidos ou movimentos cujo discurso mais nos agradar ou verificar em
http://www.parlorama.eu/en/european-deputies-portugal
o registo parlamentar de cada cabeça de lista e decidir em função do mesmo, premiando os mais conscientes e trabalhadores e castigando os “golfistas profissionais” como João de Deus Pinheiro ou os “acumuladores de tachos” como António Costa.

Categories: Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: , | 7 comentários

Quids S16: Que experiência será esta?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S16 | 17 comentários

Adaptação livre do artigo “Democratizando a Finança” de Hazel Henderson

Este texto é uma adaptação livre a partir do artigo “Democratizando a Finança”, publicado pela “E. F. Schumacher Society e escrito por Hazel Henderson.

O colapso financeiro originado por Wall Street e pela lógica suicidária do “demasiado grande para falir” está a contribuir para a erupção de uma série de iniciativas locais para descentralizar e democratizar o sector financeiro.

Entretanto, ao nível global, os países do G-20 afirmam a sua intenção em democratizar as estruturas internas do FMI e do Banco Mundial e o próprio facto deste decisão surgir no seio de uma reunião do G-20 e não do G-7 indica que estamos perante um mundo diferente.. Agora, as decisões já não são tomadas no seio de um grupo restrito de países ricos e “ocidentais”, mas como o produto de uma decisão de países tão diversos como a Argentina, a Austrália, o lusófono Brasil, o Canadá, a China, a França, a Alemanha, a Índia, a Indonésia, a Itália, o Japão, o México, a Rússia, a Arábia Saudita, a África do Sul, a Coreia do Sul, a Turquia, o Reino Unido e os Estados Unidos e… A União Europeia. A lista causa alguma estranheza. Desde logo, pela presença da UE, onde o “cherne” aparece num estranho destaque já que o poder efetivo da Comissão é praticamente zero (como aliás, admitiu Barroso, quando reconheceu não ter meios para intervir na atual crise económica) e não sendo eleito, a não ser por uma pandilha de líderes germânicos por ser dócil e servil para com os seus interesses não merece estar ali presente. Há países como a eternamente falida Argentina, o Canadá e a Turquia que não merecem estar aqui. A Argentina porque não tem peso económico nem demográfico, o Canadá, porque não tem peso demográfico e a Turquia porque não tem peso económico, nem diplomático, já que é olhada com justificadas suspeitas por quase todos os seus vizinhos e ocupa militarmente um país soberano (Chipre) e reprime as suas próprias populações curdas. E que dizer da presença da Arábia Saudita? Um dos países menos democráticos, corruptos e menos respeitador dos direitos humanos no mundo?… E não bastando que faz a imperialista China (que ocupa colonialmente o Tibete) num fórum onde a qualidade dos regimes representados devia ser exemplar? Mas pior que as presenças são as ausências… Alguns grandes (demográfica e economicamente) países africanos estão ausentes. Onde estão a Nigéria, a Argélia, Angola e o Egipto? E o mundo islâmico? Porque está tão incompletamente representado? Onde estão o Paquistão e o Irão?

Embora tenha havido um tom otimista saído diretamente das decisões desta reunião, e Gordon Brown tenha proclamado que “o mundo estava a reagir à crise não com palavras, mas com um plano detalhado e calendarizado”, a verdade é que tudo ainda persiste no domínio estrito do palavreado… As injeções de capitais públicos para cofres de Bancos zombie continuam e os Estados continuam a insistir na aplicação cega do dogma que os impede de participarem na gestão da Banca intervencionada (permitindo o pagamentos de bónus generosos e injustificados), os “Edge Funds” continuam em roda solta, os Paraísos Fiscais navegando em plena impunidade, os sectores financeiros em desregulação quase total, etc, etc, etc. O ambiente para criar e aplicar novas leis que democratizassem o sistema financeiro está mais propício do que nunca e o tempo urge, não sendo agora mais o tempo para ocas palavras (como as de Obama e Brown), mas para acções concretas e duras que imponham novas regras ao sector financeiro e travem a Globalização impondo (sim!) mecanismos de contenção à autentica depredação industrial que a China tem estendido a todo o mundo.

Felizmente, que a sociedade civil ainda existe (nos países onde esta é livre) e começam a surgir novos ou renovados impulsos de renovação… Varias alternativas criativas surgem aqui e acolá, como indica Hazel Henderson:

1. Organizações de pesquisa local como a Freecycle.com ou a Craiglist que agrupam ofertas comerciais locais, potenciando consumo local a partir de bens e serviços produzidos localmente e não no estrangeiro por trabalho semi-escravo ou subremunerado.

2. Há varias Moedas Locais a surgirem e outras a aumentarem a sua circulação no mesmo momento em que os Bancos Centrais revelam a incompetência dos seus administradores (Vítor Constâncio) ou a sua incapacidade operativa e que os grandes Bancos (Citigroup, Bank of America, Royal Bank of Scotland, etc) vegetam, Moedas Locais como a WIR suíça, a Palmas brasileira ou a BerkShares dos EUA prosperam tendo a última emitido o equivalente a dois milhões de dólares em apenas dois anos e sendo aceite por cada vez mais Bancos e empresas no Estado do Massachusetts. Outras Moedas Locais desenvolvem-se e surgem em países tão diversos como o Reino Unido, o Canadá, a Austrália ou a Argentina.

2. Redes de “empréstimos pessoais” e de microfinanciamento conhecem hoje um desenvolvimento ímpar no mundo: “Womens World Banking”, Grameen Bank no Bangladesh, a FINCA e a ACCION, na América do Sul, e variantes cibernéticas como a Microplace ou a Kiva (com quem colaboramos pessoalmente), a Prosper.com norte-americana e a Zopa.com alemã expandem a sua acção e melhoram a vida de um numero crescente de pessoas que os triliões de “ajudas” governamentais aos banqueiros insistem em esquecer.

3. Associações de pequenos Bancos com empresas locais, nos EUA, na forma original de “uniões de crédito” colaboram na recuperação de um tecido empresarial por décadas de desregulação, de empreendedorismo financeiro descabeçado e por uma desindustrialização profunda e quase total. A par destas “uniões de crédito”, organizações de “capital de risco filantrópicas” como a “Rudolf Steiner Foundation” e a Acumen, investem em empresas com utilidade sociais mas reduzidos lucros. Encontramos outros exemplos de organizações de fins semelhantes na “The Business Alliance for Local Living Economics”, na “New Voice of Business”, na “Green America”, na “Social Enterprise Alliance”, no” Fourth Sector Network” e no “Business-NGO Working Group”, organizações em atividade nos Estados Unidos e cuja profusão e intensa atividade reflectem bem o dinamismo, a capacidade de renovação interna da sociedade norte-americana e o prematuro discurso daqueles que dão o “século americano” como terminado…

4. O “Banco do Tempo” é neste contexto uma das propostas mais interessantes. Oriundo a partir de um conceito de Edgar Cahn, nos Estados Unidos, o modelo está agora ativo em diversos países do mundo, como o Japão, vários países europeus e nos EUA. Estes “Bancos do Tempo” estão a ajudar pessoas e empresas locais a ligarem-se, a partilharem informação, recursos e serviços. Cada participante do “Banco do Tempo”, quando precisa de um recurso, artigo ou serviço, contacta primeiro o seu “Banco do Tempo” e este identificará alguém que possa ajudar, seja uma refeição, várias, serviços de babby-sitting, vigilância, partilha de bens ou serviços.
Sistemas idênticos, como os de partilha de automóveis usados em empresas como a ZipCar, nos EUA, e outras semelhantes, no Canadá e em vários países europeus fazem aumentar a partilha de bens, usando as facilidades hoje disponíveis via SMS ou com Blackberrys.

5. Uma empresa privada chinesa, intitulada “Circle Pleasure” comercializa cartões de consumo pré-pagos estabeleceu uma parceria com o motor de busca Qifang de forma a estabelecer um sistema bancário pessoa-a-pessoa, sendo assim a primeira instituição a receber uma licença bancária do Banco central de Pequim, o que reflete a confiança que o projeto merece do sempre desconfiado de inovações, governo comunista…

6. Na Índia e no Bangladesh, surgiram recentemente as “senhoras do telefone”, tratam-se de mulheres que vivem nestes países e que alugam os seus telemóveis a outros aldeões, agricultores e pescadores consultam os preços dos artigos que produzem nos mercados vizinhos e assim vendê-los pelo melhor preço, nos locais onde lhes pagariam preços mais elevados.

7. Na Florida (EUA), agricultores engenhosos estão a descobrir novas formas de curtocircuitar os Bancos gananciosos e mal geridos que estiveram na direta razão da presente recessão mundial… Usando programas locais de rádio, os agricultores divulgam que têm alfaias agrícolas (como tratores) disponíveis em certos dias e horas e que os cedem em troca de outras alfaias, fertilizantes, produtos agrícolas ou sementes. Também na Florida, têm-se multiplicado os mercados agrícolas onde os agricultores vendem diretamente aos consumidores e contratos de produção com consumidores locais a quem entregam os seus produtos, nas quantidades combinadas, sem recorrerem a intermediários.

Todos estes exemplos ilustram formas de as pessoas e empresas locais conseguirem sacudir a manápula opressora que os grandes Bancos procuram lançar sobre as economias, cativando um sector excessivo da riqueza produzida. Em vez da primazia doentia ao setor terciário, estas soluções permitem que os sectores primários e secundários se libertem desta opressão… Assim, os financeiros serão obrigados a reduzir os seus bónus faraónicos, a reduzir os seus lucros crescentes e imorais e a moderar as suas especulações casínicas nas Bolsas. A multiplicação destas alternativas também permitiria reduzir o desequilibrado peso que o sector financeiro tem na economia de países como os EUA ou o Reino Unido, onde representam mais de 25% do PIB…

A perda de prestígio do sector financeiro no Ocidente pode ser também importante para tornar a despertar o interesse da juventude por formações superiores menos ligadas a esses sectores e mais a sectores mais tecnológicos e culturais, que estavam a conhecer um acentuado declínio em inscrições em cursos superiores nos últimos anos, tamanhos eram os rendimentos que se obtinham em empregos nesses sectores mais especulativos. A turbulência nos mercados financeiros relativiza também o valor do dinheiro, que foi tão valorizado (de forma tão fátua e superficial, vê-se agora) no passado recente, em desfavor de critérios mais duradouros e saudáveis para as pessoas e para o planeta.

Fontes:
www.ethicalmarkets.com
www.smallisbeautiful.org
www.youtube.com/efsssociety
www.calvert-henderson.com

Categories: E. F. Schumacher Society, Ecologia, Economia, Movimento Internacional Lusófono, Nova Águia, Sociedade | Deixe um comentário

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