Do triste estado em que se encontram as forças armadas portuguesas

“O país conta com uma experiência muito negativa no campo dos grandes investimentos em armamento, que depois não tem capacidade de operar, nem campo para utilizar: segunda esquadra de F-16 (40 aviões no total); dois novos submarinos (900 milhões de euros), 260 blindados de rodas (364 milhões), carros de combate de lagartas (37 tanques/80 milhões); sem ter dotado as FA de 30 mil novas espingardas, mantendo a arma da guerra colonial.”

Infelizmente, é verdade. Os programas de atualização de equipamentos decididos nos últimos anos pelo governo Guterres e, mais tarde pelo consulado Portas no Ministério da Defesa (um dos melhores ministros da Defesa da Democracia, apesar de tudo o resto que não aprecio na personalidade portista) estão hoje abandonados. Não, é ainda pior do que isso: os equipamentos foram adquiridos, mas não são utilizados por dificuldades orçamentais, falta de treino ou combustível e manutenção. A situação é particularmente grave nos F-16, onde apenas um número ridículo de aparelhos sofreu a atualização para o padrão MLU e onde os pilotos estão conhecer uma redução drástica das horas de voo, com perigosas consequências na sua capacidade e eficácia operacional.

Os submarinos foram um erro estratégico de Portas que aqui já criticámos bastas vezes, havendo necessidades bem mais prementes de novas corvetas oceânicas ou de fragatas mais modernas que a Meko ou que as holandesas agora a serem recebidas. Os Pandur II são outro bom programa (com montagem nacional) que não está a ser bem conduzido, estando a maioria destas unidades paradas por falta de combustível. E o caso dos Leopard, adquiridos em escasso número comparando com o parque de M60A3 que vão substituir é ainda mais triste… Todos estão parados, aguardando manutenção e combustível.

Pior do que não investir (e isso fizeram os governos anteriores ao de Sócrates) é não cuidar do investimento feito e manter o equipamento das Forças Armadas e esperar que as nossas obrigações OTAN e a Defesa Nacional sejam cumpridas por forças estrangeiras ou espanholas.

Fonte:
Jornal Sol, de 9 de maio de 2009

Categories: DefenseNewsPt, Defesa Nacional, Política Nacional, Portugal | 17 comentários

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17 thoughts on “Do triste estado em que se encontram as forças armadas portuguesas

  1. pedronunesnomundo

    sabes o que és? um perigoso agitador

    assim as pessoas até ficam a pensar que não temos uma Defesa de jeito. ou pior, que ter umas FFAA decentes podem ter alguma utilidade
    não perturbes consciências

    não sabes que faz parte do aborregamento global o deixarmo-nos desarmar e aninhar de todo sob as asas protectoras de generosas nações/entidades quem no-lo proponham?
    não queiras estragar arranjinhos!

    é politicamente incorrecto dizer publicamente que uma Nação (com maiúscula) precisa de armas
    (não viver em armas, mas tê-las. é da elementar história do mundo)
    pode ser-se confundido com um louco militarista; que hoje o que é bonito – e acéfalo – é ser “pacifista”
    e – contra toda a lógica – é quando a crise paira sobre as nações que mais se tende a desprezar as “despesas” com a sua Defesa
    mas é assim, que fazer?…

    por isso apoio a tua tese da vergonha na nossa caserna
    por isso apoio a velha ideia de uma força militar lusófona (…e foste tu que me convenceste)

    …não é senão mais um tema em que se fica a pregar no deserto

  2. podes crer! é isso mesmo que sou um “agitador” neste país de dormências, demissões e abstencionismos!
    arranjinhos… sim, estes contratos de Defesa contemplam sempre comissões e comissionistas de uma forma sempre mais generosa do que a manutenção e uso inteligente destes equipamentos. Como se constata.

    E precisamos, claro. A minha (do MIL), visão é esta: cada país lusófono com forças de Defesa próprias e contribuindo com forças com capacidade de projeção (aéreas, navais, forças especiais e de manutenção de paz) comuns, a usar em missões comuns, da CPLP ou da ONU (sob mandato do CS).

    e a Defesa não é uma Despesa. É um investimento na nossa sobrevivência. Haveria Portugal se os nossos antepassados não se houvessem defendido dos nossos inimigos? Haverá Portugal se as nossas FA forem fundidas numas hipotéticas “FA europeias” dominadas por francos e germanos? Não creio…

  3. Paulo39

    Na minha opinião, não havendo dinheiro (e não há) deve-se estabelecer prioridades. E a verdade é que eu penso que as FA e o armamento que as FA detêm não é, de facto, algo que seja fundamental no desenvolvimento do país neste momento. Visto que o país não está com nenhum problema com outra nação nem envolvido em qualquer conflito militar, penso que se deve dar primazia às áreas da Educação, Justiça, Administração Interna, etc. Por exemplo, acho mais importante melhorar as condições de trabalho das forças de segurança (polícias) neste momento.

  4. pedronunesnomundo

    caro Paulo: percebo muito bem a sua posição, legítima porque serena e argumentada
    mas divergimos em dois pontos-chave

    começando pelo fim, na óptica do “como neste momento”
    é a pior das lógicas o diagnóstico temporizado de problemas como o relacionado com a Defesa Nacional. diria mesmo que é por isso que não saímos da cepa, por não ver mais longe do “como neste momento” e seus detalhes
    é exactamente por não pensar no “hoje” que acho o que acho

    depois, porque parece que temos noções diferentes do que é uma “prioridade”
    as minhas “prioridades” não estão forçosamente associadas ao deitar dinheiro em cima
    confirmo que a AI diz muito mais aos cidadãos que a Defesa e que HOJE os cidadãos exigem muito mais uma resposta da governação em relação à sua segurança civil que militar. mas e se a AI padecesse de um canceroso problema estrutural e orgânico, e não tanto de falta de investimento?… valia a pena investigarmos todos…
    quando fala de Educação, concordo que é uma chave para o tal “amanhã” que me preocupa (muito e por muitas razões!). mas e se chegássemos à conclusão que andar a rebocar escolas de novo HOJE não é o mais necessário num País em crise?, nem rechear as escolas de projectores e portáteis, mas resolver a balda ministerial que as rege?… valia a pena pensar nisso…
    “prioridades” e “dinheiro” podem pertencer a conversas distintas

    mantenho que a despesa com as FFAA é fulcral (não precisando de ser faraónica) e não é negociável consoante a circunstância temporal
    e que a questão das FFAA e das “prioridades” é muuuuito relativa num País em que não sendo NUNCA um critério para NADA de repente o seja neste preciso contexto

  5. nehalem

    «Haverá Portugal se as nossas FA forem fundidas numas hipotéticas “FA europeias” dominadas por francos e germanos? Não creio…»

    Pela lógica não vai haver Portugal, não! E não é por causa das FA em declínio, é porque pura e simplesmente não se dará a esperada renovação populacional; e o mesmo acontecerá por toda a envelhecida Europa… também não existirão franceses nem alemães… mas, disso ninguém fala, ou falam alguns subversivos (lol).
    Na realidade há uma New World Order prestes a eclodir. Daí, quem se preocupa com “arranjinhos” (e outras situações do mesmo tipo) tem apenas um objectivo – embolsar o mais possível.
    Vê logo que possas este clip (o “vírus” sem vacinas e com imensos efeitos colaterais) http://www.youtube.com/watch?v=6-3X5hIFXYU

  6. Tal como ai, é tbm aqui…tudo como antes no quartel dos abrantes.

  7. Paulo39:
    “Na minha opinião, não havendo dinheiro (e não há) deve-se estabelecer prioridades. E a verdade é que eu penso que as FA e o armamento que as FA detêm não é, de facto, algo que seja fundamental no desenvolvimento do país neste momento. Visto que o país não está com nenhum problema com outra nação nem envolvido em qualquer conflito militar, penso que se deve dar primazia às áreas da Educação, Justiça, Administração Interna, etc. Por exemplo, acho mais importante melhorar as condições de trabalho das forças de segurança (polícias) neste momento.”
    > Não pense que não compreendo os seus argumentos. Porque compreendo. O problema é que o investimento em meios de Defesa pode ser usado como uma parte da resposta do Estado à crise, pela geração de emprego e de riqueza (via exportações) que pode resultar de um investimento bem feito em meios destes que obrigue à inserção de montagem ou construção local desses meios.
    > Não é por não haver nenhuma ameaça iminente (e de facto,há, porque Portugal está na OTAN e várias missões internacionais) que nos devemos desarmar ou entregar a nossa defesa a países estrangeiros. A Defesa nacional é a primeira garante da nossa independência e sem ela já não seríamos há muito um país independente…

    Nehalen_
    “«Haverá Portugal se as nossas FA forem fundidas numas hipotéticas “FA europeias” dominadas por francos e germanos? Não creio…»
    Pela lógica não vai haver Portugal, não! E não é por causa das FA em declínio, é porque pura e simplesmente não se dará a esperada renovação populacional; e o mesmo acontecerá por toda a envelhecida Europa… também não existirão franceses nem alemães… mas, disso ninguém fala, ou falam alguns subversivos (lol).
    Na realidade há uma New World Order prestes a eclodir. Daí, quem se preocupa com “arranjinhos” (e outras situações do mesmo tipo) tem apenas um objectivo – embolsar o mais possível.”
    > A NWO depende precisamente da fusão dos países em grandes entidades supranacionais como a UE ou a NAFTA, essencialmente não-democráticas, de moedas “únicas”, da entrega de uma parcela cada vez maior de poder nas mãos das multinacionais e dos lobbies da indústria e da finança. As “forças armadas europeias” de que o eurocorp é já um protótipo e que os federalistas (como o PSD) defendem já à boca calada são apenas um primeiro passo para esse caminho,,,
    > Por isso, não devemos entrar numa lógica catastrofista “não-temos-dinheiro-para-ter-umas-FA-modernas” e alinharmo-nos com os países com quem partilhamos interesses e sentimentos (CPLP) e forjar junto deles uma alternativa real à essas movimentações anti-democráticas que varrem hoje o mundo… Por isso o meu empenho na http://www.petitiononline.com/mil1001/petition.html

    “Vê logo que possas este clip (o “vírus” sem vacinas e com imensos efeitos colaterais) http://www.youtube.com/watch?v=6-3X5hIFXYU“”
    > Sim.. Já conhecia esse debate… a situação em França e na Alemanha é particularmente preocupante, pela fácil deriva extremista em que os Islão se deixa infelizmente cair e que é tão diversa da tradição tolerante e pacífica ibérica (por exemplo das Taifas e do Califado de Córdova)

    É algo que também me preocupa muito e uma razão adicional para repensar o papel e a presença de Portugal nessa UE.

  8. nehalem

    «É algo que também me preocupa muito e uma razão adicional para repensar o papel e a presença de Portugal nessa UE.»

    Confesso, Clavis, que também nunca vi com bons olhos esta integração: económica/financeira (moeda única), sem unidade política e/ou administrativa. Na verdade também jamais acreditei/aceitei o federalismo. Bastou-me o simples facto de pensar que todo um passado, uma história que caracteriza cada povo, ter de desaparecer em face de uma qualquer hegemonia, ou dogmas “globais/universais/planetários”. Jamais iria dar certo. Seria negar a liberdade de sermos quem somos, negar todo um passado, cultura e antepassados.
    Afinal é o que está a acontecer aos poucos, sub-repticiamente, nós e todo o povo europeu (e não só) temos sido tremendamente manipulados ao ponto de descaradamente já nem existirem referendos, ou como no caso da Irlanda se sobreporem pressões económicas pontuais de forma a que o NÃO derive em SIM.

    Sabemos também o que verdadeiramente aconteceu à Islândia, nesta so called “crise económica” que levou este pequeno país à bancarrota. E nós, já lá não estamos?

    Reconhecemos as pressões que existem relativamente à integração de todos os países nórdicos e até por cá, nem fomos ouvidos, porque os doutos (da verdade) nos rotulam de ignorantes (http://www.wook.pt/ficha/que-nova-ordem-mundial-/a/id/1457788) e até proclamam em livro a NWO (http://ovigia.wordpress.com/).
    Quantos portugueses estão a par destas manobras? Uma ínfima parte.
    Já imaginaste o dia em que a internet deixar de ser como a conhecemos?

    Não quero ser catastrófica mas, pergunto-te (estando do teu lado e tendo já assinado muitas) como é que as petições podem atingir os objectivos a que se propõem?

    Concordo em absoluto com o exemplo do “Partido Pirata” sueco (http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1382740). É talvez a forma mais inteligente de combater todo este “estado de coisas”, minando com as mesmas armas o poder, propiciando mais poder para quem não o tem actualmente – o POVO! 😉

  9. a minha posição é simples: chuto na UE e em tudo o que ela representa e foco na Lusofonia e no desenvolvimento da CPLP. Esse é o destino histórico de Portugal, não fundir-se com letões, lapões ou malteses…
    O dia em que a Internet “será aquilo que conhecemos” já chegou… cada palavra escrita aqui e em todo o lado vai pelo Echelon abaixo…
    As petições têm a força legal de levar o Parlamento a discuti-las se tiverem mais do 4 mil assinaturas (e se cumprirem os trâmites legais). Pode levar a plenário um tema incomódo para a partidocracia, e isso não é de somenos…
    O partido sueco tem a vantagem de ser um partido fora da lógica partidária e como ele surgirão muitos por aí fora nos próximos anos, à medida que as pessoas forem sacudindo as partidocracias e tomarem para si o exercício da sua própria cidadania, creio eu.

  10. Bokaido

    O estado das FA não é assim tão mau como quem lê estas linhas possa pensar. Apesar de poucos e a realizados a um ritmo terrivelmente lento, tem havido alguns projectos importantes. Destaco a aquisição dos Merlins (falta uma manutenção eficaz) e também dos novos CASA-295. São aeronaves importantes para a segurança e a soberania do nosso mar. A Marinha deve, em boa verdade, ser a prioridade nas FA, porque é o exemplo máximo da adaptação das FA a missões em tempo de paz. O navio logístico também irá acabar por sair nos próximos anos. O verdadeiro problema é a ineficácia na condução dos programas, bem patente no caso dos NPO e agora, como parece ser, nos Pandur. Será a Empordef um fracasso?

    Felizmente a nossa posição na Europa e no Mundo não nos coloca em cenários de conflito e por isso, é no meu entender, fulcral uma reorganização das FA na sua estrutura e nas suas funções. Acho impossível equipar o exército ou a força aérea de forma capaz e não vale a pena fazer investimentos isolados (p. e.: comprar uma centena de carros de combate modernos sem nunca poder comprar sistemas anti aéreos ou helis anti carro). É preferível apostar em equipamentos verdadeiramente úteis para o país, seja para controlar a nossa ZEE, seja para prestar auxílio às populações em casos de catástrofes naturais (e nós temos muitas todos os Verões). E quando vamos em missões externas ninguém conta com o nosso poderio bélico, mas poderiam contar com serviços de qualidade ao nível dos cuidados médicos ou do apoio às populações.

    Os melhores cumprimentos a todos.

  11. esqueci-me dos Merlins, de facto. Magnífico aparelho, mas com sérios problemas de manutenção derivados de um contrato mal negociado e de ser um helicóptero extremamente complexo.
    A Marinha, deveria ser a prioridade, concordo. Mas os F-16 (sem MLU) começam também a ser demasiado obsoletos para um país da OTAN…
    Temos a sorte providencial de não sermos a Espanha (com fronteiras com Marrocos) ou uma Letónia (com a instável Rússia), mas nem por isso deixamos de ter obrigações NATO nem um território marítimo e terrestre a defender…
    O modelo que defendo é simples:
    meios mínimos e modernos em todas as armas e contribuição com meios móveis e projetáveis para uma força lusófona de manutenção de paz.

  12. Bokaido

    Concordo de uma maneira geral consigo, caro Clavis.

    De uma forma geral: o Estado não tem dinheiro (só para TGV e demais obras estruturantes que nos vão livrar da crise ao espalhar milhões de euros por algumas empresas…); se não tem dinheiro nunca poderá ter umas forças armadas bem equipadas a todos os níveis; não há uma necessidade real de equipamento bélico dispendioso(caças modernos, carros de combate, fragatas AAW, etc.); invista-se em equipamento que pode ser utilizado em missões actuais!

    Mantenho as minhas reticências acerca da Força Lusófona de Manutenção da Paz porque acho complicado essa (des)multiplicação de forças. Já existe a ONU e a NATO (dirigidas pelo mesmo “bloco central” é certo) que tem a responsabilidade da manutenção de paz a nível global. Para além disso vejamos, apenas nós, o Brasil e Angola podem de facto contribuir para essa força. Tendo já obrigações com a NATO e sabendo das nossas dificuldades actuais, onde vamos buscar mais recursos? Saímos da NATO? Creio que o orçamento do próximo ano para as missões externas, que envolvem cerca de 700 militares, é de cerca de 76 milhões de euros, um valor já bastante considerável..

    Um abraço.

  13. Essa força lusófona seria usada em missões da ONU, com mais e melhores meios.
    Quanto à NATO, não tenho a certeza de que seja do nosso melhor interesse permanecer aqui (como na UE), já que acredito que será pela repotenciação da CPLP que está o futuro de Portugal e de todos os lusófonos…

  14. renators

    “e a Defesa não é uma Despesa. É um investimento na nossa sobrevivência. Haveria Portugal se os nossos antepassados não se houvessem defendido dos nossos inimigos?”

    Faço minhas estas palavras, inclusive para o Brasil. Aliás, leio certas notícias de Portugal que são praticamente as mesmas do Brasil: falta de orçamento para as FA’s, equipamentos sucateados e obsoletos; falta de dinheiro para missões, vôos e treinamentos.

    É triste. A países fracos militarmente ninguém respeita. Não adianta vir com acordos, uniões, etc. Na hora que o bicho “pega”, deve-se estar preparado para segurar pelo menos os primeiros golpes. Vide Israel em 1973 – levou uma bordoada e tanto, mas segurou o tranco até que a burocracia americana resolvesse liberar os Galaxies cheios de armamentos (isso é o que a História oficial diz…a História obscura fala que só liberaram os armamamento porque Golda Meir, vendo que Israel estava prestes a ser varrido do mapa, mandou ativar 13 ogivas nucleares e colocar em caças para calcinar sírios e egípicios…será ? Lendo o que lí sobre a personalidade de Golda Meir, não duvido).

    Pelo menos, no Brasil, temos algumas boas notícias. A mais recente é que o Senador Pedro Simon enviou projeto de lei proibindo cortes orçamentários e contingenciamentos no dinheiro das Forças Armadas. Finalmente, alguém consciente.

    Renato

  15. mas apesar de tudo, o Brasil após a chegada de Lula ao poder tem feito um esforço no sentido da renovação do equipamento das suas FA
    em Portugal, começou finalmente a fazer-se alguma coisa desde à alguns anos, mas ra impossível não o fazer, tal era o grau de obsolescência da maioria dos meios…

  16. renators

    Sim, o Brasil está a fazer, mas ainda se despensa recrutas para irem almoçar em casa…ou cortam expediente para economizar o almoço (começa na segunda após o almoço e termina na sexta antes do meio-dia).

    Apesar do recente interesse, e das compras alardeadas, ainda há muito o que fazer no essencial. O projeto do Simon tem que ser aprovado.

  17. cá como aí: importa acabar com esta coisa do “exército de conscriptos” e converter todas as FA numa força estritamente profissional, pequena mas muito bem equipada e treinada.
    Complementada, por um “serviço de milícia” bem ao modelo suíço…

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