Sobre a gripe A-H1N1 “gripe suína” e a permeabilidade da fronteira luso-espanhola

Fronteira luso-espanhola em http://hornetportugal.com

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“O controlo das fronteiras terrestres, nomeadamente no Algarve, relativamente a uma potencial pandemia de gripe A, é neste momento uma das principais preocupações das autoridades de Saúde daquela região. Uma preocupação a que, por enquanto, ainda não foram sensíveis os responsáveis do Ministério da Saúde.”(…) “O surto do A-H1N1 na vizinha Espanha, o país da Europa com mais casos confirmados da doença”

E se assim é, porque continuam as fronteiras abertas de forma escancarada? É incompreensível que perante o risco de contágio não só não existam limitações nas viagens turísticas para os focos da Gripe A aqui mesmo ao lado, em Espanha. As fronteiras escancaradas já são usadas e abusadas por traficantes de droga e por criminosos que buscam refúgio alem da fronteira, após cada assalto. Agora, que além dos criminosos também este perigoso vírus pode atravessar esta tão permeável fronteira não se imporia uma medida de contenção, de reinstauração dos controlos de segurança – reforçados por um controlo sanitário – de forma a que este vírus que parece em fase de explosão em muitos países do mundo, como o Canadá e o Japão não entre também em Portugal?

Fonte:
Jornal Sol de 9 de maio de 2009

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Categories: Ciência e Tecnologia, Política Nacional, Portugal, Saúde, Sociedade, Sociedade Portuguesa | Etiquetas: , | 5 comentários

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5 thoughts on “Sobre a gripe A-H1N1 “gripe suína” e a permeabilidade da fronteira luso-espanhola

  1. Fenix

    As framaceuticas estavam em crise mais um virus vindo do nada.Isto é so para vender vacinas e á culpados?Á manipulação de virus em labroratorios tanto para fim militares com para fins civis devia ser monitorizada por uma itendade a nivel mundial impedindo labroratorios sem condiçoesde o fazer tal manipulaçoes.De culpar quem deixa sair o virus e pedir emenizações avultadas e com penas prisão aos culpados ou aos paises em causa.Passa-se mesmo com os nossos anti virus do computador empressas concorrentes lansão virus uns contra outras empresas paises lansão virus contra paises e nos é que pagamos a factura todos anos.

  2. sim… o antivirais têm vendido como milho e explicam porque é que as farmacêuticas estão a escapar completamente a esta grave recessão mundial…
    atualmente não excluo nada, sabendo o imenso que é o poder do dinheiro e o desejo de fazer sempre mais e mais…
    ainda acredito que o vírus é natural, mas tenho a certeza que boa parte deste empolamento mediático radica aí as suas origens…

  3. nehalem

    Mais um vírus sem vacina e com tremendos efeitos colaterais: http://www.youtube.com/watch?v=6-3X5hIFXYU

  4. estou sem flash 10 e sem poder ver o filme… temporariamente.

  5. INFLUENZA, NECESSÁRIA REFLEXÃO
    Seria surpreendente, caso fosse possível, tratar aqui, nessas poucas linhas, das diretrizes políticas e econômicas adotadas por cada um dos países após o estouro da última crise econômica mundial. Mas, diferentemente do tamanho da crise, o espaço aqui é pouco, e por isso parte desse texto será dedicado a questões diretamente relacionadas à forma com que alguns órgãos e a sociedade estão encarando determinadas questões provenientes do vírus influenza A (H1N1), popularmente conhecido como gripe suína.

    Então, vamos lá. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a pandemia de gripe de 2009 – inicialmente designada como gripe suína e em abril de 2009 como gripe A – é um surto global de uma variante de gripe suína cujos primeiros casos ocorreram no México em meados do mês de março de 2009 e começou a se espalhar por vários países. Com isso, tornou-se comum entre os povos chamar a doença de gripe suína, sendo que os especialistas preferem denominá-la de influenza A (H1N1).

    Em decorrência disso, aqui no Brasil, nasceu uma grande controvérsia sobre as ações e postura do Ministério da Saúde e da grande maioria dos veículos de comunicação no trato do assunto. Tudo porque, em meados do mês de abril, o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, divulgou nota informando que o Brasil havia intensificado o monitoramento nos aeroportos para evitar a entrada de pessoas infectadas pelo vírus da gripe suína, nos vôos procedentes do México e dos Estados Unidos.

    Foi a partir dessa nota que a situação se complicou. Haja vista que enquanto parte da imprensa e da população viu na nota uma excessiva precaução, uma outra, também composta por integrantes do chamado quinto poder e por uma outra parte do povo brasileiro, ficou surpreendentemente preocupada com a possibilidade de possíveis consequências mais graves.

    Agora, passados três meses do primeiro pronunciamento do Temporão, a polêmica permanece, só que com traços diferentes, pois os números oficiais indicam a existência de centenas de brasileiros contaminados, alguns óbitos e a indicação de que o vírus H1N1 já circula livremente pelas bandas tupiniquins.

    A cada dia que passa a polêmica cresce, mas mantém seu contorno inicial. Principalmente porque a grande maioria dos “nossos” jornais, revistas e redes de TV´s continuam apenas divulgando as ações, linha e números apresentados pelo Ministério da Saúde brasileiro, sem nenhuma demonstração de aprovação, repúdio, contestação ou crítica à tal postura. Desta forma, cresce ainda mais as insatisfações dos que condenam a passividade evasiva dos considerados “formadores de opinião”.

    Assim sendo – por falta de informações mais concretas e abrangentes, além de orientações práticas e objetivas -, é que o povo brasileiro de uma forma geral, não está conseguindo debater o assunto com a calma e a profundidade que ele aparentemente requer e necessita. Apenas a “sociedade virtual”, composta em sua grande maioria por “blogueiros”, é que desde o início provoca a chama do debate que mantém acesa a luz da necessária reflexão sobre tão importante assunto.

    Em decorrência dos inúmeros e diários posicionamentos via internet, mesmo sendo alguns a favor e outros contra, sobre a postura e métodos do governo brasileiro e dos famosos veículos de comunicação, é que a “sociedade virtual” vem conseguindo tirar suas conclusões sobre como o povo deve se relacionar, conviver e se precaver dos possíveis males oriundos do H1N1.

    Enquanto isso acontece na virtualidade, os concretos jornais e TV´s continuam apenas divulgando frios números, sem nenhuma possibilidade de uma reflexão mais profunda ou formação de opinião que auxilie a grande massa de brasileiros na escolha da conduta correta frente a pandemia ou epidemia, seja lá a denominação que queiram dar, causada pela gripe suína. Resultado: parte da sociedade brasileira não está nem aí para a questão e outra vem apresentando perplexidade e medo.

    Tendo como base todos esses fatos e hábitos, é impossível alguém se furtar das seguintes interrogações: será tudo isso uma questão cultural, excesso de precaução ou falta de responsabilidade?

    EDILSON DINIZ – http://www.epmcomunicacao.blogspot.com

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