Boletim OLIVENÇA-PORTUGAL de Maio/2009

Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org

Divulgação 04-2009

Saiu o Boletim OLIVENÇA-PORTUGAL de Maio/2009, disponível para consulta em:
http://www.olivenca.org/boletins/Bol_GAO_200905.pdf

Lx., 11-05-2009.«Problema ibérico: A integração do Estado português, pela reintegração de Olivença».
(Fernando Pessoa)


PORTUGUESES DE OLIVENÇA: 208 ANOS DE SEQUESTRO POLÍTICO E CULTURAL!

Em 20 de Maio de 1801, Olivença foi ocupada militarmente pelos exércitos de Espanha. Passam hoje 208 anos.
Teve início e prossegue desde então a espanholização de um território onde, desde sempre, florescera a Cultura portuguesa.
Escondeu-se aos oliventinos a sua História, amesquinhou-se a sua Cultura, castelhanizaram-se os nomes, menorizou-se a Língua portuguesa.
O processo de colonização e aculturação espanholizante, encontrando a resistência surda das gentes oliventinas, continuou até aos nossos dias.
Portugal e a Cultura portuguesa defrontam-se com a perda e o sequestro de uma parte de si. A Língua de Camões – a Pátria de Fernando Pessoa! – encontra-se diminuída na sua universalidade. Aqui, à nossa beira, em Olivença.
Em contraponto, também hoje, comemora-se o sétimo aniversário da República Democrática de Timor Leste, proclamada em 20 de Maio de 2002. No outro lado do Mundo, os Timorenses reencontraram a sua identidade cultural e política.
Sinal e esperança de que também Olivença obterá Justiça, resgatando a sua História e dignificando a consigna que de Portugal recebeu: «Nobre, Leal e Notável Vila de Olivença»!

Contra o silêncio, um passo por Olivença!

Lx., 20 de Maio de 2009.

A Direcção

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Categories: História, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: | 14 comentários

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14 thoughts on “Boletim OLIVENÇA-PORTUGAL de Maio/2009

  1. pedronunesnomundo

    …significando este post exactamente o quê, meu amigo?
    que és dos que se batem pela reintegração de Olivença no território nacional?

    sabes que eu – muito nacionalista em algumas questões – não dou quase nenhum relevo a essa questão
    não por desprezo pelo território nacional, por aquela parcela em particular (que devia ser nossa) ou pelas gentes que lá vivem
    apenas desde há 200 anos tantos territórios na Europa foram conquistados – legitimamente ou não – que seria um pesadelo querer vê-los “desconquistados” por decreto

    200 anos depois, muitas vezes a história encarrega-se de legitimar o que pode não ter sido legítimo
    e quem lá vive – espanhóis todos de gerações! – não deve dar uma casca de cebola por esta polémica

    até porque ser português, hoje, não tem qualquer tipo de vantagem ou atractivo de charme!!

  2. exatamente, sou sim.
    membro do GAO e militante tão ativo quanto o possível.
    A questão é que ainda hoje há lusófonos em Olivença, resistindo a uma pressão colonial (culturalmente falando) imposta por Madrid que reprimiu a fala do português, com grande energia, especialmente sob Franco.
    Como português, não posso ignorar o desejo de continuarem a falar português e de passarem essa nossa língua aos seus descendentes, como é o caso dos membros da
    http://alemguadiana.blogs.sapo.pt/

  3. Antonio Xavier

    Vocês ainda têm dessas querelas por ai?
    Olha, ai vai um conselho: lutem por aquilo que é vosso. Mas que seja por meios pacíficos, por experiência própria sou alérgico a guerras. Chega a que nós tivemos por cá, sinceramente foi horrivel.

  4. temos… mas a nosso “favor” direi que a maioria dos portugueses se estão nas tintas.
    e ninguém está a pensar em declarar guerra à Espanha por causa de Olivença, o que não quer dizer que não os devamos pressionar pela defesa da língua portuguesa no território e pelo direito do seu regresso a Portugal, no mais estrito cumprimento dos tratados assinados por Espanha.

  5. Fenix

    Não se trata de nacionalismo trata-se de direito internacionalmente consagrado que olivença é territorio portugues ocupado eligalmente por castela e digo castela porque espamha não é um pais é um monte de estados ocupados por castela.Se castela quer a devulção de gibralter por parte do reino unido não se esqueça que portugal tem ainda mais direito a olivença do que castela a gibrater mesmo depois do genucidio cultural que sofre e mesmo que ainda hoje não haja um unico falante portugues.Quem quer ser castelhano vá para castela quem quer ser portugues fique.E viva como tal na sua terra.

  6. Fenix

    E Digo mais tenho mais orgolhos nos resistes de olivença do em muito portugues que vivem no nosso territorio livre.Porque alguns se podessem vendião a nossa alma castela.So por tacho e panelas castelhano numca.

  7. como Saramugas, que defende a integração de Portugal em Castela (como dizes, não confundir com Espanha)

  8. Fenix

    Deve ser da isolariadade das Canarias e de apanhar muito vento na careca.Porque uma afirmação destas de um homem publico ainda por cima um nobel da litratura é de uma falta de respeito pelo pais onde nasceu artros,deprimente e primaria. Pensar em privado integração de Portugal em Castela tem esse direito como qualquer um tem.Mas também acho que esse senhor quis mais o escandalo e ferir a sociedade politica Portuguesa com tal afirmação que se tava aproveitar de ele ter sido nobel da litratura.Atão o senhor tem a tal afirmação de defender a integração de Portugal em Castela como maneira de dizer este premio é so meu escritor mas não vosso Portugueses mas os Portugueses que ele não se reve são os politicos os partidos do poder do bloco central. Tal afirmação é pensada ao promunor.Eu agora escritor e heroi de um povo que so se lembra de nos quando estamos mortos ou mesmo resebemos premios no estragueiro como vingança faz a maior ofensa que um Portugues pode fazer á sua terra renegar ser Portugues e defender querer ser Castelhano. Apesar da idade e o senhor viver nas canarias não penso que não cinta Portugues.além disso quem casou com uma senhorita castelhana foi ele e não nos.

  9. Saramugas está demasiado enfeudado ao pensamento da castelhana com que vive… é de facto um fenómeno idêntico ao de Xanana, que nunca tornou a ser o mesmo depois que casou com uma jornalista australiana.
    É certo (como dizia Sófocles) que por detrás de cada grande homem, há uma grande mulher. O inverso é – aparentemente – igualmente verdadeiro…

  10. Fenix

    Será que tanto um como o outro são mandados pelas mulheres?! E que elas fazem panelinnha com serviços secretos castelhanos e australianos?!Bem neste mundo tudo é possivel.O primeiro é um ex-comunista um ex-politico um ex-Portugues e um frustrado do seu pais onde não lhe deram valor se ele alguma vez o teve.Casou-se com uma senhorita que deve ser a unica com paciencia para o ouvir e aplaudir seu devaneus porque não deve entender porra do que senhor fala ou escreve.O segundo por muita admiração que tenho pelo senhor guerrelheiro o senhor passou demasiado tempo na prisão…E a lady deve ser surda ou ficou surda com seu descursos.

  11. a australiana é suspeita… jornalista, ligada ao Poder aussie… e após o seu casamento, Xanana tornou-se um sabujo seguidista dos interesses económicos e estratégicos australianos em Timor.
    A um ponto tal que até repeliu a Fretilin e Ramos Horta.
    O caso de Saramago é diferente: ele está danado com Portugal desde o caso “Evangelho”…

  12. Leo

    Petição sobre «o Estatuto Juridico Legal de Olivença»,dedicada aos 5 cabeças de lista,dos principais partidos , ás eleições de 2009, Parlamento Europeu

    http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2009N53

  13. Assinada!
    Contudo a petição não pede o BI, e sem este não poderá ser apresentada na Assembleia da república:
    http://www.parlamento.pt/EspacoCidadao/Paginas/DireitoPeticao.aspx

    Sugeria, portanto, a sua revisão…

  14. Ricardo

    O que aconteceu com Olivença em termos linguisticos infelizmente nos anos 50 foi no seguimento do que estava a acontecer com o Euskera (Pais Basco), com o Galego (Galicia) e com o Catalão (Catalunia) em que Franco proibiu o uso de todos os idiomas que nao fossem o Castelhano, sendo que as pessoas nestas regioes foram mesmo perseguidas e torturadas por os usarem , tinham de falar as escondidas.

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