Manifesto em defessa da Língua Galega

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É umha falsidade partidária que exista umha imposiçom do galego:

A situaçom da língua galega está em grande perigo ao nom desfrutarmos os galegos de direitos lingüísticos plenos para desenvolver a nossa vida cotia com normalidade na nossa Língua e no nosso País. Somos os falantes do galego os discriminados.

Como povo e cultura, temos direito a que nossa Língua própria, de origem, seja oficial a todos os efeitos no seu âmbito territorial. Os falantes galegos devemos desfrutar do mesmo status legal no nosso território do que o castelám no seu.

As políticas etnocidas levadas a cabo contra o galego desde há séculos, dictadas por Madrid, ponhem hoje em perigo a nossa Língua, ao ser violentados decote os galegos falantes.

O verdadeiro problema nom está na cooficialidade de idiomas como o galego, senom na actitude de quem nega a existência de povos e línguas diferentes dentro do Estado Espanhol. Esta posiçom etnocida é a negaçom da convivência e da igualdade.

A imposiçom do castelám nom tem discussom desde o momento em que é a única língua que todos os cidadans do Estado tenhem a obriga de conhecer segundo a constituiçom espanhola.

Reclamamos:

A aboliçom do sistema legal que subordina o galego ao castelám, a aboliçom do supremacismo castelám que procura a desapariçom do galego e exigimos a implementaçom de autênticas políticas de normalizaçom lingüística ao serviço da nossa
sociedade. Ampliar a cooficialidade de todas as línguas do Estado em todo o seu território. O dever de conhecer o galego em todos os territórios onde é fala de seu.

* * *

Perante a necessidade de respostas à nova política etnocida preconizada pola actual Junta de Galiza, O Facho pede aos sócios e amigos a sua partipaçom na manifestaçom convocada para o 17 de Maio às 12 horas na Alameda de Compostela.

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º 15005 A Corunha

Categories: Comunicados, Galiza | 5 comentários

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5 thoughts on “Manifesto em defessa da Língua Galega

  1. A Língua galega nunca vai desaparecer. É muito parecida com o Português que falamos e escrevemos aqui no Brasil. Os galegos devem sempre falar em galego. É uma língua muito bonita e de uma pronúncia maravilhosa. Aqui no Brasil, todos entendemos perfeitamente esta língua. As canções galegas são lindas e o sotaque é também muito bonito. Adoro ouvir o Hino Nacional da Galícia. E estou estudando o Galego para poder ensiná-lo aos meus alunos.
    Grato, Professor Nazareno
    Rondônia – Brasil

  2. se desaparecer da Galiza, por pressão dos espanholistas, permanecerá viva enquanto for falada no Brasil e em Portugal, na forma de português.
    mas enquanto for possível, há que defender a língua portuguesa da Galiza. E esta causa nunca será esquecida por aqui,…

  3. Aquiles

    Que malandragem é esta de quererem matar a língua dos outros? Hoje em dia todos falam a língua que quiserem. Eu falo a língua brasileira, não a língua portuguesa; isto é, a língua falada no Brasil. E não a língua falada em Portugal.
    Dessa senhora língua de Portugal, pouco entendo o que eles falam. Mas nem por isto me incomodo com este detalhe de querer que os portugueses falem igual aos brasileilros.

  4. Pedro

    A defesa da língua galega infelizmente terá vir sempre de fora, essa resistência deveria partir não de Braga ou do Porto mas sim de Lisboa, por todos os motivos e mais alguns, mas o principal é de que houve uma grande comunidade de galegos cerca de 40 mil que residia em Lisboa na idade média e presentemente ainda existe embora dissolvida na população lisboeta obviamente.
    Se houvessem acções em Lisboa em prol da língua galega duraria apenas alguns meses para que o governo autonómico galego não tivesse que fazer algo acerca disso.
    Esta seria a altura ideal aproveitando a instabilidade e desorientação motivadas pelo processo catalão de independência.
    Por exemplo porque não criar essa associação de defesa da língua galega em Lisboa, com galegos e portugueses e depois empreender acções com visibilidade, facilmente a causa galega abraçaria em Lisboa vários milhares na rua e isso sim seria um factor enorme de pressão.

    • E no seculo xiix existia tambem uma grande comunidade migrante galega em Lisboa… eça menciona-a, p. Ex. Em várias das suas obras.
      Ja existiu uma associação pro-galega em lisboa, mas era apenaas dinamizada por uma ou duas pessoas e hoje tem uma existencia latente, ao que sei.
      Atualmente, o MIL, é mesmo o maiopr apoio luso na sociedade civil portuguesa à causa reintegracionista galega.

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