Daily Archives: 2009/04/30

Já assinou a Petição em prol de uma verdadeira democracia representativa?

Agora que os Partidos da nossa “democracia circular” se preparam para encher os cofres com sacos de supermercado com dinheiro de construtores civis e banqueiros é – mais do que nunca – o momento de assinar a

Petição em prol de uma verdadeira democracia representativa

e dar o nosso contributo para uma petição que será entregue na Assembleia da República logo que reunir os requisitos legais mínimos e que contribua para cessar com esta efetiva “tirania dos Partidos” permitindo que:

“- que, nas Eleições Legislativas, os Deputados possam ser eleitos como independentes ou em listas não partidárias;

– que todos os Deputados, ainda que integrados em listas partidárias, respondam em primeiro lugar aos Cidadãos que os elegeram e não aos respectivos Partidos, de modo a que jamais se possa de novo ouvir um Deputado dizer que votou num determinado sentido apenas por “disciplina partidária”, como, tantas vezes, tem acontecido.”


Recordemo-nos que a nova Lei permitirá aos Partidocratas receberem em “dinheiro vivo” mais 60 vezes do que a lei anterior, ou seja, mais de um milhão de euros num único saco de plástico do Continente!


Ler também:

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377764&idCanal=23

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377601

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Categories: Movimento Internacional Lusófono, Nova Águia, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

Já assinou a Petição em prol de uma verdadeira democracia representativa?

Agora que os Partidos da nossa “democracia circular” se preparam para encher os cofres com sacos de supermercado com dinheiro de construtores civis e banqueiros é – mais do que nunca – o momento de assinar a

Petição em prol de uma verdadeira democracia representativa

e dar o nosso contributo para uma petição que será entregue na Assembleia da República logo que reunir os requisitos legais mínimos e que contribua para cessar com esta efetiva “tirania dos Partidos” permitindo que:

“- que, nas Eleições Legislativas, os Deputados possam ser eleitos como independentes ou em listas não partidárias;

– que todos os Deputados, ainda que integrados em listas partidárias, respondam em primeiro lugar aos Cidadãos que os elegeram e não aos respectivos Partidos, de modo a que jamais se possa de novo ouvir um Deputado dizer que votou num determinado sentido apenas por “disciplina partidária”, como, tantas vezes, tem acontecido.”


Recordemo-nos que a nova Lei permitirá aos Partidocratas receberem em “dinheiro vivo” mais 60 vezes do que a lei anterior, ou seja, mais de um milhão de euros num único saco de plástico do Continente!


Ler também:

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377764&idCanal=23

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377601

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A Ilha de Mayote, referenda regressar à França

A pequena ilha de Mayote, no oceano Índico e situada não muito longe do extremo norte de Moçambique irá tornar-se de novo num território ultramarino francês. Com efeito, este país islâmico votou recentemente tornar-se o 101º Departamento (município) gaulês numa votação cujo resultado foi absolutamente esmagador.

Não deixa de ser irónico que este “regresso à mãe colonizadora” ocorra no mesmo momento em que as possessões francesas na Caraíbas, como Guadalupe, Martinica e até à Guiana (com fronteira com o Brasil e local de lançamentos dos foguetões Ariane) se deixam submergir por distúrbios populares de grande violência.

Ainda que seja um pequeno país, Mayote é estrategicamente vital para a França não só porque pode servir de uma base de apoio para as operações militares gaulesas no Afeganistão e na Somália, mas também porque pode servir de exemplo de paz e democracia para os países vizinhos onde a influência radical islâmica não pára de crescer, como demonstra o interesse iraniano no vizinho arquipélago das Comores que o presidente iraniano visitou recentemente e onde o Irão financiou a construção de escolas e mesquitas reforçando laços já fortes e que recuam ao tempo em que o presidente das Comores Ahmed Abdallah Mohamed Sambi estudava em Teerão.

Mayote tornou-se independente de França em 1975, mas optou por manter-se sob administração francesa ao contrário do resto do arquipélago das Comores, imerso numa sucessão de golpes de Estado desde essa época. O resultado deste referendo irá fazer cessar o modelo de “administração” e enquadrar a ilha como território francês de pleno direito, com direitos de saúde, educação, segurança social e todas as demais regalias comuns na Europa. Em troca, os habitantes de Mayote terão que abdicar da… Poligamia islâmica. O que apesar de tudo ainda pode pesar bastante na balança de alguns mayotianos…

É claro que as outras ilhas independentes das Comores (exemplos negativos de estabilidade e desenvolvimento) estão furiosas e emparelham com a União Africana num coro de críticas a este suposto regresso do “colonialismo europeu”. Talvez o que mais irrite os líderes comoranos é o facto de haver uma grande corrente migratória desde as suas ilhas para Mayote onde – mercê da administração francesa – as condições de vida são muito melhores que no resto do arquipélago.

Agora, uma pergunta… Se idêntico referendo corresse em São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Cabo Verde, questionando sobre a reintegração desses países como “regiões autónomas” portuguesas, quantos nacionais destes países não votariam no mesmo sentido dos cidadãos de Mayote?

Fonte:
http://www.guardian.co.uk/world/2009/mar/26/mayote-referendum-polygamy-islam

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Quids S15: Como se chama este arqueólogo?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela

Categories: Quids S15 | 53 comentários

Manuel Alegre e a presença militar portuguesa no Afeganistão e na Guiné-Bissau


(Severiano Teixeira passa revista a militares da Polícia Aérea no Afeganistão em http://www.tvi24.iol.pt)

Recentemente, Manuel Alegre emitiu críticas à postura da diplomacia portuguesa quanto à prioridade dada em relação ao Afeganistão frente a outras áreas que deviam estar mais altos nas prioridades da nossa diplomacia, referindo-se explicitamente à situação presentemente vivida na Guiné-Bissau e que daria azo à Petição em prol da Construção de um Estado de Direito Democrático na Guiné-Bissau da lavra do ex-primeiro ministro Francisco Fadul e patrocinada pelo MIL. Manuel Alegre declarou que Portugal devia estar “mais atento à estabilização da Guiné” do que apressar-se em “embarcar em aventuras que nada têm a ver com a nossa tradição e a nossa história” e ainda que “Não tem sentido que, numa situação de crise que exige a mobilização dos nossos escassos recursos, o ministro da Defesa venha defender o reforço do envio de tropas portuguesas para o Afeganistão”.

Alegre referia-se à decisão de reforçar o contingente português em operação na dura guerra afegã contra os insurgentes talibãs que procuram reestabelecer um regime extremista islâmico nesse país do Médio Oriente, conhecido pela sua capacidade para colocar “impérios de joelhos”, desde o parta ao britânico, terminando no soviético, na década de oitenta. É certo que à primeira vista, os interesses portugueses no Afeganistão são muito laterais e secundários e prendem-se no essencial no cumprimento de deveres e obrigações para com os nossos parceiros na OTAN. É também certo que a situação na Guiné-Bissau é mais prioritária na defesa não somente dos interesses da Lusofonia, mas sobretudo, na melhor defesa dos interesses da populações locais contra as narcomáfias que efetivamente governam o país. Concordamos com Alegre na sua visão crítica das prioridades da nossa diplomacia e o papel muito passivo e demasiado discreto do MNE na preocupante crise guineense reflete a política errada e desnorteada de um Governo que ainda acredita que “Espanha” é a nossa prioridade e que ainda não percebeu que Portugal, se tem que sair deste marasmo social e económico em que está atolado à décadas só sairá agregando os seus esforços aos do Brasil e de Angola, alinhando ao seu lado, numa caminhada de desenvolvimento económico, social e político que torne a Lusofonia e nela, a CPLP, o modelo mundial de um novo de sociedades políticas e na primeira confederação trans-continental realmente democrática, anti-imperialista e paritária.

O antigo candidato presidencial tem ainda mais razão quando afirma que “É tanto mais absurdo quanto o mesmo ministro ainda recentemente afirmou recusar o investimento militar português em África, ainda que no quadro da CPLP. E no entanto a estabilização da situação militar e política na Guiné é muito mais importante e urgente para nós do que o Afeganistão” e que “em vez de embarcar em aventuras que nada têm a ver com a nossa tradição e a nossa História e muito menos com a nossa segurança, seria interessante que, no quadro da CPLP, em conjunto com Angola e Brasil, tomássemos iniciativas que valorizassem a nossa posição no Atlântico Sul. A Guiné seria um bom ponto de partida. Mas para isso era preciso definir outras prioridades para a política externa portuguesa. E pensar português”.

Defendemos que Portugal não deve estar ausente no Afeganistão. Não temos dúvidas que se um dia o Afeganistão regressar à tirania talibã, não somente o seu povo será novamente submetido a um dos regimes mais opressivos e inumanos da História, como o seu território tornará a servir de santuário para que terroristas lancem a partir daqui ataques contra civis em países ocidentais, não estando Portugal isento dessa posição de alvo, pela sua simples pertença à OTAN, pela sua situação como “país cristão” e, logo, “infiel” aos olhos destes radicais e até porque nalgumas declarações de responsáveis da Al Qaeda a Península Ibérica surge como “terra islâmica” que há que recuperar.

Fontes:
http://www.micportugal.org/index.htm?no=10001363
http://www.manuelalegre.com

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