Daily Archives: 2009/04/26

Algumas notas sobre o “Microsoft Office Communications Server 2007”

Os Servidores

O OCS precisa de pelo menos três servidores para oferecer todas as suas disponibilidades: conectividade PSTN e acesso a utilizadores externos. Para além disto usa também SQL Server 2008 e IIS, que podem ser instalados no servidor principal de OCS, por fim carece ainda de acesso a uma CA, algures na rede ou de novo, na própria máquina.

Quatro Conferencig Servers

Im conferecing server: para im

Web conferencing server: data colaboration

Av conferencing server: audio e video conferencin

Telephony conferencing server: integração com telefone

Os Clientes

A maioria dos utilizadores irão ligar-se ao OCS usando o cliente padrão, instalável por MSI, designado por “Office Communicator 2007 Unified Client”. Existe também um plug-in para Outlook para facilitar o agenciamento de conferencias usando o Outlook, para enviar convites e gerir o calendário.

A Instalação

A instalação dos vários componentes do servidor de OCS deve ser feita através da invocação do deploy.exe. Este, começara por chamar a preparação da AD, para o que se requer as devidas permissões de Domain Admin e Schema Admin. Ter em conta que a AD já deve estar em modo 2003 nativo para que esta preparação seja bem sucedida. O IIS também será aqui um requisito, mas o wizard do deploy não o instala, tendo que ser instalado separadamente, como faz, por exemplo, com o SQL Server 2005. Por fim, o wizard tratara de configurar o certificado digital necessário para validar as ligações entre clientes e o servidor via TLS, mas também usado internamente no próprio servidor para arrancar coisas tão básicas como todos os services do OCS… É possível adicionar uma certificate authority no próprio servidor OCS, o que pelo menos dispensa de instalar uma CA a nível da Enterprise ou recorrer a uma nova maquina dedicada. Só depois de cumprido este ultimo passo é que temos o nosso servidor de OCS pronto para oferecer conectividade básica aos seus clientes internos.

Ativando utilizadores

A instalação do servidor de OCS instala uma nova consola ADUC, com uma nova tab designada de “Communications”. É aqui que ativamos um a um, os novos utilizadores do OCS.

Depois de instalarmos o cliente, temos que verificar se a ligação automática funciona. Esta usa alguns registos srv no nosso dns server, mas tal não é mandatário, já que podemos usar a ligação manual e escrever aqui simplesmente o nome dos nossos servidores interno e externo. Estranhamente, estes srv não parecem ter sido pedidos na fase de deploy.exe, exigindo agora uma introdução manual, novamente recorrendo a um nível de permissões adequado, claro…

Ainda antes de nos conseguirmos conectar, temos que instalar o certificado digital que usamos também para instalar o servidor. Existe uma forma de o enviar usando Group Policies, mas a instalação manual, via exportação é a mais usual.

A partir daqui podemos aceder a voz, vídeo e instant messaging, tudo de forma automática e sem exigir qualquer tipo de configuração. A integração com o Outlook também é agradável, aparecendo um pequeno ícone ao lado do nome de cada contato indicando o seu estado de Presença no OCS.

Falando com a Internet

Para suportar ligações alem da firewall corporativa, temos que voltar ao wizard de instalação e instalar o OCS Edge e o Access Proxy server, que podem ser colocados no mesmo servidor. De forma idêntica se queremos usar chamadas de voz para a PSTN (Public Switched Telephone Network) temos que instalar um Mediation Server que vai converter os sinais de telefone usados no OCS em sinais usados na PSTN. Naturalmente, teremos ainda que usar um gateway server de um fabricante terceiro para fazer as ligações físicas entre a rede PSTN e a LAN da organização.

O ocs 2007 tambem suporta remote users, como os da empresa que acedem ao ocs a partir dos seus pcs domesticos, assim como empresas parceiras. Suporta a “federation” para permitir compatibilidade com outros sistemas de im. A Public IM Connectivity (pic) sera licenciada separadamente. A Federation pode ser configurada manualmente onde cada parceiro configura manualmente os edge servers relevantes na outra organizacao ou baseada nos registos srv no dns.

Compatibilidade

O Instant Messaging do OCS 2007 pode falar com com o Yahoo Messenger, o AOL Messenger e o MSN Messenger.

Registando acessos

A utilização do OCS pode ser registada e auditada quer atraves da gravacao de todas as IM quer registando os dados das chamadas (mas não o seu conteudo). Para tal temos que configurar um Archiving Server e configurar depois os frontend servers em consonancia.

Live Meeting

Usando o Live Meeting, o OCS pode ser usado para preparar e realizar reuniões virtuais dentro da própria organização e dispensando assim o recurso a serviços externos como o WebEx.

VoIP

O cliente do OCS pode ser usado como um cliente VoIP normal, como o Skype, para comunicações telefónicas internas, desde que todos os computadores envolvidos tenham microfones internos ou externos. O mesmo se aplica a devices moveis Windows Mobile ou ate a Blackberries, onde também existe um cliente de OCS.

Ocs r2

Apresentado em outubro de 2008, esta nova versão permite:

Reencaminhar chamadas com um só clique

Capacidades de delegação

Desktop sharing com windows, mac e linux

Group chat com chat rooms persistentes

Todas estas características dependem da enterprise client access license (ecal)

Tandberg: O video será interoperável com o ocs 2007

Im bots

Podem ser implementados tanto para msn messenger, como para o ocs client

Moss

Há um im bot que integra com o search do sharepoint e que responde a perguntas com links diretos para resultados

Alertas

Pode-se enviar um alerta para todos os membros de um dado grupo de distribuição

Terminal server

Suporta presence e im, mas o voip não funciona de todo

Preços Aproximados

1000 euros para o server

65 euros por cliente

Problemas

Temos que ter três servers para oferecer o servico normal: um standard, um mediation server para ligar ao pbx e um edge server para a conetividade para a internet.

O deployment não é simples.

Temos que ter uma enterprise licence para obter multivideo conferencig and application sharing

Temos que pagar uma cal especificada para a “federation”

Categories: Informática | Etiquetas: | 2 comentários

Sobre os custos atuais de treinar um soldado moderno e das suas consequências a prazo

O custo de treinar um soldado de infantaria nos EUA ascende a 100 mil dólares. Por outro lado, o custo de treinar um elemento de uma força especial, nomeadamente um “Navy Seal” ascende a uns notáveis 3 milhões de dólares… Os valores constam da emissão do Podcast económico de Doug Henwood que seguimos regularmente e espelham bem aquilo que é a guerra moderna e porque é que – por exemplo – a presença de umas escassas centenas de soldados franceses na Serra Leoa fizeram toda a diferença para impor a paz e porque é que uma força relativamente modesta, mas móvel e bem treinada, poderia ser decisiva na proteção das populações vítimas de genocídio do Darfur.

Ignoramos quanto custa treinar um soldado num país do Terceiro Mundo, mas acreditamos que o valor seja pelo menos dez vezes inferior. Isso quer dizer que é cada vez mais caro treinar um soldado e que os exércitos de milhões de homens, preferidos por países e regimes ditatoriais como o iraniano ou o chinês, ou se convertem, concentrando esforços e recursos num melhor treinamento dos seus soldados e sacrificam essa vantagem bruta ou… O custo de treinar um soldado sobe tanto que os países ocidentais (EUA incluídos) serão obrigados a manter exércitos de tal forma reduzidos (e onde cada homem perdido representa um custo insuportável) que simplesmente perdem a capacidade de serem eficientes.

Categories: DefenseNewsPt | 10 comentários

O novo foguetão chinês “Longa Marcha 5” e o futuro do seu programa espacial

Longa Marcha 5 em http://www.geocities.com

Longa Marcha 5 em http://www.geocities.com

A próxima fase do ambicioso programa tripulado espacial chinês irá ser construída em torno do novo foguetão Longa Marcha 5.

O foguetão será o primeiro foguetão “amigo do ambiente” construído na China, devido ao seu uso de hidrogénio líquido e oxigénio líquido, já que atualmente os astronautas chineses partem para o Espaço sobre os Longa Marcha 2F, com os seus propelentes hipergólicos, altamente tóxicos.

O primeiro voo do Longa Marcha 5 deverá ter lugar em 2015, altura em que a China poderá concorrer diretamente com o Ariane 5 e a sua capacidade de colocar em órbitas baixas cargas úteis de até 20 toneladas. Entre estas, estão os módulos da futura estação espacial que a China quer construir e colocar em órbita durante a próxima década.

A próxima missão para as naves Shenzhou não será tripulada, afirmou ainda o responsável máximo pelo programa numa declaração emitida no 25o “National Space Symposium” em Colorado Springs (EUA). A missão será lançada na primeira metade de 2011 e terá como objetivo levar a Shenzhou-8 a atracar com o veículo espacial Tiangong-1, que terá sido lançado em finais de 2010. Como nem um nem o outro serão tripulados (por razões de “segurança para os astronautas”, afirmou o responsável) então não será esta a primeira estação espacial chinesa. Mas nos anos seguintes, receberá as missões Shenzhou 9 e 10, que já deverão ser tripuladas, permitindo assim à China cumprir mais um passo do seu cuidadoso, mas muito determinado e objetivo programa espacial.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/04/01/324613/video-chinas-new-rocket-to-carry-astronauts-says-chinese-spaceflight-chief.html

Categories: China, SpaceNewsPt | 5 comentários

Site no WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade