Vítor Constâncio: o megaincompetente Governador do Banco de Portugal e a Crise…

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Segundo inefável e impunemente incompetente governador do Banco de Portugal Vítor InConstâncio, Portugal, em 2009 vai ver a sua economia recuar em 3,5%. O recuo de PIB que já não anda famoso faz mais de dez anos resultará de uma queda acentuada no Consumo dos privados e das empresas, provocado pelo receio e pelo próprio Desemprego, mas sobretudo pelo aumento injustificado e concertado dos Spreads e das Comissões bancárias em mais de 30%. A indisponibilidade do crédito – apesar de todos os avais do Estado – está a bloquear o Investimento e as Exportações.

Tudo isto, assim como uma economia que continua demasiado dependente das ligações com uma Europa cada vez mais decadente e ainda muito marginalmente ligada às mais robustas e dinâmicas economias lusófonas de Angola e do Brasil, fazem com que Portugal se prepare (ou não) para enfrentar para a maior recessão dos últimos 34 anos. E de permeio, InConstâncio deixou “recados” (também ele) sobre os megaprojetos do novo aeroporto e o TGV, “obras de regime” que visam essencialmente satisfazer as redes clientelares que o PS teve que urdir para chegar ao poder e que agora o levam a pedir… “prudência”.

Já agora – perguntamos nós – não seria igualmente prudente chutar o senhor InConstâncio para fora da sua cadeira dourada no Banco de Portugal? Não será demasiado imprudente manter em funções durante a maior recessão dos últimos 35 anos aquele que é já o mais incompetente governador de toda a história de Portugal?

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 4 comentários

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4 thoughts on “Vítor Constâncio: o megaincompetente Governador do Banco de Portugal e a Crise…

  1. Deltóide Latejante

    Porque me é um assunto caro, deixo aqui uma nota sobre a poll e as suas opções…
    “O que pensa do colapso do BPN?
    Devia falir”
    Falido já ele está/estava. O que quereria dizer, penso eu, era: fechar a porta, despedimento colectivo e dissolução dos contratos, o que obviamente não é/era legal ou socialmente possível/aconselhável.

    “Devia ser nacionalizado, com indeminização aos acionistas?”
    Propositada ou não, a questão colocada assim, induz uma aversão por esta possibilidade (pagar a esses facínoras do capitalismo é ultrajante! – e é mesmo). Só que os accionista não vão receber qualquer valor porque o capital próprio do banco é negativo. O banco está falido e a nacionalização de algo falido não dá direiro a qualquer compensação. Simplesmente não há direito a retribuição pelo capital investido.

    “Devia receber injeção de capital do Estado, sem direito de voto”
    Essa era uma das «opções Cadilhe». Aliás, é o que em menor escala o Estado está a propor fazer aos restantes bancos para os recapitalizar. A proposta passou de insultuosa a boa ideia e projecto de dinamização do mercado em 2 meses. Algo de estranho aconteceu e eu não vi…!

    Há mais opções: a sangria e esvaziamento do banco, com venda de pequenas empresas/unidades paralelas e integração do restante (carteiras e funcionários residuais), a manutenção da empresa independente (a meu ver solução inviável), tentativa de venda aos angolanos, etc…

    A ver vamos.

    Uma coisa, no entanto, é incontornável. A incapacidade do BP em investigar e aplicar coercivamente os seus poderes foi gritante e a precipitada nacionalização foi o admitir deste facto. Algo tão simples como nomear um elemento de sua confiança, para ser co-administrador aquando do início das suspeitas, podia ter evitado estes males maiores…

  2. Deltóide:

    “Essa era uma das «opções Cadilhe». Aliás, é o que em menor escala o Estado está a propor fazer aos restantes bancos para os recapitalizar. A proposta passou de insultuosa a boa ideia e projecto de dinamização do mercado em 2 meses.”

    discordo em absluto dessa abordagem (como tu, julgo). A injeção-nacionalização poderia ser uma boa opção, mas com a correspondente entrada do Estado na estrutura acionista e com direto de gestão no CA. Se estes acontece o que está a acontecer nos EUA com os gestores da AIG, do Citigroup, etc, a abusarem dos fundos públicos.
    Outra opção que consideraria interessate é a divisão (a que também aludes)… e a fundação de uma rede de pequenos bancos, locais, muito virados para o retalho e para o consumo, assim como para o apoio das PMEs…

    e sim, este foi (juntamente com o caso BCP e o BPP) a prova cabal da incompetência de Constâncio para o cargo que ocupa e para o qual é tão soberanamente pago.

  3. Srs. ele , dúvido q seje + incapaz que o tal de benbeenanque, dúvido.Vcs estão com sorte, é o mundo tbm, imaginou “eles” , presidindo o Bco Central Ianks ?

  4. Carlos:
    Garanto que é mais… muito mais… não têm é as mesmas responsabilidades, apenas isso.

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