Um terço das armas das forças de segurança afegãs estão nas mãos dos talibãs

Pelos menos estas não devem chega aos Talibã... em http://www.defenselink.mil

Pelos menos estas não devem chegar aos Talibã... em http://www.defenselink.mil

Um estudo de uma organização independente demonstrou que uma parcela muito significativa de todas as armas entregues ao exército e polícia afegãos acaba de facto, nas mãos dos Talibãs.

O gabinete governamental dos EUA intitulado “Government Accountability Office” reconheceu que 242 mil armas ligeiras foram entregues a forças afegãs entre 2004 e 2008. O mesmo gabinete admitiu que desconhece o paradeiro atual de perto de um terço dessas armas e que devido à falta de pessoal, só recentemente passou a anotar o número de série dessas armas, assim como o seu destino após o momento da entrega. Outros estudos concluem que praticamente todas as armas de policias e soldados governamentais abatidos pelas forças Talibãs desaparecem e raramente são retomadas, quer porque os seus familiares e colegas as revendem no mercado negro, quer porque são capturadas pelos islamitas radicais e tendo em conta as elevadas baixas das forças governamentais (que nalgumas regiões correspondem a 20% dos efetivos) isso quer dizer que há mesmo muitas armas doadas pelo Ocidente nas forças Talibãs… E que, paradoxalmente, um dos maiores fornecedores de armamento aos Talibãs são, além de corruptos oficiais chineses e simpatizantes fundamentalistas no Paquistão… Países Ocidentais.

Fonte:
http://www.cbsnews.com/stories/2009/02/11/world/main4795172.shtml?source=search_story

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Etiquetas: | 15 comentários

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15 thoughts on “Um terço das armas das forças de segurança afegãs estão nas mãos dos talibãs

  1. pedronunesnomundo

    mas já ouvi dizer

    http://dn.sapo.pt/2009/03/09/internacional/dividir_para_reinar_sobre_talibas_e_.html

    que os talibã vão devolver tudo e que cada um deles vai escrever 100 x “é muito feio tirar coisas aos outros meninos”

    é o factor Obama Power associado ao factor ‘media’ das vitórias por antecipação

  2. pois. também já ouvi essa.
    o problema é que são realidades muito diferentes… desde logo pq o poder dos clãs tribais é muito maior do que no Iraque e depois porque o factor de rivalidade sunitas-shiitas não existe aqui. ou seja, o governo não tem apoio massivo de um grupo maioritário, como no Iraque. E esta estratégia implica entregar mais armas a pessoas que no passado já demonstraram não ser de confiança…

  3. Fred

    Accountability, bela palavra, por que no português não temos uma tradução simples para tal palavra?

    Seria prestar contas públicas?????

    Transparência de gastos públicos?

    Sabe, uma coisa como essa, de não ter uma palavra com este significado no lexo corrente realmente me entristece, ou seria melancolia? 😉

    Clavis, peço desculpas pelo “fora do assunto”, mas não resisti ao ler o “Accountability Office” e realmente sinto falta de um termo como ” Accountability” no dia a dia. 🙂

  4. “prestação de contas”, acho… não temos a palavra, nem o conceito! coisa de latinos, suponho!
    hehehe, sim… mas olha que não é por terem o Office com essa designação que eles a levaram a sério… ou não estaríamos agora a falar disto!

  5. Fred

    Sim, eu sei, mas ter a palavra já pressupõe em ter o conceito.

    Veja, nos temos “propina”, que nasceu da necessidade de pagamento aos funcionários públicos para que fizessem o seu serviço, já que o mesmo não era remunerado pelo reino, ou pelo Império. E o conceito ficou, não é? e no espanhol ficou como gorjeta. 🙂

    Não que não ter a palavra ou o conceito impeça o descaminho. Ninguém vai deixar de ter saudades só por não ter a palavra. Estou falando mais em prioridades e conceitos. 🙂 Acredito realmente que a transparência evita alguns problemas públicos. 😉

  6. no espanhol?…. bem pior do que isso, no que concerne a diferentes conceitos para a mesma palavra!

    Propina pode significar:

    * Propina (Portugal) – taxa devida pela frequência de um curso
    * Propina (Brasil) – suborno ou qualquer tipo de dinheiro pago em troca de favor ilícito

    hehehehe

    tipo bicha em Portugal, que é fila, aí…

  7. Fred

    Sim, sim, todos os dois tem a mesma origem, pagar alguém para fazer um serviço, a diferença é que propina aqui virou o ilícito e ai o serviço que deixou de ser público, não sendo portanto pagamento ilícito.

    Tão diferente e tão igual 🙂

  8. pedronunesnomundo

    sabem o que eu vos digo? – sabendo já o nosso CP a minha opinião sobre a matéria – o que dava jeito era um Acordo Semântico

    🙄

  9. Fred

    Ai Pedro já fica difícil, nem entre estados brasileiros vizinhos isto existe!

  10. acordo semântico… se o ortográfico já é tão polémico e impopular!… havia de ser bom, havia!

  11. Fred

    Bom, seria mesmo, isso concordo em grau, gênero e número, mas que é muito difícil, há isso é!

    Só daria certo se todas as formas ficassem válidas, como sinônimos.

    Como nosocômio e hospital, cada um escolhe o que deseja. Ao gosto do freguês!

    Ou ainda carta e missiva, carpete e alcatifa, birô e escrivanhinha, salcicha e vina, e os mais famosos menino, moleque (iorubá), miúdos. guri, mirim (tupi) etc.. ad eternum. 😉

    Tem a influência do tupi para complementar como por exemplo tempestade e toró e decadência e cucuia

    E a influência africana principalmente do Iorubá e do Banto, como cochilar (Kuxila) no lugar de dormitar, quitanda no lugar de mercado, molambo no lugar de trapo, moleque no lugar de menino e o importantissimo caçula no lugar de filho mais jovem.

    Lembro que chamavamos o guaraná antarctica de pouco mais de 230 mililitros de caçulinha, para diferenciar da garrafa normal do refrigerante (acho que a normal era com 330 ou 340 ml). Acho que não existe mais. 🙂 Esse meu DNA ainda me mata de vergonha! (data de nascimento antiga). hehehehe!

  12. é claro que num país tão grande, com tantas e tão diversas tradições culturais as formas dialectais e os regionalismos teriam que ser muitos…
    por isso é que o Acordo Ortográfico, não passa disso mesmo: Ortográfico.

  13. tb cá temos a Guaraná… mas não gostei muito sabor, quando provei… soube a uma espécie de chá e não fez muito o meu tipo…

  14. Daniel

    Essas são feitas de plástico, devem ser AR-15s.[ironia]

  15. razão pela qual… um terço delas ainda está nas mãos das forças governamentais afegãs!

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