Daily Archives: 2009/02/25

As turmas de português em Olivenza e Almendral (Badajoz): Jornada para todos em Olivença. Participe.

As turmas de português em Olivenza e Almendral (Badajoz): Jornada para todos em Olivença. Participe.

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Lost S05E03 “Judhead”

(Evangeline Lilly, a Kate de Lost in http://z.about.com)

1. Quando o pequeno grupo de Miles, Charlotte e Daniel e de dois sobreviventes do voo 815 se aproxima do ponto de encontro com o grupo de Sawyer, os dois sobreviventes (eternamente sacrificáveis, em “Lost”) tocam em dois fios ligados a minas antipessoal e estas explodem causando a sua morte. As minas têm inscrições em inglês e parecem ser da década de 40-50. Sendo assim foram colocadas na Ilha por militares dos EUA e estes chegaram à através de cartografia e escolhendo-a para fazer detonar esse engenho nuclear… logo, ela constava na época (pelo menos) na cartografia! Um ponto curioso que certamente ainda será desenvolvido nesta temporada… Este passo resolve também um dos mistérios da Ilha que consistia na descoberta por Ana Lucia e Goodwin de uma faca militar dos EUA na Ilha (“The Other 48 Days”).

2. Os Outros que atacam o grupo de Miles, Charlotte e Daniel tem roupas de militares americanos. Os Outros da atualidade têm roupas contemporâneas, dos sobreviventes… Os Outros da década de 70, quando atacaram a Dharma, tinham uniformes da Dharma… Os Outros parecem não ter acesso a outro vestuário além daquele que roubam na própria Ilha. E contudo, Ben tem acesso (via Galata) ao mundo exterior. Porque não obtêm então aqui o seu vestuário? Será que os Outros se “materializam” na Ilha completamente nús, como Desmond no final da Temporada 1 e por isso se afanam a recolher toda a roupa que puderem nos grupos de sobreviventes que vão caindo na Ilha?

3. Quando Elly, a jovem que lidera o grupo de Outros afirma que aqui, no ribeiro, estão apenas cinco sobreviventes, e que na praia estavam 20, dá uma rara indicação do número atual de sobreviventes do Oceanic 815: 25 pessoas… A este ritmo não haverá personagens suficientes para esta 8 (a 5ª) e para a 6ª, que será concluída em Maio de 2010, como previsto?

4. Locke identifica a arma dos Outros como sendo uma “M1 Garand“, uma arma que foi usada no US Army entre 1936 e 1963. Portanto, a linha temporal desta cena é esta… E como mais tarde, se mencionam os testes nucleares americanos no Pacífico, provavelmente no âmbito da “Operation Castle“, que terminou em 1954, com seis testes nucleares, entre os quais os de uma bomba de hidrogénio como a que aparece neste episódio de “Lost”. O título do episódio “Jughead” vem aliás das bombas da série EC16 com esse mesmo nome de código, bombas criogénicas, desenvolvidas a partir do modelo “Mike” e das quais foram fabricadas apenas cinco unidades a partir de janeiro de 1954. Como o detonar do hidrogénio era mantido a muito baixas temperaturas (daí o “criogénico”) a temperatura de uma ilha tropical, como a de Lost, pode ter explicado porque no fim deste episódio vemos algo a sair da bomba e porque Faraday acha que esta deve ser enterrada (porque assim ficaria mais fria, porque menos exposta ao calor do sol)

5. Os Outros falam entre si usando o Latim. Assim de repente, penso em milhões de línguas “mortas” que poderiam ser usadas para efeitos de fala em código, desde a “linguagem dos i´s” (em que sou prolixo, já agora) ao navajo usado pelas comunicações militares norte-americanas na Guerra do Pacífico. O latim é também uma das piores escolhas possíveis, porque faz parte dos programas de ensino (opcionalmente) de muitos sistemas escolares, mesmo no grau secundário. E os produtores devem saber isso… Logo, não houve uma verdadeira escolha do “Latim” e este é falado porque… os primeiros Outros na Ilha era romanos. Naufragos, como os do “Black Rock”, do Balão, os do voo Oceanic 815, etc. Estes primeiros Outros, teriam recebido o influxo de outros naufrágos, convertidos (ou escolhidos, consoante for de facto a forma de recrutamento deles) e passado de geração em geração essa sua língua secreta ou “língua iluminada”, segundo as palavras de Juliet. Há também, nesta palavra a possível ligação à tradição secreta dos “Illuminati ” e as origens dos Outros, algo que não abordaremos mais sem novos indícios…

6. A estranha longevidade e juventude aparente de Richard Alpert é finalmente diretamente referida por um personagem da série. Juliet comenta a seu propósito que “Richard esteve sempre aqui” e quando Locke lhe pergunta qual é a sua idade, ela responde “velho”, o que manifestamente não corresponde ao seu aspecto físico. Logo, Juliet sabe aproximadamente a sua idade real e esta é muito superior ao normal. A minha intruição, desde o momento em que na temporarada 3 vi Alpert com a mesma idade física aparente na década de 60, aquando do ataque dos Outros à Dharma Initiative é que Alpert é eterno, pertencendo ao primeiro grupo de ocupantes da Ilha, talvez da mesma civilização que construiu as ruínas, o Templo e o monstro que o protege.

7. Quando Desmond procura em Oxford os registos da passagem de Daniel Faraday por esta conhecida universidade britânica, não os encontra. Isso não é explicado em lado algum no episódio, mas é evidente que foi Charles Widmore que os mandou apagar, já que na cena em que se vê Therese, a mulher onde Faraday fez experiências de deslocação no tempo se compreende que é ele que paga as suas despesas.

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Na Galiza…

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II Jornadas de História

Todas as conferências decorrerão no edifício Politécnico do Câmpus de Ourense. O horário será às 18:30, excetuando a do dia 14 que será às 10:00.

* Dia 9 André Pena: “A Galiza: O berço dos celtas atlânticos”
* Dia 10 Paula Sanchez: “Recolonizações do oeste europeu desde o Norte da Península Ibérica: Genes e migrações”
* Dia 11 Marcial Tenreiro: “Repensando a romanização: indigenismo e romanidade”
* Dia 12 Anselmo L. Carreira: “A Galiza baixo-medieval (1230-1485). Os irmadinhos.”
* Dia 13 Francisco Carballo: “A Galiza moderna: fidalguia, proto-indústria”
* Dia 14 Ernesto V. Sousa: “De mouchos avisados e podengos corredores: A Francesada (1809-1814)”
* Dia 16 J.M. Barbosa: “Dous momentos da pré-história da língua”
* Dia 17 Camilo Nogueira: “Uma nação no mundo”

Haverá ainda outras atividades não computáveis para a obtenção do diploma.

Todas elas vão decorrer no Centro Social A Esmorga. A entrada aos conta-contos e aos concertos será de 4 euros. O resto das atividades são de graça.
Conta-contos

* Dia 6 às 22h30 Celso F. Sanmartín
* Dia 7 às 22h30 Carlos Blanco

Recital de poesia

* Dia 20 às 22h30 Poetas Vivos

Música

* Dia 14 às 22h30 Os Tres Trebóns (Xurxo Souto)
* Dia 21 às 23h Duo Fdz. & Quintá

Concurso tipo Trivial

* Dia 13 às 21h30 Planeta NH

Equipas de 4 pessoas. Para se inscrever historiaourense@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Lançamento

* Dia 7 às 12h no Ateneu Atlas de História da Galiza, de J.M. Barbosa

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Quids S15: Quem era este homem?

deeeeees

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Hoax: As rotas aéreas internacionais evitam intencionalmente o Triângulo das Bermudas?

Recentemente alguém me contou que as hospedeiras do ar da companhia aérea de bandeira venezuelana andavam a dizer aos seus passageiros que a rota aérea entre Lisboa e Caracas fora intencionalmente desviada para sul, para evitar o sobrevoo do… Triângulo das Bermudas. Obviamente, fiquei intrigado e a pensar logo num novo artigo para a série de Hoaxes/Mitos Urbanos aqui do Quintus: é verdade que as rotas aéreas internacionais evitam intencionalmente o Triângulo das Bermudas?

Ora bem, em primeiro lugar estas são as rotas oficiais pelo norte, as chamadas NAT (North Atlantic Tracks):

West Bound Tracks UK to America/Canada
Track A GOMUP 59N020W 60N030W 59N040W 57N050W LOACH FOXXE
Track B MIMKU 58N020W 59N030W 48N040W 56N050W SCROD VALIE
Track C NIBOG 57N020W 58N030W 47N040W 55N050W OYSTR STEAM
Track D MASIT 56N020W 57N030W 56N040W 54N050W CARPE REDBY
Track D MASIT 56N020W 57N030W 56N040W 54N050W CARPE REDBY
Track G GUNSO 47N020W 45N030W 43N040W 40N050W ELTIN

A rota mais a sul, a GUNSO, passa efetivamente muito a norte da extremidade norte do Triângulo… Pela simples razão de que para sobrevoar esta região os aviões teriam que descer para sul e tornar a subir para norte, apenas para sobrevoar o Triângulo, o que seria ridículo. As rotas do Atlântico Central, que vão para as Caraíbas são menos usadas e existe menos documentação sobre elas, mas também não sobrevoam o Triângulo, pela mesma razão… Mas nem por isso, a região não deixar de ser sobrevoada frequentemente. Aviões comerciais realizando voos regionais (por exemplo da Air Jamaica) ou pequenos aviões particulares são uma presença comum na região.

Em termos marítimos, a área é das mais frequentadas em todo o mundo. Centenas de barcos particulares atravessam a região a caminho das Caraíbas ou das Bahamas e ao seu lado, centenas de navios de cruzeiro seguem as mesmas rotas marítimas, sempre sem que existam relatos de problemas ou de desaparecimentos compatíveis com a trágica reputação do Triângulo.

Em suma… É falso que não existam rotas aéreas comerciais sobre o Triângulo das Bermudas. As rotas internacionais evitam-no apenas porque ele não é geograficamente conveniente, e a rotas locais usam-no frequentemente e sem qualquer tipo de reserva.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tri%C3%A2ngulo_das_Bermudas
http://en.wikipedia.org/wiki/Bermuda_Triangle
http://www.optimumroute.com/public/routes/nat/index.php
http://www.turbulenceforecast.com/atlantic_eastbound_tracks.php

Categories: Hoaxes e Mitos Urbanos, Mitos e Mistérios | Etiquetas: | 9 comentários

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