Réplica a Gaitero sobre as Economias Locais e o Futuro da Lusofonia


(Logotipo da E. F. Schumacher Society in http://www.schumachersociety.org)

Este pequeno artigo é uma réplica aqui deixada pelo nosso comentador habitual Gaitero a propósito da atual recessão mundial no passado dia 6 de fevereiro.

“O sistema capitalista já nasceu com problemas graves e já nasceu fardado a acabar.”

O Capitalismo Liberal é contudo o mais resiliente, porque flexível e adaptável sistema económico jamais concebido pelo Homem. Levado à classe de dogma religioso, o sistema de organização económica designado por “capitalismo” expõe as suas contradições e incapacidades. Capaz de gerar riqueza, não toma em consideração as consequências desta geração no meio ambiente, nem as condições de vida que impõe aos seus produtores. O Capitalismo não é pois um sistema capaz de auto-regulação (como querem os neoliberais), mas tem de a receber do exterior, dos Estados (cuja redução de Poder e amplitude, defendem os neoliberais) e sobretudo das Democracias e dos seus legítimos e eleitos representantes.

“Estamos passando por uma crise das maiores já enfrentadas, tudo graças ao sistema capitalista em sua totalidade, o ser humano não existe única e exclusivamente para o consumismo, não devemos mais pensar desta forma, não podemos mais aceitar a atual conjuntura.”

É aquilo a que Agostinho da Silva intitulava de “cidadão produtor-consumidor”. Uma versão diminuída e acefalamente “limpa” por intermédio de doses massivas de publicidade e de controlo dos meios de comunicação. No atual desregrado sistema capitalista, como dizes, o ser humano é apenas um “recurso humano”, dispensável, redutível à desumana condição de robot, ou, na melhor das hipóteses, de consumidor acrítico e desprovido de critérios morais ou ecológicos na selecção dos bens ou serviços a consumir.

“É preciso, é necessário que se faça que se desenvolva um novo modelo econômico-social, o sistema capitalista significa nada mais que ”tudo na mão de poucos e nada na mão de muitos ”. Este sistema deu espaço para a Burguesia tomar o poder do mundo, os bancos hoje são os verdadeiros governos, muitos seres humanos estão morrendo de fome, morrendo de doenças graves, muitos seres humanos não tem educação, não tem direito a uma vida digna, isto não esta certo.”

A distribuição de riqueza sempre foi o grande problema do Capitalismo. A América do sul é neste contexto um excelente (e simultaneamente, péssimo) exemplo: as políticas neoliberais do FMI foram aplicadas cegamente em muitos países a partir da década de oitenta e a Colômbia é neste contexto provavelmente o melhor exemplo: o aumento dos índices macro-económicos não foi acompanhado pela melhoria dos rendimentos das camadas mais pobres nem pela redução da distancia entre classes sociais. O liberalismo, a forma atual que assume o Capitalismo, produziu riqueza, mas não a soube repartir. Os anos do grande Boom da Globalização de finais da década de oitenta e 2007 são bom sinal disso mesmo: em países como a China e o Vietname houve muitos novos ricos e uma melhoria sensível do nível de vida do geral da população, mas os mais ricos, os empresários e os funcionários do Partido, ganharam incomparavelmente mais do que os operários e, especialmente, que os agricultores e os habitantes das zonas rurais.

“Não estou aqui dizendo para que se volte o socialismo.
Mas que se crie um novo modelo um modelo com base no comunismo, que mantenha a comunhão a sociedade acima de tudo, um novo modelo que tenha por base o ser humano, um modelo que permita a todos direito a água, luz, saneamento básico, saúde, segurança e principalmente educação.”

A palavra “Comunismo” está hoje ferida de morte. Tive a sorte de poder visitar a Checoslováquia dois meses apenas depois do colapso do regime comunista e garanto que na época ninguém, mas ninguém mesmo queria falar de comunismo… O exemplo da aplicação “na Terra” da utopia de Marx, na versão gizada por Lenine e Estaline na década de vinte e trinta, haveria de revelar-se profundamente ferida de irrealidade e de dar origem a algumas das maiores vagas repressivas e tiranias mais cruéis da História.

O falhanço do comunismo, ou melhor dizendo do “sovietismo”, porque é disso que verdadeiramente se tratava, reduziu muito do apelo pela Esquerda, em todo o mundo. A queda do Muro de Berlim arrastou atrás de si, muitos partidos comunistas ou “adoçicou-os” tornando-os mais ou menos “social-democratas”. Esse processo curiosamente não se registou em Portugal, onde o PCP, se manteve fiel à sua “linha dura”. Mas o fim desse “Comunismo” não vedou o futuro a outras alternativas a este Capitalismo neoliberal cujas fragilidades a grave crise económica atual expôs de forma absolutamente gritante. Se as promessa do “Comércio Livre”, de desregulação do sector financeiro nada mais fizeram do que entregar a um grupo muito restrito de especuladores e de Executivos parcelas crescentes de abastança enquanto que a parte do Trabalho era cada vez menor, então é porque estamos num sistema político-económico onde a concentração empresarial corresponde à concentração da riqueza. Onde fusões sucessivas e deslocalizações sistemáticas esvaziam o Ocidente e os países que mais direitos humanos e laborais tinham, e que ameaçam todas as formas de protecção social duramente conquistadas. É preciso acabar com a doentia primazia do sector financeiro sobre o produtivo. Enquanto que um investimento na especulação imobiliária ou bolsista for mais seguro e rentável do que o mesmo investimento num sector produtivo, então estamos no reino do Capital e não do Homem.

“É preciso unir os povos do nosso planeta, unir a nação Lusófona, por exemplo, seria o começo, e criar programas de identidade, nacionalismo, educação e transferência de riquezas, tornarem o povo igualmente rico, igualmente inteligente.
Acabar com a PIG (Partido da Imprensa golpista), acabar com os governos corruptos, tornar a sociedade mais digna, mais harmoniosa.”

Os povos lusófonos têm um papel especial ainda por cumprir na História… Não é por acaso que mesmo nos mais duros anos da ditadura militar nunca o Brasil se lançou em qualquer aventura militar externa. Portugal foi o único império colonial que deixou o seu rei como imperador da colónia emancipada e o único que durante alguns anos deu à colónia o estatuto de capital. Nenhuma outra potência colonial recrutou tantas forças indígenas na sua Guerra Colonial e em nenhuma outra guerra de indulgência, os soldados coloniais, no dia seguinte à assinatura dos acordos de paz, se entregavam a apaixonados jogos de futebol com aqueles que horas antes os atacavam com morteiros e rajadas de Kalashnikov.

A missão que poderá caber a uma união dos povos lusófonos, que poderá ser prefaciada por uma união política Cabo Verde-Portugal, Portugal-Brasil ou Portugal-São Tomé e Príncipe, sendo depois seguida pelas demais nações lusófonas, poderá ser essa: a de anunciar novas formas de organização dos homens e das economias: mais humanas, essencialmente locais e justas, ecologicamente sustentáveis e que privilegiem o Homem e não o Capital, os interesses financeiros e os indicadores macro-económicos.

“E tudo deve começar pelo sistema econômico, tudo deve começar com um aumento dos lucros dos funcionários, com a redução da jornada de trabalho, com o aumento da escolaridade, com a criação de projetos, de programas, que envolvam a comunidade, que permitam ao povo que vive dentro de seu bairro tirar um dia da semana para realizar ações educativas. Seja arrumar uma praça, seja limpar um rio, ou reflorestar um parque, um terreno, para fazer brotar em cada ser humano um sentimento de comunhão, de união hoje praticamente instinto.”

A Economia, a organização do Trabalho e a sua sustentação ecológica serão sem duvida os pontos mais importantes da ação política nos próximos anos. A redistribuição da riqueza, a devolução aos trabalhadores dos rendimentos que têm vindo a perder desde a década de oitenta assim como o regresso a padrões de vida familiar saudáveis é, de facto, imperativa. É impossível continuar a ver as empresas a encontrarem formas mais ou menos subtis de levarem os seus funcionários a cumprirem jornadas de trabalho diárias de dez e doze horas, a trazerem consigo equipamentos portáteis (laptops com 3G, blackberries, telemóveis de serviço, etc) nas ferias, nas baixas por doença, nos fins-de-semana e noites e esperar que ao fim de anos destes abusos as pessoas continuem a manter os mesmos níveis de produtividade.

Eu não consigo acreditar que o ser humano tenha se tornado fantoche de grandes empresas, que tenha se tornado simplesmente um consumista louco, sem intelectual, sem instinto de discernimento, eu não acredito que nos tornamos monstros prestes a destruir nosso Planeta, prestes a acabar com o próprio povo, prestes a se auto-exterminar. Concordo contigo, quando afirmas que é preciso encontrar formas de ligar as pessoas à comunidade, inserindo-as em associações que se dediquem à melhoria do bairro, da aldeia, enfim, da comunidade local. Todos temos que ter uma intervenção cívica nas nossas comunidades, não deixando esgotar a nossa intervenção política em conversas de café ou em estéreis debates, mas levando-a até às nossas comunidades locais, participando da economia local, consumindo com critérios éticos, ecológicos e favorecendo sempre os produtos produzidos ou transformados por organizações locais. De permeio a tudo, terá que haver um sistema educativo que promova o mérito, a exigência, e, sobretudo, a criatividade em desfavor do ensino escolástico ou demasiado dependente de memorizações massivas. Esta será uma educação popular, no sentido em que respeitará a alma popular e não tecnicismos estéreis tidos como fins em si, quando não passam de meios para alcançar objetivos. Esta “educação popular” respeitará a visão pedagógica de Agostinho da Silva, com uma programação de matérias muito essencial, focada no ensino dos três pilares: matemática, português e artes, deixando todo o demais espaço lectivo para seminários práticos e criativos que respondam à vocação e inclinações de cada um, cobrindo toda as disciplinas do entendimento humano.

Esta é a visão do futuro e do papel nele que julgo ter a Lusofonia, entendida aqui como o cumprimento do verdadeiro destino de Portugal, malbaratado aquando da imposição do “capitalismo de Estado” e da transmutação perversa e megalómana dos Descobrimentos em Expansão imperialista e do decaimento da atividade exploratória do mundo em atividade exploradora.

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Categories: Brasil, E. F. Schumacher Society, Economia, Movimento Internacional Lusófono | Etiquetas: | 18 comentários

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18 thoughts on “Réplica a Gaitero sobre as Economias Locais e o Futuro da Lusofonia

  1. Fenix

    Mais um belo texto para eu gravar.Concordo em tudo.Acho que esta replica a Gaitero é uma replica a todos nos seres humanos deste mundo que parem para pensar que reflitão que enquanto ouver uma pessoa no mundo com fome e outros com tanto dinheiros que até da para comprar paises jamais podemos estar bem com nos proprios.A nossa sociedade precisa de mudar e nos também. Economias locais para assim poderermos mudar o global.

  2. ou mudamos ou é o mundo – qual Gaia – que nos muda e sacode para fora como um cão expulsa a puga que o está a incomodar.
    este modelo de economias locais é antigo (década de 60) mas estranhamente atual (porque visionário) no atual contexto de crise da globalização e do clima…

  3. Ou seja uma econômia de subsistência , quase um escambo,…

  4. não, no sentido em que o próprio consumidor produz os seus produtos.
    as economias locais integram-se com as suas vizinhas e são suas complementares, mas não as excluem.
    e a sua área é a regional, não a pessoal…

  5. Se eu produzir é vender o excedente…estou no “velho” sistema , que e o atual;só que alguma das x está o oceano no meio.O bairro passou a ser o pais alémmar.Como sair desta dicotomia?!?!

  6. passou mas não ter que ser sempre… produzir a pensar apenas em exportar é mau para o ambiente (culturas intensivas, exploração extensivas e anti-ecológicas), danos provocados no clima pelo consumo de combustíveis das redes de transporte, falta de condições humanas e laborais para manter os preços mais baixos que a concorrência, etc, etc

  7. Fenix

    As economias locais são solução para esta crise ou para outras de maior magitode que possam vir se continua-rmos com estas economia neo capitalismo liberal e global. Não temos outra solução para establizar a economia e a propria sociedade em geral se não recorremos as economias locais.O desemprego a nivel mundial e as politicas de baixos salarios trás com elas revolta socias que podem originar em guerras mais crise de valores humanos como direito elementares do homem em geral. Não queremos ter uma sociedade de pedites e de mendigos a viverem na rua enquanto outros sem escrupolos vivem em palacios sem conciencia humana com sua ganância.Temos que pensar que a terra é de todos e quanto mais pensarmos em comsumir a nivel global estamos a gastar recursos que não são renovaveis e estamos poluir tambem a nivel global a uma escala que nos pode afetar a todos com mudaças climaticas secas e o fim da raça humana em poucos seculos. As economias locais que não novas mas são atuais como principio de renovação do proprio sere humano e da sua conciencia de sociedade coperativistas humanas e locais etica.

  8. Fenix

    Sobre união lusofuna serei sempre um dos seus defensores.È pena sermos ainda tão poucos quando devimos ser todos sem nacionalismos redutores de conciencias humana e com economias locais mas com proprio ser losufuno que temos no nossso sague.

  9. Pegasus

    Por favor, nao vamos nos esquecer que o mundo nesse processo de globalização esta estabecendo nossos e preocupantes problemas, como diferentes culturas, governos e maneiras diferentes desses governantes tratarem seu povo.
    O capitalismo esta sempre gerando novos meios de se manter, ou seja, antes todos queriam um carro, hoje estamos correndo atras de equipamentos modernos da era digital, que aliais, são sempre caros e acabam ficando obsoletos bem rapido, o que nos faz comprar outros bem rapido, produtos que são produzidos longe de nossos paises, por nações que não dão direitos trabalhistas ou muitos outros direitos que tornam a vida mais digna.
    Tambem acho que infelizmente não podemos ou não temos como produzir tudo o que consumimos de maneira local, a não ser horti-fruti-granjeiros, temos um problema que é a de grandes cidades que cada vez incham mais, em suma, o problema é muito mais complexo e passa por uma conciencia de quem administra as leis e dinheiro.
    Talvez o começo de uma solução, entre muitas, seja que um pais compre produtos industrializados de paises com leis trabalhistas iguais ou parecidas as suas, que cumpram leis ambientais internacionais e que os governantes-e eu falo do Brasil principalmente-revejam suas leis de impostos tornando mais justos a vida de seus cidadaos.
    O assunto é complexo mais sempre vale a discussão para notarem que não estamos conformados e procurando o melhor.

  10. o Capitalismo é o mais resiliente e flexível dos sistemas económicos jamais concenbidos (e testados) pelo Homem.
    Repare-se como estes modelos de economia não o rejeitam, antes o integram e contextualizam. Só que em vez de capitalismos global, selvagem e desregulado, temos um capitalismo de escala humana e de pendor local. Em vez do Global, o Local, mas sempre seguindo os padrões da economia liberal (detênção dos meios de produção pelos individuos, não pelo Estado), isto ainda que formas comunitárias de detenção da Terra (sobretudo) sejam preferidas neste modelo schumacheriano de desenvolvimento.

  11. Fenix

    Exato clavis temos que reduzir o comsumo a escala humana tendo um capitalismo coperativo etico e local.Em cada acionista seja ele tambem local.Em que a riqueza gerada seja ela tambem dividida pelo seus acionistas locais as pessoas em geral.Mas não sou contra a importaçoes a uma escala global mas mais reduzida e etica primeiro entre economias locais nacionais depois entre paises que tenhão a mesma conciencia que nos temos em relação etica local de comsumo humano assim como não escluo as explotaçoes eticas.Cada economia local neo protecionista que defenda os seus entreces que são os de todos locais as pessoas que que habitão.

  12. Sempre ele…O Capitalismo, local ou global;ñ importa são só negocios .

  13. negócios, mas serão negócios mais humanos quanto menor fôr a sua escala. é fácil despedir pessoas que não conhecemos, mas fazê-lo a vizinhos, amigos ou familiares é completamente diferente.

  14. Luís Fernando

    O problema, creio eu, nesta ou naquela escala, mas principlamente na de menor amplitude, para que se faça aceita, estaria no despreendimento da noção muito forte de consumismo que existe no capitalismo e deploravelmente foi substituída no marxismo leninismo, principalmente com as severas imposições stalinistas, numa espécie de servilismo do homem ao estado, não numa subsistência mas numa subserviência em troca do mínimo necessário e de um tapa-olhos.
    Ocorre que o ego do homem, iludido pelas luzes do mundo, deseja e o suprimento de tal desejo demanda consumo e não verdadeira necessidade.
    A necessidade, porém, não comporta verdadeiramente nem o mínimo nem a abastança, mas o suprimento do moralmente aceitável.
    Sem querer discutir o que é moralmente aceitável, pergunto: é possível a sobrevivência da economia local? é possível o não protecionismo para sua existência em razão das pressões exteriores?
    Não seria muito necessário uma mudança interior primeiro?

  15. Luís Fernando

    Correção: Ocorre que o ego do homem, iludido pelas luzes do mundo, deseja mais, e o suprimento de tal desejo demanda consumo…

  16. Mais é o consumo que gira a Roda do capitalismo, quer seja global ou local…ñ importa é só negocios..

  17. é o consumo, dentro do capitalismo, que nós mostra a nossa miserabilidade, por ñ podermos adquir, faz uns pouco ricos é a maioria pobre , quiçá indigentes, + ainda ñ tem sistema melhor, se tem qual..?!?!

  18. Fenix

    As economias locais resolvem muitos dos problemas do capitalismo global ou seja queria emprezas locais de pequena e media escala com investidores locais com acionistas locais com trabalhadores locais até com moedas proprias e bolsas locais onde so locais podem investir.Os comsumidores locais comsomem produtos que são da sua terra… mas ao mesmo tempo tão criar emprego local e riqueza local.Essa riqueza serve para investir localmente onde se queria essa riqueza.Cada economia local vai se tronado mais rica e com ele todos em geral comsumidos e produtores vão sair beneficiados.A uma maior aproximação entre empregado e o patrão investidor e acionistas cada dicisão é tomada com maior conciencia humana e etica. O comsumo não é mau a sua globalização é que é má pois destroi toda a pequena economia local criando desemprego primeiro nas aldeias nas vilas e nas cidades e nos pequenos paises e em todos os paises que nada produzem porque as grandes multinacionais não deixão e não pode competir de igual com china india e mesmo a russia ou estados unidos. Por mais que tentem ainda não á um modelo prefeito mas este muito melhor do aquele que temos.

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