Daily Archives: 2009/02/17

E até, imagine-se, franceses…

VIDA DE PASTEUR[1]

– E era sempre o mesmo; de cada vez que lançava uma ideia nova, de cada vez que vinha fornecer um outro elemento para o progresso da Humanidade, chocava com a imensa barreira da incompreensão, da miséria intelectual e da miséria moral; a falta de receptividade para o que era diferente do que até então se julgara revelava-se mais perfeita de dia para dia; adaptavam-se lentamente e quem ia oferecer um bene­fício era recebido com a severidade que haveria para um criminoso; uns reagiam pelo cepticismo, outros pelo silêncio que habilmente organi­zavam à volta de Pasteur; mas, através do véu de hostilidade, sentia que se formava a grande massa poderosa que por completo o havia de rom­per (…).

– Só de quando em quando o vinha saltear a tentação da política; ante os resultados do império, parecia-lhe que tinha cometido um crime não se interessando pelas coisas públicas; tanto o prendeu a ideia que aban­donou o laboratório para se apresentar aos eleitores; elaborou o seu pro­grama e fez discursos de propaganda; delicadamente, não ousando tratar mal o homem que sabiam superior, os outros candidatos puseram-se todos de acordo para insistir junto do público em que o lugar dos sá­bios não era nas assembleias políticas, mas nas Academias; não estavam preparados para as discussões da Câmara, mas para as disputas científi­cas; a assistência dos comícios eleitorais escutava Pasteur com deferên­cia e ele pôde alimentar a ilusão de que os convencia com as suas pala­vras moderadas e de que lhe entendiam perfeitamente os raciocínios; esperou, logo à primeira, levar pela inteligência quem estava acostu­mado a guiar-se pela paixão; o resultado foi que Pasteur obteve o lugar de candidato menos votado.
[1]In Seara Nova, Lisboa, nºs 576 a 581, 27 de Agosto de 1938 a 1 de Outubro de 1938; Lisboa, Seara Nova, 1938.
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E americanos também…

A VIDA DE LINCOLN[1]

– (…) os mais argutos adivinhavam nele o grande homem; a fronte ampla e rasgada, de heróico talhe, o jeito decidido dos lábios, a luz que lhe brilhava nos olhos, feita de toda a concentração de pensa­dor e de toda a firmeza de político, não enganavam os previdentes; ao mesmo tempo, a honestidade inquebrantável ganhava-lhe a simpatia de todos
– Prestava já, no entanto, bastantes serviços ao seu partido whig para que as invejas germinassem e os inferiores se coligassem contra ele; apro­veitavam-no para tudo que representava vantagens, mas sempre as intri­gas e os maquiavelismos se arranjaram de modo a excluírem-no dos pri­meiros lugares; a perspicácia e a popularidade de Lincoln começavam a assustá-los, temiam a rigidez do seu carácter e o seu desprendimento das vaidades do mundo; preferiam dar a proeminência aos medíocres que estavam dispostos a moldar-se aos interesses da maioria e eram capa­zes de entrar nas sórdidas campanhas dos empregos ou de lançar mão de expedientes que repugnavam a Lincoln; depois, havia nele, às vezes, uma impressão de isolamento, de fundo meditar, de melancolia distan­te, que impedia as intimidades e os excessos; sentiam-lhe a reserva e afastavam-se.
– Certos eleitores começavam a achá-lo um deputado pouco cómodo; às razões públicas juntavam-se as particulares: não se esforçava por arran­jar empregos para os amigos, nem pactuava com os intrigantes; viera ao Congresso para tratar de interesses da União, para manter em toda a actividade política uma linha moral sem quebras; assegurar votos com promessas de lugares no correio ou na polícia aparecia-lhe como um suborno a que não desceria; se algum candidato era competente para o cargo, apoiava-o junto das secretarias de Estado; se era incompetente, ele próprio informava o secretário, com toda a lealdade, do conceito em que tinha o pretendente. Nada fazia contra a sua consciência; nenhu­ma combinação política o levaria a um acto menos digno; pronto a ceder nos pontos mínimos, a que às vezes se prendiam os outros, organizara nas posições essenciais uma linha de defesa que ninguém conseguia transpor.
– O sentimento de fraternidade que punha como essencial à sua exis­tência e ao cumprimento da missão que teria de desempenhar não era de modo algum efeminado e mole; o rude rachador do Illinóis, o pilo­to do Ohio, o advogado tenaz e decidido, estava demasiado afeito às tarefas viris para cair no sentimentalismo e na fraqueza; duro quando era necessário, dando por vezes aos ouvintes uma impressão de brutali­dade, sabia forçar as circunstâncias e sabia também que nem sempre uma bondade incondicional é a melhor alavanca pedagógica (…).

[1] In Seara Nova, Lisboa, nºs 566 a 572, 18 de Junho de 1938 a 30 de Julho de 1938; Lisboa, Seara Nova, 1938.

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Também há suiços bons…

VIDA DE PESTALOZZI[1]

– (…) acima de tudo punha a pátria, de que o seu último ideal era conseguir o bem do povo, salvá-lo do atoleiro em que mais e mais se ia afundando. Pelo povo sacrificaria a sua vida e, se preciso fosse, a vida dos seus; e não seria a acção rápida e brilhante que tortura num minuto e no minuto seguinte traz a quem a praticou a palma dos heróis; seria a batalha de todos os instantes, a pobreza e a fome, o desconforto e, quantas vezes, o desespero mais profundo, ilimitado.
– Só um caminho lhe restava: o de se dirigir às minorias, aos que voluntariamente se tinham separado dos conjuntos e, possuidores de verdadeira cultura e de clara inteligência, meditavam, longe do comum, os meios que atalhariam o mal que aumenta cada hora.
– Cria também que as revoluções, se devem gerar o forte executivo que inutiliza o adversário e limita os excessos dos amigos, mais têm de formar ambiente para que surjam os governos paternais, educado­res, capazes de dar ao povo as bases de cultura indispensáveis a uma verdadeira Humanidade.
– A política, no entanto, não deixava de interessá-lo; entendia as profundas relações que existem entre a actividade pedagógica e a actividade de reforma social (…).

[1] In Seara Nova, Lisboa, nºs 546 a 552, 29 de Janeiro de 1938 a 12 de Março de 1938; Lisboa, Seara Nova, 1938.

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Os terroristas “geek” de Bombaim: Blackberry, GPS e Google Maps…


(Blackberry Bold da RIM in http://lab.think4.com.br)

Nos recentes ataques terroristas de Bombaim, houve um certo aspecto “geek” que passou mais ou menos desapercebido aos Media ocidentais… Aparentemente, os terroristas além de todo o seu armamento traziam também sistemas de posicionamento geográfico GPS e teriam usado estes equipamentos para determinarem com exactidão o ponto de costa onde desembarcaram.

Alem dos receptores GPS os terroristas estavam também equipados com o mesmo dispositivo móvel que Obama se recusou também a largar ao assumir o cargo de Presidente dos EUA: um Blackberry. Os terroristas traziam também CDs com fotografias de satélite de alta resolução do Google Maps, vários telemóveis, com vários cartões SIM. As forças de segurança indianas sabem também que comunicavam com os seus líderes – algures no Paquistão – por intermédio de telefones satélite não da forma analógica convencional, mas por ligações voice-over-Internet-protocol (VOIP) que tornam a localização da chamada muito mais difícil de fazer.

Mais tarde, os ataques foram reivindicados por uma organização intitulada “Deccan Mujaheddin” pelo envio de uma mensagem de correio eletrónico a partir de um endereço na cidade de Moscovo, mas que foram aqui apenas reecaminhada a partir de Lahore, no Paquistão.

Não deixa de ser simultaneamente curioso e irónico que uma religião tão congelada no tempo (algures nos costume da Península Arábica do século VIII d.C.) esteja tão bem adaptada a todas estas tecnologias Web 2.0. O nível tecnológico desta organização é muito superior ao da polícia e dos serviços secretos indianos que nestes incidentes tiveram um desempenho muito medíocre, apesar da sua já extensa experiência em lidar com terroristas islâmicos. O problema é aqui – como na Economia – de escala. Organizações anti-terroristas de escala nacional com milhares ou dezenas de milhar de funcionários, burocratas e carimbadores não poderão nunca ter a mesma agilidade, flexibilidade e criatividade das pequenas e ativas células terroristas que combatem. Já basta faltar-lhes a motivação do o paraíso islâmico, mais as 40 houris (virgens) por combatente islâmico falecido, quanto mais a necessidade de enfrentarem e anteciparem os próximos movimentos destas ágeis organizações.

Fonte:
http://www.digitalcommunitiesblogs.com/web_20_convergence/2008/12/terrorists-used-blackberrys-gp.php

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«Jornadas sobre o Português Oliventino»

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Por iniciativa da Associação Além Guadiana realizam-se no próximo dia 28 de Fevereiro, em Olivença, as Jornadas sobre o Português Oliventino, numa assinalável demonstração do interesse dos oliventinos na preservação da sua Língua, da sua Cultura e da sua Identidade.

Sábado, 28 de Febrero de 2009

09:30 h. Inscrição de participantes e entrega de documentação

10:00 h. Inauguração

Guillermo Fernández Vara. Presidente da Junta da Extremadura.
Manuel Cayado Rodríguez. Presidente da Câmara Municipal de Olivença.
Joaquín Fuentes Becerra. Presidente da Associação “Além Guadiana”.

10:30 h. Pausa para café

11:00 h. Juan Carrasco González. Catedrático de Língua e Literatura
Portuguesas e Diretor do Departamento de Línguas Modernas e Literatura Comparada da Universidade da Extremadura.
Olivenza y las variedades linguísticas de la frontera extremeña.

11:40 h. Eduardo J. Ruiz Viéytez. Director do Instituto de Direitos Humanos da Universidade de Deusto e Consultor Externo do Conselho da Europa.
A importancia das linguas minoritarias na Europa e o papel do Conselho da Europa.

12:20 h. Lígia Freire Borges. Leitora do Instituto Camões na Universidade da Extremadura. A língua portuguesa no mundo com o Instituto Camões.

12:45 h. 1ª Mesa Redonda: O português de Olivença.

Manuel Jesús Sánchez Fernández. Licenciado em Filologia.
O nosso português não tem futuro.

Servando Rodríguez Franco. Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses.
Alterações na toponimia de Olivença.

José António A. Meia Canada. Falante de português oliventino.
Testemunhos do nosso português.

14:00 h. Intervalo

16:30 h. 2ª Mesa Redonda: Características e situação de outras línguas e dialetos minoritários.

Domingo Frades Gaspar. Presidente da Asociación Fala i Cultura e membro da Real Academia Galega.
La fala del valle del Eljas.

Doutor José Gargallo Gil. Professor de Filologia Românica na Universidade de Barcelona.
Fronteiras e enclaves na Península Ibérica.

Manuela Barros Ferreira. Doutora em linguística pela Universidade de Lisboa.
O mirandês, língua de fronteira.

Isabel Sabino. Vereadora da Câmara Municipal de Barrancos.
Traços do barranquenho e ações de proteção ou promoção.

18:00 h. Projeção de um documentário a cargo de Mila Gritos sobre o português em Olivença.

18:30 h. Fim da jornada.

Lugar: Sala de Atos do Convento de São João de Deus.
Inscrições (gratuitas): Através do nosso correio eletrónico (alemguadiana@hotmail.com), ou in situ, no dia da jornada.
Expedir-se-ão certificados de assistência a quem o solicitar.

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Quids S15: Que arma é esta?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Hoax: Pedir o cancelamento da “taxa audio-visual” à EDP

Corre a internet portuguesa uma mensagem de correio eletrónico que refere à possibilidade do cancelamento do serviço “audiovisual” da factura da EDP. O texto (uma das variantes) é este:

“Para quem estiver interessado em cancelar o pagamento de um serviço que não solicitou, vai aí a minuta. Temos de pedir o cancelamento… eu nem sabia… É só ir à EDP e pedir o cancelamento.

Recebi este e-mail que vos reencaminho a respeito da facturação da EDP. Involuntariamente estamos a pagar 3,42€ mensalmente para umacontribuição audiovisual… anualmente pagamos cerca de 41€ para isso… mas podemos alterar a situação!

Eu liguei para a linha comercial EDP e confirmaram-me esta situação. Preencham a minuta em anexo e remetam-na por FAX. Em tempos de crise 41€ fazem falta.

UMA VERGONHA…

Já toda a gente reparou na factura da EDP que recebe em Casa? Contribuição Audiovisual pelo valor de 3.42 Euros de dois em dois meses ? E porque temos nós, portuguesinhos, de pagar isto ? Eu não pedi nada de Audiovisual… Estou a pagar porquê e para quem ? E para onde vai esse dinheiro ? E mais grave ainda. Porque é que as escadas de condomínios também pagam os tais chamados euros para os audiovisuais. Temos televisão quando subimos as escada de casa ? E outra, porque é que a casota da aldeia (aqueles que a têm), também paga para os meios audiovisuais. Só neste País. É o que temos e não há outro.

1 milhão de facturas dá mais de 3 milhões de Euros… Onde anda esse dinheiro ? Eu quero saber… E se me disserem que é para a RTP eu exijo a devolução do dinheiro. Afinal pago a TVCabo para ter TV, outros pagam o Meo, a Cabovisão, etc, etc. Neste país tudo se paga, até as incompetências dos nossos desgovernantes.

Vamos a reencaminhar, andamos a ser comidos por parvos e ninguém faz nada…”

Outras variantes sugerem o envio de um fax para o 210016305 (confirmei, é mesmo um número da EDP) com o texto

De:

Código de Identificação Local:

Telefone nº:
Fax nº:
Para: EDP
Fax nº: 210016305

Assunto: Cancelamento Contribuição Audiovisual

A minha factura anual menciona uma contribuição audiovisual no valor de 3,42€ mensal.
Uma vez que não tenho qualquer acesso à RDP ou RTP além do meu operador de acesso à Internet <ZON,MEO,CLIX,etc> (inclusive para ouvir rádio) venho solicitar por este meio que a EDP me deixe de cobrar este valor.

Cumprimentos,

O valor em si mesmo, corresponde de facto a 3,42 euros, mais 5% do IVA e era um financiamento para o funcionamento da televisão pública (RTP), e diz a mensagem que haveria bases legais para o cancelar, mas apenas se provar ser apenas utilizador de sistemas como a Zon (TV Cabo), Clix ou MEO, ou de recepção por satélite.

A “taxa audio-visual” foi inventada por Cavaco Silva, suprimida sob Guterres e ressuscitada na brilhante governação de Fujão Barroso, meses antes de se pirar para Bruxelas e se passear em Porsches Cayena (um SUV muuuuito ecológico, a propósito) e dela estão automaticamente isentos os consumidores que tenham consumos inferiores a 400 kWh, sendo que nesse caso é imperativo enviar o tal fax, mas mencionando desta feita este detalhe. A taxa pretendia financiar os serviços públicos de audiovisuais (televisão e rádio) que não tivessem receitas publicitárias. Mas… a mensagem é treta (Hoax).

É verdadeira a referência a que a EDP não deve cobrar a taxa em consumos inferiores a 400 kWh, e neste caso a empresa deve mesmo ser contactada para o corrigir e devolver o valor indevidamente cobrado, como decorre do artigo 4.º da Lei n.º 30/2003, de 22 de Agosto:

Artigo 4.º
Valor e isenções

1 – O valor mensal da contribuição é de € 1,60, estando isentos os consumidores cujo consumo anual fique abaixo de 400 kWh.


mas o resto… de que podemos pedir o cancelamento da taxa, porque não acedemos à RTP por sinal aberto não estão a ser aceites pela EDP, invocando o artigo 3º da mesma lei:

Artigo 3.º
Incidência e periodicidade da contribuição para o áudio-visual

1 – A contribuição para o áudio-visual constitui o correspectivo do serviço público de radiodifusão e de televisão, assentando num princípio geral de equivalência.

2 – A contribuição para o áudio-visual incide sobre o fornecimento de energia eléctrica para uso doméstico, sendo devida mensalmente pelos respectivos consumidores.

Ou seja… podem mandar a tal carta ou fax. Força nisso e estou convosco, mas a EDP vai recusar-se a retirar essa taxa das vossas facturas, a menos que tenham o consumo inferior a 400 kWh. É claro que a taxa em si é absurda… não só a RTP1 tem publicidade, como o seu serviço público (de qualidade duvidosa) devia ser financiado diretamente (totalmente) pelo Orçamento de Estado, não por uma dupla tributação mascarada como “taxa audiovisual” numa factura da electricidade. Desde logo porque, sim, pode mesmo haver quem tenha um dado ponto de abastecimento de eletricidade (por exemplo, num terreno, numa quinta) e que não tenha aí qualquer televisão ou rádio e então lá se vai o “princípio geral de equivalência” do artigo 3º. Depois… Porque pagamos IVA sobre esta taxa? Sim, pagamos imposto (IVA) sobre outro imposto (taxa)? Onde está a moralidade deste pagamento?

Fontes:
http://www.ics.pt/index.php?op=fs&cid=187&lang=pt
http://www.anacom.pt/render.jsp?contentId=122095

Categories: Hoaxes e Mitos Urbanos | 48 comentários

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