Daily Archives: 2009/02/16

Mensagem do último aderente do MIL…

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Desde a Galiza, onde há doze séculos nascia a língua galego-portuguesa e hoje o português é ameaçado pelo colonialismo espanhol os meus mais sentidos parabéns por esta iniciativa.No nosso país este tipo de trabalho cobra uma dimensão superior porque os lusófonos sofremos um conflito linguístico no nosso dia-a-dia. Avante com o galego-português!!Espanha não acabará com a nossa língua enquanto continuemos vivos, as únicas batalhas que se perdem são as que se abandonam! Na Galiza em Galego!

Diego Bernal Rico, Corunha, Galiza.

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Defensores do galego-português espancados em Santiago de Compostela

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A polícia carregou com contundência sobre um grupo de cidadãos defensores da língua galego-portuguesa que, com palavras de ordem, contestavam a iniciativa “espanholista”.
Cerca de 2000 manifestantes vindos de várias regiões de Espanha, convocados pelo grupo Galicia Bilingue, e apoiados por partidos da direita e extrema-direita, manifestaram-se no passado dia 8, em Santiago de Compostela, contra a legislação que preconiza alguns – muito escassos – direitos da língua galega, que muitos linguistas e filólogos associam à língua portuguesa.
Altos dirigentes do Partido Popular – o maior da oposição em Espanha – deram apoio à iniciativa.
A polícia carregou com contundência sobre um grupo de cidadãos defensores da língua galego-portuguesa que, com palavras de ordem, contestavam a iniciativa “espanholista”.
A polícia anti-distúrbios, que protegia o direito de manifestação dos manifestantes da direita e extrema-direita dispersou os contra-manifestantes independentistas à bastonada. Um pequeno grupo provocou danos no mobiliário urbano e lançou garrafas de vidro à polícia. Esta derrubou e algemou várias pessoas. Um dos independentistas ficou ferido e teve de ser assistido num hospital local.
Os manifestantes anti-galegos, empunhando bandeiras espanholas, reclamaram a defesa dos seus tradicionais privilégios políticos e linguísticos na Galiza com lemas como “Derecho a elegir” e “Libertad”.
Na Galiza foi imposto o castelhano a toda a sua população, com especial violência e repressão durante a ditadura franquista. A guerra civil e a política de Franco causaram milhares de refugiados, muitos assassinatos e desaparecidos.
A língua galega é co-oficial com o castelhano só desde 1980. Na teoria, é possível exercer o direito ao uso da língua da Galiza em todos os âmbitos sociais. Mas, de facto, o galego continua excluído em sectores essenciais, como a justiça, e é residual na comunicação social. Por outro lado, o castelhano goza de completa protecção.
Nesta linha, o editor do jornal de maior difusão na Galiza, “La Voz de Galicia”, aderiu às posições dos manifestantes espanholistas num artigo sob o título “Yo protesto”, qualificando a legislação favorável ao galego como uma “imposición”. Contudo, nada disse sobre o desequilíbrio legal e social entre as línguas em uso na Galiza, que provocou a perda de 20 por cento de utentes do português-galego só nas duas últimas décadas.
No seu artigo também se esqueceu de citar que organismos internacionais, como a Unesco, já alertaram para o risco da desaparição do português da Galiza – o galego.
Para o ensino, a actual legislação, que desenvolve a “Lei de Normalización Linguística” aprovada unanimemente por todos os grupos do Parlamento Autónomo (Partido Socialista, Partido Popular e Bloco Nacionalista Galego), dita que deverá leccionar-se, pelo menos, 50 por cento das matérias em galego, mantendo os outros 50 por cento em língua espanhola.
No entanto, o castelhano continua a usufruir, em muitos casos, os mesmos privilégios do regime da ditadura de Franco.
Há casos de escolas primárias em que a maior parte das aulas são leccionadas em espanhol e onde o galego só é usado nas disciplinas da língua galega. E esta situação é tolerada pela inspecção do ensino, sempre conivente com as práticas castelhanizadoras, mas muito atenta a alguns casos de uso “excessivo” da língua da Galiza, na Galiza.
A manifestação galegófoba enquadra-se na pré-campanha das eleições autonómicas. As sondagens publicadas em todos os meios de comunicação indicam que, na Galiza, se repetirá o governo de coligação entre o Partido Socialista Obrero Espanhol (PSOE) e o Bloque Nacionalista Galego (BNG). Ambas as formações políticas manifestaram o seu repúdio à convocatória espanholista, e confirmaram, com maior ou menor intensidade, o seu apoio à promoção da língua da Galiza. Ao nível do PSOE espanhol, no governo de Madrid, o seu Secretário de Organização, José Blanco, mostrou também a sua rejeição aos actos vandálicos e à manifestação de Compostela, que vinculou com “movimentos extremistas”.

Ângelo Cristovão

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Brasil: Oficina de teatro em Campos dos Goytacazes- Rio de Janeiro

OFICINA DE TEATRO NO SESI CLUBE

O SESI CLUBE OFERECE OFICINA A TODOS QUE QUEIRAM TER NOÇÕES BÁSICAS DE TEATRO. A PRÓXIMA TERÁ INÍCIO EM 9 DE MARÇO/09, COM DURAÇÃO DE UM ANO. TURMAS PARA CRIANÇAS, JOVENS E ADULTOS – DURAÇÃO DE 4 h SEMANAIS.

  • INFANTIL – 6 a 14 ANOS – 2ª e 4ª – 18h ás 19h
  • ADULTO (Iniciantes) – 2ª e 4ª – 19h ás 21:00h
  • ADULTO (Avançado) – 3ª e 5ª – 19h ás 21:00h

É fundamental que a oficina de Teatro tenha objetivos claros e definidos para que a aprendizagem se processe até a etapa final da avaliação, isto é, da verificação ou da resposta à pergunta “Os objetivos foram realmente atingidos?”.

Os objetivos gerais da Oficina de Teatro são:

. Desenvolver as capacidades e as habilidades do aluno, através de atividades de Expressão Dramática.

. Oferecer atividades capazes de estimular o conhecimento do corpo.

. Desenvolver as capacidades de expressão: espontaneidade, imaginação, observação, percepção e relacionamento social.

. Alertar o aluno para a descoberta das possibilidades da voz e desenvolvê-la com o apoio da técnica vocal.

. Estimular no aluno a percepção da plasticidade dos gestos, dos movimentos e da postura.

Sintetizando os objetivos com base na definição teatral de que o ator é um corpo e uma voz, podemos dizer que todos objetivos serão atingidos se o aluno usar todas as suas capacidades para tornar corpo e voz tão afinados como um precioso instrumento musical.

O desenvolvimento e o aprimoramento do corpo e da voz são estimulados pela criatividade do aluno.

Criados a metodologia, os princípios e os objetivos da Oficina de Teatro, definiu-se o currículo para iniciar os trabalhos de aprendizagem.

O currículo foi organizado nas etapas a seguir:

  1. Atividades dramáticas de relacionamento social
  2. Atividades dramáticas e estímulos ao desenvolvimento de habilidades corporais e vocais.
  3. Improvisações espontâneas e planejadas
  4. Jogos teatrais. Iniciação à interpretação
  5. Texto e cena dramática
  6. Interpretação
  7. Mímica
  8. Recitação coral


Ao final de cada uma das etapas, os alunos são convidados a criar um mini espetáculo, utilizando as atividades, exercícios e jogos dramáticos ou qualquer recurso teatral já dominado até a data previamente combinada.

O objetivo é liberar a personalidade do aluno pela espontaneidade e formar essa personalidade pela cultura. Oportunizar o desenvolvimento cultural e artístico dos alunos, fazendo com que eles se expressem numa seqüência gradativa: espontaneidade, imaginação, observação, percepção e criatividade.

Ao final do curso, os alunos farão uma apresentação onde demonstrarão seus conhecimentos e suas habilidades desenvolvidas na arte cênica, além de receberem certificados.

É uma ótima oportunidade para as pessoas que precisam se expressar freqüentemente em público ou até mesmo no seu dia a dia de trabalho.

REALIZAÇÃO – SESI CLUBE

DIREÇÃO DA OFICINA – PROMOTOR CULTURAL FERNANDO ROSSI

MAIORES INFORMAÇÕES:

(22) 2101-9024 – Campos dos Goytacazes – RJ

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A Suiça mostra sua verdadeira face

É chocante saber que o Neonazismo prolifera na Suiça, e que até mesmo, autoridades locais cooperam, direta ou indiretamente, para a mesma. O fato da brasileira violentada numa estação de metrô, está sendo tido como farsa por alguns setores locais da mídia. ´´A polícia da cidade de Zurique afirmou que as circunstâncias exatas não estão claras em relação ao caso da jovem brasileira machucada e encontrada em uma estação de trem. A mídia brasileira sugere que houve uma agressão racista contra a mulher”, afirmou o suíço “Nzz Online”. Como?

Em uma tarde de dezembro passado, o chefe de polícia de Passau, na Baviera, Alois Mannichi, saía de sua casa no subúrbio, quando foi esfaqueado. A lâmina por pouco não lhe atingiu o coração. No hospital, relatou que o atacante lhe dissera que ele nunca mais iria profanar o túmulo de seus camaradas. Semanas antes, o policial mandara retirar da tumba do dirigente neonazista do NPD, Friedhelm Busse, uma cruz gamada, símbolo proibido na Alemanha de hoje. Em outra tarde, a da última segunda-feira, a brasileira Paula Oliveira chegava ao subúrbio de Dubendorf, em Zurique. Desceu do trem e se dirigiu à cabine telefônica, a fim de falar com a mãe no Brasil. Ao ouvir a língua estrangeira, três homens jovens a cercaram, agarraram-na, levaram-na a um canto, e com uma lâmina de barbear riscaram seu ventre e suas pernas, com as letras SDP, sigla do partido neonazista da Suíça. Nos dois casos, tão semelhantes e tão diferentes, as autoridades, encarregadas de investigá-los, tentam desmoralizar as vítimas e a elas atribuir a culpa do ocorrido. O policial alemão é conhecido pela luta contra os neonazistas no land da Baviera, e havia a ordem para a abertura da cova de um de seus líderes e o confisco da cruz gamada que adornava o cadáver. Apesar de tantas evidências, não podendo dizer que o próprio policial se esfaqueara, os investigadores alegam que se tratou de “um drama familiar”. No caso da brasileira Paula de Oliveira, as autoridades suíças insinuam que a moça se autoflagelou. Ela se encontrava bem, vivendo legalmente no país, com o namorado, cidadão suíço – que confirmou sua versão, incluída a da gravidez. Advogada, ali trabalhava em sua profissão, e não em atividades mal remuneradas e humilhantes. Não havia razões para que assim agisse. Desde o primeiro momento, a polícia suíça desdenhou o depoimento da jovem. Outra versão, de sexta-feira, era a de que o aborto se dera “antes” da agressão e não “depois”. É difícil crer que uma jovem que acaba de sofrer um aborto, em sórdido banheiro de estação ferroviária, vá telefonar para o Brasil, antes de buscar socorro médico. Como diziam os racionais padre Brown, de Chesterton, e Sherlock Holmes, de Conan Doyle, é necessário começar pela lógica. O crime não deixou de ser crime se, no momento em que se deu, a moça estava ou não grávida. O fato é que, corretas ou não as versões sobre os dois episódios, o nazismo e o racismo se encontram de volta à Europa, se é que a deixaram algum dia. Também é fato que os governos europeus estão sendo coniventes com esses criminosos. Em seu conhecido ensaio, Repressive tolerance, Marcuse mostra que a tolerância para com os intolerantes é atitude de conivência e cumplicidade. Se a República de Weimar houvesse cortado, com a força do Estado, o avanço de Hitler e seus sequazes, o mundo não teria sofrido o que sofreu nos campos de batalha e de extermínio. Não estaríamos hoje discutindo sobre o Holocausto que, como registra a História, não vitimou apenas os judeus. Vale lembrar o campo especial de Natzweiller-Struthof, no qual os nazistas submeteram ciganos a experiências com bactérias, incluídas as do tifo, e, também, aos efeitos dos gases que empregariam mais tarde no extermínio dos “seres inferiores”. Houve tempo suficiente para entender o que queriam os nazistas, que não escondiam seu propósito, mas a população estava de acordo com a eliminação dos “inúteis”. É o que parece ocorrer na Europa de nossos dias. Na Suíça alemã (onde o racismo é mais agudo) essa política procura justificar-se no sentimento de Befremdung. O vocábulo significa espanto diante de qualquer coisa estranha, que deve ser eliminada, como são os pobres do resto do mundo, estejam ou não entre eles. Trata-se de cínica torção ontológica, para desculpar o propósito da ampliada Endlösung, a solução final dos nazistas de 1942. Nesse clima, vale registrar a atitude do governo britânico, ao impedir a entrada no país do deputado direitista holandês Geert Wilders, que iria apresentar seu filme anti-islâmico Fitna. De vez em quando a velha Inglaterra surpreende com seu pragmatismo. Em A Guerra das salamandras, excelente romance antitotalitário – em que as salamandras representam os nazistas, naquela época em ascensão – o tcheco Karol Capek atribui ao Foreign Office uma frase magistral: “O governo de sua majestade britânica tem todo o respeito pelos animais, mas não pode dialogar com eles”.

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O Desemprego nos EUA alcança valores históricos


(http://activerain.com)

O “Labor Department” dos EUA, uma espécie de equivalente do nosso “Ministério do Trabalho”, declarou que somente no passado mês de dezembro de 2008, teriam sido perdidos mais de 524 mil postos de trabalho. No total, existiam em janeiro de 2009 2,6 milhões de desempregados nos EUA, correspondendo a uma taxa de 7,2%, a qual, contudo, não contabiliza todos aqueles que já desistiram de procurar trabalho ou que estão no desemprego há muitos anos.

Ainda me recordo de certa conferência em que o sucessor de Greenspan no FED havia declarado que a “taxa de desemprego nos EUA era demasiado baixa” para que isso favorecesse o desempenho da economia americana no mercado global, porque favorecia custos laborais elevados. Na época (finais de 2007) a taxa de desemprego rondava os 5%, valor julgado “perigoso” pelos economistas do “pensamento único”. Agora, devem estar satisfeitos, com estes 7,2%. Ou talvez queiram ainda mais, já que os salários dos americanos ainda continuam a ser mais altos do que praticados em Shangai…

Uma tal rapidez na evaporação de postos de trabalho não tem precedentes na economia norte-americana desde o final da Segunda Grande Guerra, tendo 75% desses empregos sido perdido nos últimos quatro meses do ano! Provavelmente este crescimento descontrolado do Desemprego será a maior dificuldade que Obama terá que vencer na sua presidência, sob pena desta erosão agravar ainda mais o consumo dos norte-americanos, e logo, o excesso de produção de muitas indústrias, reeditando a crise de excesso de oferta da década de trinta.

Os mesmos economistas que antes confessavam a sua preocupação por um Desemprego demasiado baixo, agora prevêem que a situação ainda se vai agravar mais nos primeiros meses de 2009, já que como o Mercado Laboral reflecte sempre mais tarde o clima económico atual, mesmo que este comece a dar sinais inequívocos de retoma amanhã, os reflexos terão que se sentir, sempre alguns meses depois. E mesmo assim, apenas quando o ritmo de crescimento subir acima dos 2% do PIB, coisa improvável para 2009, depois da queda de 3,8% registada em 2008…

Fonte:
http://www.latimes.com/business/la-fijobs10-2009jan10,0,3315682.story

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Quids S15: Como se chamavam estes dois homens?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Quinze pequenas notas cinematográficas a WALL E

No filme WallE da Pixar existem uma multiplicidade de pequenos gags e homenagens a outros grandes filmes. Da primeira vez que vi este filme – verdadeiramente um filme para todas as idades – escaparam-me totalmente todos estes gags e pastiches, de tal forma fiquei imerso na deliciosa trama do filme.

Eis então alguns detalhes que pude já encontrar no Wall E:

1. A voz do robot timoneiro, o “auto” é exatamente igual à dos Cylon de Battlestar Galactica.

2. Quando Wall E está completamente carregado pelos painéis solares ou quando é reinicializado depois de Eva ter substituído a sua Placa Mãe o som que o pequeno robô emite é o mesmo que os Apple Macintosh que corriam o System 7 e 8 emitiam quando começavam o seu startup.

3. Quando o comandante da Axioma entra na cabine a música é o mesmo tema sinfónico de 2001.

4. Todas as atividades económicas na Terra – antes do colapso ecológico – são exercidas por uma única multinacional. O detalhe é talvez um dos pontos mais importantes e de mensagem mais importante de todo este filme… Já que desde há décadas que se observa neste mundo globalizado um movimento de aglutinação das pequenas empresas pelas maiores, e simultaneamente uma sucessão de fusões, sempre com grandes vagas de despedimentos e restruturações por “redundâncias”. O fenómeno ocorre em todos sectores, desde o aeroespacial, ao financeiro, ao industrial e até na distribuição e retalho. E em “Wall E” é absoluto: uma única empresa apossou-se toda a atividade económica e… Política já que o seu CEO aparece como “Global CEO” com o logotipo presidencial nos vários comunicados “presidenciais” em que o CEO aparece durante o filme de animação.

5. O elevador da Axioma tem uma sonoridade funcional e o mesmo sistemas de luzes que exibia a Star Trek, nas suas primeiras temporadas… Uma homenagem “geek” a essa magnifica serie de culto, inigualável nas suas primeiras temporadas.

6. O comandante da Axioma tem uma representação à escala real do primeiro satélite artificial, o Sputnik, num armário de vidro.

7. O robot “imediato” Auto mantêm segredos do comandante, por ter recebido directrizes directas da empresa que construiu a Axioma, a BnL. Esta circunstancias tornam-no idêntico ao computador HAL do filme 2001, cuja musica aparece no filme, por duas vezes, associada ao comandante humano da nave. Como HAL, também Auto enlouquece e revolta-se contra os humanos.

8. Quando o comandante da Axioma grita “motim”, (mutiny), usa precisamente a mesma expressão que o comandante do navio britânico “HMS Bounty” utilizou no clássico “Os revoltados do Bounty”, com Marlon Brando.

9. Os quartos dos passageiros da Axioma estão dispostos em níveis e com corredores interiores, como é usual nos estabelecimentos prisionais norte-americanos.

10. A cena em que os seres humanos escorregam pelo chão da zona de recreio é idêntica a uma das cenas finais de Titanic. Até no detalhe em que um grupo fica retido numa estrutura e depois escorre, tombando enfim.

11. O corpo de Wall E tem a mesma estrutura do mais popular extraterrestre da história do cinema: o ET. De corpo massivo, pernas muito baixas, braços longos, pescoço longo e cabeça dominada pelos olhos. Todos estes detalhes coincidem, para além da própria dicção limitada de dois e até do temperamento generoso e simpático de ambos.

12. Quando o comandante se levanta na Ponte da Axioma e começa a caminhar a banda sonora que surge é de novo a de 2001, a mesma que surge na cena em que o hominídeo descobre que pode usar o osso como arma e ferramenta… Assim, num e noutro filme (passo a comparação) a mesma música acompanha um importante momento no desenrolar da ação…

13. Todos os passageiros da Axioma são obesos, passeiam-se sempre em cadeiras voadoras onde estão permanentemente numa espécie de website do género do Hi5… De igual forma, o facto de estarem sempre deitados, e de comerem na mesma posição recordar a forma romana decadente de viver… Uma alusão comparativa entre a civilização romana decadente e a forma de viver dos passageiros da Axioma.

14. Quando o comandante da Axioma consegue desligar “Auto”, a sua luz vermelha – que já fazia lembrar o HAL de 2001 – apaga-se lentamente, replicando também a sua diminuindo e perdendo foco, de uma forma quase exatamente igual à cena em que em 2001, o computador louco HAL é desligado.

15. Como nota final – e desta feita – se haver aqui qualquer referência cruzada a outra obra cinematográfica queria alertar para o magnífico tema musical de Peter Gabriel, “Down to Earth”, um dos meus músicos favoritos, desde o mítico Sledgehammer…

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