Sobre os protestos contra imigrantes portugueses e italianos no Reino Unido

Os recentes protestos de operários britânicos contra a presença de trabalhadores portugueses e italianos na refinaria de Lindsey expõe o fenómeno crescente de um racismo cada vez mais patente e cada vez menos latente na sociedade britânica. E este fenómeno é particularmente grave para Portugal porque o Reino Unido tem sido o maior destino da emigração portuguesa nos últimos anos… Talvez por isso mesmo é que ataques de natureza xenófoba se têm multiplicado nos últimos anos, especialmente na Irlanda do Norte.

Não que não houvesse desde longa data um sentimento de superioridade quando aos “europeus do sul” na maioria dos ingleses. Este racismo fora sempre especialmente forte entre a “working class” inglesa e exprimia-se não só nas ilhas britânicas, mas até no “Allgarve” do ministro da econobecilidade Manuel Pinho e em todos os hotéis por essa Europa fora onde tive o azar de me cruzar com eles. A expressão “Clubmed” e mais recentemente de “pigs” (Portugal, Itália, Grécia e eSpanha) são de lavra britânica, não o esqueçamos e é curioso e ironicamente merecido que hoje seja a economia britânica que corre verdadeiros riscos de bancarrota, com o governo a ponderar seriamente a nacionalização de toda a banca, tentando travar a queda abrupta da sua economia… Uma situação que não é tão grave em nenhum dos “pigs”, curiosamente.

Fontes:
Euronews, 2009

http://news.bbc.co.uk/1/hi/england/humber/7859800.stm

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Categories: Economia, Política Internacional, Portugal | Etiquetas: | 21 comentários

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21 thoughts on “Sobre os protestos contra imigrantes portugueses e italianos no Reino Unido

  1. Nao conhecia essa denominacao…
    Nacionalismo á parte sinceramente acho que se em Portugal as empresas estivessem a recrutar estrangeiros também nós iriamos reclamar. Talvez nao com tanta força mas de certo que nao achariamos justo.
    Por outro lado, os gerentes do “Allgarve” deviam ter pensado mais nos impactes ambientais e sociais das portas escancaradas para os “bifes” espezinharem quando bem lhes apetece a tal ponto que até mudam o nome da própria regiao para atrair ainda mais a inglesada. é pena que quem lidere só pense nos próprios bolsos em vez de pensar na sustentabilidade da regiao.

  2. pedronunesnomundo

    [anocas: não posso deixar de pensar que até certo ponto temos o que merecemos no ALLgarve
    os brits pagam “em libras” e isso dá-nos um jeitão.
    se não fôssemos uns terceiromundistas que se mentalizaram que não lhes toca absorver a sua própria oferta de qualidade (isto é, que se mentalizaram de cima a baixo que o seu destino é serem eternamente uns sub-europeus pelintras por isso fadados ao servilismo) não tratávamos de joelhos esses tipos, com medo de que fujam com as suas divisas para o Sul de Espanha]

    sobre o problema da desempregofobia e seus sintomas, também somos capazes de estar a colher o que semeámos, não?

    em espiral ascendente, a emigração foi fugindo dos mais diversos países em direcção a outros mais ricos, em que pelos níveis de conforto, qualificação e/ou demografia as vagas de emprego ofereciam oportunidades aos estrangeiros
    – mostrando-se inúmeros governos de nações incapazes de estancar as hemoragias produtivas, através de algo tão simples como realizar o seu próprio desenvolvimento – Portugal à cabeça!; até porque, desde que situados em patamares intermédios desta espiral de desenvolvimento, alguém vindo de países mais carenciados supriu as brechas abertas pela emigração (ainda que sempre no sentido da menor qualificação)

    crise! retracção! reduções! falências! desemprego!
    …e quem os tem? muitos imigrantes. quem vai pagar em primeiro o populismo e o chauvinismo baratos?

    o marcar passo do desenvolvimento leva a que em momentos de crise seja pelas juntas mais frágeis que a sociedade quebra
    e quanto mais frágil, mais pontos de ruptura

    vamos ter dois problemas graves: gerir a “xenofobia” sobre os portugueses no estrangeiro mas também gerir as tensões em Portugal, quando um primeiro macaco levantar a voz a reclamar postos de trabalho aos africanos, brasileiros ou ucranianos
    é que o discurso cola. é inflamável. e não sei se não vem em força por aí

  3. o termo PIGS foi inventado por um jornalista do Economist (pasquim que até vou lendo) e já mereceu até um artigo na Wikipedia:
    http://en.wikipedia.org/wiki/PIGS_(economics)

    a verdade é que acho que os ingleses reclamam porque têm uma convicção arreigada da sua superioridade racial contra nós. Byron dizia que eramos os “pretos da Europa” e dizia que Sintra não merecia ser ocupada pelos portugueses e o Mapa Côr-de-Rosa… como esquecer a sua humilhação?

    Defendo as economias locais, contra a globalização, por isso, em principio defendo que o Emprego deve ser gerado e procurado localmente, não defendo portanto vagas migratórias gigantescas como aquelas que hoje são comuns.

    A dita “tecnologia intermédia” não tem mal nenhum http://movv.org/2006/08/21/biografia-de-e-f-schumacher/ e é até um dos pontos principais do pensamento de Shumacher, que aqui tanto defendo, sendo uma forma de vencer em momentos de crise e de contração de capitais.

    e sim, pedro, vai ser assim… perseguidos lá fora, e perseguindo cá dentro. tudo caminha para aí… embora os portugueses continuem a ser dos povos mais acolhedores da Europa (pela sua matriz cultural, sobretudo)

  4. Muita xenofóbia nestes países…

  5. e pensar que o RU é hoje o principal destino da emigração portuguesa…

  6. portugal esta sofrendo no reino unido mas não se esqueção, brasil tambem teve seu problema com portugal no caso de imigrantes brasileiros lá, sou contra a imigraçao mas o reino unido sempre foi racista com tudo que não tem seu proprio sangue
    us,aus,nz,etc são tudo a mesma cordia!

  7. em todo o lado onde ocorrem fluxos migratórios, há sempre problemas com alguns maus elementos que migram e com alguns imbecis que tomam a parte pelo todo, na nação acolhedora.
    Portugal tem menos tendência para essas parvoíces porque é, ele próprio, um país de emigrações e porque não há tal coisa como o “português puro”.
    mas isso nunca impediu os ignorantes de o serem…

  8. Fenix

    Numa união europeia que cria dar o exemplo ao mundo tanto a nivel democratico como politico e mesmo economico e na tolerancia entre os povos ou seija exportar o seus valores sociais para os outros.Esta hoje em dia num retroceço dos seus proprios valores as custas da globalização e da ganâcia dos neo capitalistas.Concordo com economias locais protecionistas para combater a emigração e a desetificação do nosso interior criando riqueza local para todos.

  9. a União continua a querer dar esse exemplo, e no campo moral e ambiental deu lições esmagadoras aos EUA de Bush durante dez anos… mas os seus povos, especialmente os do norte (de matriz germânica) continuam a reger-se por fios condutores onde o racismo tem ainda muita força… e em épocas de crise estes fios tornam-se condutores e emergem… sempre.
    veja-se p.ex. o que aconteceu na Alemanha da década de 30.

  10. Fenix

    E o que se passar quando crise lhes bater com força.

  11. e muito bem.
    mas quantos serão os números de imigrantes, hoje, no Brasil
    http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/povoamento/tabelas/imigracao_nacionalidade.htm
    a ter em atenção
    http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/povoamento/portugueses.html
    se a imigração portuguesa for exemplo, então estamos perante um fenómeno vestigial no Brasil atual…

  12. Fred

    A estimativa de ongs e da pastoral do migrante falam em algo entre 600 000 e 800 mil imigrantes ilegais.

    O governo falam em 180 mil imigrantes ilegais

    Os legalizados são 877 mil segundo o cadastro da polícia federal.

    http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL365307-5598,00.html

  13. são bastantes… mas pouco se compararmos com a escala continental da demografia brasileira.
    Portugal, p.ex., acolhe hoje
    http://imigrantes.no.sapo.pt/page2Estat.html
    (legais)

  14. Fred

    Sim sim, o que atrai os imigrantes são o atendimento público de saude que apesar de deficiente (e muito) existe e é gratuito, e a possibilidade de emprego que apesar dos salários de fome para os padrões brasileiros são superiores aos pagos em seus próprios paises (imagine para padrões europeus).
    Sem falar que se tiver um filho em território nacional ele automaticamente ganha visto de permanencia.

  15. é curioso como a emigração segue fluxos… da América do sul para o brasil, do brasil para a europa, da europa do sul, para a europa do norte, sempre de sul para norte, do calor para o frio…

  16. Daniel

    Esses teutões!

  17. pedro alves

    a europa tem que rever urgentemente a politica da imigração,os estados membros estão a ser totalmente inundada por mão de obra não qualificada por parte de emigrantes alheios á cultura europeia ou até mesmo gente do proprio espaço europeu,bairros como a cova da moura,bairros do pica-pau-amarelo e muitos outros proliferam por essa europa fora,bairros cheios de emigrantes e descendentes dos mesmos não qualificados,a europa neste preciso momento já pode ter dentro do seu espaço o “cavalo de troia”.Por mais que custe a muitos ademitir,a criminalidade crescente em todo o espaço europeu está intimamente ligada á emigração,a maior parte dos presos das cadeias europeias são emigrantes ou “europeus” de segunda geração,não nos esqueçamos dos fortes tumultos que houve em paris,estes foram prepetados por jovens de origens arabe e africanas,estamos a falar de gente que em muitos casos vivem em casas dádas pelo estados,recebem subsideos para não trabalhar e multiplicam-se em grande numero somente para receber os abonos familiares e ainda por cima escondem-se sempre na capa do racismo.A europa tem que somente garantir a entrada de emigrantes qualificados e em caso de actos criminosos garantir o repatriamento dos mesmos e sem ter alguma oportunidade de voltar a pisar espaço europeu,o mesmo deverá acontecer para emigrantes até á treceira geração,no que diz respeito a europeus a viver e trabalhar em outros estados europeus tambem deverião ser repatriados para o seu estádo de origem e sem oportunidade de pisar um qualquer outro estado europeu em caso de actos criminosos.Os politicos do sistema já andam á mais de tres décadas a fazer crer aos europeus que os emigrantes trazem riqueza aos estados de acolhimento,mas se fosse isso verdade então a europa não estaria neste preciso momento a passar por fortes dificuldades económicas tendo em conta ao grande numero de emigrantes a que os estados europeus têm nos dias de hoje ,temos então temos que colocar uma questão,se os emigrantes trazem riqueza temos que perguntar a quem? pois aos estados de acolhimento já está mais de que provado que não é ,alguem anda a ganhar milhoes com essa politica de emigração !!!
    preocupa-me imenso vêr partidos da extrema-esquerda cada vez mais ganhar espaço nos parlamentos dos estados,estes partidos têm um ideologia sobre a emigração totalmente inresponsavel,diria mesmo,suicida,sabe-se que existem partidos da extrema-esquerda italiana que receberam dinheiro da mafia e de carteis da droga para que fosse possivel financiar as grandes campanhas eleitorais e demagógicas de uma politica de pró-emigração e legalização das drogas leves,sei de uma pessoa que trabalha na judiciaria e que me referiu que existem suspeitas que bloco de esquerda tem sido á muitos anos financiados por grupos do género,houve uma tentativa de investigação mas foi abruptamente interrompida por pressões extra-judiciais.
    não se deixem anestesiar pelo argumento do “racismo”,pois esta palavra hoje está na moda e é muito uilizada para esconder muitos podres e não se falar delas com a verdade necessaria,criminalidade,dumping-social,premescuidade politica etc etc… !!!!

  18. discordo dessa abordagem, porque é redutora.
    os próprios europeus migraram para todo o lado, durante toda a História.
    e o que são os europeus de hoje, se não o fruto das migrações acumuladas em camadas sucessivas do passado?
    haverá maus elementos (há sempre), mas a maioria dos migrantes são dinãmicos, empreendedores, criativos e trabalhadores e como entram nas sociedades de acolhimento já adultos, entram imediatamente a produzir riqueza e a renovar a estagnada demografia europeia.
    por isso, discordo da maioria das suas afirmações, Pedro, e não preciso de ser da chamada “esquerda folclórica” para ter esta posição, já que esta, admito, é demasiado acéfala e dogmática na defesa das suas posições sobre a emigração (e o consumo de drogas, já agora).
    por isso mesmo é que o MIL não se alinha “à Esquerda”.
    nem à Direita, para desilusão de muitos “nacionalistas” que nos vêm seguido desde o começo…
    alinhamos por Agostinho da Silva, E. F. Schumacher, Teixeira de Pascoaes, não por Marx nem por Mussolini…

  19. pedro alves

    discordo em absoluto do que o senhor diz sobre a emigração ,pricncipalmente no caso portugues,a maior parte dos emigrantes que estão em portugal não geram riqueza mas sim despesa,pois vejamos:Em frança realizou-se um estudo sobre a emigração e foi abordado o caso dos emigrantes portugueses em relação a muitas outras comunidades que vivem em frança.Chegou-se á conclusão que neste pais muitos portugueses passaram de uma comunidade que vivia em barracas para uma comunidade que passou a viver em casas próprias,compradas pelo esforço do seu trabalho (a maioria dos portugueses em frança não vivem em casas sociais,ao contrario de outras comunidades),muitos portugueses em frança nos dias de hoje passaram de empregados a empregadores,as grandes empresas de construção civil de frança são de portugueses ou lusodescendentes,hoje muitas das grandes empresas de destribuição são dos portugueses e lusodescendentes,grandes medicos franceses,cientistas professores universitarios são lusodescendentes,a percentagem de criminalidade da comunidade portuguesa em frança é muito reduzida,até mesmo o extremista lepen considerou a comunidade portuguesa um exemplo de integração a seguir por parte de outras comunidades que nunca se conseguiram integrar em frança,mesmo apesar de algumas dessas ter em mais afinidades culturais como a lingua (caso dos argelinos).A comunidade portuguesa é perto de um milhão de individo-os em frança e representa quase cinco porcento da riqueza actual da frança,é das comunidades que mais riqueza gera em frança é obra !!!!
    Em portugal,o caso é bem difrente, a emigração está a ser um autentico desastre,um autentico assalto á riqueza nacional,quando o senhor afirma “…. maioria dos emigrantes são dinãmicos, empreendedores, criativos e trabalhadores e como entram nas sociedades de acolhimento já adultos, entram imediatamente a produzir riqueza…”é uma mentira dita vezes sem conta ,por parte dos midia e classe politica,mas que muito do cidadão comum já não acredita,posso lhe dar alguns exemplos,basta andar nos comboios da linha de sintra para assistir a uma quantidade enorme de assaltos prepertadas por portugueses de origem africana e agora recentemente brasileira,eu já desisti de andar naqueles comboios,basta verificar a quantidades de portugueses de origem africana que vivem em bairros sociais(casas do estado pagas pelos contribuintes,uma grande despesa para o pais ),basta fazer um estudo da população presediaria e verificar que quase 50% dessa população é de origem africana e mais recentemente brasileira,portanto,,temos mais gente a dár despesa á comunidade e a não produzir como o senhor afirma,muita da população de origem africana vive do rendimento de reenserção,mais uma despesa á sociedade,temos hoje muitos desempregados de origem africana e brasileira a receber o subsideo de desemprego,mais despesa,e gostaria tambem saber se existe alguma grande empresa portuguesa constituida por portugueses de origem africana ou brasileira (se bem que a comunidade brasileira tem um pequeno desconto,pois só chegou a portugal á menos de quinze anos,ao contrario da africana que já chegou a portugal á mais de trinta anos) ,não conheço nenhuma grande empresa na area da construção civil,farmaceutica,cientifica etc etc..cujo os seus dinimizadores sejam portugueses de origem africana,comunidade essa que toda junta chegará certamente a quase e um milhão de pessoas,aliás,sendo verdade que os emigrantes trazem riqueza ao pais,então,tendo em conta o grande numero de emigrantes que portugal tem,hoje deveria-mos ser um pais rico e não um dos dos mais pobres da europa ,e muitos outros exemplos poderia aqui colocar que iriam contradizer aquilo que o senhor afirma e que contradiz a realidade…Com isso não estou a dizer que devemos fechar as portas á emigração,bem pelo contrário,pois uma emigração feita com criterios bem definidos seria uma excelente oportunidade para o pais de verdadeiro desenvolvimento e riqueza para portugal,deveriamos simplesmente deixar entrar no pais os emigrantes com cursos tecnicos superiores e especializados,emigrantes com um registo criminal limpo,emigrantes que provassem ser mais uma valia para o pais de acolhimento,emigrantes que provassem que realmente irião gerar riqueza, trabalho, e sobretudo paz social (independentemente da etenia ou religião do emigrante).Acontece que em portugal(como na restante europa),se está a fazer precisamente o contrário do que deveria ser feito,no caso portugues,já se anda á mais de trinta anos a importar problemas e não soluções,não é por obra do acaso que a criminalidade em portugal está a crescer,não é por acaso que a pobresa em portugal tambem está a crescer,não é por acaso que o dumping social é um fenomeno corrente no nosso pais,tudo isso está ligado ás más politicas de emigração.
    Por estranho que pareça,a comunidade de leste em portugal,principalmente a ucraniana,apesar de estár á menos tempo em portugal do que a comunidade africana ou brasileira,consegue-se adaptar melhor ao nosso pais em relação ás duas comunidades,é frequente hoje vêr ucranianos medicos nos nossos hospitais,nas universidades,e alguns deles até mesmo já possuem o seu proprio negócio,apesar de terem uma cultura e lingua diferente conseguem ter uma maior adaptação,penso que isso se deve ao facto de essa comunidade ter uma boa preparação academica nos seus paises de origem.
    A palavra “descriminação”,ou “racismo”,são discursos de vitimização usadas correntemente pelos midias,extrema-esquerda e assossiações ligadas a elas em nome dos emigrantes ou portugueses de segunda geração,tenham coragem e façam um debate sério sobre a emigração,chamar o nome pelas coisas,sem complexos,falar dos direitos dos emigrantes não implica evitar falar dos dos deveres dos mesmos em relação aos paises de acolhimento,nunca ouvi nenhum emigrante ou assossiações pró-emigrantes a falar dos deveres,só os oiço a falar dos direitos,a politica de repatriamento de emigrantes ou portugueses de segunda geração em caso de actos criminosos deveria ser defendida sobretudo e principalmente por essas assossiações,deveriam ser essas as primeiras a não só denunciar as injusticas sobre os emigrates, bem como tambem denunciar as injusticas realizadas por emigrantes em relação ao pais de acolhimento e aos cidadãos dos pais que os acolheu,seria uma forma de ganhar credibilidade,sempre que vejo um acto criminoso realizado por um emigrante assiste-se tambem a um siliençio e a um fechar de olhos por parte dos midia.extrema-esquerda e assossiaçoes pró-emigrante como o SOS RACISMOS ou por parte tambem dos MIL.
    Os emigrantes que quero vêr em portugal são os grandes médicos,cientistas,engenheiros que o brasil tem,e não o brasileiro que vem da favela e que facilmente irá cair na criminalidade ou que acabará por estar dependente do subsideo de desemprego ou até mesmo cair na prestituição, o africano dos PALOPS que queria ver em portugal seriam somente aquele que tem estudos academicos relevantes,aqueles que realmente irião ser uma mais valia para o nosso pais ao contrario dos milhares que por cá vivem !!!!!

  20. (Clavis Prophetarum
    é curioso como a emigração segue fluxos… da América do sul para o brasil, do brasil para a europa, da europa do sul, para a europa do norte, sempre de sul para norte, do calor para o frio…)

    mas daqui pra frente vai ser do norte pro sul não do sul pro norte.

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