Daily Archives: 2009/02/09

Próxima quinta…

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«A Obra Diplomática do Padre António Vieira» é o tema da conferência que irá ser proferida por Ana Leal de Faria, professora da Faculdade de Letras de Lisboa, no próximo dia 12 de Fevereiro, às 14h30, na Sala de Actos da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, Edifício 1, Campus de Gambelas.

Ana Leal de Faria tem realizado estudos e publicado diversos trabalhos nas áreas da História Diplomática e da Diplomacia, com especial incidência nos séculos XVII, XVIII e inícios do século XIX.

A conferência é organizada pelo Departamento de Línguas, Comunicação e Artes da Faculdade de Ciências Humanas e Socais da UAlg, pela Câmara Municipal de Faro e 2008 – Ano Vieirino.

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Sobre os protestos contra imigrantes portugueses e italianos no Reino Unido

Os recentes protestos de operários britânicos contra a presença de trabalhadores portugueses e italianos na refinaria de Lindsey expõe o fenómeno crescente de um racismo cada vez mais patente e cada vez menos latente na sociedade britânica. E este fenómeno é particularmente grave para Portugal porque o Reino Unido tem sido o maior destino da emigração portuguesa nos últimos anos… Talvez por isso mesmo é que ataques de natureza xenófoba se têm multiplicado nos últimos anos, especialmente na Irlanda do Norte.

Não que não houvesse desde longa data um sentimento de superioridade quando aos “europeus do sul” na maioria dos ingleses. Este racismo fora sempre especialmente forte entre a “working class” inglesa e exprimia-se não só nas ilhas britânicas, mas até no “Allgarve” do ministro da econobecilidade Manuel Pinho e em todos os hotéis por essa Europa fora onde tive o azar de me cruzar com eles. A expressão “Clubmed” e mais recentemente de “pigs” (Portugal, Itália, Grécia e eSpanha) são de lavra britânica, não o esqueçamos e é curioso e ironicamente merecido que hoje seja a economia britânica que corre verdadeiros riscos de bancarrota, com o governo a ponderar seriamente a nacionalização de toda a banca, tentando travar a queda abrupta da sua economia… Uma situação que não é tão grave em nenhum dos “pigs”, curiosamente.

Fontes:
Euronews, 2009

http://news.bbc.co.uk/1/hi/england/humber/7859800.stm

Categories: Economia, Política Internacional, Portugal | Etiquetas: | 21 comentários

Quids S15: Que carro é este?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S15 | 22 comentários

Breve historial do F-22 no Japão e… alternativas


(Caças F-22 da USAF em voo in http://hashmonean.com)

Como é sabido, os EUA sempre se recusaram a vender o seu caça F-22A Raptor. Mesmo aos seus mais fiéis aliados britânicos, australianos e japoneses, quando estes requereram aquele que é ainda hoje o único caça de 5ª geração do mundo. Contudo, com os sucessivos e radicais cortes no número de F-22 que a USAF vai operar que passaram de uns estimados 800 aparelhos no começo do programa, a cerca de 400 e ultimamente a apenas 180 unidades, o custo unitário do caça disparou para a estratosfera. O fim da produção do avião, que terá lugar já daqui a dois anos, em 2010 significará que não se somarão mais aviões aos 180 que então estarão em utilização na USAF. E o facto de não haver exportações do avião, num ambiente em que aviões como o SU-35, o PAK-FA e as últimas gerações de Typhoon e Rafale reduzirão radicalmente a vantagem do avião norte-americano trazem à USAF um problema novo na sua história: após 2010, a USAF poderá não ter a superioridade em números e em qualidade de que goza desde o final da Segunda Grande Guerra.

Uma solução seria manter a linha de produção aberta depois de 2010, abrindo assim a possibilidade de construir mais aparelhos a um custo inferior e mantendo a relação paritária da USAF no mundo. Isso pode revelar-se impossível num ambiente de crise económica e de disparar descontrolado do orçamento federal, logo, uma solução seria ouvir os pedidos dos Aliados e… exportar o F-22.

Se a decisão de exportar o F-22 fôr finalmente tomada, o país que provavelmente será o primeiro a importar o aparelho é o Japão. Várias razões assim fazem crer. Desde logo, porque a força aérea japonesa tem atualmente três modelos diferentes de caças: os F-15J/DJ, os idosos F-4RH e a variante local do F-16 conhecida como Mitsubishi F-2. Todos estes aviões carecem de substituição a curto ou médio prazo. Sendo o Japão um membro do G8, e estando inserido numa das mais turbulentas regiões do globo, não muito longe da instável e imprevisível Coreia do Norte e da expansionista China, o país do Sol Nascente não se pode dar ao luxo de se deixar ficar para trás em termos militares. E é precisamente isso que está a acontecer… Os rumores de que os lobbies pró-chineses na Casa Branca estão a ser uma das forças de bloqueios contra esta exportação são uma razão adicional para a ira nipónica.

A força aérea japonesa enfrenta entretanto – enquanto os seus políticos não conseguirem vencer este impasse – sérios problemas num futuro muito próximo: Os seus F-15J, fabricados localmente sob licença norte-americana precisam de ser atualizados ou substituídos por um avião mais moderno. A instalação de um radar AESA, de novos Pods poderia dar ao avião um incremento notável, mas comparando-o com os mais recentes Sukhoi SU-30 e sobretudo com os SU-30MKI/MKK que conhecerão atualizações radicais nos próximos anos, os F-15J começam a ser aviões ultrapassados… Uma opção seria embarcar massivamente no programa F-35, mas este – porque foi concebido para operar a partir de Porta-aviões – tem apenas um motor… ao contrário do F-15J que deverá substituir e dos SU-30 que são os seus oponentes diretos teóricos. Esta lacuna levou ao projeto japonês de desenvolvimento de um avião furtivo, o ATD-X da Mitsubishi, que entretanto parece ter estagnado. Uma alternativa poderia ser o uso do Typhoon ou até do Rafale. O Rafale seria uma pior alternativa, sendo menos um “interceptor dedicado” que o Typhoon, o qual além do mais também tem dois motores.

Fonte:
http://www.defenseindustrydaily.com/f22-raptors-to-japan-01909/#more-1909?camp=newsletter&src=did&type=textlink

Categories: DefenseNewsPt | Etiquetas: | 5 comentários

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