Daily Archives: 2009/01/14

Réplica a Renato Epifânio: Mais sete breves notas: agora sobre a relação com Espanha…

“1. Portugal não deve ter qualquer atitude que hostilize abertamente a Espanha. Não por receio de sermos invadidos por ela (já superámos essa fase), mas, muito simplesmente, porque não é do nosso interesse.”

> Bem, se por “Portugal não deve ter qualquer atitude que hostilize Espanha”, se deve entender que Portugal não deve buscar todas as formas de apoiar os regionalismos ibéricos e neles, sobretudo, toda a energia centripeda que emana da Catalunha e da Galiza, discordo. Dizia o Professor Agostinho que o grande pecado de Castela fora o de não ter sabido manter vivas as autonomias e toda a energia vital e criativa que delas naturalmente emanava. Na sua ânsia centralizadora, Castela, haveria de forjar um “império ibérico” a que apenas Portugal se soube furtar.
> É assim do absoluto interesse de Portugal alimentar, favorecer e potenciar todas as liberdades autonómicas ibéricas. A Espanha não é uma nação, é um conglomerado de nações que apenas o castelhanismo dos últimos decénios soube aplacar pela via do assassinato cultural e linguístico e pela via colonizadora. Havendo eleições livres no nosso vizinho espanhol e sendo estas sistematicamente ganhas pelos partidos que se opõem às independências, tal parece indicar que os movimentos centrípedos não são maioritários em Espanha, contudo existe uma concorrente independentista viva e muito ativa na Catalunha e na Galiza, e um dever histórico de as apoiar, pelas vias pacíficias e democráticas. Uma Espanha multiforme e composta de diversos Estados independentes, mas associados no quadro de uma verdadeira e paritária Federação ou Confederação seria um exemplo de Paz e convivência que poderia alumiar outras zonas de conflito pelo mundo fora e potenciar as enormes energias criadoras que sempre caracterizaram os povos ibéricos e que foram tão maculadas pelos “pecados” da Inquisição e do Extremismo religioso ultra-católico e pelas inclinações imperialistas de Castela e Madrid.

“2. Dito isto, Portugal deve, “subterraneamente”, reforçar os laços com a Galiza, sobretudo na vertente cultural. Olivença já me parece um caso (quase) perdido…”

> De acordo. Na Península e na Europa, a Galiza devia ser a primeiríssima prioridade da política externa portuguesa. Se o que forja uma Nação é a sua língua, então a comunhão de falares existente de ambos os lados do rio Minho não pode ser ignorada como o tem sido nos últimos séculos. A regionalização em Portugal, sobretudo pela aplicação da sua vertente municipalista que defendemos e a sua aplicação para além da nossa fronteira, em Espanha e evidentemente, na Galiza iria aproximar os dois povos, sem que houvesse sequer uma “fusão” formal entre os dois Estados: o Português e a autonomia Galega. Este modelo poderia ser mais aceitável para os pudores imperialistas de Madrid e cativar mais atenção por parte dos galegos menos adeptos das teses reintegracionistas: uma descentralização municipalista, efectuada de ambos os lados da fronteira do Minho capaz de reduzir a escala do impacto de qualquer aproximação formal entre Portugal e a Galiza.
> Quanto a Olivença, concordo também… O número de apoiantes dessa justa e legal causa é praticamente zero nessa cidade perdida da raia alentejana e sem este apoio, qualquer causa ainda que bem firmada na Justiça e no Direito Internacional perde vitalidade e razão de ser.

“3. Não sei se para Portugal seria bom ou não que a Espanha se desagregasse. Tenho discutido o assunto com várias pessoas e, como se costuma dizer, as doutrinas dividem-se. Sou sensível ao(s) argumento(s) de quem acha que seria mau: é preferível que os nossos vizinhos (para mais, o nosso único vizinho) não façam muito “barulho”…”

> É certamente impossível adivinhar de que forma se daria essa desagregação. Não é certamente do interesse de ninguém que ela fosse violenta e mortífera. A balcanização da Espanha não poderia assim servir os interesses de ninguém, se tivermos em conta as obrigatórias vagas de refugiados, de abusos de Direitos Humanos e todas as vidas perdidades que uma desagragação iria causar. Durante os piores anos do terrorismo da ETA, na não muito distante terra basca, Portugal conseguiu estar separado desse conflito.

“4. Independentemente de ser ou bom mau para Portugal, acho que a tendência é para que a Espanha se desagregue. Exactamente por causa dessa tendência maior (ver “post” anterior) da revalorização das línguas, das culturas…”

> A divisão de Espanha, não vai ocorrer já amanhã, certamente… Enquanto entidade nacional, não é das mais sólidas na Europa, sendo relativamente comum encontrar “espanhóis” que se sentem mais catalães, bascos, andaluzes, etc, do que “espanhóis”. Esse sentimento é ainda comum nos habitantes de Madrid ou de Castela, mas apenas aqui. Contudo, isso não quer dizer que a maioria dos espanhóis estivessem dispostos a amanhã, pedirem a independência ou a num referendo optarem pela dita. Duvido que o fizessem. Mesmo na Galiza, onde o movimento reintegracionista com Portugal ou com o norte de Portugal é mais forte, estima-se que apenas 6% da população defenda uma saída da “Espanha”. Existem contudo energias latentes, subterrâneas e centrípedas que cedo ou tarde, assim que surjam as devidas condições de desenvolvimento e propagação possam gerar um movimento centrípedo em Espanha e que faça com que estes movimentos independentistas minoritários, obtenham a energia suficiente para reclamarem a independência do poder central de Madrid. Isso acontecerá assim que se instalar uma crise económica, social ou política em Espanha. Quando chegar esse momento, Portugal deve estar pronto para apoiar aqueles que querem nesse futuro, aquilo que lográmos obter (e que foi o maior feito da nossa História) a preço de sangue e constante persistência: a independência nacional de Madrid.

“5. Apesar do nacionalismo catalão ter muito de burguês (se me passares o cheque, eu calo-me), é cada vez mais provável que seja pela Catalunha que o processo de desagregação comece. Depois virá o país basco (que, por causa do terrorismo, nunca poderá ser o primeiro). Depois, enfim, a Galiza…”

> Existe na Catalunha, uma linha de poder que defende a aproximação com Portugal. Esta linha tem hoje como o seu mais mediático e ardoroso paladino nada mais, nada menos do que o próprio vice-presidente do Governo Autónomo, Josep-Lluis Carod Rovira, afirmou que a “Espanha ainda não assumiu a independência de Portugal” e que Portugal deveria procurar formas de ajudar a Espanha a encontrar uma forma de existência “não unitária”. Esta defesa de uma independência catalã seria uma forma de cumprir o dever moral português quanto à independência de 1640, já que sem a revolta catalã dessa época, não haveria independência portuguesa… Confrontados com as duas revoltas simultâneas, Madrid enviou primeiro os seus exércitos para a Catalunha, abafando a revolta e dando um tempo precioso a que Portugal organizasse um exército e procurasse alianças externas que alavancassem a sua renovada independência. Como afirma Rovira: “Se as coisas tivessem sido ao contrário, hoje Portugal seria uma região espanhola e a Catalunha um estado independente”.

“6. Actualmente, a Espanha ainda não chegou ao estado da Bélgica (que seria trágico, se não fosse apenas anedótico), mas o que a mantém enquanto tal é cada vez mais fraco: a Igreja já não é o que era, e em Espanha ainda menos (exemplos: liberalização do aborto, dos casamentos gays, etc.); a Monarquia ainda mantém algum prestígio (dada a história do actual rei, apesar de alguns escândalos abafados), mas esse prestígio (melhor, essa autoridade) não passará para o filho e para a sua encantadora nora). O que sobra? O futebol (não se riam: o facto de a Espanha ter sido campeã europeia de futebol foi a melhor notícia para os “espanholistas” nesta última década). E, sobretudo, a Economia: a Espanha tem sido um “bom negócio”. Quando deixar de o ser…”

> A força do centralismo autoritário de Madrid, tornada sede efectiva de um “império castelhano” é hoje menor do que nunca. A própria tendência federalista da União Europeia tende a reduzir a importância, a relevância e o poder dos antigos Estados-Nação europeus, e entre eles do Espanhol, forjado durante os negros anos da ditadura franquista muito mais contra as autonomias e culturais das “Espanhas”. Efectivamente, a realidade espanhola é muito diversa e plena de contradições… Frente a algumas das “elites” mais conservadoras e monárquicas da Europa, temos também uma das sociedades mais liberais… Um contraste especialmente evidente nas grandes cidades, como Barcelona e Madrid

“7. Se (quando) isso acontecer, haverá uma tendência para que Portugal se desagregue igualmente, em nome de uma Ibéria das regiões. Mas não acredito, de todo, que isso aconteça. Ao contrário de Espanha, Portugal é efectivamente uma nação…”

> A Europa das Regiões é, em primeiro lugar, uma “invenção” da Europa da eurocracia da União Europeia… Não é, de todo, um movimento de massas ou fundado sobre bases culturais ou sociais fortes. É antes do mais, uma forma que os “europeus loiros” de Agostinho encontraram de fazer crescer a adesão pelos seus conceitos federalistas que tentam desesperadamente fazer introduzir na UE. A redução das capacidades e funções dos Estados-Nação, só pode ser feita transferindo-as para uma “sede europeia”, obviamente mais ou menos controlada pelos “senhores da Europa” sediados nos grandes Estados do norte e onde os pequenos países do Sul, de matriz mediterrânea e não germânica, pouca influência detêm. Perante o vazio que extinção efetiva dos Estados nacionais traria, os “senhores da Europa” propõem um reforço dos poderes e competências das Regiões, como forma de aplacar qualquer tipo de receio de anexação que possa surgir então nos povos europeus… Mas será este sempre um poder menor, submisso ao poder superior do centro da federação europeia, pelo que não nos devemos deixar impressionar por este discurso de defesa da “Europa das Regiões”…

Debate desenvolvido a partir de comentários na Nova Águia

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Categories: Movimento Internacional Lusófono, Nova Águia | 7 comentários

Quids S15: De que raça é este cão?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S15 | 18 comentários

O “computador de Antikythera” ou “Mecanismo de Antikythera”: Um dos maiores mistérios da arqueologia de sempre

(As peças do "mecanismo de Antikythera" in http://www.xtekxray.com)

Um dos maiores mistérios da arqueologia é o chamado “computador de Antikythera” ou “Mecanismo de Antikythera”, como por vezes também é chamado. Trata-se de um objecto recolhido de um navio naufragado e recuperado do fundo do mar, em 1901 junto da ilha grega de Antikythera, a norte da ilha de Creta. O engenho foi datado de entre 140 a 100 a.C. e consiste basicamente num conjunto de rodas dentadas de várias dimensões de uso mais ou menos desconhecido. Digo mais ou menos, porque existem estudos que indicam que se tratava de uma espécie de “computador mecânico” com a finalidade básica de efectuar previsões de datas, tendo inscritas nalgumas destas rodas nomes de meses do ano e tendo a aparente capacidade de prever eclipses solares. Recentemente, foi também descoberto que o computador de Antikythera era também capaz de antecipar os ciclos de quatro anos em que os gregos realizavam as suas olimpíadas… A data para os gregos não era um simples acontecimento comercial ou desportivo – como sucede hoje em dia – mas tinham funções ritualistas e religiosas muito importantes, razão pela qual a antecipação da data exacta em que deviam acontecer era uma das capacidades do mecanismo, como indica a descoberta recente da palavra “Olimpíadas” numa destas rodas dentadas de Antikythera.

O mecanismo tem cerca de 9 cm de espessura e possui mais de três mil caracteres em diversas posições. Nestes caracteres é possível reconhecer palavras gregas para o Sol, Mercúrio e Vénus. Assim como signos que representam eclipses solares e da lua.

O mecanismo é o instrumento científico mais antigo jamais identificado. Pela complexidade do seu mecanismo de relógio compara-se aos mais evoluídos relógios concebidos no século XVIII e aqui espelha generosamente o quanto atrasou a Inquisição e o Ultra-catolicismo medieval o progresso da ciência na Europa, durante a Idade Média… A complexidade aqui revelada indica que pode ter sido um produto das oficinas de Arquimedes, ou de um dos seus mais brilhantes discípulos numa das colónias de Corinto, em Siracusa (Sicília). Pelas suas características, o mecanismo de Antikythera confere com um dispositivo semelhante descrito por Cícero e por Pappus Alexandria, o que indica que não seria um caso isolado, como manda a lei das probabilidades: quantas probabilidades do único exemplar destes engenhos ter chegado às nossas mãos? As citações são do século III a.C., pelo que estes mecanismos podem ter sido fabricados durante duzentos anos após este exemplar.

Curiosamente, a datação de 140 a 100 a.C. resulta do facto de conter numa inscrição a palavra “ISPANIA” em grego, um termo que designa a Hispânia (Península Ibérica) e que entrou no uso corrente apenas nessa época e é o exemplo mais antigo do uso dessa palavra, já que a Península era até então designada pelos gregos simplesmente de “Iberia”.

Fontes:
http://www.nowpublic.com/tech-biz/greeks-ancient-antikythera-computer-deciphered
http://en.wikipedia.org/wiki/Antikythera_mechanism
http://www.iht.com/articles/2008/07/31/europe/31computer.php

Categories: Ciência e Tecnologia, História | 6 comentários

24 de Janeiro, Sábado, entre as 17h e as 19h o MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO promove um debate público sobre “o futuro da CPLP”

mil-cartaz-24-jan

No próximo dia 24 de Janeiro, o MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO promove um debate público sobre “o futuro da CPLP”.

Falarão, à partida, o Doutor Lauro Moreira, Embaixador Brasileiro na CPLP, e o Doutor Miguel Real, Ensaísta da Cultura Portuguesa e Lusófona.

Porque se trata de um debate, haverá depois espaço para múltiplas intervenções.

Estão, desde já, todos convocados.

Dia 24 de Janeiro, Sábado, entre as 17h e as 19h, na nossa sede: Associação Agostinho da Silva, Rua do Jasmim, 11, 2º (em Lisboa, junto ao Príncipe Real).

Em anexo, cartaz de divulgação.
Com o apoio da Associação Agostinho da Silva, Nova Águia: Revista de Cultura para o Século XXI e Associação Mares Navegados.


MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO (www.movimentolusofono.org)
Blogue associado: NOVA ÁGUIA: O BLOGUE DA LUSOFONIA (novaaguia.blogspot.com)
SEDE: ASSOCIAÇÃO AGOSTINHO DA SILVA (Rua do Jasmim, 11, 2º – 1200-228 Lisboa; E-Mail: AgostinhodaSilva@mail.pt; Tel.: 21 3422783 / 96 7044286; http: www.agostinhodasilva.pt; NIF: 503488488; NIB: 0033 0000 2238 0019 8497 2)

Categories: Brasil, Movimento Internacional Lusófono, Nova Águia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal, Sociedade, Sociedade Portuguesa | Etiquetas: | 2 comentários

O futuro dos EUA no Espaço: Cooperação com empresas privadas? (SpaceX e Orbital)

A “Estação Espacial Internacional” (ISS) depende de abastecimentos regulares em ar, água e comida para os seus tripulantes, além de combustível para se manter em órbita estável. Por isso, com a retirada de circulação dos últimos 3 Shuttles em 2010 os EUA deixarão de poder participar nesses vitais abastecimentos. Na altura, os astronautas norte-americanos a bordo da Estação vão depender dos russos para chegar e sair da ISS, mas também do ar, água e da comida trazida pelos cargueiros Progress russos… Suprema humilhação.

Os atrasos do novo lançador dos EUA, o duo Ares-Orion, fazem com que este esteja apenas disponível a partir de 2015 e com o Shuttle fora de serviço em 2010 isso implica cinco anos sem capacidade de lançamentos tripulados. De facto, a coisa é ainda mais grave, porque em abril do ano passado, a NASA informou o Congresso dos EUA que deixaria de comprar espaço nos cargueiros russos Progress a partir de 2011. Assim, e com a NASA fora da equação, restam a ESA europeia com os seus ATVs e o Japão. Ou então, opções privadas de empresas norte-americanas. A NASA em 2006 tinha aberto a possibilidade de empresas particulares desenvolverem um sistema próprio para enviar abastecimentos para a ISS. Em dezembro de 2008, a NASA seleccionou duas empresas, a SpaceX e a Orbital Sciences Corporation para essa tarefa, algo que terão que começar a fazer a partir de 2016.

Elon Musk da SpaceX afirmou que “mesmo quando o Ares-Orion estiver pronto, é desperdício usá-lo para abastecer a Estação. Será incrivelmente dispendioso. Assim a NASA olhou para o sector privado para resolver o problema.”

A SpaceX vai abastecer a ISS com uma versão do seu foguetão Falcon 9, um lançador capaz de colocar quase 10 toneladas de carga útil em órbitas baixas.

//www.skyrocket.de)

(O Taurus 2 in http://www.skyrocket.de)

O Falcon 9 será capaz de colocar em órbita a cápsula Dragon, com três metros e meio de diâmetro, transportando até 2500 kg de carga ou uma tripulação de até sete astronautas. A Dragon regressará à Terra recorrendo a paraquedas para refrear a sua queda até uma amaragem, usando o mesmo método que as cápsulas Apollo. O foguetão Falcon 9 colocará o Dragon em órbita após o que este manobrará de forma autónoma até chegar à ISS. A cápsula estará equipada com uma torre de fuga, de garantirá a ejecção da Dragon em caso de anomalia séria com o foguetão lançador.

O primeiro teste real com o par Falcon 9-Dragon terá lugar em 2010, com uma missão real ainda no mesmo ano, de acordo com os planos da SpaceX.

Além da SpaceX, também a Orbital Sciences Corporation tem uma solução para o envio de abastecimentos para a ISS. A sua solução consiste no foguetão Taurus 2 e da cápsula Cygnus. Contudo, a Cygnus será muito mais limitada do que a Dragon da SpaceX, já que não foi concebida para transportar astronautas para o Espaço, apenas carga útil. A capsula da Orbital poderá transportar até duas toneladas, com módulos pressurizados e despressurizados, como o ATV europeu. Como a SpaceX, a empresa espera realizar o seu primeiro teste na última parte de 2010. O Taurus 2 encontra as suas origens no reputado e fiável foguetão Delta 2, que deixará de ser usado por volta de 2010 e substituído pelos Atlas 5 e pelo Delta 4.

Estas duas soluções, que são perfeitamente compatíveis entre si poderão conceder à NASA os meios suficientes para manter a sua presença autónoma no Espaço e garantir a transição a partir do Shuttle… Poderão até constituir uma alternativa viável mas mais ligeira e menos onerosa aos sistemas atuais da NASA…

Fonte:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/7800721.stm

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