Daily Archives: 2009/01/07

O que se passa com Steve Jobs, o fundador e CEO da Apple?

Não é a primeira que se fala disto… Mas tornam a correr rumores sobre o mau estado de saúde de Steve Jobs, o famoso CEO e fundador da Apple… Aparentemente a sempre muito esperada intervenção pública que Jobs deveria ter feito na última Macworld Expo foi cancelada por motivos não muito claros. O rumor é que tal resultou da rápida degradação do estado da saúde de Jobs, a qual seria atualmente tão má, que a Apple estaria a reduzir as aparições públicas de Jobs ao mínimo absoluto, de forma a reduzir o impacto da sua permanente ausência que terá lugar nos primeiros meses de 2009. Desde 1997, Steve Jobs apareceu em cada uma das Macworld, sempre com excelentes apresentações dos novos produtos da Apple. A sua ausência é uma anomalia muito curiosa que tem já efeitos…

A própria declaração da Apple, de que a empresa vai quebrar a tradição de aparecer no evento, a partir de 2009, indica que a Apple está a planear reformular a sua estratégia de Marketing, muito focada em torno da pessoa e imagem do fundador. A empresa e o próprio têm mantido a posição de manter privado o estado de saúde do fundador. Uma posição defensável, já que respeita ao seu direito à privacidade, mas tendo em conta o seu estilo de gestão e a dependência do mesmo sobre a cotação das ações da empresa, não seria oportuno esclarecer o público sobre a veracidade ou não destes rumores?

Tendo em conta o estilo de gestão de Steve Jobs – reputamente fanático pela microgestão e sempre dentro de cada decisão significativa na Apple – o impacto do seu desaparecimento na empresa de Cupertino poderá ser dramático e arrastar pelo cano as até agora muito saudáveis ações da empresa. No mesmo dia em que esta notícia surgiu no site Gizmodo as ações da Apple afundaram 2%…

Fontes:
http://gizmodo.com/5120687/steve-jobs-health-declining-rapidly-reason-for-macworld-cancellation
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/12/30/acoes-da-apple-recuam-com-rumor-sobre-saude-de-jobs-587737162.asp
http://www.macworld.com/article/137596/2008/12/apple_kills_expo_reax.html

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A Rússia testa os seus novos sistemas de Defesa Aérea S-400 (SA-21 Growler)

A Rússia começou a testar o novo míssil antiaéreo S-400 (SA-21 Growler) avaliando a sua capacidade para abater alvos a distâncias de até 400 km, ou seja muito mais do que o Patriot dos EUA (200 Km) e a mais do dobro da atual distância do sistema russo S-300 PMU2. O novo sistema deverá constituir a espinha dorsal da defesa aérea russa nos próximos anos e já está hoje em dia a ser entregue, havendo já um regimento destes sistemas protegendo o espaço aéreo moscovita. Um batalhão de S-400 inclui oito lançadores com 32 mísseis, devendo a Rússia comprar 18 batalhões até 2015.

A entrada ao serviço destes sistemas mantêm a liderança russa neste sector e abre a porta para futuras exportações de um dos sistemas de defesa aérea mais eficientes do mundo…

Fonte:

http://en.rian.ru/russia/20070705/68405566.html

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A Guerra do Gás: um novo capítulo da Guerra da Geórgia?

Com o fecho das válvulas de gás das tubagens que atravessavam a Ucrânia a caminho da Bulgária, Grécia, Turquia e Macedónia, a Rússia abre um novo capítulo da… Guerra da Geórgia. Embora estes países da periferia da Europa sejam os mais afectados pela intransigencia russa – sempre pontilhada por acusações de que a Ucrânia estaria a desviar para si própria este gás – a verdade é que outros paises da Europa Central estão já a sofrer com o corte russo. Esse é o caso da Áustria, Alemanha, Itália, França, Eslovénia, Polónia, Croácia e Hungria. Uma lista que inclui os dois mais influentes e poderosos países da União. O grau de redução é variável, com países como a Eslovénia a perder 90% do seu gás e a Polónia

Fontes ucranianas (a empresa Naftogaz), a Rússia teria reduzido em dois terços os fornecimentos de gás com destino à Europa. O problema – recorrente – começou em 1 de janeiro quando a empresa russa Gazprom cortou o abastecimento de gás ao seu vizinho ucraniano depois de as negociações para o pagamento de uma dívida de 2 biliões de dólares. Supostamente, em 30 de dezembro, o governo ucraniano deu ordem para que a empresa nacional de gás obtivesse um empréstimo a partir de dois bancos estatais e com a garantia do banco central para que esse dinheiro fosse entregue à Gazprom, só que esta disse que… nunca viu a cor desse dinheiro. Mesmo que esse dinheiro apareça (o que é duvidoso), há ainda a questão do preço do gás, que a Ucrânia diz ser demasiado elevado.

Uma coisa é certa: a situação atual interessa à Ucrânia e à Rússia, simultaneamente. E não interesse à União Europeia, que se deixou enredar nesta trama nebulosa e que depende perigosamente de um fornecedor instável e caprichoso, exatamente como depende demasiado do petróleo produzido no Médio Oriente (os EUA e a China têm fornecedores de petróleo muito mais diversificados). A Ucrânia – ou melhor, os ucranianos – sofrem as agruras do Inverno, sem o gás para os aquecer, e as suas empresas têm que lidar com mais um problema, num dos países mais afectados pela crise global do mundo, mas o seu governo encontra no conflito uma justificação externa para o seu mau desempenho económico, reforça a crença popular no “perigo russo” e assim congrega apoios internos e… culpabiliza a Rússia e desvia parte do gás que precisa alegando que os russos não o estão a enviar e assim aumenta as suas ligações com a UE e reforça as suas hipóteses de aderir à NATO e à UE. A Rússia, por sua vez, “disciplina” os seus vizinhos ucranianos e pune-os pela sua vontade de aderir à NATO e pelo apoio que deram à Geórgia nesse conflito…

Felizmente, Portugal está isento de toda esta turbulência já que todo o nosso gás é de proveniência argelina.

Fontes:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1355123&idCanal=11
http://www.euronews.net/en/article/07/01/2009/eu-gets-caught-up-in-gas-row-as-members-feel-chill/
http://www.reuters.com/article/marketsNews/idUSLU15776220081230
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1355211&idCanal=11

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