Daily Archives: 2009/01/05

O rosto da nossa concorrência…

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http://cantodosmaltinhas.blogspot.com/2009/01/nova-guia-do-benfica.html

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Cavaco franze o nariz pelo OE2009

Parece que o OE para 2009 enviado para Cavaco Silva, para sua aprovação foi mais complicado de aprovar que o costume… Cavaco terá ficado a remoer como é que as medidas de combate à crise anunciadas pelo governo no final de 2008 se compatibilizavam com os valores propostos no OE. Isto implica que o OE2009 dado a Cavaco já era correto quando lhe foi entregue, mas que posteriormente deixou de o ser e o Governo ainda não fez nenhum orçamento rectificativo. Este episódio provavelmente nunca teria vindo a lume, nem Cavaco franzido o nariz (no atual quadro constitucional pouco mais pode fazer) se não estivessemos já em período de guerrilha institucional (muito oportuna em tempos de crise, a propósito), mas agora… a latitude de tolerância de Cavaco foi severamente reduzida.

O pomo da discórdia assenta na “Iniciativa para o Investimento e Emprego” anunciada com pompa e circunstância a 13 de dezembro, por Sócrates, uma Iniciativa que correspondia ao dispêndio de mais de 2 mil milhões de euros, que não estavam previstos no orçamento apresentado um mês antes. Como não é de esperar que o Estado consiga cobrar mais 2 mil milhões de euros que o previsto, sendo aliás até duvidoso que consiga manter o mesmo nível de cobranças em ano de recessão, então em Dezembro o Governo já tinha noção deste desfasamento, mas não apresentou nenhum orçamento rectificativo (inevitável, no presente contexto) por motivos meramente políticos e eleitoralistas. De facto, é impossível que o limite de 3% do défice para 2009 seja cumprido. Apesar disso, tão teimosamente como negava em Agosto o impacto da Crise Financeira na Economia portuguesa “devido ao saneamento das contas do Estado” (uma ficção, já que apenas o aumento da carga fiscal “resolveu” o problema crónico da despesa do Estado), agora Teixeira dos Santos defende que não haverá orçamento rectificativo. Mais uma vez, como dessa vez e como – mais recentemente – no caso BPN, vai ter que engolir o sapo e… elaborar um orçamento rectificativo.

Fontes:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1354951&idCanal=12
http://diario.iol.pt/economia/portugal-europa-orcamento-cavaco-oe/1027831-4058.html
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1027831&div_id=1730
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1024012&main_id=

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Portugal exporta mais para fora da UE e daquela que devia ser a orientação estratégica das nossas exportações

“Em 2008, as exportações portuguesas para fora da União Europeia ganharam peso, com Portugal a apostar em novos mercados, limitando o abrandamento das exportações num cenário de crise global, segundo dados recolhidos pela Lusa.”
(…)
“Os dados do INE até outubro mostram que Angola e os EUA eram os mais importantes parceiros portugueses fora da União Europeia, com as exportações para esses países a representar 21 e 14 por cento das vendas extra EU. Singapura também ocupa um lugar de destaque, absorvendo nove por cento dessas vendas, sendo que muitas das exportações para a Cidade-Estado têm a China como mercado final.”

Posso estar enganado (e provavelmente até que estarei) mas suspeito que a grave Depressão que vai contaminar a maior parte do planeta em 2009 não será tão gravosa em Portugal como alguns acreditam… Desde logo porque as empresas portuguesas já fizeram as suas restruturações de forma a conseguirem sobreviver nesse longo período e depois porque os seus gestores se foram habituando a navegar em aguas turbulentas durante longos períodos de tempo… E o importante factor de os dois maiores parceiros comerciais lusófonos de Portugal (Angola e Brasil) estarem a ocupar um papel crescente nas nossas exportações, assim como serem dos poucos países do mundo que vão atravessar a crise em entrarem em recessão, vai jogar a favor de Portugal.

Que sirva de lição: Portugal deve focar cada vez mais a sua economia numa oferta complementar para o quadro das economias dos restantes países da CPLP de forma a resistir melhor às agruras da sua vizinha Espanha e dos patinanços das economias do norte. Quando mais ligados estivermos aos países da Lusofonia, mais resiliente será a nossa economia às indigestões da Globalização.

Fonte:
Público, de 29 de dezembro de 2008

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Quids S15: De que foguetão foi tirada esta fotografia?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Ainda sobre a central fotovoltaica da Amareleja e sobre o destino que devia ser dado ao dinheiro dos “grandes projetos” (TGV e novo aeroporto)

A central solar da Amareleja, no concelho de Moura (Alentejo) já tem a funcionar a totalidade da sua capacidade. Em Marco de 2008, os primeiros 2,5 MW estavam já a fornecer energia à rede pública, mas agora, em 29 de Dezembro, todos os painéis fotovoltaicos, com uma capacidade total de 93 MW estão agora a funcionar. A energia agora colocada na rede é suficiente para abastecer mais de trinta mil habitações.

Esta não será propriamente uma nova notícia, mas a confirmação de uma boa notícia do começo de 2008. Mas é exemplar no sentido em que é este tipo de investimentos que Portugal deveria fazer em vez de torrar biliões de euros num novo aeroporto e no TGV. Se a depressão que aí vem for tão intensa e duradoura como tudo indica que vai ser, então é preciso ponderar cuidadosamente todos os grandes projetos que retorno duvidoso e que dependam da injecção de grandes quantias de empréstimos. Ora nem o TGV será alguma vez rentável, assim o indicam todos os estudos, nem há verdadeiramente uma necessidade de um novo aeroporto já que a Portela poderia ser modernizada e complementada com Alverca (a chamada opção Portela+Um). A própria necessidade de obter elevados financiamentos na Banca nacional e internacional pode revelar-se profundamente gravosa para a economia portuguesa: vai aumentar o endividamento nacional ao estrangeiro e encarecer o seu custo, além de aumentar ainda mais a sua escassez e reduzir a disponibilidade de dinheiro para empréstimos às empresas portuguesas, que se batem hoje já com falta de recursos financeiros…

Assim em vez de grande obras e projetos faraónicos melhor seria se o Governo organizasse a construção por todo o pais se centrais como a da Amareleja, não uma, nem duas, mas dezenas delas que reduzissem drasticamente a dependência energética nacional, que gerassem emprego na sua construção e manutenção e que possibilitassem a construção de um sólido e tecnologicamente avançado sector nacional de fotovoltaicas. Um tal programa de construção, disperso por todo o pais, e não em torno de Lisboa e Porto, como sucederá com o aeroporto ou com o TGV, permitiria dispersar a riqueza e servir de alavanca para sair da depressão de 2009.

Fontes:
www.rtp.pt
www.publico.pt

Categories: Ecologia, Economia, Política Nacional, Portugal | 3 comentários

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