Daily Archives: 2008/12/20

A “Operação Felix”: A Invasão alemã de Portugal

(Soldados britânicos nos túneis de Gibraltar in http://www.geocities.com/player2000gi)

Muito se tem escrito sobre a Segunda Grande Guerra. Mas as referências aos planos alemães para a invasão de Portugal constituem ainda um dos pontos mais obscuros desse conflito. Com vista a contribuirmos para a resolução dessa lacuna, decidimos escrever um artigo sobre a “Operação Felix”, o plano alemão para conquistar Gibraltar e… acessoriamente, Portugal.

Embora pudesse parecer algo “lisonjeiro” ao ego lusitano que a Alemanha tivesse organizado uma operação destinada a conquista de Portugal, na verdade a “Operação Felix” ambicionava tão somente conquistar a estratégica base britânica de Gibraltar.

Numa primeira fase, preparatória, consistiria num bombardeamento com aparelhos Ju 87 “Stuka” e Ju 88 as instalações britânicas de Gibraltar. Os aviões alemães partiriam dos seus aeródromos no sul de Franca, mas na sua viagem de regresso teriam que aterrar em bases espanholas, pelo que acordo e apoio de Franco era fundamental quer para tolerar a passagem de aviões alemães pelo seu espaço aéreo, quer para reabastecer estes mesmos aparelhos na sua viagem de regresso as bases alemãs na Franca ocupada. No mesmo momento em decorria este bombardeamento, forcas alemãs do 59º Corpo atravessariam a fronteira franco-espanhola a caminho do Rochedo. Estas operações deviam ter lugar entre 10 e 14 de Janeiro de 1941.

As forcas alemãs que deviam atravessar Espanha eram compostas pela 1a divisão de Montanha e a 79ª Divisão de Infantaria, assim como algumas outras unidades de menor dimensão, estando entre as quais o regimento de Infantaria Motorizada GrossDeutschland, uma das melhores unidades alemãs da época, o que dava uma boa medida da importância atribuída a esta operação e do grau de resistência que se esperava das forcas britânicas que defendiam Gibraltar.

Nenhuma destas unidades terrestres devia penetrar no território português. Logo após a entrada em Espanha do 59º Corpo a caminho de Gibraltar, uma segunda coluna em 15 de Janeiro de 1941 seguiria a primeira, mas viraria para Oeste, em direção à fronteira portuguesa. A coluna era composta por unidades do 39º Corpo Blindado, sob comando do general Rudolf Schmidt.

O 39º Corpo era constituído pela 16ª Divisão Motorizada que ocuparia o norte de Portugal ou a Galiza, preparando-se para reagir a um eventual desembarque britânico e estaria sediada no norte de Espanha, pronta a apoiar a 16a Panzer caso esta invadisse Portugal. Esta divisão seria a principal responsável pela invasão a Portugal, conduzindo o essencial das operações ofensivas. Numa primeira fase devia ocupa Lisboa e depois, Setúbal. Precisamente os dois portos onde os alemães esperavam que os britânicos desembarcassem como resposta ao ataque a Gibraltar.

A 16ª Panzer era formada por 120 blindados PzKpfw III e PzKpfw IV, infantaria mecanizada e cerca de 68 canhões de 47 mm e 105 mm e ainda por 12 canhões antiaéreos de 20 mm, entre outro tipo de equipamentos comum neste tipo de unidades.

A invasão da parte sul do território português seria a missão atribuída a III Divisão SS “Totenkopf”, mas esta unidade de elite poderia também avançar sobre qualquer região do sul de Espanha onde se verificasse um desembarque britânico.

Logo que estivesse terminada a ocupação de Gibraltar e, eventualmente também de Portugal, se ocorresse um desembarque britânico, duas últimas estas divisões alemãs passariam o Estreito para o norte de África, ficando em Portugal apenas a 16a Motorizada.

Perante esta forca alemã, e note-se, com a total ausência de unidades espanholas franquistas, que tipo de oposição poderia opôr o Exercito português?

No total, Portugal poderia alinhar com uns teóricos 55 mil soldados de infantaria no continente, 27 mil nos Açores e perto de 50 mil dispersos pelo império colonial.

Em 1940, os comandos portugueses estimavam que as suas reservas em munições chegariam para apenas quatro dias de combates intensos… Munições para sustentar a atividade das três divisões portuguesas, armadas quase totalmente com armas da Primeira Grande Guerra e absolutamente desprovidas da “arma-rainha” deste período: o tanque. Contra os Panzer III e IV da 16ª Panzer, Portugal não alinharia com um único tanque, por ultrapassado que fosse e nem sequer com uma única arma anti-tanque, as quais também não constavam do inventário nacional… Por puro erro e falta de visão militar, já que estas armas sendo de infantaria, não era compradas pela artilharia, e porque não eram compradas pela infantaria porque… eram canhões.

A Cavalaria, uma arma que tinha provado a sua inutilidade nesta era de tanques e aviação na estrondosa derrota Polaca, era ainda o cerne das forcas móveis portuguesas, mas era pouco numerosa com os seus escassos seis batalhões e estava armada apenas com armas ligeiras.

Em termos de defesa antiaérea, apenas em Lisboa é que existiam algumas armas antiaéreas, havendo no resto do país, pouco menos de duas dezenas de armas desse tipo.

Felizmente, para Portugal a “Operação Felix” seria sucessivamente adiada, sempre devidos as incomportáveis exigências financeiras e económicas de Franco a Hitler em troca da entrada de Espanha na Guerra e do direito de passagem para as forças alemãs e depois de um adiamento final e de uma redesignação para “Felix-Heinrich” isto prevendo já um avanço pela Espanha dentro a caminho de Gibraltar mesmo contra o consentimento de Franco. Contudo, com o arrastar das operações na Rússia muito para além dos primeiros planos alemães e sobretudo com o impasse perante Moscovo, todos os planos para atacar Gibraltar seriam abandonados e com eles… Qualquer ameaça nazi para Portugal.

Conclusão:

Do que acima escrevemos fica claro do que já surgiu nalgumas fontes, a “Operação Felix” nunca foi um plano alemão para conquistar Portugal e os Açores. Portugal e o arquipélago açoriano eram apenas objectivos secundários num plano que visava antes do mais expulsar os britânicos do Rochedo de Gibraltar e fechar-lhes o acesso ao Mediterrâneo, de forma a melhorar a crónica escassez de mantimentos que afectava as forças germano-italianas no norte de África. Portugal seria conquistado – e já vimos quão facilmente o seria – apenas se os britânicos desembarcassem uma força de socorro a Gibraltar em Lisboa ou Setúbal, e a tomada dos Açores era apenas um pormenor nunca suficientemente detalhado desses planos. Na verdade, não era provável que o Reino Unido realizasse tal desembarque… O apoio do regime de Salazar – pró-alemão e próximo a Franco – era nulo e seria até provavelmente considerado uma agressão sem declaração de guerra. Não era provável que Salazar declarasse guerra ao seu “velho aliado” inglês, porque tal movimentação iria implicar um avanço dos britânicos sobre todas as colónias portuguesas e a sua inevitável perda. As forças portuguesas, perante tão improvável desembarque tomariam assim uma atitude passiva, ainda menos actuante que as forças de Vichy, em Marrocos aquando da “operação Torch“.

Outra opção para Salazar seria a de alinhar com o Reino Unido e avançar com as suas forças pela Espanha dentro, dando-lhes cobertura e declarando guerra à Alemanha. Tal medida garantiria a posse do império ultramarino – cuja defesa era um dos pontos fulcrais do regime – e satisfaria a pressão do lobby anglófilo que não era tão insignificante como isso no partido do governo. Mas recordemo-nos que nesta época o avanço do Eixo na Rússia e no norte de África parecia imparável, e que toda a Europa continental estava já nas mãos das forças alemãs… Logo, um tal alinhamento – que ocorreria em 1943 com o desembarque inglês nos Açores – não era provável… E mesmo se o tal desembarque britânico tivesse mesmo lugar, então Portugal continuaria numa posição ambígua e… Longe dos benefícios do Plano Marshall que nos pós-guerra haveria de reconstruir o continente europeu. Menos Portugal.

Fontes:

http://www.areamilitar.net/analise/analise.aspx?NrMateria=38

http://en.wikipedia.org/wiki/Operation_Felix

http://www.ww2f.com/north-africa-mediterranean/19752-operation-felix-german-plans-capture-gibraltar.html

http://www.gibnet.com/texts/hitler.htm

http://www.militaryphotos.net/forums/showthread.php?t=127689

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7. Parágrafos agostinianos de pensamento político em "Ir à Índia sem abandonar Portugal"

Portugal ou Cinco Idades
Página 111

“Internamente, se estabelece Portugal como uma rede de municípios republicanos e democráticos, cada um com sua constituição adequada às características locais, confiando-se a representação ou convivência de todos eles a delegados que se reuniam em Cortes, sem prazo fixo, e aí discutiam dos problemas particulares ou comuns do Reino; a tudo coordenando, havia o Rei, simultaneamente hereditário e eletivo, ainda que por sanção, Rei sem capital fixa, mais fiando de seu passo que de um Paço donde estava vigiava, ouvia, ordenava, dispunha, melhorava e, às vezes, pois que humano, piorava.”

Este será talvez o parágrafo mais importante para a construção de uma visão do pensamento agostiniano sobre a melhor forma de gerir e administrar o território. Aqui se vê como o Professor percepcionava uma forma de administração muito descentralizada, em que o papel e as funções do poder central eram reduzidas até ao mínimo. A estrutura do Estado seria assim uma espécie de federação de municípios semi-independentes, com estruturas políticas democraticamente eleitas e com formas de governação absolutamente livres e dependentes apenas daquela que for a vontade dos habitantes desse “município livre”. Moldado a partir da liberdade foraleira, cedida pelo monarca aos municípios medievais para favorecer o seu povoamento, estes novos municípios seriam tão livres que teriam inclusivamente o direito de aprovarem as suas próprias constituições. Nada impediria um município de adoptar um modelo anarquista e de outro, com ele fronteiro, escolher tornar-se num “paraíso” neo-liberal, enquanto outro perto dos dois escolhia um modelo idêntico ao comunismo soviético dos anos trinta, desde que tal fosse a vontade da sua população.

Um modelo de descentralização municipalista tão intenso como este poderia provocar uma desagregação do Estado central. Sendo certo que nem por ser profundamente descentralizado, o Estado português medieval deixou de ser capaz de resistir a Castela e de vencer os muçulmanos. A coesão do Estado de então era assegurada pelo Rei e pelas Cortes. O mesmo pode tornar a acontecer nesta “república de municípios livres” que antevemos nas palavras de Agostinho da Silva. Em diversos parágrafos agostinianos encontramos referências a uma aceitação da necessidade da existência de uma figura monárquica como pólo agregador do Estado. Não se trata aqui de um rei meramente hereditário, mas de um rei eletivo, ao melhor modelo visigótico e suévico: “Cortes, sem prazo fixo, e aí discutiam dos problemas particulares ou comuns do Reino; a tudo coordenando, havia o Rei, simultaneamente hereditário e eletivo, ainda que por sanção, Rei sem capital fixa, mais fiando de seu passo que de um Paço donde estava vigiava, ouvia, ordenava, dispunha, melhorava e, às vezes, pois que humano, piorava.” Os assuntos que transcendem ao estrito domínio das competências municipais – com a Defesa e os Negócios Estrangeiros – caberiam à esfera de ação das Cortes, onde os representantes eleitos dos Concelhos teriam direito de voto, presididos pelo Rei, eleito pelos mesmos a partir de um leque de herdeiros do título do anterior monarca e escolhido entre estes pelos concelhos em função da capacidade que já tivessem demonstrado para assumir o cargo supremo da federação de municípios livres. De igual forma, o conceito centralista maquiavélico de “Capital”, seria abolido, regressando-se ao conceito medieval de capital rotativa, navegando esta de cidade em cidade, sem nenhuma privilegiar nem desfavorecer, mas sem propiciar à eclosão destas anomalias distorcidas que são estas megacapitais rodeadas de subúrbios sobrepovoados e desumanos e tendo a um horizonte de cem quilómetros desertos demográficos.

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A Indonésia na CPLP, como “observador associado”?

//www2.iict.pt)

(Forte português de Toluco, Ternate, Indonésia in http://www2.iict.pt)

A Indonésia exprimiu recentemente o seu interesse em ingressar na CPLP na qualidade de “membro observador”. Luís Amado, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal e Zacarias da Costa, o seu homólogo timorense já exprimiram o seu apoio a esta adesão, uma eventualidade que decorre dos contatos já realizados pelo embaixador indonésio em Lisboa, Francisco Lopes da Cruz.

Os primeiros contatos neste sentido, começaram em Outubro de 2008, quando uma delegação de parlamentares indonésios visitou a Assembleia da República. Em começos de Novembro, questionado sobre esta possibilidade, Ramos Horta, presidente de Timor e parte diretamente interessada e com “direito de veto moral” a esta adesão exprimiu a sua concordância em termos muito veementes, classificando-a de “excelente ideia”, o que foi reforçado depois pelo MNE timorense acrescentando que Timor-Leste apoiaria essa adesão.

Atualmente, no estatuto de “Observadores Associados”, a CPLP já conta com o Senegal, as Ilhas Maurício e a Guiné Equatorial. A Indonésia – ainda que possa parecer “pouco lusófona” – na verdade é um dos países com mais antigos laços com Portugal. Foi o próprio Ramos Horta que recordou existem milhares de vocábulos portugueses no bahasa, a língua indonésia. Por outro lado. Existem, por exemplo, no Aceh ainda lusodescendentes.

Timor-Leste, já  é membro de pleno direito da CPLP, teria tudo a ganhar com esta adesão, já que agilizaria as relações diplomáticas, comerciais e políticas com o único país do mundo com que tem fronteiras terrestres e com qual tem a maioria das relações económicas. Ramos Horta, dando mostras de um sentido de Estado e de uma visão estratégica que falta a muitos políticos portugueses, infelizmente, dado o estado atual da sociedade timorense a este sentido de Estado e visão não corresponde uma capacidade de gestão… Mas adiante. Ramos Horta levantou a possibilidade de conceder a Malaca, na Malásia, o mesmo estatuto. Aqui há uma longa e enraizada comunidade lusófona, sendo o nome “Silva” muito comum na lista telefónica dessa cidade malaia…

Fontes:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1050271
http://www.cplp.org/Observadores_Associados.aspx?ID=50
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1047998

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Sobre a reação do PC chinês ao abrandamento económico: mais dumping

O Partido Comunista chinês comemorou recentemente o 30o aniversário da era de reformas. Na cerimonia, os lideres do PCC sublinharam o foco no “desenvolvimento económico” para o sucesso registado nesse campo nas ultimas décadas. Mas atualmente a procura por produtos chineses sofreu uma acentuada queda, e ocorreram vários confrontos em fabricas que encerraram ou que reduziram os salários um pouco por toda a China. Com efeito, as exportações chinesas caíram pela primeira vez em sete anos e se finalmente começava a haver alguma atenção nas políticas governamentais para com uma poluição descontrolada e níveis crescentes de desigualdade, mas agora esses temas, assim como a redução das emissões de CO2, saíram da agenda.

Neste contexto, as greves e protestos de trabalhadores são um problema grave para o regime chinês. Em dezembro, um dissidente foi detido apenas por escrever uma carta aberta em que apelava por maior democracia para a China. Um editor de um dos maiores jornais da China depois de ter permitido a publicação de vários artigos mais críticos do regime.

O primeiro-ministro chinês deixou claro que “nunca copiaremos o modelo político Ocidental, referindo-se à democracia representativa.

No total, estima-se que a economia chinesa continue a crescer em 2009, entre cinco a seis por cento, bem menos que o crescimento de dois dígitos do ano passado… Um refluxo migratório, de volta para os campos, já está a ocorrer, com quase cinco milhões de chineses a terem regressado aos campos só no ultimo mês. A agencia noticiosa oficial (censurada) reportou que em 2009, haveria quase sete milhões de chineses no desemprego.

Em resposta, Pequim reinstaurou alguns subsídios às exportações que tinha abolido, sob pressão internacional e para aumentar o consumo interno. É claro que o seu regresso não vai resolver nenhum problema de fundo e significará um aumento no numero de falências noutros países, que não podem responder a esta renovada medida de “dumping”.

O problema da economia chinesa continua a ser um foco demasiado grande nas exportações e um demasiado pequeno no mercado interno e numa economia ecologicamente sustentável. Os padrões de consumo nunca se aproximaram dos de crescimento económico e isso quer dizer que centenas de milhões de pessoas pouco beneficiaram desse crescimento económico, quer porque o seu nível de vida ainda não é suficiente para terem altos padrões de consumo, quer porque têm jornadas de trabalho tão intensas que não lhes resta tempo para consumir. É aqui que a China tem que se concentrar: em melhorar as condições de vida das suas populações, enquanto reforma a sua economia, tornando-a mais sustentável e sem procurar devorar todas as economias mundiais numa onda avassaladora de exportações que destruam as unidades industriais que ainda restam no resto do mundo.

Fonte:

http://m.nytimes.com

Categories: China, Economia, Política Internacional | 7 comentários

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