Daily Archives: 2008/12/17

A mafia italiana fatura dez vez mais do que a… FIAT


(Trailer do filme Gomorra)

O escritor italiano Roberto Saviano, autor de “Gomorra”, acusou os governos de toda a Europa – não só o governo italiano – de nada fazer para travar a lavagem de biliões de euros provenientes das atividades do crime organizado italiano. Segundo Saviano, a Mafia injeta por ano na economia italiana, perto de 100 biliões de euros de lucros e em lavagens de dinheiro, o que é exatamente dez vezes mais do que a faturação anual da FIAT e torna a Mafia simplesmente na… maior empresa italiana e, sem dúvida, numa das maiores empresas europeias.

As três maiores mafias italianas retiram o grosso dos seus rendimentos do tráfego de droga, segundo Saviano que proferiu estas declarações numa conferência em Paris sobre o tema de iniciativas anti-droga. “Como podem a Europa, a França e a Itália, lidar com estes investimentos?” Aludindo ao efeito dramático que a súbita evaporação destes branqueamentos de capitais teriam em economias já em recessão.

Saviano vive em local incerto e permanentemente escoltado por mais de 20 carabinieri (a única polícia italiana que se diz ser imune à corrupção mafiosa) devido ao seu polémico, mas aparentemente muito verídico livro “Gomorra” que daria origem a um filme, já exibido em Portugal e… um mandato de execução da mafia.

Um exemplo muito concreto do poder da mafia em Itália é o que se passa (ainda) em Nápoles… Onde 13 milhões de toneladas de lixo industrial e urbano desaparecem da região todos os anos, uma operação gerida pela Mafia e que lhe rende por ano perto de 132 biliões de euros.

Fonte:

http://www.eubusiness.com/news-eu/1227270721.13/view

Categories: Cinema, Política Internacional, Sociedade | 7 comentários

4. Parágrafos agostinianos de pensamento político em "Ir à Índia sem abandonar Portugal"

Amor do Povo
Página 52

“estes amam o povo, mas não desejariam, por interesse do próprio amor, que saísse do passo em que se encontra; deleitam-se com a ingenuidade da arte popular, com o imperfeito pensamento, as superstições e as lendas, vêem-se generosos e sensíveis quando se debruçaram sobre a classe inferior”

Esta frase de Agostinho é uma referência mais ou menos velada aos partidos e organizações políticas ligadas à chamada “Direita”. É nesta ala política que encontramos aqueles que julgam seguir a Tradição e o Conservadorismo mantendo a docilidade das massas, lidas aqui como “Povo”. Verdadeiramente, não sentem as manifestações de Arte Popular que eram exteriormente e formalmente tão apreciadas pelo regime do Estado Novo. Gostam da expressão de uma inferioridade de pensamento e Cultura que apreciam porque julgam diversas da “sua”, urbana e elitista. Para estes – criticados por Agostinho neste passo – o lugar do Povo está bem definido e claramente enclausurado dentro de estreitos limites, subjugado numa estratificação de castas que Dumezil faz recuar tão longe como até ao Neolítico.

“Há também os que adoram o povo e combatem por ele mas pouco mais o julgam do que um meio; a meta a atingir é o domínio do mesmo povo por que parecem sacrificar-se; bate-lhes no peito um coração de altos senhores; se vieram parar a este lado da batalha foi porque os acidentes os repeliram das trincheiras opostas ou aqui viram maneira mais segura de satisfazer o vão desejo de mandar”

Neste outro passo, Agostinho da Silva, critica os radicais de Esquerda… Com este completamento do círculo crítico, o Professor posiciona-se longe da castradora e anacrónica dicotomia Esquerda-Direita. Nas “Conversas Vadias”, questionado a dado ponto por um dos seus vários entrevistadores, o professor proclama a dado passo que “os de Direita, me acusam de ser de Esquerda e os de Esquerda, de ser de Direita”… Agostinho não aceitava ser enclausurado nesse tipo de espartilhos mentais. Recusando assinar a declaração que o Estado Novo queria que todos os professores assinassem declarando que “não pertenciam a nenhuma sociedade secreta”, o Professor segue as passadas dos iconoclastas de Seiscentos e emigra para o Brasil. Alguns, ligados ao partido comunista, viram neste gesto de rara coerência mental, uma admissão que então Agostinho da Silva era militante comunista, quando na verdade a lei foram concebida a pensar na maçonaria, uma sociedade secreta tradicionalista e republicana que pode ser muito justamente colocada sob a oposta orientação política seguida pelo comunismo, a Direita.

Estes elementos ditos de “Esquerda”, usam o nome do Povo e um suposto direito de sua representação para imporem a sua vontade em nome de uma “ditadura do proletariado”, de cujos desígnios supremos ele são os únicos e inquestionáveis intérpretes. Na verdade, estes pretendem lançar sobre a população a mesma rede de exercício de Poder que os elementos que se identificam a outra tendência.

Todos afinal, anseiam pelo Poder, pela capacidade de imporem a sua vontade e visão do mundo aos outros, seja em nome da Tradição ou de um suposto Conservadorismo, seja em nome de uma etérea e raramente sufragada “vontade popular”. Contra ambos, e muito além deles, encontramos as posições de Agostinho da Silva.

Tradicionalista de Direita quando busca nas raízes municipalistas e comunalistas da Idade Média portuguesa, Progressista de Esquerda quando encontra na democracia dos concelhos e na não-propriedade rural e medieval as raízes para sua visão de economia e das sociedades que antevê gratuitas na melhor perspectiva franciscana (ordem que muito prezava e cujos conventos chegou a frequentar numa espécie de retiro laico), Agostinho da Silva pairava muito além desta limitadora diferença Esquerda-Direita…

“Interessa-nos o povo porque nele se apresenta um feixe de problemas que solicitam a inteligência e a vontade; um problema de justiça económica, um problema de justiça política, um problema de equilíbrio social, um problema de ascensão à cultura, e de ascensão o mais rápida possível, da massa enorme ate hoje tão abandonada e desprezada; logo que eles se resolvam terminarão cuidados e interesses; como se apaga o cálculo que serviu para revelar um valor;”

Esta passagem é particularmente importante no âmbito deste estudo porque aqui apresenta Agostinho da Silva um protoplasma de programa político:

“um problema de justiça económica”

Entenda-se aqui, de repartição da riqueza e de supressão da fome e da miséria. Mais do que aumentar a produção ou a produtividade das organizações e da Economia, devem as sociedades orientar-se para uma justa divisão dos proventos do Trabalho e da repartição da riqueza gerada. Nas sociedades globalizadas da atualidade assistimos de facto a um fenómeno exatamente oposto: nunca hoje como antes tanta riqueza se concentrou em tão raras mãos. Nunca antes como hoje os rendimentos do Capital foram tão desproporcionados em relação aos rendimentos do Trabalho. Nunca antes como hoje, se assistiu a uma tão continua e severa erosão dos salários reais, sacrifícios impostos pela deslocalização industrial e por níveis de Desemprego “sabiamente” mantidos elevados de forma a pressionar as remunerações salariais. É contra este mundo desigual e injusto que se insurge Agostinho, é a esta desigual distribuição que o Professor chama de “injustiça económica”. Fica assim estabelecido que a cada um deve caber aquilo de que precisa, não aquilo que uma divisão social, estratificada e desproporcional, lhe quer atribuir.

“um problema de justiça política”

Isto porque as sociedades atuais não têm uma distribuição justa e paritária da capacidade de “fazer política”… Ainda que exista uma “máscara de democracia representativa” na maioria das sociedades ocidentais e do resto do mundo, na verdade em raros momentos nos últimos duzentos anos houve menos poder político nas mãos dos cidadãos. O poder político está concentrado numa élite familiar que se perpetua no poder, nos meios de comunicação e nos lugares de administração das grandes empresas. Em todo o mundo ocidental, netos destas famílias poderosas, transitam para as televisões, daqui para o teatro e cinema, daqui para a literatura e para a política e, depois, para os conselhos de administração das grandes empresas, passando de permeio pelas universidades. Esta suspeita promiscuidade, que tudo penetra e que tudo envenena, proíbe a introdução nesta seleta casta de indivíduos nascidos fora da casta regente. Mantendo-se pura, a casta dos Senhores casa entre si, raramente tolerando movimentos sociais verticais, permitindo apenas as deslocações horizontais entre escalões sociais… Excelente exemplo destas palavras encontramo-lo hoje nos Estados Unidos, tido em tempos idos (anos cinquenta) como a “Terra das Oportunidades” e dos “Self made men”, mas que hoje se revela ser uma das sociedades do mundo onde a ascensão social é mais difícil.

“um problema de equilíbrio social”

Em que a existência da acima listada impermeabilidade social se assume como uma das injustiças mais dramáticas dos nossos tempos. O mérito não está mais ligado à posição social de alguém na sociedade. Nascemos num determinado estrato e neste permanecemos durante toda a vida. Estratos sociais correspondem de forma absolutamente estanque a estratos económicos e nem uns nem outros permitem facilmente movimentações para cima ou para baixo. Acentuando este imobilismo, temos ainda sociedades onde as diferenças entre os que têm muito e os que pouco ou nada têm são cada vez maiores… Enfim, a escavadora da desigualdade não cessa de aprofundar o abismo entre as classes.

“um problema de ascensão à cultura”

Com a degradação crescente dos níveis de qualidade e eficiência da escola pública republicana, com a multiplicação dos níveis de facilistimo, engendrados para fazer aumentar estatísticamente um sistema público de ensino governado por corporações fechadas e egóticas e por políticas governamentais fluidas e desenhadas ao sabor dos ciclos eleitorais, a Escola desalma-se e perde a sua missão fundamental que é a de ser veículo de Cultura e de promoção do Saber e da curiosidade e criatividade das gentes. Sem uma escola de qualidade, não poderá haver Cultura de qualidade habitando em mais almas do que num reduzido grupo formatado pela casta regente que se alterna alegremente nos escalos de topo, treinada em escolas privadas e de acesso restrito à “casta dos Senhores”.

Não basta construir bibliotecas, financiar peças de teatro e obras-primas de cinema com fundos públicos para alavancar uma política de promoção da Cultura. Importa sobretudo criar condições para o desenvolvimento da criatividade em todos os locais e organizações onde o Homem exerce a sua atividade profissional e académica. De mero “reprodutor de coisas”, o Homem tem que assumir a sua plena humanidade e tornar-se em “criador de coisas”, sejam elas bens culturais, obras e de Arte ou novos engenhos ou formas de organização do trabalho e das sociedades.

Categories: Agostinho da Silva | Deixe um comentário

A Daewoo aluga em Madagáscar metade de uma Bélgica

Uma das muitas empresas do conglomerado sul-coreano Daewoo, a “Daewoo Logistics” garantiu terrenos de cultivo para a Coreia do Sul através de um contrato de arrendamento com o governo de Madagáscar de 99 anos. A área alugada estende-se por mais 1,3 milhões de terrenos aráveis e tem perto de metade do tamanho da Bélgica, o que dá uma boa medida do gigantismo da operação. O objetivo é plantar aqui milho e óleo de palma e depois, enviá-los para a Coreia do Sul.

A medida reflete uma estratégia que nasceu no seio do governo sulcoreano, não somente na estratégia do conglomerado e que determinou (a nosso ver, corretamente) que a prazo o recurso mais precioso no mundo, será a alimentação. Assegurar uma fonte de alimentos e biocombustíveis para a Coreia torna-se assim um objetivo estratégico vital, daí esta gigantesca concessão. A decisão é uma resposta inteligente ao aumento generalizado dos preços dos alimentos registados no último ano e que levou a várias revoltas populares desde o México, ao Haiti e passando pelo Egipto. Recentemente, os preços tornaram a cair, mas todos sabem que a subida é inevitável, logo que o consumo regresse aos níveis do começo de 2008.

Neste sentido, é assim natural que vários países africanos tenham expressado a sua disponibilidade para assinarem acordos semelhantes ao de Madagáscar. A Etiópia já ofereceu centenas de milhar de terrenos agrícolas e Angola também já seguiu o mesmo exemplo. Contudo, a ONU já alertou para o risco disto poder estar a criar o embrião para um sistema neocolonial… Por exemplo, o contrato da Daewoo em Madagáscar implica a cedência de metade da terra arável do país. É certo que a produção de alimentos dos países que recebem estes investimentos vai necessariamente aumentar, assim como as suas exportações e os níveis de emprego. E todos estes aspectos são muito positivos, especialmente quando temos em conta a presente crise alimentar e a existência de enormes quantidades de terras aráveis em África ainda por explorar. Mas o gigantismo deste projeto (e de outros, como os que empresas do Abu Dhabi se preparam para lançar) não irão tornar os governos africanos em efetivos protetorados destas multinacionais? Com este grau de presença num país estas empresas estarão dispostas a deixar – por exemplo – chegar ao poder um governo que eleja no seu programa eleitoral o cancelamento destes contratos?

Fonte:

Categories: Agricultura, Economia, Política Internacional | Etiquetas: | 9 comentários

Quids S15: Como se chamava este homem?

s4

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S15 | 5 comentários

Sobre o encontro entre um F-26 Sabre e um “porta-aviões voador” em 1957


(Um F-86 Sabre como o deste encontro com um OVNI in http://www.richard-seaman.com)

Segundo os “Ficheiros Secretos” recentemente revelados ao público pelo governo britânico, dois caças norte-americanos teriam tentado interceptar um OVNI em 1957, sobre o Reino Unido. Um dos pilotos relatou ter disparado 24 foguetes sobre o misterioso objeto o qual – segundo um dos pilotos, de nome Milton Torres – aparecia no radar como se tivesse o tamanho de um “porta-aviões voador”. O piloto descrevia ainda como ele se comportava de forma errática no ar, acelerando subitamente a velocidades superiores aos 12 mil km/h, parando depois no ar.

O piloto, que hoje tem 77 anos e vive na Florida e descreveu como depois de ter regressado à base de Kent foi procurado por alguém que lhe ordenou que “não descrevesse o incidente a ninguém”. O incidente terá acontecido durante o mês de maio de 1957 e o avião de Torres seria um “F-86D Sabre”, segundo descreve: “era apenas um tenente, mas estava muito consciente da gravidade da situação. Quando chegou a ordem de disparar uma salva de foguetes sobre o OVNI, a autenticação era válida e lancei os 24 foguetes. Tinha um alvo do tamanho de um porta-aviões voador. Quando maior o avião, mais fácil o lock-on.” Contudo, no último momento, o objeto desapareceu do radar e a foi dada ordem para abortar a perseguição.

Desde incidente – presente em registos governamentais britânicos – o mais curioso é para além da extraordinária dimensão do OVNI a descrição que o piloto faz da visita que recebeu pouco depois de ter aterrado na base: “parecia umbem vestido vendedor da IBM” … Este ameaçá-lo-ía com uma violação da segurança nacional se deixasse transparecer nem que fosse uma só palavra sobre o incidente a alguém”.

Pessoalmente, quando vejo casos descrevendo este tipo de incidentes, fico sempre um tanto céptico. Mas quando se trata de pilotos, e sobretudo de pilotos militares é impossível não acreditar que eles viram de facto alguma coisa. Há muitos lunáticos por aí, clamando por um fugaz minuto de fama e recorrendo sem hesitação às mais absurdas mentiras. Mas quando um piloto comercial compromete a sua carreira e credibilidade para descrever um encontro deste género ou quando um piloto militar – altamente treinado e dotado do melhor equipamento disponível – narra um encontro como o que teve em 1957 Milton Torres, então como não admitir que anda aí fora algo de efetivamente muito estranho, e como não ponderar seriamente a possibilidade de que se trata de um visitante de um outro planeta?

Sim… Porque não me digam que Vénus ou um balão metereológico tinha o “tamanho de um porta-aviões” (no radar!) ou que era um meteorito capaz de travar e acelerar em pleno ar… Isso seria algo merecedor do maior cepticismo. Aliás, o relatório britânico não se atreve a sugerir uma dessas explicações para este caso, o que diz tudo sobre a sua estranheza, penso eu.
Fonte:
http://www.newscientist.com/article/dn14991?feedId=online-news_rss20

Categories: Mitos e Mistérios, OVNIs | 18 comentários

Site no WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade