F-35 Lightning II: Dificuldades de um “nem-por-isso-grande-avião”…

Embora por vezes pareça que o F-35 Lightning II seja já um avião plenamente desenvolvido e em produção, tendo sido inclusivamente “vendido” como tal, na verdade ainda não é mais que um programa em desenvolvimento… O projeto está mesmo ameaçado e poderá até não haver nunca nenhum F-35 de série se nos próximos meses os países que fazem parte do consórcio não acordarem na partilha de custos e responsabilidades. Se isso não acontecer, o programa de testes em curso (que deverá terminar apenas em 2013) poderá redundar… num dos maiores fiascos da história da aeronáutica.

Todo o projeto está aliás em risco. Nos EUA, o gigantesco e crescente déficit orçamental vai forçar o candidato ganhar a rever todos os programas de andamento em curso, e o F-35, que ainda não chegou à fase de produção pode ser suspenso, e substituido pelo Super Hornet ou pela última variante do F.-16, complementados por um número mais dilatado dos ainda escassos F-22. Mesmo agora, ainda sob a atual Administração, já se estima que os EUA precisão apenas de metade dos aparelhos inicialmente previstos… Um dos seus mais fiéis aliados neste projeto, o Reino Unido também está a mostrar sinais de hesitação no seu empenho no F-35, desiludido com os problemas técnicos surgidos em envolvido com a necessidade de reduzir as verbas de Defesa nos próximos anos devido às consequências da Crise Financeira. Em consequência, reduziu para metade o número de F-35 originalmente planeados. Na Holanda, questiona-se seriamente o F-35 por causa dos seus custos operacionais e reclama-se o lançamento de um concurso internacional para adquirir um avião capaz de cumprir as suas missões… Na Noruega, passa-se o mesmo… dúvidas quantos aos custos e quanto às capacidades do F-35… Na Dinamarca, o mesmo cenário… E como ambos os países são vizinhos da Suécia e esta os tenta com a nova geração JAS-39NG Gripen… esmorece o entusiasmo na participação do programa F-35. De todos os parceiros, somente a Austrália parece não estar a reavaliar a sua presença no programa.

Isto contudo, não quer dizer que as dúvidas australianas quanto ao F-35 não estejam também elas a subir… Uma simulação por computador feita no ministério da defesa australiano e cujas conclusões apareceram no “Sydney Morning Herald” testou um encontro entre aviões SU-30 e uma oposição mista de F-35, Super Hornets e F-22, tendo saído os aviões russos vencedores em todas as simulações! Esta conclusão é especialmente grave, tendo em conta que o avião russo é utilizado por muitos países asiáticos, fazendo parte do inventário de vários vizinhos australianos como a China, a Indonésia, a Malásia e até o Vietname. Esta situação torna sumamente importante o programa F-35, já que o F-22 continua longe das mãos australianas. E a qualidade do F-35 torna-se também mais importante do que nunca.

Os críticos do aparelho alegam que o avião tem “peso a mais e potencia a menos”. Aludem ao facto dos seus 20,010 Kg serem impulsionados por apenas 25 mil libras de potencia, uma proporção inferior à de muitos aviões atualmente em operação. Por exemplo,

o F-22, tem um peso carregado de 29,300 kg para um impulso de mais de 35 mil libras.Outros referem ainda que o aparelho tem um “wing-load” menos favorável que outros aparelhos do passado, oferecedo apenas uma reduzida capacidade de carga de bombas… e um raio de ação medíocre… O avião também parece não ter capacidades para se furtar aos mais modernos de mira IRST (Infra-red scan and track) disponíveis em mísseis ar-ar russos com alcances de até 70 km. Quanto a manobrabilidade… Esta é claramente inferior a qualquer avião de jato vetorial, como o SU-30 ou o MiG-29OVT e, de facto, até inferior a aviões de jato convencional mas equipados com “canards” como o Gripen ou o Rafale… E esta manobrabilidade pode ser critica num “digfight” ou até a iludir um míssil nos seus últimos segundos de voo, e é um factor que nunca deve ser subvalorizado num avião de combate…
Dito isto, o F-35 não é uma completa inutilidade… A sua disseminação entre países da NATO oferece algumas vantagens logísticias significativas para os seus operadores. O avião tem – apesar dos seus defeitos – uma razoável capacidade de sobrevivência contra ameaças médias. A sua capacidade de carga de armamento não é extraordinária, mas será suficiente para a maioria das missões internacionais que os países que o vão operar cumprem pelo mundo fora. Infelizmente, e a somar à acima citada lista de defeitos, o custo do F-35 não tem também parado de subir… Desde as primeiras estimativas – feitas em 2001 – o preço unitário já subiu mais de 50%, estando agora cada aparelhos na casa dos 137 milhões de dólares por unidade… muito para um avião que se pretendia vir a suceder ao F-16, um caça de “massas” e suficientemente barato par servir de espinha dorsal para um número extraordinário de forças aéreas no mundo. Com este preço, dificilmente assistiremos à substituição sistemática de F-16, por F-35…

Fontes:

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Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Etiquetas: | 39 comentários

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39 thoughts on “F-35 Lightning II: Dificuldades de um “nem-por-isso-grande-avião”…

  1. Pegasus

    Se essa noticia acima se confirmar, estaremos diante de uma das maiores reviravoltas na historia da aviação de caça, os aviões americanos de ultima geração estavam gozando de uma reputação inatingivel, mas nos ultimos tempos começaram boatos que aos poucos se revelaram reais.
    A reviravolta se deve ao fato de ter desacreditado a capacidade russa de se contra por a uma tecnologia revolucionaria e aparentemente inatingivel por muitos anos, mas se os f-22 e f-35se mostrarem inviaveis no campo pratico, as aeronaves russas reviverão como uma fenix, mas no mesmo patamar dos typhoon e quase la, o rafale e o gripen.
    Isso teria que fazer os americanos tirarem um coelho da cartola bem rapido para substituir essas promessas falhas, repito, seria inacreditavel.
    Basicamente , o que os americanos fizeram foi forçar as outras nações a usarem a inventividade e avançarem a tecnologia de seus aviões, a um preço melhor e provavelmente com desempenho melhor.
    Isso é o que eu chamo de tiro no pé.

  2. Fenix

    Bota tiro nisso no dedão grande.

  3. Edmar

    Só sei que esses “F-35” é bem caro en, en!!! E não sei se ele vale tanto assim.
    Só sei que com o dinheiro que se gasta na compra de um “F-35”, da para comprar 2 “Gripen NG” ou da para quase comprar 2 “Rafales”, e esses dois aviões parecem que demonstrar mais confiança do que os F-35.

    E uma vez eu vi numa pagina da internet um comentário de uma simulação de combate feita por computador e os caças “Rafale”, “Gripen NG” e “SU-35” abateram tranquilamente os F-35.
    Agora, para mim pelo menos eu não acredito tanto na eficiência do F-35 e parece que apenas ele tem preço e não superioridade.

  4. Edmar

    Só sei que varios paises que estavam intereçados no F-35 já estão que quase de cabelo em pé e já estão procurando outras opções, que seria no caso os Typhoon ll, os Rafale, os F-18 SH e os Gripen NG.

  5. Esse aliás é o grande problema do F-35: foi concebido para ser um avião de massas, barato o bastante para ser produzido em grandes números e manter a superioridade numérica local, apoiado pela superioridade técnica dos F-22, reeditanto o duo F-16 / F-15.
    Mas as coisas estão a patinar. Nem o F-35 é barato o bastante para uma produção em massa, nem o F-22 irá ser construído nos números suficientes…
    e o programa UCAV que poderia substituir o F-22 parece atolado em problemas orçamentais.
    Mas que não se duvide, os EUA ainda manterão a superioridade aérea por mais 10/15 anos… Depois… é que não sei.

  6. Edmar

    Esses F-35 Americanos caríssimos que país pobre não pode comprar, e esses SU-35 Russos que para vender vai bem, mas para prestar manutenção vai muito mau, além de sua manutenção ser um horror…..

    Bem eu acho que esses dois aviões vai dar muito o que falar……

    Aguardem.

  7. Mais o ianks estão fazendo umabaita propaganda do F35…mo bosta…o problema do Sus 30 e 35 e peças de reposição…nada q a engenharia revesa ñ solucione..

  8. um no bom sentuido, o outro no não… holanda e austrália, ao que sei estão a reavaliar a sua participação no projeto. E se estes dançarem fora… este projeto, qeu de avião “de massas” passou a “avião dos ricos” bem pode ir ao ar. literalmente.

  9. Quer saber..tomara da exploda…menios uma ameaça p/ nós brasucas; é o preço ,mt alto ; com bem menos potência se vendido p um páis (maravilhoso ) como o no Tupíniquim Brasil.

  10. A superioridade dos ianks está até deslanchar o caça do Pak Fa-50…tem de sair; apesar de toda nova postura de”Bateu -levou” dos Rússos.Aliás mt perigosa , alguém pode querer encarar…É q Deus nos ajude.

  11. o “século americano” já era… e esta crise mundial só virá reforçar isso mesmo.
    vamos é quem vem a seguir… receio que seja a China (e daí, talvez não)
    mas gostaria de sonhar com uma potencia lusófona.
    assim haja ambição e vontade política.

  12. Sr. Clavis..o BRASIL ñ, via de regras se comete injustiças pelo poder das armas..Agr, uma potência de uma organização militar dos |Países Lusófonos, td bem, asssim , tipo UE…o Pacto de varsóvia..legal, cada país contribui com armas é homens…É , pode ser.

  13. Edmar

    Pra mim é melhor que o Brasil escolha o “Rafale”, e deixe que o mundo quebre o pau na concorrencia dos outros aviões…
    A França transferindo tecnologia para nós ja é lucro…

  14. essa é a verdadeira questão: transferência de tecnologia que depois empresas brasileiras possam reutilizar.
    Isso e a entrada no interessante e promissor programa nEUROn… um factor a não desprezar, já que está será (acredito eu) a 6ª geração da aviação.

  15. carlos:
    e seria talvez a forma de ver o Brasil aparecer mais na cena internacional, em cenários tão críticos como o Darfur, os mares da Somália e o Afeganistão, onde a sua ausência é simplesmente gritante…

  16. Sr.Clavis, se for em um caso Como o de Darfur..ótimo,somália, bom…e depois…Se formamos um Organismo Lusófono de intervenção sob o comando da ONU..tá certo…+ sempre sob o comando da ONU, aí sim.

  17. Pegasus

    Clavis
    Enquanto o Brasil não colocar uma armada de primeira, não adianta estar querendo abraçar problemas do mundo, aparecer só pra contar presença, alem de não impressionar ninguem, é ridiculo, a responsabilidade manda que se voce quizer interferir nestes problemas, tem que se mostrar a altura dos desafios que isso propõe.
    Uma coisa é estar no Haiti, onde não existem milicias armadas e combates abertos, outra é estar em Darfur, onde a certeza do combate direto é certa e voce depende de amplo apoio logistico e haja dinheiro pra isso, estamos sempre debatendo a situação de nossa marinha que a recem começa a sair da letargia, nossa aeronautica que tambem esta em projetos futuros, portanto, pra mim , essa coisa de intervenção brasileita é coisa pro futuro e em casos bem pensados.

  18. Carlos:
    essa é a proposta aqui consagrada:
    http://www.petitiononline.com/mil1001/petition.html
    se ainda não a assinou, convido-o a fazê-lo

    Pegasus:
    Não é necessária enviar uma força-tarefa… Para a Somália bastaria um avião de patrulha ou uma fragata, e para o Afeganistão um grupo de helicópteros ou forças especiais. Para o Darfur, forças de infantaria motorizadas apoiadas por helicópteros.
    No Congo, nas últimas eleições bastaram 2500 soldados franceses Bem treinados e equipados para fazerem toda a diferença e imporem a paz aos contentores locais… Não carece pois de uma grande força.
    E os militares portugueses nesses necessários ficariam muito agradados de terem companheiros da mesma língua.
    A força a empenhar poderia ser pequena, mas o sinal da sua presença era o de um Brasil finalmente empenhado na solução dos problemas do mundo e não mais centrado apenas nas suas fronteiras.

  19. Pegasus

    ok, pro e contras, mas ainda acho que precisamos melhorar nossas condições de combate antes de começar ações assim e nossas fronteiras com certeza, estão merecendo toda s as nossas atenções no momento.

  20. Assinei… assim tá certo, td nós ..

  21. É , antes de cuidarmos dos outros devemos cuidar dos “nossos”, e o Afeganistão a despeito da tirania dos Talibans, e uma guerra da Nato, e além do mais ñ termos FAs tão bem ekipadas , seria até bom a experiência de “guerra” real…+ temos de nos prepararmos..

  22. as forças de élite brasileiras são tão boas como as melhores, ao que sei… as suas ações na Amazónia contra narcotraficantes provam isso.
    Os letões e albaneses têm forças nestes cenários, certamente que não defendem que os brasileiros estão mais mal preparados, pois não?
    Não há é vontade estratégica – política – para fazer aparecer o Brasil em cenários da ONU.
    Mas sendo assim, como reclamar um assento permanente no CS? Como fazer aparecer uma nação lusófona nos primeiros lugares do mundo?
    Quando Portugal conseguiu a independência de Timor da poderosa (e aliada dos EUA) indonésia, isso aconteceu apenas depois de décadas de participação em forças de Paz da ONU, na Bósnia, Angola, etc.
    Por isso é um factor importante de presença e influência no mundo… Porque acham que os ucranianos, polacos, albaneses, etc, estão em todos os cenários de conflito do mundo?

  23. Pegasus

    Não creio que os albaneses, ucranianos ou polacos estejam nessa por uma vaga no conselho de CS, o que eu penso é que nós brasileiros não temos necessidade de sair procurando enfrentamento em algum lugar do mundo, nem porque pode nem porque fala portugues, não acho que precisamos de homens voltando de combates em varios lugares , matando muitas vezes sem saber porque e se transformar no que os americanos estão enfrentando agora, um monte de soldados com transtornos de guerra se tornando um perigo para si, suas familias e as pessoas em sua volta.
    Guerra, combate, é uma das coisas mais nefastas que o homem ja criou, portanto, acho que poderemos ate intervir em algo, mas no futuro, bem preparados e sabendo muito bem porque estamos lutando e perdendo nossos filhos.
    A verdade é que as lutas no mundo hoje estão bem longe do que se pode chamar de “bem pela humanidade”, em alguns casos deveria haver intervenções sim, mas trabalhadas e envolvendo o desenvolvimento e o apoio a organização politica e economica desses paises.
    Pelo que vejo hoje é a oportunidade de alguns em impulssinar uma industria belica que não sobrevive sem guerras e sou contra isso.
    Tem muita gente que adoraria uma guerra na america do sul, seria o novo filão da industria belica, por isso acho que o melhor é se equipar para dissuadir, o que é bem mais barato, o resto a diplomacia tem que dar conta.
    Ainda somos humanos.

  24. Edmar

    Só sei que pelo menos o Exército Brasileiro está ganhando um pouco de esperiência no Haiti.

    E como Pegasus disse: “se o Brasil não por, ou não ter uma Arma de primeira.., não adianta abraçar problemas do mundo”…
    Primeiro o Brasil precisa se engrandecer aqui dentro, comprando e fabricando boas armas e tendo um bom treinamento com elas e depois ver o que acontece lá fora…

  25. Sim, experiência fundamental para ser usada mais tarde em missoes de paz… sei também que se estão a tirar ensinamentos quanto ao uso e construção de APCs…
    Quanto à presença em missões da ONU, no mundo, países como o Paquistão ou a Finlândia, que são contribuintes clássicos e que têm forças armadas inferiores às Brasileiras:

    http://www.un.org/Depts/dpko/dpko/contributors/2008/nov08_5.pdf

    este PDF mostra bem a insignificância da presença brasileira nestas missões… tendo em conta a sua dimensão demográfica, o seu equipamento e até a preparação das suas forças.

  26. gaitero

    Posso dizer uma coisa, o Brasil esta se modernizando o custo pode rondar até 3 trilhões de reais em 20 anos, e será uma modernização profunda, muito além de somente se rearmar, mas sim de desenvolver tecnologia nacional de capacitar pessoas, de formar técnicos, de desenvolver novas industrias bélicas, e sim o Brasil terá em um futuro próximo, não menos que 20 anos, uma força armadas Nacional, com equipamentos nacionais, e com profissionais capacitados.

  27. Assim e q tem q ser…torço mt para q isso ocorra , é logo.É o preço da liberdade , é temos de pagar.

  28. vamos ver como o país vai enfrentar a crise mundial que terá o seu apogeu em 2009… começa a haver indicações de que será muito profunda, apesar de todas as intervenções e os países exportadores vão perder muitas exportações…
    o Brasil depende do seu mercado interno para resistir a esta tormenta e aproveitá-la para galgar um degraus nos índices de desenvolvimento económico e humano.
    Por mim, estou a torcer, assim como torço pelo nosso Portugal, que parece que não será dos países mais afectados do mundo.
    Veremos, num e noutro caso.

  29. Fred

    Depende mas não só dele, veja aqui.

    http://www.portugaldigital.com.br/noticia.kmf?cod=7982843&indice=0&canal=159

    apesar de gastar bastante para conter o dolar, as reservas brasileiras na moeda aumentaram.

    E as importações despencaram. Apesar do natal e o tradicional bacalhau, hehehehehe.

  30. é que eu digo… cada vez mais, o Brasil está a ser hoje, o “país do Futuro”…
    Espero que continue assim.
    E cuidado com a quebra das importações,especialmente pq são em bens de equipamento, não de consumo e isso pode significar uma redução do investimento das Empesas.

  31. Fred

    Sim, mas a queda se deu principalmente das mercadorias chinesas e de carros importados, pelo menos isso. hehehehe.
    E levamos um senhor revés russo. Vai entender!

  32. reflexos do chumbo do SU-35?…

  33. Fred

    Provavelmente, e da ameaça de compra de equipamento militar chinês.

    Faz parte!, né!

  34. Fred

    Bem, mudando de assunto radicalmente;

    Pequena Redondilha maior:

    Prezado amigo Clavis,
    um ano novo completo,
    desejo de coração,
    destes bem especiais
    cheio de muita ação,
    daqueles bem temperados
    com boa erudição.

    Lutando o bom combate
    Que nada lhe seja dado!
    Porém tudo conseguido;
    Ver os filhos crescendo,
    a mulher nunca chorando,
    o seu cão latindo,
    a chuva morna caindo
    a carteira recheada,
    a criançada correndo.

    Se chorar, emocionado
    Só ir dormir já cansado
    acordar bem humorado,
    comer bem e descansado,
    chegar sempre adiantado,
    não perder nenhum centavo
    Lembrar do necessitado
    manter o compromissado
    ser honesto e honrado

    Obrigado pelo incentivo e pelas sempre inteligentes participações na teimosa aurora, que tarda mas não falha. hehehe.

    🙂

    Forte abraço lusófono.
    Fred

  35. Obrigado, Fred!
    Não sendo cristão passo por esta época apenas como numa “efémeride social” comum, mas reconheço a intenção do cumprimento e retribuo-o!
    Boas festas, Fred e a todos os demais que por aqui vão passando!

  36. E q em 2009 ninguém pense em comprar esse calhambeque chamado f.35… os outros podem , nós Brasucas , nunca.

  37. “SÃO PAULO – A gigante da norte-americana de defesa Lockheed Martin confirmou que decidiu não apresentar seu avião caça modelo F-35 Joint Strike Fighter à licitação do governo brasileiro para a modernização de sua frota militar. Segundo a empresa, o motivo para não incluir o jato em sua proposta foi o alto grau de transferência de tecnologia, imposto pelas regras da concorrência.”
    http://defesabrasil.com/site/index.php/Noticias/FAB/Lockheed-nao-oferece-F-35-ao-Brasil.html

    teoricamente, o F.35 nem estava em equação…

  38. “O avião tem – apesar dos seus defeitos – uma razoável capacidade de sobrevivência contra ameaças médias.”

    Excluindo o F-22 nenhuma outra aeronave tem a capacidade de sobrevivência semelhante ao F-35! Ameaças médias, o que significa isso? Pq se for assim os Flankers e Rafales só podem enfrentar ameaças leves, pois serão detectados muito antes e por uma variedade muito maior de sistemas.
    Se um dia o F-35 se tornar realidade vai ser uma revolução no combate aéreo e tornar a tarefa das IADs muito mais difícil, mesmo com o surgimento de novas tecnologias que diminuam os efeitos da furtividade.

    Respeitosamente!

    • Na fase atual é simplesmente impossivel parar o projeto: simplesmente perder-se-ia demasiado tempo e dinheiro… E nos tempos de crise atuais isso nao pode acontecer.
      Além de que o regresso ao desenvolvimento exclusivo de versoes mais modernas do F-15,16 ou 18, representa a prazo um beco sem saida! Ha que trabalhar numa nova plataforma, capaz de dar continuidade a estes projetos durante as proximas decadas, ja que é impensável que estes aparelhos (concebidos na Guerra Fria) se mantenham operacionais durante mais 40 anos…

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