Daily Archives: 2008/12/16

Afinal, o pico do cérebro só se alcança aos 40 anos e… pode ser combatido

Segundo um estudo cientifico, a mielina, a proteção das células nervosas do cérebro começa a deteriorar-se a partir dos quarenta anos de idade, levando a um gradual abrandamento das capacidades motoras. Já se sabia que a velocidade com que reagíamos a um dado acontecimento – por exemplo, a velocidade com que adiantávamos o pé para evitar um rotundo tombo no chão – estava condicionada pela rapidez com que as células cerebrais emitiam esse comando. Assim se explica porque não há atletas de alta competição depois do 40… O estudo contudo, não conclui só por mas noticias… Admite também que os indivíduos que se mantêm física e mentalmente ativas, exercitando assim o seu cérebro conseguem manter os cérebros mais ativos e em melhores condições. Outros factores para aplacar esta implacável marcha do tempo, são o controlo da hipertensão, do colesterol e da diabetes. Sem estes factores, a reparação natural da mielina pode conseguir repor os danos e reduzir a perda de rapidez cerebral. Especialmente se for ajudada por baixos níveis de hormonas de stress e altos níveis de ácidos gordos Omega 3, afirma o Dr. George Bartzokis cuja equipa realizou este estudo na Universidade da Califórnia.

O estudo também demonstra que o auge do ser humano não se alcança por volta dos vinte ou trinta anos, como acredita o senso comum e conforme é mandamento sagrado nos departamentos de recursos humanos de todo o mundo. O facto de o auge ocorrer pelos quarenta quer dizer também que após este pico de desempenho físico e mental o ser humano persiste em valores ainda altos durante mais alguns anos ou décadas, algo em que infelizmente o estudo da Universidade da Califórnia não se focou, mas que evidencia que a atual política das organizações de afastarem os colaboradores com mais de 50 anos é errada e que a política de admissões de colaboradores com apenas menos de trinta anos é, no mínimo, desatualizada, especialmente em sociedades em envelhecimento constante e onde as pessoas chegam à idade de reforme em cada vez melhores condições físicas e mentais.

Fonte:
CBSNews.com

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3. Parágrafos agostinianos de pensamento político em "Ir à Índia sem abandonar Portugal"

P.47
“então, o povo português achou que digno de imperar no Espírito Santo (quer dizer, de ser o Rei, a figura principal do império futuro, da idade futura do mundo), era a criança. Com a sua imaginação, a sua alegria, a sua capacidade de perguntar, todas essas coisas.”

Nestas frases Agostinho desenha aquela visão que tem da sociedade do futuro: uma sociedade assente na imaginação, na alegria e numa constante e permanente capacidade para tudo questionar e de eternamente buscar as razões das coisas. Em vez de “fazer”, de contabilizar as toneladas de aço ou o número de barris de petróleo fabricados ou exportados, as sociedades do futuro devem orientar-se para o mais livre e pleno exercício da imaginação de que o Homem pode ser capaz. Em vez de imensas hostes de fabricadores-consumidores que vegetam vidas inteiras em autênticas colmeias e com cada vez menos direitos e tempo para si próprios, Agostinho antevê nestas sociedades do futuro, prefiguradas pelas celebrações do “Império do Espirito Santo” um novo tipo de recentramento, mais humanista e livre do que qualquer sociedade do passado ou do presente.

Estas novas sociedades, fruto de uma visão joaquimita e providencialista do Futuro que busca muita da sua inspiração em António Vieira, são sociedades orientadas para a produção de bens culturais e não para a produção de bens, materiais e serviços, como o são aquelas que hoje conhecemos. O professor não despreza contudo os bens materiais, pelo menos não aqueles que são essenciais à satisfação das mais básicas necessidades humanas. Bastas vezes, alude à necessidade imperativa de primeiro nutrir o corpo, vestir o nu e descansar a alma, para que, só depois, possa o Homem dar espaço ao desenvolvimento do seu poder criativo, entorpecido ou esquecido se o corpo passa fome e produtivo na sua máxima capacidade se está, pelo contrário, satisfeito.

A criatividade e a imaginação humanas, os dois pontos centrais desta visão agostiniana da sociedade dos tempos vindouros, são aplicadas não somente no campo da produção cultural, mas também nos domínios da investigação científica, da engenharia, da concepção de novos modelos de organização e de pensamento. A criatividade, a inventividade e o poder de improviso, essencial num mundo onde tudo muda tão depressa, são assim também aplicadas a todas as áreas do conhecimento e do trabalho humano. Em vez de fazer assim, “porque sempre se fez assim”, Agostinho preferia sociedades que questionassem internamente todos os seus processos, na satisfação de um eterno ciclo de melhoria contínua, aumento sempre a eficácia dos processos produtivos, pela sua mecanização e automatismo crescentes e libertando assim cada vez mais os homens das tarefas repetitivas e desumanizantes que estes cumprem nas fábricas e campos do mundo desde os alvores da História.

“o ideal do povo português é que, um dia, nós possamos comer sem ser obrigados a apresentar a cedulazinha que garante que nos trabalhamos.”

No tipo de sociedade e economia que o Professor antevê não poderá jamais haver “trabalho” para todos. Pelo menos não o conceito de “trabalho” sob o conceito que atualmente temos dele e que é bem compatível com a origem latina (“tripalium” – instrumento de tortura) do mesmo… Numa economia onde o essencial das tarefas produtivas serão entregues a robots, a complexos e autónomos sistemas de informação e a processos cada vez mais automatizados. Neste futuro, a maioria dos Homens estarão livres para outras tarefas mais humanas e criativas. É assim impossível que todos recolham uma remuneração de fábricas e de serviços que – no essencial – serão automáticos. Um outro tipo de organização social, menos fundada sobre o “dinheiro” e sobre o “trabalho físico e manual” terá assim que ser encontrada… Agostinho da Silva advoga em vários dos seus textos a possibilidade de “sociedades livres”, sem a satisfação do desejo egótico pela “propriedade privada” que marca o aspecto essencial das sociedades pós-modernas da atualidade. Não defende a “propriedade coletiva” que tão maus e nefastos frutos deu nas experiências comunistas e “socialistas” do século XX. Pelo contrário, prefere o conceito de “propriedade comunal” da Idade Média portuguesa ou o de “não propriedade”. Numa sociedade em que “nossas” seriam apenas as coisas que nos eram imediatamente mais próximas, como a roupa e uma habitação, tudo o mais seria gratuito e a ficção do dinheiro e da eterna e fátua necessidade deste seria desfeita. Se precisássemos de transporte, tomá-lo-ía-mos. Se precisássemos de um livro, busca-lo-ía-mos numa biblioteca ou livraria (tornada neste modelo, numa espécie de biblioteca de bairro), se precisássemos de alimentos, ou os buscávamos na nossa horta, plantada com gosto e prazer, ou a procurávamos no mercado automatizado ou provido apenas daqueles vendedores que retirassem prazer do contato humano e da atividade mercantil característica do festivo “espírito de feira” da nossa medievalidade.

“e o que é a Ilha dos Amores? É o império do Espirito Santo entre os homens. É não perder nenhuma das características de ser homem e ganhar todas as que se atribuem a Deus. Porque os homens ali, como se vê pelo seu comportamento com as ninfas, são plenamente homens, comem e bebem no banquete, mas depois estão fora do Tempo e fora do Espaço, como está Deus.”

Essa é a grande diferença desta sociedade do futuro, antevista aqui a partir do sonho camoniano da “Ilha dos Amores”: uma sociedade que realiza as capacidades potenciais do Homem e que acende a fagulha divina que arde na sua alma. Esta visão é diametralmente oposta às sociedades atuais onde essa centelha do divino, criadora como aquela manifestada pelos deus demiurgos do passado, se manifesta de forma sempre reprimida e intensamente desumanizante. Os Homens (marinheiros em Camões, porque são estes aqueles que viajam para o Futuro) cumprem assim a sua potência divina, e isto porque realizam nesta nova sociedade, regida não pelo império da Pimenta ou pelo ferro dos canhões, mas pela transcendência do Amor e pela alquimia dos corpos, a sua divina potência e assim de Homens se transformam em Deuses: livres, plenos e criadores.

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Sobre o português como segundo idioma na Extremadura

“O presidente do Governo da Extremadura espanhola, Guilhermino Vara, anunciou que o português será o segundo idioma na sua região a partir do próximo ano letivo”

Correio da Manhã, 28-11-08

A par da Galiza e da Catalunha, onde existem grandes potencialidades a explorar quanto a uma aproximação política e económica que seja precursora da “federação de Estados autónomos” sonhada pelo professor Agostinho da Silva, eis a Extremadura como um outro potencial pólo de desenvolvimento desta federação ibérica… Não tanto a união ibérica a que Saramago recentemente aludiu e que se fosse concretizada se haveria de esgotar rapidamente num modelo em que Madrid e Castela assumiam um papel dominante e imperialista, mas uma federação conduzida a partir do exemplo da reunião entre a Galiza e Portugal, prolongada depois ate à Catalunha (onde existe uma corrente pró-portuguesa com algum impacto) e depois ate a Extremadura e ao País Basco.

Que esta colocação da língua portuguesa como o segundo idioma na Extremadura seja percursora desta federação e que Olivença – inserida na Extremadura – e onde ainda hoje em dia, depois de 50 anos de repressão cultural e linguística franquista e madrilhena, o português ainda falado por perto de 70 por cento da população, possa desta forma regressar ao seio da Lusofonia.

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Quids S15: Em data nasceu o pintor deste quadro?

dddddst

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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F-35 Lightning II: Dificuldades de um “nem-por-isso-grande-avião”…

Embora por vezes pareça que o F-35 Lightning II seja já um avião plenamente desenvolvido e em produção, tendo sido inclusivamente “vendido” como tal, na verdade ainda não é mais que um programa em desenvolvimento… O projeto está mesmo ameaçado e poderá até não haver nunca nenhum F-35 de série se nos próximos meses os países que fazem parte do consórcio não acordarem na partilha de custos e responsabilidades. Se isso não acontecer, o programa de testes em curso (que deverá terminar apenas em 2013) poderá redundar… num dos maiores fiascos da história da aeronáutica.

Todo o projeto está aliás em risco. Nos EUA, o gigantesco e crescente déficit orçamental vai forçar o candidato ganhar a rever todos os programas de andamento em curso, e o F-35, que ainda não chegou à fase de produção pode ser suspenso, e substituido pelo Super Hornet ou pela última variante do F.-16, complementados por um número mais dilatado dos ainda escassos F-22. Mesmo agora, ainda sob a atual Administração, já se estima que os EUA precisão apenas de metade dos aparelhos inicialmente previstos… Um dos seus mais fiéis aliados neste projeto, o Reino Unido também está a mostrar sinais de hesitação no seu empenho no F-35, desiludido com os problemas técnicos surgidos em envolvido com a necessidade de reduzir as verbas de Defesa nos próximos anos devido às consequências da Crise Financeira. Em consequência, reduziu para metade o número de F-35 originalmente planeados. Na Holanda, questiona-se seriamente o F-35 por causa dos seus custos operacionais e reclama-se o lançamento de um concurso internacional para adquirir um avião capaz de cumprir as suas missões… Na Noruega, passa-se o mesmo… dúvidas quantos aos custos e quanto às capacidades do F-35… Na Dinamarca, o mesmo cenário… E como ambos os países são vizinhos da Suécia e esta os tenta com a nova geração JAS-39NG Gripen… esmorece o entusiasmo na participação do programa F-35. De todos os parceiros, somente a Austrália parece não estar a reavaliar a sua presença no programa.

Isto contudo, não quer dizer que as dúvidas australianas quanto ao F-35 não estejam também elas a subir… Uma simulação por computador feita no ministério da defesa australiano e cujas conclusões apareceram no “Sydney Morning Herald” testou um encontro entre aviões SU-30 e uma oposição mista de F-35, Super Hornets e F-22, tendo saído os aviões russos vencedores em todas as simulações! Esta conclusão é especialmente grave, tendo em conta que o avião russo é utilizado por muitos países asiáticos, fazendo parte do inventário de vários vizinhos australianos como a China, a Indonésia, a Malásia e até o Vietname. Esta situação torna sumamente importante o programa F-35, já que o F-22 continua longe das mãos australianas. E a qualidade do F-35 torna-se também mais importante do que nunca.

Os críticos do aparelho alegam que o avião tem “peso a mais e potencia a menos”. Aludem ao facto dos seus 20,010 Kg serem impulsionados por apenas 25 mil libras de potencia, uma proporção inferior à de muitos aviões atualmente em operação. Por exemplo,

o F-22, tem um peso carregado de 29,300 kg para um impulso de mais de 35 mil libras.Outros referem ainda que o aparelho tem um “wing-load” menos favorável que outros aparelhos do passado, oferecedo apenas uma reduzida capacidade de carga de bombas… e um raio de ação medíocre… O avião também parece não ter capacidades para se furtar aos mais modernos de mira IRST (Infra-red scan and track) disponíveis em mísseis ar-ar russos com alcances de até 70 km. Quanto a manobrabilidade… Esta é claramente inferior a qualquer avião de jato vetorial, como o SU-30 ou o MiG-29OVT e, de facto, até inferior a aviões de jato convencional mas equipados com “canards” como o Gripen ou o Rafale… E esta manobrabilidade pode ser critica num “digfight” ou até a iludir um míssil nos seus últimos segundos de voo, e é um factor que nunca deve ser subvalorizado num avião de combate…
Dito isto, o F-35 não é uma completa inutilidade… A sua disseminação entre países da NATO oferece algumas vantagens logísticias significativas para os seus operadores. O avião tem – apesar dos seus defeitos – uma razoável capacidade de sobrevivência contra ameaças médias. A sua capacidade de carga de armamento não é extraordinária, mas será suficiente para a maioria das missões internacionais que os países que o vão operar cumprem pelo mundo fora. Infelizmente, e a somar à acima citada lista de defeitos, o custo do F-35 não tem também parado de subir… Desde as primeiras estimativas – feitas em 2001 – o preço unitário já subiu mais de 50%, estando agora cada aparelhos na casa dos 137 milhões de dólares por unidade… muito para um avião que se pretendia vir a suceder ao F-16, um caça de “massas” e suficientemente barato par servir de espinha dorsal para um número extraordinário de forças aéreas no mundo. Com este preço, dificilmente assistiremos à substituição sistemática de F-16, por F-35…

Fontes:

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Etiquetas: | 39 comentários

Começam os problemas sociais na China: desemprego, fábricas a fechar e reduções em 75% de salários

Com a redução generalizada das compras de produtos manufacturados, a China está a começar a sentir efeitos sérios nos níveis das suas exportações. Como os salários da esmagadora maioria dos trabalhadores chineses é determinada em função do número de peças produzidas, com a redução destas, resultante da quebra de encomendas, os salários estão a acompanhar… a descida, nalguns casos descendo 75%, um valor impensável no Ocidente e que está a criar elevados níveis de frustação na China.

A BBC aponta o exemplo de uma fábrica de roupas para bebé onde os trabalhadores que recebiam 370 dólares mensais em maio, agora em setembro recebem apenas 65 dólares! Nesta fábrica em particular (a fábrica “An Jia”), os trabalhadores manifestaram-se, o dono chamou a polícia e esta deteve trabalhadores, sem contudo conseguir aplacar os protestos. Os trabalhadores protestam que quando tudo corria bem, o patrão não dividia os lucros, mas agora que as coisas mudaram, são apenas eles que estão a pagar a factura. Noutros locais, as empresas começaram a despedir pessoal e está a ser impossível encontrar trabalho… Outras fábricas optaram por dar dois dias de folga (não remunerada) em cada três, o que se traduz numa redução salarial idêntica.

Nos últimos meses, perto de 60 mil empresas chinesas fecharam, sendo especialmente afectadas as empresas que fabricavam brinquedos, estimando-se que metade do total já tenha fechado e em muitas cidades chinesas assiste-se agora a um refluxo para os campos de muitas dezenas de trabalhadores chineses que trabalhavam nessas fábricas falidas.

Este refluxo rural, o aumento do desemprego e da riqueza dos trabalhadores estão a tornar o governo chinês muito nervoso… É que durante muito (demasiado) o governo do partido comunista fez assentar a justificação para a falta de democracia e para a sua ditadura justificando-a com a melhoria (evidente) do nível de vida dos chineses. Se afinal este crescimento não era sustentado e se baseava demasiado nas exportações e demasiado menos no aumento da qualidade do nível de vida dos chineses e no consumo interno então as pessoas vão começar a exigir a factura… e a perguntar quais são as vantagens de manter um grupo de tiranos corruptos no poder.

Fonte:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/7733499.stm

Categories: China, Economia | 9 comentários

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