Daily Archives: 2008/12/11

"Portugal é uma pátria madrasta para com os que a querem transformar e engrandecer"

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Os grandes vultos do séc. XX em Portugal sofreram quase todos de uma solidão intelectual muito profunda, foram incompreendidos, invejados. O nosso povo é mesquinho e destrói as pessoas que se vão destacando. Camões, Pessoa, Amália… Todos sofreram bastante, pois Portugal é uma pátria madrasta para com os que a querem transformar e engrandecer.

Fernando Dacosta, in Jornal de Letras, Artes e Ideias, 3-16 de Dezembro de 2008, p. 29.

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Os EUA vão aumentar drasticamente a vigilância sobre os seus próprios cidadãos

Paulatinamente, mas de forma decidida um dos programas de vigilância interna mais perigosos jamais implementados nos Estados Unidos vai avançando… Entre notícias sucessivas de Crise Financeira, Colapso da Indústria Automóvel e até, da eleição de Obama, uma das criações mais “negras” do mandado Bush, o DHS (“Department of Homeland Security”) continua a existir e prepara-se para ativar a primeira fase do programa de vigilância por satélite, não do Irão, não da Coreia do Norte, mas… da sua própria população. É o DHS que vai “coordenar” todas as imagens de satélite recolhidas pelos satélites-espiões dos EUA e utilizá-las sob a eterna e longa capa da “guerra ao terrorismo” e usar as imagens de muito alta resolução desses satélites para espiar os seus próprios cidadãos.

Os mais recentes satélites de espionagem para além de funcionarem em todas as bandas de luz visível e do infravermelho, conseguem também obter fotografias de resoluções de centímetros e até localizar a assinatura de calor de um ser humano, mesmo quando este se encontra dentro de um edifício. Estas imagens, combinadas com os dados informáticos e resultantes de escutas domésticas realizadas pela NSA e pelo FBI permitem que as forças de segurança federais venham a ter um grau de monitorização quase absoluto sobre os seus cidadãos e efetivamente muito superior ao que conseguem exercer sobre qualquer “inimigo” dos EUA no mundo.

Ainda não se conhece a posição do presidente eleito, Barack Obama, sobre este impressionante reforço dos mecanismos de vigilância do governo e dos serviços de informação dos EUA sobre o seu próprio povo… mas espera-se consistência.

Fonte:

http://www.inteldaily.com/?c=126&a=8374

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Quids S15: Como se chamava este navio?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S15 | 9 comentários

Cada vez mais países africanos apelam a uma intervenção internacional para afastar Mugabe do poder

O primeiro-ministro queniano apelou à reunião de forças militares para desalojarem Robert Mugabe do poder e dar oportunidade a que agências humanitárias entrem no país e salvem a sua população de uma situação cada vez mais critica. Raila Odinga declarou que que a “comunidade internacional tinha que responder ao apelo do povo africano, e devia ajudar a terminar com o reinado assassino de Robert Mugabe no Zimbabwe“. O político queniano acrescentou ainda que a União Africana “devia formular uma resolução para enviar tropas da União para tomar o controlo do país“.

Este apelo segue-se a outro – idêntico – para o envio de três mil militares europeus para a Republica Democrática do Congo. Aqui, a ONU, já tem a sua maior missão de Paz da atualidade. Uma missão que custa anualmente quase um bilião de dólares, mas que se revelou incapaz de travar a recente ofensiva rebelde no leste… Agora vários países africanos clamam também pôr forças europeias na RDC… Não deixa de ser irónico que cinquenta anos após a descolonização, vejamos tantos apelos ao regresso das forças europeias… Talvez estas tenham saído depressa demais, deixando países com fronteiras artificiais e estruturas administrativas e económicas demasiado frágeis, mas na época não havia paciência para esperar mais tempo… E os países que só saíram muito mais tarde, como Portugal, acabaram por insistir teimosamente em modelos administrativos anacrónicos e ineficientes, que afundaram ainda mais os países colonizados…

No caso do Congo, é gritante a ausência deste cenário do antigo colonizador belga… Quando há alguns anos atrás, houve necessidade de enviar forças europeias, foi a França que enviou 800 homens que mercê da sua extrema eficiência e profissionalismo conseguiram fazer o trabalho de uma força muito superior. Não houve então, nem há hoje, um único soldado do país que durante mais de duzentos anos explorou de forma tão selvática e barbara o Congo… Compare-se esta atitude de demissão de responsabilidades com a de Portugal, que sempre enviou forças e esteve disponível onde quer que as suas forças tiveram que estar presentes, desde a Guiné, a Angola até Timor…

E o problema do Zimbabwe já é uma questão lusófona! Moçambique encontra-se entre os países da linha da frente nas críticas ao regime louco de Mugabe e o afluxo de refugiados zimbabweanos a Moçambique é cada vez mais intenso, tendo sido já registados casos de cólera no leste de Moçambique em consequência do contato com estas populações. Se houvess uma força lusófona de manutenção de paz, talvez este fosse o momento para esta ajudar Moçambique nas suas justas reinvidações por uma solução para o problema de Mugabe… Mas não há. Ainda.

Fonte:
www.cnn.com

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional, Sociedade | Etiquetas: | 1 Comentário

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