Daily Archives: 2008/12/01

Afinal… Quantas Terras há mesmo na nossa galáxia?

Existem na nossa galáxia entre 200 a 500 milhões de estrelas, o que implica – segundo algumas estimativas – que alberga também cerca de mil milhões de planetas, e entre estes… Cem milhões de “Terras”, isto é, de planetas semelhantes à nossa Terra.

Em setembro de 2008, conheciam-se perto de 350 exoplanetas. Com esta amostra, torna-se possível estimar quantos planetas há efetivamente na nossa galáxia, com um maior grau de certeza. Destes, não havia nenhuma “Terra”, mas aplicando o “principio da banalidade”, isto é, se existe uma Terra então deve haver mais, já que nada distingue o nosso Sol de muitas outras estrelas na Galáxia e pelo Universo fora. Ou não…

Um passo importante para aclarar esta questão foi dado pela equipa de Edward Thommes, Soko Matsumara e Frederic Rasio, da Universidade de Northwestern do Illinois que utilizando um supercomputador, criaram sistemas solares virtuais e seguiram a sua evolução. Verificaram assim que o processo de formação planetária é extremamente caótico e, sobretudo, que a formação de um Sistema Solar como o nosso, com planetas rochosos no interior e gigantes nas órbitas exteriores e todos cumprindo órbitas quase perfeitamente circulares é extremamente rara.

Com efeito, segundo as simulações, se o disco protoplanetário for pouco denso, só se formam alguns pequenos planetas e nenhum gigante. E sem gigantes, não há nada que atraia e absorva a maioria dos cometas e asteróides que assim se precipitam todos sobre os planetas rochosos, destruindo qualquer condição para a erupção e manutenção de vida.

Será que então a famosa “equação de Fermi” está correta e que a Terra é mesmo a única “Terra” da nossa galáxia? Os dados da simulação indicam que a probabilidade formação de planetas idênticos ao nosso e situados em órbitas tão estáveis e temperadas é muito reduzida. Assim sendo, é preciso rever as anteriores estimativas de “Terras” na nossa galáxia até um número muito inferior aos Cem mil milhões acima estimados até um número que não poderá exceder o… Um.

Mais uma razão para ganharmos juízo e protegermos esta nossa tão única e rara Terra…

Fonte:
Science et Vie, Outubro de 2008.

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Categories: Ciência e Tecnologia, SpaceNewsPt | 6 comentários

Quids S15: Como se chama este engenho?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sobre a proposta para um “assento lusófono” permanente no Conselho de Segurança da ONU

Já decorre há algum tempo um debate internacional em torno da alteração do restrito painel de membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. Os atuais cinco membros (EUA, Rússia, China, França e Reino Unido) correspondem aos cinco países que colaboraram na derrota dos países do Eixo durante a Segunda Grande Guerra e este contexto histórico está há muito ultrapassado…

As primeiras movimentações para reformar o Conselho de Segurança (CS) produziram em 1993 um grupo de trabalho para debater as alterações ao CS. Mas uma vez que o consenso era o mecanismo de decisão deste grupo e os interesses dos diversos membros raramente coincidiam, nada resultou destas reuniões… Entre aqueles que mais se ativos estiveram nestes debates encontrámos a Itália e a Alemanha, dois membros europeus do G7 que não são membros permanentes do CS porque foram as nações derrotadas na Segunda Grande Guerra. A única decisão que saiu deste grupo, foi a de alargar o painel de membros permanentes.
Nos últimos anos têm aparecido diversas propostas de alteração a esse quadro de cinco membros fixos. As propostas mais consistentes tentam colocar como membros fixos para além dos cinco atuais, dois novos países industrializados e três em desenvolvimento. E a estes ainda mais um de África, um asiático e um último país da América Latina. Outra proposta em discussão é a de reservar um número de fixo de assentos a cada região do planeta e distribuir estas posições de forma rotativa entre os países dessas regiões. Uma terceira proposta refere-se a simples adição de novos sete membros permanentes, o lusófono Brasil, o Japão, a Alemanha, a Índia e um país do continente africano que ainda não foi identificado, mas que seria provavelmente a populosa Nigéria ou a influente África do Sul. Os EUA estão entre os países que mais se têm oposto a qualquer modificação no CS. Desde logo, defendem que qualquer alteração à composição do Conselho, deve ser realizada no quadro de uma alteração mais global no funcionamento da própria ONU, uma instituição que é muito criticada pelos EUA, pelo menos desde o primeiro mandato Bush. Por exemplo, os EUA expressaram vivamente a oposição à admissão da Alemanha. Por sua vez, a China opõe-se à entrada do Japão…Esta, por sua vez, acha que o Japão não tem o estatuto regional que lhe mereça estar no CS…
Entre os países que mais reclamam a admissão ao CS, a Índia e o Brasil são os candidatos melhor posicionados, e destes dois, o Brasil parece ser o único cuja admissão não gera anticorpos violentos. Desde logo, porque é de longe o maior país de todo um subcontinente quer em termos puramente geográficos, quer em termos populacionais ou económicos, uma posição que apenas o México lhe pode disputar, mas a confortável distância. E, de facto, se a Alemanha e o Japão se arrogam ao direito de ingressar no CS pela dimensão das suas economias e população, menos não poderá ser dito do Brasil, já que o seu PIB é o oitavo do mundo (ver AQUI). Por essas razões, e porque ao contrário do que se passa com a Alemanha e  Japão, ninguém se opõe frontalmente à candidatura brasileira esta está na mesa e faz parte de uma proposta de Brasília para criar entre seis a sete novas vagas para membros permanentes no Conselho de Segurança que foi entregue à ONU em 2005. A proposta brasileira é muito razoável porque abdica do Direito de Veto nos primeiros 15 anos, após a admissão…
E agora dizemos nós… Porque é que os países da CPLP não se juntam e apresentam uma proposta conjunta? Um assento rotativo dos países da CPLP, uma personalidade eleita pelos representantes dos países lusófonos ou até mesmo um apoio público e direto ao Brasil, como digno e justo representante de toda a lusofonia?
Fontes:

http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/conselho-seguranca-onu/index.shtml

Categories: Brasil, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 10 comentários

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