Perante a intransigência chinesa, os líderes tibetanos requacionam as suas posições…

Os líderes dos exilados tibetanos estão a debater a sua futura estratégia depois do Dalai Lama ter admitido o fracasso da sua estratégia de diálogo com a China em prol de uma autonomia alargada para o território. Apesar de décadas de insistência, o regime chinês não tem revelado qualquer sinal de estar disposto a consentir ao Tibete um grau de autonomia suficientemente extensa que possa garantir a sobrevivência das especificidades culturais e religiosas do Tibete… E recordemo-nos que os exilados tibetanos não pedem a independência, como tantos povos ocupados ou colonizados pelo mundo fora, do Sara Ocidental a Timor, mas pediam apenas uma espécie de autonomia que lhes garantisse a sobrevivência da sua Cultura…

Perante a constatação do colapso da linha moderada, os líderes tibetanos reunidos na cidade indiana de Dharamsala irão avaliar “novos rumos” para a causa tibetana.

A ultima ronda negocial entre exilados tibetanos e membros do governo chinês começou em 2003 e consistiu em oito reuniões absolutamente estéreis, tal era a atitude intransigente do regime de Pequim. Esta intransigência ira agora provavelmente dar a força necessária aqueles tibetanos que defendem a independência por contraposição à posição do Dalai Lama da “via do meio”, de uma simples autonomia religiosa e cultural. Este impulso para a independência foi reforçado pelas recentes revoltas no Tibete, que foram severamente reprimidas e que encontraram a sua maior justificação no aumento notório da colonização do território por elementos da etnia Han, provenientes da China. É esta colonização e a progressiva extinção da identidade cultural tibetana que esteve na base das revoltas que começaram em Marco e que provocaram mais de 140 mortos entre os insurgentes tibetanos e dezenas de milhares de prisões, com centenas de “desaparecidos” no interior do sistema prisional chinês.

Dir-se-ão que estão agora criadas as condições entre os tibetanos para começarem a defender a independência da China. A incapacidade em dialogar ou ate em produzir qualquer tipo de cedência em negociações que têm como único objetivo aplacar as criticas da comunidade internacional demonstram a inviabilidade da “via do meio” e não há duvidas que agora os lideres tibetanos vão clamar por uma posição mais radical… A China vai assim ter que lidar com uma escalada na impopularidade internacional pela sua ocupação e colonização no Tibete… Em resposta vai lançar para a arena toda a sua crescente influencia económica e poder militar, como sempre tem feito entre ameaças mais ou menos veladas. Cabe aos Homens de bem deste mundo, pertençam a que religião ou cultura for alinhar ao lado dos oprimidos e da liberdade e enfrentar os golias que Pequim queira colocar em cena… E nesta luta moral que se avizinha, os povos lusófono, solidários e conhecendo ainda recentemente o idêntico caso de Timor devem estar na primeira linha deste combate pela independência do Tibete.

Fonte:
Bbc.co.uk

Categories: China, Política Internacional | Etiquetas: | 13 comentários

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13 thoughts on “Perante a intransigência chinesa, os líderes tibetanos requacionam as suas posições…

  1. Fenix

    Como é possivel a comunidade internacional ainda não ter feito um imbargo á china como fez a outros.O tibete está ocupado pelos chineses se nada se fizer a seguir será fomosa e depois a mongolia e por ai fora…

  2. Guedes

    Gostaria aqui de pôr um ponto de ordem se me permitem. Ainda que corra o risco de ser mal interpretado digo o seguinte:-
    1: – Historicamente o Tibete sempre se recusou a estabelecer relações diplomáticas fosse com quem fosse. Os ingleses no século XIX foram obrigados a enviar uma expedição militar a Lassa, não para ocupar o país, mas apenas para obrigar os tibetanos a aceitar uma representação diplomática estrangeira na sua capital onde não existia nenhuma. Isto numa acção de certo modo semelhante à do americano almirante Perry, quando obrigou cerca de 1850 com as suas canhoneiras, os Portos japoneses a abrirem-se ao comércio internacional.
    2: – O regime tibetano era feudal esclavagista teocrático e sujeitava o povo a todas as atrocidades que é possível imaginar. Os romances de Tolstoi sobre a servidão e a miséria na Rússia czarista são pálido retracto do que se passava no Tibete. Tudo isso é facto indesmentível!
    3: – Num acção semelhante à tomada pela NATO na ex-jugoslávia os chineses ocuparam o Tibete por duas razões: – Libertar o povo tibetano do jugo de meia dúzia de senhores (e quando digo meia dúzia de senhores é na acepção literal da palavra) e também para proteger as suas fronteiras, já que nesse tempo o alinhamento da India com a União Soviética poderia fazer do Tibete uma testa de ponte capaz de pôr em perigo vastas regiões da China em plena “Guerra Fria”.
    4: -O Dalai Lama aceitou a ocupação chinesa e só relutantemente fugiu para Daramshala (Índia) depois de um facto consumado que foi uma rebelião mal executada e liderada pelos monges que viam o seu poder em perigo e pelos senhores feudais que temiam perder terras e escravos a curto prazo.
    5:- Em toda esta situação quem perdeu foram os monges e os senhores feudais. O povo não. Bem pelo contrário. Livrou-se da servidão e passou a viver melhor. Nas imagens dos últimos distúrbios mostrados pelas televisões quem lidera são os monges togados de capas roxas. O resto do povo lamenta-se por ver as suas vidas e os seus bens desbaratados.
    6:- Não esquecer também, que os tibetanos não se confinam ao Tibete, mas vivem e são maiorias importantes em várias outras províncias da China, onde nunca a soberania chinesa esteve minimamente em causa.
    7: – Afinal de contas o Tibete, muito diferentemente dos vizinhos Butão e Nepal, nunca constituiu de facto um país, mas quando muito uma região diferenciada pela geografia, e fortificada do resto do mundo por uma imensa muralha constituída pelas falésias dos Himalaias. Um pouco à semelhança do País Basco que se estriba nos Pirinéus. Mas alguém defende em consciência o terrorismo da ETA?
    8: – O Nepal e o Butão também foram estados teocráticos (o Butão ainda é), mas mesmo assim souberam estabelecer relações diplomáticas com os países estrangeiros de forma a preservar as suas identidades e hoje são nações que ninguém põe em causa.
    8:- O Tibete, tal como Macau e Hong Kong possuem um alto grau de autonomia e não se queixam. A China (ateia) respeita as instituições budistas do Tibete e estou convencido que poderia obter ainda mais autonomia se aceitasse a separação entre religião e Estado. Que diabo! Estamos no século XXI.

    Por tudo isto compreendo o Dalai Lama. Retirou-se não por que se sentisse derrotado, mas por que a via que defende é de facto a mais correcta. Se os extremistas do governo no exílio ficarem na mó de cima tudo ficará na mesma. Se a “via do meio conseguir singrar” talvez o Tibete finalmente consiga a sua verdadeira autonomia, e os monges o seu lugar, já que a para os senhores feudais o seu tempo já passou há séculos.

    PS: Claro que não só não subscrevo como condeno quaisquer excessos da China no Tibete em matéria de direitos humanos. Neste ponto não há que dar tréguas a Pequim sempre que haja motivo.

  3. é possível porque a China é um gigante de exportações e sobretudo… um mercado imenso para as exportações de produtos tecnológicos e de alto valor do ocidente, com todos aqueles milhões de consumidores de rendimentos crescentes…
    essa vertente mercantilista da sociedade moderna explica a impunidade com que o regime chinês tem tratado o seu próprio povo e prejudica tantos outros, desde o congo, ao sudão, passando naturalmente pelo Tibete.

  4. Guedes:
    o seu extenso comentário, merece uma resposta igualmente detalhada…
    brevemente (logo que limpar a minha longa lista de artigos pendentes) irei publicar uma resposta.

  5. Guedes

    Caro Clóvis
    Não posso estar mais em desacordo. Então quem é que incentiva as guerras em África? Não são os países ocidentais que dominam os negócios de diamantes de petróleo, de extracção de metais, de diamantes, etc. em África? São!.
    A China limita-se a fazer negócios sem se emiscuír nos assuntos internos dos outros países. Querem lá saber os chineses se é a BP, ou a ELf, ou sei lá que outras companhias que dominem o mercado do petróleo no Sudão, ou seja lá onde for. Do que a China precisa é de petróleo e compra-o ao Sudão, Angola e a não sei quantos outros países africanos. Para isso, paga em dinheiro vivo aos seus governos, ou constrói infra-estruturas nos países com os quais contrata em troca do “ouro negro”. Em minha opinião os negócios da China em África não podem ser mais claros e ao menos menos alimentadores da corrupção que pela África reina. Os da França, dos EUA, da Inglaterra e mesmo da Rússia é que deixam mais bem a desejar!…

  6. Guedes

    Caro Clavis Prophetarum
    Desculpe tê-lo chamado Clovis. Erro meu!

  7. Cristian

    Um pouco de historia

    Fevereiro de 1888, A Inglaterra invadiu Tibet; roubaram e queimaram templos e mataram monges no caminho; a invasão causou grande perda. Impunidade total, nenhuma divulgação nos livros de historia, um fato que foi esquecido e ignorado.

    De acordo com informações disponíveis na net o Dalai Lama é apenas um fantoche das oligarquias ocidentais. Isto explica os generosos financiamentos e divulgação do budismo tibetano no ocidente.

    A China

    O fundador do comunismo chinês Mao Tse tung era um fantoche das oligarquias do grupo Illuminati, coroa britanica e dinastia Rothschild, todos eles são sionistas… Para compreender o comunismo chines é necessário conhecer a historia oculta da Rússia. A Russia foi manipulado por estas oligarquias que eram proeminentes no partido sovietico russo, responssavel pela ditadura Soviética que causou enormes danos ao povo russo, da mesma forma, a China é um instrumento destas oligarquias citados, o propósito final é usar o partido comunista chines para dominar o mundo. O plano de domínio global chines inclui, se necessário, provocar WW3, atacar ou neutralizar EUA, o uso de armas químicas-biologicas contra os países ocidentais com consentimento destas oligarquias. A China é o cão de guarda que vai permitir estas oligarquias dominarem o mundo todo, formando uma ditadura mundial, conhecido como Nova ordem mundial pelos teóricos em conspirações. Isto explica a impunidade do regime chinês.

    Acredite se quiser, pois a verdade é mais estranha que a ficção!

  8. Cristian

    As pessoas culpam os Illuminati,, os americanos, judeus etc

    Eles só “enganam” aqueles que se deixam “enganar”. Enquanto jogarmos a culpa por não sermos felizes em algo externo, nos “Illuminati”, no “Satanás”, no “Diabo”, na “Besta”, no “Anti-Cristo”, nos “inimigos comunistas”, nos achando “vítimas pobrezinhas” do mundo, não vamos sair do mesmo lugar. Aliás, é exatamente isso que vem ocorrendo há milhares de anos no planeta: um culpando o outro pelos problemas do mundo, ao invés de reconhecer em si mesmo o egoísmo, o orgulho, a ganância e a vaidade, que são a causa de todos os males que perturbam a humanidade.

  9. Fenix

    A história do Tibete teve início há cerca de 2.100 anos.

    Em 127 a.C. uma dinastia militar fixou-se no vale de Yarlung e passou a comandar a região, perdurando-se esta situação por oito séculos. Por centenas de anos “belicistas” o Tibete investiu sobre terras vizinhas.

    Este comportamento mudou em 617, quando o imperador Songtsen Gampo – 33º rei do Tibete – começou a transformar a civilização feudo-militar em um império mais pacífico. Seu reinado durou até 701, e seu legado foi imenso: criou o alfabeto tibetano; escreveu e estabeleceu o sistema legal tibetano (baseado no princípio moral segundo o qual é valorizada a proteção do meio-ambiente e da natureza); favoreceu o livre exercício religioso do budismo, e; construiu vários templos (dentre eles destacam-se o Jokhang e o Ramoche).

    Seus sucessores continuaram a transformação cultural, custeando traduções e criando instituições. O próximo rei do Tibete foi Tride Tsukden (704 – 754), o qual deixou seu filho como sucessor, o rei Trisong Detsen.

    A partir do século VII a região tornou-se o centro do lamaísmo, religião baseada no budismo, transformando o país num poderoso reinado. Antigo objeto de cobiça dos chineses, no século XVII o Tibete é declarado incluído no território soberano da China. A partir daí seguem-se dois séculos de luta do Tibete por independência, conquistada – temporariamente – em 1912.
    Em 1950 o regime comunista da China ordena a invasão da região, que é anexada como província. A oposição tibetana é derrotada numa revolta armada em 1959. Como conseqüência, o 14° Dalai Lama, Tenzin Gyatso, líder espiritual e político tibetano, retira-se para o norte da Índia, onde instala em Dharamsala um governo de exílio.Em setembro de 1965, contra a vontade popular de seus habitantes, o país torna-se região autônoma da China. Entre 1987 e 1989 tropas comunistas reprimem com violência qualquer manifestação contrária à sua presença. Há denúncias de violação dos direitos humanos pelos chineses, resultantes de uma política de genocídio cultural.

    Em agosto de 1993 iniciam-se conversações entre representantes do Dalai Lama, laureado com o prêmio Nobel da Paz em 1989, e os chineses, mas mostram-se infrutíferas. Em maio de 1995 é anunciado pelo Dalai Lama o novo Panchen Lama, Choekyi Nyima, de 6 anos, o segundo na hierarquia religiosa do país. O governo de Pequim reage e afirma ter reconhecido Gyaincain Norbu, também de 6 anos, filho de um membro do Partido Comunista da China, como a verdadeira encarnação da alma do Panchen Lama.
    Ugyen Tranley, o Karmapa Lama, terceiro mais importante líder budista tibetano, reconhecido tanto pelo governo da China como pelos tibetanos seguidores do Dalai Lama, foge do país em dezembro de 1999 e pede asilo à Índia. A China tenta negociar seu retorno, mas Tranley, de catorze anos, critica a ocupação chinesa no TibeteA causa da independência do Tibete ganha força perante a opinião pública ocidental após o massacre de manifestantes pelo exército chinês na praça da Paz Celestial e a concessão do Prêmio Nobel da Paz a Tenzin Gyatso, ambos em 1989. O Dalai Lama passa a ser recebido por chefes de Estado, o que provoca protestos entre os chineses. No início de 1999, o governo chinês lança uma campanha de difusão do ateísmo no Tibete. A fuga do Karmapa Lama causa embaraço à China.

    O Tibete é, ainda hoje, considerado pela China como uma região autônoma chinesa (Xizang) por outras palavras região ocupada pela china como foi timor pela indonesia.
    senhor guedes :Acho que por muito que tente defender a china não é possivel. O que tem mantido a china unida é a ditadura de partido unico.Assim que essa ditadura comunista acabar havera outras independecias pela china fora e que agora com a represão estão esquecidas. Dou dez anos para a queda da ditadura chinesa e depois falamos.

  10. Fenix

    Realmente tens razão clavis ,mas á mais e que não foi dito por denhum politico é que os proprios chinese tomem conciencia que á outros sistemas outras maneiras de pensar a propria economia vai transformar a china ditadurial em uma china mais pequena e democratica isto não e obra do acaso mas vai custa de todos nos.

  11. Guedes

    Comentários sobre o Tibete (e já vão 10), não há pachorra. Senhoras e senhores, informem-se antes de mandarem bocas que diria tolas sem querer ofender ninguém. A Europa dos turistas vê o Tibete de uma forma. O povo tibetano vive-a no quotidiano. Tem problemas semelhantes aos que se vivem no resto do mundo, ou seja: parcos salários, reformas de miséria, falta de dinheiro para mandar os filhos a estudar decentemente. Desigualdades sociais ainda patentes apesar de todas as reformas introduzidas pela China.
    Nesta situação que se vive hoje no Tibete há lugar para tudo menos para a metafísica e não consta que o povo transforme o budismo tantra em pão para comer num milagre semelhante ao que Jesus Cristo operou.
    Actualmente o Tibete espera apenas que as pedras roladas dos Himalaias se transformem alimento. A China faz o que pode, mas não consegue operar milagres. Os senhores exilados em Daramshala na Índia não precisam de milagres têm pequeno almoço, almoço e ceia todo o dia (pago pela CIA). Mas como não quero politizar a questão direi apenas que aconteça o que acontecer ao regime de Pequim a China nunca se desmembrará (pelo menos neste século. No próximo logo se verá!) nem se transformará em estado federal. Apesar da diversidade a China com mais de quatro mil anos de existência como estado unificou-se muito antes do Império Romano ter unificado a Europa, o norte de África e o próximo Oriente num só império.
    Senhoras e senhores vejam o que aconteceu quando as potências Ocidentais tentaram desmembrar a China no século XIX. Falharam!
    Senhoras e senhores vejam o fracasso da República de Cantão dos anos 20 do século XX que falhou também, inexoravelmente.
    A China nunca teve vocação para ser um república federal mas sim para ser uma nação unitária independentemente da sua diversidade étnica e linguística
    E acima de tudo tomem atenção a isto: Na China falam-se dezenas e dezenas de línguas e dialectos. Em Pequim e no Norte da China fala-se o mandarim. A liderança política usa este idioma no seu quotidiano. Quando pessoas que falam línguas diferentes se encontram utilizam o mandarim como língua franca para se entenderem. No entanto não existe qualquer lei, ou directiva que imponha o mandarim como língua obrigatória na China. O mandarim é apenas (como poderia ter sido o fracassado esperanto europeu, ou o desusado português do século XVI) apenas uma forma de etnias diferentes se entenderem.
    Uma coisa é a China política de partido único. Outra coisa é a cultura chinesa que depois dos excessos temporários do isolacionismo, Ming e Ching e do mais recente maoísmo se revela bem mais aberta actualmente. É só esperar mais alguns anos e se calhar vamos ter na China uma democracia a sério sem que o país tenha necessariamente de se desmembrar, ou se federar.
    Por isso acho que um Tibete independente estará para o futuro como a Madeira, ou os Açores independentes em relação a Portugal.
    Continuo à espera que Clavis me refute

  12. Fenix

    A historia do tibete fala por si a invasão chinesa também eu não tou branquiar a historia está escrita ai em cima.”A Europa dos turistas vê o Tibete de uma forma”.Sim aquela que os chineses querem.que não é a real”O povo vive-a no quotidiano. Tem problemas semelhantes aos que se vivem no resto do tibetano ou seja: parcos salários, reformas de miséria, falta de dinheiro para mandar os filhos a estudar decentemente. Desigualdades sociais ainda patentes apesar de todas as reformas introduzidas pela China.”Realmente é todo isso e mais genocidio cultura e religioso opressão politica pelo simples facto de haver uma maneira diferente de pensar falta de liberdade de espressão tanto escrita como falada prisioneiros politicos que são tratados como terroritas.
    Sabe senhor guedes o tibete feudal e relegioso ou seija não laico era melhor do que imperalismo chines porque era a sua casa,a sua indentidade a sua cultura as sua raizes que o senhor não consegue conpriender porque não é tibetano.Esse tibete está no coração de cada tibetano oprimido á espera de ser libertado mesmo seija para ser mudado mas pelos proprios tibetanos.que não querem ser mais uma forminga num formigueiro onde fazem o que a rainha das frmigas diz. Eu é sou tolo.

  13. Mais cedo ou + tarde , a China terá será democratica, vía comércio mundial, vai se abrir + e +, e nestas frestas entraram tbm a luz do vto universal.Eu creio neste contagio benigno.

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