Daily Archives: 2008/11/18

A Índia vai comprar mais 29 MiG-29K para a sua Marinha de Guerra

O governo indiano aprovou a aquisição de um grupo adicional de mais 29 aviões russos MiG-29K para o porta-aviões da Marinha. Atualmente, a Índia utiliza já doze aviões MiG-29K e quatro treinadores MiG-29UB adquiridos em 2004 no âmbito de um pacote mais amplo que incluía a venda – após modernização – do porta-aviões russo Admiral Gorshov, o qual ainda está a ser alvo de modificações, como já anunciámos noutro artigo do Quintus.

Ainda que detalhes sobre o preço final destes 29 MiG-29K não sejam ainda conhecidos, estima-se que o seu preço final venha a rondar os 2 biliões de dólares. Um preço elevado, para aviões russos e de 4 geração, mas compreensível se tivermos em conta que são versões navalizadas, o que eleva sempre o preço unitário destes aparelhos.

Fonte:

Air Forces Monthly, novembro de 2008

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Quids S15: Que navio é este?

sss2on

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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A Embraer vendeu um Super Tucano à empresa de mercenários norte-americana Blackwater

//brasil.indymedia.org)

(O Super Tucano polémico in http://brasil.indymedia.org)

Um dos operadores menos conhecidos do avião de ataque e treinamento brasileiro Embraer EMB-314 Super Tucano é a tristemente célebre… Blackwater. Esta empresa de mercenários e de “serviços de segurança”, muito ativa no Iraque e envolvida com alguns dos mais negros episódios da ocupação norte-americana desse país do Médio Oriente (ver AQUI) adquiriu em meados de 2008 um Super Tucano com a matrícula C/N 31400082, comprado indiretamente pela “EP Aviation LPP” por cerca de 4,5 milhões de dólares, de forma a mascarar o verdadeiro destinatário do aparelho, já que é afinal uma subsidiária da Blackwater, sediada no campo de aviação de Elizabeth City. Um aeródromo “municipal” onde ese encontra sempre muitos helicópteros e C-130H “civis” como se pode ver AQUI)

O avião é do modelo EMB-314B1 e parece que foi comprado com o intuito de adestrar os pilotos da empresa de mercenários em voo de ataque ao solo e patrulhamento em zonas de conflito. Este isolado Super Tucano poderá assim ser apenas o começo de uma relação comercial que poderá levar à aquisição de mais aparelhos, que serão posteriormente cedidos com pilotos e a restante equipa de terra a países com os quais a Blackwater tenha contratos de “segurança”. Sinal disso mesmo, de que a Blackwater tenciona mesmo formar uma “esquadrilha mercenária” são as afirmações do presidente da empresa, Gary Jackson que terá dito que escolhera o modelo porque a sua baixa velocidade o tornava num “excelente avião de ataque ao solo”… Ou seja, não um “excelente teinador”, mas foi o facto de ser “um excelente avião de ataque ao solo”, que levou à compra… Se isto não significa que a empresa tenciona expandir a sua frota de Super Tucanos e “alugá-los” a governos estrangeiros ou a missões para o governo dos EUA, então não sei o que significa…

Tudo indica que este Super Tucano não vai ser usado em nenhum dos principais clientes internacionais da empresa: Iraque e Afeganistão. O aparelho será apenas usado como treinador. Sabe-se que a USAF está a planear utilizar oito aviões deste tipo em missões de “vigilância armada” na fronteira do Iraque com o Irão e a Síria, libertando assim os helicópteros que atualmente as cumprem para outras missões e deixando de usar aviões F-16 e F-18 como complemento. A substituição poderia representar uma notável poupança financeira, já que uma hora de voo no Super Tucano custa 950 dólares enquanto que a de um desses aparelhos oscila entre os 5 e os 7 mil dólares… Este interesse da Blackwater indica que pode haver um acordo prévio para transferir este aparelho do inventário da USAF (que usa para as mesmas missões os PC-21 suíços) para o inventário da ainda incipiente força aérea iraquiana… mas entregando os seus comandos a pilotos mercenários da Blackwater, treinados nos EUA, neste avião de matrícula C/N 31400082, claro…Há também uma questão de legalidade pendente a esta venda… Parece que a legislação brasileira impede a venda de equipamentos militares a empresas privadas. Nacionais ou estrangeiras… Para contornar esta “dificuldade” a Embraer vendeu o aparelho desarmado, mas a aviónica e eletrónica que permitem a utilização de armas (instaladas posteriormente) ficou lá toda e claro, quem duvida que a Blackwater assim que recebeu no seu aerodromo de Elizabeth City não instalou logo os dois canhões que faltavam?… Esta mesma polémica é aliás espelhada por este requerimento apresentado ao Ministério da Defesa brasileiro (ver AQUI ) pelo senador José Nery Azevedo, e que aqui apresentamos:


“Requeiro nos termos regimentais, conforme o disposto no artigo 50 parágrafo 2º da Constituição Federal e artigo 216, inciso I do Regimento Interno do Senado Federal, que esta Casa solicite ao titular do Ministério de Estado de Defesa o seguinte pedido de informações:

1. O Ministério da Defesa possui conhecimento acerca de venda de um avião  Super Tucano, modelo Emb314B1, de propriedade da Embraer, para a Empresa Americana Blackwater
WorldWide, conhecida agência de fornecimento de soldados mercenários para guerras pelo mundo?
2. É fato público que a referida empresa está sendo investigada no Congresso dos Estados Unidos devido a sua atuação no Iraque, acusada de violação de direitos humanos. O Ministério da Defesa considera legal a venda de equipamentos militares para empresas que os utilizem em conflitos armados que já estejam em curso no momento da transação comercial, como é o caso da participação da referida empresa na Guerra do Iraque?

Plenário do Senado Federal, 3 de junho de 2008.

– Senador José Nery Azevedo, Líder do PSOL.
Justificação: No dia 1º de junho deste ano o jornal Estado de São Paulo publicou a seguinte reportagem, que justifica o pedido de informações que ora solicito (grifos de responsabilidade do autor do requerimento). “Empresa de mercenários compra Super Tucano”

Roberto Godoy

O avião que não deveria existir tem matricula, 31400082, e endereço – 1.650 Tyson Boulevard –, na cidade de McLean, no estado americano de Virgínia. O avião que não deveria existir é um Emb314B1 Super Tucano, vendido em dezembro de 2006 para a Blackwater Worldwide – a maior empresa do mundo de serviços de defesa independentes, ou seja, de soldados mercenários. A aeronave, pintada de cinza e preto, foi entregue sob sigilo pela Embraer há pouco mais de três meses. Era 25 de fevereiro e chovia forte no aeroporto de São José dos Campos. Com registro N314TG da Federal Aviation Agency (FAA), o avião que não deveria existir voou direto para Elizabeth City, em Virgínia, uma espécie de base aérea corporativa. O valor do contrato é de aproximadamente US$4,5 milhões. Durante oito meses, a existência do único Super Tucano particular foi sistematicamente negada. A companhia compradora é a EP Aviation, uma subsidiária da Blackwater. A transação teve de ser autorizada pela Presidência da República e negociada diretamente com o Governo dos Estados Unidos. A legislação do Brasil proíbe o fornecimento de equipamentos militares para companhias e para uso em conflitos já existentes no momento da transação. O princípio é adotado desde os anos 80. Uma das destinações prováveis do turboélice Emb-314 é o preparo de pilotos em missões de ataque contra posições de insurgentes no Iraque.
Essa venda do Super Tucano é assunto sensível para todos os envolvidos. Nos Ministérios da Defesa e das Relações Exteriores, setores pelos quais o processo circulou, trata-se de tema a ser discutido ao abrigo da proteção das fontes. No Itamaraty, um veterano diplomata ouvido pelo Estado, pondera que a administração do Presidente Lula está admitindo, na carteira de clientes do País, uma empresa sob investigação do Congresso dos EUA. Além disso, salienta o embaixador, a Blackwater é malvista entre nações do Oriente Médio que interessam à política externa brasileira. Na área da Defesa, mais cuidados: todas as etapas da operação são consideradas sigilosas e reservadas.
Na sede da Blackwater, o Presidente Gary Jackson limitou-se a confirmar, por meio de um portavoz, a compra da aeronave e a anunciar que ela será empregada em um novo programa de treinamento. O analista Cláudio Lucchesi, diretor da revista especializada Asas, acredita no benefício de mercado “a partir da escolha, por um cliente não sujeito a lobbies ou pressão política, que fez sua seleção com base na qualidade do produto”. A Embraer apenas reconhece ter feito a exportação.

A versão do Super Tucano vendida para a EP
Aviation/Blackwater é a mesma utilizada pela aviação brasileira. O sistema de armas foi inibido. As duas metralhadoras .50, internas, montadas nas asas, foram removidas. O conjunto eletrônico não sofreu alterações – o que permite realizar ataques simulados de alta precisão. A Blackwater Worldwide foi fundada em 1997 por Erik Prince e Al Clark. Prince tem sólida formação empresarial e treinamento militar de ponta: foi integrante da Força Seal, considerado o mais avançado time americano de operações especiais. Aos 39 anos, Erik é um republicano convicto. Católico recém-convertido, pai de 18716 Sexta-feira 6 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Junho de 2008 6 filhos, divorciado e novamente casado, ele responde por 987 contratos oficiais no valor de US$1,2 bilhão. Em 16 de setembro de 2007, um grupo de agentes da companhia atirou e matou 17 civis iraquianos em Nasur. Segundo a investigação conduzida posteriormente pelo FBI, 14 vítimas “foram atingidas sem motivo”. Ainda assim, não houve acusações formais. Erik Prince não gosta que “os rapazes da firma” sejam chamados de mercenários. “Mercenários são combatentes profissionais que trabalham para quem oferece o melhor salário; nós somos americanos garantindo a segurança de americanos em zonas de risco”, declarou em entrevista coletiva. Na ocasião apresentou números: em 18 mil missões realizadas não perdeu nenhum cliente. Um deles é o presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, alvo de cinco atentados conhecidos. A contabilidade das ações registra cerca de 200 tiroteios só em território iraquiano. Em 173 casos o fogo foi iniciado pelos homens da Blackwater.”

Fonte:
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