A Espanha aumenta a sua participação na força “anti-pirataria” na Somália

A Espanha enviou um avião de patrulha Orion P-3 para a costa da Somália de forma a cumprir missões de apoio à atividade anti-pirataria que vários países estão agora a tentar executar nesta região, a pedido da ONU.

O avião espanhol vai operar a partir da base aérea francesa em Djibuti e vai reforçar o contingente multinacional composto por forças de 16 países (entre os quais a Espanha) que responderam a um apelo consubstanciado na Resolução número 1816 do Conselho de Segurança da ONU que permite que os países que a ela respondam possam entrar com os seus vasos de guerra nas águas territoriais da Somália. Os piratas somalis atacam navios mercantes praticamente todos os dias e ou capturam a carga ou exigem um resgate para a libertar, como sucedeu recentemente com um cargueiro transportando 33 tanques T-72.

É de uma Resolução idêntica e de uma força multinacional semelhante que a Guiné-Bissau precisa para fazer frente ao crescente poder dos narcotraficantes colombianos que usam as suas águas e portos como o maior entreposto atual para fazer chegar os seus produtos aos mercados europeus. Como a Somália, a Guiné-Bissau é um estado sem meios para fazer valer a sua soberania nas suas aguas territoriais, como ela, é um pais imerso num problema cujos ecos se fazem repercutir em muitos outros. Como a Somália, também já se ouviram vozes internas pedindo auxilio. Então, porque não se faz nada e porque é que ESTA força de paz lusófona não está já no terreno?

Fonte:

Air Forces Monthly, novembro de 2008

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6 thoughts on “A Espanha aumenta a sua participação na força “anti-pirataria” na Somália

  1. Esta deveria ser uma deixa p/ o BRASIL atuar , lógico c/ autorização das autoridades da guiné e da ONU…apresentar serviçõs p/ preitear “akela” vaguinha…

  2. pois devia.
    especialmente tendo – de longe – a maior e melhor marinha de guerra da lusofonia…
    devendo agir, contudo, com a presença de vasos portugueses já que o terceiro país da lusofonia, Angola, não tem de facto marinha de guerra, além de 6 patrulhas espanhóis banzan que foram “comprados” e que desapareceram nas contas da família dos Santos…
    http://forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?t=5585

  3. Pegaso

    Vou ser mais radical porque não uma unica marinha na lusofonia sobre a bandeira da lusofunia isso devia ser para ontem.

  4. é o que penso… mas para começar, talvez bastasse criar uma força lusófona, para intervir nas missões da ONU que os países da CPLP cumprem no quadro da Onu, no Haiti (Brasil) ou no Afeganistão, Líbano, Timor, Kosovo, Bósnia, Serra Leoa, Moldávia, Palestina, Congo, quer em missões policiais, quer militares.
    Depois, poder-se-ía pensar numa espécie de “eurocorpo” (uma unidade mista entre Espanha, França, Alemanha, Bélgica e Luxemburgo) e posteriormente uma “fusão” de marinhas… sim, esse é também o meu “utópico” sonho, Pegaso e uma das ambições que atribuo ao MIL!

  5. Pegaso

    Força clavis,Força mil vamos”lutar” por isso.

  6. não pararemos, enquanto não lograrmos cumprir a nossa declaração de principios e objeticos, garanto, Pegaso!
    http://movimentolusofono.wordpress.com/declaracao-de-principios-e-objectivos/
    assim sejamos também divulgados!

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