Daily Archives: 2008/11/15

A China falsificou uma conversa entre os seus astronautas

A mais recente realização espacial chinesa, o pequeno “passeio espacial” de vinte minutos do astronauta Zhai Zhaigaibor a partir da cápsula Shenzhou VII teve um pouco badalado mas muito infeliz episódio… De forma algo semelhante aos patéticos episódios da “falsa menina cantora” e da “marcha étnica” dos Jogos Olímpicos, nesta muito mediática expedição espacial a China tornou a recorrer ao embuste e ao circo mediático para tentar vender a imagem de “modernidade” e “sucesso” do seu país.

A atividade espacial do astronauta em si mesma devia ser bastante aos líderes do Partido Comunista Chinês, já que além dos EUA e da antiga União Soviética, mais nenhuma nação conseguiu transportar, manter e colocar no Espaço nenhum astronauta. Mas não. Isso não bastava aos interesses da propaganda chinesa… É que várias horas antes do lançamento da Shenzhou VII a televisão estatal chinesa emitia uma passagem – supostamente em direto – de uma conversação entre dois dos três astronautas dentro da cápsula, mas já no Espaço!
– “Estamos a abandonar o local do lançamento. Preparando a rota para o Espaço. Estou a aumentar o combustível para obter mais velocidade. Fim.”
– “Estamos no Espaço, agora. Ligando as luzes dianteiras. Fim.”
– “Estamos agora em órbita terrestre, reduzindo o combustível. Fim.”

Como esta “conversa” acabou – por lapso técnico – de ser emitida várias horas antes do lançamento, responsáveis governamentais chineses tiveram que vir a público explicar que se tratara de um erro e que a sua gravação fora feita… para efeitos meramente ilustrativos. Pois. Perguntamo-nos se a missão tivesse sido um fiasco, se tivessem morrido todos os astronautas a bordo da cápsula por asfixiamento (como aconteceu com a primeira Soyuz), o que fariam as autoridades chinesas? Emitiam na mesma a gravação e camuflavam o insucesso?

Fonte:

http://www.gather.com/viewArticle.jsp?articleId=281474977460090

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Cinema: Kuduro, fado e música tradicional portuguesa este mês na Fonoteca

Lisboa, 15 Nov (Lusa) – O crescente interesse pela música africana, sobretudo pela que é feita em Angola, está representado em quatro dos doze documentários que a Fonoteca exibe a partir de terça-feira em Lisboa.

A quarta edição da Mostra “Imagens sobre música” arranca no dia 18 com a exibição de “Mãe Ju”, filme de Inês Gonçalves e Kiluanje Liberdade sobre os diferentes estilos de música que se praticam actualmente nos bairros populares de Luanda.

Até ao dia 22, serão exibidos ainda três outros documentários, da produção recente portuguesa, que incidem sobre música nascida em África.

Destaque para a exibição no dia 20 de “Kuduro, fogo no musseke”, de Jorge António, documentário que procura as origens deste género musical e de dança e que faz parte de uma trilogia daquele realizador sobre a música angolana.

Ainda sobre África será exibido no dia 19 o filme independente “É dreda ser angolano”, do colectivo Fazuma, rodado em Luanda a partir da audição do disco “Ngonguenhação”, do Conjunto Ngonguenha.

A mostra organizada pela Fonoteca, que se destina a revelar os mais recentes documentários portugueses sobre música, inclui ainda “Arritmia” e “Manda adiante”, duas obras de Tiago Pereira, realizador que há pelo menos dez anos se tem dedicado à recolha etnográfica de música e dança tradicionais e populares portuguesa.

“Arritmia”, que passa na Fonoteca no dia 21, é sobre o festival Andanças, de São Pedro do Sul, enquanto que “Manda adiante”, a exibir no dia 22, se centra nos tocadores e bailadores de uma localidade da Serra de Grândola.

“Brava Dança”, de Jorge Pereirinha Pires e José Francisco Pinheiro, sobre os Heróis do Mar, e “Fados”, de Carlos Saura, são outros filmes incluídos nesta mostra, que acontecerá sempre ao final do dia e com entrada gratuita.

SS.

FONTE: http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=373067&visual=26&tema=5

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A Espanha aumenta a sua participação na força “anti-pirataria” na Somália

A Espanha enviou um avião de patrulha Orion P-3 para a costa da Somália de forma a cumprir missões de apoio à atividade anti-pirataria que vários países estão agora a tentar executar nesta região, a pedido da ONU.

O avião espanhol vai operar a partir da base aérea francesa em Djibuti e vai reforçar o contingente multinacional composto por forças de 16 países (entre os quais a Espanha) que responderam a um apelo consubstanciado na Resolução número 1816 do Conselho de Segurança da ONU que permite que os países que a ela respondam possam entrar com os seus vasos de guerra nas águas territoriais da Somália. Os piratas somalis atacam navios mercantes praticamente todos os dias e ou capturam a carga ou exigem um resgate para a libertar, como sucedeu recentemente com um cargueiro transportando 33 tanques T-72.

É de uma Resolução idêntica e de uma força multinacional semelhante que a Guiné-Bissau precisa para fazer frente ao crescente poder dos narcotraficantes colombianos que usam as suas águas e portos como o maior entreposto atual para fazer chegar os seus produtos aos mercados europeus. Como a Somália, a Guiné-Bissau é um estado sem meios para fazer valer a sua soberania nas suas aguas territoriais, como ela, é um pais imerso num problema cujos ecos se fazem repercutir em muitos outros. Como a Somália, também já se ouviram vozes internas pedindo auxilio. Então, porque não se faz nada e porque é que ESTA força de paz lusófona não está já no terreno?

Fonte:

Air Forces Monthly, novembro de 2008

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