O Brasil recebeu 3 F-5II dos 11 jordanos que adquiriu

//i48.photobucket.com)

(F-5II ao ser descarregado in http://i48.photobucket.com)

Foram entregues à Força Aérea Brasileira (FAB) três aviões F-5II que pertenceram ao inventário da força aérea jordana. Os três aparelhos foram recepcionados na Base Aérea de São Paulo a 19 de Agosto e foram transportados no interior de um sempre impressionante cargueiro russo An 124-100 que os transportou, juntamente com várias peças e equipamentos de manutenção desde este país do Médio Oriente.

Estes três F-5II são os primeiros de um grupo de onze aparelhos (oito F-5E e três F-5F) modernizados pela empresa jordana “Jordanian Aerospace Systems Company” antes de serem entregues à FAB.

Estes aparelhos jordanos resultam de uma revisão de uma decisão de comprar aviões F-5 sauditas tomada em 2006, mas depois cancelada quando houve informações que davam estes aparelhos em muito más condições técnicas.

Fonte:
Air Forces Monthly, novembro de 2008

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Categories: Brasil, DefenseNewsPt | 21 comentários

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21 thoughts on “O Brasil recebeu 3 F-5II dos 11 jordanos que adquiriu

  1. Fred

    Eles já estão no PAMA em São Paulo.

    Aqui fotos dos serviços executados

    http://www.webasas.com.br/?JCZ=NEWS&SUB=SHOW&ID=206

  2. “O primeiro F5 jordaniano chegou ao PAMA-SP em 27 de agosto de 2008, sendo um modelo F número 951 (901 em árabe), sendo que no total, A FAB adquiriu 12 F-5, sendo 9 do modelo E (monoplace) e 3 do modelo F (biplace).”

    12? Então são mais do que eu pensava… o mesmo número que se ía comprar à Arábia Saudita, não era?

  3. Eu te confesso..eu gosto destes caças..pena ñ serem velozes, mach acima de 2,6 seriam imbativeis..são mt ágeis. É de fácil manutenção..e agr repontencializados…devem ter uma sobrevidas de + 10 anos ou + …espero.

  4. Pegasus

    Mas afinal, se vc esta pretendendo comprar aviões de 4,5 geração(Rafale), porque ainda esta comprando aviões antigos.

  5. Evangeline (ex-Nito)

    pois não é muito normal… comprar sucata quando se quer novos aviões…

  6. Nito

    Já vi que a Evangelinite não resultou em pleno… logo voltei às origens 🙂

  7. bem, nito, sei que a modernização severa a que foram submetidos os F-5 os tornou bem diferentes do que eram e que se portaram muito bem no último red flag… por isso, não serão assim tão “sucata” como isso…
    mas concordo, que fico sempre meio hesitante com compras de aviões tão de 2ª linha (mesmo na sua época, o F-5 era para ser um caça barato e de “exportação”), quanto mais hoje, contra SU-35 e F-16 Block 52…

  8. a prova que estes F-5s (com os mísseis certos) ainda são uma arma muito letal:

    “In the Cruzex 2006 multinational war games, a Brazilian F-5 made simulated kills on two French Air Force Dassault Mirage 2000N aircraft, which were supported by an E-3 Sentry and escorted by other two Mirage 2000C.”

    http://en.wikipedia.org/wiki/Northrop_F-5

  9. Luís Fernando

    Cruzex 2008 – Operações “Agressors”

    Em cinco dias de operações aéreas, pilotos da FAB operando como “agressors” já superaram as ações da última edição do exercício multinacional – Link

    http://www.defesanet.com.br/fab1/cruzex_5.htm

  10. Luís Fernando

    Os F5, mesmo com suas limitações tecnológicas frente à geração 4,5, têm mandado ver:

    “Nesta semana, um único piloto do 1º/14º GAV já abateu em combate a curta distância (sem BVR) dois Caças Mirage 2000 da Força Aérea Francesa, e um F-5 Tiger III da Força Aérea do Chile. Este novo feito também foi repetido por vários outros pilotos do mesmo esquadrão, o que comprova o alto nível operacional desta tradicional unidade, já chamada de a elite da aviação de caça da FAB.”

    (trecho do texto contido no link do post acima”

  11. Ronaldo

    Senhores,
    Estes F-5E ex-jordânia não serão modernizados no padrão “M”…… mas sofrerão uma revisão do tipo IRAN no Pama-SP e irão servir em Manaus. Foram comprados por serem “mosca branca de olhos azuis” no mercado, ou seja, muito raros estes bi-places.

    Quanto a CRUZEX e seus “resultados” cuidado com o ufanismo….. é que quando um “davi” abate um “golias”, realmente vira notícia, porém é a excessão, não a regra.

    Sds.

  12. Luís Fernando

    O texto e os links foram postados apenas por se referirem, em parte, à atuação dos F5 modernizados, em complementação ao post do Clavis que mencionava a cruzex anterior.
    Referem-se as notícias à adoção do padrão agressors, no treinamento pela FAB.
    Basta observar o teor do texto através do link e se verá que se trata hoje do que é considerado a elite da FAB.
    Longe, mas muito longe de ufanismos.
    O caça F5M é uma modernização e que se destina a preencher de certa forma o gap tecnológico de uma para outra geração, preparando ao mesmo tempo os pilotos para o emprego de doutrinas mais modernas de combates.

  13. Luís Fernando

    Evidentemente se destinam também a tentar manter um certo poder de combate até que venham os novos vetores.

  14. Pegasus

    Sem querer mudar de assunto, tenho lido muito sobre o que andau acontecendo nos ultimos combates reais como guerra do golfo e estou vendo um padrão , pelo menos do lado americano, que os combates estão cada vez mais sendo decididos com AMRAAM, ou seja , media distancia, estão todos apregoando a letaliedade dessa arma que esta evitando combates diretos ou os “dogfight”, se isso virar via de regra, os combates deverão se transformar em situações onde ganhara quem atirar primeiro nessa media distancia devido a ja falada eficiencia desses misseis, fico pensando como sera o futuro estilo de combate.
    Gostaria de ouvir comentarios dos participantes se isso realmente podera condenar os “dogfight” ao segundo plano ou existira como neutralizar a eficacia desses misseis.

  15. sem dúvida. radares rápidos (AESA) e mísseis BVR são hoje a essência do combate aéreo. raros aparelhos têm sido abatidos em dogfight nos últimos anos, de facto…

  16. Claro é lógico q a FAB vai adquirir mts desrtes misseis BVRs p/ ekipar os F5M repotencializados , serão bem armados , em especial os da amazônia. E q se erga logo a bases da FAB e marinha , logo na região..temos q militarizar essa área, nosso calcanhar de Akiles…p/ ontem.

  17. bem, reconhecendo a importancia dos BVRs (e de uma rede extensa de radares), a verdade é que continuo cético quanto à utilidade a przo destes aviões, repotenciados ou não… parece-me yum investimento a prazo mais rentável comprar um avião novo, no lugar de 4 ou 5…

  18. Esse acontecimento foi totalmente ou quase totalmente ignorado pelas principais redes de tv e radio no brasil, bom ver que alguns se deram o trabalho de agir como jornalistas.

  19. sim, mas em novembro de 2008! 😉
    (safa! já passou assim tanto tempo?)

  20. Sim ,faz tempo, agr vem um novo caça…espero.Rafale.

  21. carlos henrique

    eu gostaria de saber o por que , o BRASIL não faz o contrato com os suecos ou então fabricas os seus aviões na embraer mesmo….pow, o brasil tem tecnologia e inteligencia para esse feito…
    mto obrigado.

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