Descobriram (outra vez…) as Minas do Rei Salomão

Uma equipa de arqueólogos, liderada pelo professor Thomas Levy da Universidade da Califórnia encontrou aquilo que acredita serem as míticas “minas do Rei Salomão”, num sítio arqueológico imerso no deserto jordano conhecido como Khirbat en-Nahas. Recorrendo a técnicas de datação pelo Carbono 14 os arqueólogos confirmaram que a produção de cobre nesse local estava ativa na época em que Salomão reinava em Israel.

Estas míticas minas deram origem a varias obras literárias e cinematográficas que moldaram a imaginação de varias gerações e entre as quais destacamos a magnifica obra de Rider Haggard, genialmente traduzida para português por Eça de Queirós. Esta identificação não é a primeira que surge… As Minas já foram antes localizadas no Iémen, em Tartessos (Gades), no Sudão e ate no Congo, no Alto Virunga, dando origem a um dos melhores livros do recentemente falecido autor de “Parque Jurássico”, Michael Crichton: “Congo”. A localização no sul da Jordânia é contudo a mais plausível de todas… Na época, o território estava integrado no reino de Elam, que Salomão dominava em regime de protetorado e a sua proximidade de Israel torna a tese mais provável do qualquer outra…

Fonte:
www.cnn.com

Categories: História, Mitos e Mistérios | 16 comentários

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16 thoughts on “Descobriram (outra vez…) as Minas do Rei Salomão

  1. adorei o filme ao menos…

  2. ao menos?
    bem, pelo menos gostou de alguma coisa…
    mas atenção que o filme segue a “tese” da localização africana das minas de salomão, não a tese jordana que agora parece mais forte do que qualquer outra…

  3. Pegaso

    Não credito.

  4. Pegaso

    Não acredito nisso que sejam na jordania.

  5. Pegaso

    E que tal Etiopia tem minas de ouro que são esploradas á desde o tempo de salomão assim como tribo que preteseram ao reino de salomao alem disso são “cristão” no meio de mulçomanos como Egito sudão sumalia republica centro africana negeria areitra já no seculo xx foram ivadidos na segunda guerra mundial por italia mas já “cristão” com culto proprio muito antigo que vem dos tempos do rei salomão.Abisa abeba capital da etiopia é ainda hoje grande centro de comercio de ouro. Minas de cobre não é so por si sinonimo de haver ouro pelo menos naquele tempo não havia o mercurio disolver o minerais. O rei salomão tinha minas de ouro, tambem de cobre caro pedras preciosas caro mas Verdade minas são as de ouro e predras preciosas e essa so em africa.

  6. sejamos claros: a tese que mais me apela é e sempre foi a tese do Alto Virunga (a do “Congo”, ao fim ao cabo).
    Mas a História geralmente não é tão poética como gostaríamos que fosse… e a tese jordana é muito mais plausível, temos que admitir…
    Navalha de Ockam!
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Navalha_de_Occam

  7. Pegasus

    Bom, alem de ver que tem outro pegasus aqui, so que esse com “O” no fim, gostaria de escrever um pensamento que gosto muito ” So o fantastico tem a possibilidade de ser real”. Estive coincidentemente ontem, lendo sobre os Fenicios, sua possivel vinda ao Brasil e a possibilidade de que quando mantinha comercio com Salomão, suas minas poderiam ter origem aqui no Brasil.
    Outro dado que gostaria de colocar é que a lenda é sobre “as minas” do rei Salomão, no plural, e sendo Salomão um dos maiores expoentes da inteligencia antiga, não seria de supor que sua fonte de metais preciosos e pedras preciosas fossem mais diversificadas, discentralizar a fonte de suas riquezas parece mais o estilo de alguem como Salomão, por isso não discarto a possibilidade de essa mina no Libano seja do tempo de Salomão, mas acho que poderia ser apenas uma delas.

  8. fenicios no Brasil… sim, até eu já escrevi sobre isso!
    http://movv.org/2007/05/08/navegacoes-fenicias-no-atlantico/
    http://movv.org/2007/04/23/influencia-das-navegacoes-cartaginesas-no-atlantico/

    não acredito na tese “brasileira” para a origem das minas de salomão… os contactos com o Brasil, nessa época eram muito raros e fruto do acaso, não de uma rota comercial firme e estabelecida como aquela que teria que haver entre as minas e Israel… para isso era preciso haver uma proximidade geográfica… como há com a Jordânia, ou com o Iemen (outra tese) ou com o Congo Oriental (neste caso, bem mais dificilmente…)

  9. Pegaso

    Os fenicios no brazil !! Era mais facil terem chegado á etipoia pelo mar vemelho do alguma vez terem estado no brazil essa tese é irealista sonhor pegasus.Afinal temos mais sara palim do eu pensava…

  10. Pegasus

    Caro Pegaso
    Fica claro seu desconhecimento da arqueologia Brasileira, vendo que escreve o nome do meu pais com “z”, não deve ser daqui.
    Houve muitas descobertas de inscrições em varias partes do Brasil, no entanto, alem da pedra da Gavea, onde ha inscrições( não aceitas oficialmente), seguem os estudos para tentar decifrar o material ja encontrado, o fato é que não se pode atribuir as inscrições a indigenas perdidos no meio da selva, por elas serem por demais eleboradas, pelo menos uma parte.
    Tenho certeza que Clavis conhece bem mais sobre esse assunto, a historia não para de recuar nas suas datas e parametros de influencia de civilizações.
    Digo o caso de nosso maior expoente em arqueologia no Brasil, Niede Guidon, seus estudos mostraram que ja haviam comunidades vivendo no aqui por volta do ano 12000 A.C, mas a comunidade internacional fala em contaminação do sitio ou outros erros(que ja foram descartados) e não quer aceitar pois a teoria que o homem entrou na America pelo estreido de Bering a 24000 anos não poderia ter ocorrido levando em conta o tempo necessario para descer ate a America do Sul, a data de entrada teria que recuar mais que 24000 anos e ja não se encaixaria.Apesar que ja existem trabalhos de outros arqueologos que ate a data de 24000 anos atras não pode ser aceita pois o degelo(que é o fator que permitiria a passagem) seria tão violento, criando torrentes de agua que impediriam essa travessia por esse tempo.
    Isso so mostra o quanto ainda precisamos entender e aprender em termos de arqueologia.
    Quanto a Sara Palin, bom, acho que apesar de sua pretença burrisse, ela é governadora de um estado e seus dividendos dificilmente são menores que os nossos.

  11. bem, não sendo efetivamente um especialista sobre o tema, posso dizer que não havendo provas cabais e decisivas que comprovem a presença de fenícios na América do Sul, há indicios suficientes para que eu acredite em viagens não-sistemáticas, mas fruto de tempestades que levaram os navios desde as colónias no norte de Africa e na Península até à América.
    Por isso digo “contactos casuais”, não “rotas comerciais”, que essas (como havia entre Roma e a Índia) não poderiam ter havido numa época em que não se conseguia navegar durante muito tempo longe da vista de costa.

  12. Pegaso

    Os fenícios e a sua história
    A civilização fenícia tinha um plano econômico centralizado no comércio marítimo. Entre os séculos X e I a.C., os fenícios criaram entrepostos comerciais ao longo de todo o Mediterrâneo, chegando às costas atlânticas da península Ibérica e norte da África.
    Seus principais adversários comerciais, e consequentemente bélicos, eram os gregos, que paradoxalmente, são uma de suas primeiras e mais importantes influências (principalmente os micênios) sociais e políticas. Infelizmente, os fenícios não deixaram literatura ou registros escritos em materiais resistentes ao tempo, e por esse motivo o que se sabe da sua escrita provém apenas de curtas inscrições em pedra.
    As suas cidades principais foram Sídon, Tiro, Biblos e Beritus (atual Beirute), na Costa do Levante. Biblos, Sidon e Tiro foram, de forma sucessiva, capitais desse império comercial. No norte da África, existiram Cartago, Útica dentre outras. Na atual Itália, no extremo oeste da ilha da Sicília, havia uma cidadela portuária estratégica, rodeada de muralhas, chamada Motya. Sarepta, no sul da Fenícia, região do atual Oriente Médio, é onde se realizaram as mais profundas escavações arqueológicas. Os Fenícios chegaram à Espanha e a atual Itália, fundando colônias onde hoje repousam cidades como Cádiz (ESP) e Palermo e Cagliari (ITA).
    A marinha fenícia era uma das mais poderosas do mundo antigo. Com a frota feita a base de cedro, árvore típica da região, símbolo inclusive registrado na bandeira do Líbano. Suas embarcações, dotadas de aríetes de proa, quilha estreita e vela retangular, eram velozes e mais fáceis de manobrar. Com isso, os fenícios mantiveram sua superioridade naval por séculos. Quando a Pérsia tomou controle da Fenícia, no século VI a.C., os persas passaram a utilizar a engenharia naval fenícia para tentar controlar o Mediterrâneo, o que não era tão mal visto pelos fenícios, já que os persas lhes davam certa autonomia política e religiosa, e os gregos eram seus inimigos há séculos. Na expedição de Xerxes em 480 a.C., havia três dos mais renomados “almirantes” fenícios em sua frota. Em certa feita, durante o reinado do rei persa Cambises II da Pérsia, os persas contavam com o apoio naval dos fenícios para conquistar o norte da África. Mas os navios retrocederam após um ataque ao Egito, pois constava nos planos dos persas um ataque à colônia fenícia de Cartago.
    Após o século V a.C., quando a Fenícia foi ocupada pelos macedônios de Alexandre, o Grande, a Fenícia deixou de existir como uma unidade política, e seu território original deixou de ser governada pelos fenícios. Vale lembrar que Alexandre tem fortes raízes na Grécia, inimigos dos fenícios. No entanto, suas colônias ao longo da costa do Mediterrâneo, como Cartago na Tunísia, Gadir na Espanha, Panormo na Sicília e Tingis (atual Tânger, no Marrocos) continuaram a prosperar como importantes portos e entrepostos comerciais, especialmente aquela primeira cidade, que se tornaria centro da civilização fenícia.
    A influência fenícia declinou após as derrotas nas Guerras Púnicas contra o Império Romano, no século II a.C..
    O nome Fenícia deriva do nome grego da área: Φοινίκη — Phoiníkē. O nome Espanha vem de uma palavra fenícia que significa “costa de coelho”. Quanto à religião, os fenícios eram politeístas, e talvez admitissem sacrifícios humanos.
    Na Bíblia, o rei Hiram I de Tiro é mencionado como tendo cooperado com o rei Salomão na organização de uma expedição ao Mar Vermelho e na construção do Templo de Salomão. Este templo foi construído de acordo com desenho fenício, e as suas descrições são consideradas como a melhor descrição existente que temos do que terá sido um templo fenício. Os fenícios da Síria também eram chamados siro-fenícios.
    Os fenícios foram um povo de comerciantes com descendência de Cam (figura da mitologia judaica de existencia não-comprovada) que saíram do norte da região hoje conhecida como Líbano para o norte da África em busca de novas rotas e que por um grande período de tempo dominaram o comércio no Mediterrâneo. Assim, os fenícios fundaram portos e cidades em lugares tão longínquos quanto a costa norte de África e a Espanha.
    Após períodos consecutivos de dominação assíria, persa e macedônica, a região de origem dos fenícios perdeu seu poder, ao passo que uma das colônias fenícias do Mediterrâneo, Cartago, ascendeu como um dos portos mais importantes do Mediterrâneo. Em um intervalo de 120 anos, entre os séculos III e II a.C., os fenícios de Cartago disputaram o controle do mediterrâneo com a República Romana nas Guerras Púnicas. Após sua derrocada em 146 a.C., pouco restou da cultura fenícia no Mar Mediterrâneo.
    A constante presença de potências estrangeiras na vida cultural da Fenícia parece ter sido a causa de sua pouca originalidade: as sepulturas fenícias, por exemplo, eram decoradas com motivos egípcios ou mesopotâmicos.Mesmo assim, os Fenícios deixaram para nós o maior legado cultural da Antigüidade: um alfabeto fenício fonético simplificado, com cerca de 22 letras, que inovava em relação a outros sistemas de escrita da antiguidade por basear-se em sinais representando sons, ao invés de pictogramas. Esse alfabeto é ancestral de grande parte dos alfabetos usados no mundo (como o grego, o latino, o árabe e o hebraico). Vale ressaltar que a invenção da escrita é atribuida aos Sumérios, uma das mais antigas civilizações mesopotâmicas(4000 a.C-1900 a.C),com o objetivo de registrar as transações comerciais. O primeiro alfabeto fenício foi adaptado a partir desse sistema silábico de escrita cuneiforme sumério.
    Os principais destaques da cultura Fenícia foram: cristais transparentes, tecidos (principalmente de púrpura), armas, jóias, objetos de bronze, couro curtido e estatuetas de barro esmaltado
    Sobre o Brasil:
    O Brasil está repleto de indícios comprobatórios da passagem dos fenícios, e tudo indica que eles concentraram sua atenção no nordeste. Pouco distante da confluência do rio Longá e do rio Parnaíba, no Estado do Piauí, existe um lago onde foram encontrados estaleiros fenícios e um porto, com local para atracação dos “carpássios” (navios antigos de longo curso).
    Subindo o rio Mearim, no Estado do Maranhão, na confluência dos rios Pindaré e Grajaú, encontramos o lago Pensiva, que outrora foi chamado Maracu. Neste lago, em ambas as margens, existem estaleiros de madeira petrificada, com grossos pregos e cavilhas de bronze. O pesquisador maranhense Raimundo Lopes escavou ali, no fim da década de 1920, e encontrou utensílios tipicamente fenícios.
    No Rio Grande do Norte, por sua vez, depois de percorrer um canal de 11 quilômetros, os barcos fenícios ancoravam no lago Extremoz. O professor austríaco Ludwig Schwennhagen estudou cuidadosamente os aterros e subterrâneos do local, e outros que existem perto da vila de Touros, onde os navegadores fenícios vinham a ancorar após percorrer uns 10 quilômetros de canal. O mesmo Schwennhagen relata que encontrou na Amazônia inscrições fenícias gravadas em pedra, nas quais havia referências a diversos reis de Tiro e Sidon (887 a 856 a.C.).
    Schwennhagen acredita que os fenícios usaram o Brasil como base durante pelo menos oitocentos anos, deixando aqui, além das provas materiais, uma importante influência lingüística entre os nativos.
    Nas entradas dos rios Camocim (Ceará), Parnaíba (Piauí) e Mearim (Maranhão), existem muralhas de pedra e cal erguidas pelos antigos fenícios.
    Apollinaire Frot, pesquisador francês, percorreu longamente o interior do Brasil, coletando inscrições fenícias nas serras de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Bahia. As inscrições reunidas são tantas que “ocupariam vários volumes se fossem publicadas”, segundo declaração do próprio Frot.
    Sua tradução faz referência às obras dos fenícios no Brasil, à atividade comercial que aqui vinham exercer e ao afundamento da Atlântida. Algumas inscrições revelam que, em virtude dos abalos sofridos, os sobreviventes da Atlântida foram para o norte da África fundar os impérios do Egito e várias nações do Oriente Médio. Falam ainda do dilúvio bíblico que, segundo eles, não foi universal, mas apenas um cataclisma local, na Mesopotâmia, fato esse que os cientistas aceitam hoje em dia.
    A condição de potência econômica, de cujo comércio as demais dependiam, deu à Fenícia uma certa estabilidade que lhe permitiu existir tanto tempo sem possuir fortes exércitos. Sobreviveu à hegemonia egípcia, síria e assíria, e depois também ao domínio persa. Eis que finalmente chegou um elemento racialmente estranho, na forma dos invasores da Europa, e a Fenícia finalmente baqueou, primeiro sobre a invasão dos gregos de Alexandre magno e depois debaixo do poderio das legiões romanas.
    Com a guerra, interrompeu-se o comércio, e as colônias e entrepostos distantes, abandonados à própria sorte, começaram a ser destruídos pelas populações locais. Naquelas regiões, por demais afastadas para permitir a volta à metrópole, as populações regrediram a um estado primitivo. Isto é apenas teoria, mas explicaria os selvagens louros e de constituição física diversa que encontramos em algumas tribos indígenas brasileiras da Amazônia. Explicaria também a pele clara e o grande número de vocábulos fenícios no linguajar dos índios tiriós.
    Cartago, a maior das colônias da Fenícia, sobreviveu e prosperou até herdar da antiga metrópole o comércio pelo mar. É Heródoto que nos conta que “o Senado de Cartago baixou decreto proibindo sob pena de morte que se continuassem fazendo viagens para esse lado do Atlântico” (Américas) “já que a contínua vinda de homens e de recursos estava despovoando a capital”.
    E há, finalmente, a famosa inscrição da Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, bastante conhecida: Aqui Badezir, rei de Tiro, primogênito de Jetbaal
    A caravela foi uma embarcação usada e inventada pelos portugueses e também usada pelos espanhóis durante a Era dos Descobrimentos, nos séculos XV e XVI. Segundo alguns historiadores, o vocábulo é de origem árabe carib (embarcação de porte médio e de velas triangulares — velame latino). De acordo com outros, no entanto, a palavra seria derivada de carvalho, a madeira usada para construir as embarcações. A caravela foi inventada durante os séculos XV e XVI. Os Turcos dominaram e invadiram a cidade de Constantinopla. Com isso provocou crise econômica e falta de especiarias como por exemplo: pimenta, azeite, vinadre e etc. Na caravela tinham no mínimo 40 homens e 4 tribulantes.O máximo de metros era de 30 metros de altura e largura. A caravela é uma embarcação rápida, de fácil manobra, apto para a bolina, de proporções modestas e que, em caso de necessidade, podia ser movido a remos. Eram navios de pequeno porte, de três mastros, um único convés e ponte sobrelevada na popa; deslocavam 50 toneladas. As velas «latinas» (triangulares) eram duas vezes maiores que as das naus, o que lhes permitia ziguezaguear contra o vento e, consequentemente, explorar zonas cujo regime dos ventos era desconhecido. Apetrechada com artilharia, a caravela transformou-se mais tarde em navio mercante para o transporte de homens e mercadorias.
    Gil Eanes utilizou um barco de vela redonda, mas seria numa caravela (tipo carraca) que Bartolomeu Dias dobraria o Cabo da Boa Esperança, em 1488. É de salientar que a caravela é uma invenção portuguesa, em conjunto com os conhecimentos que haviam adquirido dos árabes ou muçulmanos.
    Se bem que a caravela latina se revelou muito eficiente quando utilizada em mares de ventos inconstantes, como o Mediterrâneo, devido às suas velas triangulares, com as viagens às Índias, com ventos mais calmos, tal não era uma vantagem, já que se mostrava mais lenta que na variação de velas redondas. A necessidade de maior tripulação, armamentos, espaço para mercadorias fê-la ser substituída por navios mais potentes.
    O navio sitado carpassio que levava 800 pessoas tinha 5 mastros e tinha velas quadradas é pouco credivel tenha alguma vez aportado terras de vera cruz as proprias correntes maritimas e pouco ventos são contra essa tese. Li tambem de vestigios romanos e gregos é completo irealismo cientifico e mesmo pseudos descobertas fenicioas também o são.Era comprara os maias aos egipcios pelo simples facto de tanto uns como os outros terem o mesmo deus sol constroirem tiranides. Se no brazil se ensina na desciplina de historia do pre brazil isso é uma aberação no contesto raxista para proprios povos indinas e tenta ter raises fenicias promover o proprio naconismo é um erro.

  13. Pegasus

    Caro Pegaso
    No Brasil não se ensina nas escolas uma possivel participação fenicia em nossa historia, isso são teses que precisam de comprovação e por isso ainda fica na condição de tese.
    Quanto ao que voce despejou acima, se trata de historia oficial e espero que voce não seja um daqueles ceticos em que nada fora do aceitavel possa ser postulado.
    Outro ponto, ensino em meu pais na area de historia, infelizmente ainda estamos dando para nossos jovens conceitos ultrapassados colocado pela nossa antiga ditadura, como a Princesa Isabel ter libertado os escravos por ser boazinha(dando a entender que era) e não que tenha sido uma imposição inglesa ou que Pedro Alvares Cabral tenha “descoberto” o Brasil por acidente.
    Eu por meu lado, como muitos o fazem, mantenho minha mente aberta mas acho que ceticismo pode ate ser saudavel para não deixar as coisas descambarem para devaneios, no entanto acredito que ousadia na formulação de hipoteses e a busca de suas confirmaçãos seja essencial para o avanço da civilização. Eu aceito que algo possa ser improvavel mas dai a descarta-lo totalmente, seria como aqueles historiadores e arqueologos que consideravam Troia como uma lenda criada por Homero ou a academia de ciencias inglesa que riu e ridicularizou um explorador que esteve na Africa Equatorial e disse ter visto neve no monte Quilimanjaro, dizendo ser impossivel neve na linha do equador, acho que é muito facil despejar conteudo de livros oficias nos outros e tentar ridiculariza-los por que suas ideias não aceitas pela pratica vigente.
    Nossa historia oficial ainda é uma criança perto do que ainda esta por vir, as datas não param de recuar com cada vez mais descobertas em todas as partes do globo.
    Parabens Clavis, voce coloca suas posições de uma forma ponderada e sem uma agressividade gratuita, respeitar as posições dos outros nas argumentar com o que pensa sem querer impor suas ideias é uma das maiores provas de civilidade.

  14. Pegaso

    Peço desculpa.Não foi minha intenção ser agressivo muito menos ridicularizar alguem .Tentei defender o meu ponto de vista que tambem pode não estar certo mas é aquele que por enquanto é o mais aceite.Espero que historia brazileira e pre brazileira seja rescrista. Porque pode ter mais supresas do fenicios romanos ou mesmo gregos e fico por aqui por não quero fomentar mais teses de possiveis chegadas ao brazil.Mas tambem não esqueção dos proprios nativos brazileiros e proprio continente americano.” Connhecer a nossa propria historia é conhecer a historia dos mundo” Esse mundo que nem sempre é o mais verdadeiro também não é aquele nos queremos.

  15. dos romanos, por exemplo, recordo-me de um livro alinhado plenamente com as teses da “história oficial” e que descrevia a descoberta de moedas romanas na Venezuela… como foram lá parar? novamente, por marinheiros empurrados para Oeste por tempestades, creio eu…

  16. Pegaso

    Ou por arquiologos á procura de propagonismo.Assim como politicos á procura de raizes romanas,gregas e fenicias pela sua grandeza.Os maias,astecas e outros não lhes dão a eles esse propagonismo politico a grandeza europeia de imperio.Porque as proprias elites governates na america do sul não querem suas raizes nativas pensam que é algo menor. E não vou escrever mais sobre este tema.

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