Daily Archives: 2008/11/07

O Banco de Inglaterra estimou em 2.8 triliões de dólares as perdas de todas as empresas financeiras do mundo, em consequência da atual Crise Financeira

O Banco de Inglaterra estimou em 2.8 triliões de dólares as perdas de todas as empresas financeiras do mundo, em consequência da atual Crise Financeira. A esta valor terão ainda que ser adicionados os cerca de 6 triliões de dólares que os Governos de todo o mundo estão a injetar no sistema financeiro, procurando manter a sua liquidez e salvando as instituições em maiores dificuldades.

Os números foram apresentados no relatório anual do Banco de Inglaterra e serviram de fundamento para a posição que o Banco defende agora de “existe uma necessidade fundamental para repensar formas de salvaguardar o sistema contra riscos sistémicos”. O Banco apontou como os maiores problemas uma expansão rápida, mas sem os fundamentos sólidos que permitissem lidar com uma contexto económico menos favorável. O relatório sublinhou também que em 2001 o volume total de empréstimos era idêntico ao de depósitos, mas que em 2008, os empréstimos já ultrapassavam os depósitos em mais de 700 biliões de Libras. Esse desequilíbrio leva o Banco de Inglaterra a recomendar que os bancos devam reforçar as suas finanças, adquirindo bens que sejam facilmente vendáveis e reduzindo a crónica e doentia dependência dos empréstimos interbancários que foi uma das causas da presente Crise Financeira.

No começo de Outubro, Mervyn King, o governador do Banco de Inglaterra havia admitido que o sistema financeiro mundial estivera à beira do colapso, e que este fora evitado in extremis, e apenas com a margem de alguns dias… Se o sistema tivesse colapsado estaríamos perante uma crise económica tão grave como a de 1929? Seria duvidoso… Em primeiro lugar, os Estados – desta vez – optaram por agir e intervir diretamente nos Mercados, tomando Bancos falidos e dando garantias bancárias. Por outro lado, o peso do Estado nas economias é hoje muito mais elevado do que em 1928… Por exemplo, nos EUA era de 10 por cento, enquanto que hoje é de 40 por cento. Hoje existem redes de Segurança Social – ativas até nos EUA – e os Estados têm a capacidade de se endividarem quase infinitamente, se assim o desejarem. Tudo se conjuga assim para irmos enfrentar um serio abrandamento económico global, talvez de menos um a três por cento, e uma diminuição do crescimento do PIB nos BRIC, durante dois a três anos… Mas sem a gravidade da crise de 1929, nem a sua duração.

Fonte:
bbc.co.uk/news

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Trans-Pátria – Por uma educação lusófona e universalista ao serviço de uma formação integral

Recordo um dos pontos das propostas para Portugal da secção portuguesa do MIL, na nossa Declaração de Princípios e Objectivos:

“XI – Redignificar, com exigência, os professores e todos os profissionais ligados à
educação, tornando esta e a cultura – não só tecnológica, mas filosófica, literária,
artística e científica – o investimento estratégico do Orçamento de Estado e da
governação. Os vários níveis de ensino visarão a formação integral da pessoa, não
a sacrificando a uma mera especialização profissional. Neles haverá uma forte
presença da cultura portuguesa e lusófona, bem como das várias culturas
planetárias. Um português culto e bem formado deve ter uma consciência lusófona
e universal, não apenas europeia-ocidental”

Este é um dos pontos que mais acarinho e que vejo mais conformes à nossa tradição histórico-cultural de povo em diáspora planetária. Resume algumas das motivações fundamentais do Professor Agostinho da Silva e deveria ser ponto de honra de todos os portugueses e lusófonos, em especial dos aderentes a este movimento. Exorto todos ao esforço por conhecermos melhor a cultura lusófona e aliarmos isso à abertura da mente e do coração às culturas planetárias, como forma de colhermos daí perspectivas renovadas sobre a formação integral do homem e a realização das suas superiores possibilidades. Sem isso não é possível cumprir o grandioso projecto de converter Portugal e a Lusofonia em mediadores do diálogo e harmonia entre todos os povos, culturas, civilizações e religiões do mundo. Sem isso não é possível criar um movimento de opinião e de pressão que leve os nossos responsáveis políticos e culturais a incluir estes imperativos nos currículos de todos os níveis de ensino, desde o primário ao superior. Sem isso não podemos fazer do MIL uma efectiva transformação das mentes e das vidas.
Para tal, proponho que os professores aderentes a este movimento criem um grupo de trabalho que elabore um projecto para a implementação deste objectivo no ensino público. A partir daí podemos inscrevê-lo na bandeira de uma reivindicação concreta e procurar apoio social para ela. Esta reivindicação deve surgir associada à da redignificação social, profissional e humana dos professores e de todos os profissionais da educação. Temos de inverter o processo bárbaro em curso que visa destruir a Cultura hostilizando os agentes da sua transmissão e fazendo da carreira docente, sobretudo no secundário, um tormento e uma sujeição a todas as tarefas menos a de aprender e ensinar. Alguém toma a iniciativa de se oferecer para a comissão coordenadora deste grupo de trabalho?

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Quids S15: Como se chama este homem e o que está ele a fazer?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S14, Quids S15 | 20 comentários

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