Monthly Archives: Novembro 2008

Estatuto de “blog associado na rede MIL”


Caso pretenda formalmente associar o seu blogue ou site ao MIL, deverá incluir:


– o logótipo do MIL


– indicar o Núcleo em que se inscreve (por exemplo: “Membro do Núcleo de Lisboa, Portugal“)


– um link para o www.movimentolusofono.org e para a Declaração de Princípios e Objectivos do MIL


– assumir o compromisso de que os textos publicados no seu blogue ou site não irão contra a dita Declaração (caso isso aconteça, a Comissão Coordenadora do MIL reserva-se o direito de romper, unilateralmente, a ligação).

Blogues Associados:

Nova Águia

Talvez Península

Admirável Mundo Novo

Núcleo de Barcelos do MIL

Quintus

Site Oficial


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Categories: Blogging, Movimento Internacional Lusófono | 2 comentários

A China vai exigir o código-fonte a todas as empresas que exportem hardware para o seu país

A China vai começar a pedir o código-fonte de todos os produtos que importa a todos os fabricantes de hardware. A medida, ainda em estudo, vai excluir do imenso e apetitoso mercado chinês todas as empresas que se recusarem a ceder ao governo de Pequim o código-fonte dos seus produtos. Segundo a China, tratar-se-á de “um sistema de acreditação obrigatória para produtos de segurança de TI (Tecnologias de Informação)”.

Contudo, a alegação de que vai permitir que o governo chinês “impeça que vírus e hackers coloquem sistemas fora-de-serviço”, não é credível. Desde logo, porque a China é da maiores fontes mundiais de virus e de hackers, e depois porque no âmbito desta medida, o governo terá acesso ao código-fonte usado para construir, p.ex. leitores de cartões e sistemas de reconhecimento de voz e íris que poderão depois ser usados pelo Governo para aumentar a espionagem sobre os seus próprios cidadãos e levar mais uns bons milhares para “campos de reeducação”. E como se não bastasse… Na posse desta informação, o que impedirá o cada vez mais numero “ciber-exército” de hackers do exército chinês de usar esta informação para aumentar os seus ataques contra sistemas informáticos Ocidentais?

Apesar destas bem fundadas reservas, não acreditamos que as empresas que exportam para a China tenham a devida força para resistir a esta medida, tal é a dimensão do mercado chinês. Pois se no passado, empresas como a Yahoo e a Google (“do no evil”) cederam a estas pressões e ou entregaram utilizadores dos seus sistemas diretamente para o sistema prisional chinês ou se aceitaram censurar a página de resultados do www.google.cn, então como acreditar que resistirão desta vez? Bem… talvez o façam… é que se cederem o seu código-fonte ao governo chinês… quanto tempo acham que este vai deixar passar até o reenviar para empresas de TI chinesas, e assim, talvez os acionistas e gestores destas empresas multinacionais tenham argumentos bastantes para resistir a esta nova pressão chinesa. Veremos… Já a partir de maio de 2009.
Categories: Política Internacional, Sociedade | 6 comentários

A guerra no Afeganistão está a ser perdida

Se a OTAN não está a perder a guerra no Afeganistão, como antes dela perderam guerras neste agreste país do Médio Oriente, o Império Britânico e a União Soviética, então não sei o que está a acontecer… Ainda que o discurso oficial diga o oposto, um estudo recente do “Center for Strategic and International Studies” reconhece que a situação no Afeganistão se tem vindo a deteriorar paulatinamente nos últimos cinco anos e que alcançou agora um “nível crítico” interditando grandes áreas do Afeganistão a qualquer atividade de reconstrução ou das ONGs internacionais e estendo-se a largos sectores do território paquistanês.
Uma recente decisão da Administração Bush pode vir a revelar-se decisiva para alterar o rumo da guerra, ainda que introduzindo na equação um perigoso imponderável: a decisão de atacar os redutos fronteiriços, já em pleno território paquistanês que têm servido de abrigo aos combatentes talibã que penetram no Afeganistão e se refugiam, abastecem e onde recrutam novos militantes. Recentemente, um raid de “Navy Seals” bem dentro do território paquistanês deixou aqui vários civis mortos e uma imensa ira entre os militares paquistaneses. O problema está em que os mais de 130 mil homens destacados pelo Paquistão para estas zonas tribais não estão a conseguir desmantelar estas bases dos talibãs e da Al-Qaeda. Além do mais, a sua ação está a ser violentamente anulada tendo sofrido pesadas baixas com mais de 1400 mortos e 4000 soldados paquistaneses feridos. Do outro lado da fronteira, os mais de 71 mil homens da NATO (entre os quais se contam unidades da FAP e comandos do exército) estão a revelar-se insuficientes para travar o avanço talibã.
O relatório do CSIS indica que por detrás do sucesso dos Talibãs está o aumento do cultivo de papoila no Afeganistão e o financiamento que assim obtêm e a existência de numerosos santuários em território paquistanês. O relatório acrescenta ainda que “o próximo presidente dos EUA terá que enfrentar um desafio crítico numa guerra que provavelmente está a ser perdida no nível político e estratégico, e que não está também a ser vencida do ponto de vista táctico”. Os comandantes no terreno pedem mais tropas à já muito tempo. A vitória de Obama e a sua promessa de aumentar o foco da “guerra ao terrorismo” para o Afeganistão, afastando-o do Iraque onde a situação está a melhorar bastante deste o “surge”. O CSIS recomenda o mesmo: a deslocação de tropas do Iraque para o Afeganistão.

Na verdade, trava-se aqui uma guerra ainda mais importante: a guerra pela defesa de um Paquistão não-radical e liberto da influência dos talibãs. A maioria da população paquistanesa não parece alinhada com as posições mais radicais destes, dando algumas sondagens uma percentagem de apenas 15% aos apoiantes dos islamitas radiciais. Isto a nível nacional, mas a nível local, nestas regiões semi-independentes, os números são diametralmente opostos. O arsenal nuclear paquistanês parece seguro. Pelo menos tão seguro como na Rússia ou em Israel, já que o exército se tem sabido manter longe dos radicalismos fundamentalistas desta minoria da população. O mesmo contudo não é verdade para os serviços de informação paquistaneses que durante a Guerra do Afeganistão com os soviéticos construiram uma densa teia de cumplicidades com os combatentes afegãos que parece ainda demasiado viva, para os libertar de cumplicidades perigosas com os radicais muçulmanos. Os EUA não confiam no ISI (os serviços de informação do Paquistão) e suspeitam que estes apoiam ou pelo menos não combatem os talibãs nas zonas tribais ou que então entregam dados sobre as operações do exército paquistanês aos talibãs, reduzindo assim a sua eficiência.

Fonte Principal:
Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Etiquetas: | 17 comentários

O radar AESA APG-79: uma das grandes vantagens do Super Hornet

O F/A-18 E/F Super Hornet que é um dos três finalistas do programa brasileiro F-X2, por isso, a notícia de que o seu radar é o Raytheon APG-73 e não o APG-79 é muito relevante neste contexto. O APG-79 é um radar verdadeiramente revolucionário e oferece todo um grupo de vantagens frente ao seu antecessor, incluindo maior fiabilidade, uma resolução maior e um alcance mais alargado. Ao contrário do APG-73, não utiliza técnicas de varrimento mecânico, mas células AESA fixas, o que só por si elimina a causa mais comum de avarias neste tipo de radares. Inclui também um receptor mais avançado, um processador COTS (“commercial-off-the-shef“) e novos sistemas de alimentação de energia. A sua arquitetura aberta, evidenciada pelo COTS implica que estamos perante um sistema mais pequeno, mais ligeiro e mais económico.

O facto de o radar ter um varrimento de feixe ativo eletrónico explica porque é que este tipo de radares podem analisar o espaço em torno dos aviões que os utilizam virtualmente à velocidade da luz, entregando assim ao piloto um conhecimento da situação e das ameaças que o circulam que era antes impossível obter, quer em missões ar-ar, quer em missões ar-terra, sendo possível alternar entre os dois modos de uma forma praticamente imediata, algo impensável nos antigos radares mecânicos.

Estas caraterísticas do APG-79 explicam porque é que é um dos sistemas centrais da proposta Boeing para o F/A-18F Block II Super Hornet. Um avião apresentado formalmente em Abril de 2005 e que em Outubro de 2006 equiparia a primeira esquadrilha, já com o radar AESA.

Fontes:
http://watershed.bm23.com/public/?q=ulink&fn=Link&ssid=629&id=c0lafbx7age32ccwsaxzsm5ij61oi&id2=f7xtqv60llh7j5fc851wro0ovwykm
http://www.raytheon.com/capabilities/products/apg79aesa/
http://www.raytheon.com/capabilities/products/apg73/

Categories: Brasil, DefenseNewsPt | 14 comentários

O Governo salva o BPP – o Banco dos Ricos – e deixa cair milhares de empresas e 400 mil desempregados

“O futuro do Banco Privado Português (BPP) poderá ser decidido esta sexta-feira, com o Banco de Portugal a coordenar uma operação de salvamento que pretende impedir o colapso da instituição liderada por João Rendeiro, avança a agência «Lusa».”

“Tendo-lhe sido vedado acesso às garantias do Estado para poder obter um empréstimo de 750 milhões de euros no Citigroup, devido ao seu reduzido peso no financiamento às empresas e às famílias, o BPP poderá agora ser salvo da falência por um grupo de seis outros bancos: a Caixa Geral de Depósitos (CGD), o Millennium BCP, o BPI, o Santander Totta, o Banco Espírito Santo (BES) e o Crédito Agrícola.”

“Estes bancos estão a negociar com o Banco de Portugal e com o BPP as condições de um empréstimo, entre os 500 e 600 milhões de euros, de modo a que a instituição possa resolver os problemas de liquidez causados pela crise internacional.”

“No entanto, o Estado vai servir de fiador do BPP neste empréstimo, recebendo como penhor vários activos detidos pelo banco liderado por João Rendeiro, que opera no segmento da gestão de fortunas.”

(…)

“O BPP tem como principais accionistas o próprio João Rendeiro, através da Joma Advisers (com 12,5 por cento do capital), bem como Francisco Pinto Balsemão (com 6,02 por cento), Stefano Saviotti (com 5,83 por cento) e a família Vaz Guedes (com 5,81 por cento).”

O banco conta ainda com investidores como Joaquim Coimbra e a Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento (FLAD), com 2 e 2,19 por cento, respectivamente, que têm em comum o facto de serem também ambos accionistas da Sociedade Lusa de Negócios, a holding que era proprietária do BPN.”

Comentários para quê?… Os negritos já são mais eloquentes e expressivos do que algo que eu pudesse aqui escrever…

Fonte:

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1018164&div_id=1729

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O novo híbrido GPL-Elétrico da Hyundai: o Elantra

A construtora sul-coreana Hyundai anunciou que vai colocar no mercado coreano em Julho de 2009 um revolucionário veiculo automóvel designado de “Elantra“.

Esta berlina é um automóvel de propulsão eléctrica híbrida com um motor de 15 Kw e… GPL, em vez do motor a gasolina que normalmente equipa os carros híbridos da Toyota e Honda. Devido a esta engenhosa mas simples combinação, o Elantra não vai emitir mais do que 103 gramas de CO2 por quilómetro e será 50 por cento mais económico que a versão Diesel do Elantra…

Fonte:
Science et Vie, Outubro de 2008.

Categories: Ciência e Tecnologia, Ecologia | Etiquetas: | 2 comentários

Quids S15: Que filme é este?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S15 | 7 comentários

PAK-FA: Hesitações e bloqueios

Embora estejam hoje entre os melhores aviões de combate do mundo, os Sukhoi SU-30 são ainda um descendente direto do SU-27 desenvolvido na antiga União Soviética no começo da década de oitenta. Na época, o SU-27 procurava incorporar toda a tecnologia e ser paritário em relação a todo um conjunto de aviões norte-americanos que serviam na USAF, na época, desde o F-15 até ao F-18. Como resposta a estes aviões, o SU-27 provou ser um sucesso absoluto. Por uma fração do custo unitário, os soviéticos conseguiram fabricar um aparelho que conseguia equiparar-se à maioria dos caças ocidentais e que encontrava apenas no F-15 um adversário superior (e mesmo assim, apenas em certos cenários).

Plenamente conscientes da perda de superioridade que decorria da entrada em serviço de aviões como o SU-27 na força aérea soviética e posteriormente da exportação massiva dos seus descendentes SU-30 para várias forças aéreas no mundo, os EUA começaram a desenvolver um aparelho que lhes devolvesse a superioridade qualitativa que caracterizou a sua força aérea durante a maior parte da Guerra Fria, quase sempre graças ao F-15, ao F-14 e ao F-18. Esse novo elemento seria conhecido mais tarde como o F-22A Raptor. Um avião de 5ª geração, stealth como o desajeitado antecessor F-117, exibindo a mesma supermanobrabilidade dos MiG-29 e SU-30 russos, um radar AESA e com a excepcional “fusão de sensores” integrada por um poder computacional nunca antes embarcado num avião de guerra… Além de tudo o mais, o F-22 era ainda capaz de voar em “supercruise” a velocidades acima do Mach 1, em vez das curtas permanências a essas velocidades de outros aparelhos da sua geração. Já que todas estas extraordinárias características tinham um preço, e um preço violento, da ordem dos 339 milhões de dólares por cada unidade fabricada, houve necessidade de procurar encontrar uma espécie de “F-16” moderno, um aparelho mais barato que o F-22, capaz de ser produzido em grandes números e com uma tecnologia não tão sofisticada que lhe permitisse ser exportado, na mesma linha do F-16 que foi exportado em largos números enquanto o F-117 e o B-2 permaneciam reservados para a USAF, por deterem a mais avançada das tecnologias disponíveis na sua época. Esse aparelho seria conhecido como o F-35 Lightning II e incorporaria algumas características Stealth, um radar AESA menos elaborado do que o do F-22, mas com fusão de sensores, como o novo Super Hornet e o F-22A.

A resposta soviética ao projeto F-22 Raptor – quando ele surgiu em 1986 (ver AQUI) foi o desenvolvimento do projeto MiG 1.44 e, paralelamente, o I-21. Ambos os projetos seriam cancelados por falta de fundos. Após o fim da Guerra Fria, a necessidade de desenvolver um aparelho que devolvesse à Rússia pelo menos a paridade com o F-22A tornou-se evidente, tanto mais porque as verbas resultantes de um conjunto sólido e crescente de aviões Sukhoi se revelavam cada vez mais importantes e porque importava manter estas exportações nas décadas seguintes, com uma oferta consistentemente atualizada surgiu a necessidade de reativar os adormecidos projetos MiG 1.44 e I-21. Os fundos eram contudo ainda uma limitação, daí a busca de parceiros internacionais, e nestes, a Índia, um antigo cliente de aviões de combate russos surgiu imediatamente como o mais lógico e natural dos parceiros. É certo que na Índia há uma espécie de tradução nacional para programas que arrancam, consomem tempo e recursos e depois… não dão em nada. Temos um exemplo disto mesmo no MBT indígena Arjun e no consequente recuo para o T-90S russo… Sinais de que o mesmo pode estar agora mesmo a acontecer com o ressurgimento destes programas russos da guerra fria surgem também agora… É que se a Índia apareceu ao lado da Rússia no desenvolvimento do PAK-FA, e tenha mesmo sido assinado um “protocolo de entendimento” entre as duas nações, um ano depois, em Novembro de 2008, ainda não existe um contrato formal entre os dois Estados. A Rússia diz que vai voar o primeiro PAK-FA já em 2009, mas muitos analistas suspeitam, tendo em conta os problemas encontrados com os novos motores… Agora, que um terceiro provável parceiro, o Brasil, que em tempos foi dado como certo também já se afastou haverá ainda impulso suficiente para continuar a alimentar o programa PAK-FA?

Em termos internacionais, a Rússia deve imperativamente construir um substituto ao SU-30 e garantir a prazo um mercado de exportações muito rentável. Rentabilizar todo o investimento realizado antes nos MiG 1.44 e no I-21, e todo aquele já introduzido depois no PAK-FA é portanto uma opção muito razoável e provavelmente até incontornável. E este é o momento para o fazer. Os EUA têm ainda apenas 62 F-22A e prevêm construir apenas 182. É portanto possível construir a prazo um aparelho que torne a colocar a Rússia numa situação de paridade (ou quase paridade) com a USAF, com a introdução de grandes números de PAK-FAs. Simultaneamente, a obstinação norte-americana em recusar exportar o F-22 pode fazer com que alguns dos seus mais fiéis aliados, que o reclamam, olhem noutras direções em busca de soluções… E assim, o PAK-FA apresentasse com um digno sucessor do SU-30. Por isso, não se compreendem bem as hesitações indianas, nem sequer a falta de interesse russo no programa!

Fontes:
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Sobre a imoralidade da PAC

Na última reunião dos ministros da Agricultura da União Europeia foi decidida uma forte redução dos subsídios que todos os anos a União deposita nos cofres dos agricultores europeus. Apesar desta forte redução continuam a ser canalizados para as ajudas à agricultura europeia largos biliões de euros por ano…

Estima-se que os contribuintes da EU paguem dois euros e meio por cada vaca europeia. Ora, sabe-se que existem hoje mais de 1,2 biliões de pessoas no mundo que vivem com menos de um euros por dia, e quantos destas pessoas não têm elas próprias algumas rezes e têm que enfrentar a concorrência dos produtos agro-pecuários europeus, altamente subsidiados por algumas das mais ricas nações do mundo.

Se a agro-pecuária africana não consegue prosperar e dar a independência alimentar a África por causa dos subsídios mas também das ajudas alimentares gratuitas que nem sempre são distribuídas com os melhores critérios (por vezes importa mais escoar excedentes do que acudir à fome). Esta injustiça não é contudo exclusiva aos europeus… Mesmo os EUA, onde os adeptos do neoliberalismo e da globalização têm tido mais influencia nas últimas décadas, só os produtores de algodão amealharam mais de 4,2 biliões de dólares em auxílios federais.

Os países desenvolvidos têm procurado manter as suas agriculturas mesmo à custa da miséria de muitos países do Terceiro Mundo, especialmente em África, o continente onde a fome é cada vez mais endémica e onde as perspectivas de vida são cada vez mais negras. O estafado modelo dos auxílios alimentares a partir de excedentes europeus é imoral e ineficiente porque não ataca na fonte o problema da dependência alimentar africana. Urge portanto encontrar modelos de verdadeiro auxilio ao Desenvolvimento, propiciando a autonomia e as economias locais dos países africanos e transferindo para estes auxílios à agricultura local uma parcela significativa dos subsídios agrícolas europeus e norte-americanos. Para combater a fome, mais do que alimentos, devem ser dada sementes… Sem esquecer auxílios alimentares de urgência, naturalmente.

Fonte:
www.dw-world.de

Categories: Agricultura, Economia, Política Internacional, Política Nacional, Sociedade Portuguesa | Etiquetas: | 2 comentários

Quids S15: Contra que governo protestam estas pessoas?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

RÉPLICAS LENTAS !!! Não sei quando chegarei a um computador com internet…

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Foi entregue o primeiro Typhoon FGR4 de Tranche 2 à RAF

O primeiro avião Typhoon FGR4 de Tranche 2, um avião Block 8 será entregue na base aérea da RAF (forca aérea britânica) de Coningsby até final do corrente ano. Este Typhoon de Tranche 2 está equipado com um novo computador de missão, aviónica atualizada e novas versões de Software. E há planos para atualizar para este padrão todos os Tranche 1 atualmente operacionais na RAF.

Os Typhoon britânicos de Tranche 1 estão agora presentes num destacamento temporário na Islândia para fazer frente a uma multiplicação dos voos de reconhecimento de Tu 95 e Tu 160 russos.

Fonte:
Air Forces Monthly, Novembro de 2008

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Comentário a “Change II”: um artigo no Blasfémias sobre Barack Obama

//g1.globo.com)

(Barack Obama in http://g1.globo.com)

BLASFÉMIAS: 5 de Nov de 2008

“Se Obama levar a sério o seu programa, ele terá que redistribuir riqueza, aumentar o proteccionismo, reduzir os impostos, aumentar os impostos, reduzir a dependência energética em relação ao exterior, recorrer a sistemas de produção de energia ineficientes, investir em tecnologias com retorno no longo prazo, lançar um programa de obras públicas, reindustrializar o país e reduzir as emissões de CO2. O facto de estas medidas serem incompatíveis entre si não intimidou os apoiantes de Obama no passado, e certamente que muitos deles não se deixarão intimidar no futuro.”

Ao contrario dos neoliberais de serviço no Blasfémias, não acredito que Obama seja fundamentalmente diferente, na ação e nas políticas de qualquer outro presidente norte-americano depois de Roosevelt. Cedo se constatara que o seu eloquente discurso se deixou absorver pelo “sistema”. O primeiro sinal do engolfamento de Barack Obama ocorreu ainda antes da eleição, com a escolha do inefável e gaffento Joe Binden para Vice… Um históricos dos Democratas, mas também e sobretudo um homem do aparelho introduzido na claque interior de Obama para o docilizar e monitorizar.

A escolha de Rohm, a seleção dos primeiros países que contactou depois de conquistar a eleição presidencial e sobretudo a composição do “conselho económico” que formou e consultou logo após as primeiras horas da eleição retiram qualquer esperança aqueles que como os “blasfemos” acreditam que Obama será fundamentalmente diferente de Bush e dos neocons do seu primeiro mandato. Não o será, e provas disso mesmo irão surgir logo nos primeiros dois meses do seu mandato.

Os camaradas blogoesféricos do “Blasfémias” estão portanto equivocados quando julgam reconhecer em Obama um “presidente de ruptura”:

“que redistribuir riqueza, aumentar o proteccionismo, reduzir os impostos, aumentar os impostos, reduzir a dependência energética em relação ao exterior, recorrer a sistemas de produção de energia ineficientes, investir em tecnologias com retorno no longo prazo, lançar um programa de obras públicas, reindustrializar o país e reduzir as emissões de CO2.”

E o tempo dar-nos-á rapidamente razão. Mas este programa obamista, aqui jocosamente gizado pelos blasfemos não tem imersas as contradições que estes neoliberais julgam reconhecer, senão vejamos:

“redistribuir riqueza”

– anulando as vantagens fiscais cedidas durante o primeiro mandato Bush às grandes fortunas e corporações.

“aumentar o proteccionismo”

– cessando com a competição desleal, pela via do dumping laboral e ecológico chinês;

– introduzindo políticas efetivas de reindustrialização da economia norte-americana, imersa desde à décadas numa autofágica política da tercialização e de deslocalização industrial para o Oriente e para a América Central

“reduzir os impostos”

– sobre a Classe Media, eterno reduto do motor económico que é o Consumo e estimulando a Procura numa economia em perigoso marasmo e onde um pessimismo crescente ameaça todos os sectores.

– é possível reduzir os impostos, recuperando parte dessa redução reinstituindo os níveis fiscais que existiam antes de Bush sobre as grandes fortunas e multinacionais e estabelecendo mecanismos que combatam eficazmente as empresas que operam a partir de Paraísos Fiscais.

– é possível reduzir os impostos, começando uma retirada faseada e cuidada do Iraque, reduzindo assim o imenso custo que a presença de forcas norte-americanas tem para o Tesouro dos EUA.

–  é possível reduzir os impostos, acabando com o insano, custoso e ineficiente “escudo anti-míssil” que tanto tem irritado a Rússia.

“aumentar os impostos”

– sobre aqueles que mais têm e que beneficiaram das políticas fiscais acima indicadas

“reduzir a dependência energética em relação ao exterior”

– imitando países com a Alemanha, que através da imposição de um preço fixo multiplicaram a produção de eletricidade por vias renováveis como a energia eólica.

– investindo mais capitais públicos na instalação de centrais energéticas de energias renováveis, especialmente de centrais fotovoltaicas, onde tantos e tão importantes progressos tecnológicos tem sido alcançados nos últimos anos.

“recorrer a sistemas de produção de energia ineficientes, investir em tecnologias com retorno no longo prazo”

– como sempre, os neoliberais do Blasfémias revelam aqui a sua aversão atávica ao longo prazo… A longo prazo “estamos todos mortos”, dizem enquanto advogam a destruição do nosso planeta e do nosso clima na atual geração desprezando o planeta que estamos a negar aos nossos filhos (e aos filhos de alguns blasfemos, presume-se).

“lançar um programa de obras públicas”

– a rede viária e ferroviária dos EUA bem que precisa delas, tal foi o estado calamitoso alçando nos últimos anos de Buxismo…

“reindustrializar o país”

– recuperando toda a produção transferida para o exterior nos últimos anos de globalização desenfreada, que tornou os consumidores americanos tão dependentes das produções da industria chinesa e que transferiu tantos serviços informáticos para a Índia.

“e reduzir as emissões de CO2”

– reduzindo o desperdício energético. De longe o maior responsável pelo consumo de energia em todo o mundo;

– multiplicando as fontes renováveis acima descritas

– aumentando a produção de energia por via nuclear (ponderando devidamente os seus riscos)

– incentivando a mudança dos automóveis para veículos híbridos ou eléctricos pela via fiscal, etc, etc

“O facto de estas medidas serem incompatíveis entre si”

Pelo contrário. Todas estas medidas que os blasfemos atribuem ao programa de Obama são compatíveis. A única coisa que é aqui incompatível é o optimismo dos blasfemos que nada tem a ver com o Obama verdadeiro que veremos em ação a partir do começo de 2009, altura em que devera já ter sido completamente “domado” e absorvido pelo sistema onde entidades pardas e turvas como o CFR e o grupo de Bilderberg são há muito o verdadeiro governo dos EUA.

Categories: Economia, Política Internacional | 4 comentários

Quids S15: Que carro é este?

sss12ra

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

RÉPLICAS LENTAS !!! Não sei quando chegarei a um computador com internet…

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Está a funcionar a primeira central de carvão CCS: que injecta CO2 no solo em vez de o emitir para a atmosfera…

Entrou em funcionamento na Alemanha uma central de energia a carvão que promete vir a revolucionar essa tecnologia e reduzir drasticamente as emissões de CO2 que geralmente estão associadas a este tipo de instalações. A unidade de produção de energia a partir do carvão foi construída pela empresa sueca Vattenfall e tem uma capacidade modesta – mas significativa para uma primeira instalação – de 30 megawatts.

A empresa encara o seu sistema CCS “Carbon Capture and Storage” como uma resposta revolucionária para o problema do Aquecimento Global que, nos próximos anos, será ainda mais importante do que a multiplicação de geradores eólicos que já começou a disparar em países como Portugal e a Alemanha. A instalação tem a capacidade única de recolher todo o carbono produzido durante a ignição de lenhite e guardá-lo, sem o emitir para a atmosfera, como fazem as centrais convencionais. A central não emite dióxido de carbono para uma chaminé, como é usal nestas instalações, sendo este canalizado, comprimido e enviado para rochas porosas, no subsolo. A central usa o método de queima Oxyfuel para queimar carvão com oxigénio puro e nitrogénio.

Por isso, a instalação de Schwarze Pumpe (ver AQUI) é  tão importante para a empresa, já que é a primeira CCS que entra em atividade em todo o mundo. A unidade custou mais de 70 milhões de euros e a sua viabilidade económica decorre fundamentalmente da adesão europeia ao Acordo de Quioto segundo o qual, cada empresa europeia que queira emitir carbono tem que comprar uma licença para tal. Cada tonelada custa entre 30 a 35 euros e esta poupança irá compensar rapidamente o maior custo de instalação desta central CCS. Além desta primeira instalação, a Vattenfall vai construir mais duas centrais de demonstração da tecnologia CCS, uma segunda na Alemanha, dez vezes maior do que esta e uma outra na Dinarmarca, ambas até 2015. A primeira instalação industrial deverá estar operacional até 2020.

O sistema não é, contudo, isento de defeitos… O transporte do carvão até à central, a sua exploração e o próprio processo de canalização e armazenamento consomem muita energia e como a maior parte desta ainda provém de fontes não-renováveis, o balanço energético final não é famoso. Desde logo, porque a sua forma de queima de carvão implica uma produção de energia 10% inferior aos métodos convencionais, e depois porque por causa do armazenamento e injeção em rochas, o custo operacional é muito mais elevado do que nas centrais normais. Apesar destas reservas, há planos para que a União Europeia apoie a construção de entre 10 a 12 centrais CCS na Europa, como parte da resposta europeia para reduzir as emissões de CO2 em 2020 até 20% menos dos valores de 1990.

Fontes:
http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,3628912,00.html
http://en.wikipedia.org/wiki/Kraftwerk_Schwarze_Pumpe
http://euro-med.dk/?p=1711

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O foguetão brasileiro, o VLS-1, será lançado em 2010 e dos planos subsequentes para o mesmo

(Teste do motor S-43 do VLS-1 in http://www.cta.br)

No mais trágico acidente de toda a história do Programa Espacial Brasileiro, em 22 de Agosto de 2003, 21 técnicos faleceram quando o foguetão VLS-1 que estava a ser preparado para o lançamento explodiu. O acidente decapitou a equipa de desenvolvimento e retardou o programa durante pelo menos cinco anos. Só em Outubro do corrente ano, é que o programa espacial brasileiro re-entrou nos eixos com o teste real de um dos propulsores do foguetão na base de São José dos Campos (ver MAPA).

O teste de queima em banco do motor S-43 foi bem sucedido e provou que o VLS-1 (“Veículo Lançador de Satélites”) do CTA (“Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial”) está novamente encaminhado para retomar o seu pleno desenvolvimento e conquistar para o Brasil o lugar na Exploração Espacial que os outros BRIC já asseguraram há demasiado tempo. O motor S-43 é um elemento essencial do 2º andar do VLS-1, um foguetão que usa somente propelentes sólidos (numa abordagem única no mundo) em todos os seus quatro andares, tendo 19 metros de altura e uma massa total de mais de 50 toneladas. A missão do VLS-1 é a de colocar em órbita uma carga útil de até 115 Kg, numa órbita circular equatorial de até 750 Km.

As alterações introduzidas no S-43 vieram aumentar a segurança do sistema e reduzir as possibilidade de recorrência de um acidente como o de 2003 avaliando o impacto das alterações realizadas na proteção térmica do motor e traduziu-se numa combustão de cerca de um minuto, tendo sido recolhidos diversos parâmetros para análise das repercussoes das alterações realizadas. O novo motor é também mais potente e resulta dos ensinamentos recolhidos na trágica explosão de 2003. Todas as alterações foram enviadas para a experiente Agência Espacial Russa, que a troco de 3 milhões de dólares reveu e aprovou todas as alterações.

O sucesso do teste torna possível cumprir o plano de colocar um satélite geoestacionário brasileiro em órbita, usando o VLS-1 entre 2012 e 2015. Atualmente a dotação orçamental do programa VLS é de 50 milhões de Reais, ou seja 18 milhões de euros (por comparação o novo aeroporto da Ota deve ficar em 3 mil milhões de euros).

O projeto VLS é da competência da “Agência Espacial Brasileira” (AEB) e segundo plano atual até 2012 haverão dois lançamentos experimentais do VLS-1B e o efetivo em 2012. O primeiro lançamento experimental terá lugar daqui a dois anos, em 2010, sem carga e com os depósitos apenas parcialmente cheios, com apenas os dois primeiros estádios e sem qualquer carga útil. No ano seguinte, haverá outro lançamento do VLS-1B, desta feita com os tanques completamente cheios de forma a testar os motores na sua plena potencia e também a capacidade de toda a estrutura de apoio em terra. Em 2012, se o VLS-1B estiver completamente aprovado por estes dois lançamentos experimentais, será feito o primeiro lançamento com um satélite brasileiro. Estando a natureza e utilidade ainda em discussão.

Esperemos portanto que a partir de 2010, o programa espacial brasileiro recupere do seu atual marasmo e da imensa perda e experiência e conhecimentos que resultou da morte de tantos técnicos e cientistas aeroespaciais na explosão do VLS, em 2003. O historial do programa espacial brasileiro não é famoso… O primeiro VLS-1 V1, explodiu no lançamento em 1997 e o mesmo aconteceu com o VLS-1 V2 em 1999 e com o VLS-1 V3, em 2003. Tudo agora parece bem encaminhado, e o Brasil pode vir a juntar-se brevemente ao restrito clube de países capazes de construir, lançar e colocar um seu satélite em órbita terrestre. Falta ainda acompanhar o rumo dos restantes BRIC… A Rússia, que continua a ser uma potencia espacial, a China que já tem uma sonda orbitando a Lua e que envia regularmente astronautas para a órbita terrestre e onde até já a Índia envia com sucesso uma sonda espacial para o nosso satélite natural… Não há planos semelhantes para o Brasil, mas se pelo menos houver um VLS robusto e seguro, talvez a um prazo de dez ou vinte anos possamos vir também a encontrar uma presença lusófona no Espaço…

Fontes:
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Quids S15: Como se chama (exatamente) este equipamento?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

RÉPLICAS LENTAS (NÃO SEI QUANTO POREI AS MÃOS NUM COMPUTADOR…)

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Perante a intransigência chinesa, os líderes tibetanos requacionam as suas posições…

Os líderes dos exilados tibetanos estão a debater a sua futura estratégia depois do Dalai Lama ter admitido o fracasso da sua estratégia de diálogo com a China em prol de uma autonomia alargada para o território. Apesar de décadas de insistência, o regime chinês não tem revelado qualquer sinal de estar disposto a consentir ao Tibete um grau de autonomia suficientemente extensa que possa garantir a sobrevivência das especificidades culturais e religiosas do Tibete… E recordemo-nos que os exilados tibetanos não pedem a independência, como tantos povos ocupados ou colonizados pelo mundo fora, do Sara Ocidental a Timor, mas pediam apenas uma espécie de autonomia que lhes garantisse a sobrevivência da sua Cultura…

Perante a constatação do colapso da linha moderada, os líderes tibetanos reunidos na cidade indiana de Dharamsala irão avaliar “novos rumos” para a causa tibetana.

A ultima ronda negocial entre exilados tibetanos e membros do governo chinês começou em 2003 e consistiu em oito reuniões absolutamente estéreis, tal era a atitude intransigente do regime de Pequim. Esta intransigência ira agora provavelmente dar a força necessária aqueles tibetanos que defendem a independência por contraposição à posição do Dalai Lama da “via do meio”, de uma simples autonomia religiosa e cultural. Este impulso para a independência foi reforçado pelas recentes revoltas no Tibete, que foram severamente reprimidas e que encontraram a sua maior justificação no aumento notório da colonização do território por elementos da etnia Han, provenientes da China. É esta colonização e a progressiva extinção da identidade cultural tibetana que esteve na base das revoltas que começaram em Marco e que provocaram mais de 140 mortos entre os insurgentes tibetanos e dezenas de milhares de prisões, com centenas de “desaparecidos” no interior do sistema prisional chinês.

Dir-se-ão que estão agora criadas as condições entre os tibetanos para começarem a defender a independência da China. A incapacidade em dialogar ou ate em produzir qualquer tipo de cedência em negociações que têm como único objetivo aplacar as criticas da comunidade internacional demonstram a inviabilidade da “via do meio” e não há duvidas que agora os lideres tibetanos vão clamar por uma posição mais radical… A China vai assim ter que lidar com uma escalada na impopularidade internacional pela sua ocupação e colonização no Tibete… Em resposta vai lançar para a arena toda a sua crescente influencia económica e poder militar, como sempre tem feito entre ameaças mais ou menos veladas. Cabe aos Homens de bem deste mundo, pertençam a que religião ou cultura for alinhar ao lado dos oprimidos e da liberdade e enfrentar os golias que Pequim queira colocar em cena… E nesta luta moral que se avizinha, os povos lusófono, solidários e conhecendo ainda recentemente o idêntico caso de Timor devem estar na primeira linha deste combate pela independência do Tibete.

Fonte:
Bbc.co.uk

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O BPP quer os nossos impostos para redistribuir pelos… ricos

//dn.sapo.pt)

(Ele quer o dinheiro dos nossos impostos in http://dn.sapo.pt)

Deve ser porque não sou nenhum economista que não percebo porque é os meus impostos hão de acolher às alhadas em que os gestores do Banco Privado Português meteram os seus clientes. Especialmente quando falamos de um Banco que não está aberto ao público e que serve apenas para os muito ricos depositarem as suas fortunas em fundos de ações altamente especulativos e recolherem elevados dividendos.

Agora que estes Fundos estão em dificuldades e que os ganhos astronómicos dos últimos anos se esfumaram, estes Senhores (de novo oriundos do mundo da Alta Finança e da Alta Política) querem que o seu Banco use 750 milhões de euros da garantia do Estado para tapar os buracos nas contas de algumas das pessoas mais ricas de Portugal e que têm contas no BPP. A garantia pedida tem também um valor muito suspeito… Os 750 milhões correspondem a quase seis vezes o capital do Banco e das duas uma: ou existe mesmo um gigantesco buraco de liquidez no BPP, fruto de operações especulativas absolutamente descabeladas ou então o empréstimo gigantesco que o Banco quer contrair no mercado internacional, a baixos juros (porque coberto pela garantia do Estado) poderá servir para operações financeiras que se destinam a enriquecer ainda mais os seus já ricos depositantes (Pinto Balsemão e Cavaco Silva, por exemplo) à custa dos impostos dos trabalhadores e reformados deste país.

Fonte:
www.rtp.pt

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Quids S15: Como se chama este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sobre a nova corveta indonésia “Diponegro”… A falta de corvetas na Armada e o estado estagnado dos “Patrulhões”

Com a entrega da primeira corveta “Diponegro” pelo estaleiro holandês “Shelde Naval Shipbuilding” faz já mais de um ano, em Julho de 2007, a Indonésia recebia a primeira de três das melhores corvetas da sua classe atualmente em operação no mundo. Um segundo navio seria entregue ainda em 2007 e um terceiro será entregue para o ano, em 2009.

Sendo navios polivalentes, as “Diponegro”, foram projetadas para cumprirem missões de patrulha a longas distâncias nas extensas águas do arquipélago indonésio tendo um especial enfoque na luta contra a criminalidade e sobretudo contra a pirataria que assola as águas territoriais deste país vizinho do lusófono Timor-Leste.

Estes três navios são consequência de um contrato assinado em 2004, e o primeiro casco estava na agua pouco mais de um ano depois. Que contraste com os nossos “Patrulhões” dos Estaleiros de Viana do Castelo que embora tenham datado de um contrato assinado em época semelhante ainda jazem – aparentemente abandonados e incompletos – nos estaleiros de Viana, e isto em finais de 2008… Se ao menos a espera compensasse… Mas não, os nossos “Patrulhões” são navios praticamente desarmados, sem helicóptero embarcado e de capacidades marítimas muito duvidosas… Um supremo e perigoso fiasco iminente num contexto em que a Armada portuguesa se encaminha brevemente para ter apenas as três Meko e as duas fragatas ex-holandesas em inventário…

Fonte:
Revista Marinha, Setembro 2008

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Texto que nos chegou…

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Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org

Viva o 1.º de Dezembro!

No próximo 1.º de Dezembro comemoram-se 368 anos da Restauração da Independência.
Logo em 5 de Dezembro de 1640, Olivença, assim que lhe chegaram notícias da revolta, repudiou o domínio filipino e fez jus à divisa que lhe fora outorgada pelos Reis de Portugal: NOBRE, LEAL E NOTÁVEL VILA DE OLIVENÇA!

Ocupada militarmente em 1801, desde então sob administração espanhola e forçadamente separada das demais terras portuguesas, Olivença constitui alerta eloquente para todos aqueles que querem um Portugal verdadeiramente livre e independente.

Lembrando a NOBRE, LEAL E NOTÁVEL VILA DE OLIVENÇA, e apelando à participação cívica de todos na defesa da sua portugalidade, o Grupo dos Amigos de Olivença participará como habitualmente nas comemorações públicas do Dia da Restauração.

Convidam-se todos os associados e apoiantes a integrarem a Comitiva do Grupo dos Amigos de Olivença que se concentrará, no dia 1.º de Dezembro, às 15:30 horas, frente à Casa do Alentejo, dali saindo para comparecer nas cerimónias oficiais que terão lugar às 16:00 horas, na Praça dos Restauradores, em Lisboa.

Para Lembrar e Reencontrar Olivença!

Lx., 23-11-2008.
A Direcção

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A República Dominicana vai finalmente começar a receber os seus Super Tucano

Depois de alguma incerteza – de ordem financeira – a força aérea dominicana viu finalmente aprovado o financiamento de 94 milhões de dólares para a aquisição de oito Embraer EMB-314 Super Tucano.

O financiamento provirá do Banco para o Desenvolvimento BNDES e vai permitir que a Republica Dominicana substitua os seus envelhecidos Cessna A-37B que deixaram de voar em 2001 deixando este país das Caraíbas sem força aérea, algo especialmente perigoso numa nação que faz fronteiras com o mais instável país da região, o Haiti, uma lacuna que a chegada dos primeiros dois Super Tucano irá resolver. Os restantes aparelhos deverão ser entregues em 2009.

Fonte:

Air Force Monthly, Novembro de 2008

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Bob Woodward: “há capacidades operacionais secretas que foram desenvolvidas pelos militares para localizar e matar líderes da Al Qaeda”

(Será que é um destes a “arma secreta” dos EUA no Iraque?)
Segundo o conhecido jornalista norte-americano Bob Woodward o sucesso atual das forças da Coligação no Iraque teria uma raiz essencial na utilização de um “programa de operações especiais sofisticado e letal”. Descrevendo-o de forma muito lacónica para o jornalista que na década de 70 expôs o “Escândalo Watergate” o agora jornalista da CBS escreveu no seu último livro “The War Within: A Secret White House History 2006-2008” que este sucesso se deveria a uma tecnologia militar secreta tão radicalmente nova, como o a introdução do tanque ou do avião o foi para a sua época. Entrevistado por Scott Pelley, da CBS: “Este é um segredo muito sensível e muito secreto, mas há capacidades operacionais secretas que foram desenvolvidas pelos militares para localizar e matar líderes da Al Qaeda no Iraque, líderes da Insurgência, e líderes renegados das milícias.”
Quando Scott Pelley lhe perguntou: “Mas do que é que está a falar? De algum tipo de definir alvos somente para as pessoas que procura? A liderança do inimigo?” ao que Woodward respondeu: “Gostaria muito de entrar em detalhes, mas não o vou fazer”. Já que estes, afirmou, iriam comprometer todo o projeto e que a sua natureza era tão revolucionária como a “introdução do tanque ou do avião”, na 1ª e na 2ª Grande Guerra… E acrescentando ainda “é o tipo de coisa sobre a qual se escrevem romances”…

Os pudores de Woodward quanto a dar mais detalhes sobre este programa são estranhos… É claro que podem ser unicamente motivados por intuitos comerciais para melhor vender o seu livro, fazendo criar uma aura de mistério sobre o “segredo”. Por outro lado, se ele é assim tão “secreto”, como é que chegou a Woodward e, sobretudo, como é que deixaram que a sua existência (ao fim ao cabo, o ponto principal para o preservar) fosse escarrapachada num best seller???

Bem, como se viu, não tenho grande fé na existência desta “arma secreta” que estaria a virar decisivamente a guerra no Iraque a favor dos EUA. Desde logo, por tudo aquilo que acima escrevi. Por outro lado, se essa arma existe, porque não está a ser usada no Afeganistão, onde a situação piora um pouco mais em cada dia que passa?

Mas ainda assim, admitamos que essa “arma secreta” existe… E admitindo essa tese, então acreditamos que pode ser uma de duas coisas:

1. Visão Remota… Da qual existem vários projectos nos EUA, alguns da CIA datando da década de 70 onde o “stargate” foi o projeto mais amplo tendo sido “oficialmente” terminado apenas em 1995… Não vou aqui aprofundar este tema, mas se não houvesse nada de substancial por detrás deste projeto a CIA iria financiar o mesmo durante trinta anos consecutivos? E porque o “encerrou” subitamente, ou… o passou para “programa subterrâneo”, encerrando-o oficialmente… Um programa de “Visão Remota” cumpriria a primeira parte da enigmática frase de Woodward (“localizar”), mas não o “destruir”, o que me leva à segunda tese:

2. Microrobots insectóides, telecomandados e transportando pequenas cargas de explosivos… A tecnologia já existe, é muito eficaz, permitindo “localizar e destruir” como refere a frase de Woodward, como se vê aqui, neste artigo do Washington Post…

Fontes:
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África deve resolver o seu problema crónico com escassez de alimentos recorrendo ao cultivo de OGMs?

David King, o anterior conselheiro do Governo britânico para a Ciência, responsabilizou a popularização da “Agricultura biológica” e a recusa em adoptar em massa os OGM como os maiores responsáveis pela multiplicação da fome em África… Segundo o cientista, existe um conjunto de atitudes “anti-científicas” contra a agricultura moderna que estão a ser exportados para África e travando a erupção aqui de uma “revolução verde” que poderia aumentar drasticamente a autonomia alimentar do continente e reduzir os níveis galopantes de fome e miséria que o assolam.

O cientista britânico defende que as formas tradicionais de fazer agricultura em África nunca serão capazes de fornecer a alimentação que o continente necessita para fazer face à sua crescente população e que somente culturas geneticamente modificadas (OGM) poderiam aumentar significativamente a produção local e libertar África da dependência crónica da ajuda alimentar externa e das crises de fome recorrentes que assolam o continente nos últimos dois séculos. Só assim se poderiam obter em África o mesmo tipo de ganhos recolhidos na China e na Índia e multiplicar por um factor de 10 a produção atual. É claro que a introdução massiva do cultivo de OGM iria introduzir novos problemas, como os de contaminação das culturas e dos campos adjacentes… um problema quase impossível de resolver quando sabemos da fragilidade das instituições governamentais de controlo e fiscalização, mas será que perante um problema de fome e miséria generalizadas temos realmente opção? Temos nós – habitantes dos países desenvolvidos – o direito de negar aos africanos a solução para os seus problemas alimentares em nome de filosofias mais ou menos fundadas, mas somente aplicáveis em países com excessos de produção? É claro que massificar os OGM em África, implicaria tornar o continente dependente das multinacionais como a Monsanto que produzem as suas sementes e este factor não deve ser esquecido… Mas pode ser combatido! Porque não se estabelecem preços especiais para as vendas para o continente, ou se suprimem aqui os direitos autorais destes produtos, deixando os mesmos intocados nos países desenvolvidos? Soluções há… Mas haverá vontade?

Fonte:
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Sobre a aquisição de 37 Leopard2A6 por Portugal e dos seus problemas…

Uma das mais importantes modernizações realizadas em Portugal está finalmente a concretizar-se: os primeiros carros de combate Leopard 2 A6 estão a chegar e a substituir os há muito obsoletos blindados M-60A3, dos quais Portugal tinha em inventários uns “teóricos” 92 blindados M-60A-3, digo “teóricos”, porque de facto, não se sabe quantos, destes, estão mesmo operacionais…


(os novos Leopard 2A6)

Os primeiros Leopard 2 chegaram em finais de Outubro e embora sejam veículos em segunda mão representam um autêntico “salto quântico” para o exército português. Os Leopard 2 vieram da reserva do exército holandês e foram comprados a um preço que deve rondar os 2 milhões de euros por unidade, cerca de um terço de um Leopard 2 novo. Os Leopard 2 que estão a ser transferidos para Portugal foram adquiridos no padrão A4, posteriormente modernizados para o A5 e recentemente, para o A6 que agora chega a Portugal. Os blindados foram comprados por um valor que não deve chegar aos 80 milhões de euros.

Embora não seja propriamente o tanque mais moderno do mundo, o Leopard 2A6 é um dos melhores tanques em operação atualmente, no mundo. Esta classificação deve muito ao longo canhão de 120 mm L/55 da Rheinmetal e a qualidade desta arma é a principal diferença entre a versão 2A6 e as anteriores 2A4 e 2A5, que utilizam o canhão L/44.
Contudo, como por cá nunca nada é feito completamente certo… O número de tanques é inferior às necessidades. Portugal sempre operou mais de 100 blindados de primeira linha, e agora teremos apenas 36 Leopard 2. Esta é uma redução de capacidade notável, a que o aumento de qualidade dos MBTs não basta para compensar. A redução para um terço da força implica uma severa redução de custos, já que este tipo de veículos é provavelmente o mais dispendioso ao serviço do Exército. Em termos meramente operacionais, não existe também no imediato uma ameaça terrestre que justifique a manutenção de uma força idêntica aquela que mantinhamos na Guerra Fria. Quer isto dizer que devemos deixar de ter blindados pesados de lagartas? Não. Não quer. Ainda que não exista ameaça terrestre direta, estes meios podem sempre ser deslocados para o exterior, como prova a recente deslocação de Leclerc franceses para o Líbano ou de Leopard2 canadianos para o Afeganistão. O mesmo pode suceder com Portugal, em apoio das suas forças terrestres que se encontram hoje em múltiplas missões de paz pelo mundo fora. Simplesmente, não tem acontecido pelos seus elevados custos operacionais e porque temos contado com forças blindades de nações aliadas já no local.Mas esta dependência, além de perigosa, pode não existir sempre… e um dia poderemos ter de contar apenas conosco próprios, dia em que tais forças se farão então sentir… É claro que estes meios dependem do transporte naval e este vetor, ainda que planeado na Marinha, ainda não está disponível…Mas além da falta de um vetor de transporte marítimo para estes blindados a que o NAVPOL poderia dar solução há ainda outro problema que poderá afectar ainda mais seriamente a mobilidade destes meios… a imobilização da Brigada Mecanizada do Exército (BME) a sul do Tejo, já que não existem pontes num raio de 60 Km, tendo a BME que deslocar os seus tanques até à ponte Salgueiro Maia, em Santarém para fazer os seus tanques chegar ao norte do país…
Fontes:
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Ainda sobre o estado da educação…

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O modo como a educação está a ser conduzida vai em sentido contrário à visão humanista protagonizada pelo Padre António Vieira. A critica foi feita pelo coordenador científico do Congresso Internacional, que hoje terminou em Lisboa.

Em entrevista à Renascença, Leonel Ribeiro dos Santos explica em que medida este missionário jesuíta soube antecipar a globalização e foi um dos grandes impulsionadores da luta contra a escravatura e na defesa dos direitos humanos.

O padre António Vieira, diz Leonel Ribeiro, é um dos primeiro teóricos que percebe a globalização, que percebe que o mundo é aberto e os continentes se ligam. Para além da globalização, acrescenta, temos um intelectual, um missionário, um pregador, um jesuíta que foi particularmente sensível a esse problema, que deixou páginas de uma sensibilidade e grande crueza na acusação que fazia aos povos europeus pelo trabalho de escravização desumana a que submetiam os povos indígenas.

Padre António Vieira foi pioneiro também na luta dos direitos dos povos.

Se o Padre Antonio Veira comentasse a actual polémica entre docentes e ministra da Educação, ficaria muito surpreendido com o modo como os políticos hoje encaram o ser humano. Não privilegiam a pessoa, mas sim os cifrões, diz Leonel Ribeiro.

A grande mensagem do padre António Vieira para os nossos tempos será a de que devemos orientar as nossas intervenções, não para a mesquinhez do quotidiano, do curto prazo, mas para longos horizontes de humanidade.

A evocação do padre António Vieira no Congresso internacional que hoje terminou em Lisboa para assinalar o quarto centenário do seu nascimento.

ML/Domingos Pinto

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O Sri Lanka recebeu cinco MiG-29SM

A força aérea do Sri Lanka – um país onde ainda hoje vivem perto de cinco mil lusodescendentes – recebeu os cinco MiG-29 que tinha negociado adquirir com a Rússia no começo deste ano.

Os caças cingaleses estão no padrão moderno MiG-29SM e juntaram-se a um MiG-29UB bilugar que já se encontrava no pais a treinar os pilotos do Sri Lanka.

Ainda que as operações de guerra convencional e de contra-guerrilha geralmente cumpridas pelo exercito cingalês contra a guerrilha separatista dos “tigres de Tamil” se exerça geralmente ou em missões de apoio a forças terrestres, a existência destes interceptores com alguma capacidade ar-terra vai permitir que a força aérea deste pais mantenha alguma da capacidade reativa que perdera nos últimos anos. É contudo uma decisão muito questionável… Pelo mesmo dinheiro poderiam ter-se comprado o dobro de aviões de ataque ao solo Super Tucano, SU-25 ou BAE Hawk…

Fonte:
Air Forces Monthly, novembro de 2008

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Ciclo de Cinema

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TRAVÃO ao Alojamento Local

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