Daily Archives: 2008/10/24

A “Crise Financeira” atual e as suas… vantagens potenciais

A atual Crise financeira não tem só desvantagens… Nos EUA – que ainda são o motor da Economia mundial, para o pior e para o melhor – entre 2000 e 2007 houve em cada ano um aumento médio de produtividade dos trabalhadores norte-americanos de 2,5. Seria de esperar que parte desse aumento, e do consequente aumento de lucro das empresas se viesse também a traduzir num aumento dos rendimentos familiares. Contudo, tal não aconteceu. Os rendimentos médios dos americanos estagnaram durante esses sete anos, o que significa que os lucros obtidos foram apenas repartidos entre gestores e acionistas, não nos trabalhadores, como sucedia parcialmente antes do advento da Globalização.

A presente crise é muito mais económica que financeira. Tem raízes muito mais profundas do que a simples “falta de confiança” do Mercado ou do congelamento dos empréstimos interbancários. A presente crise assenta num sistemático desinvestimento corporativo. Nos últimos dez anos, e apesar de um aumento generalizado dos lucros das grandes corporações e das mega organizações financeiras e multinacionais, o investimento caiu. Imensas quantidades de Capital assim acumulado, que antes eram convertidos em investimentos em bens e equipamentos foram transferidas para a Bolsa e convertidas em papel acionista. Os desinvestimentos no tecido produtivo estão a traduzir-se num abrandamento do crescimento da produtividade que se observa no mundo ocidental pelo menos desde 2004.

Se esta economia de Casino deixar de ser financeiramente tão recompensadora talvez os capitais que ela absorvia de forma economicamente improdutiva regressem ao seu papel financiador de novas empresas, investimentos na melhoria e optimização de processos e serviços e na geração de Emprego. Se os grandes capitalistas deixarem de ser meros especuladores e se tornarem em investidores e empresários empreendedores dinâmicos talvez desta Crise surja um novo mundo, mais equilibrado e recentrador do papel do Homem na Economia, ao invés da sua simples redução ao papel de Produtor e Consumidor onde o quiserem remeter.

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Categories: Economia | 4 comentários

Quids S14: Que carro é este?

Dificuldade: 4

1. Cada Quid valerá entre 1 a 5 pontos.

2. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no dia seguinte, depois das 24:00 do dia do lançamento do Quid. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.

3. Pode haver vários quids lançados entre as 12:30 e as 14:30, cada dia.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S14 | 19 comentários

Quids S14: Que avião é este?

Dificuldade: 4

1. Cada Quid valerá entre 1 a 5 pontos.

2. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no dia seguinte, depois das 24:00 do dia do lançamento do Quid. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.

3. Pode haver vários quids lançados entre as 12:30 e as 14:30, cada dia.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S14 | 12 comentários

Do abrandamento da economia chinesa: o começo do fim de um “tigre de papel”?

A taxa de crescimento da economia chinesa está a abrandar pelo terceiro trimestre consecutivo… Atualmente anda pelos 9 por cento, quando há três meses atras era de 10.1. Aparentemente, começa a sentir-se também na China o impacto da crise financeira global, como seria de esperar já que os países ocidentais que adquirem os produtos fabricados na China se encontram entre os mais afetados pela crise.

Mas a China parece estar a sofrer também de causas internas… Indicadores estatísticos como os preços do aço, as vendas de carros e as vendas imobiliárias indicam um abrandamento interno e a produção fabril registou nos últimos um declínio acentuado de produção para clientes externos e internos. A situação é tão grave que o governo chinês declarou que metade dos fabricantes chineses de brinquedos tinha já aberto falência, afetados pela aparição de novos destinos de re-localizações industriais no Vietname, México e Marrocos, entre outros e pelo severo abrandamento das exportações.

O governo chinês está a reagir, com cortes de impostos, descidas nas taxas de juro e aumentando o investimento em infra-estruturas.

Será que o crescimento económico da China chegou ao seu limite, assim como o modelo de desenvolvimento que esteve na sua base? Sendo uma economia muito dependente das exportações seria de esperar que sofresse com a recessão mundial que se avizinha e que já se instalou em alguns países europeus como o Reino Unido e a Áustria, mas há também indicadores – bem mais graves – que sugerem que o próprio mercado interno chinês esta a soçobrar e que não será – nem de perto – capaz de substituir este abrandamento nas exportações… A Ásia tinha até agora conseguir resistir bem a esta crise, mas a sua resistência está agora no seu limite, aparentemente e se o outro BRIC, a Rússia estava já a sofrer, agora que a China começa a dar sinais de abrandamento conseguirão a Índia e o Brasil continuarem a resistir? Sendo deficitária em termos alimentares e de combustíveis, a Índia não tem muitas possibilidades de abrandar ainda mais do que a China… Mas o Brasil exporta alimentos, tem um mercado interno muito dinâmico e é auto-suficiente em termos de hidrocarbonetos, logo poderá resistir melhor… Veremos daqui a três meses como se saiem os nossos irmãos brasileiros desta turbulência mundial.

Fonte:

bbc.co.uk/news

Categories: Brasil, China, Economia, Política Internacional | 4 comentários

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