Daily Archives: 2008/10/13

Da vaga de “nacionalizações” da Banca em curso, alguns avisos para o futuro e o que se poderia fazer…

Já que parece estar a generalizar-se a solução “nacionalizadora” por parte dos Governos de praticamente todo o mundo sobre os bancos em dificuldades, talvez importe compreender se este será a acao correta a fazer neste momento… Sem duvida que a decisão cega de salvar qualquer instituição financeira em dificuldades seja perniciosa a longo prazo, já que salvarão entidades mortas e que a realidade económica teria morto, se lhe fosse permitido aplicar o seu papel.

Em termos económicos e de justiça social, os administradores, gestores e grandes acionistas destas instituições em dificuldades deviam ser punidos financeira ou penalmente, lançando especial foco sobre as abomináveis “clausulas de rescisão” que se tornaram usais para tantos gestores de topo de empresas em dificuldades. A nacionalização destes Bancos em dificuldades restaura a desconfiança dos investidores e – sobretudo – dos seus clientes e parceiros comerciais e refinancia o estagnado sistema de fluxos monetários interbancários cuja doença tem criado esta explosão da taxa Euribor.

Dada a generalização do problemas da toxicidade dos créditos provocada por décadas de erros de gestão, preocupadas apenas com critérios quantitativos de curto prazo, não ficaremos espantados se a nacionalização acabar por ser a fórmula generalizada para a solução da crise financeira global. Surge então a questão fundamental: onde irão os governos buscar estas imensas quantias de dinheiro? Na Europa, os limites impostos pelos eurocratas e pelo autista BCE não dão grande margem de manobra para intervenções estatais, resta assim o recurso ao crédito internacional, e nomeadamente ao FMI… A nacionalização total ou parcial dos Bancos tem entregue aos governos (como no caso britânico) ações preferenciais e assentos nos conselhos de administração. É vital que esta presença estatal seja mais do que meramente formal. Não queremos assistir a uma multiplicação de casos como os da AIG, onde após receberem 80 mil milhões de dólares dos contribuintes americanos, os seus diretores se apressaram a organizar uma faustosa comemoração nos EUA com gestores de todas as filiais do mundo. Não, a nacionalização deve ser atuante e monitorizar contra erros de gestão e desperdícios como o citado. A nacionalização deve também procurar favorecer a divisão destas grandes instituições em várias menores, focadas localmente e não globalmente, aproximando a gestão dos clientes e recusando novas fusões que além de sacrificarem sempre Emprego e receitas fiscais, virtualizam a relação cliente-Banco e que tanto contribuíram para estes excessos de endividamento que criaram a crise subprime onde radica hoje toda esta turbulência.

A curto prazo, a solução para a crise financeira tem que passar pela nacionalização total ou parcial de todas as instituições de retalho em dificuldades (as de investimento, como o Lehmans, devem morrer), como alias esta a ser feito, e a médio prazo, todos estes bancos devem ser divididos, relocalizados e entregues preferencialmente a entidades locais, sejam empresários, associações empresariais, municípios ou associações sem fins lucrativos, que recentrem a atividade bancária numa forma sustentada de desenvolvimento que desvie os Bancos de tentações globais ou especulativas e à escravização das suas atividades aos interesses de curto prazo de acionistas e especuladores.

Categories: Economia, Política Internacional | 24 comentários

Quids S14: Como se chamava o homem que fez estes esboços?

Dificuldade: 4

1. Cada Quid valerá entre 1 a 5 pontos.

2. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no dia seguinte, depois das 24:00 do dia do lançamento do Quid. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.

3. Pode haver vários quids lançados entre as 12:30 e as 14:30, cada dia.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…


Categories: Quids S14 | 5 comentários

Quids S14: Que cena está aqui representada?

Dificuldade: 4

1. Cada Quid valerá entre 1 a 5 pontos.

2. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no dia seguinte, depois das 24:00 do dia do lançamento do Quid. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.

3. Pode haver vários quids lançados entre as 12:30 e as 14:30, cada dia.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela

Categories: Quids S14 | 4 comentários

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