Submarinos AIP: Sistemas, vantagens e desvantagens

Embora sejam um meio furtivo por essência, os submarinos de propulsão convencional (diesel-elétrica) têm que subir à superfície com regularidade para recarregaram as suas baterias através do recurso a geradores que consomem diesel e ar. Cada minuto que passam à superfície torna-os susceptíveis a serem detectados por aviões de reconhecimento ou por navios de guerra, por isso, é importante que um navio deste tipo permaneça submerso a maior quantidade de tempo possível. Foi para resolver este problema que foram concebidos os sistemas AIP “Air Independent Propulsion” ou “Propulsão Independente do Ar”, sendo que – por alguma razão, o acrónimo que é usado em português é mais o AIP do que o… PIA. De qualquer forma, e passando de raspão a piadinha rasteira, a verdade é que os sistemas AIP têm como objectivo a geração de eletricidade mesmo quando o submarino está submerso, recarregando as baterias do navio, ou assegurando diretamente a propulsão e alimentando os sistemas (bélicos e de manutenção de vida) com energia elétrica.

Um dos sistemas AIP mais usados atualmente são os que usam células de combustível (fuel cells na terminologia anglosaxónica), que consistem em conversores de energia eletroquímica que transformam energia química de um determinado combustível armazenado no submarino e o cruzam com um oxidante, gerando assim eletricidade. Existem pelo menos seis combinações de sistemas de células de combustível, não sendo nenhuma particularmente vantajosa sobre as outras (o que justifica esta amplitude de opções), ainda que uma possa ser mais vantajosa do que outra, em determinadas condições ou requisitos locais.

A propulsão AIP vem responder aquela que é a grande dificuldade dos submarinos de propulsão nuclear: o seu grande custo é proibitivo para qualquer outro país que não tenha grandes recursos financeiros à sua disposição, os EUA, por exemplo, um estudo de 1998 estimava que até então o país tinha gasto 320 biliões de dólares nos seus submarinos nucleares, dos quais 46 biliões em pesquisa, desenvolvimento, testes, fabricação e na operação da propulsão nuclear. Estes custos incluem também toda a pesada estrutura de suporte (fabricação de reactores, manutenção e fabricação e armazenagem de combustível nuclear). É esta escala de necessidades que tem levado a que apenas as grandes potencias nucleares tenham submarinos com este tipo de propulsão… É que não é fácil reunir os 650 milhões de dólares que a Índia (por exemplo) pagou por um “project 971 Shchuka B (NATO codename Akula) em 2004… Por isso, é razoável que se tenham buscado outras formas de equipar submarinos com sistemas de propulsão que – como o nuclear – não precisem de ar para funcionar, e que adicionalmente possam oferecer o mesmo tipo de raio de ação atualmente disponibilizados na propulsão nuclear. É claro que ainda não há nenhum sistema AIP capaz de oferecer características idênticas a um sistema de propulsão nuclear… alguns conseguem durante curtos períodos de tempo oferecer velocidades comparáveis ou capacidades para se manter submerso durante períodos de tempo comparáveis, mas todos enfrentam o problema do espaço limitado dentro de um submarino e as substâncias aqui armazenadas são tóxicas, enquanto que as barras de urânio estão apenas dentro do reactor durante anos, e não em depósitos que são renovados sempre que o submarino é abastecido no porto…

Geralmente, a AIP é uma fonte de propulsão auxiliar, pelo que muitos submarinos que oferecem são também comercializados sem AIP e não há atualmente nenhum submarino que use a AIP em exclusividade, como sucede com os submarinos de propulsão nuclear. De qualquer forma temos também que ter em consideração que um reator nuclear de submarino gera mais de 20 megawatts, havendo mesmo uma nova geração de reatores russos para submarinos que terá mais de 70 megawatts de potencia (ver AQUI). Comparativamente, um sistema AIP não consegue sequer gerar 1 MW, o que explica a lacuna de desempenho comparativo entre os dois sistemas…

Como referimos, não existe um único “sistema AIP”. Atualmente existem quatro sistemas concorrentes.

Motores de Diesel de Circuito Fechado:


(Submarino Type 209 chileno, compatível com a instalação de sistemas AIP CCD in http://zone.sousmarins.free.fr)

Um sistema destes (“closed-cycle diesel” (CCD)) tem um motor diesel convencional que funciona de forma normal na superfície ou com o snorkel (essencialmente um tubo respirador que alimenta com ar o motor diesel do submarino). Quando submerso, os sistemas CCD substituem o ar atmosférico por uma mistura de oxigénio que é conservado liqueifeito a baixas temperaturas em tanques especiais, juntamente com um gás inerte e produtos de exaustão reciclados. Os produtos resultantes da combustão são arrefecidos e separados nos seus componentes com o gás raro (árgon, geralmente) armazendo para reutilização sendo o resto enviado para o mar.

Embora sistemas CCD tenham sido investigados em vários países, só na Alemanha é que na Alemanha, em 1993 se realizou um teste com um AIP CCD, mas até hoje nenhum submarino foi lançado ao mar com um sistema AIP deste tipo. A empresa britânica “Marconi Marine”, comprada entretanto pela BAE Systems está a tentar comercializar um kit de transformação de motores diesel de submarinos convencionais em sistemas AIP CCD. O mercado existente é extenso, havendo só do Type 209, mais de 60 unidades funcionais em 13 países (sendo o Brasil um deles). Essa é precisamente a grande vantagem do CCD: a sua capacidade para ser instalado num submarino de propulsão convencional sem que este tenha que ser radicalmente reconstruído. Apesar disso, ainda não há clientes deste sistema nem nenhuma instalação no horizonte… É que os submarinos transformados ficariam com o seu uso operacional muito mais complexo, requerendo novas e caras instalações de superfície (oxigénio líquido mantido a muito baixas temperaturas, árgon, etc.)

Turbinas a vapor de Ciclo Fechado:

(Submarino paquistanês PNS Hamza equipado com sistema AIP MESMA in http://www.hrvatski-vojnik.hr)

Em França decorrem trabalhos sobre um sistema AIP conhecido localmente como MESMA “Module d’Energie Sous-Marin Autonome”. O MESMA consiste numa turbina convencional alimentada pelo vapor gerado pela combustão de etanol (a partir de trigo) e oxigénio armazenado a uma pressão de 60 atmosferas. O dióxido de carbono gerado por esta combustão é expelido para fora do navio, como no sistema CCD. O MESMA pode teoricamente gerar mais potencia do que qualquer outro sistema AIP a eficiência do sistema é relativamente baixa e o consumo de oxigénio o maior de todos os sistemas semelhantes, o que tem um impacto severo nos submarinos equipados com MESMA. O submarino paquistanês PNS Hamza da classe “Agosta 90B” foi construído de raíz com este sistema e os outros dois submarinos paquistaneses da mesma classe deverão ser transformados para receber também o MESMA, o que significa que qualquer unidade desta classe pode ser transformada de forma a receber este sistema AIP. Além do Paquistão, a Espanha também opera quatro submarinos da mesma classe, pelo que poderia ser um cliente potencial para este upgrade, contudo, como a Espanha tem o seu próprio submarino, o excelente “Scorpene”, também ele capaz de incluir propulsão AIP MESMA, essa possibilidade perde credibilidade… Curiosamente, o fabricante (que com a saída da DCN ficou sendo apenas os estaleiros Navantia espanhóis) afirma que a versão AIP triplica o raio de ação submerso, com uma velocidade de apenas 4 nós e exige um aumento de 76,2 m contra 63,5 m e um aumento da tonelagem de 1870 toneladas a partir de 1590 toneladas, o que dá uma boa medida da escala das transformações exigidas pela instalação do MESMA…

Motores de Ciclo Stirling
http://www.stratfor.com/mmf/73493
(Submarino sueco com AIP Stirling in http://www.stratfor.com)

No chamado “Ciclo Stirling”, o calor de uma fonte exterior é transferido para para um fluido (geralmente um gás inerte) e submetido a uma série de transformações termodinâmicas. A expansão do gás daqui resultante empurra um pistão e este reenvia-o para uma nova compressão, a qual, finalmente, pode gerar eletricidade. Esta abordagem é tão radical como a do MESMA já que como ela separa os processos de combustão daqueles que convertem o calor em trabalho mecânico e este, por sua vez, em eletricidade. A pressão da combustão é maior do que a da água e isto permite que os produtos se dissolvam na água sem uso de um compressor. Isto permite um grau diferente de controlo dos produtos de exautão e logo, do ruído gerado pelo sistema AIP o que pode ter um reflexo notável da capacidade do inimigo para detectar o navio enquanto submerso.

O AIP Stirling foi testado pela primeira vez em 1989, pela Suécia, pela Kockums, sendo o primeiro sistema deste tipo a ser testado. Por essa razão, este país escandinavo opera atualmente quatro navios deste tipo. O sistema tem a flexibilidade de poder ser instalado num submarino convencional diesel, como prova a sua instalação posterior nos submarinos suecos HMS Södermanland e HMS Östergötland. A instalação implicou a separação dos submarinos em duas metades e a instalação de uma nova secção central, aumentando o comprimento do submarino em 8 metros, um processo complexo e caro… Mas que provou que qualquer submarino diesel em operação no mundo pode receber um sistema AIP Stirling.

O sistema Stirling é o sistema AIP mais provado e testado de todos os sistemas AIP e essa é uma vantagem única que apresenta sobre todas as demais opções AIP a quem quer que esteja a avaliar uma opção para equipar os submarinos da sua Armada.

Sistemas AIP de Células de Combustível


(Submarino U 214 in http://www.areamilitar.net/directorio/im_MAR/U214_3.jpg)

Uma “célula de combustível” é um equipamento de conversão eletro-química que combina hidrogénio e oxigénio de forma a produzir água, eletricidade e calor. O termo é usado frequentemente como uma das soluções para o problema do transporte automóvel sem queima de combustíveis fósseis e é usado em todos os veículos mais ou menos experimentais da atualidade que utilizam o hidrogénio como combustível. Uma aplicação possível desta tecnologia é o AIP dos submarinos estando a haver trabalhos de investigação sobre esta abordagem. A abordagem é especialmente sedutora devido às baixas temperaturas (80 graus centígrados) exigidas e pela escassa emissão de calor.

O seu grande problema reside na armazenagem dos reagentes… O LOX (oxigénio líquido) é comum a outros sistemas AIP (como o Stirling) e pode ser armazendo com relativa facilidade, mas armazenar hidrogénio a altas pressões dentro de um submarino é algo perigoso… Uma solução pode ser conservá-lo em acumuladores de metal hidrido com baixas pressões e á temperatura do mar. Outra, será criar hidrogénio gasoso a partir de um combustível armazenado no submarino, como querosene ou metanol.

A líder mundial nesta tecnologia é a Siemens, a qual colaborou com os famosos estaleiros alemães Howaldtswerke Deutsche Werft (HDW) e com os italianos da para Fincantieri para desenvolver os submarinos U 212. Estes submarinos AIP, como o português Tridente têm nove células de combustível em série de 34 kilowatts cada, produzindo um total de 300 kilowatts. O sistema oferece 14 dias de navegação submersa a 8 nós. Uma nova geração do sistema, incluída nos submarinos U 214, é ainda mais potente.

Sabe-se que a Rússia e o Canadá também trabalham em sistemas AIP de células de combustível, mas ainda não têm submarinos funcionais com essa tecnologia.

Vantagens de um sistema AIP:
1. Requer espaço de instalação e armazenagem extenso no necessariamente reduzido casco do submarino
2. Mais barato de desenvolver, manter e construir que um sistema nuclear
3. A infraestrutura de suporte necessária é muito menos pesada do que a exigida pelos sistemas nucleares
4. Alguns sistemas AIP podem ser instalados em submarinos já em funções pela simples adição de uma secção ao casco.
5. Permite que um submarino equipado com AIP permaneça mais tempo submerso que um submarino de propulsão convencional
6. Os sistemas AIP emitem baixas vibrações (especialmente o Stirling) e são muito silenciosos apresentando também assinaturas infra-vermelhas muito baixas. Exatamente como os submarinos de propulsão nuclear.

Desvantagens de um sistema AIP:
1. As velocidades alcançadas são inferiores às dos submarinos equipados do propulsão nuclear, porque a potencia gerada é várias vezes inferior ao de um sistema de propulsão nuclear (1 para 70, nalguns casos)
2. A capacidade para se manter submerso durante longos períodos de tempo è inferior às dos submarinos equipados do propulsão nuclear
3. O combustível e o oxidante dos contentores que abastecem o sistema AIP são muito tóxicos (oxigénio líquido e hidrogénio peróxido)
4. No caso do AIP CCD, o submarino transformado é um sistema muito mais complexo e difícil de manter que a propulsão diesel convencional, e exige também instalações logísticas muito mais caras e complexas para armazenar o oxigénio líquido e o árgon.

Comparando umas e outras vemos que temos um sistema mais antigo e provavelmente mais fiável que é o sueco Stirling e um outro que parece ser o caminho de futuro para a propulsão AIP, que é o das células de combustível (hidrogénio) que equipam os novos submarinos da Armada portuguesa… Os outros sistemas são promissores e apresentam vantagens… Mas se tivesse que optar por um sistema AIP… Escolheria o dos U 209. Fica imensamente mais barato do que desenvolver (e construir) um submarino a propulsão nuclear, garante algumas das suas características (furtiva, operação submerso e parte da velocidade) e parece ter mais espaço para desenvolvimentos do que qualquer outra alternativa AIP atualmente conhecida.

Fontes:
http://everything2.com/e2node/Air%2520Independent%2520Propulsion
http://sub-log.com/air_independent_propulsion_historical_speed_and_modern_stealth
http://oai.dtic.mil/oai/oai?verb=getRecord&metadataPrefix=html&identifier=ADA304112
http://dspace.dsto.defence.gov.au/dspace/handle/1947/3828
http://cat.inist.fr/?aModele=afficheN&cpsidt=18101666
http://americanhistory.si.edu/subs/history/timeline/cost/index.html
http://www.fas.org/man/dod-101/sys/ship/nssn.htm
http://www.expressindia.com/latest-news/India-to-get-Russian-nuclear-submarine-after-17-yr-wait/330891/
http://www.guardian.co.uk/environment/2007/apr/18/energy.business
http://www.dcnsgroup.com/us/medias/popup.php?id=117
http://www.dcnsgroup.com/us/offre/sous-marins/agosta.html
http://zerosix.wordpress.com/2007/07/22/clever-swedes-and-their-aip-subs-part-1/
http://www.areamilitar.net/ANALISE/analise.aspx?NrMateria=15&p=2

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53 thoughts on “Submarinos AIP: Sistemas, vantagens e desvantagens

  1. artigo dedicado ao Fred… esse acérrimo adversário do AIP!

  2. Fred

    Hehehehe:)

    Clavis, ótimo artigo, como sempre! 🙂

    Salvo engano houve um sub soviético com ccd na década de 40, se não me falha a memória foi um M 401 ou algo assim, e depois, em 58, os russos tentaram um AIP com peróxido de hidrogênio (copiado do type XXVI alemão), mas o bicho explodiu!

    Os americanos, os russos e o ingleses tentaram resolver os problemas do AIP alemão a peróxido de hidrogênio e oxigênio (o inventor alemão era um engenheiro helmutt de tal, minha memória já foi bem melhor, 🙂 ), mas adivinha, eles desistiram e foram para o … Nuclear.

    Mais potente, mais silencioso e mais seguro.

    e outra desvantagem do AIP é que aumenta a assinatura térmica em até 25%, dependendo da modalidade! E o desconforto para a tripulação é enorme.

    Mas não tenho nada contra o AIP não, só acho que não serve ainda para o fim que se destina, pelo menos enquanto não for desenvolvida uma célula de combustível que realmente funcione.

    🙂

  3. assinatura térmica?
    Mas isso é importante?
    Há detectores deste tipo?

    e reparo como continuas céptico…

    de qualquer forma, não acho os nucleares assim tão maus, claro. Simplesmente, acho o seu preço de desenvolvimento e construção proibitivos… esse é o meu maior argumento contra e o ponto central na defesa dos AIPs.

  4. Fred

    Sim é importante, principalmente quando se está dentro dele 😉

    Existem uma série de sonoboias com detectores térmicos e acusticos, o MESMA I deixa uma trilha quente e a produção de vapor faz um barulho sem tamanho, quando em uso, o MESMA II ia resolver ou pelo menos minimizar esses pequenos problemas, mas não vi nenhuma avaliação ainda.

  5. Se ñ há avaliação é pq tbm ñ foi resolvido o rastro deixado .P/ q li , o MESMA II está em fase de estude e teste.Talvez os franco tenham resolvidos e, em parte, o problema..Vamos ver kando tivermos os Scopénes deles..

  6. gaitero

    Não viu porque ainda não foi testado ^^

    Não sei se a India vai comprar scórpone com aip, alguem pode me informar?
    E com relação ao AIP e Nuclear, é o mesmo que comparar um F-5 com um F-22.
    Fazer eles fazem, mas e qual é o melhor….

    Se a tecnologia AIP fosse tão boa não seria exportada como itens de série para outros países, e sim seria um tecnologia restrita como é a Nuclear…

  7. Fred

    Como tudo da vida, o AIP tem coisas boas e ruins, ao meu miope olhar, tem mais coisas ruins que boas.
    Obviamente quando comparamos os tamanhos das áreas a serem patrulhadas. O AIP Siemens tem um custo de mais de 40 dólares por mn, poucas marinhas no mundo podem se dar ao luxo de pagar isso.

    e 40 dólares para navegar a 4 nós! Fala sério!

    Para um mediterrânio, um mar báltico, não tenho como contestar a eficiência, mas no bom e velho atlântico. Não acho prudente! 😉

  8. Os srs. apresentaram as dificuldades aos Subs SSK , como o IKL e Scopéne..o q ñ é o caso do Amur , Rússo. e seu AIP e Kristal mt superior ao mesmaII…e Invisível as ecosondas..o sr caves pode até parecer louco + burro, isso nunca. sua marinha vai adquierir + de três (03) subs Amur. Essa corrida armamentista está ficando mt boa, e q vença o + bem armado. Q Deus nos ajude.

  9. Nuno

    O Aip dos submarinos Portuguese u 209pn ou “U214” a temperatura maxima é apenas de 80 graus indetatavel com isolamento termico que vem de origem. E o Hidrogénio liquido e oxigénio, 200 graus Centígrados negativos tambem é indetétavel não tem asssinatura termica imposssivel ser detetado o ruido de fuciomento é muito baixo talvez so russo ou americano tem tecnlogia para dectetalos.

  10. Nuno

    O futuro submarinos com reatores nucleares a plamas sem registo termico.

  11. Daniel de Souza

    Clavis os EUA gastaram 320 trilhões com submarinos nucleares de acordo com este estudo? É que no Brasil usamos bilhão que é 10^9, e em Portugal bilião que é 10^12. Mais informações procure escalas curtas(Brasil) e escalas longas(Portugal).

  12. Fred

    Nuno, Os IKL, são a célula de hidrogênio Siemens, eles não geram calor e sim frio, os que geram calor são os que utilizam vapor como o MESMA Francês e o Stirling, o IKL é caro mesmo! 🙂 e requer uma logistica em terra extremamente complexa, produção transporte e armazemamento de gases como o hidrogênio com pureza elevada e o oxigênio líquido.

    O abastecimento no mar também é um tanto complicado, visto a possibilidade de explosão, mas acima de tudo o AIP é caro. O reduzido desempenho e velocidades baixas também são mencionados pelos usuários como desvantagens.

    Quando as células de combustível conseguirem gerar acima de 1 MVA, ai sim! O AIP começará a ser viável, por que com nove ou 10 células pode-se gerar 10 MVA e manter o submarino por 10 dias em operação plena. Longe, muito longe dos 4 nós de velocidade máxima das celulas de hoje.

    Como comparação de necessidade de energia os reatores nucleares embarcados modernos podem gerar mas de 40 MVA, o reator Brasileiro experimental em Aramar-SP gera 11 MVA.
    Já os mais modernos sistemas AIP chegam a 300 kVA. 🙂

  13. Daniel, esse valor resulta de décadas de trabalho de investigação, desenvolvimento e fabricação de vários modelos de submarinos de propulsão nuclear, por isso parece meio inflacionado. É realista, mas incorpora este “detalhe”, ao que me lembro. E isso explica porque o valor brasileiro é tão comparativamente inferior… muito do trabalho pioneiro é público, está publicado e pôde ser reaproveitado.

    Fred, Fred… Ainda me vais acabar por convencer…

  14. Fred

    Risos, Você é difícil de convencer Clavis!

    Eu também gosto do AIP, só que ainda é caro demais!

  15. gaitero

    E pouco funcional.

    Eu já disse se ele fosse tão bom, seria tao restrito quanto o Nuclear.

  16. Fred: Bem, continuo céptico… Se o AIP fosse assim tão desvantajoso haveria tantos sistemas AIP e um uso tão disseminado dos mesmos? Alguns méritos terá para haver tantas alternativas…

  17. Fred

    Caro Clavis, nunca falei que o dito é ruim, falei que para o Atlântico ele não tem serventia.

    Em mares restritos ele é excelente, capacitando o sub em alguns dias submersos a mais.

    E que é caro, caro, a 40 dolares a milha, poucos podem usar. a MB mesmo não pode!

  18. e estou disposto a aceitar esse argumento…
    que aterra com a opção da MP por tais sistemas, infelizmente…
    o que vale é que sempre fui um crítico da preferência da MP pelos submarinos esquecendo novas corvetas e a atualização das fragatas, como acabou sendo feito…

  19. A MB está mt certa em ñ adotar o AIP, com uma ligística desta..é quase um outro sub…o escopéne gaules tem o seu AIP mo mesma II ..e melhor investigarem o kristall dos russos..e seus Amur, são até invisível as ecosonda e sonares…o sr.chaves vai comprar alguns deles..essa corrida armentista na América do sul , está mt boa. Como está o moral dos ianks , vendo estas compras p/ venezuela?

  20. Fred

    Clavis, submarinos sempre serão armas de negação do mar ao inimigo. E o detrimento de forças de superfíce é um preço caro para se ter submarinos, só acho, do alto da minha ignorância, que quem tem 2 não tem nenhum, quem tem 3 tem 1, quem tem 5 tem 2 e assim sucessivamente.

  21. sr.Fred gostei da sua contagem, eu ñ sou o único q pensa assim, kem tem dois tem um..kem tm um nada tem…Por isso sou a favor da MB comprar uns três Amur ou + da Rússia, tem sobeja vantagens sobre os escopénes francos..verifikem.

  22. gaitero

    Bom, a classe amur, é muito boa, mas e a contra partida, eles estão dispostos a nos transferir tecnologia para o casco nuclear? bem até onde eu sei não.

    Então os 4 scórpones que serão comprados serão bem vindos.

    Com relação a esta soma, eu discordo, acho que quem tem 2 tem 2 e quem tem 5 tem 5.

    Mesmo com manutenção, problemas que possam vir a ter, limitações, seja qual for, um país que tem 5 submarinos, quando entrar em uma guerra vai ter 5 submarinos, e não 2……

  23. Via de regra sempre tem um ou + em manutenção,i.e, uma frotilha de cinco subs, com ceteze um ou dois estarão na docas p/ reparos..daí o acima.Mais está mt boa está corrida armamentista, q vença o + armado.

  24. sr. Gaitero. 04 ou + Amur..vem tranferência e mt +, essa Rússia pós-geórgia, e kerendo colocar os pés e as mãos no “kintal” ianks?, C/certeza q vem , ainda + sendo o país em kestão, o Brasil, claro q transferem..e são bem + abertos e honestos a acordos internacionais, o q ñ é o caso dos ianks.

  25. PEGASO

    O concurso para a substituição dos submarinos Albacora:
    Os sistemas AIP MESMA e de Células de Combustível

    Quando Portugal, abriu um concurso para o fornecimento de novos submarinos, de imediato, dois concorrentes se destacaram:

    Os franceses, com o seu novo submarino Scorpéne, com o sistema AIP conhecido por MESMA, e os alemães com o U-209, na sua última versão, com possibilidade de incorporação de um sistema AIP de células de combustível. O submarino francês, era superior ao submarino alemão, mas o sistema MESMA, não era considerado o melhor.

    Os dois sistemas foram analisados e a seguir apresentam-se algumas notas e comparações, que provavelmente levaram a concluir sobre a superioridade do sistema de células de combustível sobre o sistema MESMA de turbina em circuito fechado.

    MDCN – MESMA HDW – Células de combustível
    O sistema de turbina em circuito fechado, também conhecido pela sigla M.E.S.M.A., do francês, Module d’Energie Sous-Marine Autonome, ou Módulo Autónomo de energia submarina.
    É constituido por uma turbina a vapor, produzido pela queima de Etanol e Oxigénio liquido. O sistema produz vapor, que por sua vez acciona um alternador, que alimenta o motor eléctrico.

    Desta maneira, a energia produzida, não é directamente transferida para o motor do submarino. Também por esta razão, os sistema MESMA é muito menos eficiente que o AIP, e ao mesmo tempo, é bastante mais volumoso que aquele, além de mais ruidoso

    A reacção do Etanol com o Oxigénio, dá-se a uma temperatura muito mais elevada, o que implica maiores necessidades de arrefecimento, pelo que, se recorre à própria água do mar. Teme-se que, futuramente, sensores de temperatura especialmente sensíveis, sejam capazes de detectar as pequenas alterações na temperatura da água, provocadas pelo sistema de arrefecimento da turbina, o que poderia comprometer a segurança do submarino.
    Visto por muitos como o sistema do futuro para submarinos não nucleares, o sistema de células de combustível, utiliza baterias que são conversores de energia, que transformam uma reacção química em energia eléctrica. Este reacção, não tem quaisquer partes moveis, e não ocorre a grande temperatura, não provocando assim a transformação de energia em calor, que se poderia perder por dissipação.
    O processo de electrolise, utiliza a mistura de Oxigénio e Hidrogénio. A reacção entre estes dois elementos, produz energia eléctrica, e, curiosamente, como sub-produto, produz agua pura.

    As baterias são ligadas em série, de forma a que a soma da energia produzida, seja suficiente para mover o submarino. O principal problema, até ao momento, é que os submarinos têm que transportar reservatórios de Oxigenio e de Hidrogénio a bordo. Estes elementos têm que estar separados. Os reservatórios de Hidrogénio são transportados em tanques na parte inferior do casco em forma de Hidrogénio liquido metálico, e o oxigénio, transportado noutro tanque, deve ser mantido a 200 graus Centígrados negativos.

    Comparação de algumas características dos sistemas de propulsão MESMA e Células de Combustível
    DCN: MESMA Característica HDW: Células de combustível
    25% Eficiência na conversão de energia (energia produzida que é transformada em força propulsora) 70%
    Indirecta Conversão de energia do sistema AIP para o motor Directa
    1.1 Kg Consumo de oxigénio por kws produzido 0.4 Kg
    700º Temperatura máxima de operação 80º
    Água do mar Arrefecimento Circuito fechado
    Médio Volume da secção AIP Compacto
    Médio Ruído Baixo

    ——————————————————————————–

  26. PEGASO

    O U209pn ou U214 é de 8 nos velocidade maxima com aip e da 15 dias.

  27. PEGASO

    A cplp devia ter um programa de investigação militar conjunto tambem com compunete civis e univercitaria para depois partirem para uma unificação militar com meios proprios isto costa dinheiro mas tambem cria massa cizenta e ainda mas dinheiro tem é que deixa de nacionalismos arcaicos e partir para o que é nosso por direito unidos podemos ser grandes mas divididos nunca seremos nada no plano internacional.

  28. Daniel de Souza

    Ainda duvido dos 320 trilhões. Mesmo como trabalho de décadas é muito ainda. O pacote dos EUA contra a crise que não foi aprovado é 700 bilhões né, fica difícil pensar nisso multiplicado por 500?

    O projeto brasileiro do submarino nuclear é antigo remonta da época da ditadura militar e da criação do CBPF pelo Cesar Lattes, quando criaram o projeto de refinamento de urânio que obteve sucesso e a construção na Serra do cachimbo de uma base a 320 metros de profundidade para testes nucleares que oficialmente foi fechada, mas existe uma teoria da conspiração aqui que diz que o Legacy que derrubou o avião da GOL estava espionando essa base já que ele estava voando camuflado pela redondeza da base, isso porque foi detectado possível agitação na base pelos satélites estadunidenses.

    Fontes e Extras
    Construção de Angra 3: http://www.eletronuclear.gov.br/noticias/integra.php?id_noticia=541
    Verba para o projeto do submarino: http://oglobo.globo.com/pais/mat/2007/07/10/296714375.asp
    Matéria de 26 de fevereiro já falando do submarino nuclearbrasileiro: http://www.brazzilmag.com/content/view/9145/1/
    Brasil e armas de destruição em massa:http://en.wikipedia.org/wiki/Brazil_and_weapons_of_mass_destruction
    Serra do cachimbo: http://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_do_Cachimbo
    Serra do cachimbo visão aérea: http://wikimapia.org/7197147/pt/Hangar-da-Base-A%C3%A9rea-do-Cachimbo
    Um post de alguém falando sobre isto tudo:http://thetweet.blogspot.com/2008/01/o-enigma-da-serra-do-cachimbo.html
    Outro post só que agora num site confiável: http://www.nuctec.com.br/educacional/submarino.html

  29. Daniel de Souza

    Estou apoiando o Fred, hehehehehehehe.

  30. Fred

    Gaitero, o Brasil possui 5 subs, porém operacional estão apenas 2, um opera com restrição, e 2 estão em PMG, devidamente fora d’água! Dai quem tem 5 tem 3, e olha que eu fui bonzinho 🙂

    Esse link é para o PMG do Tapajó (o pmg dos tupis duravam cerca de 5 anos, ( e é feito após 6 000 horas navegadas) o Timbira foi o primeiro PMG executado em tempo record por volta de 2,5 anos (foi retirado da água e o pmg foi feito no galpão 17 da AMRJ) https://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/amrj/MD_visitaamrj.htm

  31. Fred

    Só mais uma curiosidade, os IKL podem ter o casco cortado por 3 vezes em sua vida útil.

  32. Os srs. já investigaram os Amur Rússos,são uma formidável arma de destruição; conforme palavras do sr gaitero:ameaça fantasma .Algo q deve está tirando os cabelos dos ianks..imagine os MB com 0(05) cinco Amur 1850 e depois um sub nuclear de ponta, bem armado…+ o satélite geoestacionário , uma potência c/ recursos mínimos + de causar arrepios..

  33. gaitero

    De qualquer forma quem tem 5 tem 5, Voce nunca sabe se o país que você vai atacar possui 2 sub operacionais, 1 com restrição e 2 docados.

    Você só sabe que eles tem 5 submarinos e isto é oque importa.

    Com relação ao amur, carlos, eu sou da segunte opinião, discordei de comprarmos scórpone pois já temos uma doutrina voltada aos ILK, mas se esta foi necessária, então tudo bem, além do mais, os scórpones receberam sitemas nacionais, e tambem sistemas que serão ultilizados no PMG dos Tupis. Agora alterar toda a extrutura para contruir submarinos, que não possuem nenhuma semelhança com os TUPIS. É besteira, além do mais, quanto vai custar, toda esta mudança, porque a RUSSIA não nos ofereceu tranferencia, nem nos aviões, muito menos agora? Eles esperam que o brasil compre, para incluir no pacote?
    Eu duvido que alguem esteja disposto a colaborar, e a França parece a mais inclinada a isto, então não importa que os amur são isto ou aquilo eles estão fora de cojitação.

  34. Td bem..vamos ver como os mesmo podem ser usados , quando estiverem sido incorporados a marinha venezuelana, se o seu AIP de Kristall e mesmo o q li e se são invisíveis aos rastreadores …Mais ñ confie tanto assim nesta tranferência q o francos(francos..heheheheheh) estão prometendo p/ nos venderem seus escopénes..e q venham logo.

  35. os submarinos são armas importantes em qualquer arsenal naval, concordo. Por isso aceito o argumento de que dois podem valer por cinco ou sete, se forem submarinos com bom raio de alcance, velocidade e furtividade (AIP ou nuclear). O exemplo da guerra das Malvinas onde dois submarinos nucleares britânicos conseguiram “colar” toda a não-desprezível armada argentina nos seus portos não pode ser escamoteado…
    Contudo, dois submarinos (o caso português) é manter um nº de meios demasiado baixo… um estará tipicamente parado, em manutenção (são navios complexos, especialmente se tiveram AIP ou propulsão nuclear)

  36. Fred

    Sim, e provavelmente os dois precisarão de PMG em tempos muito próximos.
    Como uma PMG demora pelo menos de 2 a 3 anos, um ficará aguardando o aceite do PMG do outro para iniciar sua manutenção e com sorte estará operando com restrições enquanto aguarda, com azar vai estar atracado, com muito azar, no fundo 😉

    Na MB os pmg são de 6000 em 6000 horas navegadas, ai deve ser semelhante, acredito ou vcs preferem a MLU?.

    A Argentina e o Chile não fazem PMG, fazem uma MLU, sacrificando muito da vida útil do casco. Bem é questão de opção pelo custo benefício e ponderação de risco já que operam muito perto da fadiga dos equipamentos antes da MLU!
    🙂

  37. bem, não encontrei essa informação… nem aqui, onde eles são mantidos:
    http://www.arsenal-alfeite.pt/submarinos.html#manutencao

    ainda que para os antigos Barracuda:
    “Ao fim de cada ciclo operacional o submarino sofre uma grande revisão que dura 18 meses, cujo objectivo é repor o nível de qualidade dos seus sistemas e equipamentos, em termos de desempenho, tão próximo quanto possível do obtido em novo e garantir, assim, um novo ciclo operacional com o máximo de segurança e o mínimo de avarias inopinadas.”
    http://www.marinha.pt/extra/revista/ra_mar1999/pag11.html

  38. gaitero

    É relamente, eu não conheço nenhum outro país na AL que faz PMG.

    No Brasil o Ultimo PMG durou 2,5 anos.

    O ARA Santa Cruz TR 1700 executou MLU no AMRJ em
    1999/2001.

    Já agora em 2004, será feito um MLU na argentina, de um ILK-1200, a previsão é que demore 4 anos para ser concluido.

    So gostaria de saber Fred, como os submarinos que não fazem PMG, são ultilizados, já que os nossos que realizam sempre estes PMG ainda assim, algumas vezes, operam com restrições;

  39. gaitero

    Deve ser um pesadelo, para os marinheiros.

  40. Fred

    oh, se é, o risco é muito elevado sim, pois você passa a operar muito próximo do limite, e tem que obrigatóriamente diminuir o uso para o mínimo possível, isso é o chamado operar com restrição.

    Naturalmente a restrição próximo ao PMG é bem menor que a Restrição do MLU, principalmente no que diz respeito aos motores e geradores.

    É e esse 2 anos e meio foi um tempo recorde, já que o timbira foi levado em uma balsa puxado por carretas para o galpão da AMRJ então todas as soldas e serviços críticos foram efetuados em ambientes controlados, o PMG anterior , salvo engano do TUPI, levou 5 anos!

  41. gaitero

    Isto, sim é o chamado operar com restrição.

    Sds.

  42. o que explica porque é nas listas de inventário das marinha nunca se deve contar com todos os meios, mas tipicamente, apenas com 2/3 de todos os meios disponíveis… especialmente, os submarinos, uma falha grave pode facilmente torna-se… fatal!

  43. Fred

    exatamente, Clavis, por isso realmente acho pouco 2 subs, enquanto um está em MLU ou PMG o segundo está provavelmente operando com restrições ou perto disto! 🙂

  44. o que me lembra os criticos à opção pela compra de apenas dois 209…

  45. Viu..kem tem dois ,só tem um..sempre em reparos(MLU/PMG )daí serem necessário uns 6 a 8 subs, o bom SERIA uns 20 SSK (escopénes e ou IKLs 215 ou ainda os Amur 1850 )e omelhor p/ n/MB , + o certo são três Subs nuclear.

  46. gaitero

    Não é bem assim, ^^
    São feitos PMGs de 6000 horas em 6000, vai ter época que terão 2, outras 1 e outras 1 com restrição, ou até mesmo 0.
    O importante é que ninguem fique sabendo. Como já dito o que realmente importa é a dissuasão;

    Sds.

  47. gaitero

    E finalmente, me escutaram, estamos entrando em uma nova era, e a reforma esta começando a aparecer.

    O Ministério da Defesa deverá criar uma nova secretaria com a função de centralizar as compras de alguns materiais e equipamentos destinados à Marinha, ao Exército e à Aeronáutica, inclusive os novos helicópteros que serão fabricados pela Helibrás. A informação foi dada na última quarta-feira pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, durante visita ao Comando de Aviação do Exército, em Taubaté (SP).

    “Nós estamos caminhando para a criação, no Ministério da Defesa, de uma secretaria de compras de materiais de defesa, para não ficar pulverizado. Nós teremos um ganho de escala e uma organização maior da definição das políticas de compras das Forças”, explicou Jobim.

    Outra mudança administrativa já sinalizada pelo ministro aos comandantes das Forças, foi a reestruturação do orçamento anual de cada uma delas. A solicitação é de que as atividades de manutenção, relativas à subsistência das organizações, sejam separadas das ações destinadas a melhorias, devendo estas últimas ser apresentadas sob a forma de projetos.

    Desta forma, a Defesa fará a priorização dos projetos e a distribuição dos recursos necessários à sua execução. Esse novo formato deverá ser exercitado a partir de 2009, com vistas à elaboração do orçamento de 2010.

  48. Fred

    Copiado dos Franceses…

  49. Fred

    E sobre o PMG, 6 000 horas é no Brasil, cada país diferencia a sua estratégia de logistica.
    No caso militar, você tem obrigatoriamente que pensar o pior caso, pois vai ser ai que você vai precisar!

    E pode ter certeza, eles sabem quando e como está sendo feito cada reparo.

    Lembro da história dos suecos que pulverizaram a localização de seus aviões pelo país para sempre ter capacidade aérea de retaliação em caso de ataque.
    Ai os russos mandaram vendedores de enciclopedia na casa de todos os pilotos e na casa de suas familias. O recado foi dado, vc pode até esconder os caças, mas os pilotos nos sabemos onde encontrar!! 🙂

  50. Como os caças ñ são UCAVS ainda..+ é mt boa esta central única de compra, assim se padroniza e se adquire + e barato; é bem + fácil seguir o dinheiro gasto.E qu venham os escopénes..ad sumos.

  51. Fred: Sim, aliás um dos requisitos desde há longo tempo dos caças suecos é a sua capacidade para operarem em estradas de forma a manter a sua FA operacional mesmo depois de todos os aerodromos terem sido destruídos… não conhecia contudo essa dos vendedores de enciclopédia… onde leste isso?

  52. A pergunta procede, Qual a origens desta “estória”, se verdadeira, uma invasão silenciosa ; um recado realmente claro.carambas..

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