Monthly Archives: Outubro 2008

COMUNICADO MIL SOBRE A 9ª CIMEIRA LUSO-BRASILEIRA

O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO saúda a realização de mais uma Cimeira Luso-Brasileira, esta em Salvador da Baía.

A nosso ver, estas cimeiras são fundamentais para o fortalecimento dos laços entre Portugal e o Brasil – em todos os planos: cultural, social, económico e político – e para o futuro da Lusofonia no espaço global.

A esse respeito, o MIL saúda particularmente o fato dos documentos oficiais terem sido já redigidos segundo o Acordo Ortográfico, assim se acabando com o absurdo de, nestas reuniões, terem tido até agora que existir duas versões dos mesmos documentos.

Lembramos que o MIL foi, em Portugal, uma das entidades que mais pugnaram pela sua ratificação, tendo, nomeadamente, lançado a PETIÇÃO À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA EM PROL DE UMA MAIS RÁPIDA IMPLEMENTAÇÃO DO ACORDO ORTOGRÁFICO, única petição a favor do mesmo (http://www.gopetition.com/online/17740.html).

Cada vez mais, o MIL deseja que todos os países da CPLP dêem sequência a curto prazo à efetiva aplicação do Acordo Ortográfico. Tal realidade contribuirá decisivamente para que a CPLP se constitua numa só Voz no plano internacional.


MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO

Comissão Coordenadora

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Categories: Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional | 1 Comentário

A “gripe espanhola” ainda vive… dentro das nossas células…

A grande “gripe espanhola” de 1918 deixou traços nas células dos sobreviventes europeus de hoje… Já se sabia que os caucasianos eram tendencialmente mais resistentes a infecções virais por causa de serem descendentes daquele quarto da população europeia que sobreviveu à Peste Negra na Idade Media, mas agora, um grupo de investigadores norte-americanos descobriu que existiam anticorpos específicos do vírus H1N1 que teria sido o causador da “gripe espanhola”.

Os cientistas expuseram o sangue de 32 europeus ao vírus e constataram que este reagiu, revelando que a memória da infecção continua bem viva em todos nos que herdamos os genes dos nossos antepassados que sobreviveram a essa temível gripe a que aludiam os meus avós com um ainda grande e impressionante respeito…

Como grande consequência prática desta experiência, temos a produção de um tratamento eficaz contra a “gripe espanhola”, cujo regresso não pode ser completamente descartado, neste mundo pleno de grandes e populosas cidades e onde os vírus viajam à velocidade de um avião a jacto.

Fonte:
Science et Vie, Outubro de 2008

Categories: Ciência e Tecnologia, Saúde | 13 comentários

Declaração Conjunta da IX Cimeira Brasil-Portugal

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1. O Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e o Primeiro-Ministro da República Portuguesa, José Sócrates, reuniram-se em Salvador, no Estado da Bahia, em 28 de outubro de 2008, por ocasião da IX Cimeira Brasil-Portugal. Os dois Chefes de Governo reiteraram os fraternos laços de amizade entre os dois países e passaram em revista o estado atual das relações bilaterais, bem como os principais temas de comum interesse da
agenda internacional.

2. Os dois Mandatários congratularam-se pelas comemorações alusivas aos 200 Anos da Transferência da Corte Portuguesa para o Brasil, marcadas por importantes celebrações em ambos os países. O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva recordou, com satisfação, a visita ao Brasil do Presidente da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, em março último, no marco do lançamento, no Rio de Janeiro, da efeméride.

3. Os Chefes de Governo constataram, com satisfação, a excelência do relacionamento bilateral e concordaram em que o Tratado de Amizade, Cooperação e Consulta, assinado em 2000, propicia notável quadro para o desenvolvimento de inúmeras iniciativas que têm aprofundado e intensificado não só o relacionamento entre Altas Autoridades dos dois países, mas também
o intercâmbio em inúmeras áreas da cooperação bilateral.

4. A IX Cimeira foi precedida pela visita ao Brasil do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, em 10 de outubro corrente, ocasião que constituiu um oportuno exercício de avaliação do relacionamento bilateral e de temas de interesse global. Também precederam a IX Cimeira a III Reunião da Comissão Permanente Brasil-Portugal (Lisboa, 18 de setembro passado) e as reuniões da Subcomissão de Assuntos Econômicos, Financeiros e
Comerciais, da Subcomissão de Assuntos Consulares e Circulação de Pessoas, da Subcomissão de Assuntos de Educação, Cultura, Comunicação Social, Ciência e Tecnologia e Juventude e Desporto e da Subcomissão de Reconhecimento de Graus e Títulos Acadêmicos e para Questões Relativas ao Acesso a Profissões e seu Exercício (Lisboa, 17 de setembro último).

5. Os dois governantes tomaram nota, com satisfação, dos resultados positivos dos encontros preparatórios da IX Cimeira. Congratularam-se pelo aprofundamento do diálogo bilateral sobre temas de interesse comum, mediante a assinatura do Memorando de Entendimento sobre a Implementação de Mecanismo de Consultas Políticas entre o Ministério das Relações Exteriores do Brasil e o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal , conforme prevê o Tratado de Amizade, Cooperação e Consulta.

6. Os Chefes de Governo ressaltaram a importância da promoção da língua portuguesa como língua global. Nesse sentido, comprometeram-se a envidar esforços para promover a adoção da língua portuguesa em foros multilaterais. Constataram, com satisfação, que todos os atos assinados durante a IX Cimeira já estão redigidos segundo as regras de harmonização da língua
portuguesa previstas no Acordo Ortográfico firmado entre os Estados da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Nesse contexto, salientaram também a relevância que atribuem à reunião de ministros de Educação e Cultura da CPLP nos próximos dias 14 e 15 de novembro, em Lisboa.

7. Congratularam-se ainda com a instituição do Ano do Brasil em Portugal em 2010 e do de Portugal no Brasil em 2011.

8. Avaliaram, como especialmente positiva, a aplicação do Acordo de Contratação Recíproca de Nacionais (“Acordo Lula”), que vigorou de 2005 a 2008, período em que cerca de 20 mil brasileiros tiveram sua estada legalizada em Portugal. Nesse contexto, congratularam-se com a assinatura do Memorando de Entendimento para o Estabelecimento de Mecanismo de Consultas
sobre Nacionais no Exterior, Circulação de Pessoas e Outros Temas Consulares, e ressaltaram que esse mecanismo deverá ser especialmente proveitoso para o acompanhamento sistemático daqueles temas. Reafirmaram, a propósito, o valor histórico da contribuição da comunidade portuguesa no Brasil e da comunidade brasileira em Portugal para o continuado progresso
econômico e social de ambos os países.

9. Da mesma forma, constataram a intensificação da cooperação no campo da saúde, bem como os entendimentos em curso no sentido de desenvolver a cooperação em matéria de saúde no âmbito da CPLP e para o desenvolvimento de programas bilaterais em planejamento/planejamento estratégico em saúde pública, intercâmbio de experiências e harmonização de serviços de laboratório, entre outras ações.

10. Os dois Mandatários expressaram sua satisfação com a próxima entrada em vigor do Acordo de Cooperação no Domínio do Turismo e sublinharam a relevância que atribuem à criação de um Grupo de Trabalho neste domínio.

11. Manifestaram ainda satisfação pela assinatura do Protocolo entre o Governo do Estado da Bahia e a Universidade Federal da Bahia, pelo lado brasileiro, e a empresa Portugal Telecom Inovação S.A., do Grupo Portugal Telecom, pelo lado português, sobre a implantação daquela empresa no Parque Tecnológico de Salvador, projeto que permitirá a colaboração de indústrias
de tecnologia de ponta com o mundo universitário, tendo como objetivo a promoção do desenvolvimento tecnológico na região.

12. Os Chefes de Governo notaram com satisfação o crescimento dos fluxos de tráfego aéreo e diversificação de destinos, que teve lugar entre os dois países desde a última Cúpula bilateral, destacando a importância da cooperação existente entre a TAP e a TAM.

13. No setor das comunicações, os Chefes de Governo constataram a sólida cooperação entre os CTT – Correios de Portugal e a ECT – Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, salientando a importância da dinamização do correio empresarial e dos Acordos celebrados entre as duas empresas nos domínios das remessas financeiras, da melhoria da qualidade do serviço e do
desenvolvimento de sistemas de rastreamento dos objetos permutados no Corredor Portugal – Brasil.

14. Congratularam-se pelo avanço da cooperação bilateral na área de biocombustíveis, em cujo contexto sublinharam os acordos firmados entre a Petrobras e a Galp Energia, relativos à produção de biodiesel no Nordeste brasileiro.

15. Os governantes saudaram o dinamismo do intercâmbio comercial bilateral desde a VIII Cimeira, tendo notado que as trocas entre os dois países atingiram significativo crescimento, da ordem de 72,1 por cento entre 2005 e 2007, alcançando a cifra recorde de 2,1 bi. de dólares. Manifestaram interesse em promover ações conjuntas de forma a promover um maior
equilíbrio da balança comercial.

16. No plano dos investimentos, constataram, com satisfação, a instalação em Portugal, nos últimos três anos, de empresas brasileiras representativas de setores variados da atividade econômica. Saudaram, em especial, o anunciado investimento da Embraer em Évora, com a instalação prevista de duas unidades industriais, que contribuirão para a consolidação
de um núcleo de excelência em tecnologia aeronáutica em Portugal. Manifestaram, ademais, o interesse em ver ampliados os investimentos brasileiros em Portugal, nomeadamente de empresas de pequeno e médio porte.

17. Ressaltaram o expressivo montante de investimentos portugueses no Brasil, que passou de US$ 4,5 bi. (2000) a US$ 8,6 bi. (2006), em áreas como energia, telecomunicações e turismo, tornando Portugal o sétimo maior investidor no Brasil e o Brasil um dos cinco primeiros destinos de investimento português. Coincidiram, ainda, em que as empresas dos dois países deveriam explorar as oportunidades de parcerias, de forma a ampliarem a sua competitividade em mercados internacionais.

18. Os dois Mandatários concordaram em que a crise financeira internacional requer especial atenção e oferece oportunidade para mudanças estruturais no sistema financeiro internacional. Observaram que os países emergentes têm papel de grande relevância nas discussões sobre a reforma do sistema financeiro internacional.

19. Os dois Chefes de Governo reiteraram a importância de reformar as Nações Unidas e o Conselho de Segurança daquela organização, por forma a torná-lo mais representativo, transparente e eficaz. O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou seus agradecimentos ao apoio de Portugal ao Brasil para integrar, como membro permanente, um Conselho de Segurança reformado. O Primeiro-Ministro José Sócrates agradeceu o apoio do Brasil à candidatura portuguesa a um lugar de membro não-permanente do Conselho de Segurança para o biénio 2011-2012.

20. Reafirmaram o mútuo empenho na conclusão com êxito do Ciclo de Doha para o Desenvolvimento e reiteraram a importância que atribuem à retomada das negociações de um acordo de associação entre o Mercosul e a União Europeia.

21. O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva sublinhou o empenho da Presidência portuguesa da União Europeia no estabelecimento da Parceria Estratégica Brasil-União Europeia, lançada na Cúpula de Lisboa, em 4 de julho de 2007. Os dois Chefes de Governo expressaram a sua satisfação com a realização da II Reunião de Cúpula Brasil-UE, no Rio de Janeiro, em 22 de
dezembro de 2008.

22. O Primeiro-Ministro José Sócrates sublinhou a importância da iniciativa brasileira de realizar uma nova Cimeira sobre desenvolvimento sustentável, em 2012, no Rio de Janeiro, como oportunidade para os Chefes de Estado e de Governo refletirem sobre o estágio de implementação de compromissos ambientais assumidos desde a Rio 92 e conferirem impulso
político para enfrentar o problema ambiental.

23. Os dois Mandatários reafirmaram a necessidade de conclusão positiva das negociações do Mapa do Caminho de Bali, por ocasião da Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a realizar-se em Copenhague em 2009. Sublinharam a importância de um esforço global no combate à mudança do clima.

24. O Primeiro-Ministro José Sócrates congratulou o Presidente Lula pela próxima realização, em São Paulo, em novembro próximo, da Conferência Internacional sobre Biocombustíveis e expressou a importância que atribui ao evento como foro de debate e esclarecimento, com base científica, sobre a sustentabilidade da produção de biocombustíveis.

25. As partes concordaram também na importância de aprofundar o diálogo bilateral em temas relacionados com a energia, em particular no domínio das energias renováveis. A este propósito, manifestaram o seu empenho em contribuir para a realização, em Lisboa, do Fórum sobre Energias Renováveis, no âmbito da CPLP.

26. Os dois Chefes de Governo congratularam-se com os auspiciosos resultados da IX Cimeira e expressaram seu compromisso em continuar a trabalhar para a dinamização das relações bilaterais em benefício dos povos brasileiro e português.

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Quids S15: Como se chamava este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Compreender e unir

Reservemos para nós a tarefa de compreender e unir; busquemos em cada homem e em cada povo e em cada crença não o que nela existe de adverso, para que se levantem as barreiras, mas o que existe de comum e de abordável, para que se lancem as estradas da paz; empreguemos toda a nossa energia em estabelecer um mútuo entendimento; ponhamos de lado todo o instinto de particularismo e de luta, alarguemos a todos a nossa simpatia.
Reflictamos em que são diferentes os caminhos que toma cada um para seguir em busca da verdade, em que muitas vezes só um antagonismo de nomes esconde um acordo real. […]
Não os queremos trazer ao nosso grémio nem ingressar no deles; apenas desejamos que da melhor compreensão entre uns e outros, do conhecimento das essências, se erga a morada de um Pai que não distingue entre os eleitos e a todos por igual protege e incita; cada um ficará em sua lei; só pretendemos que não tome os de leis diferentes por implacáveis inimigos ou por almas perversas e perdidas; são homens como nós e vão-se dirigindo ao mesmo fim; desde já os vejamos como futuros companheiros – Agostinho da Silva, “Por um fim de batalha”, Considerações [1944], in Textos e Ensaios Filosóficos I, p. 117.

Publico isto para me recordar quão indigno sou de prezar estas palavras que não pratico!…

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A Índia lançou a sua primeira missão lunar, a Chandrayaan 1

A Índia lançou com sucesso a sua primeira missão lunar. A sonda Chandrayaan 1 partiu para o Espaço do espaçoporto indiano no Estado de Andhra Pradesh, no sul do país, para uma missão com duração prevista de dois anos. Como a sonda chinesa, o objetivo da sonda será o de mapear a superfície lunar, criando um mapa tridimensional da mesma e localizando recursos minerais. A sonda vai recolocar a União Indiana na “Primeira Divisão” da exploração do Espaço, reunindo este pais ao Japão, EUA e China que têm neste momento orbitadores ativos na Lua.

A sonda pesa uma tonelada e meia e vai procurar localizar gelo de água na Lua e Helium 3, um isótopo raro na Terra, mas que se estima ser comum na Lua e que poderá ser um combustível de eleição para reatores de Fusão Nuclear.

A sonda é alimentada por um painel solar de 700 watts que fornecem energia a um grupo de cinco instrumentos indianos e outros seis construídos em Estados associados ao projeto, destes, um dos mais interessantes uma mini-sonda de 30 kg que será libertada da nave-mãe e que vai colidir com o solo lunar filmando cada momento da sua aproximação e medindo a composição da ténue atmosfera lunar.

O lançamento da Chandrayaan será a responsabilidade de um foguetão “Polar Satellite Launch Vehicle (PSLV)” que o colocará numa órbita alta dita de “transferência”, após o que uma série de pequenos impulsos dos propulsores da própria sonda a colocara a caminho da Lua, onde chegará depois de um percurso de cinco dias e meio.

O seu custo total é de 78 milhões de dólares, insignificante quando comparado com o da ESA, NASA ou mesmo a China, mas muito sensível num pais onde centenas de milhões passam ainda fome apesar da “revolução verde” da ultima década. A Fome tornou-se ultimamente um problema ainda maior com o agravamento dos preços dos alimentos na Índia e com a sua crónica dependência das importações e clássica expansão demográfica. A manutenção de um Programa Espacial de primeira linha pode assim ser questionável num pais imerso ainda em tão grandes e graves problemas de desenvolvimento. Por outro lado, este lançamento prova a capacidade da tecnologia espacial indiana… E o anterior recorde do PSLV com a colocação em órbita de 10 satélites em simultâneo confirma ainda mais a sua capacidade e… torna a Índia num seríssimo competidor no lucrativo mercado mundial de lançamento de satélites.

Mas recuar no que concerne à Exploração  Espacial é negar ao bilião e meio de indianos o seu lugar na Lua, quando começar a sua ocupação permanente, lá para meados deste século e, sobretudo, abandonar um domínio cientifico e tecnológico tão crucial para o desenvolvimento de um pais como o é o da ciência aeroespacial.

Fonte:
bbc.co.uk/news

http://en.wikipedia.org/wiki/Chandrayaan

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Quids S15: Como se chamavam estes dois atores?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Novas Regras para Quids S15

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Quids S14: Que sonda espacial é esta?

Dificuldade: 3

1. Cada Quid valerá entre 1 a 5 pontos.

2. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no dia seguinte, depois das 24:00 do dia do lançamento do Quid. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.

3. Pode haver vários quids lançados entre as 12:30 e as 14:30, cada dia.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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A “Allied Security Trust”: a última “arma secreta” das multinacionais de TI para destruir a inovação e dividirem entre si o mercado

A formação da “Allied Security Trust“sc, por parte de empresas como a Google, a Verizon, a Cisco, a Ericsson, a HP, e outras da mesma escala para a compra de patentes pode vir a revelar-se como um dos golpes mais violentos jamais realizados contra a inovação e a criatividade na área das tecnologias de informação. Assim, estes gigantes multinacionais vão dividir o mercado entre si, abafando qualquer pequena empresa que surja com um produto novo e revolucionário, mesmo antes deste chegar ao mercado.

Estas multinacionais (onde se destaca a Google que ainda tem como lema “do no evil”) vão assim dividir o mundo entre si, desenhando e implementado um verdadeiro “Tratado de Tordesilhas” que impedirá a chegada ao mercado de uma nova empresa, com um inovador produto. Os consumidores, a Economia e a Sociedade ficam evidentemente a perder e estas multinacionais a ganhar… Perante a passividade das autoridades europeias e norte-americanas, provavelmente demasiado ocupadas a contar as contribuições partidárias que estas empresas fazem para as campanhas eleitorais nos dois lados do Atlântico.

Este é o mundo do futuro que estas multinacionais – e outras noutros ramos de atividade – estão a forjar para nós: um mundo em que apenas elas podem sobreviver, construindo monopólios efetivos em todos os sectores, destruindo qualquer pequeno competidor que possa surgir, pela compra de patentes ou pela via aquisitiva – como ainda recentemente a Microsoft fez com a portuguesa Mobicomp – e controlando todos os mercados, destruindo as empresas locais e dividindo entre os si os despojos que são os seus consumidores: nós.

Fonte:
http://blog.tmcnet.com/blog/rich-tehrani/patent/allied-security-trust—-let-the-patent-wars-begin.html

Categories: Economia, Informática | 4 comentários

Uma cooperação exemplar

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A cúpula entre Portugal e o Brasil, que hoje reúne em Salvador o presidente Lula da Silva e o primeiro-ministro José Sócrates, tem lugar num momento de forte incerteza sobre os destinos da economia internacional, varrida por uma onda de súbita instabilidade. Talvez por isso, porque o mundo global está perigoso, mais importante se torna reforçar o tecido das relações bilaterais que mostram sinais de solidez.

Convém ter claro – e isto não tem sido suficientemente percepcionado pelas opiniões públicas – que o relacionamento luso-brasileiro atravessa, nos dias que correm, um dos seus melhores momentos de sempre, sem quaisquer nuvens significativas a pairar sobre as várias dinâmicas setoriais em que se desdobra. Recentes reuniões técnicas em Lisboa, cobrindo todas as áreas de cooperação, espelharam um grau de aproximação de interesses quase sem precedentes.

Praticamente todos os acordos bilaterais que se encontravam por finalizar, que tramitaram muito tempo pelas chancelarias e pelas antecâmaras dos poderes legislativos, estão já ratificados. E até as questões migratórias, que ciclicamente acordam os títulos mediáticos, mostram hoje um inédito controle e são oficialmente abordadas sem um tom dramatizante.

Na cidade onde, há 200 anos, o recém-chegado príncipe dom João tomou a decisão da abertura do Brasil ao comércio mundial, os dois dirigentes vão ter oportunidade de ponderar o limbo em que a Rodada comercial de Doha se mantém, devendo reiterar o seu contínuo empenhamento em retomar, de uma vez por todas, a negociação do acordo União Européia-Mercosul, cuja não implementação tanto prejudica o comércio bilateral.

Os dois dirigentes procurarão também conferir dados sobre a possível eficácia das receitas que, aos níveis nacionais ou nos contextos regionais em que cada um se insere, estão hoje a ser utilizadas, nesta espécie de navegação à vista com que os dirigentes e as instituições internacionais tentam controlar o curso da política econômica. E não deixarão de também refletir sobre a necessidade de implantar novos quadros regulatórios do sistema financeiro global e, nessa reforma, avançar para modelos de participação mais inclusiva das economias emergentes nos fóruns decisórios existentes à escala global.

Assim, a área econômica vai ocupar um espaço importante nas conversas luso-brasileiras em Salvador. Constata-se que a agenda de contencioso econômico, que até há pouco tempo mantinha algumas questões pendentes, se encontra hoje quase zerada, como se diz aqui no Brasil. E, agora, novos projetos de cooperação, entre entidades portuguesas e brasileiras, serão acompanhados pela Cúpula, em especial nas áreas da energia, telecomunicações, turismo, correios e domínios tecnológicos.

Porque o diálogo sobre as grandes temáticas internacionais, bem como o modo como elas se projetam nas perspectivas estratégicas de cada país, só ganha em ser tornado mais regular, do encontro na Bahia também vão resultar novidades sobre novos formatos a instituir neste domínio. É que, no plano multilateral, Portugal e Brasil cooperam hoje com uma franqueza sem par. Dessa cumplicidade faz parte o pleno apoio de Portugal à ambição brasileira de obter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, bem como o fato de Lisboa contar, abertamente, com Brasília no seu objetivo de assegurar uma presença nesse órgão no biênio 2011/2012.

Mas vamos mais longe: lado a lado com os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), estamos a encetar uma nova e decisiva batalha internacional para a consagração internacional da nossa língua comum, de forma a vir a garantir ao português, a prazo, um lugar institucional no mundo multilateral consentâneo com a sua real relevância. Nesse contexto, este encontro servirá para sublinhar que, com vista a potenciar as vantagens de transformar a língua portuguesa num instrumento coletivo de poder, 2008 se revelou um ano decisivo, com o arranque definitivo do Acordo Ortográfico.

Olhando para a consagração em terras baianas deste entendimento luso-brasileiro, do alto do novo busto que, a partir de amanhã, o consagrará na Praça da Aclamação, quase que apostaria que dom João VI deve dar-se por satisfeito por há dois séculos ter decidido, ainda hoje não se sabe bem porquê, aportar em Salvador no início da sua aventura tropical.

Artigo publicado no Jornal A Tarde de Salvador, Bahia em 28/102008 por Francisco Seixas da Costa Embaixador de Portugal no Brasil

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“Z de Zorglub” tornado realidade: o Rewalk da Argo Medical Technologies

Um engenheiro israelita, de nome Amit Goffer, trabalhando para a empresa Argo Medical Technologies desenvolveu um exoesqueleto que parece diretamente saído da banda desenhada “Z de Zorglub” de Franquim… Concebido – como ele – por razoes médicas, o Rewalk vai permitir que os paraplégicos tornem a andar. O Rewalk consiste num apoio mecânico para cada perna, e uma mochila rígida com o computador e as baterias eléctricas.

Os movimentos a executar pelo exoesqueleto são executados depois da seleção definida num telecomando (andar, parar, sentar, etc). Todo o sistema esta equipado com sensores que mantém o conjunto equilibrado e evitam quedas. O sistema deve ser comercializado ate 2010 por um preço que não deverá exceder os 13 mil euros.

Como sistemas idênticos que estão atualmente em desenvolvimento nos EUA, o Rewalk poderá ser fácilmente convertido para uso militar, permitindo criar soldados inumanamente fortes, rápidos e blindados, ou a utilização por trabalhadores que lidam com grandes cargas. Tudo isto para além das úteis aplicações médicas que estarão em uso daqui a apenas dois anos. Pelo menos para os mais ricos…

Fonte:

Science et Vie, outubro de 2008

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Quids S14: Como se chama este homem?

Dificuldade: 5

1. Cada Quid valerá entre 1 a 5 pontos.

2. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no dia seguinte, depois das 24:00 do dia do lançamento do Quid. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.

3. Pode haver vários quids lançados entre as 12:30 e as 14:30, cada dia.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Quids S14: Que navio é este?

Dificuldade: 3

1. Cada Quid valerá entre 1 a 5 pontos.

2. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no dia seguinte, depois das 24:00 do dia do lançamento do Quid. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.

3. Pode haver vários quids lançados entre as 12:30 e as 14:30, cada dia.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sobre a proposta para um "assento lusófono" permanente no Conselho de Segurança da ONU

Já decorre há algum tempo um debate internacional em torno da alteração do restrito painel de membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. Os atuais cinco membros (EUA, Rússia, China, França e Reino Unido) correspondem aos cinco países que colaboraram na derrota dos países do Eixo durante a Segunda Grande Guerra e este contexto histórico está há muito ultrapassado…

As primeiras movimentações para reformar o Conselho de Segurança (CS) produziram em 1993 um grupo de trabalho para debater as alterações ao CS. Mas uma vez que o consenso era o mecanismo de decisão deste grupo e os interesses dos diversos membros raramente coincidiam, nada resultou destas reuniões… Entre aqueles que mais se ativos estiveram nestes debates encontrámos a Itália e a Alemanha, dois membros europeus do G7 que não são membros permanentes do CS porque foram as nações derrotadas na Segunda Grande Guerra. A única decisão que saiu deste grupo, foi a de alargar o painel de membros permanentes.

Nos últimos anos têm aparecido diversas propostas de alteração a esse quadro de cinco membros fixos. As propostas mais consistentes tentam colocar como membros fixos para além dos cinco atuais, dois novos países industrializados e três em desenvolvimento. E a estes ainda mais um de África, um asiático e um último país da América Latina. Outra proposta em discussão é a de reservar um número de fixo de assentos a cada região do planeta e distribuir estas posições de forma rotativa entre os países dessas regiões. Uma terceira proposta refere-se a simples adição de novos sete membros permanentes, o lusófono Brasil, o Japão, a Alemanha, a Índia e um país do continente africano que ainda não foi identificado, mas que seria provavelmente a populosa Nigéria ou a influente África do Sul. Os EUA estão entre os países que mais se têm oposto a qualquer modificação no CS. Desde logo, defendem que qualquer alteração à composição do Conselho, deve ser realizada no quadro de uma alteração mais global no funcionamento da própria ONU, uma instituição que é muito criticada pelos EUA, pelo menos desde o primeiro mandato Bush. Por exemplo, os EUA expressaram vivamente a oposição à admissão da Alemanha. Por sua vez, a China opõe-se à entrada do Japão…Esta, por sua vez, acha que o Japão não tem o estatuto regional que lhe mereça estar no CS…

Entre os países que mais reclamam a admissão ao CS, a Índia e o Brasil são os candidatos melhor posicionados, e destes dois, o Brasil parece ser o único cuja admissão não gera anticorpos violentos. Desde logo, porque é de longe o maior país de todo um subcontinente quer em termos puramente geográficos, quer em termos populacionais ou económicos, uma posição que apenas o México lhe pode disputar, mas a confortável distância. E, de facto, se a Alemanha e o Japão se arrogam ao direito de ingressar no CS pela dimensão das suas economias e população, menos não poderá ser dito do Brasil, já que o seu PIB é o oitavo do mundo. Por essas razões, e porque ao contrário do que se passa com a Alemanha e Japão, ninguém se opõe frontalmente à candidatura brasileira esta está na mesa e faz parte de uma proposta de Brasília para criar entre seis a sete novas vagas para membros permanentes no Conselho de Segurança que foi entregue à ONU em 2005. A proposta brasileira é muito razoável porque abdica do Direito de Veto nos primeiros 15 anos, após a admissão…

E agora dizemos nós… Porque é que os países da CPLP não se juntam e apresentam uma proposta conjunta? Um assento rotativo dos países da CPLP, uma personalidade eleita pelos representantes dos países lusófonos ou até mesmo um apoio público e direto ao Brasil, como digno e justo representante de toda a lusofonia?

Fontes:

http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/conselho-seguranca-onu/index.shtml
http://pt.wikipedia.org/wiki/Conselho_de_Segurança_das_Nações_Unidas
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u53648.shtml

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No Brasil foi registada a primeira condenação por “infidelidade virtual”

//www.detectivecatchescheater.com)No Brasil, um homem foi condenado a pagar à sua ex-mulher uma indemnização de quase oito mil euros por ter cometido aquilo que o juíz classificou como “infidelidade virtual”… Comprovada através de uma troca de mails entre o ex-marido e uma mulher e encontrados pela ex no computador do primeiro. O marido teria alegado “invasão de privacidade”, mas como se tratava de um computador partilhado por toda a família, o juiz não reconheceu validade à alegação…

Moral da história? Bem, se quer mesmo enganar a sua mulher, pelo menos não o faça num computador que partilha com ela… Ou pelo menos faça-o sem lhe dar a conhecer as suas passwords, o que neste caso também não aconteceu… Mais uma prova de que a info-ileteracia pode ser muito mais poderosa do que poderíamos pensar.

Fonte:

Exame Informática de Agosto de 2008

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Petição LISBOA É DAS PESSOAS. MAIS CONTENTORES NÃO!

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O movimento de cidadãos contra a ampliação do terminal de contentores de Alcântara avançará com um acção popular se o decreto-lei que permite a obra não for revogado pelo Parlamento.
Mas, para já, veja como pode assinar a petição:
www.gopetition.com/online/22835.html

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Quids S14: Que local é este?

Dificuldade: 4 (-1)

1. Cada Quid valerá entre 1 a 5 pontos.

2. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no dia seguinte, depois das 24:00 do dia do lançamento do Quid. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.

3. Pode haver vários quids lançados entre as 12:30 e as 14:30, cada dia.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Quids S14: Que palavra falta aqui?

Dificuldade: 4

1. Cada Quid valerá entre 1 a 5 pontos.

2. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no dia seguinte, depois das 24:00 do dia do lançamento do Quid. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.

3. Pode haver vários quids lançados entre as 12:30 e as 14:30, cada dia.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sobre o “misterioso” roubo do laptop da Procuradora Helena Fazenda e… de alguma negligência

Vamos lá ver… É preciso ser mesmo muito ingénuo para acreditar que o assalto à casa da procuradora Helena Fazenda de meados de Outubro foi apenas fruto do “acaso” como a própria e as autoridades nos quiseram fazer crer… O jornal “Correio da Manha” referiu que na residência da Procuradora existiam três computadores, um Desktop e dois Laptops, mas apenas o Laptop de trabalho e não o pessoal, onde estavam os dados do processo “Noite Branca”, foi roubado. Isso mesmo foi reconhecido pela PJ quando afirmou que o referido equipamento não continha dados cuja exposição “pudesse comprometer o processo” ou que estivessem cobertos pelo Segredo de Justiça. Querem então que acreditemos que não haviam neste Laptop, nomes, moradas e dados essenciais ao processo? Nem sequer nomes completos e moradas de residência das testemunhas arroladas no processo? Pois sim… Tão credível como acreditar que este furto aconteceu precisamente na véspera do dia em que se deduzia a primeira acusação do processo… Acusando três dos suspeitos da morte de Nuno Gaiato, segurança na discoteca El Sonero.

A multiplicação de declarações publicas diminuindo a importância do incidente é suspeita: a PJ alega que não havia dados cobertos por Segredo de Justiça; a procuradora alega que se tratou de “um assalto comum“, igual a tantos outros e que não devia devia ter merecido mais atenção do qualquer outro. Esta preocupação em diminuir a gravidade do ato indica que, de facto, se libertaram dados essenciais ao processo (muito possivelmente nomes e moradas de testemunhas) e indicia um procedimento comum, frequente e negligente por parte da Procuradora e possivelmente por muitos outros procuradores do sistema judicial deste país: levarem consigo, para casa, dados de processos em julgado em papel ou em equipamentos informáticos não-protegidos. Se estes dados têm mesmo que ser levados para casa – fora da protecção de segurança que existe bem ou mal nos tribunais – então devem sê-lo apenas sob forma protegida, em ficheiros e discos encriptados, nunca da forma aberta como aparentemente foram… Esta negligência é particularmente notável quando hoje em dia as tecnologias de encriptação de dados são gratuitas (PGP) ou incorporadas nos próprios sistemas operativos (XP e MacOS X)… Aparentemente, os serviços informáticos da Procuradoria não os conhecem e a procuradora é info-iletrada o suficiente para não ser capaz de ter o tino bastante para levar esses dados para sua casa ou para os levar de forma protegida. A mal da Justiça.

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Farmácia, Ordem dos Farmacêuticos e comercialização de produtos homeopáticos e “naturais”?

“Código Deontológico da Ordem dos Farmacêuticos

Artigo 3º
1. A ordem exercerá o poder disciplinar sempre que haja violação dos deveres fixados neste Código, no Estatuto e regulamentos da Ordem e na demais legislação aplicável.
2. A violação por parte dos farmacêuticos das disposições legais e das normas prescritas neste Código, determina a instauração de processo disciplinar pelos órgãos próprios da Ordem, sem prejuízo da responsabilidade civil, penal ou administrativa a que estiverem sujeitos.

Capitulo II
Deveres gerais dos farmacêuticos
Artigo 6º
1. A primeira e principal responsabilidade do farmacêutico é para com a saúde e o bem-estar do doente e da pessoa humana em geral, devendo por o bem dos indivíduos à frente dos seus interesses pessoais ou comerciais e promover o direito das pessoas a terem acesso a um tratamento com qualidade, eficácia e segurança.
Artigo 9º
1. Como agente de saúde, o farmacêutico tem a obrigação de colaborar activamente com os serviços públicos e privados nas iniciativas tendentes à protecção e preservação da saúde pública.

Artigo 12º
No exercício da sua actividade na farmácia de oficina ou hospitalar o farmacêutico deve:
a)      Colaborar com todos os profissionais de saúde promovendo junto deles e do doente a utilização segura, eficaz e racional dos medicamentos.
b)      Assegurar-se que, na dispensa do medicamento, o doente recebe informação correcta sobre a sua utilização;
c)      Dispensar ao doente o medicamento o em cumprimento da prescrição médica ou exercer a escolha a escolha que os seus conhecimentos permitem e que melhor satisfaça as relações beneficio/risco e beneficio/custo;

Artigo 15º
No exercício da sua profissão o farmacêutico deve pautar-se pelo estrito  respeito das normas deontológicas, sendo-lhe vedado designadamente:
e)      Dispensar produtos que não estejam cientifica e tecnicamente comprovados ou não registados nos serviços oficiais”

Mas se é assim, então como se explica que em praticamente todas as farmácias deste país se encontrem à venda – frequentemente nos expositores mais nobres do estabelecimento – produtos “homeopáticos” ou “naturais”, cientificamente incomprovados, ausentes de qualquer sustentação ou prova experimental e que agem nas pessoas fundamentalmente através do “efeito placebo“? Sabendo que muitos utentes compram produtos nas farmácias, apenas porque eles lá estão e presumem assim que se tratam de produtos cientificamente reconhecidos e validados, então estando estes “produtos naturais” carentes desta sustentação não deviam estar fora das nossas farmácias porque “não preservam a saúde pública” (art.6), “não oferecem uma boa relação benefício/custo” (art.12), “não são uma utilização eficaz dos medicamentos” (art.12), não informam o paciente da ineficácia cientificamente comprovada destes “medicamentos” (art.12), não contribuem em nada para a preservação da saúde pública” (art.9)?

E assim, sendo, e dando cumprimento ao Artigo 3 do código da Ordem, não deviam ser alvo de procedimentos disciplinares todos os associados que comercializassem e mantivessem propaganda a produtos homeopáticos ou “naturais” nos seus estabelecimentos, colocando o bruto lucro acima do dever de respeito ao utente que os busca e ao respeito pela ciência e pelo método experimental que sustenta o seu negócio?

Artigo 3:
“A violação por parte dos farmacêuticos das disposições legais e das normas prescritas neste Código, determina a instauração de processo disciplinar pelos órgãos próprios da Ordem, sem prejuízo da responsabilidade civil, penal ou administrativa a que estiverem sujeitos.”

Fontes:
http://ldf.planetaclix.pt/codigo_farm.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Placebo

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Quids S14: Que MBT é este?

Dificuldade: 3

1. Cada Quid valerá entre 1 a 5 pontos.

2. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no dia seguinte, depois das 24:00 do dia do lançamento do Quid. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.

3. Pode haver vários quids lançados entre as 12:30 e as 14:30, cada dia.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Quids S14: Que palavras faltam aqui?

Dificuldade: 2

1. Cada Quid valerá entre 1 a 5 pontos.

2. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no dia seguinte, depois das 24:00 do dia do lançamento do Quid. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.

3. Pode haver vários quids lançados entre as 12:30 e as 14:30, cada dia.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Já estão agendados 12 lançamentos do nº 2 da revista Nova Águia…

Lista completa de lançamentos: novaaguia.blogspot.com

ANTÓNIO VIEIRA & O FUTURO DA LUSOFONIA

ENSAIO, POESIA E OUTROS TEMAS
Começando com um texto de Adriano Moreira
Inclui O TERRITÓRIO E O MAPA, de João Teixeira da Motta
Com cartas de Agostinho da Silva, Cruzeiro Seixas, Dalila Pereira da Costa e António Quadros
Acabando com um inédito de Jean-Yves Leloup

Como é sabido, a revista A Águia foi uma das mais importantes do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Carneiro, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. A ideia de relançar a revista, agora sob o nome de NOVA ÁGUIA, pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu “espírito”, adaptado aos nossos tempos. Não se trata, nessa medida, de fazer uma revista voltada para o passado, meramente revivalista. Trata-se, antes, de fazer uma revista para os tempos de hoje, para o século XXI.

Tal como n’ A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas. O tema do segundo número, que agora lançamos, é “António Vieira e o Futuro da Lusofonia”. Orgulhamo-nos de ter conseguido o contributo de nomes tão ilustres como Adriano Moreira, Aníbal Pinto de Castro, António Paim, António Telmo, Arnaldo do Espírito Santo, Carlos H. do C. Silva, Jean-Yves Leloup, Manuel Ferreira Patrício e Pinharanda Gomes, a par de muitos outros.

Para além disso, neste primeiro número poderá ainda encontrar uma série de outros textos, sobre outras temáticas, conforme o nosso índice:

ÍNDICE DO 2º NÚMERO

EDITORIAL, p. 5

SOBRE ANTÓNIO VIEIRA E O FUTURO DA LUSOFONIA

Adriano Moreira, O CENTENÁRIO DE VIEIRA, p. 8

Aníbal Pinto de Castro, VIEIRA, UMA PERSONALIDADE E UM TEXTO DE PERENE MARCA BARROCA, p. 9

Arnaldo do Espírito Santo, O CORPO E A SOMBRA, p. 11

Carlos Dugos, METÁFORAS DO V IMPÉRIO E DE OUTRAS UTOPIAS, p. 14

Cátia Miriam Costa, O VERBO VIEIRINO, p. 16

Dione Barreto, O SERMÃO DO ESPÍRITO SANTO E A INDIVIDUAÇÃO: AS VOZES  DE PADRE ANTÓNIO VIEIRA E C.G. JUNG, p. 18

Dirk Hennrich, AS LÁGRIMAS DE VIEIRA E A TRISTEZA TROPICAL, p. 22

J. Pinharanda Gomes, UMA «ARTE DE PREGAR» À SOMBRA DE VIEIRA, p. 24

Jorge Martins, O FILO-SEMITISMO DE ANTÓNIO VIEIRA, p. 28

José Eduardo Franco, O PADRE ANTÓNIO VIEIRA E A EUROPA, p. 33

Lélia Parreira Duarte, A ARTE IRÔNICA DE VIEIRA E O QUINTO IMPÉRIO DE PORTUGAL, p. 35

Luís Loia, O PADRE ANTÓNIO VIEIRA E O CONHECIMENTO DOS FUTUROS, p. 38

Maria Cecília Guirado, NOTÍCIAS DO BRASIL NO SÉCULO XVII: VIEIRA E A GLOBALIZAÇÃO, p. 42

Miguel Real, O CABALISMO DO ANO DE 1666 EM PADRE ANTÓNIO VIEIRA, p. 46

Nuno Rebocho, MEMÓRIA DE ANTÓNIO VIEIRA NA CIDADE VELHA, p. 49

Paulo Borges, PADRE ANTÓNIO VIEIRA: GÉNIO E LOUCURA, p. 50

Samuel Dimas, A HISTÓRIA ESCATOLÓGICA DO PE. ANTÓNIO VIEIRA: AS TRÊS VINDAS DE CRISTO, p. 52

Sérgio Franclim, A VIDA E O QUINTO IMPERIALISMO DE PADRE ANTÓNIO VIEIRA, p. 56

António Saias, UM PAPO COM VIEIRA, p. 60

AA.VV., VALEU A PENA?, p. 61

Rui Martins, DO FUTURO DA LUSOFONIA, p. 63

Ana Margarida Esteves, PORTUGAL E A LUSOFONIA COMO PROPULSORES DA INOVAÇÃO SOCIAL: A NECESSIDADE FAZ O ENGENHO, p. 69

Maria Ana Silva, A LÍNGUA PORTUGUESA É O MAR QUE UNE A TERRA: A ALIANÇA ENTRE HOMEM E DEUS, p. 72

Artur Alonso Novelhe, UMA PERSPECTIVA GALEGA DO FUTURO DA LUSOFONIA, p. 75

Cristina Leonor Pereira, 2008: É NOVAMENTE HORA!, p. 77

Eurico Ribeiro, PORTUGAL, QUE MISSÃO?, p. 78

Flávio Gonçalves, A LUSOFONIA, O PAN-LATINISMO E A EURÁSIA COMO ALTERNATIVAS AO ATLANTISMO, p. 87

Joaquim M. Patrício, REALIDADES, DESAFIOS E FUTURO DA LUSOFONIA, p. 88

Paulo Feitais, DAS FLORES AOS FRUTOS: O FUTURO DO MUNDO LUSÓFONO, p. 91

Renato Epifânio, A LÍNGUA-FILOSOFIA PORTUGUESA COMO UMA VIA ABERTA, p. 93

Rita Dixo, DA LÍNGUA PORTUGUESA COMO IMAGEM DA NOSSA ALMA, p. 95

Carlos Magno, LUSOFOBIA, p. 96

Manuel Ferreira Patrício, O PADRE ANTÓNIO VIEIRA, A LUSOFONIA E O FUTURO DO MUNDO, p. 96

AINDA SOBRE A IDEIA DE PÁTRIA

Carlos H. do C. Silva, DO INTERMÉDIO DA PÁTRIA OU DO PERICLITANTE TEMPO NACIONAL, p. 100

DA ARCA

João Teixeira da Motta, O TERRITÓRIO E O MAPA (em anexo, cartas de Agostinho da Silva, Cruzeiro Seixas, Dalila Pereira da Costa e António Quadros), p. 120

POEMÁGUIO

Sérgio Franclim, PADRE DA LOUCURA, p. 128

José Eduardo Franco, VIEIRA, O OUSADO, p. 128

Samuel Dimas, INSTANTES DE PARAÍSO, p. 129

Maurícia Teles da Silva, DA MEMÓRIA EM FEVEREIRO: HOMENAGEM E GRATIDÃO, p. 129

Alexandre Vargas, A MORTE DE PORTUGAL / VITÓRIA, ABRIL/ O ÚLTIMO PORTUGUÊS / FUTEBULIMIA, p. 130

António José Borges, A CAMÕES, p. 132

Dirk Hennrich, UM NOVO ÍCARO, p. 132

Renato Epifânio, ALJUBARROTA, 133

Carlos Lopes Pires, COMO PODE A LUZ, p. 133

Francisco Soares, NOITE ACESA, p. 134

Casimiro Ceivães, QUE TEM GOA, QUE MAGOA, p. 134

Celeste Natário, UMA ALMA AZUL, p. 135

Fernando Botto Semedo, NUMA VEEMENTE SEARA PLENA, 135

Jesus Carlos, A CRIPTA I, II e III, p. 136

Fabrício Fortes, LEMBRANÇA DE ANTES DO TEMPO, p. 137

José Smith Vargas, BAILE NO CEMITÉRIO, p. 137

Luís Carlos dos Santos, A ILHA, p. 138

Ana Margarida Esteves, FADO EMBARCADIÇO, p. 138

Maria Almira Medina, CANTIGA PARA CANTAR NA PRAIA AO ENTARDECER, 139

Saudades do Futuro, DAS SAUDADES QUE HAVIA, p. 139

Amon Pinho Davi, DE SAGRES AO SUBLIME, EXPERIÊNCIA, INSPIRAÇÃO OU IMAGENS DO FEMININO, p. 140

Joana F. D., UMA SERPENTE NO TEJO, p. 142

Manuel da Silva Ramos, PROVÍNCIA MUITO PARADA OU MORTA, p. 142

Fernando Grade, MARÃO CEDO, p. 143

Adriana Costa, O RIO CORRE, p. 143

Paulo Borges, CANTO-TE, p. 144

Duarte Drumond Braga, DOIS POEMAS DO LIVRO OITO VOTOS, p. 144

António Quadros Ferro, SEM EPÍGRAFE/ SUBIR/ A PALAVRA, p. 145

OUTROS VOOS/ OUTRAS VOZES

António Telmo, COINCIDÊNCIAS, p. 146

Gilda Nunes Barata, ACÇÕES OU VENDAVAIS COM ESPUMA?, p. 147

Donis de Frol Guilhade, DA PHILOSOPHIA SITIADA, p. 148

Sam Cyrous, SOBRE O DIÁLOGO INTERCULTURAL, p. 150

Kit-Fai Naess, CARTA A ARNE NAESS, p. 152

José Maurício de Carvalho, CONSCIÊNCIA MORAL E DESAFIO ECOLÓGICO, p. 156
Jorge Neves, SAUDADES DO FUTURO, p. 160

RUBRICAS

COISAS E LOISAS, de J. Pinharanda Gomes, p. 162

DO ESPÍRITO DOS LUGARES, de Manuel J. Gandra, p. 163

AS IDEIAS PORTUGUESAS DE GEORGE TILL, de Jorge Telles de Menezes, p. 165

PÁGINAS TEMÁTICAS

LITERATURA ORAL E TRADICIONAL, de Ana Paula Guimarães, p. 166

ARTES PLÁSTICAS, de Cristina Pratas Cruzeiro e Rodrigo Vilhena, p. 168

TEATRO, de Jorge Telles de Menezes, p. 172

MÚSICA, de Pedro Miguel (com nota introdutória), p. 174

PROJECTOS, de Firmino Pascoal, p. 176

BIBLIÁGUIO

ANTÓNIO VIEIRA, HISTÓRIA DO FUTURO, por Renato Epifânio, p. 178

ANTÓNIO BRAZ TEIXEIRA, O ESSENCIAL SOBRE A FILOSOFIA PORTUGUESA (SECS. XIX E XX), por Joaquim Domingues, p. 179

ARIANO SUASSUNA, ROMANCE D’A PEDRA DO REINO, por Romana Valente Pinho, p. 180

JOÃO RÊGO, CONTOS DA COLUNA DO MEIO, por Joaquim Domingues, p. 181

JOSÉ MAURÍCIO DE CARVALHO, O HOMEM E A FILOSOFIA. PEQUENAS MEDITAÇÕES SOBRE EXISTÊNCIA E CULTURA, por António Paim, p. 183

HELENA BELMONTE, 7 MULHERES PARA D. SEBASTIÃO, João David Pinto Correia, p. 184 (a incluir)

ADOLFO CASAIS MONTEIRO: UM CENTENÁRIO, DESDE A ÁGUIA ATÉ À NOVA ÁGUIA, por Carlos Leone, p. 185

GOLPE D’ASA

Jean-Yves Leloup, TODOS OS CAMINHOS LEVAM À PRAIA: UM NOVO INÍCIO PARA A METAFÍSICA, p. 188

SOBRE A NOVA ÁGUIA

Miguel Real, TEXTO DE APRESENTAÇÃO DA NOVA ÁGUIA, p. 190

Pedro Teixeira da Mota, DO RENASCIMENTO DA NOVA ÁGUIA, p. 192

Renato Epifânio, OS PRIMEIROS NOVE MESES DA NOVA ÁGUIA, p. 194

COLECÇÃO NA, p. 201

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Da atualidade do pensamento de António vieira (cinco axiomas)

O Padre António Vieira deixou-nos alguns dos axiomas mais ricos e profundos de sempre. A partir da compilação dos mesmos organizada por José Eduardo Franco em (Padre António Vieira, Grandes Pensamentos) selecionamos alguns axiomas de entre aqueles que nos parecem mais atuais e plenos de ensinamentos e sabedoria para os problemas que Portugal e o mundo enfrentam na atualidade.

As ações de cada um são a sua essência.
Sermões, i, 212

Vieira referia-se aqui ao divórcio infelizmente tão comum na sua época, como na nossa, entre discurso e ação… Não deixa de haver alguma ironia – talvez não reconhecida pelo jesuíta – pelo facto de tal frase ter sido escrita num sermão e por um dos mais brilhantes oradores da sua época, por isso quando Vieira proferia tal frase, sabia por experiência e uso próprio, aquilo que dizia. E verdade que o jesuíta fora muito mais do que um orador, sendo bem conhecida a sua atividade missionária no Brasil e as sua missões diplomáticas e de espionagem na Europa. Nesta frase criticava aqueles que não seguiam o seu exemplo e que se deixavam ficar pelas estéreis palavras e não as passavam a ação.

A expressão do jesuíta e ainda hoje muito atual…. Não faltam aqueles que em cafés, nas suas habitações e em todo o lugar onde se reunam duas pessoas, opinam sobre tudo e todos. A Internet e neste contexto um caldo de cultura especialmente fértil para que o verbo se multiplique e reproduza em blogues e fóruns de discussão, um verbo multiplicante que sendo virtual, raramente transfere a sua ação para o mundo real e concreto. Na altura das eleições, os portugueses escapulem-se para as praias e recusam cumprir a derradeira e ínfima margem de ação que lhes deixa a democracia parlamentar.

De discursos estará cheio o inferno, e ainda mais cheio estarão as antecâmaras da política. Existe na sociedade portuguesa uma ânsia por políticos fazedores, e uma muito sensível ansiedade por quem renegue o pântano verbal de debates estéreis, de negociações infindáveis quem caracterizaram o consulado Guterres. Esta ansiedade explica a popularidade de Cavaco Silva, tido na época como um tecnocrata e, logo, como um fazedor e, eleito como presidente da republica com o mesmo discurso tecnocrático e operadora que o esvaziamento presente das funções do presidente impossibilitam cumprir e que foi provavelmente um dos maiores logros eleitorais da democracia portuguesa.

Precisamos hoje, tanto ou mais do que na perigosa época em que vivia Vieira, de uma elite política em que a população se consiga rever e que sendo eleita por números realmente significativos dos eleitores possa efetivamente transpor e efetivar as suas aspirações. Uma nova camada governante que saiba aproximar e revivificar a democracia, aproximando-a das populações, descentralizando profundamente e expandindo a amplitude de toda a governança democrática. E para isso precisamos menos de belas e ocas palavras, que se esquecem ou se remetem para o caixote dos “objetivos” e de acoes efetivas e concretas que refundem a portugalidade e possam criar os laços esquecidos entre os povos da Lusofonia que permitam realizar a verdadeira missão de Portugal no mundo: a União Lusófona, o “Quinto Império” sonhado por António Vieira na sua “História do Futuro”.

“As ações generosas, e não os pais ilustres, são as que fazem fidalgos”
Sermões, I, 213

As origens remotas do estatuto de “nobreza” radicam na velha divisão tripartida das sociedades indo-europeias entre guerreiros, mercadores e produtores. A nobreza recolhia os seus panos purpuras de um prestigio passado, consolidado pelos feitos de armas do passado recente e do presente. A nobreza portuguesa continua a existir, acolhida entre as paginas de revistas sociais e uma socialite decadente, mas social e economicamente já não tem qualquer relevância. Esta nobreza de antanho foi substituída nas arenas mediáticas por uma leve camada de novos ricos, alguns dos quais “bem casados”, com descendentes desta “nobreza antiga”, que se espalham por todas posições de liderança nos meios académicos, culturais, empresariais e políticos. Estimamos que um numero não muito superior a 400 famílias distribua assim entre si o Poder efetivo em Portugal. Os seus filhos – sempre com nomes sonantes e repetidos ate a exaustão – são os galvão telo, os bustorff, os cadilhe, os soares, os sousa tavares, etc. que encontramos em todo o lado, vivendo essencialmente do nome dos seus pais e ocupando o lugar que caberia por direito de mérito a outros provenientes de cataduras menos sonantes.

“As coisas não começam do principio como se cuida, senão do fim. O fim porque as empreendemos, começamos e prosseguimos, esse é o seu primeiro principio, por isso ainda que sejam indiferentes, o fim, segundo é bom ou mau, as faz boas ou más.”
Sermões, IX, 269

Em todas as ações ou pensamentos importa sumamente, o destino que lhe queremos dar. Ainda que o provérbio popular ensine que “de boas intenções está o Inferno cheio”, de facto, é na intenção motriz dos atos humanos que esta a essência do valor dos mesmos. Se provocamos a dor ou o sofrimento em alguém de forma involuntária, isso não tem o mesmo significado para o equilíbrio natural das coisas a que os hinduístas e budistas chamam de “karma” ou a que no Ocidente chamamos simplesmente de “destino”. A intenção é tudo.

Se encetamos uma determinada acao e se de permeio esta nos causa dor ou sofrimento mental, se tivermos uma noção clara e determinada do nosso objetivo é mais fácil suportar estas penas se soubermos que após estas tormentas vira a bonança. Esta simples lição já devia ter sido aprendida pelos nossos governantes, mas não o foi ainda, tamanha é a distancia entre as suas altas torres de marfim e as populações que deveriam saber governar. As grandes políticas não são já determinadas localmente, mas cada vez em paragens mais distantes, lá no gélido norte, e os seus termos são cada vez mais obscuros e técnicos, como se buscassem antes do mais estabelecer uma linguagem esotérica impossível de ser compreendida pelas massas, como aliás demonstra bem o que se passou com o “Tratado de Lisboa”. Os fins da política são cada vez menos compreensíveis e isso é a raiz para a compreensão do desinteresse popular sobre a “res publica”. Os meios são os impostos, o ermamento e a retirada do Estado central do interior, mas os fins não podem ser a “estabilidade orçamental” nem uma “construção europeia” desalmada que não diz nada ao coração de ninguém. Os fins que objetivam têm que ser mais altos, claros sem serem absolutamente precisos e na falta deles, surge o vazio – que o cérebro detesta tanto quanto a natureza – e a depressão coletiva. Faltam fins a este Portugal atual, fins que nos energizem e que imprimam a nossa vida individual e coletiva os propósitos que nos permitam vencer os meios presentes. E estes não os temos. Ainda. Busquemos na nossa Historia medieval, no processo dos Descobrimentos e na alma portuguesa o nosso fim, o nosso destino coletivo. Encontremos em Bandarra, no próprio Vieira, em Fernando Pessoa e Agostinho da Silva, o fim pelo qual empreendemos as coisas e descubramos em António Vieira a sabedoria de que precisamos para suster este mundo desumano e cruel do neoliberalismo globalizado das multinacionais e o vero rumo de Portugal: o Quinto Império, fraterno, universal e igualitário do Padre António Vieira.

“A vista dos bens alheios cresce o sentimento dos males próprios.”
Sermões, VII, 56

A inveja é a força motriz dos aspectos mais negros da alma humana. Mas, se por força da nossa vontade e engenho logramos alcançar o milagre se olharmos de fora as nossa próprias desgraças, e encararmos as misérias alheias como se fossem nossas, então, tudo nos parece bem menos grave e maleitoso. Não nos deixemos enredar na depressiva teia do nosso declínio nacional e contemplemos a situação que enfrentam tantos povos por este mundo fora: misérias diversas, catástrofes diversas e sucessivas, guerras civis e externas de estranha violência, causando todas sofrimentos terríveis e um desespero indescritível em varias paragens do mundo. Entre todos estes males, encontramos Portugal. Local de um clima raramente ameno, de níveis de criminalidade dos mais baixos do mundo, com níveis de desenvolvimento económico e social que não sendo os de um pais escandinavo, não são também tão baixos como os da maioria dos países do mundo e são até os mais elevados de todo o mundo lusófono. Portugal, pela mediania da sua situação económica não tem os níveis de riqueza económica que possuem outros países europeus ou do hemisfério norte. Apesar do afluxo e influxo de materialismo dos últimos anos, os portugueses continuam a manter dentro de si o espirito altruísta dos generosos praticantes do bodo dos pobres do Culto do Espirito Santo, e se reconhecermos enfim que o verdadeiro fim da vida não reside em artifícios tecnológicos, em viagens para gaiolas douradas algures nos mares solarengos do sul, então talvez sejamos – portugueses – capazes de encontrar dentro de nos próprios, na cultura, no engrandecimento e avolumando do nosso próprio saber e, sobretudo, no pleno desenvolvimento da nossa inteligência, sabedoria e poder criativo aquilo que é o primeiro passo para o cumprimento do Quinto Império: o cumprimento do mesmo no nosso próprio interior.

“armas alheias, ainda que sejam as de Aquiles, a ninguém deram vitória.”
Sermões, I, 24

Este axioma foi elaborado em plena guerra holandesa no Pernambuco e de independência em Portugal, e referia-se à desilusão sentida então em Portugal quanto aos aliados franceses e ingleses. Contudo, é também uma frase muito atual… Na Defesa, os países devem poder contar antes do mais com os seus próprios recursos e não com os alheios. No contexto atual, de uma forma de guerra de extrema exigência tecnológica e onde os preços unitários de aviões, navios e blindados são varias vezes superiores aqueles correntes há apenas dez anos, é praticamente impossível a um pequeno pais como Portugal suportar os números de equipamento militar suficientes para manter a sempre essencial Defesa e dissuasão credíveis. Assim, é imperativo que se construam alianças regionais, paritárias integradas e organizadas capazes – pela complementaridade de meios – suprir essa lacunas. Portugal não pode sustentar um porta-aviões, nem uma frota de superfície comparável à espanhola ou francesa, mas pode e deve integrar uma aliança regional que não despreze a exiguidade dos seus meios e a qualidade dos seus homens. O quadro atual, coloca-nos – por razões históricas ligadas à Guerra Fria –
na OTAN, mas agora que o Pacto de Varsóvia se esfumou nas brumas do passado não será este o momento de repensar o quadro dos nossos interesses estratégicos?

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O Virus “Win32.Gpcode.ak”: Um encriptador de ficheiros

Um vírus – detectado pela primeira vez em Junho de 2008 – e conhecido como Virus.Win32.Gpcode.ak (com versões .ac, .ad, .ae, .af, .ag, .ai e .f) inaugura uma nova era para os criadores de vírus… É que este vírus não apaga nem danifica nenhum ficheiro na máquina infectada. Pelo contrário, “protege-os” encriptando-os… Descobre todos os ficheiros de uma extensa lista de aplicações, como CorelDraw, formatos de compressão como o zip ou o arj e encripta-os.

O vírus em si consiste num executável Windows PE que logo que é executado coloca na memória da maquina infectada uma flag que identifica a sua presença no sistema. De seguida procura em todos os discos locais ficheiros das extensões acima listadas que possa encriptar com um programa de cifra presente no próprio Windows, o “Microsoft Enhanced Cryptographic Provider” com um algoritmo RC4 e uma chave pública de encriptação RSA de 1024 bits. Ora sabendo que um tal tipo de cifra implica o conhecimento simultâneo de uma chave pública e de uma chave privada, chegamos rapidamente ao móbil do criador deste vírus… Todos os ficheiros encriptados por ele (e que no nome de ficheiro recebem a palavra “_CRYPT” são acompanhados de um novo ficheiro ReadMe com o seguinte conteúdo:

“Your files are encrypted with RSA-1024 algorithm.

To recovery your files you need to buy our decryptor.

To buy decrypting tool contact us at: [censurado]@yahoo.com”

Tradução:

“Os seus ficheiros foram encriptados com o algoritmo RSA-1024.

Para os recuperar tem que comprar o nosso decifrador.

Para comprar a ferramenta de desencriptação contacte-nos em:

[censurado]@yahoo.com”

Depois de décadas onde a principal motivação de um criador de vírus parecia ser apenas a fama entre pares, será que estamos a entrar numa nova era onde o lucro começa a ser também a sua motivação? De certa forma, isso pode ser uma boa notícia, porque implica que os criadores destes vírus terão que manter uma porta aberta algures para poderem ser contactados de forma a que seja realizado o pagamento, e isso significa formas de localizar o seu IP, a sua conta bancária, etc… Depois da vaga presente de Phishing teremos agora uma vaga de vírus encriptadores de ficheiros?

Fonte:

http://www.viruslist.com/en/viruses/encyclopedia?virusid=313444

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A “Crise Financeira” atual e as suas… vantagens potenciais

A atual Crise financeira não tem só desvantagens… Nos EUA – que ainda são o motor da Economia mundial, para o pior e para o melhor – entre 2000 e 2007 houve em cada ano um aumento médio de produtividade dos trabalhadores norte-americanos de 2,5. Seria de esperar que parte desse aumento, e do consequente aumento de lucro das empresas se viesse também a traduzir num aumento dos rendimentos familiares. Contudo, tal não aconteceu. Os rendimentos médios dos americanos estagnaram durante esses sete anos, o que significa que os lucros obtidos foram apenas repartidos entre gestores e acionistas, não nos trabalhadores, como sucedia parcialmente antes do advento da Globalização.

A presente crise é muito mais económica que financeira. Tem raízes muito mais profundas do que a simples “falta de confiança” do Mercado ou do congelamento dos empréstimos interbancários. A presente crise assenta num sistemático desinvestimento corporativo. Nos últimos dez anos, e apesar de um aumento generalizado dos lucros das grandes corporações e das mega organizações financeiras e multinacionais, o investimento caiu. Imensas quantidades de Capital assim acumulado, que antes eram convertidos em investimentos em bens e equipamentos foram transferidas para a Bolsa e convertidas em papel acionista. Os desinvestimentos no tecido produtivo estão a traduzir-se num abrandamento do crescimento da produtividade que se observa no mundo ocidental pelo menos desde 2004.

Se esta economia de Casino deixar de ser financeiramente tão recompensadora talvez os capitais que ela absorvia de forma economicamente improdutiva regressem ao seu papel financiador de novas empresas, investimentos na melhoria e optimização de processos e serviços e na geração de Emprego. Se os grandes capitalistas deixarem de ser meros especuladores e se tornarem em investidores e empresários empreendedores dinâmicos talvez desta Crise surja um novo mundo, mais equilibrado e recentrador do papel do Homem na Economia, ao invés da sua simples redução ao papel de Produtor e Consumidor onde o quiserem remeter.

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Quids S14: Que carro é este?

Dificuldade: 4

1. Cada Quid valerá entre 1 a 5 pontos.

2. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no dia seguinte, depois das 24:00 do dia do lançamento do Quid. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.

3. Pode haver vários quids lançados entre as 12:30 e as 14:30, cada dia.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S14 | 19 comentários

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