O primeiro U 209 português (o “Tridente”) foi lançado à água

O primeiro submarino U 209 da marinha portuguesa foi lançado à água numa cerimónia em que tomaram parte representantes do Governo e dos estaleiros alemães da HDW. Esta cerimónia – em que foi particularmente notada a presença dos Media portugueses – teve lugar no passado dia 15 de Julho.

O submarino receberá o nome de “Tridente” e será o primeiro de duas unidades que permitirão a continuação da arma submarina na Marinha, substituindo o último submarino funcional da Marinha, o “Albacora” da classe francesa Dolphin, com mais quarenta anos de uso operacional.

O “Tridente” juntamente com o outro submarino da classe terão como missão a protecção e apoio a forças navais e anfíbias, vigilancia das águas territoriais portuguesas e missões de paz. O navio pode também operar como meio de defesa anti-aéreo já que pode transportar misseis anti-aéreos nos tubos de torpedo.

Como saberão aqueles que mais por aqui passam, sempre fui crítico da opção pelo investimento nos submarinos. Desde logo pelo inédito e absurdo sistema de “leasing” encontrado, mas sobretudo por acreditar que não se tratava de um investimento prioritário e que desses muitos outros haveria a satisfazer antes de investir em submarinos. Toda esta argumentação mantem a sua validade. Contudo, admitimos que a maioria das nações europeias com uma escala idêntica à nossa mantêm pequenas frotas de submarinos, este é o caso da Dinamarca e da Grecia, por exemplo. O que sempre contestamos é o desequilibrio de meios que agora a Esquadra vai exibir: dois dos mais modernos submarinos AIP do mundo com 3 fragatas medianamente modernas, 3 fragatas usadas ex-holandesas e 4 corvetas a caminho da obsolescência. Faltam meios de superficie mais modernos que substituam as corvetas e novas fragatas. Ambas deveriam envolver empresas nacionais, como os Estaleiros de Viana do Castelo onde vegeta a construcao dos “patrulhoes” por razoes mais ou menos desconhecidas. O argumento mais usado em defesa dos submarinos pelos meios mais proximos da Armada tem sido o de manter a arma submarina ativa na Marinha Portuguesa onde ela existe desde 1913. Mas acreditamos que o investimento em 3 ou 4 corvetas modernas (como as Sigma holandesas construidas para a Indonesia) ou em duas ou tres fragatas modernas, como as FREMM, seria mais prioritario num pequeno pais onde os recursos existentes serao sempre necessariamente escassos. A argumentacao de que compensa investir nos submarinos para manter viva a “escola de submarinistas” e que tornar a formar submarinistas ficaria demasiado caro, não colhe. Ainda que em virtude de se ter prioritizado a aquisicao e construcao de novos meios de superficie, a Marinha tivesse que passar cinco ou dez anos sem submarinos, seria sempre possível tornar a formar esse pessoal mais tarde, simultaneamente ao momento em que se construiam os novos submarinos.

Mas de uma forma ou outra, a decisao está tomada e os submarinos começam a chegar e efetivamente são dos melhores meios do género no mundo. O elevado nível de automatismo do navio traduz-se por uma equipagem de apenas 33 tripulantes num navio capaz de navegar a até 20 nos e uma autonomia de 45 dias e que graças ao seu sistema AIP de células de combustível de hidrogenio pode navegar submerso durante longos periodos de tempo sem ser detectado.

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Categories: DefenseNewsPt, Defesa Nacional, Portugal | Etiquetas: , , | 17 comentários

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17 thoughts on “O primeiro U 209 português (o “Tridente”) foi lançado à água

  1. Bokaido

    Também concordo Clavis, há equipamentos mais prioritários do que os submarinos. Aposto que o investimento nestes dois navios seria suficiente para recuperar a frota de superfície da Marinha ou, pelo menos, para colmatar as falhas mais importantes.
    E é verdade, se há momento em que poderíamos prescindir da arma submarina acho que era agora. O argumento da formação de tripulações não é válido para justificar um investimento desta ordem.

    Resta a satisfação de se ter adquirido bom material, o que já não é nada mau!

  2. Revoltado

    Caro Clavis,

    O submarino da fotografia é um U-209. Já os submarinos comprados por Portugal são da “classe U-209PN”, que na verdade são U-214 com outro nome. Assim é por questões políticas que você poderá entender neste site;
    http://www.areamilitar.net/opiniao/Opiniao.aspx?NrNot=119

    Um abraço

  3. Bokaido:
    ” Também concordo Clavis, há equipamentos mais prioritários do que os submarinos. Aposto que o investimento nestes dois navios seria suficiente para recuperar a frota de superfície da Marinha ou, pelo menos, para colmatar as falhas mais importantes.
    E é verdade, se há momento em que poderíamos prescindir da arma submarina acho que era agora. O argumento da formação de tripulações não é válido para justificar um investimento desta ordem.
    Resta a satisfação de se ter adquirido bom material, o que já não é nada mau!”
    -> De qualquer forma, agora é tarde para chorar sobre o “leite derramado”… Resta-nos a consolação de ter bons submarinos e fazer pressão para que modernize a frota de superfície…

    Revoltado:
    ” O submarino da fotografia é um U-209. Já os submarinos comprados por Portugal são da “classe U-209PN”, que na verdade são U-214 com outro nome. Assim é por questões políticas que você poderá entender neste site;
    http://www.areamilitar.net/opiniao/Opiniao.aspx?NrNot=119
    -> Eu procurei fotografias de 209PN… mas não encontrei.
    -> E sim, já conhecia a polémica das designações… que palhaçada!

  4. Revoltado

    Caro Bokaido,

    O valor dos dois submarinos, cujo número considero insuficiente(5 seria o ideal), foi de €740 milhões. A vantagem dos submarinos em relação aos meios de superfície é que eles podem negar o mar de forma mais eficaz, pois é difícil os achar.
    Quanto à marinha de superfície, a coisa é mais complicada. Se houvesse vontade política, estariamos a falar de corvetas e/ou fragatas com valores individuais entre os €500 e €1.000 milhões de euros. Portugal poderia até pensar numa frota maior que a actual e em desenvolver a sua indústria, ao invés de comprar tudo de fora.
    Dinheiro não falta, mas o problema é a forma como o Estado foi organizado.
    Nunca se cobraram tantos impostos e nunca foi o país tão submisso.

  5. Sem dúvida.
    A dormência da população portuguesa é tremenda. A sua incultura e desinteresse pela res publica e pelo destino dos seus impostos quase absoluta.
    E neste concreto, a situação é dramática.
    Um país marítimo, com uma das mais importantes ZEEs da Europa arrisca-se a daqui a 15 anos não ter os meios mínimos para a defender.
    atroz.

  6. Bokaido

    Para ser sincero ainda não percebi bem o esquema de leasing assinado com a HDW. Aquilo é só contrapartidas para a nossa indústria, nomeadamente a cooperação da empresa alemã com os ENVC, mas acho que não vamos ver nada disso. Julgo que ficámos com opção para mais uma unidade só não faço ideia por que valor. Se custar o mesmo que os outros dois (+/- 380 milhões euros) então talvez seja melhor exercer mesmo a opção de compra.

    Caro Revoltado,
    Marrocos comprou ou vai comprar uma FREMM por cerca de 500 milhões de euros, para os italianos fala-se em cerca de 1,400 milhões pelas primeiras 4 unidades. As novas F125 para a marinha alemã tem um custo estimado de 550 milhões. Quero dizer, são caras mas também não custam muito mais que os submarinos. E só precisamos de novas fragatas daqui a alguns anos porque as actuais são relativamente capazes. Tivemos sorte em ficar com as 2 holandesas.
    De resto, devíamos tentar construir os restantes tipos de navios em Portugal, navio polivalente, corvetas, auxiliares… Só é preciso ter a indústria naval a funcionar.

  7. Revoltado

    Bokaido,

    Estou de acordo consigo quanto ao preço, mas há um ponto a considerar. A primeira coisa a ter em vista num programa de armamento é a função de negar o mar. Ela é melhor executada por submarinos. Garantindo isso, então se pode considerar uma frota de superfície com a função de “ocupar o mar” e até dar alguma capacidade de projecção de força ao país.
    Penso que o ideal seria uma frota em torno de 10 subs e cerca de 15 fragatas. Isso e mais uma força aérea com uns 80 aviões modernos e um exército bem preparado para a defesa do país(500 MBT e várias baterias de mísseis e foguetes), além de um sistema semelhante ao que tinhamos no antigo regime, restaurando as milícias e ordenanças, seria uma boa garantia de soberania contra as boas intenções de Bruxelas e da ONU.
    Com €5.000 milhões por ano Portugal poderia ter isso e ainda desenvolver tecnologia de ponta com fins defensivos.

  8. gaitero

    Mas é 209 ou 214?????

  9. gaitero:
    “U-209PN: Um U214 disfarçado
    Este estranho nome, que foi ridicularizado internacionalmente e apelidado de (U-214 in disguise, ou U-214 disfarçado) foi a consequência que ficou do concurso internacional e das circunstâncias em que este decorreu, com a apresentação por parte da HDW do modelo U-214, quando segundo a imprensa portuguesa se tinha tornado evidente que o anterior modelo alemão U-209 estava condenado a perder o concurso.”
    http://www.areamilitar.net/opiniao/Opiniao.aspx?NrNot=119

    U-209, portanto…

    Revoltado:
    Na verdade, acho os números navais algo exagerados, mas bem claros no que concerne ao desfasamento entre o que devíamos ter e o que temos. Em relação aos subs, sou um seu crítico, não na sua existência, mas na prioriade que lhes foi dada em relação a novas corvetas ou fragatas. E 3 seriam suficientes (nunca Portugal operou mais, ao que sei). 15 fragatas seriam adequadas na época do império colonial, mas hoje bastariam 5-6 modernas, tipo FREMM e um número entre 4 a 5 corvetas modernas. Isto seria mais razoável e alcançável com tecnologia e montagem portuguesas.
    Mas se mesmo estes números são sonhos… então os seus… ainda mais.
    recordemo-nos que não temos governo digno desse nome, apenas uma “repartição” que recebe ordens diretamente de Bruxelas.

  10. Fred

    E eu reclamando do meu (des)governo! 😦

  11. gaitero

    Então é o 214. Bem este submarino era preterido pelo Brasil, e pelo que me lembre ele ficou para trás graças a 3 fatores, a proposta francêsa pelo scorpone + casco nuclear, o auto custo do submarino alemão e o atrazo na transferência de tecnologia.

  12. oliveira

    Foi a primeira vez que entrei neste blog e depois de ter lido e acompanhado a “discussão” sobre a disponibilização de meios de defesa, na nossa zona marítima, achei que devia emitir uma opinião sobre o assunto. Eu considero que a opção pela compra dos submarinos foi correcta. No entanto, considero que ela não pode estar dissociada da exploração do nosso espaço maritimo. Os submarinos poderão constituir uma estratégia para a obtenção de meios e know-how que não temos, por nossa cabeça, noutros paises. É isso que fundammenta verdadeiramnte a aquisição de sumarinos em detrimento de meios de superficie, que podem ser adquiridos noutra altura, porque neste momento não são pertinentes. Julgo que a nossa deslocação para o mar é urgente e, por isso, é necessário ter meios, vontade, conhecimentos e toda uma industria que produza unidades navais que, neste momento, tem que ser adquiridos a outros. Temos que nos munir de meios produtivos, já que temos uma costa imensa.

  13. Fred:
    “E eu reclamando do meu (des)governo! :(”
    -> Como se vê, desgoverno temos todos…
    -> Essa confusão 209-214 é muito suspeita… e veremos se não dão as mesmas chatices que estão a dar aos gregos.
    http://findarticles.com/p/articles/mi_qa3738/is_200612/ai_n18621950

    Gaitero:
    “Então é o 214. Bem este submarino era preterido pelo Brasil, e pelo que me lembre ele ficou para trás graças a 3 fatores, a proposta francêsa pelo scorpone + casco nuclear, o auto custo do submarino alemão e o atrazo na transferência de tecnologia.”
    -> no nosso caso, a opção de construção local não se punha, por não termos já estaleiros à altura, a questão do preço foi “ultrapassada” com a engenharia financeira do leasing e a transferência de tecnologia foi assegurada com contrapartidas que… veremos se surgem.

    Oliveira:
    “Foi a primeira vez que entrei neste blog e depois de ter lido e acompanhado a “discussão” sobre a disponibilização de meios de defesa, na nossa zona marítima, achei que devia emitir uma opinião sobre o assunto. Eu considero que a opção pela compra dos submarinos foi correcta. No entanto, considero que ela não pode estar dissociada da exploração do nosso espaço maritimo. Os submarinos poderão constituir uma estratégia para a obtenção de meios e know-how que não temos, por nossa cabeça, noutros paises. É isso que fundammenta verdadeiramnte a ”
    -> Que know-hoe? O da sua construção? Mas se nenhuma parcela delas será nacional… E não são meios de exploração submarinos, não têm essa especialização, como saberá? Pode clarificar?

    “aquisição de sumarinos em detrimento de meios de superficie, que podem ser adquiridos noutra altura, porque neste momento não são pertinentes. ”
    -> Serão logo que as corvetas foram abatidas e “substituidas” pelos NPO (lá para as calendas gregas, acho)

    “Julgo que a nossa deslocação para o mar é urgente e, por isso, é necessário ter meios, vontade, conhecimentos e toda uma industria que produza unidades navais que, neste momento, tem que ser adquiridos a outros. Temos que nos munir de meios produtivos, já que temos uma costa imensa.”
    -> Corvetas. São estes meios que importa tentar construir, ainda que em parte enquanto ainda há estaleiros de Viana. Enquanto não fiquemos na construção naval, como já estamos na construção ferroviária: sujeitos a importar tudo das fábricas da bombardier no mundo e de Espanha.

  14. Revoltado

    Caro Clavis,

    Os números que adiantei são de facto exagerados se tivermos em conta que o actual contexto mundial é inalterável.
    Porém, para além de me parecer que a aparência de ordem nas relações internacionais está para se desmoronar, havendo sério risco para a soberania de todas as nações, não se pode esquecer que para desenvolver uma indústria digna deste nome é preciso construir mais que umas pouca unidades.
    Os números que adiantei também tinham em mente manter uma indústria em constante trabalho devido às necessidades de renovação.
    Seria de um sub a cada dois anos e uma fragata a cada 1 ano e 4 meses, podendo a isso se somarem encomendas de outros estados.
    Mas é preciso mudar muito mais antes de se poder discutir isso, como bem sabes.

  15. Fred

    Se o dinheiro é escasso, sempre o é, por que adquirir os dois 214 ou 209+5 (como queiram), e não 5 ou 6 209 mesmo?

    Bem agora é minha vingaça contra o AIP! hahahahahahahahaha.(risada maquiavélica)

    Escolheram 2 subs com custo de milha náutica de mais de 40 doletas contra os 6 dólares da milha náutica do convencional sem AIP? (preços e diesel tipo MAR C utilizados na MB).

    Não era muito melhor ter uns 6 ou 7 submarinos menores, sem AIP, pelo menos 4 estariam sempre operacionais e 3 deles poderiam ser construindos em Viana do Castelo ou onde mais agradar. Trazendo o boa e velha capacitação, emprego, etc e tal. Veja bem, não quero dizer que os 209 são lá uma maravilha, foi uma sugestão apenas.

    🙂

  16. Revoltado

    Fred,

    Não esqueça que os submarinos referidos podem funcionar com ou sem AIP, reservando AIP só para treinamento ou situações de necessidade.

  17. Fred

    Sim, Revoltado, eu sei que o uso do AIP não é constante, dificilmente se navega a velocidades tão reduzidas, exceto, como você mencionou, os adestramentos e exercícios ou em missões reais.

    Mas quando isso acontecer serão a um custo exorbitante de mn, mais de 40, contra menos de 10!

    O que forçosamente tende a reduzir os treinamentos e exercícios.

    Inegavelmente, o AIP tem uma série de vantagens de autonomia e operações furtivas, afinal são praticamente 10 dias submerso operando em velocidades reduzidas, é silencioso como os diesel elétricos, e não tem radiação. 🙂

    Bem, é caro e tem vantagens na utilização. Porém tem o custo logístico, são de 7 a 8 caminhões tanque de hidrogênio praticamente puro (onde irá ser processado esse gás?) e umas 15 toneladas de oxigênio líquido (mais um caminhão). Essa operação de recarga obrigatoriamente exige adaptação, definições de procedimento e treinamento no porto de recarga. E isso é impossível?
    Claro que não, muitas marinhas já o utilizam, o que discordo é da aplicações de elevados recursos na opção do AIP em detrimento dos meios de superficie ou mesmo de maior número de submarinos convencionais.

    Como o Clavis escreveu, agora já compraram, paciência. 🙂 Espero estar completamente enganado e que pelo menos um deles esteja sempre operacional.

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