O programa F-X2 do Brasil (atualização): Rafale, Typhoon, Gripen, Super Hornet ou Sukhoi SU-35?

(Rafale F2 operando num Porta-aviões da US Navy)

O programa F-X2 foi inicializado em Janeiro de 2008, a partir das cinzas do defunto F-X abandonado em 2004 por dificuldades orçamentais. O objetivo é agora o de adquirir 36 aviões de 4ª ou 4,5ª geração capazes de – a prazo – substituirem uma série de aparelhos atualmente em utilização na força aérea brasileira.

O cancelamento do F-X teve custos quase imediatos, já que a desativação dos velhos Mirage III BR em 2005 levou à necessidade da compra urgente de 12 antigos Mirage 2000C franceses de forma a não deixar a FAB sem aviões interceptores. Mas esta solução intermédia não resolve verdadeiramente nada. Existem indicações (ver AQUI) de que 37% dos 719 aviões da FAB estão permanentemente no solo devido ao envelhecimento da frota. E isto num contexto em que várias forças aéreas da região se estão a modernizar, como sucede no Chile e especialmente na Venezuela, onde os novos Sukhoi russos vieram introduzir um factor novo no equilíbrio regional. Este desiquilíbro forçou o governo Lula a aumentar o orçamento de Defesa dos 3,5 biliões de dólares de 2007 para 5,65 biliões, um valor que será agora repartido pelas três armas, cabendo ao F-X2 um segmento importante desta verba. De facto, esta verba que parece impressionante à primeira vista é apenas uma tentativa de recuperar o domínio tecnológico que o país teve durante as décadas de setenta e oitenta quando produzia e desenvolvida localmente MBTs (o saudoso Osório), mísseis e lançadores (como o Astros II) e aviões de combate sofisticados como o Tucano ou o AMX. Todo esse balanço se perdeu quase inteiramente na última década e se o Tucano evoluiu para o Super Tucano, este foi infelizmente apenas um feito isolado…

Não deixa de ser paradoxal, que a FAB tenha nalgumas classes dos mais modernos e eficientes aparelhos do mundo (AMX e Super Tucano no ataque ao solo e aviões AWACs baseados no EMB-145), mas que depois, no que concerne à intercepção e defesa aérea tenha como “ponta de lança” os já vetustos Mirage 2000C ex-franceses… Um desiquílibrio que resulta do cancelamento do F-X1 em 2004. Com efeito, até recentemente (2005) o seu caça primário de defesa aéreo era ainda o Mirage IIIBR que serviram na FAB durante mais de três décadas e atualmente para contrapôr às mais recentes aquisições venezuelanas de aparelhos Sukhoi Su-30MKV e F-16 pelo Chile, o Brasil tem apenas 12 Mirage 2000C ex-franceses.

O aumento em 50% do orçamento de Defesa brasileiro já estava a ser antecipado pelo investimento em diversas áreas da indústria de Defesa… Pela parceria com a África do Sul para desenvolver o míssil de curto alcance e de 5ª geração A-Darter.

Atualmente, a competição pela vitória no F-X2 decorre entre o Rafale da francesa Dassault, o Typhoon da EADS, o JAS-39 Gripen da Saab e o Su-35 da Sukhoi, uma lista à qual se juntou recentemente o F/A-18E/F Block II Super Hornet da Boeing. Os rumores deixados no ar pelo ministro da Defesa brasileiro Nelson Jobin recentemente dão crédito aqueles que (como eu) suspeitam que o vencedor será o Rafale. O PT parece também inclinado a favorecer os franceses da Dassault, já que segundo o jornal “O Estado de São Paulo” José Genoíno teria declarado que “a França sempre foi um parceiro melhor. No que respeita à Rússia, todos conhecem as dificuldades e não sabemos o que vai acontecer daqui a dez anos de forma a que possamos garantir as nossas peças de substituição. Os Estados Unidos, tradicionalmente, não transferem tecnologia… Só temos que procurar o preço mais baixo com a maior transferência de tecnologia possível.” Genoíno colocou aqui de facto, o dedo na ferida… O essencial para defender os interesses do Brasil, reforçar a já muito dinâmica industria aeronáutica brasileira é garantir uma adequada transferência de tecnologia.

A França está também numa posição negocial frágil. As suas tentativas para exportar o Rafale para Marrocos, Holanda, Noruega, Arábia Saudita, Singapura, África do Sul, EAU, etc têm sido todos frustados, perdendo concurso atrás de concurso, pelas mais diversas razões.

O Typhoon poderá apresentar também algumas dificuldades no que concerne ao requisito de transferência de tecnologia, mas o maior obstáculo é, de longe, o elevado custo unitário de cada aparelho: 130 milhões de dólares cada, muito longe dos 2,2 biliões disponíveis para 36 caças (61 milhões é o limite disponível por cada aparelho). O Typhoon garantiria uma grande vantagem no que respeita a superioridade aérea, mas o preço elevado afasta o Typhoon dos favoritos do F-X2…

O JAS-39 Gripen da sueca Saab tem oferecido aos seus clientes boas contrapartidas industriais e o “Gripen NG” antecipado pelo demonstrador “Gripen Demo”. O facto de se tratar de uma excelente solução tecnológica, robusta e acessível tem seduzido muitos no Brasil, especialmente entre os nossos mais frequentes comentadores. Contudo, mesmo o Demo/NG continua a oferecer um avião pouco adequado para países continentais e o recurso ao motor norte-americano F414 expõe o aparelho às autorizações de exportação dos EUA, o que pode condicionar o fabrico local da turbina e até eventuais futuras re-exportações de Gripen fabricados localmente.

O Dassault Rafale é a escolha preferida por muitos, contando aqui o próprio redactor do Quintus, admito… Sem me alongar muito na defesa do Rafale, gostaria de listar o facto de ser o único concorrente capaz de operar em porta-aviões, e que o único NAE brasileiro o ex-Foch São Paulo está em estaleiro, substituindo o eixo, e logo é um navio que estará operacional ainda mais alguns anos… E que os A4 já não são um vector adequado para o século XXI… O facto de o Brasil ser um utilizador satisfeito dos Mirage III e dos 2000 (que hoje são a ponta de lança da FAB) aponta também o Rafale como favorito, assim como a disponibilidade francesa para transferir tecnologia (motivada pelo desespero de não haver ainda exportações do aparelho). De facto, a maior fragilidade do Rafale é a relativa raridade de armas integradas, algo que contudo pode ser ultrapassado com relativa facilidade pela via do estabelecimento de parcerias com outros fabricantes-

A opção russa está corporizada no Sukhoi SU-35. Em termos tecnológicos, é provavelmente a opção mais interessante e os russos, prometem transferir tecnologia, ainda que recentemente tenham surgido ecos de alguma reserva neste domínio… A opção pelo SU-35 tornaria o Brasil como a FA com melhores aviões na região, muito superiores aos F-16 chilenos e até aos SU-30 venezuelanos, dando uma vantagem que, de facto, a FAB nunca teve… O preço é excelente, mas o suporte pós-venda e em peças tem uma péssima reputação, a que a FAV venezuelana tem dado aliás amplo eco.

A opção norte-americana está agora reduzida ao F/A-18E/F Super Hornet, Block II da Boeing. Este é, além do Rafale, o único que pode também operar a partir de um porta-aviões como o São Paulo (teoricamente). Em termos de contrapartidas, a Boeing poderá estabelecer algum tipo de transferência de tecnologia civil para a Embraer, compensando assim o tradicional secretismo dos EUA no que respeita a transferências de know-how militar (uma vantagem que compartilha com a EADS/Airbus do Typhoon, aliás). O preço do Super Hornet é interessante, assim como o seu pacote tecnológico, pelo que a opção tem colhido alguns bons ecos entre muitos interessados pelo F-X2. Mas o avião é tido como inferior em manobrabilidade e o preço continua a ser superior ao do SU-35 e do Gripen, mas muito inferior ao do Typhoon.

Uma adição interessante a esta questão foi introduzida aqui pelos comentadores Gaitero e Nosle: Aparentemente, para responder à generosa oferta russa de participação no seu caça de 5ª geração PAK-FA + SU-35, a França estaria a oferecer ao Brasil um pacote de Rafales F3 + UCAV. Estes UCAV são tidos por muitos como o verdadeiro futuro da aeronáutica militar de combate, como a tal 6ª geração de aparelhos que irá tomar o lugar do F-22 Raptor da USAF, do T-50 russo-indiano e dos aparelhos idênticos em desenvolvimento na China e no Japão. Seria uma opção muito interessante e inédita… Mas a tese de que os UCAV poderão ser efetivamente a dita “6ª geração” de aviões de guerra ainda está por provar no terreno…

Fontes:
http://www.defenseindustrydaily.com/brazil-embarking-upon-f-x2-fighter-program-04179/#more-4179?camp=newsletter&src=did&type=textlink
http://militaryzone.home.sapo.pt/osorio-file.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dassault-Breguet_Mirage_2000
http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/TER.aspx?nn=23&p=15
http://en.wikipedia.org/wiki/Embraer_EMB_312_Tucano
http://www.combataircraft.com/aircraft/famx.aspx
http://defesabr.com/blog/index.php/02/09/2008/brasil-pode-fechar-su-35-com-pak-fa/

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1.045 thoughts on “O programa F-X2 do Brasil (atualização): Rafale, Typhoon, Gripen, Super Hornet ou Sukhoi SU-35?

  1. Fred

    Clavis, uma sugestão construtiva, caso exista uma nova atualização, você poderia mencionar o programa de modernização dos F5, do A1(AX) e dos AF1 (A4).
    🙂

  2. gaitero

    Bem, os UCAVs serão iniciados lá para 2025, isto se o nEUROn tiver sucesso em todos os seus testes.

    A previsão da França é manter seus rafales no ar até 2030/35, ou seja se o Brasil seguir esta linha do tempo os “6 geração” podem estar ativos 10 anos depois do PaK-Fa (2018/20) e teoricamente a vantagem da 6 geração sob a 5, principalmente no que se diz respeito a vida humana, será esmagadora, para um país que já esperou tanto para ter um novo vetor moderno, antes de pegar a barca da 4/5 geração melhor pegar a barca da 4/6 geração.

  3. Fred

    Saltos, sempres os saltos, veja não estou reclamando do salto, é que sempre é assim, porque não fazemos como todo os outros e fazemos um planejamento e politica de desenvolvimento?

    Isso é o que reclamo! 🙂

  4. bem, se o Brasil (embraer) não domina hoje a tecnologia de 4 geração, a lógica manda que deve recuperar esse atraso. Por isso, nada mais lógico do que saltar “diretamente” para a tecnologia mais recente e mais promissora a prazo, que é a dos UCAVs, como o Neuron…
    A aduição dos UCAVs ao pacote francês, mais o meu conhecido favoritismo peo rafale decidiu-me por esse pacote, ainda que o Su-35 e o PAK-FA sejam aviões fantásticos, contudo, os russos não são parceiros fiáveis (vejam o choradinho dos venezuelanos, p.ex.)

  5. gaitero

    Linguas Venezuelanas, (eu tiro meu cavalinho da chuva, pois não é fonte de confiança),já afirmaram ter dificuldades de manter os 24 caças em funcionamento pleno, e olhe eles nem sujaram a tinta de graxa.

    Agora com relação ao salto, veja não seria só o Brasil e sim quase toda a europa, e isto é praticamente natural, um caça de 4 para 5 geração tem muita diferença, mas de 5 para 6 terá muito mais, será todo diferente, a matriz será diferente, não estamos mais falando de caças e sim de UCAVs.

  6. gaitero

    Os Sus são muito capazes, tem um radar de dar inveja em qualquer um, mas o Rafale não é um mau caça, mesmo ele sendo considerado pior que o Typhoon e o Su-35 O rafale ainda seria uma grande aquisição da FAB e melhor, dada as novas circunstâncias se a proposta realmente incluir o UCAV e ainda somada ao desespero da dassault em vender seu caça, teremos sim muito a ganhar.

  7. caças (interceptores e aparelhos de ataque ao solo) UCAV.
    Os EUA depois de um balanço inicial parecem estar a perder impulso para a França… e a Rússia parece focada (e mal) no PAK-FA…
    Sem dúvida, a prazo, o melhor é investir num UCAV.
    Conseguem performances, custos (porque poupam o piloto) que aviões convencionais nunca poderão ter…
    e sim! o “desespero” francês é claríssimo, aqui!
    seria um erro não o aproveitar…

  8. Eu espero q nossa FA seja ekipada é rápido..torço pelos Su-35 Bm/Mk Rússos.É q ñ eskeçam da MB e comprem uns Amur 1650..Td isso com transferência de tecnológia.Nesre momento tão ruim p/os Rússos no cenario internacional pós-geórgia; temos de aproveitar q osRússos estão a procura de sócios e aliados.E triste ver a negligência q trataram e levasrama falência a n/ industria bélica-IMBEL.Talvez ainda exista uma esperança, quqando nosa soberania está sendo questionada. O negocio é sair das garras dos ianks..

  9. Ronaldo

    UCAV para um país do tamanho do Brasil, à luz das atuais perspectivas para esta tecnologia, não teria validade alguma sem satélites militares que permitiriam o controle dos mesmos 24 hs sobre todo o território, sob quaisquer condições climatológicas.
    Hoje, só americanos tem em real, mas restrito, uso de tais tecnologias, mas à que custos pouco ou nada se sabe. Para mim, o UCAV é um sonho de uma noite de verão…..
    Sds.

  10. Fred

    É o Ronaldo tem razão, dai o desenvolvimento do lançado scram jet, dos satelites de comunicação nacional e o geo estacionário com os transponderes da banda X militares.

    Com sorte conseguimos ainda casar os Vants com os satélites. Se não fosse o atraso causado pelo acidente! 😦

  11. Adriano

    Amanhã, 7 de setembro, o governo federal deve anunciar o plano nacional de defesa. Muito se fala do SU-35 russo, e eu tb sou a tempos um fã dele, porém, ao que parece, tudo leva a crer na escolha do Rafale pelos seguintes motivos:
    1) O presidente Lula-la (brilha uma estrela…) já esteve na França conversando com o Sarkozy sobre assuntos militares;
    2) O Sarkozi vem ao Brasil em dezembro para assinar acordos já firmados;
    3) A França esta transferindo tecnologia para construção de submarinos convencionais e ajuda para o nuclear;
    4) Me parece que virão helicópteros e tanques tb;
    5) Os EUA estão fora por não transferirem tecnologia, não permitirem a venda de armas e ainda pq o projeto Sivam não foi implementado por eles como se esperava;
    6) Os russos, apesar de ter um produto melhor e estarem dispostos a transferir tecnologia, mostraram-se não confiáveis por causa do problema com a Geórgia recentemente;
    7) O desejo russo era encontrar um parceiro ocidental para comercializar os seus produtos para o ocidente. Acontece que agora os produtos russos sofrerão um “gelo” como represália por causa da Geórgia, o que inviabiliza o acordo para o Brasil;
    8) A Embraer já tem acordos de tecnologia firmados com a Dessalt por causa do Mirage;
    9) Os pilotos brasileiros já estão acostumados com o material frances, o que diminui o custo de aprendizagem;
    10) Tirando os EUA e a Russia, a França é o único fornecedor que tem algo a oferecer ao Brasil;
    11) É interessante para a França e para o Brasil firmarem o acordo, do ponto de vista tecnológico, militar, de marketing e comercial;
    12) O Rafale dará ao Brasil a superioridade aerea do continente, uma vez que ele é superior aos F-16 e ao SU-30.
    Bem, é isso. Posso até estar errado (nunca se sabe), mas eu acho que o caminho é esse e eu até concordo com ele.

  12. fred e ronaldo:
    a tecnologia do UCAV só produzirá um verdadeiro aparelho de 6ª geração daqui a 15 ou 20 anos, quando os F-22 e raptor começarem a ficar ultrapassados…
    Investir e apostar hoje, para lucrar daqui a 20 anos, é o que me parece mais avisado e frutuoso. Investir num PAK-FA cada vez mais enevoado (porque se evaporou das noticias? Onde está o protóripo russo que já devia ter voado e ser mostrado ao público? Porque se parece ter desinteressado a Índia deste projeto?)

    Gaitero:
    Sim… Desde que no meu articulado entre Typhoon e Rafale, me decidi pelo segundo, que torço por ele no vosso F-X2. E agora, o tempo começa a dar razão à minha intuição… Concordo, assim contigo… Tudo indica que vai dar rafale…

  13. Luís Fernando

    O anúncio do plano de defesa deverá ocorrer somente dia 09, pois foi adiado desta para aquela data.

  14. Luís Fernando

    ops, digo, daquela (07/09), para esta (09/09) data.

  15. Bem sr.Fred..realmente um satélite Geoestácionario seria td de bom p/ nosso efetivo controle do continente BRASIL, + nós temos um acordo c/ o Rússos neste setor..Ainda acredito nisto nesta década, seria o supra sumo da incompetência Brasuca. E quanto ao rafaele..ñ é lá essas coisas…Quantos países já os comprou? O negocio são os caças Rússos,com transferência obrigatoria de tecnológia, + sob construção de casco de Subs com a compra de uns Amur 1650. Este é o momento certo de implementar este acordo neste amplo leque de repasse de conhecimento sensível. Os ianks , ñ passararm nem a metade disto a nós , BRASUCAS. Melhor assim, estaremos fora de seu controle.É mt cuidados c/ os franceses neste alinhamento incondicional com os ianks, eles já trairam os nossos “hermanos” platinos.

  16. Sr.Adriano, sua informação quanto ao sivam..prova q eles,ianks, FARCs , etc, etc, são os + interessados em q nós brasucas ñ controlemos o n/espaço áereo, em especial a noite; onde saí de td. O gal heleno está certo..temos de abater uns, então vão contar até dez..Eu já ouvi histórias de helicópteros q pousa à noite e saem levando e trazendo pessoas e “coisas”.Tá explicado.E quanto ao VLS . eu acredito q sairá ainda nesta década, ñ somos tão incapazes assim .é esse UCAV….os franceses, por força de acordos ..dificílmente vamos ter acesso a essa tecnológia , é puro engodo.O “K” da coisa é, nossa soberania sobre nosso território.O perigo vem do norte.

  17. seria bom , então uns rafaele p/ a Nossa MB no S.Paulo ; é pode ser …seria um avavço. E com os códigos dos Ecxocet, p/ ñ nos acontecer o q ocorreu com os argentinos em 1982, idos ñ mt distante.O sr Sarkozi alinhou a frança aos ianks..eles sózinhos seriam problemáticos, juntos; piorou. Olho (s) neles.

  18. bem, os franceses estão desesperados em vender Rafale que sim… será certamente possível obter também mísseis e códigos de Exocet…

  19. gaitero

    Brasília – O ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, afirmou hoje (7), logo depois do desfile de 7 de Setembro, que o Plano Nacional de Defesa, que teve seu lançamento adiado, vai “ser atacado” quando for lançado. “Vão acusá-lo de ser um desperdício de dinheiro e um instrumento de corrida armamentista”, disse Mangabeira.
    No entanto, o ministro defendeu que as críticas serão uma forma de começar um debate nacional sobre o novo plano, que deveria ter sido lançado hoje pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim.
    De acordo com Mangabeira Unger, ele não foi lançado hoje porque a data coincidiu com a visita da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, e também porque a agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve cheia nos últimos dias. “Ele [Lula] quer aproveitar para ter uma última discussão e fazer alguns últimos ajustes”, disse o ministro.
    Mangabeira explicou que o plano está organizado em três grandes vertentes: “A reconfiguração, a reorientação e o equipamento das Forças Armadas, a reconstrução da indústria nacional de defesa e a própria composição das Forças Armadas, inclusive a evolução do serviço militar obrigatório”.
    Ele disse que há um consenso entre as lideranças de que o serviço militar obrigatório deve ser mantido e aprofundado, pois “num país tão desigual como o nosso [o serviço obrigatório] é um nivelador republicano, um espaço no qual a nação pode se encontrar acima das classes”.
    Perguntado se a Marinha vai receber reforço para cuidar do pré-sal, o ministro se limitou a dizer que “a estratégia nacional de defesa não é uma resposta conjuntural a problemas conjunturais”.

  20. sempre quero ver o que vai sair deste anúncio…

  21. Fred

    Clavis, não vai ter nada de novo, é tudo que já sabemos.

    1. Vão propor ações douradas ou outro tipo de controle e uma série de insenções fiscais e dispensa de licitações para as indústrias da material da defesa.

    2. raparelhamento da industria da defesa com compra de tecnologia em conjunto com a compra de equipamento.

    3. remodelação das FA e do serviço militar obrigatório.
    (esse é oque eu comentei, o moleque se inscreve em São Paulo, e senão servir nas FAs, vai fazer serviço social no Acre, por exemplo.)

  22. gaitero

    Eu tambem

  23. gaitero

    Bom fred estou mais atento ao 2 numero de sua lista ^^;
    Na verdade quero saber oque eles realmente pretendem comprar.

  24. gaitero

    Lula define amanhã
    Plano Estratégico Nacional de Defesa
    Plano prevê elevar gastos para 2,5% do PIB

    Acabou de sair no defesanet

    http://www.defesanet.com.br/md1/pac_18.htm

  25. gaitero

    LA NACION

    http://www.defesanet.com.br/al1/arg_k_l_5.htm

    É bom vermos oque los ermanos estão achando de tudo isto.

  26. “o compra de segunda selección los aviones de combate Mirage III que los brasileños dejarán de usar. ”
    ora esta… estão assim tão desesperados?
    os vossos mirage não foram desativados porque estavam aquém do limite de segurança?

  27. Fred

    Mais ou menos, estavam ficando caros de mantener…

    os Brimos, estão querer saire baratinho, baratinho, apenas uma fabriqueta de nada em cordoba, coisa a toa! 🙂

  28. Fred

    ishallah 🙂

  29. gaitero

    SÃO PAULO – As Forças Armadas brasileiras devem assinar o contrato final de compra de 51 helicópteros militares EC-725 Super Cougar com a Helibras, subsidiária da européia Eurocopter (ela própria propriedade do grupo EADS), no próximo mês de novembro. O contrato, avaliado em cerca de US$ 1 bilhão, foi anunciado originalmente em junho deste ano e irá viabilizar um investimento de cerca de 350 milhões de euros da fabricante no Brasil, onde irá produzir as aeronaves.

    A data da assinatura foi divulgada hoje pelo tenente-brigadeiro do ar Paulo Roberto Britto, chefe do Estado Maior da Aeronáutica e que tem conduzido pelo lado das forças armadas o processo de compra das aeronaves. Elas serão utilizadas pelas três forças, cada uma das quais receberá 17 helicópteros a partir de 2010 – caso o cronograma original seja mantido.

  30. gaitero

    A meta é que até 2010 sejam entregues três unidades do EC 725 às Forças Armadas e que a nacionalização da produção seja entre 5% e 10%. No médio prazo, a Helibrás pretende produzir no mínimo 50% da aeronave em solo brasileiro. Para tanto, será feita transferência de tecnologia francesa de modo clássico.

  31. gaitero

    Agenda do ministro da Defesa, Nelson Jobim, terça-feira, 9 de setembro de 2008

    O ministro passa essa terça-feira em Brasília.

    Segue a agenda:

    09h30 – Reunião com Presidente da República.
    14h30 – Jean Paul Terrier, Vice-Presidente do Grupo Thales.
    15h00 – Werner Brandstetter, Embaixador da Áustria.
    15h30 – Despachos internos.
    16h30 – Jorge Viana, Presidente do Conselho de Administração da Helibrás.
    18h00 – Deputado Raul Jungmann (PPS/PE).

    Bem que poderia estar escrito,
    x horas rede nacional transmissão do plano de defesa estratégico.

  32. gaitero

    9h30, este era o horario dos ultimos ajustes, oque será que aconteceu, será que teremos notícias dia 10?
    Bem vamos esperar que o acelerador de perticulas não nos destrua antes do PMD.

  33. Ronaldo

    Não será anunciado nada !!!
    O energumeno do Lula mandou o projeto para avaliação do Consenho de Defesa Nacional.
    Não há data prevista para esta análise ou reunião.
    Guardem as Moet & Chandon para o primeiro do ano !!
    Sds.
    http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u442993.shtml

  34. pois…
    lá continua a incerteza…

  35. Por medo de cometer erros , o sr lula adiou o q ñ pode ser adiado..ele ñ tem conhecimento ou ker postergar…pq ñ acredita no perigo.É um “inocente” útil , neste momento.Ekeçe q o perigo vem sem avisos claros. dos vizinhos e ….norte.

  36. nosle

    Segundo o Correio Brasiliense, vem aí no pacote 6 fragatas FREMM e 4 Scorpene (Marlin), a serem construídos aqui no Brasil.

  37. gaitero

    Bom era oque eu previa, só não esperava estes numeros, 6 + 4, é um bom numero.

  38. gaitero

    Desta forma recuperamos a perda dos 3 contratorpedos pará, e as 4 Type-22.
    Se esta compra se concretizar teremos 12 fragatas 5 corvetas e 9 submarinos, nada mal………..

  39. gaitero

    Bom quando sarkozy vier ao Brasil no final do ano quem sabe eles confessem oque planejam.

  40. gaitero

    Data : 09/09/2008

    O presidente Lula aprovou hoje o Plano Estratégico de Defesa Nacional, mas decidiu que ele será submetido ao Conselho de Defesa Nacional, órgão de consulta da Presidência da República em assuntos relacionados à soberania nacional e à defesa, para discutir suas diretrizes, antes de ser posto em prática.

    Criado em 1991, no então governo Fernando Collor de Mello, o Conselho de Defesa Nacional é presidido pelo presidente da República e composto por:

    – vice-presidente: José Alencar;

    – ministro da Justiça: Tarso Genro;

    – ministro das Relações Exteriores: Celso Amorim;

    – ministro da Fazenda: Guido Mantega;

    – ministro do Planejamento: Paulo Bernardo;

    – ministro da Defesa: Nelson Jobim;

    – comandante da Marinha: Julio Soares de Mora Neto;

    – comandante do Exército: Enzo Martins Peri;

    – comandante da Aeronáutica: Juniti Saito;

    – presidente da Câmara dos Deputados: Arlindo Chinaglia; e

    – presidente do Senado: Garibaldi Alves.

    O presidente Lula passou três horas na manhã de hoje reunido com os dois ministros que elaboraram o Plano, Nelson Jobim e Roberto Mangabeira Unger, dos Assuntos Estratégicos, além da ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, e de José Alencar, para discutir o assunto.

    Em um provável intuito de adensar e legitimar politicamente a aprovação do Plano, Lula decidiu levá-lo à discussão no âmbito do CDN. Uma reunião será agendada para breve. A secretaria-executiva do órgão está a cargo do ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Jorge Félix.

    Pela lei, o CDN deve propor os critérios e condições de utilização das áreas indispensáveis à segurança do território nacional, opinar sobre seu efetivo uso, além de acompanhar as iniciativas necessárias a garantir a independência nacional e a defesa.

    O presidente Lula já aprovou o Plano Estratégico hoje, dia 9 de setembro. Na parte da tarde, as versões que chegavam pela imprensa eram todas de que só o CDN iria aprovar o Plano e não mais o Lula.

    À noite, O Globo noticiou que o Lula APROVOU o Plano.

  41. nosle

    Realmente com 6 FREMM, 6 Niterói, 5 corvetas e 9 submarinos somado ao sub nuclear já da para se ter um poder de dissuasão rasoável.
    Faltando agora a Força Aérea, ouvi muitos comentários em outros fóruns dizendo que o Brasil parece esta fechando com os franceses para repor a Marinha (liderado por Jobim) e com os russos para repor a Força Aérea(liderado por Unger).

  42. Ronaldo

    Enquando dormimos em berço esplêndido, chegaram hoje à Venezuela, dois bombardeiros estratégicos russos Blackjack Tu-160, devidamente escoltados durante sua travessia pelo atlântico, por caças da NATO (OTAN). Realizarão exercícios neste país e retornarão para a Rússia.
    Sds.

  43. Bem espero q seja realmente ,ñ só aprovado, + colocado em pratica..p/ ontem.É FAB ,está precisando de uns 20 ou + SU 35..até sair o Pak Fa T-50…Temos problemas pipocando em n/ fronteira, e se continuar , na bolivia..pode ser q o ser chaves keira dar uma ajuda ao seu “colega” andino.Temos de ficar atentos aos acontecimentos aki e dos vindos do norte.

  44. Ouvi hoje, na BBC; que a frota russa do Mar Negro tinha apenas 4 navios em estado de sairem da sua base de Murmansk e de chegaram à Venezuela… E note-se que este cruzador já tem uns bons anos em cima do lombo, não sendo nenhum modernismo ou um novo navio de guerra.

  45. gaitero

    Mas é nuclear e depois dos Nae Norte americanos, sem dúvida são uma das pricipais armas do mar.

  46. gaitero

    Ronaldo, mas se fosse assim, é só convidar Os EUA para trazerem 1 Nae nuclear com 80 aviões para o rio de janeiro, não ligo para venezuela ou treinamentos militares venezuelanos, ligo sim para nossa modernização.

    Carlos, isto se o Pak Fa T-50 sair, oque eu duvido muito.

    Nosle, seria uma boa França no mar, e Russia no ar, começando pelos Mi-35 e passando pelos Sus, e chegando ao foguete. Mas só é preciso ter garantia de que as peças Russas não nos faltem depois, e que possamos concerta-los e monta-los aqui no Brasil.

  47. gaitero

    http://www.defesanet.com.br/md1/pac_19.htm

    O Plano Nacional de Defesa prevê, entre outras iniciativas, a fabricação de CAÇAS e OUTROS EQUIPAMENTOS MILITARES no Brasil, a concessão de incentivos fiscais para a indústria bélica nacional, a dispensa de licitação na compra de armas e a exigência de que o serviço militar passe a ser efetivamente obrigatório. O projeto estima que, em cinco anos, os gastos militares saltarão de 1,5% para 2,5% Produto Interno Bruto (PIB), aproximadamente R$ 69 bilhões.

    Jobim e Mangabeira estão propondo, como adiantou o Valor na edição de segunda-feira, a adoção de um regime jurídico e tributário especial para as empresas, LIVRANDO-AS, inclusive, da necessidade de participar de licitações na venda de equipamentos para as Forças Armadas. Em contrapartida, o governo passaria a exercer um “poder estratégico” sobre essas empresas. A idéia é fazer isso por meio de “golden share”, uma ação especial que dá ao acionista o poder de veto, um sistema muito usado nos Estados Unidos.

    Esta parte do texto é muito importante

  48. gaitero

    Xiiiii, o LULA que eu conheço voltou.

    Segundo nota do jornal O Estado de São Paulo, presidente pediu retirada do item que estabelecia limite mínimo de 2,5% do PIB para investimentos:

    Direto da Fonte – Sonia Racy

    Lula pediu, por prudência, a retirada de dois itens contidos no Plano de Estratégia Nacional de Defesa durante reunião, terça-feira, no Planalto. Nelson Jobim fez a apresentação do projeto para José Alencar e os ministros Dilma Roussef e Mangabeira Unger. Lula já conhecia o texto.
    O primeiro: limite mínimo de 2,5% do PIB para investimentos na Defesa. O segundo: a tabela remuneratória. Somados, os dois itens chegariam a gastos de R$ 30 bilhões já de cara. Lula pediu que ambos os itens fossem refeitos e então reapresentados para discussão em reunião do Conselho de Defesa Nacional.
    O presidente deixou claro que não se trata de cortar investimentos do ministério, só não quer o engessamento de mais essa fatia do Orçamento.

  49. gaitero

    Ou Não oO

    Lula gostou muito da proposta apresenta na reunião pelo ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger

    TÂNIA MONTEIRO – Agencia Estado

    BRASÍLIA – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu submeter ao Conselho Nacional de Defesa o Plano que define a Estratégia Nacional de Defesa. Segundo informações da Presidência da República, Lula gostou muito da proposta apresenta na reunião pelo ministro de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger. A reunião terminou no início da tarde. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, participou apenas do início da reunião. Alegando uma forte crise de alergia, Jobim decidiu ir para sua casa, cancelando toda a sua agenda desta terça-feira e quarta-feira.

    O Conselho de Defesa Nacional é um órgão de consulta do presidente da República que tem como secretário-executivo o chefe do Gabinete de Segurança Institucional e é integrado pelo vice-presidente, pelos presidentes da Câmara e Senado, e pelos ministros da Justiça, das Relações Exteriores, da Fazenda e do Planejamento, além dos comandantes militares.

  50. gaitero

    Meu deus, estes são apenas alguns, cada jornal mostra uma coisa diferente.

  51. optimismo….
    pessimismo…
    e de novo
    optimismo, logo seguido de mais
    pessimismo.
    caramba
    bela confusão e
    cruzamento de notícias!

    esperar para ver!

  52. gaitero

    Ja estou maluco vendo as infromações dos noticiarios, cada um mostra oque quer mostrar e não da para saber quem vala a verdade.

  53. gaitero

    *fala

  54. nosle

    gaitero,
    “Nosle, seria uma boa França no mar, e Russia no ar, começando pelos Mi-35 e passando pelos Sus, e chegando ao foguete. Mas só é preciso ter garantia de que as peças Russas não nos faltem depois, e que possamos concerta-los e monta-los aqui no Brasil.”
    .
    Mas é exatamente esse o propósito, meu sonho é ver Su-35 aqui com a Embraer liderando a absorção da transferência de tecnologia, e assumindo e melhorando o processo de logística e manuntenção dos caças brasileiros.
    Hoje a China fabrica caças por causa dos russos, e a Embraer juntamente com a Avibrás(quem sabe assumindo os motores) a Mectron (com os mísseis e bombas )tem muito mais condições de aperfeiçoar esse projeto do que os chineses.

  55. gaitero:
    é deixar assentar a poeira…
    por enquanto parece haver muita no ar…

    nosle:
    sendo que a Rússia anda danada com a China, porque esta começou agora a exportar caças Su-30, diretamente, e violando os termos da licença de fabricação…
    ou seja, se houver uma licença idêntica para o brasil, essa absorção de tecnologia não poderá ser usada para exportação, apenas para uso próprio…

  56. gaitero

    O ministro da Defesa, Nelson Jobim, alertou nessa sexta-feira os empresários da indústria brasileira de defesa que o país deverá enfrentar uma ofensiva subterrânea dos concorrentes estrangeiros contra os benefícios à indústria nacional do setor, previstos na Estratégia Nacional de Defesa. Entre os artifícios a serem usados pelos adversários, na previsão do ministro, estarão alianças de grupos estrangeiros com segmentos pacifistas brasileiros, em prol de um suposto discurso anti-belicista. O alerta foi dado em encontro na Forjas Taurus, no segundo e último dia de visita de comitiva ministerial ao pólo industrial de Defesa do Rio Grande do Sul. “O embate, ao fim e ao cabo, é comercial”, sintetizou Jobim.

    O ministro lembrou que a nova estratégia prevê privilégio à indústria nacional, nas aquisições destinadas às forças armadas brasileiras, desde que associadas a compromissos dos fabricantes em melhorar seus produtos e buscar preços cada vez mais competitivos em relação ao mercado internacional. Com essa política, será possível, segundo Jobim, ajudar a consolidar a indústria nacional do setor, fortalecer a autonomia industrial e tecnológica brasileira e sua política dissuasória na área de Defesa.

    Mas a implementação das medidas, segundo o ministro, dependerá de árduos debates no Congresso e da mobilização dos empresários, para enfrentar a resistências dos concorrentes e garantir a mudança da legislação. “Os grupos que não quiserem transferir tecnologia para o Brasil, vão fazer discurso para inviabilizar a instalação dessa indústria”, previu. Empresas estrangeiras que disputam mercados com companhias brasileiras, aqui e no exterior, quando não têm interesse em se instalar no País, costumam atuar direta e indiretamente para criar obstáculos à atuação das companhias nacionais.

    Jobim observou que certos setores da mídia internacional já trazem referências à reestruturação da defesa brasileira como parte de uma suposta corrida armamentista na América do Sul, indicativo de uma tentativa de desqualificação do processo. “Precisamos definir qual é a agenda brasileira, e não qual é a agenda que o mundo quer que o Brasil desempenhe”, reagiu. Na visão dele, a reestruturação da defesa brasileira não tem por objetivo um inimigo, mas a busca da capacitação tecnológica e industrial do Brasil.

  57. gaitero

    Pois, até então estou com ele.

  58. gaitero

    Na visita de dois dias ao pólo de indústrias de defesa do Rio Grande do Sul, encerrada nessa sexta-feira, o ministro da defesa, Nelson Jobim, elogiou a iniciativa dos empresários gaúchos de criar um núcleo do setor de defesa e segurança vinculado à Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) e disse que o estado precisa de ousadia. “É preciso aproveitar o embalo em que o Brasil se encontra para criar espaços de desenvolvimento”, afirmou. Nos dois dias de visita ao Estado, Jobim conheceu as atividades das empresas Aeromot, Taurus, Aeroeletrônica (Porto Alegre); Agrale e Marcopolo (Caxias do Sul).

  59. bem se há sinais de uma “corrida armamentista”, não foi o Brasil que a começou… veja-se o rearmamentio venezuelano e chileno.
    O Brasil tem que retomar o passo e modernizar os seus meios mais vetustos, apenas isso. Durante 20 anos quase nada se fez, talvez por isso, o contraste agora seja agora mais flagrante….

  60. É com os problemas à nossa volta, ñ temos mt escolha, estamos sendo forçados a uma corrida armamentista. Só assim vamos reequipar n/FAs em pelo menos uns 43% dela, e q se faça de maneira certa, Sus 35 e 37 3 uns Subs Amur, etc,etc,tudo p/ ontem .Temos serios problemas fronteiras com nossos “hermanos”, sem contar os ianks.Estamos “mui” bem.

  61. eu não teria tanta certeza na qualidade dos Amur russos… A Rússia nunca teve grande escola nessa área… Já o Scorpene que parece vir mesmo aí, é outra categoria de competição…

  62. nosle

    Os submarinos é 99% de certeza que serão os Scorpene, ou Marlin, que é a versão francesa sem os espanhois. E algumas fontes dizem que serão 4 unidades e mais 6 freagatas FREMM.
    Fonte:
    http://defesabr.com/blog/index.php/04/09/2008/brasil-construira-6-fremms-e-4-scorpenes/

  63. Pjms

    Boa tarde a todos.

    Seria muito bom para o país, se conseguissemos que a Fab confirmasse a compra dos SU 35(72 células) claro , que com transferênçia de tecnologia através da Embraer/Avibrás montando e futuramente, fazendo a manutenção dos SU 35.Estes caças, com autonomia continental,(raio de ação +- 2000 Kms), poderiam proteger nossas plataformas de petróleo(a partir da base de Santa Cruz), e proteger à partir de Anápolis, nossas fronteiras no norte do Brasil.
    Para a marinha, seria muito interessante, a compra de anguns esquadrões de Rafales(24 células)de preferênçia montados também na Embraer. Doze para o São Paulo, e doze para Base de São Pedro, ajudando assim a proteção de nosso petróleo.Estes caças de 4 geração para a marinha, seria uma forma de colocar a nossa marinha em um patamar Histórico em relação de outras marinhas do Hemisfério sul.

  64. Rafale e Su-35 em simultâneo?…
    mas o f-X2 não contempla uma opção naval, pois não?
    e não implicariam um novo NAE, já que o SP não pode operar estes aparelhos?

  65. Pjms

    Oi Clavis, como vai?

    O Rafale já efetuo decolagens neste porta aviões, sem nenhum problema, acordo este video abaixo:

    http://blog.naval.com.br/2007/11/22/rafale-operando-no-nae-sao-paulo/

    Sobre a pergunta, a respeito da opção naval, não seria tão necessário efetuar uma licitação, para que este caça fosse comprado pela Marinha. Afinal de contas, os A4 foram comprados como? Sem licitação, e ainda mesmo assim mal comprados.

    {}s

  66. tudo fino, pjms!
    e esta, hem?.
    iria jurar ter lido algures que só poderia deslocar do SP com a instalação de novas catapultas…
    de qualquer forma, repara logo no primeiro comentário nesse link:
    “O RAFALE F1 da Marine Nationale além se exceder o limite de peso das catapultas do NAE SP quando totalmente carregado precisa da inclusão de uma “mini ski jump”(reparem na proa do FOCH) na proa do NAE para poder decolar. Quanto a recolher a aeronave carregada, aí seria um grande problema, pois segundo me consta o sistema de cabos do SP não aguentaria recolher o RAFALE com carga de armas não utilizadas. O que fariamos? Jogariamos no mar bombas inteligentes, mísseis AS30L, AM39 EXOCET e outros para tornar o peso da aeronave compatível com o sistema de retenção?”

    ou seja, temos ambos razão… pode descolar, mas com severas limitações!

  67. Fred

    sim, todas as decolagem dos rafales efetuadas do então Foch foram feitas com carga mínima,

    Até os elevadores precisam ser alterados para operação dos Rafele navais.

    É aquela história de sempre, o São Paulo foi comprado para os A4, e não vice-versa. Infelizmente!

  68. bem. mas se é uma questão de instalar apenas novas catapultas, então lá vai mais um argumento a favor do rafale…

  69. Pjms

    Concordo Clavis!!!
    Na bem da verdade, não sabemos quais são as modificações que estaram sendo feitas em nosso PA, mas sabemos que já foi comentado da possibilidade de calibrar ou colocar novas catapultas.Temos também uma afirmação do Alm. Júlio Saboia, que o PA São Paulo, voltará da reforma, melhor do que quando veio. Sendo assim, já que é segredo(quais seriam as reformas?)podemos pensar nesta possibilidade!
    Temos outras possibilidades também com o F14A/B, mais também teriamos o mesmo problema do peso máximo de decolagem, mas mesmo assim prefiro um caça novo! como o Rafale.

  70. gaitero

    Navalizar o AMX…..

    Para mim a melhor escolha. O AMX-MN Teria 90 % de tecnolôgia nacional, alem de ter um radar nacional de boa capacidade, e por ser subsônico é mais difícil de ser detectado. O AMX é o melhor caça leve sem atualização, melhor até que o F-16, depois de modernizado ele seria um exelente vetor. E poderia sair antes da FAB se este recebe-se novos caças.

    Já o Rafale.

    Seu peso vazio é de 9.400 kg e seu peso de decolagem por catapulta é de 19.500 kg, dentro do máximo admitido para o nosso NAe, que é de 20.000 kg.

    O F-14

    # Esvaziar peso (19.838 kg)
    # Peso carregado (27.700 kg)
    # Max decolagem peso (33.720 kg)

    Não daria nem vazio ^^

    O F-18

    # Esvaziar peso: (11.200 kg)
    # Peso Carregado: (16.850 kg)
    # Max decolagem peso (23.400 kg)

    Até dariiia, mas não sei não….

    Rafale no NAE artigo
    http://defesabr.com/Mb/mb_rafale.htm

  71. gaitero

    Da para ver o mini sky jump no VÍDEO – RAFALE ON CHARLES
    DE GAULLE AIR CARRIER

  72. gaitero

    Ops.. deu cntl v sem dar cntl c ^^..

    NO FOCH ^^

    http://br.youtube.com/watch?v=NQkqE4PxjmA

    Agora sim

  73. gaitero

    Plano nacional de defesa estratégica.

    Pergunta-se, agora, o que saiu errado. Sem informação oficial, sobram especulações. Por mais que se diga que o plano traz apenas diretrizes, sem especificar a compra de equipamentos, dá-se como certo que o principal impasse nasceu nesse ponto. Enquanto Jobim tem preferência por amplo acordo com os franceses, que pode envolver até a compra de jatos Rafale, fabricados pela Dassault, Mangabeira Unger encantouse com a oferta dos russos e dos ucranianos, esses últimos envolvidos na reconstrução da base de Alcântara. O presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, vem ao Brasil em novembro e o da França, Nicolas Sarkozy, desembarca em dezembro. Outro ponto encruado diz respeito à pressão dos militares por mudanças no serviço militar obrigatório, com o objetivo de fazer do contingente de recrutas um “espelho” da sociedade brasileira. Hoje, serve quem precisa, ou seja, jovens de baixa renda. Isso afastou das Forças Armadas os jovens das classes A e B. Logo, não faltam pontos polêmicos. E a resposta final ficará a cargo do Conselho de Defesa Nacional, do qual também participam o ministro das Relações Exteriores e os presidentes da Câmara e do Senado.

  74. gaitero

    A só mais uma coisa com relação ao Rafale e o Foch, Bem a MB esta fazendo uma extensa reforma no nae, ele esta passando por uma substiuição completa de equipamentos eletricos, e as catapultas e cabos estão novinhos, não existe a necessidade de substituição, não pela idade.
    Bem como consta no vídeo o caça retornou com os 2 tanques e os 2 misseis, peso que é equivalente a 6 misseis. 2 anti aéreo e 4 anti aéreo de longo alcançe ou anti navio….

  75. gaitero

    A e com relação ao elevador, tambem não existe problema..

  76. gaitero

    Suas duas catapultas a vapor – de vante e lateral – são iguais, Mitchell-Brown BS5 inglesas, e têm capacidade para 20.000 kg, , podendo ser modificadas para 24.000 kg (+ 20 %). A lateral apenas encontra-se regulada para 15.000 kg, mas pode sofrer aumento de potência.

    Na década de 90, vários testes validaram a catapultagem do Rafale a partir do Foch com o auxílio de um mini trampolim, com toda segurança.

    E confiando em sua potência própria de decolagem, o Su-33 Flanker (30.000 kg) também poderia decolar com o apoio de catapultas a 24.000 kg. Um desses poderia ser escolhido como Caça de Defesa de Frota – CDF.

    Sabe-se o Governo da Rússia ofereceu ao do Brasil 16 Su-33 em 2005. É dito usualmente por leigos que o Su-33 é demasiadamente pesado para o A-12. Entretanto, engenheiros russos da ROSOBORONEXPORT mediram o NAe São Paulo todo e examinaram seus elevadores e catapultas, concluindo que ele poderia operar até 24 Flankers Su-33 sem qualquer restrição.

    Necessitaria somente efetuar a troca dos cabos de retenção e a colocação de um SKI-JUMP (rampa de ski ou, mais apropriadamente “salto para o céu”) ou reforçar as catapultas, adaptando-se às aeronaves. Devido à extraordinária potência dos 2 motores do Su-33, as catapultas necessitariam ser apenas 20 % mais potentes que as atuais (de 20.000 para 24.000 kg).

    Os radares do São Paulo são os mais modernos da MB. Há 9 radares diferentes, sendo 2 deles em 3D. Seus sistemas são os mesmos utilizados no processo de modernização – MODFRAG – das Fragatas de Classe Niterói.

  77. srs. tá legal, pode até ñ ser os Amur Rússos, +. percebe q os srs viram o óbvio, navalizar o nosso AMX, + eles ainda ñ atinaram com este fato..será um salto qualitativo e sinônimo de ” nós tbm temos ” condiçoes..Tudo de bom é recado q somos bons. É com tantos problemas em n/ volta ..isso é p/ ontem.É na paz q se prepara p/ a guerra…

  78. Fred

    Poxa, vocês já estão querendo catapultar os Su 33,

    Descupem a minha chatice, vão modernizar os A4, o processo já está em estudo. 🙂

  79. Ronaldo

    Senhores,
    Poço dar meu pitaco ??
    Esqueçam esta porcaria do AMX, não tem estrutura para operar na terra, como poderia aguentar o tranco de catrapos e pousos num PA ??
    Bom, alguns dirão, vamos contruir novas unidades com estrutura reforçada… sabem quanto custaria isto ?? Quanto tempo levaria ?? UM ABSURDO.
    Este assunto foi motivo de intensas e sérias discussões em fóruns diversos. Além do Mais suas turbinas não são mais fabricadas e fumam mais que uma locomotiva à carvão….
    Quanto ao S-33 a própria Russia vai aposenta-los em 2016 e substitui-los por um novo vetor.
    Quanto ao Rafale no SP, também foi motivo de longas discussões….. bem , mas ele decolar do mesmo decola, mas com combustível à 1/3, só com defesa de ponto, os elevadores do SP não o comportam, lembro que o mesmo não “dobra” as asas e seu pouso é complicado, força demais os sistema de cabos. As catapultas inglesas do SP até podem operar no “maximo” mas comprometeria o número de decolagens de 2.000 ainda possíveis para algo como 700 nesta configuração. Além disto, dependeria das condições do mar, vento, caturro, etc…. e avião no mar não pode operar no limite, é acidente certo.
    Um abraço a todos….

  80. Pjms

    Excelente matéria sobre as possibilidades de caça naval!!!

    Boas informações sobre nosso SP!!!!. Ontem o Clavis colocou o problema do pouso, quando um caça como o Rafale for pousar devido ao seu peso excessivo, teria que jogar fora sua carga bélica.

    O peso vazio do Rafale é de 9.060Kg,
    Combustivel interno: 4.500Kg
    Combustivel Ext: 7.500Kg
    Carga bélica:9.500Kg
    Total: 30560

    Temos qua analisar que o peso máximo de decolagem é de 23800Kg, então para mim, isso que dizer, que dependendo da missão que este caça irá efetuar, será feita o calculo de cada item acima. Mesmo assim, quando o Rafale retornar ao PA, ira voltar, mesmo com carga bélica, mais leve em relação a quantidade de combustivel.Vcs não acham que desta forma existe a possibilidade???

    Concordo, quanto ao AMX, a propria Embraer já descartou a possibilidade de construção de novas células, e creio que a troca de alguns itens, para transformar em caça naval seria complicado.Inclusive, não acredito que seram modernizados todas as células do AMX.

    []s

  81. Pjms

    Alguem sabe me informar sobre esta informação:

    A França não venderá o Rafale F3 para o FX 2 devido os mesmos estarem sendo reservados somente a princípio para a força aérea francesa.Estes Rafales F3 tem motores mais potentes e sua avionica é superior!!! Sendo assim ficariamos com caças já defasados!!!

  82. gaitero

    Não e falsa.
    Na verdade o unico rafale multimissão francês é o F3.
    Os 2 primeiros não entrariam no FX

  83. Fred

    O Ronaldo está certo, o Rafale até decola do Sampa, mas tem que esta bem levinho, ai por volta dos 15 ou 16 mil quilos, ou seja uns 20 % da carga máxima das catapultas, o mesmo ocorrendo com os elevadores, e assim por diante.

    Agora sendo chato com vontade, 😉
    A MB e a Embraer vão modernizar os A4 para o padrão M (FAB), infelizmente não vão substituir os motores, eles estão sendo apenas revisados, e apenas 12 ou 13 ficarão operacional.

    🙂

  84. Pjms

    Fred, a algum tempo atras, eu li que a MB estaria com problemas para manuteção de motores e peças do VF1. Fiquei sabendo por um forum, que as turbinas do Rafale seriam compatíves. Não seria interessante, já que haveria peças de reposição para este caça na marinha??

  85. gaitero

    Primeiro eu queira saber porque todos esqueceram o Super Étendard . Quero dizer, deve haver unidades francêsas em condições razuaveis, e eles tem muita capacidade. Muito mais que os A-4.

    Ronaldo você so esqueceu de uns detalhes.

    O NAE vai ser aposentado logo, não faremos mais do que 700 catapultagens, hoje não fazemos nem 1 por ano mesmo com a configuração normal.

    Se o Su-33 vai ser aposentado em 2016, bem a quanto tempo que o A4 foi ???

    Além do mais, Com relação ao elevador.
    Wing área: 17 m x 13 m e o de boreste (lateral atrás da ilha) 16 m x 11 m

    As dimensões do Rafale
    # Comprimento: 15,27 m
    # Wingspan: 10,80 m

    Ou seja da para ser levantado em qualquer um dos 2 elevadores, e com folga no primeiro.

    O peso maximo de catapultagem é de 24 mil Kg, atualmente eles ultilizam 20 mil, um rafale com tanque cheio, e 6 misseis sem tanque extra pesa 19.500 kg

    Com relação ao cabo de sutentação isto é besteira, todos sabem que existem cabos hoje com o triplo da capacidade dos antigos.
    O teste do rafale foi em 1994, ele retornou com 2 tanques extras e 2 misseis e parou sem problemas.

  86. gaitero

    E so restam duvidas com relação a capacidade de peso dos elevadores.

    6000 kg para o super
    e
    9.800 kg para o rafale

    Fred

    Se decolarmos ele com 16 A 18.000 KG, da para voar com tanque interno cheio, ele carrega de 2 a 4 mil kg de armamento.

    quantos kg um A4 poder carregar?

    4,490 kg

    Não muda muito, já que com metade dos armamentos a eficiência de um rafale é infinitamente superior.

  87. gaitero

    Além do mais, e esta e para acabar com a discução, quantas vezes vocês virão um A-4 sair do São paulo com armamento?????

    Eles treinam sem nada, so ultiliza-se armamento em caso de guerra.
    O Rafale M poderia ser o treinador da MB até a troca do são paulo, operaria sem restrição alguma pois não transportaria armamento e quando necessário existiria a possibilidade, já que se forçar o equipamento ele suporta os rafales com armamentos, nem que seja limitado.

  88. Pjms

    Esta realmente é a verdade.
    Mais estas perguntas tenho que fazer:

    Quando será a aposentadoria, se atualmente o SP está nessa reforma de eixo e de outros equipamentos…..???

    A MB não teria que começar o planejamento para um novo PA apartir deste ano???

  89. Fred

    Pmjs, a turbina do F1 pode ser modificada para os A4, bem como muitas outras, porém a MB decidiu, passado, não substitui-las, apenas revisa-las, o que vem sendo feito agora em Israel, já que LM argentina desistiu.

    O padrão M FAB será implantando em 12 ou 13 celulas dos A4, existe ainda a indefinição no sistema de Radar. As outras células serão desativadas.

    O rafale é indubitavelmente um excelente avião, se a MB tivesse dinheiro para utilizá-lo como treinador avançado, ela comprava armamento e combustíveis para os A4.

    Alguém tem ideia de quantos lançamentos são feitos apenas em 1 treinamento? ele não está catapultando simplesmente porque está em manutenção desde o acidente com as catapultas no ano passado, na seqüência, apresentou defeiro na propulsão, ele foi 2 vezes esse ano e deve ser feita uma terceira docagem até o fim do ano. Ele está devidamente paradinho, no RJ esperando uma janela para docar novamente, quando será concluido o programa de manutenção geral, provavelmente ele deve ir até o fim da vida sem outra parada geral destas. Ishalla! 🙂

    Os elevadores e catapultas só servem mesmo para A4 ou SEM, nenhum outro vetor funcionaria 100%
    com o Nae.

    Qual é melhor : comprar mais lixo ou usar o lixo já adquirido? Sem falar que os Super etandart também precisariam de modernização para o padrão FAB e sua mn voada é mais cara que do A4.

    Tudo isso que vcs estão comentando é valido para o próximo NAe, que sonho ainda ser construido abaixo do equador e não mais uma compra de ocasião. Porque para o Sampa, a Inés jaz morta. kaput, finito, the end, já foi, morreu neves, vai utilizar A4 até 2015/20.

    Sem falar que se for de decolangem convencional, só poderá ser um russo bem gasto ou um classe kitty hawk. Pois acho praticamente impossível alguem vender um atômico para nós!

    Ainda faltam definir os vetores para alerta aero antecipado e para reabastecimento em vôo.

  90. Fred

    Há, esqueci, a escolha do novo NAe, segundo informaram deve ser feita entre 2012 e 2015.

    Estou realmente torcendo que seja em 2012 e definam a construção local do mesmo. Ai passo a sonhar com um nuclear nacional. Viu meus sonhos progridem, hehehehehe! 🙂

  91. Pjms

    Sonhar não custa nada!!!

    Falando neste ponto, sobre navios nucleares….
    O reator nuclear, acho eu, que ainda está em processo de projeto ou construção…
    Não seria melhor, que os primeiros testes fossem feitos em navios de superficies, como fragatas ou similares como a Niteroi??

  92. Fred

    Seria, mais fácil seria, mas o custo é elevado demais, teria que compensar no tamanho, por isso só cruzadores pesados e Naes são nucleares, pois o custo de propulsão convencional e o limite de autonomia compensam o elevado custo operacional do nuclear.

  93. Fred

    a mesma lógica serve para os subs, o tempo submerso e a autonomia ilimitada compensam o custo operacional.

    Num submarino diesel elétrico tipo 209, sai uns 6 dolares a milha nautica, o nuclear sai uns 20 dolares, a diferença é que essa conta é feita assim (grosso modo) você divide o navegado pelo custo de abastecimento e manutenção do submarino, no convencional a cada abastecimento ou por operação e no nuclear por cada abastecimento, (uns 15 ou 20 anos).

  94. gaitero

    Já vi que não chegamos a nada.

    Pois bem, acho que se o A4 tem folego para chegar em 2020, o sampa vai até 2025……..
    Infelizmente, não sei se é possivel modernizar 12 celulas, já que devido a falta de peças, muitos foram canibalizados, e ainda não há estoque, talvez se forem comprados mais A4 possa se chegar ao numero de 12 a 13 caças mas se não, teremos de modernizar 6 a 8 no máximo.

  95. gaitero

    E são bem mais baratos que os AIP

  96. Pjms

    Fred, a minha pergunta é porque, para testar em uma fragata ou como você colocou, em cruzadores,(que não seria ruim ter um cruzador bem armado e a propursão nuclear) alem de menos complicado, teriamos como colocar o reator ao máximo em uso, para obtermos confiabilidade.Acredito que estes testes possam demorar de 2 a 3 anos.

  97. Fred

    é que não são iguais, o reator é testado em terra mesmo, Primeiro é feito um submarino igual ao nuclear só que com propulsão convencional, esse sim é testado a exaustão.

    O desenpenho do reator de água pressurizada é mais simples de ser avaliado e pode ser testado em terra mesmo, inclusive já existe um em ARAMAR, que logo, espero, deve entrar em operação.

    Gaitero, quem informou 12 foi a MB, após a avaliação da Embraer dos 23 vetores disponíveis. O mesmo vale para a decisão de não substituição dos motores.

    Achei um link com a informação
    http://www.naval.com.br/blog/?p=739

  98. Fred

    Para horro do Clavis, 🙂 qualquer coisa é mais barato que AIP!

  99. Fred

    Horror, errei, 😉

  100. qualquer coisa… menos o nuclear, pois.

  101. Está bem..o rafaele tem problemas o AMX é velho…então como fica a n/ MB? tD ISSO É P/ ONTEM. Temos serios problemas a nossa volta, é precisamos de uma MB forte e bem equipada.

  102. Ronaldo

    Senhores,
    As melhores informações (atuais) sobre o A-12 são :
    “A modernização do São Paulo, iniciará com sistemas e sensores atualizados, SCT IV, MAGE B1BW entre outros. Atualmente estão sendo substituídos diversos componentes e equipamentos originais, já desgastados, por equipamentos produzidos no país.
    Para auto-defesa terá lançadores SIMBAD (Mistral).
    Quanto tiver seu GAE de 12 A-4M deverá estar operacional e com valor militar até 2025/2030.”
    Fonte: T&D-Supl. Especial Nº 18.
    Lembro que a construção de um NAe do porte de um CVN 78 (100.000 Ton) da Us Navy pela Northrop Grumman Shipbuilding custará só para a nave, sem sistemas ou armamentos, Us$ 5,1 Bilhão.
    Sds.

  103. Fred

    Sim, eu sonho Ronaldo, mas nem delirando eu pensei no em um classe Ford, pensei para começar em um com 50, 55 mil toneladas. Vai sonhando alto, um Charles de Gaulle melhorado, um pouco mais rápido e com umas 10 mil toneladas a mais.

    Para mim já está de ótimo, até demais na verdade.

    Sei que para isso, o Brasil precisa quase dobrar sua produção de aço, ter feito o reator, ter um estaleiro novo, etc e tal.

    Quem sabe o futuro, lá para 2070, 🙂

    Marinha anuncia o A 15 NAe Pernambuco o primeiro Navio Aerodromo nuclear do Brasil!!!!
    Após 22 anos de construção com 50 mil toneladas e utilizando 15 caças nacionais navalizados “carcará” os EMB 915 e 20 VANTs Navais modelo Pelicano, os Avibrás AV V 950, está em testes de mar para Homologação e entrada em operação.

    KKKKKKk 🙂 Não posso parar de tomar os remedinhos! kkkkkkkk Fico assim! 🙂

  104. bem, certo, certo, é que vão ter que começar a pensar num novo NAE… Depois do F-X2 e ter esta escolha em consideração no mesmo.
    A menos que a ideia seja deixar de ter um NAE.
    Há algo nesse sentido?

  105. nosle

    Entrando atrasado no debate, acho que a melhor solução é modernizar os A-4 para o padrão M da Fab e opera-los junto com o São Paulo até o final de sua vida útil (2020/2025), o nosso Nae não tem condições de operar coisa melhor.
    Os novos caças devem ser pensados para um novo Nae, os franceses vão construir mais um PA que será convencional (iriam fazer juntos com os 2 ingleses mas devido ao PA inglês não ter catapultas e outras questões, não foi viável).
    O Brasil poderia pegar essa carona do novo PA francês.
    E os caças deveriam ser os mesmos da FAB, ou o Rafale M ou quem sabe um “Su-33 BM”, que seria um Su-35 BM navalizado, com asas dobráveis e trens de pouso reforçados. Produzidos pela Embraer que entre 2020 a 2025 já teria condições de utilizar o conhecimento adquirido pela transferência de tecnologia.

  106. nosle

    A revista Força Aérea deste mês (n°53) vem com uma reportagem sobre o futuro caça para a MB, com todas as opções de hoje e para o futuro.
    http://www.forcaaerea.com.br/atual.asp

  107. Pjms

    Bom dia a todos.

    Olhem esta notícia abaixo: Jornal do Brasil

    “França não repassará tecnologia
    JB 15/09/2008

    O Ministro da Defesa Nelson Jobim recebeu ontem um estudo da área militar na qual tudo indica que o pacote de armamento e tecnologia que está sendo adquirido pelo Brasil esbarrará num velho conhecido. O repasse de tecnologia.

    A Dassault Aviation e a Dassault Systemes informaram por meio de suas assessorias que o repasse de tecnologia, que consta nos contratos assinados pelo governo do Brasil, seria total apenas em determinadas áreas.

    A Marinha já foi informada que a sonhada troca de tecnologia para finalizar o primeiro submarino com propulsão nuclear totalmente brasileiro esbarrará nessas cláusulas. A empresa EDN, que forneceria tal tecnologia, diz que seguirá as cláusulas dos contratos já assinados.

    Diante desse impasse algumas empresas soviéticas ofereceram ajuda e se prontificaram a participar em conjunto com as força armadas brasileiras na venda de equipamento e repasse de tecnologia, principalmente no que diz respeito ao submarino nuclear brasileiro”.

    Se realmente, a Dassault/ França não efetuem esta transferênçia de tecnologia, acredito que a balança tenda denovo para o Sukoi 35.

    []s

  108. gaitero

    Estou começando a pensar……
    Que
    Vamos é ficar com as 6 fragatas niterói, compraremos 4 T-22B3 usadas, não compraremos mais do que 36 caças, e ficaremos até 2030 com os A4, e ainda quantos conseguirem modernizar, um nae protegido pelos exelentes misseis mistral……. muito capazes……… e andando de leopard 1 e m-113. No máximo conseguiremos substituir nossos gipes por agrale marrua e nossos urutus pelo novo VT sobre rodas e novos fuzis, os helicópteros virão os 51 de transporte e os 12 Mi-35.

    O submarino nuclear, bem em 2020 ELE SERÁ CANCELADO, na melhor das hipóteses compraremos alguns ilk-214 e os caças serão russos.

    Acho que é esse nosso programa de modernização….

  109. Fred

    Não que eu saiba Clavis, a marinha lutou muito para conseguir a Aviação naval de volta (asa fixa) ela não vai desistir tão cedo!!

    O atual PRN (2007) será concluido em 2014 com revisões avaliação em 2010 e 2012.

    Comparando o PRN de 2007 com o executado um ano depois?

    Já houve a compra de 4 Helicópteros já ocorreu, a modernização dos A12 ainda está em execução, (Será feita em até 3 anos), bem tem também os patrulhas oceanicas, construção nacionais de misseis, NDCC, Navios de apoio etc.

    Acredido que o próximo PRN em 2014 deve existir a compra ou construção(sonho meu) do novo NAe.

  110. gaitero

    O Senado dominicano aprovou hoje um empréstimo de US$ 93,6 milhões para a compra de oito aviões da linha de defesa “Super Tucano”, da Embraer.

    Os aviões serão utilizarão na luta contra o narcotráfico e na perseguição de aeronaves suspeitas de violarem o espaço aéreo local.

    O acordo de financiamento foi assinado entre o Governo dominicano, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Embraer, e será quitado em 12 anos, informou o Senado dominicano em comunicado.

  111. Rodrigues

    — Eu acho que quem estar certo é GAITERO.

    Vamos é ficar com as 6 fragatas niterói, compraremos 4 T-22B3 usadas, não compraremos mais do que 36 caças, e ficaremos até 2030 com os A4, e ainda quantos conseguirem modernizar, um nae protegido pelos exelentes misseis mistral……. muito capazes……… e andando de leopard 1 e m-113. No máximo conseguiremos substituir nossos gipes por agrale marrua e nossos urutus pelo novo VT sobre rodas e novos fuzis, os helicópteros virão os 51 de transporte e os 12 Mi-35.

    O submarino nuclear, bem em 2020 ELE SERÁ CANCELADO, na melhor das hipóteses compraremos alguns ilk-214 e os caças serão russos.

    Acho que é esse nosso programa de modernização

  112. Aos srs. Gaitero e Rodrigues , espero q os srs estejam errados, e q as n/FAs sejam realmente reequipadas; seria o maior desrespeito p/ c/ nós , brasucas..e desconsiderar os eventos q neste momento ocorrem a nossa volta. É brincar c/nossa segurança e integridade territorial nossa É na paz que se preparap/ a guerra..temos de recuperar o tempo perdido.

  113. Ronaldo

    Sobre o tal Plano de Defesa, esqueçam……
    Por enquanto, vamos trocando Tucanos por Xavantes e B707 do Paraguay…. há já ia me esquecendo, também estamos trocando M-III por peças e o ex-avião presidencial argentino, outro B-707.
    “BRASIL, mostra a tua cara, quero ver quem paga, pra gente ser assim..”
    “BRASIL, qual é o teu negócio, o nome do teu sócio, confia em mim…….”
    Só rindo !!!
    Sds.

  114. gaitero

    Com a cooperação militar da Rússia, a Venezuela se prepara para enfrentar possíveis “ameaças” dos Estados Unidos, afirmou o Ministro da Defesa Gustavo Rangel , no dia 17 de Setembro.
    “Não vejo nada nesta relação que iria atormentar os americanos”, disse Rangel a repórteres, em referência ao estreitamento dos laços entre Moscou e Caracas.
    Rangel assinalou também a reativação da 4a. Frota da US Navy para a América Latina e as Caraíbas. “Temos de nos preparar para enfrentar esta ameaça”, disse ele.
    Dois bombardeiros estratégicos russos TU-160 estiveram na Venezuela na semana passada para participar de exercícios navais. Militares da Venezuela precisam “evoluir e se adaptar aos tempos modernos”, afirmou Rangel.
    O Comandante da Força Aérea Venezuelana, Jose Luis Berroteran, disse que a operação conjunta com os bombardeiros russos foi “frutífera”. “É extremamente gratificante ter um aliado desta magnitude”, disse Berroteran.
    Um navio da 4a. Frota está atualmente em uma missão humanitária na região, visitando seis países ao longo de quatro meses, nas Caraíbas, não incluindo a Venezuela.
    Desativada durante quase 60 anos, a 4a. Frota dos EUA não tem porta-aviões, carece de capacidade ofensiva e não irá entrar em qualquer limite territorial ou marítimo, afirmou o Pentágono em julho.
    O presidente Hugo Chávez, que vai visitar Moscou na próxima semana, confirmou em 16 de Setembro que uma frota naval russa vai chegar em águas territoriais da Venezuela em “novembro ou dezembro”, para realizar exercícios conjuntos, no primeiro desdobramento deste tipo por forças navais russas, desde os tempos da Guerra Fria.

  115. Pjms

    É minha gente, acredito que os franceses não estão felizes em exportar somente os subs e fragatas. Acho que eles estão querendo o pacote completo, e isso incluiria também o Rafale.
    Os russos são para nós o principal cliente de nossa carne, com mais de 1 bilhão e seiscentos mil dolares em carne bovina e suina, por isso também, acredito que o Su 35 vem por ai.
    O que parece, é que os Russos, iram ficar somente com os Su-35, helicoptero de ataque e algumas baterias de mísseis, enquanto os franceses pegaram o “file”, que são os subs e fragatas.O que vcs acham???

    []s

  116. Pura sacanagem..é falta de senso, o pacote Rússo é mt melhor e + abrangente, Caças (su 35 ou 37 ), tanque ,oMBT 95 ), subs Amur, e Baterias antiaereas…e com tranferência de tecnológia..quer + , os franceses com certeza ñ daram nem a metade, estão alinhados com os ianks..E são nosso melhor cliente..

  117. gaitero

    Não sei não acho que os Francêses estão querendo de mais, e quem tudo quer nada tem.

    NA MINHA OPINIÃO SE FOSSE PARA FAZER UMA LISTA DE COMPRAS:

    Eu ainda gostaria de ter ILK-214, seriam submarinos do mesmo país, mesma tecnologia, poderiam receber os sitemas dos 209 modernizados, apenas 3 seria suficiente para chegarmos aos 8 para mim necessários, 2 para o nordeste e 6 para o rio de janeiro.

    A logistica fala mais alto.

    O Su-35 eu tenho quase certeza que vai ser, somente pela sua capacidade e por ser o único desenvolvido esclusivamente para um país continental, como o nosso.

    Quando as fragatas, bem as FREMM são fantasticas, mas eu ainda prefiriria uma fragata proveniente da la-fayette
    o Formidable seria exelente. E que viesse em número suficiente para substituir as niterói as T-22 e os já aposentados contratorpedos pará. 12 unidades.
    Quanto as corvetas, mais 3 barroso, assim ficariamos com 20 navios, 8 corvetas 12 fragatas.

    2 navios tanque novos, e + 1 navio de apoio logístico, um matoso maia seria suficiente.
    e ficariamos com 3 tipos 2 de cada, ja somando o G31 que será incorporado ano que vem.

    Eu sei muitos não concordam mas eu não entendo porque a MB tem que gastar com pessoal e logísticapara manter um NAE sem nenhuma capacidade. Então eu não inclui o sampa, porque eu sou contra sua permanencia.

  118. Pjms

    Vamos por partes:
    Sobre os subs:

    O problema que MB está de olho na tecnologia de sub Scoperne, porque dele virá o casco para o sub nuc.

    Su35

    Me agrada este caça devido ao seu raio de combate e quantidade de armamento. Acredito ainda, que possivelmente não seria 120 caças do su35, mas sim uma mescla, que hoje eu apostaria em 72 su-35 e 48 rafale, aí nos teriamos caças pesados e leves para a Fab, e colocaria nossos F5m para treinamento avançado para p/caça, e faria a modernização do mirage 2000 para tipo Br.

    Fragatas:

    Concordo com você, e ainda eu faria augum tipo de modernização nas fragatas atuais, porém não sei se seria vantajoso($$$$$$).

    Navios tanque e logístico :

    Perfeito.

    Porta-aviões.

    De forma nenhuma, acredito que a MB aposente o SP, devido a condição de se manter a doutrina de manter asas fixas na marinha e futuramente de ter um Nae, mas tenho que concordar, que vamos ter que modernizar como já está sendo feito, com muita paciênçia, mas segundo o Alm. Saboya vai ficar melhor do que quando veio da frança(pior impossivel heinnnn!!!)

  119. nosle

    Subs
    Os IKl-214 pela logística ganhariam, mas não teríamos o apoio da França no desenvolvimento do sub nuclear, para isso é preciso que se compre na mão deles. A quantidade ideal para mim seriam 5, totalizando 10 subs convencionais e no mínimo 2 nucleares, totalizando 12 submarinos.
    Fragatas
    As FREMM são superiores às La-fayettes.
    Nas corvetas, navio tanque e logística estou de acordo.
    Sobre o NAE penso da mesma forma, não temos temos condições de mante-los.

    Su-35
    Sempre foram meus favoritos, raio de combate ideal para o Brasil, capacidade de armamento superior, capaz de garantir supremacia aérea, etc.
    obs: seria preciso um forte investimanto em simuladores (4 por base aérea) para diminuir o custo com treinamento real de aeronaves biturbina.

  120. Eu me permito um crédito ao reequipamento das n/FAs , ainda nesta década o Vls e satélite geoestacionário, um sistema de rada melhor p/ a amozônia( Sivam II ), lanchas de pratrulha oceânicas e fluvial, uns Sus 35 e 37 fabricados aki, lança misseis S 300 e Topol , Amur e/ou U 214 , pelo menos + uns 6; todos produzidos aki..eu kero acreditar.. em nosso Sub nuclear… e o PakFa T 50 dando resultados.É a pedir mt ?Somos ou ñ uma potência emergente. Precisamos mt deste equipamento p/ n/ autodefesa.Somos uma ilha cercados de “hermanos ” problemáticos e …perigo ao norte.

  121. Submarinos e fragatas: as opções francesas são as melhores…
    Aviões: França (pelo NAE) ou Rússia, pela tecnologia e cedência da mesma
    Su-35: sem dúvida, muito adequados para a dimensão continental do Brasil (o problema do Gripen é este mesmo), mas com a manutenção sendo o pesadelo que dizem os Venezuelanos, será boa opção?…

  122. Vamos adaptalos a nossa necessidades de manuntenção..só seres pensantes ,ousar..basta isso.Os Sus 35 ou 37 , temos de ter uns deste tbm.. td isso p/ ontem. Somos uma ilha cercados de problemas; até do norte.

  123. pjms

    Bom, esta no O Globo de hoje, que o Lula esta com medo da 4º frota, e nesta matéria disse que temos que ter uma marinha forte, para que os EUA não tirem o que é nosso petróleo.
    Alem de uma marinha, temos que ter um conjunto de forças armadas forte, fabricando caças su35, pelo menos 72, poderiamos ter 36 em Santa Cruz e outros 36 em Anápolis, e mais 48 rafales com 24 em recife e canoas, e modernizando o M2000 colocando-os em manaus.Estou colocando os rafale, por achar que os franceses querem impor a entrada deles no país, para que tenhamos os subs e tecnologia para o nuclear.Como coloquei antes, não faz nada mal, alguns rafales para que no futuro fiquemos na mão de ninguém.

    []s

  124. pjms

    Oi Clavis. Se ocorrer como está sendo noticiado, a respeito de instalar no Brasil, a fabrica destes caças,captando a tecnologia para que tenhamos a longística, poderiamos ter sempre a manutenção e sempre que fosse o caso, poderiamos efetuar o up grades necessários. No caso, da Venezuela, eles não tem essa condição, mas se vc pensar bem, não acredito que a venezuela esteja com tantos problemas com estes caças, já que estão querendo comprar mais 24 sus.

    []s

  125. pjms

    Eu não estou ouvindo, e tão pouco lendo, sobre se falta ou já existe a extrutura, para que a Embraer ou outra Empresa, monte uma nova linha de montagem para o ganhador do FX2(Se houver?), já que o que se fala, é que a Embraer vendeu agora a pouco alguns tucanos para o Chile e Rep. Dominicana, e encontra-se também com as modernizações do F5 e futuramente com os VF1. Não se tem que adiantar, já que espera-se a entrega dos primeiros caças a partir de 2010 ou 11.???

    abraços

  126. Fred

    Posso estar enganado, Pjms, mas o FX2 ‘não solicita que todos os caças sejam montados no País, historicamente, este tipo de contrato tm várias etapas.
    A primeira seria a fabricação e montagem do caça no pais de origem ou onde as fábricas dele existirem, esse seria o primeiro lote.
    A segunda seria a fabricação no Pais vendedor ou onde estão suas fábricas e montagem no Brasil, normalmente nesta etapa já se obtém alguma quantidade de intens nacionais, uns 5 a 10%.
    Na terceira etapa o indice de nacionalização vai aumentando gradualmente, até chegar em um ponto de equilíbrio financeiro e ou logistico.

    O AMX chegou, no ápice, de sua produção a 30 % de nacionalização dos componentes, uma marca notável para a época.

    Os Super cougars por exemplo vão entrar em montagem inicial segundo a Helibrás com 5% a 10% de montagem. (Li em uma reportagem que o presidente da Helibrás queria começar bonito, com um índice de nacionalização mais perto dos 10% possível)

  127. infelizmente, uma das partes mais significativas do AMX (o motor) não era nacional, o que compromete agora qualquer eventual continuação do programa….
    Os chineses começaram por montar totalmente os SU-30 e agora já são autónomos a 100%, julgo.

  128. Fred

    Infelizmente, poucos paises no mundo produzem motores a reação e o Brasil ainda engatinha nessa tecnologia.

    Agora com implantação da Turbomeca no Rio de Janeiro a R&R se sinta incomodada e se movimente, ou finalmente sai do papel essa tão incentivada (pelo BNDS) fábrica da GE em Petrópolis 🙂

  129. Fred

    Correção, a fábrica da GE seria em Gavião Peixoto, em Petrópolis éa Celma ( manutenção de turbinas).
    🙂 Minha memória já foi melor! 🙂

  130. Fred

    melhor

  131. “O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) iniciou contatos preliminares para convencer o grupo norte-americano GE (General Electric) a construir uma fábrica de turbinas no Brasil. Ou ao menos um grande centro tecnológico desses equipamentos.

    O objetivo é reduzir os gastos de importação da indústria de aviões Embraer. A reportagem apurou ontem que três contatos já foram realizados entre o BNDES e a GE para tratar do negócio. Segundo o banco, são conversas sobre o assunto.

    A GE afirmou que sabe da preocupação do BNDES em diminuir o conteúdo importado dos aviões da Embraer, que hoje é de cerca de 50%. Disse ser uma grande fornecedora de turbinas para a Embraer, mas declarou não estar interessada na construção de uma fábrica de turbinas aqui. ”

    http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=57570

  132. pjms

    Realmente Clavis, a China está fabricando e vendendo, tanto que os Russos estão furiosos.Inclusive eu realmente não sei aonde tive esta informação , mas o Chaves quando não conseguiu comprar nesta última vez que foi a Rússia, o 2º lote do su30, se pensou em comprar com o chineses.
    A respeito, desta montagem nas tres primeiras fases, acredito que a parte de aviônica, seja escolhido pela fab, para que seja compativel com os R99 e F5.

    abraços

  133. ou seja, a GE não está para aí virada…

  134. Fred

    A GE anunciou que dará início à produção de turbinas de avião no Brasil, na unidade de sua controlada GE-Celma, em Petropólis (RJ). A operação deve entrar em atividade ainda este ano, com a fabricação de 50% dos módulos das turbinas para aviões de grande porte.

    Até aqui a GE-Celma era responsável pela revisão e manutenção de turbinas das aeronaves Boeing e Airbus que circulam pelo Brasil. Segundo o diretor-presidente da GE-Celma, Marcelo Soares, a decisão reflete o grande interesse que a GE tem demonstrado aviação brasileira, com tráfego aéreo crescente e empresas sadias e a economia indo bem.

    Colaborou também na decisão a estrutura da fábrica fluminense: com 850 funcionários e faturamento de R$ 1,050 bilhão em 2005, não foi necessário nenhum investimento na unidade para iniciar a fabricação das peças. A meta inicial é produzir 100 turbinas por ano, que serão exportadas para a GE nos EUA.

    A GE tem registrado forte crescimento da sua receita no Brasil. No primeiro semestre, o faturamento da multinacional aumentou 24%. “Deveremos fechar o ano em US$ 2,4 bilhões, o que significa acréscimo de 27% sobre o desempenho de 2005”, explica Alecandre Silva, presidente da GE Brasil. No ano passado o crescimento foi de 40% e, em 2004, de 20%.

    http://www.manutencaoesuprimentos.com.br/conteudo.php?codigo=1135

    Essa notícia ai é de 2006, mas até agora, em 2008 nada! Já a noticia do BNDS é de 2004!

  135. ok!
    ainda bem que pensaram melhor!

  136. gaitero

    Homens do Exército brasileiro ocuparam durante a noite de quinta-feira as cabeceiras das pontes das cidades de Epitaciolândia e Brasiléia, no Acre, que dão acesso à Cobija, capital do departamento de Pando, na Bolívia, onde vigora estado de sítio há mais de uma semana.

    Já existem mais de 400 bolivianos cadastrados pelo governo estadual. Parte deles está em abrigos, mas outro tanto está na casa de familiares em Epitaciolândia e Brasiléia ou na fazenda de amigos na região.

  137. gaitero

    Nosle

    # Os IKl-214 pela logística ganhariam, mas não teríamos o apoio da França no desenvolvimento do sub nuclear.

    Nolse o problema é que a França parece não estar mais disposta a transferir tecnologia para produção do sub nuclear.

    #As FREMM são superiores às La-fayettes.

    Sim com certeza, mas eu não disse que comprariamos as la-fayetes, e sim as Formidable,com 4 lançadores de 8 celulas Sylver A-43 para mísseis Áster 15; 2 lançadores quádruplos para mísseis Harpoon, 1 canhão OTO Melara 76 mm/62; 2 lançadores triplos para torpedos Eurotorp A-244S
    Aeronaves: helicóptero Sikorsky S-70B Seahawk.
    E por ser menor e mais rapida, sendo a mais rapida da classe derivada da la-fayete, sem dúvida é mais invisivel ao radar que a FREMM de 6T.

    E deve custar o equivalentemente a metade das FREMM, ou seja ao invés de 6 poderiamos comprar 12.

    Outro ponto interessante sobre o projeto deste navio é o alto nível de automação de seus sistemas que permitiram uma diminuição de 50 % no numero de tripulantes, de forma que, enquanto nos navios da classe Lafayette, há 164 tripulantes, nos navios da classe Formidable, haverá, apenas, 70 tripulantes.

  138. gaitero

    Mas é claro a FREMM é mais capaz.

    Só que eu penso que nada adianta ter navios novos + navios velhos, eu penso que se é para melhorar, é melhor ter tudo novo mesmo que não seja o melhor, do que alguma coisa nova e alguma coisa velha, Eu sou aquele tipo que gosta de ter a logística sempre a favor, se é que me entende, se for para mudar, deve-se padronizar, muitos não pensam como eu, inclusive nossa FA que na hora de comprar helicóptero não compra em conjunto e sim individualmente de fornecedores diferentes, mas este é o Brasil e não posso fazer nada.

  139. Se a GE, iank, ñ quiser montar a fabriuca de turbinas, vamos procurar kem queira..talvez os Rússos…os franceses, q droga, queira. O caso e q estamos sendo empurrados a uma corrida armantista , culpa dos sr chaves, e sendo forçados a comprar tecnológia fora dos ianks, por ñ repassarem conhecimento sensível; vamos acabar ficando fora de sua hegêmonia, espero q sim, e temos tratados sobre repasse destas informações..+ cadê?Seguir em frente e procurar parceiros + confiáveis.

  140. Fred

    Os franceses já estão abrindo a montadora da Turbomeca, a previsão segundo a imprensa, chegará à 40 %.

  141. Quando se padroniza se ganha no custo e se compra + e barato…

  142. gaitero

    Esta é a ultima informação sobre o Fx e o PaK-Fa que eu disponho.

    Em 16 de abril de 2008, o jornal brasileiro, Correio Braziliense, relataram que o Brasil só aderiu ao projecto PAK FA para cumprir o fracasso do Projeto FX. O ministro Assuntos Estratégicos Roberto Mangabeira Unger do Brasil, disse aos jornalistas que o acordo conduzirá ao desenvolvimento de um caça de quinta geração que serão construídos utilizando sofisticada engenharia, tais como materiais compósitos, tecnologia stealth e avançado radar. O custo total previsível para o programa é de cerca de US $ 20 bilhões a ser dividido igualmente entre a Rússia, Índia e Brasil, todos os participantes do programa. O custo unitário, será de aproximadamente $ 74-120 milhões dólares dependendo do modelo.

    Dmitri Medvedev, presidente da Rússia vai tirar vantagem de sua viagem para a reunião da Cooperação Económica Ásia-Pacífico (APEC), entre 16 de novembro e 23 em visita ao Brasil para assinar o acordo de cooperação militar de três partes.
    Esta notícia foi confirmada por Roberto Mangabeira, o Itamaraty e o ministério russo dos Negócios Estrangeiros. As três partes do acordo irão abranger a cooperação tecnológica, proteção da propriedade intelectual e segurança da informação. Estes seriam complementares ao acordo assinado em 15 de abril de Mangabeira e Valentin Alekseevitch, secretário do Conselho de Segurança da Federação Russa.
    Esse acordo seria seguido da participação do Brasil no desenvolvimento do PAK FA e, da Rússia propor também a venda do Su-35 por 50 milhões de euros (com plena transferência de tecnologia).

  143. gaitero

    Aguardaremos, espero que esta fonte seja segura e que isto realmente se confirme.

  144. Estamos diante de uma nova pespectiva p/ o nosso parque de material Bélico-IMBEL/embraer/avibrás, e temos de entrar firmes neste projeto,só temos a ganhar, nunca os ianks nos dariam tal coisa…agradeço a eles os “embarreramentos ” , e a primeira passadas de mts q virão, voaremos + alto ,com n/próprias asas…ñ sei pq , + ñ confio nos ianks.

  145. gaitero

    Bom, estou confiando mesmo nesta fonte, digamos que ela tem alguma influência e não costuma mentir.

  146. gaitero

    Já está disponivel na wikipedia, versão em inglês.

  147. gaitero

    A aualização foi retirada de um forum, muito parecido com o alide BM, só que Russo.

  148. nosle

    gaitero,
    “…, inclusive nossa FA que na hora de comprar helicóptero não compra em conjunto e sim individualmente de fornecedores diferentes, mas este é o Brasil e não posso fazer nada”
    .
    Sobre isso estou plenamente de acordo, na minha opinião a compra de helicopteros das Forças Armadas Brasileiras deveriam ser divididos em cinco grupos: Helicópteros de transporte leve (UH-60 BlackHawk), transporte médio (EH-101 Merlin), transporte pesado (Mi-26), ataque (Mi-35) e embarcados (Super Linx).
    .
    Assim como o sistema de defesa anti-aérea seria padronizado com o Exército e também seria dividido em três níveis, o de curto alcance com o sistema Igla, o de médio alcance com o sistema Buk M-1 e o de longo alcance que poderia ser o poderoso sistema S-400 russo. Estes sistemas de defesa operariam nas bases aéreas que abrigam os caças, estações de radar e em pontos estratégicos do território nacional.
    Informações detalhadas do BUK M-1 e S-400:
    http://campobatalha.blogspot.com/2006/03/terrestre-novator-buk-m1-m1-2-o-guarda.html
    http://campobatalha.blogspot.com/2006/01/terrestre-missil-s-300-s-400-total.html

  149. rodrigues

    Alguem sabe o que vai ser feito nos 707 que estão sendo adquiridos da Argentina e Paraguai ?

  150. gaitero

    O do Paraguai, será desmonado e vai virar peça de reposição, acho que o da Argentina tem menos de 20 mil horas de voô, sendo que o limite de vida médio é de 50 mil, o Argentino ainda pode ser ultilizado, mas creio que tambem vai virar peça de reposição.

  151. gaitero

    Segundo nota do jornal Folha de São Paulo deste domingo, o Plano Estratégico Nacional de Defesa, que originariamente seria apresentado em 7 de setembro, deverá ser “fechado” em uma reunião ministerial marcada para 10 de outubro.

  152. Pegasus

    Vem ca , se da tanto problema com o PA Sao Paulo, nao haveria apossibilidade de adquirir um novo PA, com as caracteristicas desejadas?! Ai nao haveria problema de catapultamento mais seim qual a melhor opçao de aeronave, as vezes tenho a impressao que estamos tentando por motor de porshe num fuca, simplismente nao da.

  153. Pjms

    Boa tarde.

    Estou repassando uma notícia que foi dado em outro blog de notícias:

    “ISTOÉ – Independente EDIÇÃO NR 2029 – 24 SET 2008
    RICARDO BOECHAT
    Os finalistas
    Em outubro o Comando da Aeronáutica anunciará os três finalistas da concorrência internacional
    para compra de 36 supersônicos destinados à FAB. Oficiais que acompanham de perto a disputa
    antecipam que os caças Rafale (França) e Gripen (Suécia) integrarão a lista. A escolha será concluída
    em março de 2009. A encomenda custará mais de US$ 4 bilhões”.

    A estes dois caças, ainda acredito que o terceiro a ser confirmado sua o SU 35.

    []s

  154. Anónimo

    Espero q dê Su 35 e/ ou 37 MK e + alguns armamentos como S-400 etc,etc, etc..p/ontem

  155. Pegasus

    O fato é que precisamos de uma defesa urgente, imagino que a esta altura a pressao sobre o itamaraty seja enorme, uma decisao a favor dos russos poderia ser considerada como uma inclinaçao a favor deles em muitas outras areas e o poderio ocidental estaria perdendo o controle sobre um pais essencial do ponto de vista de materia prima, principalmente mineral (ferro, niquel, niobio, tantalo e agora jazidas de petroleo que futuramente o porão na condiçao de exportador, o que nao é pouco), ter acesso a um sistema de armas russo, nos poderia em posiçao de nao sermos atacados tao impunemente, pois alem de avioes poderia vir sistemas antiaereos, misseis anti-navio(cujo os quais o proprios americanos declararao nao ter um poder de proteçao de interceptaçao eficiente por parte dos seus navios), uma contribuiçao para nosso foguete espacial, em fim, com uma relaçao bem definida, so teriamos a ganhar numa parceria com os russos

  156. estratégicamente, uma parceria com a Rússia poderia ser frutuosa… tendo em conta a tecnologia que a Rússia consegue hoje dominar. Mas a França está também num elevado padrão de desenvolvimento, nas mesmas tecnologias (reactores nucleares, aviação e tecnologia espacial) e é sem dúvida um parceiro mais fiável…

  157. e está (Guiana) mesmo ao lado… como contrapoder à potencia ascendente da AL: a Venezuela que tem pretensões territoriais sobre a Guiana, vizinha da Guiana francesa… em termos regionais, é mais importante assim uma aliança com a França (com territórios também reclamados no Pólo Sul) do que a Rússia…

  158. Fred

    O A 12 São Paulo, não dá tanto problema assim, é um senhor na meia vida, que necessita de programa geral de manutenção e modernização de equipamentos para o padrão atual da MB. Ficará pronto em mais um ano e estará apto para mais 20 anos de uso.

    Ano passado a marinh previu um PMG para ele de 3 anos. Obviamente o maior atraso foi em virtude do acidente com a catapulta que vitimou um tripulante e esta retifica do eixo que obrigou mais 3 docagens do NAe (a doca era necessária para o PMG de outros navios) agora a MB está no aguardo de nova Janela para docá lo novamente e instalar o eixo.

  159. Pegasus

    Em tudo existe seus pros e contra, mas no caso da França, ela tem um alinhamento de potencia europeia e consequentemente com a americana, nao se pode negar o fato OTAN. Um alinhamento militar e ate comercial com os russos poderia manter , sobre certos aspectos, uma independencia de decisoes com relaçao ao bloco exploratorio ocidental, por que num alinhamento com os russos, nao perderiamos um parceiro comercial,que esta crescendo muito que é a China, e estamos abrindo novas fronteiras na Africa e aumentando nossa relaçao com a Africa do Sul, claro que nao romperiamos comercio com os paises ocidentais, mas nao ficariamos tao refem de suas decisoes. O problema e que a cada 4 anos temos troca de presidente e a esquerda que esta ai, ate poderia fazer o que estou dizendo, mas a direita que tem uma inclinaçao claramente capitalista e americanizada, poria por terra todo um trabalho começado agora em ganhando a proxima eleiçao, e isso cai naquela ” se correr o bicha pega mas se ficar o bicho come”.

  160. Eu ñ confio ,tanto assim nos franco. Já fizeram uma sacanagem da grossa com os Pratinos , a guerra das malvinas; o caso do missil do Excet..tbm fariam o mesmo com nós , Brasucas.Temos de ter certas cautelas com eles.É além do +, estão mt alinhados com os ianks. Cuidados,mt, mt cautela com os mesmos.

  161. mas entre russos e franceses, estes últimos não são mais fiáveis?
    e os argentinos – ainda que se tivessema batido bravamente, especialmente no ar e em terra – estavam submersos por uma imensa supremacia inimiga… torci por eles na época, mas porque eram a parte fraca num conflito onde os satélites-espiões dos EUA jogaram a parte essencial (e o magnífico treino do exército profissional britânico)

  162. gaitero

    US$ 4 bilhões, da para comprar 80 Su-35.

  163. gaitero

    Mas antes se filiar com um país que não tenha nenhuma ligação com os EUA do que com um que precise do mesmo para manter seu parque militar.

  164. gaitero

    Se for para escolher 1, mesmo com os problemas que todos conhecem, eu prefiro os Russos.
    Os Franceses fazem oque os ianques querem. Inclusive uma estatua em homenagem a sua independencia.

  165. Fred

    Gaitero, não dá não, tem treinamento, tanto operacional quanto de manutenção, os materiais de consumo, que só de turbinas necessitam de pelo menos 2 a mais por vetor, tem o impulso vetorado que precisa de pelo menos 4 a mais por vetor, e assim vai, armamento, pods, misseis, tanques adicionais, simuladores, etc e tal.

    Compare a compra dos 12 M 2000, vc acha que realmente eles custaram tudo aquilo? O conjunto de todos esses lixos incorporados é que faz o dito custar tanto! 🙂

  166. Pegasus

    Ô clavis, aquela guerra das Malvinas foi so para o povo Argentino ficar mais quieto na epoca, os militares argentinos acharam que se encorporassem as malvinas iam ter um triunfo militar e deixar o povo impressionado e manter a ditadura deles mais um pouco, achando que a Inglaterra iria apenas fazer uma reclamaçao formal nas naçoes unidas, mas a dama de ferro margareth Teacher declarou guerra na hora( provando que mulher no poder é que nem homem, tambem adora uma guerrinha), quanto aos vetores russos vc tem que partir do principio que se vc quer qualidade tem que pagar por ela, e sai mais caro.

  167. gaitero

    Calma Fred, deve dar para comprar uns 60 a 72 então xD

  168. gaitero

    Segundo consta no blog do poder naval, a marinha pretende construir pelo menos 4 submarinos convencionais 1 a cada 2 anos de 2009 até 2017.

    Então, presume-se que realmente sejam os já noticiados scorpone, devido aos numeros considerados mínimos para transferência de tenologia pela Fraça, coicidir em cheio com o pedido, 4 unidades.

  169. gaitero

    Fred, so quiz dizer que com estes 4 bi dolares, da para comprar muito mais do que 36, se a escolha for o Su-35, já se for o Rafale, deve ser realmente uns 36 mesmo.

  170. Pegasus

    Ah, os bocais do impulso vetorado tem duraçao de uso de 500hs, apos isso tem que trocar

  171. Pegasus

    Ai, como se faz pra se colocar um assunto em discussao?! Gostaria muito de discutir a utilizaçao por parte dos americanos de uranio esgotado como arma no Iraque que esta afetando ate mesmo seus proprios soldados com cancer e deformaçoes congenitas nos bebes.

  172. gaitero

    Pegasus
    #você tem que partir do principio que se vc quer qualidade tem que pagar por ela, e sai mais caro.

    Discordo, os Sus foram eleitos os melhores caças do século XX, e o Su-35 é uma evolução natural do que deu certo, ao cotrário do gripen, F-18, F-16 que evoluiram de um problema.

    O Custo nem sempre se resume a qualidade, os Francêses pagam mais caro por seus coletes que são inferiores aos norte americanos, e reclamam.

    O eurofigthercusta mais caro, pois foram encontrados varios problemas e foram construidas varias versões, os rafales ainda apresentam problemas que estão sendo resolvidos, mas como os Francêses tiveram que produzir tecnologia, o custo do caça aumentou.

  173. gaitero

    Nem sempre preço alto significa melhor produto.

  174. Fred

    Já as turbinas russas duram pouco, são excelentes, baratas, mas duram pouco. o impulso vetorado russo, apesar do atual em uso ser unidirecional, também duram pouco, esse ai é o pior defeito do material russo, a logística completamente diferente da ocidental.

  175. Fred

    Eu entendi Gaiteiro, mas quis dizer que para equipamento russo os números dos materiais de consumo e peças de reposição simplesmente decolam, desculpe o trocadilho! 🙂

  176. Fred

    Como dizem, não existe almoço gratis! 🙂

  177. Pegasus

    Bom Gaitero, concordo com vc com relaçao aos SUs, so quis frizar que nao basta ter um bom aviao, tem que haver treinamento incessante dos pilotos para atingir a excelencia, com isso haveria um gasto a mais com os bocais do empuxo vetorado, mas que acredito que valha completamente a pena e nem estamos falando no armamento que a aeronave leva que e de primeira linha, temida mesmo pelos americanos.

  178. pegasus:
    bem, o movv.org utiliza a plataforam de blogging da wordpress, ou seja, não estamos perante um fórum de discussão puro, ainda que – como se vê – não me oponha a que surjam assuntos transversais artigos…
    de qualquer forma, prometo que publicarei um artigo sobre o tema do urânio enriquecido, que tanto deu que falar em Portugal, por causa das nossas forças no Kosovo e na Bósnia…

  179. Sr. Pegasus, e mt boa a noticia q o uranio dos ianks está matando os invasores do irak…mt boa mesmo , é o feitiço virando contra o feiticeiro,hein..? É temos de comprar ,e logo, os 80 Su 35 ..,p/ ontem;temos “causos” a nossa volta , e perigo ao norte .

  180. Uma pergunta, srs. estamos sendo empurrados p/ voarmos por nossos próprios recursos, p/ ianks ou eles ñ tem visão de texto e context ? ou é uma armadilha?Ñ somos inimigos de ninguém..kermos paz e tranüilidade. temos mts problemas inbternos, mt probreza ,baixa população, etc,etc. Vamos a td as hipótese.Ke venha os subs francos e os caças Sus 35/37 e as S-400 , p/ ontem( com transferêrencia de tecnológia ) estamos cercados de “galhos ” ,até do norte. Gostaram dos preparativos no mar da n/ MB..até parece.

  181. Mas porque se tem falado tanto de S-400 (já vi aqui outras referencias)? Há alguma indicação que exista intenção de compra destes sistemas? Aliás, a Rússia não estava a impedir a sua exportação?

  182. Pegasus

    Carlosarqus, essa questao dos americanos e dos europeus quererem os recursos brasileiros, cai na velha premissa que um pais se torna poderoso por seu exercito e seu comercio, todavia, nos tempos modernos nao podem por o exercito em primeiro plano como se fazia antigamente(exceto Afeganistao e Iraque), sob pena de sua retorica, que cada pais deve ser livre, venha abaixo. Por isso, no mundo moderno onde as grandes potencias ocidentais perderam suas colonias, de forma geografica( no mapa), eles, por nao terem recursos naturais para manter-se, tem que apelar para varias formas de exploraçao legalizada, como multinacionais, entervençoes nao oficiais na politica( com candidatos favoraveis patrocinados por baixo dos panos). Como a maioria dos paises de hoje ja viram que é mais lucrativo para seus governos gerenciarem seus recursos de forma protetora, nao restou outra alternativa para as potencias ocidentais a começar a usar de novas( mas antigas) estrategias de pressao e mesmo desculpas , para ai sim, colocarem seus exercitos em primeiro plano. Nao lhes restou outro forma, o resto do mundo esta se fechando pra eles e abrindo outras perspectivas no oriente mantendo suas soberanias, e é essa moeda de troca que esta favorecendo os russos, os chineses(os chineses ainda sao uma incognita pra mim). Essa atual crise economica causada pelos americanos fazem com eles precisem fazer capital, e isso esta pondo o mundo em alerta, mesmo que nao oficialmente, todos estao esperando para ver quem os americanos vao acusar de abrigar terroristas para invadir e gerenciar seus recursos.

  183. Pjms

    Bom dia a todos.

    Vcs estão falando que seria mais caro a manutenção de um SU 35 do que um caça ocidental como o Rafale. Porém, se fossemos comparar, o que o Gaitero informou, o custo de cada caça:

    SU 35 = usd 50.000.00
    Rafale= usd 70.000.00

    Esta diferença de 20.000.00 por cada caça, paga o uso de mais tecnologia, peças, combustível e etc…

    Se queremos um caça com empuxo vetorado, nos teremos que pagar esta diferença.

    Não sei quanto a Venezuela pagou pelos SU 30, mas dizem que são caças usados, sem vetoração e não tem a tecnologia do SU35BM.

    Eu gostaria sim, que ganhasse o Su 35bm com vetoração, com possibilidade de mandar míssil para trás e avionica Russa, excerto a parte de data link e rádio, para que tenhamos compatibilidade com os R99.

    Os Rafales tem possibilidade de vetoração??. Até o momento, os franceses não informaram esta possibilidade. Os Rafales são bons caças, mas acredito como um caça complementar de uma força aérea.

    Se os pilotos da Fab, preferem o SU 35, porquê não???. Quem realmente não gostam são os mecanicos, por estarem mais acostumados com aviões ocidentais.

    []s

  184. Pjms

    Esqueci de uma coisa: ainda com possibilidade, de a Embraer/CTA de captarem a tecnologia na montagem/construção do SU 35 e PAK FA.A França oferece a tecnogia do UCAV, porém já temos um acordo com a Africa do Sul, que acredito que somente começaria a ser realmente utilizado daqui a 15 anos.

    []s

  185. gaitero

    Fred.

    Ja se foi o tempo que os equipamentos Russos tem uma validade curta

  186. gaitero

    Os motores planejados para o Su-35BM são os AL-41F, que equipará o futuro caça de 5º geração russo PAF-KA. Os primeiros Su-35BM serão equipados com os motores designados AL-41A, ou artigo 117S inicialmente. Trata-se de uma Al-31F + completamente alterada. A AL-41F, será utilizada em modernizações futuras do SU-35BM e de outros flankers. O padrão de empuxo da AL-41 A é o mesmo padrão das turbinas AL-31FU do Su-37(Su-27 M/ T-10m-712), com 14 500kg de empuxo , e 6000 horas de vida útil se equivalendo ao melhor padrão ocidental de durabilidade, e com vetoração de empuxo tridimensional. Há ainda o modo especial de operação com apenas 13.800 -14.000 kg, de empuxo em que não é necessário o uso mais potente e consequentemente mais desgastante para o motor.

  187. gaitero

    Pjms, o Preço do Rafale já esta proximo de 100 milhões de euros.

  188. gaitero

    Sim pegasus, mas não adianta ter um bom treinamento e não ter um bom avião, Infelismente no Brasil não temos nem bons treinamentos e nem bons aviões, acho que antes de treinar os pilotos, deve-se dar condições para voar, então se for para começar temos que comprar material adequado e depois treinar os pilotos, se formos treinar hoje quando nossos pilotos pegarem um su eles terão que começar do 0.

  189. gaitero

    Fred
    #Já as turbinas russas duram pouco, são excelentes, baratas, mas duram pouco. o impulso vetorado russo, apesar do atual em uso ser unidirecional, também duram pouco, esse ai é o pior defeito do material russo, a logística completamente diferente da ocidental.

    Peço desculpas pela extensão do texto.

    MOTORIZAÇÃO
    Os motores planejados para o Su-35BM são os AL-41F, que equipará o futuro caça de 5º geração russo PAF-KA. Os primeiros Su-35BM serão equipados com os motores designados AL-41A, ou artigo 117S inicialmente. Trata-se de uma Al-31F + completamente alterada. A AL-41F, será utilizada em modernizações futuras do SU-35BM e de outros flankers. O padrão de empuxo da AL-41 A é o mesmo padrão das turbinas AL-31FU do Su-37(Su-27 M/ T-10m-712), com 14 500kg de empuxo , e 6000 horas de vida útil se equivalendo ao melhor padrão ocidental de durabilidade, e com vetoração de empuxo tridimensional. Há ainda o modo especial de operação com apenas 13.800 -14.000 kg, de empuxo em que não é necessário o uso mais potente e consequentemente mais desgastante para o motor.
    Ainda melhor, os russos já estão voando as sucessoras da família AL-31F+.Trata-se da família de motores AL-41, que voou com o Mig 1.44 e que voa no SU-47 Berkut, A AL-41F tem potência de 175 kN com pós-combustor.
    Isto representa um aumento de 40% no empuxo em relação a AL-31F original. Ela também é entre 10-15% mais econômica, e 15% mais leve. Equipado com este motor, um Flanker deverá ser capaz de excelente velocidade de cruzeiro,(mach 1.6-1.7) e o que parece impossível no caso do Flanker: melhorar ainda mais seu o alcance . Com a Al-41F, o flanker será capaz de acelerar, subir, melhorando acentuadamente capacidade de cruzeiro sem utilizar pós-combustor (o chamado supercruise) .A diminuicão do uso do PC, além de melhorar muito o consumo de combustível diminuindo brutalmente seu consumo.Também aumentará muito a vida útil.

  190. Pjms

    Grato Gaitero, mas isto reforça o que eu falei antes. Esta diferença por unidade, então passa de Usd40.000.

    []s

  191. gaitero

    É que na verdade, o preço antigo se referia ao F1, como ja estamos no F3, os preços tendem a aumentar ^^

  192. Pjms

    Notícia do site defesa net em espanhol:

    “Sergei Chemezov, director general del poderoso conglomerado industrial militar ruso Rostekhnologii, develó las próximas compras armamentistas venezolanas. Tal como se había comentado en medios internacionales en los últimos meses, Chávez aspira comprar una flotilla de aviones Su-35, superiores a los 24 Su-30 que ya posee.

    La producción de Su-35 apenas comienza y los nuevos aviones de combate podrían estar en manos venezolanas, de concretarse en negocio, en un plazo de tres o cuatro años.

    El Su-35 fue el equipo que Rusia ofreció a Brasil, país que está en vía de renovar su arsenal aéreo. El gobierno Lula optó por una alianza con Francia, rechazando ofertas de EEUU y Rusia”.

    Obs: Com esta notícia, creio que o Chaves passará a frente do Brasil, com esta encomenda que deve ultrapassar os 24 caças. Nos estamos muito atrasados no nosso programa FX2. Temos que nos antecipar ao Chaves, encomendar antes dele!!!

    []s

  193. Pegasus

    Nao vamos nos esquecer de como esta hoje as tecnicas de combate, por exemplo, se olharmos para as ultimas atuaçoe de combate aereo dos americanos, veremos que eles nao usam o dogfight a um bom tempo(nem me lembro mais), a sua tatica demonstrada nos ultimos combates e que disparam misseis de medio alcance como o AMRAAM, que tem uma excelente oportunidade de abate por se tratar de uma otima tecnologia de rastreio, disparando ate mais de um contra uma aeronave só, isso faz com que o outro aviao tenha que manobrar para despiste ou é abatido. Foi colocado a pouco que como as tecnologias dos ultimos modelos de caça estao super avançadas em dogfight(combate a curta distancia), por causa dos empuxo vetorado e misseis de curto alcança de amplo angulo de engajamento e miras nos capacetes, que os combates aereos serao a media e longa distancia para aeronaves de ultima geraçao. Para concluir, nao acho que baste apenas ter um bom aviao, com tremenda capacidade de manobra, temos que ver tambem o armamento que ele utiliza, capacidade de engajamento primeiro que o outro aviao e capacidade de abate-lo primeiro.Por tudo isso ainda acho que os SUs tem ampla vantagem sobre o Rafale, sem mencionar que em qualquer confronto que por ventura o Brasil podesse ter com um pais poderoso do bloco ocidental, o fornecimento de armas seria imediatamente suspenso, e nisso acredito nao teriamos problemas com os russos.

  194. Fred

    Entendi gaiteiro é por isso então que as turbinas do novo Sukhoi super jet, vão ser fornecidas pela francesa snecma?
    Ou o Paquistão procurando turbinas ocidentais para substituir as russas RD93 do JF 17 que compraram dos chineses.

    Pode até ser que as novas Al-41f tenham esse desempenho esperado, não tenho como contestar, vamos esperar os comentários dos usuários, os venezuelanos estão ai se virando com a chegada dos overhaul das suas saturn 117, mais ou menos mas 1500 horas de uso, e vamos ver se chegam até as famigeradas 4 000 horas de vida útil previstas.

  195. Pegasus

    POR FAVOR, vamos parar com essa paranoia que o Brasil pode entrar em guerra com a Venezuela, e mesmo que entrasse, apesar do Chaves poder ter avioes superiores em primeiro plano, sua quantidade é infima perto do Brasil, o que posso lhes adiantar é que os avioes do Chaves ate poderiam decolar para enfrentar os Brasileiros mas com certeza nao teriam onde pousar, a quantidade de avioes que o Brasil dispoe hoje é suficiente pra destruir a infra-estrutura venezuelana num piscar de olhos, Chavez pode dar uma de louco, mas nao é burro, por tanto, os brasileiros devem se preocupar sim é em defender a amazonia de um mal maior que com certeza nao é Chavez

  196. Zé Lombriga

    se não fossem vocês a organizarem a defesa do país contra todos os invasores terrestres e intergaláticos, com toda a certeza já teríamos sido pulverizados ou as nossas peles estariam penduradas a secar ao sol para fazer sapatos e outro vestuário para os inimigos mortais que conspiram contra nós. obrigado amigos, a vossa missão é sagrada

  197. Certo, sr pegasus, o negocio é “ao norte” e com os vizinhos escaramuças desgastantes..dores q ficam por um longo tempo, inviabilizando a “União” de países de mesma origens, “Ibéricos”.É o q + precisamos e de unicidade em todos , eu disse em todos os setores , do militar ao dia-dia. Precisamos crescer p/ erradicar e/ou diminuir é mt as nossas mazelas. è as potências , e a do norte ,fomenta e aceitamos essas cizânias.É disto q se trata. Td de bom ,meu amigo..e continue é deste olhar q precisamos, p/ ñ pirarmos de vez .

  198. Pegasus

    Obrigado Zé lombriga, a discusão de problemas é que mantem as pessoas alertas ao que esta acontecendo e suas possiveis soluções e tambem mostra para seus governos que seus cidadãos esta a par e discutindo o que acontece no seu pais, afinal é muito mais facil governar bitolados sem noção ignorantes.

  199. Pjms

    Pegasus, não que estou com “paranóia” de guerra contra a Venezuela(Chaves), porém hoje ela é uma ameaça a paz na américa do sul. Não acredito que o Chaves esteja comprando armas para se proteger do USA, porquê estes caças e pilotos, que ele possui não chegam nem a fazer cócegas na USAF. O que eu estou falando, é mantermos uma estabilidade de forças dentro da América do Sul, e isto no momento não existe. Não podemos comparar, os 12 M2000, que atualmente são a nossa 1º defesa aérea, com os 24 su30mkv da Venezuela, até porque possuimos tão pouco mísseis para defesa aérea. O que eu sei, que chegaram alguns mísseis'[O armamento incluído no pacote inclui 10 mísseis Matra Super 530D (mais 4 de treinamento) e 22 mísseis Matra Magic 2 (mais 6 de treinamento)], e segundo, nossos F5m, estão sem os Derby ainda, foram comprados somente de treinamento!! Temos atualmente a capacidade BVR, porém precisamos de caças modernos e mísseis. Os mísseis R77 russos são excelentes, com uma plataforma como o SU 35, fazem com que os venezuelanos tenham a melhor força aérea deste hemisfério, é claro, se forem bem treinados.

    []s

  200. Caramba sr gaitero.. e pmjs , são informações de mt relevância…valeu.

  201. Deixe lhes mostrar algo: se o Brasil kiser fazer parte do conselho de segurança da ONU, tem de ter FAs mt , mt bem ekipada em homens, profissionais, e em armas mt atualizadas..é lógico..com uma boa capacidade de dissuatoria militarmente falando.

  202. nosle

    A vantagem de comprar dos russos é essa, não seríamos sabotados num eventual conflito com países ocidentais, e eles realmente transferem tecnologia, a China é prova viva disso. E eu acredito muito que as empresas brasileiras(EMBRAER,AVIBRAS,MECTRON,CTA) podem melhorar e adaptar a manuntenção e a logística dos aviões russos para padrões adequados para a realidade brasileira.

  203. sr. nosle..faço minhas sua palavras (escritas ) os fatos dizem por si , eles são bem + dignos é confiáveis..bem # dos ianks.

  204. gaitero

    Fred

    # Pode até ser que as novas Al-41f tenham esse desempenho esperado, não tenho como contestar, vamos esperar os comentários dos usuários, os venezuelanos estão ai se virando com a chegada dos overhaul das suas saturn 117, mais ou menos mas 1500 horas de uso, e vamos ver se chegam até as famigeradas 4 000 horas de vida útil previstas.

    Felismente os Su-30 não foram providos das novas turbinas.

    E infelismente, durante a guerra fria recebemos muitas informações que nos convenceram que nada Russo é bom e tudo ocidental é exelente.

    Você acha que nossa FAB operou durante todos estes anos sem preblemas em seus Mirrage 3?

    Toda tecnologia sensivel detem seus problemas, assim como os Su-35 ainda não foram testados, os Rafales não decolaram nas vendas, assim como o gripen teve que passar por um novo projeto para concorrer com os atuais caças, o F-16 na sua época tambem teve.

    Não estou aqui para defender a Russia, até porque como você bem conhece o gripen é um grande caça e eu adoraria que este fosse o caça da FAB.

    Pelo preço/unidades, acho que essas 36 podem muito bem ser os Rafales que se encaixariam bem, para mim ótimo, muito melhor que os F-5 ou o mirrage 2000.

    Não sei se a França é 100% confiável, infelismente apenas 2 países podem nos transferir tecnologia sensivel, ou pelo menos demonstaram interesse, e estes são a Russia e a França, então, temos que escolher dentre os 2 qual é o ideal, qual caça que nós queremos, qual submarino, qual fragata, quais equipamentos para formar o soldado do futuro.

    Eu acho que deve haver ai uma divisão, e quem fica com oque, se a frança terá o sub e a fragata só resta o caça. Será que o Brasil não vai comprar nada russo??

  205. Fred

    Gaitero, concordo plenamento com suas afirmação, só tento lembrar que nem tudo são flores e como foi amplamente discutido a logistica russa é bem diferente da logistica ocidental, a cada 1500 faz-se uma revisão simples com 4 000 horas de uso simplesmente trocar toda a turbina, é estranho não é. 🙂

    Não estou dizendo que é bom ou ruim, só que é diferente e implica em outras quantidades de aquisições para material de consumo.

    A compra dos seahawk por exemplo a marinha compro 12 turbinas, veremos a quantidade de tubinas russas quando a FAB anunciar a compra dos Hinds.

    E quer saber eu prefiro os russos, mas tenho leve impressão que quem vai levar são os nossos vizinhos. Agora o marido da Bruna está querendo que o Brasil entre pro G8, isso claro se a Italia deixar, hehehe:)

  206. Fred

    Errata 🙂

    Nem tudo são flores,

    1500 horas

    comprou 12

    turbinas russas

    e quer saber, eu prefiro

    isso claro, se a

    infelizmente a pressa é inimiga da perfeição 😉

  207. Fred

    Errata 🙂

    Nem tudo são flores,

    1500 horas

    comprou 12

    turbinas russas

    e quer saber, eu prefiro

    isso claro, se a

    infelizmente, a pressa é inimiga da perfeição 😉

  208. Padronizar e padronizar ,td p/ ganharmos em qualidade e em quantidade, p/suprir a td e nunca faltar , E o máximo em nacionalização .

  209. gaitero

    HAHAHAHAHAHAHAH

    E o pior é que apenas 2 países dicordam da entrada do Brasil no G8
    USA e Italia.

    Curioso não acha?

  210. Pegasus

    Bom, parece que todos estao fechando questao aqui que a melhor coisa para um pais de coragem seria fechar cooperação com os russos, mas acho que nem tudo esta em aberto, tem coisas que sao apenas faladas dentro de gabinetes presidencias e que deixariam os civis de cabelo em pé, ameaças diretas e retaliações militares ou comerciais por exemplo. Lembram-se quando falei que nosso mair problema hoje seria a amazonia e a reserva petrolifera recem descoberta, bom, ja é notorio que tem muita terra comprada por terceiros na amazonia(digasse nisso extensões enormes), onde ha principalmente ingleses e americanos, uma ocupação mais territorial hoje da amazonia feita pelo Brasil, incluiria o controle destas terras e reservas e como sabemos, paises podem declarar guerra a outro para defender investimentos de seus cidadãos(é a desculpa mais esfarrapada do mundo, mas eles a usam), vale lembrar que existem hoje na amazonia mais de 110 mil ONGs estrangeiras(isso mesmo nao errei o numero nao), a situação da amazonia é alarmante, temos uma guerra silenciosa se desenvolvendo e que poucos no Brasil se dao conta.

  211. Pegasus

    Quanto aos tais G8, conselhos de segurança, na minha modesta opinião, foi colocado tudo por terra quando os americanos disseram que passariam por cima de tudo para manter seus interesses, essa questao de veto, nao funciona mais. Quanto ao texto que escrevi acima, quem mais alerta, para espanto geral, são os proprios generais brasileiros que estao vendo tudo acontecer sem uma postura descente do governo atual, parece que os generais que sao os primeiros a reconher uma situação grave e tomar uma atitude estao de mãos atadas por um governo inoperante, é como diz a conção, “isso tudo acontecendo e eu aqui na praça dando milho aos pombos”, é de impressionar.

  212. É só ver e ouvir o Gal. Heleno…ele está mt certo.

  213. O sr sarkozy está inflando o ego do sr Lula, o + autentico e verdadeiro balão de ensaio…pura demagogia p/ agradar ao cliente.Mias anida estão + q nunca alinhados ao ianks , e ainda assim tbm ñ são confiáveis.Toda e qualquer compra de armas tem de ser embasada no pilar”transferência de tecnológia”. Olho neles…o passado deles depõe contra eles.

  214. Fred

    Pegasus, o Clavis já escreveu sobre isso e sobre as reservas indigenas, sobre o nióbio, etc, faça uma busca no blogue que você encontra.

    A italia eu até entendo, afinal se entrar alguem e continuar g8 adivinha quem sai? o último colocado, hehehehehe 🙂

  215. querem chutar fora os italianos, hem?… 😉
    têm o meu voto!

  216. Fred

    kkkk, nos não Clavis, quem quer é o marido da Bruna.

    Acho mais que vai virar G13 e não G8.

  217. ah!…
    bruna, bruna…
    não havia uma coisa assim de humor vossa?

  218. um programa do Jô Soares, acho eu…
    e sim, vai mais para o G13, claro…

  219. Fred

    Na verdade, na verdade o certo é Bruni, mas acho Bruna mais bonito 🙂 hehehehehe.

  220. Fred

    acho que era no viva o gordo!

  221. pode ser!
    estive a ver na net, mas nada…

  222. Pegasus

    Estou começando a achar que este papo sobre SUs, ja deu o que tinha que dar, tomara que surja outro tema interessante para nos encontrarmos, nao tenho mais nenhuma opinião que possa considerar relevante sobre esse tema.

  223. Fred

    Lembrei, era do Agildo Ribeiro, ele ficava suspirando pela Bruna Lobardi. Acho que o quadro do professor de mitologia.

    Nossa derrepente percebi um problema de DNA,

    Data de NAscimento Antiga. 🙂

  224. gaitero

    Pegasus, estamos fortes na situação da marinha se você quiser dar uma olhadela.

    E bem, tomara que vire G13. Afinal quando chegarmos a 7 colocação não terá mais como deixar de lado, o povo Brasileiro, o Russo, dentre outros, ou será que eles acham que essa conversa de país convidado engana alguem? ^^

  225. gaitero

    Ministério da Defesa poderá receber reforço orçamentário

    http://www.naval.com.br/blog/?p=1239

  226. Fred:
    Eis o dito!

    Quanto ao G8… A questão é: para que serve ele mesmo? Que decisões toma, que fundos coordena? Nenhuns aparentemente… o que importa mesmo é batermo-nos por um assento permanente lusófono no CS… E por lusófono digo que deveria rodar entre todos os países da CPLP.

  227. Pjms

    Jornal Gazeta do Povo.

    “Marinha cria coordenadoria para submarino nuclear

    24/09/2008 | 13:09 | O Comando da Marinha criou, por meio de portaria publicada nesta quarta-feira (24) no Diário Oficial da União, a coordenadoria-geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear (Cogesn). O objetivo da coordenadoria é gerenciar o projeto e a construção do estaleiro e do submarino. O Almirante-de-Esquadra José Alberto Accioly Fragelli foi designado coordenador-geral”.

    Pelo menos as coisas da Marinha ref. ao submarino nuclear estão a todo vapor.

    []s

  228. certo, esse navega (sob as águas…) a todo o gás, aparentemente.
    o mesmo não se poderá dizer (ainda) do F-X2, ainda envolto em muita bruma…

    mas que… será parte da visita de Sarkozy no final deste ano???
    http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL769300-5598,00-ACORDO+ENTRE+BRASIL+E+FRANCA+TRARA+SUBMARINO+NUCLEAR+DIZ+JOBIM.html

    torço para que sim…

  229. gaitero

    E pelo valor já dito 4 bilhões de dólares para 36 unidades, não é de se duvidar que venha 4 submarinos mais o nuclear, os já comprados helicópteros super cugar, 51 unidades, e os 36 rafales F3.
    Isto se não vier tambem as 6 Fragatas FREMM.

    É estou ficando com pena dos Russos.

  230. tudo francês, basicamente!
    enfim, pelo menos terão os helis de ataque para se contentarem…
    e talvez, o PAK-FA, a mais longo prazo, o que já não é nada mau!

  231. gaitero

    Bem, 12 unidades, mais peças e um treinamento, o PaK-Fa? Isto se ele ficar pronto um dia, ou pior, já pensaram se ele demorar até 2020 para ser produzido? E 4 anos mais tarde, começarem a surgir UCAVS de interceptação e ataque? Que desastre seria para os Russos……….

  232. gaitero

    E prestem muita atenção, quando conseguirem fazer um caça grande voar sem piloto, não dou mais 2 anos, para que a tecnologia embarcada seja igual ou superior aos caças de 5 geração.
    Só lembrando que o grande limitador de velocidade e agilidade de um caça não são suas peças, ou material, e sim é o piloto.

    Quando existir esta mudança, haverá um salto, inimaginavel em termos tecnológicos, tão assutador, que as proximas guerras poderão ocorrer em um novo cenario, quem sabe, talvez serão espaciais, caças protegendo satélites de monitoramento???

  233. Sim, o nEUROn europeu, que pode fazer parte do pacote francês…
    http://en.wikipedia.org/wiki/NEUROn
    e que é a única alternativa viável ao PAK-FA, ainda que sendo de facto uma aposta muito mais arriscada do que este a prazo!

  234. gaitero

    Clavis, vou fugir do assunto, você que define qual avatar cada um vai usar???????
    Quero dizer não tem ai opções???????????
    ^^
    Eu queria por uma gaita ou algo parecido, um chimarrão seira uma boa.

  235. Fred

    É ele mesmo Clavis, soube que estava internado no Rio, acho que no Samaritano.

    É situação dos russos está ficando realmente dramática, mas quem sabe, afinal aqui ainda é Brasil, não é mesmo. Tudo sempre pode mudar. 🙂

  236. Ñ levo fé nesses Ucavs,ainda acredito q o homen tem de estar no comando do caça..É seria estúpidez ñ comprar o pacote Rússo , com os Sus 35 “e” 37 e bem + abrangente..com certeza nem os francos nos dariam tanta tecnológia..Até pq estão alinhados com os ianks..

  237. gaitero:
    nope. o icone é calculado automaticamente pelo IP…
    mas se te registares no wordpress.com, como fez o Fred, podes escolher a tua imagem e manter sempre a mesma! podes criar ou não um blog (como fez o fred), mas a tua presença aqui ganhava muito…

    fred:
    internado? espero que melhore… é uma das melhores memórias do fim da minha infância e o meu segmento favorito do Jô Soares…

    Carlos:
    veremos. A tecnologia evolui muito depressa e atualmente todas as potencias (Europa, Rússia e EUA) trabalham neste campo…

  238. Fred

    E afinal sempre haverá um piloto, ele só não estará no avião, mas para todos os efeitos estará ainda pilotando .

    O Agildo Ribeiro estava atuando no zorra total, lembro que li a reportagem sobre sua internação, mas não sei o porque. Por ai ele passava junto com o Jô? Aqui era em programas humoristicos da Globo, até tinha participação do Jô, pelo menos até ele faz o Viva o Gordo.

  239. Zé Lombriga

    muito falam do Su-37. O Su-37 está tão morto como o B-70
    E o nEUROn como alternativa ao pak-fa é como falar no B-2 como alternativa ao F-22

  240. gaitero

    Zé, você esta se equivoncando,
    Ninguem disse Su-37, e sim Su-35 BM.

    O o nEUROn, não é uma alternativa para o F-22, ou PaK-Fa.

    O nEUROn, é o inicio de um projeto, para a produção de um concorrente superior ao PaK-Fa ou o F-22, mas ele propriamente dito, será equivalente ao AMX da FAB.

    Seu sucessor, a ser projetado, após todos os seus testes, por volta de 2028, será sim o concorrente, inclusive melhor, que o F-22 e o PaK-Fa.

  241. gaitero

    O Su-35 BM, é o caça mais moderno atualmente a venda, por uma empresa russa, derivado do Su-30 Mkk, ele possui novos motores, novos aviônicos, inclusive aviôncios testados no Su-37, não foi vendido para nenhum país, más a Russia já demonstrou interesse em adquerir 72 unidades deste caça.

    O Dassault neuRon, o chamado “European UCAV demonstrador tecnológico”, é um UCAV experimental a ser desenvolvido pela empresa francesa Dassault Aviation.

    O neuRon desenvolvimento, como originalmente planejado pela Dassault “AVE Grand Duc”, evoluiu para uma cooperação europeia, incluindo sueco Saab, o grego EAB, Suíça RUAG Aeroespacial, espanhol EADS CASA e italiano Alenia. Como uma “tecnologia manifestante”, um número reduzido de unidades serão produzidas para explorar novos conceitos operacionais para uma futura geração de aviões caça furtiva autónomas que serão produzidos em 2020 ou 2025.

    No entanto Dassault plano principalmente para utilizar os dados recolhidos pelo manifestante para produzir derivados UCAVs.

    De acordo com o DGA, neuRon Voos de teste será procedido, em França, Suécia e Itália, no início de 2010.

  242. Zé Lombriga

    > Ninguem disse Su-37, e sim Su-35 BM.

    Conto 9 referências ao Su-37 só neste tópico antes de eu o mencionar.

    E o que eu disse foi que falar no nEuron como alternativa ao pak-fa não faz qualquer sentido. O nEuron é apenas uma plataforma de desenvolvimento de tecnologia, idêntico aos programas X nos estados unidos.

  243. gaitero

    Zé não vou discutir.

    E como já frizei anteriormente, o nEUROn, –NÃO– será concorrente do PaK-Fa ou F-22, e sim uma plataforma, de testes, para a construção de uma nova geração de caças chamados de 6 geração, mais moderno que os F-22 e o PaK-Fa.

    O nEUROn, não é um caça produzidos para ser vendido, e sim para testar sistemas de controle, e direção de vôo, sem piloto.

    Tambem conhecido como UCAVS ou VANT, veículo aéreo não tripulado, será a base para a contrução de uma nova geração de caças em um futuro próximo.

    Gostaria se você não se importasse, que me informa-se onde você leu Su-37, não repondo pelos outros, mas tenho a certeza que os grandes comentadores deste forum não cometeram este equivoco, Talvez se o Su-37 tenha sido citado, tenha cido por alquem que não conhece exatamente oque o Terminator demonstrador Russo significou e que ele não foi comercializado.
    Mas sim serviu de plataforma para a produção de peças modernas que hoje são ultilizadas no Su-35 e futuramente no PaK-Fa.

  244. gaitero

    Não quera interpretar meu comentario como uma ofença, peço apenas que se for para comentar que venha a somar, e não a criticar com os bravos homens, que se dedicam para levar informação de verdade a todos que queiram te-la, e que buscam por meio deste forum conciêntizar a todos da importancia de uma FA forte, e prover alternativas, buscar fontes que nos passem a real situação de programas de compra, para que todos sem ecessão possam ter acesso a notícias que dizem respeito à nação Brasileira.

  245. Pjms

    É realmente não falamos em nenhum momento sobre este caça SU37, mas ele é igual ao SU35.
    Gaitero, também sou da mesma opinião do Carlos, a respeito dos UCAVS(que bons pilotos são insubstituíveis), mas acredito que podem ser bons aviões de espionagem ou monitoramento de áreas em conflito. Temos exemplos no passado de muitos pilotos morrerem fazendo estes tipos de missão.
    []s

  246. gaitero

    Só para passar a todos uma informação, como acabamos por voltar ao assunto nEUROn.

    Todas as empresas pertencentes ao projeto ( Dassault, Saab, EAB, RUAG Aeroespacial, EADS CASA e Alenia.)
    Assinaram um contrato que impede a todas, produzir novos caças 4,5 geração +, estas devem se basear em manter e modernizar os caças já produzidos ( Gripen, Rafale, Eurofighter), até que todos os testes do nEUROn estejam concluidos, para que as empresas se foquem na produção a partir da data final de testes, a produzir um novo caça de 6 geração.

    RELEMBRANDO;

    A França anunciou que quando concluido o plano de venda do Rafale para o FX-2, sendo este o substituto de todos os caças da FAB, a clausula incluirá que o Brasil poderá caso tenha interesse em participar do Projeto nEUROn, e futuramente do novo caça que virá substituir o Rafale de 4 geração+ por um de 6 geração.

    Em contra partida a Russia assinou um plano de intenção com o Brasil, para que este venha a participar do PaK-Fa, seguindo este pensamento, o FX-2 seria baseado na compra do Su-35 BM de 4 geração++ e na entrada do Brasil no PaK-Fa de 5 geração, que viria a substituir os caças da FAB por estes 2 vetores.

    Então qual a melhor opção??????????
    Da um bom quis. ^^

  247. gaitero

    HAHAHAHAHAHAHAHHAHA ME ESQUECI ISTO JÁ ESTA ESCRITO NESTE QUIS ^^

    Uma adição interessante a esta questão foi introduzida aqui pelos comentadores Gaitero e Nosle: Aparentemente, para responder à generosa oferta russa de participação no seu caça de 5ª geração PAK-FA + SU-35, a França estaria a oferecer ao Brasil um pacote de Rafales F3 + UCAV. Estes UCAV são tidos por muitos como o verdadeiro futuro da aeronáutica militar de combate, como a tal 6ª geração de aparelhos que irá tomar o lugar do F-22 Raptor da USAF, do T-50 russo-indiano e dos aparelhos idênticos em desenvolvimento na China e no Japão. Seria uma opção muito interessante e inédita… Mas a tese de que os UCAV poderão ser efetivamente a dita “6ª geração” de aviões de guerra ainda está por provar no terreno…

    PERDÃO CLAVIS, sds

  248. Ucav é balão de ensaio, é perda de tempo p/ kem ñ tem tempo isso e coisa p/ dez anos ou + ,é com td tecnológia ora existente.. at[é p/ os ianks fazerem tal coisa, nem os Rússos tentaram…alguem sabe ou ouviu alguma coisa?Quando ouvirmos ,da parte dos Rússos, será fato consumado. Onegocio são os Sus 35 e 37 com tranferência de tecnologia.. Estamos cercados de problemas e perigo do norte.

  249. pjms

    É realmente uma notícia mai nova a respeito de UACVs

    “VALOR ONLINE, quinta-feira, 25 de setembro de 2008
    Santos Lab vai ampliar produção de avião-espião
    As primeiras aeronaves não-tripuladas foram vendidas à Marinha
    Chico Santos, do Rio
    A idéia de dois amigos cariocas em transformar o gosto pelo aeromodelismo em um negócio
    começa a dar retorno e está inserindo o Brasil no restrito clube dos países que produzem e
    comercializam avião-espião, veículo aéreo não-tripulado (vant), no jargão setorial, com piloto automático.
    Há quatro anos os amigos Gilberto Buffara Júnior, administrador de empresas formado em Harvard, e
    Gabriel Klabin, desenhista industrial, construíram um protótipo de vant com objetivos lúdicos. Ele acabou
    transformando-se no Carcará, pequeno avião-espião de 1,6 metro de envergadura, cujas primeiras 18
    unidades foram vendidas no ano passado para a Marinha do Brasil, ao preço de R$ 300 mil o kit com três
    aviões.
    Sob inspiração do empresário e ex-prefeito do Rio de Janeiro Israel Klabin (1979-1980), pai de
    Gabriel, os dois sócios fundaram a Santos Lab (Santos em homenagem a Santos Dumont e Lab de
    laboratório) que agora está investindo R$ 2,5 milhões para ampliar sua pequena fábrica no subúrbio
    carioca de Campo Grande (zona oeste). Segundo Buffara, o Carcará é negociado com empresas
    privadas, como a Companhia Vale do Rio Doce, Petrobras e Aracruz, e com órgãos públicos de
    segurança de Estados como Rio de Janeiro, Amazonas, Rondônia, Bahia, Acre, Roraima e, em fase
    embrionária, São Paulo.
    De acordo com o empresário, que apresentou ontem o projeto em uma feira de material bélico da
    Colômbia, as maiores vantagens do Carcará são o preço baixo e o material usado na construção,
    polipropileno expandido, resina termoplástica muito usada em peças de automóveis. O material torna o
    avião leve, inquebrável e inofensivo caso caia, tendo sido feito, segundo Buffara, para operar no
    ambiente urbano do Rio de Janeiro. Além disso, o veículo dispensa pista de pouso e decolagem.
    O piloto automático, o coração do vant, é importado dos Estados Unidos e de Israel, os líderes
    mundiais nesse tipo de equipamento. Com isso, o índice de nacionalização fica somente em 40%. Mas,
    de acordo com o empresário, o preço final do Carcará ganha dos seus concorrentes. O similar
    israelense, feito de fibra de vidro, custa US$ 500 mil FOB (sem frete e seguro), segundo Buffara. Ele
    disse que seu avião foi testado pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar (PM) do
    Rio de Janeiro e teve sua eficácia comprovada no monitoramento do tráfico de drogas nas favelas do
    Estado.
    O Carcará está sendo testado também por uma empresa de Israel, cujo nome não foi revelado. O
    aviãozinho pode ser tão mais caro quanto mais sofisticada seja a tecnologia embarcada. As câmaras de
    monitoramento podem até, por exemplo, servir para contagem de todo o rebanho de uma fazenda.
    Segundo Buffara, o Carcará foi testado a até 3,5 mil metros de altura, embora seu trabalho de
    espião seja mais eficiente a uma distância de 200 metros. Com motor elétrico, é silencioso e se confunde
    com as aves. Tem duas horas de autonomia e alcance de oito quilômetros. O avião já possui um irmão
    maior, o Jabiru (o mesmo que jaburu ou tuiuiú), em homenagem à ave pantaneira. Tem cinco metros de
    envergadura, autonomia de 12 horas e alcance de 70 quilômetros.
    Buffara disse que a Santos Lab, hoje com apenas oito pessoas trabalhando diretamente e mais
    cinco indiretamente, já está testando o protótipo de outro Jabiru com 30 horas de autonomia e alcance de
    200 quilômetros, destinado a concorrer com o rival israelense. A tecnologia de vant está sendo difundida
    em várias regiões do mundo. Em Israel e nos Estados Unidos o uso é principalmente militar. Na Europa,
    predomina o uso civil. Entre os países emergentes, além do Brasil, pelo menos China, Índia e Argentina
    também têm projetos em desenvolvimento nessa área.
    No Brasil existe o Projeto Vant, liderado pelo Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), com
    financiamento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), cujo objetivo é produzir um vant com
    tecnologia inteiramente nacional. No começo deste ano, o Exército encomendou três vants à Flight
    Solutions, de São José dos Campos (SP), por R$ 1,3 milhão para entrega em um ano. A diferença,
    segundo Buffara, é que esses aviões serão de controle remoto e não piloto automático”.

  250. a tecnologia radicalmente nova dos UCAVs não poderá criar um aparelho realmente competitivo com os melhores caças da atualidade (Typhoon, SU-35, F-22) a um prazo inferior a dez anos.
    Mas nada indica que o PAK-FA seja produzido em massa no mesmo período de tempo! (as novas turbinas, sem aspecto essencial, continuam atrasadas, ao que sei).
    Assim sendo, e com esses atrasos e apenas por causa destes, é que me parece mais razoável começar a pensar num UCAV do que num avião de 5ª geração.
    Os fabricantes europeus já perceberam que não podem competir com os tremendos custos unitários do F-22 (cujos números se reduziram precisamente por isso) e estão a apostar numa atualização dos seus aparelhos atuais, enquanto o neuron não produz frutos.
    Se o Brasil conseguir fabricar total ou parcialmente rafales ou Su-35, apontando horizontes para um UCAV, a prazo, irá pelo mesmo caminho da Europa (e dos EUA e Rússia que também trabalham nesta área).
    Esta opçao parece-me muito mais avisada.

  251. Ei s questão…é um caminho a ser pecorrido pela n/ visão de conhecedor, de fabricante , pô nem torpedos sabemos fabricar?Temos ,infelimente de comprar . é isso ,comprar tecnológia de caças a melhor e dos Sus 35 e/ou 37. E digo + essa tecnológia e p/ + de 10 anos , quiça 20…pé no chão, o negocio e Vls o satélite , os caças e o sub nuclear..p/ ontem

  252. Tudo bem,…+ é os tinkonautas da CHINA..tá dando arrepios nos inaks tbm., AEBrasileira..vai..vai..cadê o VLS ?

  253. pjms

    É Clavis, concordo com você na sua 1º tese ,(não acredito que nos próximos 30 anos, possamos substituir excelentes caças por UCAVS) e como já coloquei na minha última mensagem, acredito que por muitos anos veremos a produção de muitas gerações de outros caças tripulados. Ao meu ver, posso está sendo romántico, ainda veremos muitos caçadores em nossa força aérea!!!

    []S

  254. nosle

    Também ainda tenho dúvidas sobre UCAVs, acho que a 6ª geração ainda vai ser tripulada, pelo menos com aeronaves mãe tripuladas controlando esquadrilhas UCAVs.
    A 5ª geração ainda vai ser muito importante nos próximos 35 anos, e se os russos não fizerem o PAK-Fa os EUA vão reinar sozinhos na supremacia aérea durante muitas décadas.
    Por isso o Pak-Fa esta muito mais próximo da realidade que o Neuron

  255. pjms

    De acordo com site defesa.net, o “amigo”do Lula, Sr Chavez, estará recebendo uma “ajuda” em sua corrida armamentista na américa do sul, como também foi noticiado a compra de treinadores chineses. A Rússia autorizou um emprestimo para compra de armas, e também acenou com a possibilidade de ajuda na área nuclear.Esta nova tecnologia na mão de um louco, não irá fazer bem no nosso continente!!!!!

    []s

  256. gaitero

    Carlos, só para lembrar, o Su-37 jamais será produzido.

    Eu até concordo nosle, realmente seria uma boa uma nave mãe, controlando caças UCAVs.

    A em 1940, quando, caças turboelices sem nenhum equipamento, carregando bombas no banco de tráz dos aviôes, ou no meio das pernas do piloto, ninquem poderia imaginar, que um caça chegasse a 2000 Km/H, ou que disparasse misseis a 100 Km de distância.
    Muito menos que foguetes seriam lançados ao espaço e que pisariamos na lua.

    Temos que abrir nosso leque de futuro, as vezes o que parece impossivel esta muito próximo de se tornar realidade.

    Se todos, ou praticamente todos os países Europeus estão convictos de que não é necessário contruir novos caças de 5 geração, e estão investindo em um novo tipo de caça, que talvez não seja de 6 geração, mas que seja uma 4 geração A1 ^^. Acho que nós tambem temos que acompanhar esta nova onda, quem sabe a oportunidade, já que todos terão de começar do 0, para que o Brasil adquira capacidade, e absorva tecnologia sensivel.

    Estou convicto de que nem os EUA vão continuar com esta política de 5 geração, tanto é que o F-22 não esta tendo mais voz, e cada vez mais estão arrumando o terreno para o F-35.

  257. Pelo q eu já li o F.35 q p/ eu seria de fato o grande salto ..um apista pqna e decolagem vertical.e furtividade; já apresenta mts problemas de motores e aviônicos …o PakFa At-50 TEM DE ESPELHAR EM TAIS “GALHOS”..e fazer bem melhor..Srs. cadê o VLS ?

  258. A Rússia pondo os dedos na ferida dos ianks, só p/ ver eles pularem..o emprestimos de u$i bilão de dólares p/ comprar armas…só p/ sacanear os ianks…..é nós Brasucas, assim nos decidiremos pelo pacote Rússo; já q os burros dos ianks nos fecharam as portas e estão brincando de “policiais” com a IV frota nos nossos mares .Essa corrida armamentista está prometendo..é o Brasil ñ vai aguentar o tranco…ñ temos um espirito de Guerra…Deus é Brasuca. (ou corsários…)

  259. Eu estava dizendo q o F-35 já apresenta problemas nos motores, e aviônicos , e + , q os ianks os venderiam c/ motores bem inferiores…digamos ao Brasil..e sem repasse de tecnológia ,eles podem ficar com td eles, Onegocio e o PakFa T-50 ter um caça = ou melhor..vai ser bom p/ td os envolvidos no projeto. e o Brasil poderia “vender ” os fabricados por nós..sem embarreramento. P/ontem.

  260. Lucrécio

    Se o pak-fa fosse equivalente ao f-35 seria um completo fiasco. O f-35, como o próprio nome indica(joint STRIKE fighter) é mais um ombardeiro que um avião de caça. É o equivalente moderno do f-105. Como avião de caça é inferior aos mais modernos sukhois. Simulações feitas pela própria usaf chegaram a essa conclusão.
    http://blog.wired.com/defense/2008/09/joint-strike-fi.html
    http://www.abc.net.au/news/stories/2008/09/24/2372540.htm
    http://worldwidewarpigs.blogspot.com/2008/09/f-35-paranoia-on-rise.html

    E os resultados da simulação refere-se à versão americana. As versões de exportação serão muito degradadas, sobretudo ao nível da furtividade e da electrónica.
    O pak-fa, pelo contrário, é concebido originalmente como avião de caça, num conceito semelhante ao do f-22. E muito provavelmente terá um desempenho muito mais proximo do f-22 que do f-35.

  261. Lucrécio

    Ao contrário do que muita gente pensa, a probabilidade de sucesso de um míssil guiado por radar é baixa. Nos conflitos recentes a usaf conseguiu taxas de sucesso de cerca de 50% para o aim-120 contra alvos mal pilotados e muito despidos de dispositivos de interferência electrónicos. Quanto mais bem equipado em termos de interferência for o alvo, mais baixa a probabilidade de impacto de um míssil guiado por radar. Isto significa que contra os mais modernos e mais bem equipados aparelhos de origem russa será necessário disparar vários aim-120 para abater um adversário. Não é por acaso que um caça moderno transporta normalmente entre 6 e 12 mísseis. Ele não pretende abater meia dúzia de adversários numa missão, apenas transporta as armas necessárias para atingir um ou dois no máximo. Se os dispositivos de interferência do inimigo forem suficientemente potentes pode tornar-se impossível abatê-lo com armas bvr e necessário a aproximação à distância que permita o disparo de uma arma guiada por infravermelho, essas sim, terrivelmente eficientes. Um f-35 transporta dois aim-120 no compartimento interno de armas. Isto significa que a probabilidade de atingir um inimigo difícil com um desses dois mísseis é baixa, e de seguida fica completamente vulnerável. Se transportar mais mísseis externamente perde-se toda a furtividade, e lento e pouco performante como é, torna-se um alvo muito fácil. Se o inimigo inibir o uso de armas bvr por meios de interferência e o combate cair para distâncias mais curtas, novamente o f-35, lento e pouco manobrável se torna um alvo muito fácil.

  262. gaitero

    Lucrécio, isto já foi desmentido pela própria USForces, se você ler os comentarios do BM você vai ver que todas essas informações foram desmentidas.

    E se ainda restam dúvidas, os exercícios envolvendo F-35 e Su não foram de combate, igual ao redflag, e sim de comunicação, acompanhamento e interação de seus sistemas de data link.
    Não houve nenhum combate simulado o que impede qualquer tipo de analize em termos de capacidade.

    Com relação aos misseis, a taxa de acerto como você mesmo disse é de aproximadamente 50 %, então se os caças carregam 12 misseis é para derrubar 6 caças não acha?????/

    Só lembrando que os exercícios simulados possuem softwares que interpretam a verdadeira reação do missel após o disparo, se este sofrer efeito de dispersores, mesmo sem ser lançados eles não vão acertar, simuladamente os caças.

    Em exercícios aqui mesmo no Brasil, F-5M + 2 r-darter + R-99 derrubaram 2 mirrages 2000. Oque prova a capacidade dos misseis.

    Um piloto da FAB que participou do red flag, disse que

    ”nos tinhamos que tomar cuidado, atirar só quando tivessemos certeza que iamos acertar, pois nós tinhamos 4 misseis e eles 8, não podiamos ficar sem misseis, e evitavamos ao maximo disparar, só disparavamos quando pensavamos que tinhamos 100% de chances de acertar.

  263. gaitero

    E felismente, os A-Darter serão misseis de 5 geração de curto alcançe, capacidade de acerto enorme para curta distância, pelo menos nisso o Brasil vai levar vantagem.

  264. Lucrécio

    >Com relação aos misseis, a taxa de acerto como você mesmo disse é de aproximadamente 50 %, então se os caças carregam 12 misseis é para derrubar 6 caças não acha?????/

    Não! 50% é sem interferências electrónicas significativas. Em face de grande interferência pode cair para 20% ou menos. Um f-35 carrega 2… isso não dá para mais que uns poucos segundos.

  265. Lucrécio

    >Lucrécio, isto já foi desmentido pela própria USForces, se você ler os comentarios do BM você vai ver que todas essas informações foram desmentidas.

    Evidentemente as autoridades americanas têm todo o interesse em desmentir toda e qualquer informação que ponha em risco um projecto e um negócio de milhares de milhões

  266. Todo e qualquer caça com tecnológia iank , ñ presta p/ n/FAB, e ñ será fabricado aki, ie. ñ teremos o repasse da tecnológia envolvida…turbinas , torpedos , radares, foguetes ; talvez só os Rússos nos ofereçam tal tecnológia , Então temos de fazer um acordo com estes item , e logo os Rússos tem seus interesses, claro ; + são bem + confiáveis.Operigo está a nossa volta e ao norte .

  267. falta é desenvolver um míssil para longas distâncias, o grande “segredo” do sucesso da USAF em todas as guerras aéreas dos últimos 40 anos…

  268. gaitero

    Eu não gosto de discutir sobre assunto de defesa, pois cada um defende um ponto de vista.

    #Não! 50% é sem interferências electrónicas significativas. Em face de grande interferência pode cair para 20% ou menos. Um f-35 carrega 2… isso não dá para mais que uns poucos segundos.

    Você pode provar? Eu gosto de dados, não estou discutindo só quero dados, fontes.

    #Evidentemente as autoridades americanas têm todo o interesse em desmentir toda e qualquer informação que ponha em risco um projecto e um negócio de milhares de milhões

    Não que eu esteja defendendo o F-35 mas, eu conheço este caça. E da mesma forma que eles gastam milhões, os Sus estão perdendo mercado, não pode ser este o verdadeiro motivo de terem falado que os F-35 tem problemas, e são piores que seus Sus???????

    Não devemos acreditar em nada que dizem, então eu não acredito nem nos Russos, e nem nos Americanos, por isto, eu mesmo não concordo com o que escrevi aqui, é só para te mostrar que existem várias hipóteses, e não devemos acreditar na 1 que aparece.

  269. Lucrécio

    >>Um f-35 carrega 2… isso não dá para mais que uns poucos segundos.
    >Você pode provar? Eu gosto de dados, não estou discutindo só quero dados, fontes.

    Lê um pouco sobre tácticas de combate e descobrirás que grande parte das vezes o primeiro disparo não pretende derrubar o inimigo, mas apenas forçá-lo a manobrar para perder energia e ficar em desvantagem para um segundo disparo ou eventualmente um terceiro disparo.

    >os Sus estão perdendo mercado, não pode ser este o verdadeiro motivo de terem falado que os F-35 tem problemas, e são piores que seus Sus???????

    Agora é a minha vez de perguntar por evidências que os sukhois estão a perder mercado. E quanto a ser esse o motivo, garantidamente não é porque as declarações foram prestadas por autoridades australianas.

  270. Uma fonte russa:
    “According to NPO Saturn, the program has moved into a second phase, that of production and testing of “several dozens” of Article 117S. The Article 117S represent an improved design (to the original Article 117 already tested) with lifetime extended to 4000 hours. This is comparable with 1000-1500 for the current production of AL-31F/PF and “several hundred” hours for the original Article 117. The improved version will have “minor” changes to the initial design. These are chiefly to address a streamlined production.”
    http://www.airfleet.ru/index.php?staid=1001062

    ou seja… está mais que confirmada a notícia do Fred…
    e mais um ponto para o Rafale.

  271. gaitero

    Lucrécio não vou responder.
    E você não me deu nenhum dado ou fonte.

  272. gaitero

    Pois é clavis, depois disto não falo mais de Su com o Fred ^^
    ele realmente me surpreendeu kkkkkkk
    E menos pontos para os Russos, Vantagem ainda é do Rafale.

  273. Lucrécio

    >o grande “segredo” do sucesso da USAF em todas as guerras aéreas dos últimos 40 anos…

    O segredo da usaf no pós-coreia foi sempre ter enfrentado adversários fracos e mal equipados em cenários completamente assimétricos. A maior parte dos combates são decididos muito antes dos disparos. O inimigo nunca goza da mesma “situational awareness”.

    “25,000 AIM-7E’s were produced, and saw extensive use during the Vietnam War, where its performance was generally considered disappointing. The mixed results were a combination of reliability problems (exacerbated by the tropical climate), limited pilot training in fighter-to-fighter combat, and restrictive rules of engagement that generally prohibited BVR (beyond visual range) engagements. The Pk (kill probability) of the AIM-7E was less than 10%;”

    “The most common version of the Sparrow today, the AIM-7M, entered service in 1982 and featured a new inverse monopulse seeker (matching the capabilities of Skyflash), active radar fuse, digital controls, improved ECM resistance, and better low-altitude performance. It was used to good advantage in the 1991 Gulf War, where it scored many USAF air-to-air kills; however its kill probability, overall, is still less than 40%.”

    (http://en.wikipedia.org/wiki/AIM-7_Sparrow)

    Quanto ao AIM-120 li algures que a taxa de sucesso anda nos 50% em situação real de combate, contra inimigo muito mal equipados, enquanto em simulações chega aos 86%. Nunca saberemos como seria num cenário equilibrado, contra um adversário bem equipado mas é fácil deduzir que caíria bastante. Na prática, as coisas nunca funcionam tão bem como se calcula e simula. No vietnam, inicialmente os caças americanos nem eram equipados com canhões, tal era a eficiência esperada dos mísseis.

  274. Lucrécio

    Gaitero, se queres fontes aqui tens:

    http://www.ausairpower.net/APA-Rus-BVR-AAM.html

    Se tiveres a ousadia de ler do princípio ao fim vais abrir os olhos para muita coisa que desconheces.

  275. gaitero

    Existem muitas coisas envolvidas em um combate.
    Depende, não só dos misseis, da capacidade dos pilotos, do equipamento embarcado, da ajuda de radares. Mas o que realmente interessa é que os céus são uma área primorosa em qualquer guerra, e dispor de uma grande quantidade de caças faz toda a diferença.

    Para mim, facil manutenção, disponibilidade e raio de ação são os principais fatores em um combate aéreo.
    Mesmo dispondo de caças inferiores. Pois nada adianta ter Sus, se estes estiverem ”Trocando a turbina” em quanto um Rafale, ou até mesmo um F-5Br sobrevoa a base aérea e despeja bombas, ou pior, já pensou importar turbinas no meio da guerra?

  276. gaitero

    Lucrécio não duvide da capacidade de ninguem as vezes eles podem te surpreender.

    E bem, vou lhe confessar não me interesso tanto por aeronaves e misses e sim por navios e submarinos.

    Infelismente, nem eu ou você acompanhou um teste de misseis BRV, então até mesmo este site “RUSSO” não possa nos dispor de fonte para afirmar algo, até por que, você não acredita em tudo que te falam ou acredita?

    Existe um video produzido pelo mesmo sujeito que publicou essas suas fontes, nós assistimos no youtube, nele 1 Su-35 em simulação destroi 4 eurofighter, e eles ainda estavam sendo acompanhados de um avião espião.

  277. gaitero

    Eu concordo que Misseis BRV são fundamentais em qualquer combate, eles podem destruir o ” apoio de um caça”
    Eles podem iterceptar transporte de tropas, de logística, mesmo como você mostro não tendo 100% de eficiência, eles não podem ser discartados, e um caça, mesmo o F-35 ou F-22 não estarem preparados para ultilizar outros misseis, eles podem se aproximar muito de um caça pela sua furtividade e capacidade stealth.

    Um missel BRV pode ser disparado tanto a 80 KM quanto a 30, e com certeza quanto menor a distância menor a capacidade de erro, ao contrário de um Su que a 100 KM, já é, devido a suas dimenções, localizado pelos radares de um F-22 ou 35.

  278. Lucrécio

    >Infelismente, nem eu ou você acompanhou um teste de misseis BRV, então até mesmo este site “RUSSO” não possa nos dispor de fonte para afirmar algo

    Que disparate…o site não é russo, é australiano. Para que me pediste fontes se nem te deste ao trabalho de verificar a origem, e muito menos ler.

    >Existe um video produzido pelo mesmo sujeito que publicou essas suas fontes, nós assistimos no youtube, nele 1 Su-35 em simulação destroi 4 eurofighter, e eles ainda estavam sendo acompanhados de um avião espião.

    Que barbaridade… dizer que esse vídeo anedótico foi produzido por um especialista na matéria com reconhecimento mundial.
    Bem, posto desta maneira… fico por aqui. Boa sorte com os navios e submarinos porque o resto não é, claramente, o teu forte. Não que isso tenha algum mal. Abraço

  279. gaitero

    Não, realmente um belo site.

    Eu que me espressei mal, eu quiz dizer que a fonte diulgadora dos dados, neste site inclusos é a mesma que divulgou este video…….

    http://br.youtube.com/watch?v=_Ksw8sMJrAo

    Pesso desculpas pela minha gafie.

  280. gaitero

    Agradeço pela sua participação, realmente aprendi muito com suas informações, e as vezes nós temos que cutucar pessoas que tem um conhecimento maior que o nosso para ver se absorvemos algumas informações ^^

    Realmente odeio o F-35, é um caça que não deu certo, foi projetado para ser um cavalo, atira e corre, e não conseguiu ser superior nem ao F-105.

    Pesso descupas acabei caindo antes do tempo ^^
    mas consegui te segurar por alguns instantes, o suficiente para absorver cada vez mais conhecimentos a respeito de aviação de caça.
    Nada que disse aqui com respeito a misseis tem algum nexo. ^^

    ÓTIMO SITE ESTOU AQUI LENDO MITAS INFORMAÇÕES.

  281. gaitero

    Agradeço pela sua participação, realmente aprendi muito com suas informações, e as vezes nós temos que cutucar pessoas que tem um conhecimento maior que o nosso para ver se absorvemos algumas informações ^^

    Realmente odeio o F-35, é um caça que não deu certo, foi projetado para ser um cavalo, atira e corre, e não conseguiu ser superior nem ao F-105.

    Pesso descupas acabei caindo antes do tempo ^^
    mas consegui te segurar por alguns instantes, o suficiente para absorver cada vez mais conhecimentos a respeito de aviação de caça.
    Nada que disse aqui com respeito a misseis tem algum nexo. ^^

    ÓTIMO SITE ESTOU AQUI LENDO MUITAS INFORMAÇÕES.

  282. gaitero

    Eu já ia abrir o jogo, mas não deu tempo.

    Digo por mim, Mas sua participação aqui neste quis é sempre bem vinda

  283. Lucrécio

    Gaitero, sem problemas. Fico contente por teres decidido dar uma segunda olhada. Se realmente te interessas pelo assunto vais descobrir que esse site é de facto excepcional, as constatações do autor são extremamente isentas e objectivas, e todas as opiniões são formuladas com base num conhecimento profundo sobre a matéria e largos anos de experiência.

  284. gaitero

    É sempre bom ter fontes que se afastam das matrizes, a Russia sempre vai falar bem de caças russos, a França, India, EUA.

    É importante ver fontes que não tenham nenhuma influência e lobby dos fabricantes.

  285. gaitero

    Qual sua opinião com respeito ao Fx-2? Qual caça voce acha o melhor ?

  286. gaitero

    Se lhe sobrar tempo pediria a você que desse uma olhada na introdução deste quiz, para ficar a par, pela sua datilografia você é português, mas mesmo assim acho importante ter pessoas como você, nos fornecendo fontes seguras e confiáveis, é inetressante saber oque é o Fx, a importancia para o Brasil, e as ofertas a cima já bem listadas pelo Clavis.

  287. Lucrécio

    Na minha opinião não importa qual é o melhor técnicamente para a missão que vai desempenhar. Essas decisões são quase sempre políticas e faz sentido que assim seja. A contrapartida tecnológica e comercial é o que interessa. O Brasil não vai entrar em guerra com ninguém. É demasiado extenso, demasiado democrático e demasiado importante económicamente para todo e qualquer outro país não prefira negociar e manter boas relações em vez de partir para o confronto armado do qual nada teria a ganhar.
    As questões tácticas e técnicas tomam importância onde existe o risco real de confrontos armados, e no tempo em que vivemos a ásia e o médio oriente são barris de pólvora onde se acumulam tensões e corridas ao armamento. A China em particular, é um gigante militarista cada vez mais fortemente armado e preparado para tentar tomar os territórios que reclama como seus. As preocupações dos vizinhos são grandes e fazem sentido. Países como o Japão, a Austrália e a Coréia do Sul tentam convencer os Estados Unidos a desembargarem o F-22. A razão é simples e evidente, é a única solução clara para enfrentar com sucesso os Flankers chineses apoiados por awacs, satélites, radares terrestres, estações de escuta, redes de dados, etc etc, bem ao estilo da usaf. Se a China partir para as armas acabaram as brincadeiras com inimigos da treta mal equipados e mal treinados. E nesse caso há a percepção clara que nada mais serve além do F-22, nem F-35, nem Typhoon, nem Rafale, nem Gripen. Não é por acaso, os Flankers modernos não são o lixo que os americanos e israelitas enfrentaram nas últimas décadas. Os americanos e israelitas enfrentaram o lixo que os russos/soviéticos vendiam para exportação a países incapazes de tirar partido até desse material de baixa tecnologia. Se a China partir para a agressão muito provavelmente vai inverter as coisas e rápidamente subjugar os vizinhos equipados com o lixo de exportação americano.

  288. Lucrécio

    O Brasil só tem de se preocupar em conseguir um bom parceiro tecnológico e comercial. Qual interessa mais? Sinceramente não sei.

  289. gaitero

    Bem, se manteve neutro, politicamente correto, mas eu concordo. Mesmo que muitos temam os EUA, e achem que este tem algum interesse em nossa amazônia verde, no que diz respeito a suas riquezas naturais, e a amazônia azul, ”oceano” no que diz respeito a suas rezervas petrolíferas.

    Temos que comprar caças, que não sejam lixos ^^.
    Mas que principalmente, nos forneça transferência de tecnologia, e príncipalmente que nós possamos tirar o máximo do aparelho, seja este qual for.

    Gripen e Rafale, ou até mesmo o Su-35 ou o F-18.

    Mas o melhor, investir em treinamento, em exercicios, fazer os pilotos cansarem de voar, para que se um dia quando formos ameaçados, possamos tirar proveito das dificuldades que você mesmo colocou. Da capacidade muito aquem dos misseis BRV em combate real, e suas dificuldades quando encontram contra medidas eficiêntes a sua frente. O Brasil felismente esta desenvolvendo um novo missel de 5 geração de curto/médio alcançe o A-darter em parceria com a Africa do Sul.

    E com certeza, o novo caça terá com tudo isto a cima listado, capacidade de defrontar qualquer ameaça, e dissuadir qualquer Potência.

  290. gaitero

    Qual interessa mais?

    Este é o maior problema, e por isto do Fx-1 terá sido cancelado, estamos falando de grandes países, com quem o Brasil possui um grande comércio, os EUA, são descartados pela sua falta de transferência, no que se diz respeito a tecnologia militar, nesta mesma barca o gripen, pois possui muita tecnologia made-in-EUA.

    A Briga fica entre Russia e seu Su, e França e seu Rafale.

    Só que a França saiu na frente, o Brasil vai adquerir 4 submarinos Marlin, e a França vai ajudar no casco do submarino nuclear brasileiro, O Brasiltambem pretende comprar 6 novos Navios, e as FREMM estão na mira da MB.
    Então se tudo se concretizar, creio que a parceria com a França não precise do Rafale para ser forte.
    Já com a Russia, bem eles compram muita carne brasileira, e falta contra partida, o Su poderia ser esta contra partida, mas muitos temem a falta de logística que os Russos proporcionam, oque você tem a dizer sobre os Sus principalmente o novo Su-35 BM

  291. gaitero

    Só lembrando que o Brasil assinou um pré contrato para entrar no progeto T-50 PaK-Fa.
    e a russia vai nos ajudar com nosso veículo lançador de satélites.

  292. gaitero

    Eu particularmente sou a Favor de uma parceria com os Russos, mas temo, pelo que nós escutamos, muitos reclamam da falta de logística do alto custo de manutenção.

  293. Lucrécio

    Na minha opinião, a idéia da ameaça dos Estados Unidos é totalmente absurda. Os Estados Unidos têm trocas comerciais em larga escala com o Brasil, além de inúmeros outros interesses que só podem satisfazer mantendo um bom relacionamento. Os Estados Unidos aprenderam uma boa lição no Vietnam. Não interessa dominar o ar sobre a selva, a selva tem de ser conquistada a pé. E não há dúvida que os Estados Unidos têm a capacidade de controlar o espaço aéreo sobre qualquer lugar do mundo excepto algumas partes do continente asiático. O Brasil pode adquirir seja o que fôr, nunca lhe seria possível resistir à força aérea ou à marinha dos Estados Unidos. Mas isso nada importa, os Estados Unidos nunca enviariam milhares de soldados para morrerem na selva, seria comnpletamente inaceitável para a opinião pública.
    Mas aqui já seria supor que ultrapassariam a barreira do absurdo ao agredir um país democrático com quem têm fortes relações económicas. As barreiras do absurdo são tantas que nem vale a pena equacionar o problema.

  294. gaitero

    E com relação aos Sus, oque voce tem dizer.

  295. gaitero

    Eu sou a favor dos Russos, eles nos ajudam no Veiculo Lançador de satélites, assinamos um pré contrato para a entrada no PaK-Fa T-50, e se tudo correr bem em dezembro entraremos definitivamente no consórcio Russo-Indiano, mas muitos dizem que a logística Russa não é boa, que os Sus tem custo elevado de manutenção, oque você acha, é realmente tão diferente, tão dificil, ou poderemos dar conta?

  296. Lucrécio

    Estou plenamente convencido que o novo Su-35, enquanto aparelho de defesa aérea é largamente superior ao Rafale, sobretudo pela velocidade, autonomia de combustível, diversidade e alcance das armas ar-ar e número de armas a bordo, potência do radar e potência dos sistemas de interferência. Acredito até que um Su-35 pode fazer o trabalho de 2 Rafale porque pode cobrir uma área muito maior, permanecer muito mais tempo no ar, carregar muito mais armas e cobrir uma área muito maior com o radar e restantes sensores. Se estivéssemos a falar de um país como a suiça, nada disso teria qualquer importância do ponto de vista táctico devido à pequena dimensão do território. E nesse caso um Rafale valeria tanto como um Su-35. Quando falamos de um país com a extensão do Brasil, tudo isso se torna muito importante, e o número de aparelhos que se pode adquirir e manter com determinado orçamento não pode ser equacionado de maneira tão simples. Mas como já disse acho que tudo isso não tem qualquer importância quando comparado com questões políticas e comerciais.

  297. gaitero

    Bem, então se eu te disser que o Brasil esta a desenvolver um submarino nuclear e que a França vai nos ajudar a contruir um casco para nosso reator, e que compraremos 4 submarinos scórpone, e possivelmente 6 fragatas FREMM, todos made-in-frança.

    E que temos um deft comercial com a Russia, vendemos muita carne e o Su poderia ser a contra partida, da mesma forma que a França os Russos estão nos ajudando com o VLS ( veículo lançador de satélites) e nos convidaram a aprticipar do T-50 PaK-Fa de 5 geração.

    Oque você escolheria Rafale ou Su-35???

  298. Lucrécio

    Se voltares às origens tanto do Rafale como da família Flanker encontrarás rápidamente uma resposta do ponto de vista puramente técnico e táctico. O Flanker foi concebido para defender a União Soviética e escoltar bombardeiros sobre a Europa central, missões de dimensão continental, como as que serão exigidas a um aparelho ao serviço do Brasil. O Rafale foi feito para responder às exigências francesas, que pouco ou nada têm em comum com o Brasil.

  299. Lucrécio

    Talvez esquecesse as questões tácticas e escolhesse o Rafale pela maior facilidade em ter a França como parceiro tecnológico. A França é um país com muitas marcas em África e no Pacífico, uma sociedade mais aberta e multicultural. Será muito mais produtivo lidar com eles

  300. gaitero

    E sobre o Fato de os Sus terem de trocar toda a turbina a cada 4 mil horas de vôo, quero dizer, o custo operacional não é astronomicamente maior?

    A logística Russa que tantos criticam, é realmente verdadeira?

  301. Sr.lucrécio espero q tenhas razão, kanto aos invasores ianks.Ocorre entretanto q os n/ vizinhos estão c/ problemas e trazendo-os até nós ,Brasucas ; e q preiteamos um lugar na cadeira “ad eternum” na ONU.E Caça p/ eu é ,até o momento o Su 35 o dos ianks ñ conta eles ñ venden , ainda, a fabrica possivelmente terá de vender outros p/ se manter aberta; e sem inovações..cadê o estimulos em U$ ?Até pq os Rússos são n/ cliente comercias e por acordo , vai tranferir -nos conhecimento sensível..Já está na hora de andarmos com n/ próprias pernas..O PakFa T50…Podemos até ñ encar a tal superioridede áerea iank..+ podemos causar-lhes sérias baixas , tendo uma linha de defesa de médio alcance e de longo alcance , S-300 e S-400 e Vls vira missil de longo alcance…é a china , tem olhos p/ formosa..eu até acho justo, e parte de seu território ..ChangaiShek..O meu medo são os ” generosos saxões do norte”..

  302. gaitero

    Bom vou aguardar esta reposta outra hora ^^

    Na verdade acabei fazendo uma entrevista com você, mas é muito importante saber o que pessoas, que ainda não foram influenciados pelas notícias aqui e em outros sites publicadas, têm a dizer. Foi muito proveitosa sua participação terei de sair agora. Agradeço pela paciência, e principalmente por ter aceitado, minha brincadeira anteriormente feita, realmente vi que você era um português com muito potencial e que poderia trazer informações novas e desprovidas de qualquer ponto de vista ou lobby já apontado anteriormente.

    Muito obrigado mesmo, foi tão proveitoso que até entramos no top dois de quiz mais comentado

    Até uma proxima oportunidade. ^^

  303. Lucrécio

    O custo operacional é evidentemente maior. Mas como disse anteriormente, isso não pode ser equacionado numa relação de 1 Su-35 para 1 Rafale. Talvez com o mesmo dinheiro que sustenta X Rafales possa sustentar Y Su-35. Nesse caso teria de equacionar se seria preferível ter X Rafales à disposição os Y Su-35.
    Tomemos como exemplo o B-2 versus B-52. Um B-2 talvez custe tanto a manter como cinco B-52(apenas uma suposição). Neste caso seria necessário equacionar qual é preferível ter: um B-2 ou cinco B-52. Em primeiro lugar, qual o grau da ameaça? Se estamos a falar do Afeganistão, onde um B-52 pode operar à vontade, até um único B-52 é preferível a um B-2. Mas e se a ameaça é de alto grau? Se estamos a falar da China, por exemplo? Se cinco B-52 forem enviados quantos conseguem atingir o alvo? E quantos regressam? Quase certamente nenhum. E no caso do B-2? Muito provavelmente regressaria com a missão cumprida.
    Os números não podem ser avaliados de maneira simples, numa base de um para um. Mas volto a dizer que neste caso e na minha opinião essas questões não são muito importantes.

  304. gaitero

    Não podeira sair sem ler sobre esta pergunta ^^

    Bem, seu ponto de vista, mesmo não parecendo, por eu ter escondido o jogo, são compatíveis com as minhas e com a maioria dos nossos companheiros.

    Foi muito proveitoso mesmo, muito obrigado, espero ver você mais vezes comentando neste quis.

    Na verdade acabei fazendo uma entrevista com você, mas é muito importante saber o que pessoas, que ainda não foram influenciados pelas notícias aqui e em outros sites publicadas, têm a dizer. Foi muito proveitosa sua participação terei de sair agora. Agradeço pela paciência, e principalmente por ter aceitado, minha brincadeira anteriormente feita, realmente vi que você era um português com muito potencial e que poderia trazer informações novas e desprovidas de qualquer ponto de vista ou lobby já apontado anteriormente.

    Muito obrigado mesmo, foi tão proveitoso que até entramos no top dois de quiz mais comentado

    Até uma proxima oportunidade. ^^

  305. todos os comentadores são bem vindos, por aqui, especilmente vocês os dois, Lucrécio e Gaitero… Especialmente porque alinham comigo na escolha pelo Rafale, ehehehe 😉

    (infelizmente, na minha defesa do AIP e aversão ao SNA… continuo isolado, mas teimosamente convicto! 🙂

  306. Pjms

    Parabens à todos por mais uma conversa interessante!!! Quando em algum blog, todos compactuam com amesma opinião, realmente não fica interessante. O que seria do amarelo se todos gostassem do verde!!!

    []s

  307. gaitero

    É por isto que eu torço pro parana clube, que infelizmente caiu para 2 divizão, e quase para a 3, mas estamos nos recuperando kkkkkkkkkkkk

  308. Pjms

    Notícias “frescas”:

    “ISTOÉ – Independente EDIÇÃO NR 2030 – 01 OUT 2008
    CIÊNCIA E TECNOLOGIA
    A hora de comprar armas
    O governo decide: o reaparelhamento das Forças Armadas com equipamentos de alta tecnologia vai estar vinculado ao desenvolvimento da indústria brasileira
    Mário Simas Filho
    Na última semana, enquanto cerca de dez mil militares do Exército, Marinha e Aeronáutica
    participavam de treinamento conjunto na praia de Itaoca (ES), o ministro da Defesa, Nelson Jobim,
    trabalhava para finalizar o plano estratégico que indicará a destinação das Forças Armadas. Por
    determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o projeto deverá ser lançado até o final de outubro.
    Antes disso, porém, o plano deverá ser apreciado pelos ministérios do Planejamento, Fazenda, Relações
    Exteriores e Ciência e Tecnologia, e submetido ao Conselho de Defesa Nacional. Mais do que por
    detalhar a missão dos militares, o plano é importante porque orientará a forma como o Brasil vai investir
    para reequipar as forças militares. “Os equipamentos adquiridos serão aqueles necessários para dar
    cumprimento às metas estabelecidas”, afirmou Jobim. Além disso, segundo o ministro, o
    reaparelhamento das Forças Armadas servirá para que o País avance tecnologicamente, permitindo
    maior desenvolvimento da indústria nacional. “A transferência de tecnologia é um dos principais critérios
    na definição sobre o que vamos comprar”, disse Jobim.
    Apesar de o plano estratégico estar em fase final de acabamento, algumas decisões já foram
    sacramentadas pelo governo. Uma delas diz respeito à substituição dos caças supersônicos da Força
    Aérea Brasileira. Tanto a Aeronáutica como o Ministério da Defesa concluíram que o País precisa de no
    mínimo 102 novos caças de última geração. A decisão do governo é que nos próximos 20 anos sejam
    comprados 36 caças, com total transferência de tecnologia, de maneira que os outros 66 possam ser
    fabricados no Brasil, por empresas nacionais. “Precisamos ter a tecnologia suficiente para produzir
    nossos equipamentos e colocar a indústria brasileira em patamares competitivos internacionalmente”,
    afirmou na quarta-feira 24 um dos oficiais da FAB envolvido na seleção dos caças que serão adquiridos.
    Três aviões disputam esse pacote de aproximadamente US$ 4 bilhões: o francês Rafale, o russo Sukhoi
    e o sueco Gripen. Os fabricantes já responderam a uma série de quesitos elaborados pelo Brasil e novas
    questões poderão ser colocadas, principalmente no que diz respeito ao nível de transferência
    tecnológica.
    Sabe-se, por exemplo, que os suecos não podem assegurar a total transferência de tecnologia
    do Gripen. O avião possui vários componentes de fabricação americana e o governo dos Estados Unidos
    não permite que essa tecnologia seja vendida a outros países sem o consentimento prévio da Casa
    Branca. “Isso não interessa ao Brasil”, disse o oficial da FAB ouvido por ISTOÉ. Apesar de alguns
    simpatizantes do avião sueco entenderem que esse é um impasse contornável, registros do
    Departamento de Estado dos EUA apontam em outra direção. A lei é severa. O descumprimento dela
    implica em sanções civil e criminal. Com multas de até US$ 1 milhão e prisão de até dez anos. Em 2007,
    apenas em processos civis, o governo americano distribuiu multas no valor de US$ 60 milhões. Na área
    criminal, houve 283 prisões, 198 indiciamentos e 166 condenações.
    Outra decisão já tomada pelo governo se refere à Marinha. “O Brasil precisa estar preparado
    para defender sua costa, principalmente com as novas descobertas de petróleo”, avalia o ministro Jobim.
    A decisão é que o País irá apostar no desenvolvimento de um submarino nuclear. Para tanto, já fechou
    um acordo com os franceses para a compra de quatro submarinos convencionais. O objetivo é
    desenvolver em território nacional um casco que permita a acomodação do reator nuclear, já em
    desenvolvimento no País, até 2020. Segundo o ministro Jobim, a negociação foi consolidada no encontro
    entre os presidentes Lula e Nicolas Sarkozy (FRA), em fevereiro.
    Ao contrário dos alemães, com os quais o Brasil tinha parceria em submarinos, os franceses têm
    esses equipamentos movidos a energia nuclear e se comprometem a transferir a tecnologia necessária
    para o desenvolvimento de um novo casco no Brasil, maior que o usado nos submarinos convencionais.
    Para tanto, o governo terá agora que investir em instalações seguras para a construção dos novos
    equipamentos. A Marinha comemorou a decisão, mas alguns oficiais estão apreensivos. Querem
    assegurar um fluxo de recursos para a próxima década, para evitar que o projeto sofra interrupções por
    causa de questões orçamentárias”.

    []s

  309. Pjms

    Boa tarde foristas.

    Para quem gosta de submaninos:

    “Dada a Partida no Programa do Submarino Nuclear Brasileiro
    Escrito por Felipe Salles
    Sáb, 27 de Setembro de 2008 04:11

    ALIDE

    Marinha dá a partida nesta sexta-feira do programa de desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear Nacional

    No Salão Nobre do segundo andar do histórico Edifício Tamandaré, no Centro do Rio de Janeiro, a Diretoria Geral de Material da Marinha do Brasil – DGMM – reuniu uma ampla platéia de oficiais da ativa e da Reserva para anunciar a ativação da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear-COGESN. Este evento é a muito antecipada culminação de uma longa ambição da Marinha do Brasil que remonta ao ano de 1979.

    Para capitanear este histórico esforço foi convocado o Almirante-de-Esquadra da reserva José Alberto Accioly Fragelli. Os objetivos primários da COGESM serão:

    a) Gerenciar o projeto e a construção do estaleiro dedicado aos submarinos

    b) Gerenciar o projeto e a construção da nova base de submarinos

    c) Gerenciar o projeto e a construção do Submarino com propulsão Nuclear S(N)

    A cerimônia oficial foi curta e objetiva, sendo seguida por entrevistas com o Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto, do Almirante Fragelli e do assistente da presidência da Eletronuclear, Sr. Leonam dos Santos Guimarães.

    O Comandante da Marinha iniciou seu comentário à imprensa confirmando que “realmente caberá aos franceses a tarefa de fornecer quatro submarinos convencionais a serem construídos no país. Em paralelo durante os primeiros seis anos do acordo ocorrerá o desenvolvimento e o projeto do submarino com Propulsão Nuclear. Em seguida, nos seis anos seguintes, acontecerá a construção efetiva do Submarino Nuclear. Para realizar o lado fabril será constituído um novo estaleiro, de capital civil dedicado aos dois tipos de submarinos. Estão “nos finalmentes” os processos de determinação do local específico deste novo Estaleiro, mas desde já pode-se garantir que ele ficará em algum lugar da costa ao redor da Baía de Sepetiba, convenientemente próximo da fabrica de estruturas metálicas pesadas da Nuclep a quem, como já ocorre hoje, caberá a construção das seções de casco de todos os novos submarinos. Este novo estaleiro representa o efetivo fim da construção de submarinos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro –AMRJ, liberando seus espaços produtivos para outros programa incluídos no PRM.

    Segundo o Almirante Júlio Soares de Moura Neto “a região escolhida é chave, pois permanece próxima de toda a infra-estrutura fabril, industrial e técnica naval do Rio de Janeiro, tem logística facilitada pela presença do porto de Sepetiba e da fábrica da Nuclep, além de ser uma região que por já abrigar as três usinas nucleares do país tem uma “cultura nuclear” o que reduz os riscos de questionamentos de fundo político sobre a presença de meios nucleares como o novo submarino por lá. Com a assinatura pelos presidentes Lula e Sarkozy em dezembro deste ano ainda dos contratos, já devemos iniciar a construção do estaleiro nos primeiros meses de 2009.” Dando mais detalhes ele continuou:” o primeiro submarino convencional deve ser entregue no máximo cinco anos após o início do programa industrial, cada novo submarino devendo ser entregue com m espacejamento de dois anos após o anterior. Após sua modernização, os atuais U209, os Classe Tupi, serão mantidos por vários anos expandindo a rota nacional de cinco para um total de nove submarinos convencionais. Sobre o armamento, ele informou que todos os Tupis e os novos subs convencionais serão capazes de disparar mísseis anti-navio por seus tubos de torpedo, tendo apenas que realizar algumas alterações menores nos seus sistemas embarcados de controle de tiro.

    Continuando, o “Charlie-Mike” explicou que várias razões apontam para a necessidade de termos submarinos de propulsão nuclear na nossa frota:

    a) Todos os países do Conselho de Segurança da ONU tem o domínio da construção de submarinos nucleares.

    b) A crescente presença do Brasil no atual Cenário Global exige um novo patamar de poder naval e militar, um que seja compatível com nossas ambições e com nossa potência econômica.

    c) O imenso tamanho de nosso litoral e a grande área representada pela “Amazônia Azul”.

    d) A descoberta das ricas reservas de gás e petróleo do pré-sal serão motivadores e, ao mesmo tempo, viabilizadores desta nova geração de submarinos da nossa Esquadra

    Sobre o casco o Comandante da Marinha ressaltou que nos submarinos convencionais antigos o casco era dividido em cerca de nove segmentos, enquanto nos novos este número fica entre quatro e cinco segmentos. O casco ser usado no Submarino com Propulsão Nuclear, devido ao estágio atual de desenvolvimento, ainda não se sabe ao certo. O prazo de 12 anos para o desenvolvimento e construção é considerado pelo CM “bastante bom”, tendo em vista que o último programa francês lhes tomou quinze anos.

    Durante muitos anos o programa nuclear da Marinha padeceu de uma quantidade claramente insuficiente de verbas o que não permitiu ir além da primeira fase, a do Ciclo de enriquecimento do Urânio, das centrifugas e do Labgene, o Laboratório de Geração Núcleo-Elétrica, um reator atômico nacional desenvolvido junto com a USP. “Este reator já tem as dimensões adequadas para ser colocado dentro do casco do nosso futuro submarino, não sendo necessário mais nada em termos de miniaturização” arrematou o Se Leonam da Eletronuclear. O LABGENE, produzindo 11Mega Watts, deve ser usado não apenas para mover nosso submarino mas também para gerar eletricidade para cidades de até 20000 habitantes. Perguntado se o Submarino com Propulsão Nuclear , por ser único, seria um “protótipo” ele sorriu e disse “protótipo, não. digamos que ele é um “cabeça de série”.

    O Almirante Fragelly, por sua vez, comentou que “seu envolvimento neste programa se iniciava ali mesmo, com sua nomeação. Não tendo por xemplo, visitado Rússia e França ao lado das comitivas ministeriais ou militaresà aqueles países” Mas marcou que a lista de países candidatos a parceiro estratégico não era muito grande pois apenas a Rússia e a França tinha tecnologia para a fabricação de submarinos nucleares e convencionais [nota da ALIDE: Curiosamente o Almirante deixou de fora desta lista a China, que também já demonstrou saber fazer dos dois tipos de submarinos.] Três superintendências subordinadas a ele já estão definidas, elas serão Engenharia, Submarinos e Administrativa. O resto da organização ainda não está fechada. Cerca de 600 pessoas devem compor a força de trabalho do novo Estaleiro, que sendo privado permite à Marinha focar suas energias nas áreas onde a indústria de defesa nacional não possa atender.

    Para a DGMM, o Programa do Submarino com Propulsão Nuclear será “o maior desafio gerencial e tecnológico jamais encarado pela Marinha do Brasil”, se configurando num “caminho sem volta” para a tecnologia nacional. Mãos a obra, Senhores, o Brasil anda ansioso por boas notícias como esta”.

    []s

  310. Pjms

    Voltando à Fab. Este trecho que tirei da “Notícias frescas”:

    “Tanto a Aeronáutica como o Ministério da Defesa concluíram que o País precisa de no
    mínimo 102 novos caças de última geração. A decisão do governo é que nos próximos 20 anos sejam
    comprados 36 caças, com total transferência de tecnologia, de maneira que os outros 66 possam ser
    fabricados no Brasil, por empresas nacionais. “Precisamos ter a tecnologia suficiente para produzir
    nossos equipamentos e colocar a indústria brasileira em patamares competitivos internacionalmente”,
    afirmou na quarta-feira 24 um dos oficiais da FAB envolvido na seleção dos caças que serão adquiridos.
    Três aviões disputam esse pacote de aproximadamente US$ 4 bilhões: o francês Rafale, o russo Sukhoi
    e o sueco Gripen. Os fabricantes já responderam a uma série de quesitos elaborados pelo Brasil e novas
    questões poderão ser colocadas, principalmente no que diz respeito ao nível de transferência
    tecnológica.
    Sabe-se, por exemplo, que os suecos não podem assegurar a total transferência de tecnologia
    do Gripen. O avião possui vários componentes de fabricação americana e o governo dos Estados Unidos
    não permite que essa tecnologia seja vendida a outros países sem o consentimento prévio da Casa
    Branca. “Isso não interessa ao Brasil”, disse o oficial da FAB ouvido por ISTOÉ. Apesar de alguns
    simpatizantes do avião sueco entenderem que esse é um impasse contornável, registros do
    Departamento de Estado dos EUA apontam em outra direção. A lei é severa. O descumprimento dela
    implica em sanções civil e criminal. Com multas de até US$ 1 milhão e prisão de até dez anos. Em 2007,
    apenas em processos civis, o governo americano distribuiu multas no valor de US$ 60 milhões. Na área
    criminal, houve 283 prisões, 198 indiciamentos e 166 condenações”.

    Ps: De acordo com o que está dito, o Gripen nadou, nadou e morreu na praia. Aparentemente ficaram somente o SU-BM e o Rafale.

    []s

  311. gaitero

    Sim, como era previsto.
    Bem, 102 caças?

    comprados 36 caças, com total transferência de tecnologia, de maneira que os outros 66 possam ser
    fabricados no Brasil, por empresas nacionais.

    Xi…… para que isto acontessa só fabricando sob licença, então temos um vencedor, e ele é o Su-35…………………..

  312. Pjms

    Porquê?? No caso do Rafale, não poderia ser sob licença?

  313. gaitero

    Não sei, mas com certeza é mais dificil.

    A Russia já tem tradição no que se diz respeito a fabricação sob licença, como para China e India, não conheço, posso estar errado, mas não conheço nenhum país que fabricou caças francêses sob licença.

    Até porque, se o PaK-Fa continuar, será necessário esta interação, este caldo, fabricar sob licença Rafales por exemplo, não teria sentido. Já que a tecnologia é diferente.

    Estava convicto, de que, se este fosse montado aqui no Brasil, o caça escolhido seria o Rafale, mas se realmente se confirmar este quesito sob licença. Realmente vai ficar mais dificil.

  314. pjms

    Mas segundo o jobim já falou, que os primeiros caças(12 caças) “O Brasil deve, então, importar 12 caças franceses Rafale para legitimar o início da fabricação nacional”. Esta posição do Jobim, quando estava falando dos Rafale!!! Será que ele falou demais??

    []S

  315. gaitero

    No fundo no fundo, eu quando mais novo sonhava em ver a FAB operando o F-18 ^^
    E o F-18 E/F, é um caça realmente fantástico.

    Só lamento a transferência de tecnologia.
    Mas para ser sincero, e agora vamos falar a verdade, que diabos de tecnologia eles pretendem absorver?
    Para que tudo isto, são caças, é da defesa do Brasil que estamos falando, para que tanta enrrolação.
    Meu deus, temos caças fantásticos a venda, qualquer um serve, mas não ficam enrrolando A espanha que é um peido perto donosso território que tem uma econômia menor que a nossa, tem 240 caças, e nós lutando para ter 120, e ainda nos enrrolamos, meu deus.

  316. gaitero

    Olha, depois de um tempo encontrei

    F-18 E / F vs F-35.

    Semana da Aviação e Defesa News, são movimentada esta semana sobre uma sugestão feita pela Boeing para comprar F-18 E / F Super Hornets vez da Lockheed F-35 Joint Strike Fighters, e voar o Hornets, enquanto espera por algo melhor do que o JSF.
    Pode-se alegar que esta é apenas a Boeing que tentam roubar os seus maiores rivais da empresa no mercado lucrativo lutador: Lockheed. Embora o Super Hornet carece de alguns dos regimes furtiva ea proposta do F-35, tem vários pontos fortes:

    * O F-18 E / F é uma aeronave já provou na produção / serviço
    * Austrália já decidiu fazê-lo, e vários outros países estão a considerar Super Hornet aquisições no futuro próximo
    * Para todas as suas forças, o F-35 só vai superar ligeiramente o F-16 é destinado a substituí-lo e provavelmente não poderá encher o papel da A-10
    *O Super Hornet pode realizar sobre o mesmo que o F-35 com algum sistema de upgrades
    * Por pelo menos uma estimativa, uma F-35, pelo menos,custa duas vezes mais do que um F-18 E / F

    Junto com estes fatos é uma forma muito importante: a produção do F-35 já foi adiada várias anos, e as coisas não estão ficando muito melhores. A Boeing parece estar perguntando: “Por que esperar mais quando você pode ter o F-18 (Uma solução eficaz e realista) agora? Enquanto isso você pode estar trabalhando na próxima geração de aviões de caça.”

  317. A espanha tem 240 caças o Brasil nenhum..td bem. Os 120 Su 35 estão vindo aí , e o Sub nuclear, o Alm. Chefea MB dalou isso hoje (20/9/2008 )..eu tenho de acreditar .São mts os problemas a nossa volta. É os Rússos sempre cumprem os acordos, se tem tranferência de conhecimento sensível , eles farão.Ñ são ” espertos “, como os ianks..

  318. Abrôncio

    gaitero disse: [A espanha que é um peido perto donosso território que tem uma econômia menor que a nossa, tem 240 caças]

    -O PIB espanhol é maior que o brasileiro
    http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_GDP_(nominal)
    -A força aérea espanhola tem cerca de 170 caças
    http://en.wikipedia.org/wiki/Spanish_Air_Force

  319. Pegasus

    Abroncio, muito bom os sites que vc colocou a disposição, peço desculpas pelo meu patricio gaitero.Em relação ao PIB, realmente, a Espanha esta levemente a frente do Brasil, mas considerando sua estrutura interna e desenvolvimento humano, esta disparada na frente. Me surpreendeu que a Colombia esteja a frente do Chile e a Argentina esteja a frente da Venezuela, apesar da Venezuela ser a unica a dar credito a Argentina e comprar os Bonus emitidos por ela, realmente, Abroncio deu uma bela contribuição aos nossos debates.

  320. Fred

    Se a metodologia aplicada for em relação ao poder de compra, então o Brasil fica na frente da Espanha, se for o método tradicional, ficamos ligeiramente atrás, porém a previsão é que nos próximos anos o Brasil alcance a 8 posição do racking convencional.

    Porém, sempre tem um porém, para atingirmos o nível de qualidade de vida médio de, por exemplo, um português, ainda serão necessário de 25 a 30 anos de crescimento do País. Ainda há um longo caminho a trilhar. 🙂

    O Chile deve alcançar nível médio português de qualidade de vida em 10 ou 12 anos, se continuar crescendo como vem vindo. Bem antes do Brasil Claro que o encolhimento da economia mundial também ajuda! 🙂

    Lembrando claro que o Chile inteiro tem a população da grande São Paulo. Uns 15 ou 16 milhões.

    Usei o Chile e Portugal pois ambos tem pibs PPP parecedos, a diferença é a população (o Chile tem um pouco mais de 4 milhões de almas a mais que Portugal) 😉

  321. Abrôncio

    a quem interessar, o pib per capita. azul acima da media mundial, laranja abaixo da media mundial

    http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Average_GDP_PPP_per_capita.svg

  322. gaitero

    Abrônico discordo

    Considerando-se o PIB brasileiro de 2007 divulgado em, 12/03/2008, pelo IBGE (R$ 2,36 trilhões), e o valor do dólar nesta data (R$ 1,674), o PIB brasileiro em dólar alcançou US$ 1,41 trilhão em 2007. Na hipótese de não ter ocorrido mudança significativa no PIB espanhol, o Brasil teria assim passado a ocupar a 8ª posição no mundo, atrás da Itália.

    Mas de qualquer forma, são diferenças insignificantes, comparado a magestosa diferença entre as forças armadas.

    Sobre os caças.

    F-18 Hornet M+ (MLU) 91 unidades

    Northrop F-5B 22 unidades

    Mirage F1 M 51 unidades

    Só que você desconsiderou os mais importantes,
    Eurofighter Typhoon 87 + 16 Unidades (103 Unidades)
    ainda em construção.

    Você, em nenhum momento errou em seus calculos, mas suas fontes são só um pouco antigas, de 2005, no máximo, só que estamos aqui para esclarecer, então se sinta esclarecido ^^

    grato pela participação.

  323. gaitero

    Aqui tem um Ranking de 2007 se voce quiser ver, é um pouco mais atual
    http://democraciapolitica.blogspot.com/2008/03/brasil-cresce-no-ranking-mundial-do-pib.html

  324. gaitero

    Como não foi possivel apssar as fontes, pois não são aceitas no Blog, passo as tabelas

    Vejamos as principais economias do mundo em 2005 segundo o “Almanaque Abril 2008”:

    1º) EUA – PIB de US$ 12,416 trilhões;
    2º) Japão – PIB de US$ 4,534 trilhões;
    3º) Alemanha – PIB de US$ 2,795 trilhões;
    4º) China – PIB de US$ 2,234 trilhões;
    5º) Reino Unido – PIB de US$ 2,198 trilhões;
    6º) França – PIB de US$ 2,196 trilhões;
    7º) Itália – PIB de US$ 1,762 trilhões;
    8º) Espanha – PIB de US$ 1,125 trilhões;
    9º) Canadá – PIB de US$ 1,114 trilhões;
    10º) Brasil – PIB de US$ 882 bilhões;
    11º) Índia – PIB de US$ 805 bilhões;
    12º) Coréia do Sul – PIB de US$ 788 bilhões;
    13º) México – PIB de US$ 768 bilhões;
    14º) Rússia – PIB de US$ 764 bilhões;
    15º) Austrália – PIB de US$ 732 bilhões;
    16º) Taiwan – PIB de US$ 680 bilhões;
    17º) Holanda – PIB de US$ 624 bilhões;
    18º) Bélgica – PIB de US$ 370 bilhões;
    19º) Suiça – PIB de US$ 367 bilhões;
    20º) Tuequia – PIB de US$ 362 bilhões;
    21º) Suécia – PIB de US$ 358 bilhões;
    22º) Arábia Saudita – PIB de US$ 309 bilhões;
    23º) Polônia – PIB de US$ 303 bilhões;
    24º) Áustria – PIB de US$ 303 bilhões;
    25º) Noruega – PIB de US$ 296 bilhões;
    26º) Indonésia – PIB de US$ 287 bilhões;
    27º) Dinamarca – PIB de US$ 258 bilhões;
    28º) África do Sul – PIB de US$ 239 bilhões;
    29º) Grécia – PIB de US$ 225 bilhões;
    30º) Irlanda – PIB de US$ 202 bilhões;
    31º) Finlândia – PIB de US$ 193 bilhões;
    32º) Irã – PIB de US$ 190 bilhões;
    33º) Portugal – PIB de US$ 183 bilhões;
    34º) Argentina – PIB de US$ 181 bilhões.

    COLOCAÇÃO DOS 10 MAIORES PIB EM 2007

    Em 2007, a China ultrapassou a Alemanha e o Brasil, com o PIB de US$ 1,3 trilhão, ultrapassou o Canadá, passando para o 9º lugar. A colocação ficou a seguinte:

    1º) EUA;
    2º) Japão;
    3º) China;
    4º) Alemanha;
    5º) Reino Unido;
    6º) França;
    7º) Itália;
    8º) Espanha;
    9º) Brasil;
    10º) Canadá.

    P.S.: Considerando-se o PIB brasileiro de 2007 divulgado hoje, 12/03/2008, pelo IBGE (R$ 2,36 trilhões), e o valor do dólar nesta data (R$ 1,674), o PIB brasileiro em dólar alcançou US$ 1,41 trilhão em 2007. Na hipótese de não ter ocorrido mudança significativa no PIB espanhol, o Brasil teria assim passado a ocupar a 8ª posição no mundo, atrás da Itália.

  325. gaitero

    asi fontes para não restarem dúvidas.
    PiB do Brasil é o 8 do mundo

    http://oglobo.globo.com/economia/mat/2007/03/22/295045546.asp

  326. gaitero

    Mas, de qualquer forma, a diferença é mínima, só quiz dizer, que mesmo estando, na frende em alguns cálculos e atráz em outros, é um absurdo termos uma diferença tão grande com relação a aviação de caça, já que abos investem 1.5 % do pib, que é praticamente o mesmo.
    Ou seja, nós estamos investindo erradamente?????/

  327. Pjms

    Boa tarde foristas.

    No caso acima, podemos colocar realmente como caças ativos, os F18 e Typhoon. Poderiamos contar então 178 caças em condições de defesa. Os Mirage e F5 seriam somente para bombardeios e reconhecimento. É ridiculo uma FA como a nossa, temos como pricipal defesa 12 mirages(incompatíveis com os R99 no data link ) e 26 F5EF/M, que praticamente são os mais eficazes; sendo que nosso território equivalesse a europa.Temos que o mais rápido possivel melhorar em caças em qualidade e quantidade.

    []s

  328. gaitero

    Foi isto que eu quiz dizer, pelo menos alguem que me escuta xD, brincadeira, ^^

    Mas é pifeo, alguns acharem que não conseguiremos operar 120 caças.
    ^^

  329. gaitero

    Exército terá batalhão de aviação na fronteira

    O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o comandante do Exército, Enzo Martins Peri, estarão amanhã em Campo Grande (MS) lançando a pedra fundamental da nova sede do 3º Batalhão de Aviação do Exército, que tinha sede em Taubaté, no interior paulista. O batalhão será a base operacional de helicópteros do Exército, devido ao seu posicionamento estratégico – ele está próximo das fronteiras com Bolívia e Paraguai. A informação é da assessoria do Comando Militar do Oeste (CMO).

  330. Abrôncio

    gaitero, os dados da wikipedia são relativos a 2007. Mas concordo que a diferença é insignificante, e para o caso é indiferente quem está 1% acima ou 1% abaixo.
    Em relação aos caças é que estamos completamente em desacordo pelo seguinte: você inclui as encomendas na lista do total. Isso não pode ser contabilizado assim, porque esses cerca de 100 aparelhos encomendados vão ser produzidos e entregues ao longo de muitos anos, e durante esses anos muitos dos aparelhos no activo vão ser abatidos, talvez em número idêntico. Mas como podemos fazer futurologia e adivinhar quantos estarão no activo daqui a 10 anos, temos de restringir-nos aos valores actuais (+-170).

  331. Pjms

    Gaitero, concordo com o Abrôncio, inclusive quando se fala em quantidade de caças, teriamos que ver a disponibilidade de aviões. Não podemos contar hoje, com a maioria dos AMXs, dos 23 VF1, somente 2(mesmo assim sem modernização) estão voando, e dos F5, alguns que chegam da embraer, voltam devidos a falha de sistema, os mirages são a nossa primeira liha de defesa . Nossas riquesas minerais(petróleo), ou reservas já se encontram a disposição de qualquer terrorista/país.Hoje não temos como defender nossa costa de 200 milhas e já estão querendo aumentar para 350 milhas. Estão demorando demais para oficializar a contrato do FX2. Nós não temos tempo a perder com políticos burocraticos! Temos que ter um governo mais ágil, porquê o tempo passa, e estamos ficando para trás!!!!

    []s

  332. governo lento e falho de visão?
    e que diremos nós, que ainda voamos nos F-16A/B (os upgrades MLU são raros), com os instáveis Marrocos e Argélia mesmo ao nosso lado?
    E agora em tempos de crise financeira… tão cedo não haverá recursos para recuperarmos (pelo menos) a paridade com esses Estados islâmicos…
    Vocês ao menos não têm islamitas radicais mesmo ao lado…

  333. Pjms

    Possibilidade na marinha do brasil:

    Coréia do Sul oferece navios de guerra para a Marinha do Brasil:

    http://www.tecnodefesa.com.br/mznews/classic/view.php?type=fnews&id=9e436edf5d

    “Por Ivan Plavetz

    Fontes revelam que representantes da Coréia do Sul teriam visitado o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro e proposto uma modernização do mesmo, com a finalidade de construir seis destróiers KDX-II para a Marinha do Brasil.

    A Coréia do Sul teria oferecido também para a MB a transferência de um número não especificado de corvetas da classe Pohang. A Marinha Sul-Coreana construiu 24 corvetas Pohang que, transferidas para o Brasil, ocupariam o lugar dos navios de patrulha oceânica de 1200 toneladas pretendidos pela MB.

    As corvetas da classe Pohang deslocam 1350 toneladas, são fortemente armadas e possuem propulsão CODOG (propulsão combinada motor diesel/turbina a gás) similares à utilizada pela classe Inhaúma. Podem navegar a uma velocidade máxima de 32 nós e percorrer 4.000 milhas a 15 nós.

    Já os destróiers KDX-II deslocam 5.520 toneladas e são bem armados. Possuem comprimento de 150 metros e boca de 17 metros. A propulsão é do tipo CODOG que proporciona uma velocidade máxima de 30 nós. A tripulação é composta por 200 pessoas”.

    Pelo menos a nossa marinha, está correndo contra o tempo. Esta quase 100% certo nos subs e fragatas, e também temos esta possibilidade acima.

    []s

  334. Fred

    Só lembrando, que o Aegis não vem, só o Casco e motorização, os sistemas, radares, sonares, etc e tal, não serão iguais às KDXII coreanas.
    Nem a Espanha consegue usar o Aegis dela, imagine se o USA vão deixar o Brasil usar!!!

    🙂 Obvio, caso a notícia seja verdadeira ou seja oficializada! 🙂

  335. pena… pq são os sistemas aegis a parcela fundamental desses navios (e das fragatas espanholas…)
    pq dizes que ne a Espanha as consegue usar?
    compro algumas revistas de defesa espanholas e eles fartam-se de gabar as F-100 e o seu aegis…

  336. pjms

    Fred, segundo site abaixo:

    http://navalpowercb.blogspot.com/2006/05/f-100-alvaro-de-bazan-fragata-aegis-da.html.

    Desde 2006, esta fragata espanhola F-100 já utiliza este sistema!!!

    []s

  337. Fred

    Pois então procurem as regras para usarem o dito…

    Ter eles tem , só que para usar…

  338. e quem diz que não procurei…
    vá lá… manda lá o link…

  339. Mahan

    Ficar com as POHANG seria o mesmo que ficar com as lata-velhas das “fragatas” portuguesas empurradas para os hermanos uruguaios.

  340. não são “latas-velhas”… as João Belo foram modernizadas e são navios oceânicos muito adequados ao tipo de missão que o Uruguai lhes vai atribuir.
    Recordemo-nos que o uruguai não tem as obrigações continentais do Brasil, nem as da NATO de Portugal.

  341. Fred

    Clavis, achei do tomahawk, estou procurando onde li isso, mas acho que foi em revista.

    http://www.jornaldefesa.com.pt/conteudos/view_txt.asp?id=249

  342. ѕσиι.Lуиσ_____

    Comando da Aeronáutica Pré-seleciona candidatos do Projeto F-X2:

    BOEING (F-18 E/F SUPER HORNET), DASSAULT (RAFALE) e SAAB (GRIPEN NG).

    Fonte:
    http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?mostra=1526

  343. Pjms

    Bom dia foristas!!!!

    Que notícia importante. Pelo menos os tres finalistas estão confirmados. Achei uma zebra o Gripen NG, e como não poderia deixar de acontecer, o F-18EF aparece como por “politica”. Para mim, já deu o Rafale!!!!

  344. gaitero

    Pijms, a idéia era ter só 3 finalistas……

  345. gaitero

    Agora, oque não era provavel, era não estar entre os 3 o Su-35.

    Bem, voltamos a velha sinuca de bico, 2 caças com tercnologia norte amerciana e 1 sem, se eu estiver certo, não precisa nem esperar, Rafale confirmado.

  346. gaitero

    Com relação a espanha, chegamos a um concenso, dependendo até do valor do dólar, um pode passar o outro, agora, a Força aérea, mesmo que a disponibilidade seja de 170 e não de 240 como havia dito, não se compara aos nossos, 26 F5M+ 12 mirrages2000 + uns 24 AMX = 62???

    E bem, as Fragatas, se você checar o post,
    http://movv.org/2008/09/21/sobre-a-situacao-da-marinha-dos-paises-da-cplp/

    nós já estamos comentado sobre isto…

  347. bem verdade…. nunca me passaria pela cabeça a ausência do SU-35 nessa restrita lista…
    não que me chateie muito, o Gripen NG e o Rafale estão lá, e são essas as minhas duas apostas.
    Mas é surpreendente…
    E não vejo que o F-18 mereça ombrar com estes dois… pressão política, está-se mais que a ver… como bem diz o Pjms.

  348. gaitero

    É clavis, mas quais dos 3 tem mais raio de ação??????
    E dentre os 3, quem tem o melhor radar?????

    Estranho né, mas o F-18 mesmo sendo o mais velhinho é dentre os 3 o melhor.

    O Gripen, vencedor do FX-1, tambem tem uma boa capacidade, mesmo assim, o NG, superou o c/d, e sim é um forte candidato.

    O Rafale, atualmente não é melhor que o F-18 mas esta a crescer e poderá supera-lo. Tem um custo mais elevado que os outros, mas tambem é o que vem com o melhor pacote.

    Ficamos então a espera. Já sem o Su-35, prencipal rival do Rafale, este parece estar voando sozinho, e o plano de voo, bem é o Brasil.

  349. gaitero

    Sim, mas é meio mentiroso, ^^
    86 meios navais, deve ter até veleiro ^^.

    As 36 aeronaves, que integrarão o 1º lote, deverão ser entregues a partir de 2014, com expectativa de vida útil de, no mínimo, 30 anos. Assim, ao longo dos próximos anos, haverá a substituição, gradativamente, dos atuais caças Mirage 2000, F-5M e A-1M. O conjunto de conhecimentos e capacitação tecnológica adquiridos nesta aquisição irá contribuir para que o Brasil tenha condições de produzir ou participar da produção de caças de 5ª geração em um futuro de médio e longo prazo.

    Por fim, o Comando da Aeronáutica ressalta que este processo representa um importante avanço para sua Indústria de Defesa com reflexos duradouros, possibilitando parcerias estratégicas de longa duração. No correr do próximo ano, deverá ser conhecido o vetor selecionado, tão logo as fases subseqüentes sejam concluídas.

  350. Pjms

    Acredito que a decisão sobre o nosso caça já foi no final de agosto, quando o Jobim informou dos rafales, vcs se lembram??? Creio que naquele momento, ele tenha se adiantado. Convenhamos, se por um acaso conseguissemos realmente a tecnologia do Rafale através da Embraer, teriamos um salto tecnológico muito grande, e deixariamos o USA muito P…..

    []s

  351. lembro, pois… e a exclusão do SU-35 do F-X2 leva inevitavelmente à saída do PAK-FA…
    Resta assim… desenvolver um “Gripen” de 5ª geração com os suecos ou embarcar no neuron europeu? Essa é que é agora a grande questão… é claro que o governo do Planalto poderá também optar por deixar cair todo esse projeto…

  352. Fred

    Só que ai já estamos em outro governo, possivelmente um dos 3:

    Dilma, Serra ou Aecio.

    Não dá pra dizer nada sobre o futuro, se fosse politica de estado, ai ficava bem mais fácil!! 🙂

  353. Pjms

    Clavis, muito bom o seu blog sobre a marinha.
    Gaitero, não consegui entrar no seu blog. Não estava sabendo do seu blog sobre a marinha, por isso eu coloquei notícias aqui!!!

    []s

  354. gaitero

    xD, meu blog esta fexado, mas estamos falando no blog da marinha made-in-clavis ^^

  355. gaitero

    Clavis, e sua resposta esta certa

    Brasil Fora do PaK-Fa

    A Rússia e a Índia desenvolverão conjuntamente duas versões de um novo caça de quinta geração, afirmou o chefe de uma empresa indiana de defesa, na segunda-feira.
    O caça avançado multifunção russo-indiano será desenvolvido pela Sukhoi, que faz parte da United Aircraft Corporation (UAC) da Rússia, juntamente com a Hindustan Aeronautics Limited (HAL), da Índia, conforme um acordo intergovernamental assinado em outubro de 2007.
    “Os aviões terão diferentes asas, equipamentos eletrônicos e radares,” disse K. Baweja Ashok, presidente da HAL, após uma reunião da comissão intergovernamental russo-indiana, sobre a cooperação técnica militar, em Nova Deli.
    Ele também disse que Índia vai desenvolver uma versão de dois lugares, para satisfazer as exigências da doutrina de superioridade aérea indiana, enquanto a Rússia vai desenvolver a versão de um único assento.
    A Sukhoi russa disse há pouco que havia começado a construção de um protótipo do caça de quinta geração, que terá características de alta manobrabilidade e stealth, para garantir a superioridade aérea e a precisão na destruição de alvos terrestres e marítimos.
    A versão russa será construída na fábrica de Komsomolsk-on-Amur, no Extremo Oriente da Rússia.
    Os vôos de testes do caça de quinta geração terão início em 2009, e a produção em massa da aeronave pode começar em 2015, disse a Sukhoi.
    A cooperação militar entre a Rússia e a Índia remonta quase meio século, e este país representa cerca de 40% das exportações de armas russas.
    A comissão intergovernamental russo-indiana terá sessões realizadas anualmente, alternando entre Nova Deli e Moscou. A reunião anterior teve lugar na capital russa, em outubro de 2007.

  356. Pjms

    Ok. lembra-se quando estavamos falando do SU35. Estavamos todos dando ele como ganhador, e foi no que deu!!! Quem deve estar enfurecido é o Carlos.O Clavis deve esta feliz por conta do Gripen.Realmente, gostaria também que fosse o SU-35BM, mas este creio foi retirado, para que entrasse o F-18, que ao meu ver foi uma política do barbudo com os EUA.Também acredito no Rafale. Final de agosto nosso ministro da defesa, sr. Jobim já teria declarado o Rafale como vencedor, inclusive afirmando que já viria um primeiro lote de 12 caças e que seria fabricado/montado aqui no Brasil o complemento do lote. Creio também que por o Brasil, agora para mim mais do que confirmado, estar negociando os sub e fragatas com a França, já seria mais fácil a França repassar a tecnologia do Rafale.já o F18E é um super caça, mas não teremos o repasse de tecnologia, no máximo uma autorização para colocarmos o Derby e a-darter como mísseis.

    []s

  357. Pjms

    A prateleira de compras da Rússia está praticamente vazia.Gostaria de saber se os Helis de ataque MI35, ainda seraõ comprados ou não? Alguem sabe de informação sobre isto?

    []s

  358. Pjms

    A pergunta acima, é devido esta notícia abaixo:

    “A DSCA, agência pertencente ao Pentágono responsável pela venda de material militar norte-americano para outros países, notificou o Congresso daquele país no último dia 29 de setembro sobre uma eventual venda de helicópteros UH-60L Black Hawk para o Brasil. O valor do negócio, caso receba aprovação do Congresso, é estimado em 525 milhões de dólares e inclui 15 helicópteros, 30 motores (mais dois sobressalentes), peças de reposição, documentação, auxílio técnico e treinamento”.

    este heli poderia substituir os MI35 Rússos???

  359. bem, não fico assim tão, tão contente… a aparição algo surpreendente do F-18 nesta lista indica que ele pode (teoricamente) ganhar enão concebo para o Brasil pior opção… sem montagem local, sem transferência de códigos e tecnologia… mau, muito mau, mesmo.
    do gripen, desconfio do problema do alcance, e suspeito que o aumento de raio da NG foi feito sacrificando a leveza do avião ou com depósitos externos que sacrificam pods de armamento…
    Por isso, prefiro o rafale… é navalizado, ainda tem muito para crescer, pode ser montado localmente, é possível a transferência de tecnologia, e usar a sua compra (que os franceses estão desesperados por fazer, já que será a 1ª exportação) e optimizar os preços e condições para os Subs e fragatas…
    não esquecendo que um dia poderão usar a tecnologia francesa para construir um NAE brasileiro e as possíveis parcerias com a ESA, onde a França domina….
    Sem falar dos benefícios estratégicos de uma aliança com a França e com a Europa… maiores que uma aliança com a longínqua e despótica Rússia…

  360. O pior aconteceu…Q vergonha,eu acreditei..

  361. gaitero

    É, na verdade eu sou Gripen ^^

    Clavis, bom posso esclarecer essas dúvidas com relação a este caça.

    A indústria de defesa sueca tem uma tradição de transferência de tecnologia para o Brasil. Começou na década de 50, quando a Bofors transferiu para o Arsenal de Guerra do Exército Brasileiro a produção do canhão de 40mm e foi expandido nos anos 80 junto à indústria nacional (CBV). Para o F-X2, a SAAB, fortemente apoiada pelo governo sueco, tem total disposição para transferência de tecnologia sem restrições.

    A questão de monomotor versus bimotor na aviação de caça está mais relacionada ao tamanho e peso da aeronave do que à confiabilidade. O nível de confiança dos modernos motores de caça é excelente, permitindo que as forças aéreas adotem caças monomotores como seu principal vetor.

    O Gripen NG incorpora uma modificação estrutural inovadora. O trem de pouso principal foi deslocado para a lateral e a fuselagem central foi alargada aumentando a quantidade de combustível interno em cerca de 40%. Com isso o Gripen NG passa a ter uma das maiores autonomias dentre os caças disponíveis no mercado, considerando-se apenas a quantidade de combustível interno. É importante também ressaltar que, juntamente ao aumento da capacidade de combustível, a estrutura foi totalmente reforçada e o peso de decolagem foi aumentado significativamente. Isso permite que com tanques subalares, o Gripen NG tenha um alcance maior que, por exemplo, o Rafale.

    O Gripen NG é uma evolução da família Gripen e incorpora vários avanços e atualizações tecnológicas, como por exemplo, novos radares com maior alcance.

  362. gaitero

    Se ele é melhor que o Rafale?

    Bem eu acho que não, mas ele é muito semelhante aos caças atuais da FAB o que vai facilitar a passagem de um vetor para o outro, é o que tem o custo de manutenção mais baixo, e tambem, entra ai um ponto fortíssimo a seu favor, é o único que sai de fábrica prontinho para usar o novo A-darter, que com certeza, será um dos requisitos para o vencedor do FX-2.
    Tambem, possui a seu favor, o fato da SAAB, demonstrar interesse em colaborar com o C-390,

    “Propriedade do Estado grupo industrial da defesa DENEL CEO Shaun Liebenberg revelou que a empresa está envolvida em discussões com a fabricante brasileira de aeronaves Embraer para a parceria de partilha de riscos no transporte militar da Embraer novas aeronaves projeto, o C-390.
    As discussões envolvem a DENEL grupo, a filial da empresa DENEL, DENEL SAAB Aeroestruturas e do grupo sueco SAAB. (Denel SAAB Aeroestruturas é actualmente 80% detida pela DENEL com os restantes 20% detidos pela SAAB.) Estas três empresas estão atuando como uma equipe, nas discussões com o grupo brasileiro.

  363. ok. isso responde a essa objeção… ficam as demais… e mantenho logo, a minha inclinação pelo rafale 😉

  364. gaitero

    xD, eu aceito qualquer um dos 2 ^^

  365. Leo Russo

    Sem muito conhecimento de causa (Estratégia Militar) acredito que na atual situação mundial, onde uma nova gerra fria declarada entre EUAxRussia, a parceria com a França é a melhor opção.

  366. nosle

    Realmente uma surpresa, acreditava no Su-35 no lugar do Gripen, mas como essa é uma fonte oficial, a própira FAB, tenho 99% de chances que o Rafale será o ganhador do FX-2.

  367. Esse gripen é iank, e ñ tem raio de ação p/ um continente como o Brasil , campo de prova região norte, lá ele vai se mostrar o kanto e deficiênte…Temos de insistir; tem de ser Su 35 , com transferência de tecnológia..

  368. nosle

    Mas tudo isso se deve à falta de habilidade dos russos em negociar, tinham uma grande carta na manga que era o PAK-Fa.
    Mas como não temos inimigos potenciais, talvez o Rafale seja uma opção mas sustentável a nível de logística, digo o Rafale porque não nem quero pensar nas opções americanas ( F-18 e Gripen), ou então que se esqueça a transferência de tecnologia.

  369. é isso que penso: estratégicamente é mais interessante uma aliança com a França, do que a Rússia…
    ainda que o SU-35 seja melhor avião…
    enfim, é pôr os olhos no Futuro e procurar aprender o mais possível.

  370. Anónimo

    Gripen é para hungria, suécia,portugal….muito fraquinho para operar no território brasileiro. Já que o F 35 é, segundo alguns ministros, bom demais para o Brasil, que seja o Super-Hornet .

  371. O super hornet é mt caro e já está semiobsoleto(nova grafia )e vamos continuar tendo dentes e sem carne p/ mastigar Os Rússos até podem ñ ter visão comercial..é nós ,Brasuca, ñ temos visão de futuro, i.e, eles as “ortoridades ” tupiniquim. Perdemos a chance de queimar a tão nefasta etapa.Burrice e ignorância,Está burrada, vai nos manter atrelados aos ianks por + de 25 anos, q droga.A Esperança são os francos, tentar arrancar deles um acordo bem abrangente,+ sem comprar o caça rafaele , e mt ruim, em relação ao Su 35..Nem produzimos turbinas p/ aviões..Tá feia a coisa..é mt cacaga e cagões.E tome problemas a n/ volta..cadê o Vls..?

  372. Fred

    Acredito piamente que o Sukhoi perdeu pela logistica, ela é muito diferente da logistica da FAB.

    Torço pelo Gripen NG, por poder ser desenvolvido a gosto do freguês, nos aviônicos, nos sistemas de enlace de dados, etc.

    Sem falar do preço! 🙂

    Por enquanto, os hinds ainda estão no pareo! Nada anunciado sobre a compra de outro helicóptero.

  373. Ronaldo

    Olá amigos,
    Como toda novela de drama brasileira que se preze, mataram o personagem principal. Longe de terminar, a trama, agora ficou até mais envolvente com a “surpresa” de inclusão do F/A 18-SH. Teria o Tio Sam “mandado” matar o “belo” SU-35 de modo que seu “filho” F/A-18 casasse com a FAB ?? E o pretendente gaules deixará que os planos de Titio Sam o empurrem para a solteirice ??
    E quanto ao loiro suéco, o que fará para convercer a FAB de que seu amor é verdadeiro e promissor ??
    Não percam os próximos capítulos de FX-2 Tupiniquim…..
    Sds.

  374. Fred:
    é também essa a minha opinião. Por isso, e porque havia grande pressão política dos EUA para entrar na fase final… e como um tinha que sair… saiu o pressionado (pelos EUA)
    Eu vou mais pelo Rafale… embora o Gripen NG seja também uma excelente opção, especialmente agora que a limitação do raio foi ultrapassada (obrigado pelo esclarecimento, Gaitero)

    Ronaldo:
    mandou, pois!
    os suecos conseguiram exportar o Gripen para a África do Sul… isso é ainda um cenário mais improvável e conseguiram exportar, porque não o farão também para o Brasil?

  375. A a do sul tem um território pequeno, p/ eles o gripen NG é excelente, tem autonônmia. E kanto ao “Tio Sam Mandou”, é mt forte,,eles q estão precisando de nós p/ conter o sr.chaves, são onze subs , quase td furtivos..e se cairem na tentação de bombardearem a venezuela, o petróleo volta ao patamar de U$130,00 aí e abraço crescimentop econômico.Temos de criar n/ lógistica de Defesa, “nossa”, e f 18 ou S.hornet..Maior beco sem saida..e te garanto sem repasse de tecnológia..se houver vai ser pura promessa,+ tenho certeza q isso tbm ñ vai acontecer, no papel,dúvido.O perigo vem deles.

  376. Em termos de aviões de caça, comprariamos o “pacote ” Chines os J-10 ..mt melhor q os F-18.. e os Sinos tem acordos c/ nós Brasucas…Tem aviônicos + atualizados . são dois em um, e bem + baratos; ganhariamos em tecnologia e em dineheiro…e em caças novos..

  377. Fred

    Bem, o Gripen tem a vantagem de preço reduzido por ter apenas uma turbina, tanto na aquisição quanto na manutenção e custo de hora de vôo.

    E tem a desvantagem de ter apenas uma turbina! 🙂 apesar de possuir super cruiser ainda é mais lento e leva menos carga útil que os demais.

  378. Com licença ..o bonde da história passou, estamos atrelados aos ianks e sem contrapartida satisfatória…ver se os sinos nos vendem os seus Su 30MK ..perdi a esperança de ver um caça Brasuca. Esses karas ñ tem “brios ” nacionalista, qualquer merda serve.Até onde vai a falta de visão . imperdoável.

  379. pjms

    Boa tarde!!!!!

    Estamos finalmente, chegando a um acordo: iremos ficar com o Gripen e Rafale. O F18 tem que ser descartado deste FX2 devido a dificuldade que serão impostas no futuro. Ao meu ver, o Rafale(o melhor para mim seria o SU 35)será o vencedor devido o acordo já feito com a MB, e futuramente, com um porta aviões melhor, termos a capacidade de colocar um Rafale navalizado. Passarinhos me contaram, que os russos já criaram muitos problemas com seus caças, como envio de caças usados como novos e por aí vai….. mas que é um belo caça isto é!!!!

    []s

  380. Então será o menos pior, o rafaele..é terá uma contrapartida a altura ( da porcaria ) q é esse caça?seremos a primeira vítima dos francos..Vamos esperar p/ ver…Q droga.Eu sinceramente , gostaria de q fôssemos “parceiros ” , + eles estão mt alinhados aos ianks..daí o meu medo.eles já sacanearam os argentinos, entenderam…olho neles.

  381. Pjms

    Olhem porquê nunca poderiamos ter o SU-35BM.

    DEFESA@NET 02 Outubro 2008
    Folha de São Paulo 02 Outubro 2008
    Projeto F-X2
    “Medo dos EUA tira russos de lista da FAB
    Pesou na escolha dos finalistas para o fornecimento de caças
    ao Brasil a crescente presença militar russa na Venezuela
    O modelo francês Dassault Rafale é o favorito para vencer a disputa;
    chances do americano F-18 e do sueco Gripen NG são pequenas

    Igor Gielow
    Secretário de Redação da Sucursal de Brasília

    Uma calculada manobra política, influenciada por pressões sutis vindas de Washington, definiu os finalistas da disputa pelo fornecimento dos novos caças da Força Aérea Brasileira. Para surpresa dos meios militares, a Rússia ficou de fora e os Estados Unidos, dentro.

    O favorito é o francês Dassault Rafale, e a escolha deverá ser feita no começo de 2009.
    Pesou na escolha do governo, adiantada ontem pelo “Painel” da Folha, a crescente presença militar russa na região, por cortesia do antiamericanismo radical do governo Hugo Chávez na Venezuela e das restrições de Washington para fornecer material bélico para Caracas.

    Além de já ter vendido cerca de US$ 4 bilhões em armas, incluindo jatos semelhantes aos que oferecia ao Brasil, Moscou tem estreitado sua relação com Chávez, realizando manobras navais no Caribe, enviando bombardeiros estratégicos para treinamento e prometendo parcerias na área nuclear.

    Como já negocia a compra de helicópteros de ataque russos, ainda que com dificuldades devido a interesses divergentes, a FAB estimou que estaria se alinhando ao “eixo bolivariano” se também se equipasse com caças Sukhoi -a despeito do fato de o avião ser geralmente considerado superior por analistas ao Rafale, ao sueco Gripen NG e ao americano F-18, os finalistas da disputa.

    Sinalização

    Além disso, diplomatas americanos fizeram chegar ao governo, por meio de contatos com adidos militares, sinalizações de que Washington não reagiria bem a uma eventual escolha russa.

    A pressão naturalmente é velada, incluindo no rol de retaliações hipotéticas limitações de fornecimento tecnológico a empresas brasileiras como a Embraer, mas a mensagem central foi a de que a opção francesa não seria malvista – para bom entendedor, o recado foi dado. De todo modo, a inclusão da Boeing (com o F-18) na disputa final significa uma deferência aos EUA. Isso porque as chances americanas são, se for o caso de acreditar no discurso do governo, quase nulas devido à tradicional restrição americana a transferências de tecnologia militar.

    Isso dificulta as coisas também para o Gripen, um avião pequeno que foi reformulado para ter maior autonomia de combate, pois boa parte de seus componentes é americana.

    Assim, as apostas ficam com o Rafale, um caça cujo desempenho no Afeganistão vem sendo elogiado, mas que sofre críticas no mercado pelo alto custo unitário (algo como 70 milhões de euros) e de manutenção. Mas é produto francês, que geralmente usa fornecedores não-americanos, e o ministro Nelson Jobim (Defesa) já decretou a França como a parceira estratégica do Brasil em seu ainda encalacrado Plano Nacional de Defesa.

    Com tudo isso, parece estar perto do fim a novela da compra dos caças de emprego múltiplo pela FAB, que começou no governo FHC. O negócio prevê a compra inicial de 36 aviões, a custos iniciais especulados em US$ 2 bilhões a serem financiados, mas que na verdade podem ser bem maiores já que a idéia é substituir toda a frota de Mirage-2000, AMX e F-5 ao longo dos anos -são cerca de 120 aeronaves.

    A nota da FAB de ontem ainda lembra que deverá haver compensações industriais e capacitação tecnológica do Brasil para a produção de novas gerações de caças, exigência que vem desde a primeira concorrência, cancelada em 2003.

    Como isso se dará é uma incógnita, mas é certo que a beneficiária será a Embraer, que é parceira histórica da FAB e a única empresa brasileira capaz de absorver tal processo”.

  382. Pjms

    #A pressão naturalmente é velada, incluindo no rol de retaliações hipotéticas limitações de fornecimento tecnológico a empresas brasileiras como a Embraer, mas a mensagem central foi a de que a opção francesa não seria malvista – para bom entendedor, o recado foi dado#

    Que recado hein?? Se comprar o SU35, poderiamos criar problema para a Embraer!!!

    Como coloquei antes: só pode dar Rafale!!!

    A Fab agora vai ter que equacionar como distribuir este caça pelo nosso território. Lógico que 36 unid. de caça será muito pouco!!

    Colocaria assim:

    Anápolis: 16 Rafale
    Santa Cruz: 20 Rafale
    Manaus: 12 Mirage (Futuramente subst. por mais Rafale)
    Canoas: 14 F5EM (Futuramente subst. por mais Rafale)
    Fortaleza: 14 F5EM (Futuramente subst. por mais Rafale)
    Belem: 14 F5EM (Futuramente subst. por mais Rafale)
    Recife: 14 F5EM (Futuramente subst. por mais Rafale)

    Comentários,

    []s

  383. Fred

    Manaus? acho que não, muito mais lógico mandar para Boa Vista.

    Recife é PAMA , transporte e SAR. Sem falar que Natal está a 400 km dos dois.

  384. Fred

    de Recife e de Fortaleza.

  385. Pjms

    É poderia então mudar de Recife para salvador. Desta forma ajudaria no controle das plataformas do Espirito Santo. Eu fiquei sabendo que poderiam montar um 2 gda em Manuaus!! Não sei se tem base esta informação?

    []s

  386. gaitero

    Bom, se o medo de vocês é um ataque norte americano, nem um dos 3, e muito menos 120 caças resolverão.
    Se o F-18 e o Gripen tem tecnologia made-in-USA, os Francêses são só os cachorrinhos norte americanos, ou seja, não muda nada.

    Falar que um caça não é bom por que tem pouco raio de ação é besteira, até porque o Rafale não tem tanta capacidade assim.

    Rafale Raio de ação/ alcance: 1850km/ 3335km
    Gripen NG Raio de ação/ alcance: 1100km/ 2200km

    Caso o Brasil entre em guerra, teria a seu favor o tamanho do território, e com certeza os caças ficariam de 4 em 4 divididos por todos os aéroportos possiveis, ou seja, o raio de ação não teria muita influência.

    Anónimo: F35 Bom de mais para o Brasil???
    Até agora tinha certeza que ele era na verdade Ruim de mais para o Brasil, e para todos os outros que investiram no seu projeto, que na verdade, só vai superar o F-16. Nem o F-18, será pior que o F-35.

    Mas, só vou frisar, que se o Rafale ganhar tambem ficaria muito contente, pois é um ótimo caça.

    Eu prefiro o Gripen, pois como Fred disse, ele é feito para o cliente, possui um exelente entrelance de dados, funciona com o mesmo data link do R-99, ultilizará o missel A-Darter para curto alcançe, e o Meteoro para longo.

    E mesmo sendo mais caro que o F-18, possui um custo de manutenção mais baixo.

  387. Luís Fernando

    Senhores, se me permitem, acho esta versão muito mais crível que qualquer outra para a desclassificação do Sukoi, e tem muito em comum com a matério contida no “Área Militar”:

    “Programa F-X2 tem 3 finalistas

    Boeing, Dassault e Gripen NG continuam na disputa para vender 120 caças à FAB. Grande surpresa da seleção é a exclusão do modelo Sukhoi Su-35BM, fabricado pelos russos

    Pedro Paulo Rezende

    Da equipe do Correio

    O Comando da Aeronáutica escolheu os finalistas do Programa F-X2, que pretende adquirir 120 caças para unificar a frota de combate da Força Aérea Brasileira (FAB). Foram selecionados os caças F-18 Super Hornet, da norte-americana Boeing; Rafale F3, da francesa Dassault; e Gripen NG, da sueca Saab. Ficaram de fora o Eurofighter Typhoon, de um consórcio formado por Alemanha, Espanha, Itália e Reino Unido; o Lockheed-Martin F-16Br, dos Estados Unidos, e o russo Sukhoi Su-35BM — a grande surpresa do processo.

    O ministro de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, defendia uma cooperação maior com Moscou e já obtivera a promessa de importantes parcerias estratégicas, inclusive a fabricação conjunta de um avião invisível ao radar. Por sua vez, o Itamaraty se preparava para receber o presidente Dmitri Medvedev no fim do mês. Três acordos na área militar e de segurança estão previstos para serem firmados, mas, no momento decisivo, a transferência de tecnologia do Su-35BM não se confirmou. “Isso não impede a progressão em outras áreas, como a de cibernética militar e de produção de lançadores espaciais”, afirmou Unger, por meio de um assessor, ao Correio.

    Segundo uma fonte da chancelaria russa, a transferência de tecnologia dependeria de um dos acordos a serem firmados no fim do mês, que trata especificamente da proteção da propriedade intelectual. Por isso não foi explicitada no pedido de informações (RFI, sigla em inglês).

    Os seis fabricantes receberam em junho o RFI sobre custo, performance, armamentos, manutenção e pacotes tecnológicos e de compensação comercial. Os questionários foram entregues à Aeronáutica no início de agosto. Nessa fase, a Lockheed-Martin, que oferecera o caça invisível ao radar F-35 Lightning, o avião preferido do comandante Juniti Saito, foi obrigada pelo Departamento de Estado a oferecer um produto menos sofisticado, o F-16Br.

    Ontem mesmo, a FAB deu início à segunda etapa do processo. Os três finalistas receberam um pedido de proposta (RFP, sigla em inglês) e terão até o fim de dezembro para detalhar cada um dos itens exigidos pela Aeronáutica. A decisão sobre o vencedor da concorrência deve sair no ano que vem.

    Segundo uma das companhias eliminadas, a decisão deve beneficiar a Dassault. A transferência completa das linhas de código dos softwares dos concorrentes é um ponto básico nas exigências brasileiras. Para cumpri-la, a Boeing necessitaria de aprovação expressa do Congresso dos Estados Unidos. O Gripen NG, por sua vez, ainda não tem o futuro assegurado. A Saab ainda não fechou nenhuma venda para a Suécia. O país aceita participar do projeto se a Noruega — que já está comprometida com o F-35 norte-americano — quiser adquirir o avião. A fabricação seriada ocorreria a partir de 2014.

    Na primeira etapa, o Programa F-X2 prevê a aquisição de 36 aparelhos a um custo máximo de US$ 2,5 bilhões. As primeiras entregas seriam feitas em 2014.”

  388. gaitero

    Mas o rafale já provou ser a melhor escolha, então não vamos discutir, mesmo os Pilotos da FAB, criticarem a logística Francêsa, com certeza, ou pelo menos 90% de certeza o Rafale, será o escolhido.

    Eu não sou contra a postura Brasileira em tirar o Su-35 da faze final.
    Muitas de nossas industrias tem negocios nos EUA, eles são nossos parceiros, por mais que muitos os Odeiem, eles são sim nossos parceiros.

    Muito mais que os Russos, com quem temos poucos negócios, e quando se fala em 4 bilhões +++, temos que cair pro lado que politicamente mais importa, e com certeza ele vai pender para o SNA, Provável futuro NAE, Fragata FREMM, submarino scórpone, dentre outras coisas.

  389. Se fabricassemos turbinas ..era só mandar os ianks p/ … e colocar nos aviões da embraer..isto seria voar com as próprias asas, isso é q é “independencia .É nessas area q o governo tem de intervir ..investir em coisas q

  390. gaitero

    Só para complementar

    A nota da FAB de ontem ainda lembra que deverá haver compensações industriais e capacitação tecnológica do Brasil para a produção de novas gerações de caças, exigência que vem desde a primeira concorrência, cancelada em 2003.

    Como isso se dará é uma incógnita, mas é certo que a beneficiária será a Embraer, que é parceira histórica da FAB e a única empresa brasileira capaz de absorver tal processo.

  391. Se fabricassemos turbinas ..era só mandar os ianks p/ … e colocar nos aviões da embraer..isto seria voar com as próprias asas, isso é q é “independencia .É nessas area q o governo tem de intervir ..investir em coisas q tenham dupla aplicação ,tbm em n/ segurança, radar metereólogico ,radar militar e assim vai, a faca de cortar o pão,tbm corta a mão..Morrer por sugestão…Temos de criar coragens e criar n/ caça interceptador. nada é de graça. td tem um preço.Temos de ter garra, merecer é mostrar poder , p/ sermos”livres”.Recados dos ianks..

  392. Pjms

    É, concordo com Gaitero.O Rafale será a opção mais confiável, devido a interferênçia conhecida do USA. Se o F18 fosse confirmado, como pode vir a ser, seria a melhor opção, porém nos deveriamos ter toda autonomia sem interferênçia, como abertura no sistema de armas, data link e de preferençia sendo montado/fabricado na embraer.

    []s

  393. Luís Fernando

    Gaitero, sem sombra de dúvida o melhor para a FAB, pesando-se as circunstâncias, é realmente o RAFALE.
    Só não gosto muito de colocar todos os ovos numa mesma cesta…!
    Estaremos todavia, bem servidos.

  394. Luís Fernando

    A propósito, parece que o plano de defesa vem sendo solto aos poucos, pelo menos em algumas de suas partes menos críticas.

  395. Pjms

    Mas Luis Fernando, se pensar um pouco a cesta é mais ou menos igual. Nosso país tem é que ser soberano e não deixar que outros países, mandem dentro do Brasil. França e USA são aliados, é a mesma cesta!!!!!

    []s

  396. gaitero

    Bem, aguardaremos.
    A decisão sobre o vencedor da concorrência deve sair no ano que vem.
    Mas, o comando da aeronautica disse que as primeiras unidades chegaram a partir de 2014. Bem, 5 anos, é muito tempo…………………… Tomara que tenha algum engano….

  397. Luís Fernando

    Não sou favorável ao F-18, muito pelo contrário.
    Para falar a verdade sou favorável a uma dupla de caças diferenciados, um mix, como já fora amplamente discutido anteriormente.
    Dos três, o RAFALE é o que menos nos torna dependente dos USA, porém…, não estaríamos nos tornando demasiado dependentes dos franceses?
    Resta-nos agora, como bem disse o amigo gaitero, somente aguardar.

  398. Se fabricassemos turbinas ..era só mandar os ianks p/ … e colocar nos aviões da embraer..isto seria voar com as próprias asas, isso é q é “independencia .É nessas área q o governo tem de intervir ..investir em coisas q tenham dupla aplicação ,tbm em n/ segurança, radar metereólogico ,radar militar e assim vai, a faca de cortar o pão,tbm corta a mão..Morrer por sugestão…Temos de criar coragens e criar n/ caça interceptador. nada é de graça. td tem um preço.Temos de ter garra, merecer é mostrar poder , p/ sermos”livres”.Recados dos ianks..

  399. pjms

    Este video do Rafale é muito legal:

    http://br.youtube.com/watch?v=mf-jQWHZ5es

    []s

  400. Em cinco anos.. nesse período…semcomentário.

  401. Anónimo

    A Austrália também escolheu o super Hornet, Porque o Brasil não faria o mesmo? Atlas geográfico ajuda?

  402. Ronaldo

    O que a FAB quer terá. No caso do F/A-18 E/F SH, a Boeing já disse que o congresso, por garantia do governo dos USA, poderá fornecer os códigos fonte do data-link para comunicações e os códigos fonte para integração de armas nacionais ou para aquelas que FAB escolher.
    Se os USA quiserem, ninguém bate. Podem vender subsidiádo, via FMS, como fizeram no Marrocos, etc.
    Tem cheiro de gaules queimado no ar……
    Sds.

  403. Alguém sabe o q ocorrerá neste intervalo de cinco anos..?Vamos desenvolver n/ próprio caça, vamos repontencializar os q temos..ou receber os rafales usados dos gaulese, sem a poção do paronamix. Alguém aí, acenda a luz p/favor..

  404. Pjms

    Boa tarde !!!

    Segue abaixo uma comparação que ao meu ver serão os que estão disputando realmente o FX2:

    F-18E/F
    Vmax: Mach +1,8 (US Navy, Boeing).
    – Vmax lo: Mach 1,01 (fontes nao oficiais)
    – Velocidade vertical: 50.000ft/min class (fontes nao oficiais)
    – Altitude: +50.000ft (US Navy)
    – Turn rate (instataneous): >30 (US Navy) e 40°/sec no test drive da RFA
    – Peso vazio: 13,8t
    – Combustivel interno: 6,8t de combustivel internamente
    – Combustivel externo: 7,4t (ate 5 tanques externos)
    – Combustivel maximo: 14,2t
    – Payload: 8,5t
    – Alcance apenas com combustivel interno: 2.380km (US Navy) e 2,300km segundo materia da Globo

    Rafale
    – Vmax: Mach +1,8 (Dassault)
    – Vmax lo: 750kt = Mach 1,16 (fontes nao oficiais)
    – Velocidade vertical: +60.000ft/min
    – Altitude: 55.000ft (Dassault)
    – Turn rate (instataneous): >30°/sec (fontes nao oficiais)
    – Peso vazio: 10t class (Dassault)
    – Combustivel interno: 4,7t de combustivel internamente
    – Combustivel externo: 7,5t (ate 5 tanques externos)
    – Combustivel maximo: 12,2t
    – Payload: 9,5t
    – Alcance apenas com combustivel interno: 2,100 km (fontes nao oficiais – Toan) ou 1,800km segundo materia da Globo e outras fontes na internet.

    []s

  405. gaitero

    Anonimo, o F-18 é sim um grande caça, mas de longe, oferece um pacote igual ao do Rafale.

    A Australia já possui F-18 C/D, o SH (24 unidades, todas Biplace) serão ultilizados, pois o F-35 (o protótiplo que mais deu problema, em toda avição de caça) está 6 anos atrazado, e vai atrazar mais uns 6, então, devido ao desgastes das células antigas, a Australia resloveu comprar F-18 SH, para não perder muita de sua capacidade, e devido a sua proximidade com China, Japão, coréia, Paquistão, India, zona de risco. Foi necessário executar esta compra.

    Ronaldo, qualquer um dos 3 caças, não vai nos transferir tecnologia sensivel, nem mesmo os Rafales.

    O F-18 e o Rafale são sim os que tem o melhor perfil para um país como o Brasil.

    Não podemos deixar de comentar, que os radares são todos os 3 AESA. Oque vai significar um salto enorme para FAB

  406. gaitero

    Projeto F-X2
    Ministério da Defesa
    Nota à imprensa Projeto F-X2

    A respeito de informações divulgadas pela imprensa sobre suposta interferência de ordem política no processo de seleção para a compra de novos caças para a Força Aérea Brasileira, o Ministério da Defesa esclarece que a decisão tomada pelo Alto-Comando da Aeronáutica foi fundamentada em critérios técnicos exaustivamente analisados e elaborados pela Comissão Gerencial do Projeto F-X2, tendo por base a transferência de tecnologia

  407. Pjms

    Foi bom vc postar isto Gaitero.pergunto a vc. Como o USA teria oferecido este F35 que está dando tantos problemas para a Australia?Se eu não me engano, as primeiras entregas do F35 está para 2020?!?! Isto se não tiver mais atrasos.

    Gaitero:
    Perguntas:

    1)Qual seria dos tres o mais facil de ter a fabricação através da Embraer??

    2)Em relação a tecnologia sensivel qual tem mais chance de ter mais transferência??

    No meu geito de pensar, seria o Rafale devido ao pacote francês!!!

    []s

  408. gaitero

    . Como o USA teria oferecido este F35 que está dando tantos problemas para a Australia?

    A Australia participa do consórcio que esta a produzir o F-35, e devido aos atrazos que já capengsam a muito tempo, eles optaram por começar a renovação a partido so SH, já que eles já operam o F-18 H

    1)Qual seria dos tres o mais facil de ter a fabricação através da Embraer??

    Sinceramente não sei, qualquer um dos 3 terá bastante dificuldade de ser produzido pela embraer, até mesmo o Rafale, mas com certeza a embraer irá absorver tecnologia para produzir um outro caça, que substituirá lá para 2035 os caças escolhidos no FX-2.

    2)Em relação a tecnologia sensivel qual tem mais chance de ter mais transferência??

    A Dassault?? Sinceramente não sei se eles estão tão dispostos a nos transferir tecnologia sensivel, mas de qualquer forma, eu não sou a pessoa mais indicada a responder esta questão.

  409. Pjms

    Valeu!!!

  410. gaitero

    Como já dito aqui……………

    Projeto F-X2
    Ministério da Defesa
    Nota à imprensa Projeto F-X2

    A respeito de informações divulgadas pela imprensa sobre suposta interferência de ordem política no processo de seleção para a compra de novos caças para a Força Aérea Brasileira, o Ministério da Defesa esclarece que a decisão tomada pelo Alto-Comando da Aeronáutica foi fundamentada em critérios técnicos exaustivamente analisados e elaborados pela Comissão Gerencial do Projeto F-X2, tendo por base a transferência de tecnologia

    …………………..Ambos os 3 cumpriram todos os requisitos de transferencia de tecnologia, e assim passaram apra a próxima fase.

  411. só uma pequena nota:
    se a decisão fôr entre o SH e o Rafale, há que ter em conta que o SH é o passo final e derradeiro da evolução de um caça que teve na década de 70 o seu nascimento, enquanto que o Rafale é uma plataforma que ainda mal amadureceu e que conhecerá ainda inúmeros desenvolvimentos e upgrades, falando-se já numa F3+ (ou F4) a ser preparada…

  412. Pjms

    Temos que pensar assim mesmo!!! Como sempre coloquei aqui, precisamos de um caça que possa fazer a Embraer decolar em tecnologia, e os franceses podem vir a fazer isso. Para mim os EUA, já há muito custo, e a muito tempo atrás, passaram a tecnologia do F5(um caça muito ultrapassado na época) para Embraer.Espero que chegue logo dezembro para que possamos ter uma idéia do que iremos ter neste pacote francês, também nos subs e fragatas, fazendo que com isto tenhamos aumento de emprego de mão de obra brasileira.

    []s

  413. Amém ,amem e amém. Q td os anjos brasileiros (Deus é brasileiro, certo?) te ouça..

  414. gaitero

    Penso assim tambem, mesmo eu sabendo que os SH só tem a aparencia do F-18, já que são de longe muito diferentes.
    Antes Falavamos em Rafale X Su-35, nada mais temos a discutir, devido a saida do seu principal rival, o Rafale esta sozinho nessa, nem mesmo o eficiênte Gripen NG, nem mesmo o astuto F-18 poderá com o carinho de seu ”querido caça ”, espressado pelo ecelentissimo Ministro da Defesa Brasileira.

  415. gaitero

    A FAB recebeu em 2007 os 6 novos UH-60L Black Hawk da Sikorsky empregados em ambientes de alta intensidade, como missões de C-SAR na região amazônica, em substituição aos antigos UH-1H Huey. Eles estão hoje no 7º/8º GAv, Esquadrão Hárpia, de Manaus.

    Em 2007, houve a compra de mais 6 UH-60L para emprego em Campo Grande. Em 1º de outubro de 2008, foi noticiada uma nova aquisição de mais 15 UH-60L Black Hawk, da Sikorsky, que virão acompanhados de equipamentos e serviços, a um custo total estimado de US$ 525 milhões. Todos deverão ser entregues no mesmo ano.

    A FAB precisará dos então 27 Black Hawk para emprego em manobras de todo tipo. Mas eles estarão, primordilamente, promovendo as capacidades da Força em busca e salvamento, mobilidade aérea, defesa de instalações vitais, e apoio a tropas no solo.

    O projeto poderia ser de até 40 unidades, e o ideal seria que fosse adquirida a nova versão UH-60M, já utlizada pelo US Army há pouco tempo.

    ALGUEM PODE CONFIRMAR ISSO PARA MIM?????

  416. Ronaldo

    Gaitero,
    Já fiz esta pergunta e responderam-me assim :
    “Existia um acordo entre o EB e a FAB para compra de 10 BH…. destes, então, o acordo previa 4 und. do primeiro lote iriam para o EB e o segundo lote de 6 und. iriam para a FAB.”
    Porém a notícia contempla até 15 BH, então vão sobrar, em relação ao acordo, outros 5 BH. Diz-se que os 6 iniciais da FAB iriam para 5º/8º GAV e os 5 BH adicionais especula-se que irão para o esquadrão Pelicano.
    Sds.

  417. Ronaldo

    Gaitero,
    A versão F3 do Rafaleco já está sendo desenvolvida e tem como principal novidade o radar RBE2-AA (active array), que deve entrar em serviço em 2012.
    O desenvolvimento da atual versão F2 custou aproximadamente €1,3 bilhão!
    Sds.

  418. Ronaldo

    Descumpem-me, o último post seria uma resposta ao Clavis. So Sorry,
    Sds.

  419. gaitero

    Sim, estava me referindo ao F3 +, com radar de maior alcançe e com novos aviônicos que serão ultilizados no F4.

    Com relação aos BH, muito obrigado pelas informações, então realmente serão mais 4 para EB, e 11 para FAB? Caso se concretize esta compra..

  420. gaitero

    A Ta era para o clavis.

    sds.

  421. gaitero

    Sobre a saida do Su-35

    Cada fornecedor encaminhou à FAB de três a quatro mil páginas com as características dos caças e as propostas iniciais ao governo brasileiro. Na avaliação da Aeronáutica, o Sukhoi foi descrito como um “pesadelo logístico”:
    a autonomia de vôo decepcionou, o peso do caça carregado com armamentos chega a 30 toneladas (contra, por exemplo, 24,5 toneladas do Rafale) e a troca de turbinas requer muito mais horas de trabalho do que a do F-18 americano.

    PARA ACABAR COM A APARENTE HEJEMONIA RAFALENSE, VOU PUBLICAR AS ULTIMAS INFORMAÇÕES, QUE PARECEM TER EQUILIBRADO O JOGO.

    Sobre a opção F/A -18 E/F

    É o Unico Realmente multimissão, por isto carrega com sigo o nome F -Fight e A – Attack

    Segundo Glower representante da boeing no Brasil

    Bob Gower – ”Como uma potência econômica global, nós esperaríamos que o Brasil tivesse relacionamentos estratégicos com outras grandes economias do mundo. Os Estados Unidos são uma destas potências econômicas, e nós pretendemos aproveitar o programa F-X2 para fortalecer o relacionamento com o Brasil.

    Todos os indicativos que nós temos demonstram que o F-X2 será uma competição justa e aberta, com o vencedor sendo a plataforma que trouxer o melhor pacote de transferência de tecnologia. Nós estamos preparados para entregar a mais capaz plataforma com o melhor programa de transferência de tecnologia.”

    Sobre o Gripen

    Quanto à performance dos caças pré-selecionados, a FAB avaliará, em especial, duas características: superioridade aérea (missões de combate e escolta, que demanda mísseis) e interdição (missões ataque em solo, que privilegiam bombas). O Rafale agrada a muitos militares, mas tem no alto custo uma das desvantagens. Nesse quesito, o Gripen NG é considerado imbatível, por ser o único monomotor entre os finalistas.

    Incrivelmente, para todos que eu tive a oportunidade de falar, nenhum disse que o Rafale será o vencedor, e na maioria, pelo fato que eu sempre dizia, não devemos nos prender a um unico fornecedor, e como teremos fragatas e submarinos, made-in-frança, a fab teria a liberdade de escolher qual é o melhor para si, e não mais como antes, onde a preferencia seria do Governo.

    FX-2

    Desta forma, temos em vista, a vontade de muitos na FAB em operar caças com tecnologia made-in-USA, o que vai proporcionar um crédito extra aos 2 caças, F-18 e Gripen NG.
    Ao gripen, já que o prazo 2014 coicidirá com a entrada em produção do NG.
    E ao F-18 por ser sem dúvida o que proporcionará maior capacidade à FAB, já que de longe tem o melhor radar e maior raio de alcançe.

    Caso os EUA ofereça o F18 Via FMS, com certeza terá grandes chances de vencer. Devido ao baixo custo que esta Via oferece aos compradores ”VIP” dos EUA.

  422. Fred

    Eu falei da logistica, que era no mínimo, complicada!
    🙂

  423. waldemirrodrigues

    como explicara o fato que ao longo do tempo os americanos nunca permitiram que suas principais armas fossem vendidas ou aberta sua tecnologia a outros países, e a FAB pensando em transferência de tecnologia seleciona um caça que os americanos estarão daqui um tempo eliminando do seu arsenal em detrimento de novas plataformas

  424. gaitero

    Waldemiro, oque eu acho que deve mudar o jogo, é o fatod e agora a FAb ter liberdade de comprar o que eá acha ser melhor, devido as parcerias entre França no mar, e Russai aeroespacial já estarem sendo firmadas.
    Os EUA devem estar dispostos a cooperar, já que com a Russa se aninhando com Venezuela, no mínimo esta coçando a orelha Norte Americana, e isto favorecerá caças made-in-EUA que poderão receber mais benefícios do que o esperado, até mesmo uma transferência de tecnologia a cima da média.

    Como dito os 3 candidatos que entratam na short list, são os únicos que cumpriram os quesitos de trensferencia mínimos necessários, ou seja existe ai um empurrão da casa branca.

    E se for oferecido atravéz Via FMS, com certeza terá grandes chances de vencer. Devido ao baixo custo que esta Via oferece aos compradores ”VIP” dos EUA.

  425. gaitero

    E waldemiro, os F-18 voarão na Marinha americana até no mínimo 20 a 30 anos mais, já que ainda estão sendo produzidas unidades, encomendadas em 2002.
    são 499+, e até onde eu sei já foram entregues 300 e pouco.
    Ou seja são caças novos que tem muito combustivel a queimar.
    Este site oferece todas as noticias vinculadas ao F-18 no FX, e explica o ” motivo ” pelo qual ele deve ter sido escolhido…. para a short list

  426. Fred

    Alguem sabe o preço do Rafale oferecido para a última concorrência que participou? Salvo engano, do Marrocos, cujo vencedor foi o F16.

    A de singapura eu achei 95 milhões de dolares cada unidade, com os devidos sobressalentes, manuais, treinamentos, etc. Para os 36 nacionais a este preço daria uns módicos 3,42 Bilhões de dólares. Um bom dinheiro, não é! 🙂

  427. Fred

    Aparentemente para a Austrália o fornecimento dos 24 F18 com treinamentos, manuais, sobressalentes custará 6 bilhões de dólares australianos, uns 4, 7 bilhões de dólares americanos.

    Agora falta descobrir o preço do NG 🙂

  428. gaitero

    Rafale – Seu preço estimado, para a versão F3, é de EUR 70 milhões(Us$ 108 milhões) fly away.

    Gripen – Seu preço estimado, para versão NG, é de EUR 51 milhões (Us$ 80 milhões) fly away.

    F/A – 18 – Seu preço estimado, para versão E/F, é de US$ 55.2 milhões. Só não sei se é Fly away.

    Saiu em uma revista que as empresas passaram estes preços para o Brasil, se for verdade para o FX-2 serão estes:

    75 milhões de Dólares pelo Rafale, 76 milhões de dólares pelo gripen e 55 milhões de dólares pelo F18!

    O preço de manutenção estima-se que tem o gripen como mais barato, depois o rafale 1,7 vezes mais caro que o gripen e o F 18, 2 vezes mais caro que o gripen.

  429. gaitero

    Eu não me baseio no preço australiano, poque veio muita coisa junto, e não tem explicito oque foi comprado….

    A e sobre a proposta Rafale + nEUROn, parece que a Boeing pode oferecer F-18 + Boeing X-45, nada certo. A idéia é que os F-18 Biplace, tenham o co-piloto guiando os UCAVs..

    http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.airforce-technology.com/projects/x-45-ucav/&sa=X&oi=translate&resnum=2&ct=result&prev=/search%3Fq%3DX-45%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG

  430. gaitero

    Der qualquer forma, ainda assim, acho que vai dar Rafale ^^
    O desespero da dassault, em vende-lo, vai se sobressair a qualquer quesito.

    Se este não se concretizar ao Brasil, os Francêses, poderão ser os únicos a operar o caça, já se ele for comrpado pelo brasil a tendencia é aque outros tambem se interessem, quem sabe a Argentina por exemplo. E assim, possa pelo menos passar de 400 unidades produzidas.

    Acho que assim, podemos afrimar que a Dassault, e a França farão de tudo para vende-lo, e tambem pelo fato de ser um grande caça compativel com nossa doutrina, com preço e custo de manutenção razuaveis e com boa capacidade.

  431. Fred

    Gaitero, não sei se esses preços que te informaram estão certos, porque os F 18 para a Austrália (24) sairam por 4,7 bilhões de dólares, quase 200 milhões por unidade? Se for esse preço que vocÊ encontrou então a Austrália foi roubada! 🙂

    O Rafale perdeu a concorrência de Singapura com um custo unitário de 95 milhões de dólares, não creio que o preço vai baixar.

    Para o NG como nenhum até agora foi adquirido até porque ainda não existe, não achei o preço.

    Digamos que ele chegue a custar o mesmo que o Rafale, por volta dos 100 contos, (coisa que acho dificil, por só possuir uma turbina e logo a outra será reserva, enquanto o rafale e o F18 precisam de 3) a disputa vai ficar entre os dois mesmo, aparentemente.

    E continuo apostando no Gripen NG. 😉

  432. pjms

    Gaitero, vamos falar sinceramente!!!!
    Se realmete o sr. Bob Gower tiver falando a verdade, o melhor ” the best” caça será o F18e/f SH, sem dúvida nenhuma!!!! Eu sempre fui a favor do Rafale devido a proposta mais confiável da França.(será que realmente é verdade da total transferência??).Podemos fazer várias considerações sobre o SH:

    1) É o melhor caça já testado em combate de 4º geração.

    2)É o melhor caça em sistema sensíveis com melhor radar(AESA já testado e em uso).

    3) Possivelmente poderá ser o melhor em contra-partida (off set).(já ouvi coisas do arco da velha!!!), que poderiam está oferecendo até awacs e/ou KC135.

    4) E por último, o preço de compra e manutenção são abusivos. O preço está de 1 SH para 2 Rafale.

    O Rafale é claro um excelente caça e ele tem ao seu favor a maior transparência da França, sobre a transferência de tecnologia( é vendo para crér), e futuros desenvolvimento (f3+f4+f5…….)

    []s

  433. Se os EUA derem plena transferência de tecnologia, ficarei muitíssimo espantado, porque essa não tem sido – simplesmente – a sua prática habitual.
    O preço dos SH também me parece muito subvalorizado… e de qualquer forma ele é aqui relevante?
    Quem responder ao F-X2 tem que dar N caças por um valor fixo, certo?

    e até ver… continuo a apostar no Rafale.
    O Gripen tem de facto muita tecnologia americana, o que limitiria futuras re-exportaçôes (ver Tucano)

  434. Pjms

    desculpa sobre o post que coloquei lá em cima:
    #
    4) E por último, o preço de compra e manutenção são abusivos. O preço está de 1 SH para 2 Rafale.
    #
    É ao contrario: o preço do rafale é bem mais caro do que SH.

    []s

  435. Pjms

    Nota no Correio Braziliense:

    Da Redação, 05 de Outubro de 2008)
    “O conhecido jornalista do Correio Braziliense, Luiz Carlos Azedo, criticou ontem a pré-seleção anunciada pela Força Aérea Brasileira (FAB) – “A cúpula da Força Aérea Brasileira bateu o martelo: a preferência é pelo caça francês Dassault-Rafale, em operações no Afeganistão, para reaparelhamento da Força. Serão 36 novos aviões a serem adquiridos por R$ 2 bilhões. A pré-seleção dos caças F-18E/F (norte-americano) e Gripen NG (sueco) foi mera formalidade para excluir o russo Sukhoi 35, considerado o melhor do mundo, e com isso agradar aos Estados Unidos. A geopolítica falou mais alto”.

    Perguntas:

    1) Será mais uma de muitas outras fofocas dentro da Fab?

    2)O Correio Braziliense e este jornalista tem alguma credibilidade?

    3)Eu acredito que este jornalista não sabe nem o que fala. O valor de cada caça está muito baixo (USD 55.555,00), ele errou até na moeda.

    []s

  436. gaitero

    Esta errado, serão 36 por 4 bilhões de dólares.
    e não por 2 bi de reais.

    E não confio no correio barsiliense, a não ser que a fonte deles venha acompanhada da publicação, como por exemplo nota da fab, md entre outros.

    É claro que este Luiz Carlos, gostava muito do Su-35, só que ele não disse porque este caça foi eliminado:

    Cada fornecedor encaminhou à FAB de três a quatro mil páginas com as características dos caças e as propostas iniciais ao governo brasileiro. Na avaliação da Aeronáutica, o Sukhoi foi descrito como um “pesadelo logístico”:
    a autonomia de vôo decepcionou, o peso do caça carregado com armamentos chega a 30 toneladas (contra, por exemplo, 24,5 toneladas do Rafale) e a troca de turbinas requer muito mais horas de trabalho do que a do F-18 americano.

    O F-18 E/F e o Gripen NG não devem ser excluidos antecipadamente, até porque, eu e fred somos 2 que não querem o rafale e sim o gripen. E se voce observar tem muitos que querem F-18.

    O Rafale é favorito, porque esta disposto a cooperar, mas os outros tambem podem estar, e se a GE instalar uma fábrica de turbinas no brasil, é possivel, ai teria de ser gripen ou F-18, então temos que aguardar oque a FAB vai receber, em dezembro…

  437. Pjms

    Concordo Gaitero. Eu acho que podemos ter uma surpresa muito grande. O Nelson Jobim e O Saito, estiveram reunidos a pouco tempo atrás com o alto escalão militar americano. O Saito, por ele, ficaria com o F35, e pode ser que tenham alinhavado sobre a vinda do F18 para posterior compra do F35.Nem sempre o que os pilotos gostam e que tem mais chance de ganhar.

    abraços

  438. gaitero

    Tem varios sites norte americanos falando sobre o FX-2.

    Os Estados Unidos estão incentivando Brasil para comprar F-18 Super Hornet, um dos três modelos selecionados pela maior nação da América Latina como finalistas para renovar uma frota.

    A Embaixada Americana em Brasília declinou comentar sobre a possibilidade de um negócio pode incluir transferência de tecnologia uma exigência fundamental do Brasil em seus planos para o esforço de modernização das forças armadas. ”os E.U. vêem o Brasil como um “parceiro estratégico fundamental”.
    A Boeing Co., diz que ” a seleção de seu F-18 reflete a inclinar a postura do governo em matéria de transparência e de transferência de tecnologia.”

    Os outros finalistas são da Dassault Aviation Rafale e Saab Gripen.

  439. pois sim… começa a haver sinais muito fortes que apontam para o SH…
    demasiados indicios, demasiadas suspeitas.
    é pena…
    qualquer uma das outras opções seria preferível.
    tanto mais porque não acredito que seja a opção financeiramente mais interessante, que exista plena transferência de tecnologia, ou até, liberdade para exportar aviões fabricados ou montados localmente…

  440. gaitero

    É que, eu só acho que os 120 caças, nunca vão entrar em guerra, então 120 gripen, que custa muito menos para voar, paricamente a metade dos F-18 e Rafale, além de aproximar a embraer da SaaB, que futuramente deverá contruir um 5 geração, muito provavelmente.

    Além do mais A-darter mais meteoro seria uma exelente escolha, principalmente se o caça ” gripen” seja compativel com o R-99, oque favoreceria e muito a superioridade barsileira na AL.

    Um Su-30, 35, não bate um radar de 300 KM.
    E se este vier acompanhado de um caça da mesma geração e misseis BRV, o Brasil vai dispontar de longe na frente, até mesmo da Venezuela, maaaas, não sou eu quem vou comprar, espero que escolham o melhor.

  441. certo. bom argumento.
    a tradição sueca é manter sempre uma industria aeronautica própria, e logo, no futuro deverá estender o 4,5 do NG até um 5ª geração pleno. E “agarrar” o projeto, ainda quando ele está na génese, ao invés de pegar o comboio pak-fa, já em pleno andamento, pode ser mais avisado…
    a questão não é tanto a de saber se esses aviões irão entrar ou não em combate… é fornecer à FAB os meios para que esta possar ombrar lado a lado com os seus vizinhos e dar-lhe os meios de ação para eventuais ações internacionais no quadro da CPLP ou da ONU.
    e para isso são precisos excelente caças…

  442. Quanto ao argumento do sr gaitero , realmente tem lógica, +. faltaria liberdade de venda ao Brasil,e o gripen NG ten turbinas ianks…e fica a pergunta se “eles” iriam realmente nos transferir tecnológia, então fica os francos..o rafale.O caso é,eles estão mt misturados e alinhados aos ianks..esse é o grave problema.

  443. gaitero

    Estes, como você disse seriam uma boa opção para portugal, então comprova-se que eles são de boa qualidade, e assim torna o caça a melhor opção.

    Este fotolog dispoem de fotos sobre batalhões de selva, muito legal as fotos.

    http://www.fotolog.com/op_brasil/16862801

  444. “..e faltaria a liberdade de vender pelo BRASIL, caso o mesmo venha a ser produzido aki, o gripen ng…”

  445. Eu gostaria mt de ler as razões da eliminação do Su 35 , conforme palavras do Luiz carlos do correio Brasiliense, citando o acima do comentário do sr.Gaitero; afinal o Su 35 é o melhor caça interceptador pelos próximos 15 anos+ (-) , até sair algo da parceria russo/indiano.E é um lástima, p/a n/ FAB ñ o ter em n/ céus, sem falar na tecnológia q ficamos sem conhecer..+ o sr .chaves compra e vai comprar mt + ate subs amur com AIP kristal..os ianks erraram em ñ nos ofercerem seus F’s .. são mt burros.Agr tem russos na ( cuba ?) venezuela..vem + por aí.

  446. gaitero

    Carlos, qualquer caça, nem os produzidos em série, permite-se ao fabricante, vender o caça a outro país, já que este concorreria com o caça da própria Fábrica, ou seja, qualquer caça não nos daria a liberdade de vende-lo

  447. gaitero

    Sobre a eliminação eu já disse, mas posso repetir :

    Cada fornecedor encaminhou à FAB de três a quatro mil páginas com as características dos caças e as propostas iniciais ao governo brasileiro. Na avaliação da Aeronáutica, o Sukhoi foi descrito como um “pesadelo logístico”:
    a autonomia de vôo decepcionou, o peso do caça carregado com armamentos chega a 30 toneladas (contra, por exemplo, 24,5 toneladas do Rafale) e a troca de turbinas requer muito mais horas de trabalho do que a do F-18 americano.

  448. gaitero

    Apesar do reconhecimento de que o país vizinho está mais bem equipado e é preciso deixar a FAB ao menos em nível semelhante, militares brasileiros de alta patente dizem que não convém exagerar a potência da Venezuela. “Eles estão agindo como novos ricos. Têm ótimas máquinas, mas não sabem direito o que fazer com elas”, diz um oficial que acompanha o projeto F-X2.

    Esse mesmo oficial relata alguns prós e contras dos três caças selecionados para a reta final do F-X2. O francês Rafale, da Dassault, seduz os pilotos brasileiros e é considerado a melhor alternativa para missões de ataque ao solo, mas seu uso está restrito à França e ele praticamente só usa armamentos do país. O americano F-18 E/F Super Hornet, da Boeing, por ser bem difundido mundialmente, tem maior economia de escala na reposição de peças e foi elogiado pelo desempenho logístico, mas existem dúvidas sobre a real disposição dos americanos em transferir tecnologia. O sueco Gripen NG, da Saab, melhorou a autonomia de vôo e tem custo imbatível por ser o único monomotor entre os três, mas ainda é um protótipo e não foi vendido a nenhum país.

    Para o especialista em segurança internacional Gunther Rudzit, ex-assessor do Ministério da Defesa (gestão Geraldo Quintão) e professor das Faculdades Integradas Rio Branco, os franceses são favoritos para vencer a disputa. Ele cita, como fator de vantagem à Dassault, o acordo estratégico Brasil-França negociado pessoalmente pelo ministro Nelson Jobim.

    “A importância estratégica do Brasil não é tão grande para barganhar tecnologia de ponta”, diz Rudzit, referindo-se às negociações com os suecos e, principalmente, com os americanos. “No conjunto, há a intenção do Brasil de aproximar-se da França, e a França, que está atrás dos maiores fornecedores de produtos de ponta na área militar, vê o Brasil como um grande mercado para a sua indústria.”

    A FAB está de olho em absorver a tecnologia, em particular, dos sistemas de integração de armamentos e o data-link (comunicação entre os caças e as bases terrestres). A tendência é repassar essa tecnologia à Embraer, potencial beneficiária do F-X2, qualquer que seja o escolhido – diferentemente do projeto original, concluído em 2005 sem nenhuma aquisição e em que esteve associada com a Dassault (sua sócia), a fabricante agora assiste à disputa de camarote.

    O diretor-geral da Gripen International no Brasil, Bengt Janér, disse ao Valor que os suecos vão oferecer “reais chances de parceria com a indústria de defesa brasileira”, abrindo códigos-fonte e transferindo tecnologia. Janér admitiu a hipótese de transferir o conhecimento sueco nessas duas áreas, se forem mesmo de prioridade da FAB. Ele explicou que a nova geração de caças da Gripen tem avanços em relação ao avião oferecido no F-X original, como o radar Aesa e alcance 50% maior, derrubando o mito de que a autonomia do jato não é grande.

    “Temos um plano de pesada transferência de tecnologia e de parceria de longo prazo com o Brasil”, garante. Ele ressalta, inclusive, que a Suécia está disposta a trabalhar com o país no desenvolvimento de novas gerações de caças. Para ilustrar a confiabilidade do avião, Janér lembra que a Gripen já forneceu caças, fora da Suécia, para a África do Sul, Tailândia, República Tcheca e Hungria. E participa de concorrências em seis países – três dos quais (Índia, Dinamarca e Noruega com a versão NG, semelhante à visada pelo Brasil).

    Segundo ele, uma das principais vantagens do caça sueco é o baixo custo operacional, cerca de US$ 4 mil por hora de vôo. No caso do Rafale e do F-18, são US$ 14 mil, diz Janér. “É uma economia de US$ 10 mil por hora voada. Em 200 horas de vôo anuais, a economia chega a US$ 2 milhões. No período de vida útil do caça, de 40 anos, são US$ 80 milhões. Parece pouco, mas se a encomenda for de 36 unidades, serão quase US$ 3 bilhões.”

  449. Pjms

    Neste parágrafo:

    “Esse mesmo oficial relata alguns prós e contras dos três caças selecionados para a reta final do F-X2. O francês Rafale, da Dassault, seduz os pilotos brasileiros e é considerado a melhor alternativa para missões de ataque ao solo, mas seu uso está restrito à França e ele (praticamente só usa armamentos do país)”

    Esta observação pode matar o Rafale!!!O Brasil está trabalhando no seus próprios mísseis, e no futuro,nós queremos utilizar o que fabricamos.

    Não sabemos se o governo americano em uma possível compra deste caça, liberaria os mísseis BVR e WVR. No entanto, se autorizarem a abertura dos sistemas de integração de armamentos, poderiamos colocar nosso Derby e futuro A-darter.

    abraços

  450. gaitero:
    citações importantes!… explicam porque “dançou fora” o SU-35… e o porquê do inusitado favoritismo do SH…
    Mas mantêm viva a chama “rafale”…
    Pjms:
    Os franceses se querem mesmo (e querem muito) exportar o seu rafale têm que abrir a integração dos mísseis. É inevitável que o façam, para o A-Darter ou outros. Não creio que isso seja um problema no futuro, se o Brasil escolher mesmo este aparelho. De facto, se hoje o Rafale apenas usa misseis franceses isso é porque somente a França ainda o opera, acredito eu…

  451. gaitero

    São realmente importantes, mas o mais importante, é o ultimo paragrafo….
    Principalmente essa parte

    “Temos um plano de pesada transferência de tecnologia e de parceria de longo prazo com o Brasil”, garante. Ele ressalta, inclusive, que a Suécia está disposta a trabalhar com o país no desenvolvimento de novas gerações de caças.

  452. gaitero

    Fred sobre o preço do F-18 que eu tava a ver, bom esta é a ultima

    U$ 1,6 bilhões para 22 EA-18G Growler
    USNavy.

    72 milhões de dólares, para a versão G

  453. Fred

    é, para a austrália saiu quase 200 contos por avião, incluindo todo o material sobressalente e acessórios, tanques, etc… Salgado, não?

  454. Fred

    Quanto custou os M 2000 ,70 milhões?

  455. gaitero

    Mas fred, para australia tenho a certeza de que tem algo a mais, so não sei o que é, mas eu sabia de algo, alguma coisa como uma industra de peças, mas não consigo me lembraer e nem encontro esta informação.

  456. “..temos um plano…” gostei , o caso e q o mesmo e pequeno demais, e baixa autonômia…+ são ótimos parceiros , nada contra, sempre honraram seus compromissos e acordos..

  457. Ronaldo

    Senhores,
    Não se iludam com este quesito de integração de armas ditas “brasileiras” nos concorrentes que restaram no FX-2.
    Integrar armas custa uma fortuna e leva muitissímo tempo.
    Vou dar um exemplo :
    O Eurofighter não usa vários dos armamentos do Tornado…. porque? Custariam dezenas de milhões de euros (cada) para integrar… ninguém quer pagar a conta.
    Outro : O F-22 não está homologado para usar o AIM-9X, novo, nem vai estar tão cedo, pois é muito caro e leva muito tempo integrar.
    Vcs acham que a FAB vai ter dinheiro e tecnicos ou vai pagar tecnicos estrangeiros para integrar o MAR-1 ou o MAA- 1B ?? Quando terminar vão estar obsoletos.
    A SAAB diz que seu Gripen NG ( que nem sequer existe, só um C/D modificado) é plug-and-play…. rsrsrsrssss é só conversa mole de fabricante. A realidade é muito outra.
    É por ISTO que um Rafale só usa mísseis da MBDA, por que foi ela quem pagou e integrou os seus produtos e quem quiser vai ter que compa-los, como forma de pagar o custo da integração. O resto é conversa mole, de quem não entende do riscado.
    Sds.

  458. e aew galera , o caça rafale é muito bom pra FAB , mas principalmente eu acredito q ele é bonito e tem bombas grande do modelo GBU , mas nao é so por causa da bomba q é grande para detonar em qualquer lugar. eu prefiro o F-18 por que , por que tem suporte para 9 bombas no pesso maximo de 7800 kg , valeu a penas? e tanbem pode ser adaptado 10 misseis para derubar qualquer tipo de caça.
    mas o F-18 tem pouca velocidade chega aos 1.950 km , enquanto o rafale tem uma alta velocidade q chega aos 2.105 km/h. o rafale escapa.
    agora o topo ficara o rafale e o F-18 na final , qual sera fabricado,.vamos esperar pra ver.
    bos sorte brasil . FAB.
    atenciosamente . Caio Apel

  459. Pjms

    Mas Ronaldo, não foi falado, que a Fab está atrás desta tecnologia de integração de armas?? Não seria este tão preoculpante item que está sendo pedido, e através desta tecnologia que seria repassado para Embraer/CTA??

    E consiguindo esta tecnologia, não seria feito pela própria Embraer/CTA??

    Quanto a FAF , o caça deles não precisa de outra integração de mísseis, já que são fabricados com tecnologia deles, ou não??

    []s

  460. gaitero

    É ronaldo, mas o Gripen, já esta pronto para usar o A-Darter.

    Com reação a integração de missieis, não é um assunto fácil, mas não é tão dificil como você diz.
    E com tecnicos bem treinados, como temos aqui no ITA, a abertura dos codigos fonte dos sistemas, possibilitará ao Brasil integrar qualquer missel.
    Requerendo estudo, dinheiro e tempo. Nada de extraordinário.

    Os caças não nascem para usar os misseis os misseis é que nascem para serem usados.

  461. Pjms

    E quanto ao Derby, quem foi que fez esta integração???

    []s

  462. gaitero

    Em 2006 a África do Sul anunciou que não irá instalar o R-Darter nos seus caças JAS-39 Gripen e o desenvolvimento deve ser descontinuado.
    Os mísseis serão retirados de serviço junto com os Cheetah C em 2010.

    A Denel reconhece a existência de um novo míssil, mas não nomeou o programa. O novo míssil irá usar partes do míssil superfície-ar naval Umkhonto com novo sensor radar ativo sendo desenvolvido para versão Umkhonto-R. A Denel nega se usa TVC do Umkhonto ou propulsão ramjet. Os trabalhos feitos no S-Darter e T-Darter serão usados no novo projeto. A Denel estuda a participação de parceiros estrangeiros como a Índia e Brasil.

    Os gripen sairão de fábrica prontos para usar o A-Darter e o novo missel.

  463. gaitero

    Segundo notícias de maio de 2008.

    A Denel está estudando um projeto de míssil ar-ar de longo alcance guiado por radar para equipar seus caças Gripen. O novo míssil será chamado de T-Darter e irá substituir os R-Darter que serão retirados de serviço junto com os Cheetah. O alcance do T-Darter será bem maior que o do R-Darter.

  464. e estas novas gerações de Darter não terão participação brasileira? Não me parece que os Gripen sul-africanos sejam suficientes para sustentar tantos novos mísseis…

  465. gaitero

    Até onde eu sei, o Brasil foi convidado a participar, mas nada ainda foi dito por qualquer pessoa ligada a defesa.

    Os A e T Darter foram projetados para serem ultilizados nos gripens, entãoa cho que não haverá problema algum

  466. e atenção que na nossa eterna (?) dança pelo F-X2…
    esse convite daria força à hipótese Gripen NG…

    tendo a conta a importância do míssil embarcado num avião de combate moderno esta parceria é provavelmente um dos pontos mais importantes a considerar nesta decisão.

  467. gaitero

    Governo brasileiro emite alerta ao continente

    Discretamente e sem alardes o governo Luiz Inácio publicou no dia 02 de Outubro o Decreto Nº 6.592. Ele regulamenta o disposto na Lei nº 11.631, de 27 de dezembro de 2007, que dispõe sobre a Mobilização Nacional e cria o Sistema Nacional de Mobilização – SINAMOB.

    O capítulo I, Artigo 3 ao qualificar os parâmetros de agressão estrangeira para acionar o SINAMOB explicita:

    “São parâmetros para a qualificação da expressão agressão estrangeira, dentre outros, ameaças ou atos lesivos à soberania nacional, à integridade territorial, ao povo brasileiro ou às instituições nacionais, ainda que não signifiquem invasão ao território nacional.”

    O decreto que pode conflitar com as chamadas cláusulas pétreas da Constituição de 1988 foi assinado por um dos relatores da mesma, o então Deputado Federal Nelson Jobim, agora na condição de Ministro da Defesa.

    O recado passado aos vizinhos é claro e incisivo. Uma agressão ou perseguição aos cidadãos brasileiros residentes no Paraguai – brasiguaios – assim como na região do Pando, na Bolívia e, uma nova ameaça de corte no fornecimento de gás e a tomada de instalações e empresas brasileiras legalmente constituídas e operando em outros países, caracterizarão a partir de agora agressões externas, e uma resposta militar por parte do Brasil passa a ter amparo legal.

    A partir de agora podemos afirmar que a surda guerra travada pelo Regime Bolivariano de cerco ao Brasil tem uma resposta legal e permite ao Brasil intervenção militar naqueles assuntos.

  468. Ñ gostei desta SINAMOB 6592-1/3, parece as cláusulas dos ianks q justificam os seus atakea preventivos.. e com os hermanos se armando..a coisa vai ficar feia..isso se ñ for agr poderá ser amanhã..Q Deus nos ajude ( fora marte )

  469. Ronaldo

    Caros,
    Pjms :
    Querer não é poder !!!
    Se a FAB pagar e puder esperar e além disto assumir o risco, poderá, veja bem…. poderá receber os codigos fonte (somente) das linhas de integração de armas, mas deixar que CTA, ITA , etc conheçam estes detalhes de funcionamento e integração , só se a Dassault for louca. Eles é que vão ser pagos para fazer, jamais permitirão outros que não seu pessoal.
    Caso contrário, acontecerá o que está ocorrendo com a Embraer na China. Veja o Defesanet e entenderá.

    Gaitero :
    Parte já respondi acima.
    Vc conhece o CTA ?? Suas prateleiras estão cheias de projetos……. mas achar quem os patrocine e pague é outra coisa…… meu chefe é amigo dos Brigadeiros e já esteve lá meia dúzia de vezes, inclusive sei de coisas que jamais poderei falar…..
    Uma coisa e ter a idéia e a intenção, mas na prática é outra coisa bem diferente. Integrar um armamento complexo como um míssil necessita laboratório especializado de software, de ensaios, de testes, engenheiros e técnicos que só se encontra (mesmo brasileiros) no exterior ou número muito reduzido e custa muito dinheiro, anos de provas, gráficos e análises e RISCO, pois se não, pode custar muito mais do que equipamentos que já existem no mercado …… ou não conseguir integrar para cumprir a missão que se destina. O AIM-9X está sendo testado há anos e já custou muito mais de Us$ 1,2 bi.
    Outra coisa : A-Darter… não sei não, o combate aéreo moderno não comporta mais mísseis de curto alcançe. Radares AESA e PESA enxergam longe, o caça dispara em ambiente BVR e desapareçe.
    De qualquer modo, o acordo com a Denel para o A-Darter é outra coisa, é um desenvolvimento conjunto, cujas despesas de desenvolvimento estão sendo compartilhadas. É uma coisa palpável, contrato assinado. Mas veja que vai demorar ainda um bom tempo, como já disserem acima alguns colegas…..
    Sds.

  470. Fred

    Gente, o decreto é só a discrição do que é ataque ao Brasil, não tem nada disso de alerta ao continente, de retaliações, etc e tal!

    Se o Brasil fosse atacado, o SINAMOB não teria respaldo legal, pois não indicava oque é ataque. Com isso agora tem.

    Foi o mesmo com a lei do abate, antes a FAB não podia abater os aviões pois não tinha respaldo legal, o piloto iria ser preso quando pousasse a aeronave.

    Agora ele ainda vai ser julgado, mas agora tem base legal para a defesa e não vai mais preso.

  471. sr.fred, base legal “p/atacar”…eu sinceramente me preocupo, temos mts “causos” p/ resolvermos, e juntos , poderá ser + rápido e bem menos oneroso p/tds.E temos uma origem comum, Íberica,..O Negocio são os caças da FAB e seus misseis .E a latente burrice dos ianks em ñ nos fornecer seus “fs”, nos empurrando a uma procura por novos pasrceiros.Eu ainda me preocupo c/ essa demora td .

  472. esta noticia confirmou-se?
    “Air Force Acquiring Additional F-5s and Evaluating R-Darter Missiles for Upgraded F-5s (January 2006)

    The head of the Brazilian Air Force revealed in September 2005 that the service has decided to supplement its F-5 fighter fleet with nine ex-Saudi models. The service is buying five single-seat Es and four two-seat Fs from Saudi inventory via a U.S. intermediary company as an interim measure to supplement the fleet of about 46 F-5E/Fs currently undergoing an extensive upgrade to the BR standard. Costs were not disclosed.

    The schedule for the upgraded BRs has encountered delays due to software problems, so the first upgraded BR will not be delivered until September, instead of May as originally planned. The additional two-seat Fs were particularly sought after by the Air Force since there are so few left in service, and because they are particularly valuable in the training role. Few F-5Fs are available for sale (as trainers they are still very much in demand), and at one point Brazil was rumored to be considering ex-Swiss F-5Es, which would be bought and converted to two-seaters.

    The ex-Saudi Fs and three existing Fs will form up a new F-5 operational conversion unit based on the 1o/4o Gav squadron located in Natal in Brazil’s Northeast. The unit currently operates AT-26 Xavantes, which are steadily being retired from Air Force service. The base will also become the service’s center for fighter and weapons training.

    Meanwhile, the Air Force has agreed to buy 10 Denel R-Darter beyond-visual-range (BVR) air-to-air missiles (AAMs) from the South African Air Force for testing to determine their suitability for the upgraded BRs. (The missiles are nearing the end of their expected lifespans.) The missiles reportedly are being sold for only $200,000 apiece, one-fifth the cost of new missiles. Equipping the BRs with modern BVR missiles is a major goal of the upgrade program as they would enhance the combat effectiveness of the aircraft. (1/06)”

    http://www.forecastinternational.com/archive/sa/0231.htm

  473. Fred

    Clavis, os F5 já chegaram no brasil, as primeira entregas pelo menos, mas foram jordanianos os adquiridos.

    Os misseis fora comprados e dizem alguns devolvidos, mas não acredito que devolveram não. A FAB já opera em BVR, como visto no Red Flag.

    Prezado Sr carlosargus, de nada adianta novos caças, novos misseis ou qualquer outra coisa se vc não pode atirar, antes de lei de abate, mesmo atingido ou sobre ataque o piloto não poderia atirar.

    O mesmo vale para o SINAMOB, é apenas procedimento juridico, pois ainda estamos em um estado de direito democrático e as leis são iguais para todos. O problema é que somos lentos em aperfeiçoa-las as necessidades da nação. (burocracia) 🙂

  474. Si, dos F5, sabia. Aliás, já escrevi aqui algures sobre essa compra.
    Dos Darter sul-africanos é que não sabia… Falamos dos R-Darter, certo?

    P.s.: Apanhei esta noticia no site da Denel:
    http://www.deneldynamics.co.za/Resources/Insights027_SkuaInBrazil_01.pdf

  475. gaitero

    Ronaldo.

    Quando você disse, só se a dassault for louca, como se o FX-2 já estivesse terminado. Me espanta, muito.

    Primeiramente, em 2014 não integraremos mais o MAA-1B ou o MAR-1, tem coisa nova vindo ai. O A-darter é 1 dessas.
    O T-Darter pode muito proximamente vir a ser, muito dos aviões, como é o caso do Gripen já saem de fábrica prontos para ultilizar estes misseis, mesmo sem a abertura dos códigos fonte, este não seria um problema.

    Veja você, em 1973, não ultilizavamos nenhum missil que utilizamos hoje em nossos F-5.
    Como foi possivel? O F-5 é expecial?, mesmo com a modernização e a instalação do novo radar e de novos sitemas, isto não justifica, os caças que comrparemos não estão prontos, podem muito bem sofrer as devidas alterações.

    # Outra coisa : A-Darter… não sei não, o combate aéreo moderno não comporta mais mísseis de curto alcançe. Radares AESA e PESA enxergam longe, o caça dispara em ambiente BVR e desapareçe.

    Você sabia que o indice de acreto da USAF em ambiente BRV, é de 50% contra alvos, sem nenhuma capacidade de defesa? Creio que não..

    Nosso amigo lucrécio nos contemplou com este site

    http://www.ausairpower.net/APA-Rus-BVR-AAM.html

    Misseis de curto/médio alcance, serão fundamentais, ainda mais com as novas tecnologias. E quando se tratando de um missel tão moderno quanto este, principalmente.

    Com relação ao tempo, sairá antes do primeiro caça do FX-2 Pise em solo Brasileiro.

    Sds.

  476. gaitero

    E quando eu digo, nenhuma capacidade de defesa, é de nenhuma mesmo………..
    De F4 Phanton, para baixo…………..

  477. Pjms

    Amigos, estou postando uma entrevista mui interessante conforme abaixo:

    Excelente matéria:

    Bob Gower – Nova entrevista
    Escrito por Hammer
    Qui, 09 de Outubro de 2008 14:26

    ALIDE: Quando a Boeing foi informada que seu F/A-18E/F tinha sido aprovado no “Short List” do FX-2?

    Bob Gower: Nós fomos comunicados no dia 30 de setembro último.

    ALIDE: Como um participante relativamente recente no programa F-X, esta grande conquista do F/A-18E/F é vista como surpresa entre vários observadores da indústria, quais são as principais pontos de vantagem do seu avião que atrairam a FAB em direção à sua proposta?

    BG: O Super Hornet é o caça de ataque multi-funcional, provado em combate, mais avançado em produção no mundo hoje em dia e também deve segiur assim para o futuro próximo. A aeronave atinge os requerimentos da FAB e o programa como um todo irá trazer uma agressiva combinação de preço e capacidade militar. O Super Hornet agrega tecnologias avançadas, e alta disponibilidade operacional, sempre com custos totais de vida baixos, riscos reduzidos, disponibilidade de produção, grandes benefícios industriais e transferência de tecnologia.

    ALIDE: Quais são os pontos fortes do F/A-18E quando comparado com o Dassault Rafale e o Gripen NG?

    BG: O F/A-18E/F Super Hornet é uma plataforma integrada completamente nova, equipado com um conjunto de aviônicos ainda no início de sua vida operacional. Ele tem, diante de si, uma grande seqüência de upgrades num processo de crescimento projetado de capacidade operacional de longo prazo, que o permitirá incorporar novas tecnologias e desenvolvimentos no futuro. Ele tem um experiência de combate real provada e continua no dia-a-dia para demonstrar a sua efetividade como caça multifunção de ataque. A partir de uma filosofia equilibrada, focada em sobrevivência e letalidade (incorporando intrinsecamente tecnologias stealth) e avançados sensores interligados digitalmente, como o radar AESA multi-modo APG-79, o governo americano segue investindo verbas no programa Super Hornet para garantir que ele permanecerá na liderança quando comparado com quaisquer ameaças futuras. Nós já fabricamos 370 Super Hornets no prazo, ou antes do prazo e sempre dentro do orçamento acertado até hoje. O Gripen NG ainda está em desenvolvimento.

    ALIDE: O programa FX, no Brasil, tem sido apresentado como o caminho para o envolvimento da indústria aeroespacial brasileira em programas de tecnologias de 5ª geração, algumas destas ainda em desenvolvimento. Qual é a visão da Boeing sobre as futuras oportunidades de cooperação industrial com o Brasil?

    BG: Nós criaremos um programa que, de forma colaborativa, avançará as capacidade e a competitividade da indústria aeroespacial do Brasil. Sendo a maior empresa aeroespacial do mundo, a Boeing dispõe de muitos recursos a ofertar ao Brasil. Nós pretendemos, para isso, envolver toda a nossa cadeia de fornecedores no estabelecimento de um programa de off-sets bem equilibrado.

    ALIDE: Na sua proposta existe alguma menção de criação de empresas no Brasil, para a prestação do serviço pós-venda durante a vida operacional do Super Hornet? Acordos como este estavam no cerne do recente upgrade realizado pela Embraer/Elbit nos caças F-5E, quando a empresa israelense optou por comprar a firma de software/aviônica brasileira Aeroeletrônica.

    BG: Nós ainda não recebemos o RFP com os requerimentos, mas podemos adiantar que este tipo de detalhe tende a ser um item comercialmente sensível, e por isso não devemos comentar sobre ele ainda.

    ALIDE: O F/A-18E/F está sendo proposto dentro de um pacote governamental americano do tipo FMS (Foreign Military Sales), que tipo de vantagem financeira gera o uso deste sistema?

    BG: Um contrato tipo Foreign Military Sales é assinado com o próprio governo americano. Desta maneira o contrato tem automaticamente o mais completo envolvimento e apoio direto do governo americano, bem diferente do que ocorere quando se trata de um contrato assinado diretamente com o fabricante. Para o cliente, por exemplo, o nível de risco da operação se torna consideravelmente menor. A gestão dos contratos FMS conquistou um grande nível respeito e admiração pelas areas logísticas das FFAA brasileiras sendo um símbolo de processos logísticos de pós-venda confiáveis o que certamente afeta o processo de manutenção e, conseqüentemente, a disponibilidade da plataforma.

    ALIDE: Em sua última entrevista para a ALIDE, o Sr. mencionou brevemente estudos realizados pela Boeing a respeito de operações do Super Hornet em porta-aviões menores como o São Paulo. O quão eficientemente pode o Super Hornet decolar a partir de nossas catapultas mais curtas? Teriamos que aceitar reduções significativas nos pesos de decolagem e de pouso?

    BG: Uma análise foi realizada há vários anos atrás para determinar a adequabilidade dos Hornets originais no São Paulo. A resposta, naquele momento, era que as aeronaves teriam que operar sob algumas restrições devido aos equipamentos presentes naquele navio-aeródromo. O Super Hornet é uma aeronave ainda maior qua os modelos testados e, por isso, seu uso demandaria uma série de avaliações operacionais adicionais.

    ALIDE: As propostas de off-sets da Boeing já se encontram definidas neste momento? Já é possível revelar como elas devem ser?

    BG: Não, estes requerimentos só serão melhor definidos dentro do RFP, que ainda não recebemos, mas esperamos focar em algumas tecnologias aeroespaciais chave; realizando parcerias com centros de excelência já existentes no Brasil e, trabalhar para garantir a formação de uma base nacional de suporte, manutenção, integração e modificação para os Super Hornet.

    ALIDE: Quando está prevista a entrega das BAFO (Best and Final Offer – Propostas melhores e finais) para a FAB?

    BG: Ainda não temos uma data certa, uma vez que o RFP ainda não foi publicado.

    ALIDE: Os F/A-18/E/F serão trazidos a bases aéreas no Brasil para a realização de testes adicionais e avaliações técnicas locais na nova fase do programa de aquisição?

    BG: A FAB pretende conduzir testes de campo nos Estados Unidos, em algum momento do ano que vem.

    ALIDE: Alguns analistas duvidam da capacidade do orçamento da FAB conseguir pagar por uma frota de 110 aeronaves da classe do F/A-18E/F para a substituição dos vários tipos de caça em uso atualmente. Existe alguma sinergia relevante em termos de sistemas entre o F/A-18E/F e o Gripen para imaginar uma combinação viável de caças do tipo Hi-Lo?

    BG: Ainda não olhamos para este aspecto. Nosso foco está em atender os requerimentos do programa F-X2, e temos dirigido nossa energia nos seus atendimento e superação.

    ALIDE: Na sua proposta, quando esta prevista a entrega da última aeronave à FAB?

    BG: Nós estamos entendendo que a FAB deseja receber a primeira aeronave em 2014. Dentro deste cenário, nós entregaríamos todas as 36 aeronaves durante os três anos subseqüentes.

    ALIDE: Qual é o pacote de treinamento previsto para o F/A-18E/F?

    BG: Esta é uma questão que deve ser melhor respondida pela própria FAB.

    ALIDE: Quais são os próximos passos adiante para a Boeing? Para quando é esperada a decisão final do FX-2?

    BG: Devemos nos reunir com a FAB até o fim do ano para melhor compreender seus requerimentos. Em seguida, no início de Janeiro deve sair o RFP, a partir do qual poderemos construir um programa de transferência de tecnologia que atenda às necessidades e interesses de todas as partes envolvidas. Entendemos que o Brasil deseja a definição final do contratado até outubro de 2009.

    Nota: Não deixem de ler a entrevista anterior de Bob Gower para a ALIDE:

    http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/36-noticias/143-bob-gower-boeing

    Última atualização ( Qui, 09 de Outubro de 2008 15:19 )

  478. gaitero

    A Alide só se reune com este cara

    Sds.

    Sobre uma possivel crise na Venezuela.
    http://www.defesanet.com.br/al1/ven_oil.htm

    E sobre a lista de progetos prioritarios para as FA Brasileiras.
    http://www.defesanet.com.br/md1/ct.htm

  479. gaitero:
    por um lado lamento… ainda há muita pobreza na Venezuela para resolver, por outro lado, o discurso de Chavez bem que carecia de alguma moderação…
    e caramba… cada vez parece mais certo que vai dar SH…

    fred:
    obrigado!

  480. A entrevista mt boa,e possivelmente uma pedra nos projetos ambiciosos do sr.chaves. É parece q vai dar sh;kem mostrou aos ianks o quanto eles estava sendo “burros” ?Até aceitam fazer tranferência, essa eu kero ver..

  481. Ronaldo

    Gaitero,

    #Primeiramente, em 2014 não integraremos mais o MAA-1B ou o MAR-1, tem coisa nova vindo ai. O A-darter é 1 dessas.
    O T-Darter pode muito proximamente vir a ser, muito dos aviões, como é o caso do Gripen já saem de fábrica prontos para ultilizar estes misseis, mesmo sem a abertura dos códigos fonte, este não seria um problema.

    >>> Pode até ser, visto que cada dia que passa qualquer armamento fica um pouco defasado. No entanto a política da FAB é desenvolver e não comprar mais nada de prateleira. Exemplo é o A-Darter, mas ainda vai demorar muito…… mas pelo menos já saberemos como integrar.

    #O T-Darter pode muito proximamente vir a ser, muito dos aviões, como é o caso do Gripen já saem de fábrica prontos para ultilizar estes misseis, mesmo sem a abertura dos códigos fonte, este não seria um problema.

    >>> Este missíl é só um projeto e como neste caso não somos “sócios” teremos que comprar e se for o caso PAGAR para integrar. Os Gripen não tem este integrado….mas tem : Brimstone, AGM-65 Maverick, Meteor, AIM-132, AIM-120, AIM-9, Iris-T, Python 4 e 5, A-Darter, R-Darter e Derby.
    A solicitação e custo de integrar o A-Darter está sendo paga pela A. do Sul.

    #Como foi possivel? O F-5 é expecial?, mesmo com a modernização e a instalação do novo radar e de novos sitemas, isto não justifica, os caças que comrparemos não estão prontos, podem muito bem sofrer as devidas alterações.

    >>> A Elbit de Israel (e no Brasil Aeroeletrônica, sua subsidiária) integraram a pedido e pagamento da FAB o Python 3, 4 e talvez o 5, além do Derby quando da decisão de optar pela eletrônica embarcada dos F-5E/M e A-29 deste fabricante israelense. Mesma coisa para O Piranha 1B, embora não esteja totalmente operacional, apenas para “exercícios” como a Cruzex.

    #Você sabia que o indice de acreto da USAF em ambiente BRV, é de 50% contra alvos, sem nenhuma capacidade de defesa? Creio que não..
    Misseis de curto/médio alcance, serão fundamentais, ainda mais com as novas tecnologias. E quando se tratando de um missel tão moderno quanto este, principalmente.

    >>> Primeiramente, isto é o que a USAF quer que saibamos…… e é por isto que os russos sempre disparam dois mísseis, para ter certeza….
    Mas com os F-22 e futuramente F-35 isto já não será assim, pois sua doutrina é detectar a longa distância e disparar AMRAAM ou ASRAAM, como o novíssimo AIM 120 C5.

    Sds.

  482. gaitero

    Se a USAF quise-se isto ela publicaria em um site norte americano e não em um australiano, feito por um escritor de renome internacinal sem nenhuma ligação com os EUA.

    O F-35, para mim é um projeto que não deu certo, foi projetado para detectar atirar e correr, mas não tem capacidade de se distanciar de qualquer caça, devido a falta de velocidade, mesmo ultilizando misseis modernos, ele ainda assim, não acertará um alvo a menos de 80 KM, distância que o já tornará visivel em muitos dos novos radares. E mesmo se não tornar, o missil o condenará.

    # Este missíl é só um projeto e como neste caso não somos “sócios” teremos que comprar e se for o caso PAGAR para integrar. Os Gripen não tem este integrado….mas tem : Brimstone, AGM-65 Maverick, Meteor, AIM-132, AIM-120, AIM-9, Iris-T, Python 4 e 5, A-Darter, R-Darter e Derby.

    Eu só excluiria o R-Darter e o Derby, pois eles ainda não foram integrados.

    O Brasil como você bem disse esta disposto a desenvolver novas tecnologias, mas o T-Darter ainda é um projeto, e a africa do sul, já o ofereceu ao Brasil.

    E mais uma vez caimos em controvércia, se eles integraram tantos misseis, é porque não existe tanta dificuldade para faze-lo, o mesmo vale para o Rafale e o F-18.

    Sds.

  483. gaitero

    – Ronaldo, Com relação a capacidade de misseis BRV, a noticia não é norte americana, e sim de um grande pesquisador, conhecido internacionalmente, principalmente pelos dados veridicos que ele apresenta. Esta pesquisa não foi feita só com os EUA, mas com todas as grandes forças aéreas do mundo.

    – De qualquer forma, o custo para se inegrar o R-darter no F-5 foi muito baixo, e requisitou pouco tempo.

    – Sobre os Misseis integrados no gripen, eu só discordo do R-Darter e Derby, que ainda não foram integrados, e não serão já que o R-Darter e possivelmente o Derby serão descontinuados já em 2010. E em seu lugar será desenvolvido o T-Darter, projeto que ainda esta em faze de estudos, e que poderá sim caso o Brasil demostre interesse, ter nossa participação.

    # Mas com os F-22 e futuramente F-35 isto já não será assim, pois sua doutrina é detectar a longa distância e disparar AMRAAM ou ASRAAM, como o novíssimo AIM 120 C5.

    – Bom, você pode pensar assim, eu caminho no sentido totalmente contrário, o F-35 apresentará varios problemas quando entrar em combate, sua velocidade é muito baixa entre mach 1.6 e 1.7, e ele não terá capacidade de atirar e correr, já que mesmo com os novos misseis ele só poderá atacar um caça de 4, 4.5 geração a no maximo 80km, SEM GARANTIA NENHUMA DE EXITO e quando disparar o missel, se tornará visivel, e não conseguirá fujir, como erá previsto que ele fizesse.

    Com relação ao F-22, bem com ele é diferente, mas não vem ao caso.

    Os caças modernos, estão ficando mais stealth, e seus radares, mesmo sendo mais modernos, não conseguem detectar outro caça stealth a mais de 80km, desta forma, aumenta-se a capacidade deles contra alvos, mais fracos, e diminui-se contra alvos iguais, por isto os misseis de 5 geração de curto médio alcance, serão da mesma forma que os BRV, vitais para os caças do futuro.

    Sds.

  484. Ronaldo

    Gaitero,
    Tanto o R-Darter quanto o Derby foram integrados ao Gripen por constar do RFI da África do Sul, já que um é um melhoramento do outro e estavam para entrar em serviço em sua FA. Embora hoje os R-Darter já tenham data para serem substituídos pelo Derby, de maior alcançe e precisão.
    Interessou a Saab também, porque aumentaria o leque de opções que se podia por à mesa para clientes que tivessem limitações financeiras e/ou políticas para comprar mísseis de padrão da OTAN ou mesmo do Tio Sam.

    Sobre o F-35, última análise comprovada :

    “Análises da Força Aérea dos EUA mostram que o Lockheed Martin F-35 Lightning II é pelo menos 400% mais eficaz na capacidade ar-ar que os melhores caças atualmente disponíveis no mercado internacional.
    O modelo de análises da USAF para engajamentos ar-ar, também usado por forças aéreas aliadas, a fim de avaliar o desempenho de combate aéreo, colocou o caça de 5 ª geração F-35 contra todos os caças avançados de 4ª geração, numa variedade de cenários simulados. Os resultados foram claros: o F-35 superou os caças no combate aéreo por margens significativas.
    o F-35 é um “cavalo de corrida” e não um “cão de briga”. Sua aerodinâmica stealth lhe dá capacidade de “ver e atirar primeiro”, e de escapar com segurança.
    A grande razão peso/potência lhe permite manobrar a 9 G, igualando as taxas de curva do F-16 e F/A-18.
    O F-35 tem o motor mais potente já instalado num caça, com empuxo equivalente aos dois motores do Eurofighter ou do F/A-18, dando-lhe excepcional capacidade de aceleração e manobrabilidade.
    Segundo a Lockheed, está provado que nenhuma aeronave pode sobreviver contra caças de 5 ª geração stealth, como o F-22 e F-35, e que é impossível adicionar características stealth similares em caças de quarta geração.
    Para completar, a capacidade do F-35 de colher dados, integrá-los e compartilhá-los irá transformar o campo de batalha do futuro, redefinindo as missões de apoio aéreo aproximado. O F-35 foi especialmente concebido para tirar partido das lições aprendidas a partir do F-117.”

    Você pode até não acreditar nos dados, mas sabemos que os EUA não brincam neste quesito.
    Bom final de semana.
    Sds.

  485. gaitero

    Para você tambem.

    Bem como você mesmo disse são fontes norte americanas, então devemos ficar com um pé atraz.

    Vamos ver, ele demorou muito para entrar em produção, seu preço decolou, chegará a um custo por unidade surpreendente.
    Não vou questionar a qualidade do caça;
    Só acho que ele vai ter grandes problemas quando o combate não for simulado, e sim real, mas veremos.
    Tenho a certeza que todo este atrazo não será em vão e que eles estão trabalhando para melhorar sua qualidade. Por enquanto, eu acho que tem muito lenga lenga, e pouca comprovação de tanta superioridade. A primeira delas, é a velocidade que será menor que o F-18 Por ex. Eles acham que ele poderá atacar sem ser detectado? Bem eu ainda acho que mesmo sendo stealth quando ele ligar aquele radar vai virar um alvo, mas veremos, eu posso estar muito enganado.

    E como você não falou sobre misseis BRV, creio que te convenci, assim como um combate F-35 X F-35, onde os 2 serão stealth, e qual ganhará? Só misseis de curto/medio alcançe é que irão dizer;

    Sds.

  486. gaitero

    Com relação ao Gripen Você tem razão, não hgavia encontrado esta informação, talvez ele esteja disponivel só que a Africa do sul não o ultilizará.

    Um payload característico do Gripen C/D inclui:

    • Míssil ar-ar Sidewinder AIM-9 • AIM-120 AMRAAM • AGM-65 Maverick • Dispenser standoff DWS39

    • Míssil de ataque a navio RBS-15 • Bombas teleguiadas a laser GBU 10/12/16 • Bombas Mk. 82/83/84

    • Litening opcional G III FLIR/LDP e cápsulas opcionais de reconhecimento

    Capacidade adicional

    Outras armas serão integradas, a fim de satisfazer as necessidades operacionais de clientes, a exemplo das bombas de finalidade geral R-Darter e Mk.81. Além disso, há várias outras atividades em andamento, como o progresso firme dos programas futuros que vão atribuir ao Gripen a capacidade de melhorar suas propriedades dentro do alcance visual, além do alcance visual, de standoff e de precisão de ataque. Estas atividades podem ser evidenciadas pelo programa de vôo do KEPD-350; o programa do míssil Meteor, para o qual o Gripen foi escolhido para realizar, em 2005, o primeiro lançamento aéreo; o programa do míssil IRIS-T, cujas discussões entre a Saab e a FMV (a agência de administração de material de defesa da Suécia) envolvendo a integração deste míssil no Gripen; assim como vários estudos de viabilidade que já confirmaram a adequacidade do Gripen aos armamentos AIM-9X, A-Darter, ASRAAM, Python 4, Python 5, Derby, MICA, SPICE, Lizard II e III e do EHUD Autonomous Air Combat Maneuvering Instrumentation Pod.

    Bom, sendo assim, o Gripen tem vantagem no FX-2, já que é o unico com tanta variedade.

  487. Daniel de Souza

    A maior sacanagem de todas aconteceu com o Super Tucano, a Venezuela queria comprar 36 dos mesmos mas como o motor do mesmo era de origem americana os EUA tinham poder de veto, e vetaram. Agora é só o Brasil desenvolver motores também, ai quero ver Bush ou Osama vetar.
    Tava vendo aqui, parece que a Colômbia(esse ele não veta) vai comprar 25 Super Tucanos.

  488. gaitero

    Já comprou.
    O chile vai comprar, e o equador tambem.

  489. gaitero

    Na verdade essa é a lista

    Operadores

    * Brasil
    * Colômbia
    * Chile
    * República Dominicana
    * Estados Unidos – Empresa Blackwater

    Países que manifestaram interesse na compra, ainda não formalizada:

    * Indonésia – 16 aeronaves
    * Guatemala – 6 aeronaves
    * Equador – 24 aeronaves

  490. Fred

    Equador já não sei mais, a compra ia ser financiada pelo Brasil, e como ele está ameçando não pagar as atingas já viu, né!

  491. Ao srs.Ronaldo e Gaitero, pelo q sabemos o f 35 está cheio de ” pontos ” e sua invisiblilidade cai, e baixa por sua pouca velocidade, mach 1,6;, ñ e páreo até p/ o rafale já q o mesmo tem componentes de furtividade, pior se o mesmo estiver c/ misseis longo /médio alcance…O perigo p/ o f 35 são os Su 35 , quíça o Su 37 exterminador, dos Rússos, ambos já tem elementos q dão furtividade aos mesmos. Td de bom , Su 35..um ótimo caça, ainda e por bom tempo insuperável.

  492. Daniel de Souza

    Tomara que consigamos atingir um nível de tecnologia também nas outras categorias de aviões.

  493. gaitero

    Com relação ao FX-2 não é estranho 2014?

    Quero dizer se o vencedor fosse o F-18 ele poderia ser entregue em 2009, o Rafale F3 em 2010, só o gripen NG que é para 2014. Não tem ai uma dica do vencedor? Alguem concorda comigo, ou alguem sabe porque 2014?

  494. Fred

    Concordo com você Gaitero, a data de entrega é estranha, porém permite a participação do Gripen NG.

    Lembrando que a licitação deverá ser iniciada no começo de 09, logo deverá estar concluida no final de 2009 ou no começo de 2010, assinaturas, financiamentos, acordos e burocracia, especificações da FAB pelo menos mais 6 meses, entra na fila de projetos, estamos já em 2011 quase 2012.
    Transferência de tecnologia, off sets, etc. aprovacão do projeto final, entrada em produçãono final de 2012. isso para o SH, para o NG entra o desenvolvimento o projeto para as necessidades da FAB! Ai quem sabe! 🙂
    🙂 Vamos aguardar!

  495. Lembrei de uma canção q diz kem espera tempo bom e sertanejo…é pq 2014, uma data cabalkista (+)?Ker saber, nem os cacikes local sabem de catota nenhuma..eles , espúriamente, acham ..Em quanto isso, o sr chaves m compra td da Rússia, se armando até os dentes…

  496. Luís Fernando

    Acredito que a data teria a ver com o início de desativação dos primeiros esquadrões de FrBr, ou sua proximidade. Ou por outra, início de desenvolvimento de doutrina ainda com concomitância de uso com os F5.
    Não vejo outra situação lógica senão esta.

  497. Gaitero:
    sim, e repara que nessa lista de operadores do Super Tucano:
    “Operadores

    * Brasil Brasil
    * Colômbia
    * Chile
    * República Dominicana
    * Estados Unidos

    1. Blackwater

    Países que manifestaram interesse na compra, ainda não formalizada:

    * Indonésia – 16 aeronaves
    * Guatemala – 6 aeronaves
    * Equador – 24 aeronaves
    * Venezuela – 36 aeronaves (vetada)1

    aparece… a conhecida (tristemente) Blackwater…
    curiosamente os aparelhos não aparecem no seu inventário público:
    http://www.blackwaterusa.com/tech_inno/TI_weapons.html
    mas a coisa foi noticia da ASAS:
    http://forum.combatace.com/index.php?showtopic=27254

  498. gaitero

    Luis fernando, mas não teria muito nexo, afinal este irá substituir os mirrages 2000. São apenas 36 unidades deste primeiro lote, que não substituirão os F-5.

    Como disse, o fred se fosse Rafale ou SH seria já para 2012 no maximo. 2014, esta mais para gripen NG do que para qualquer coisa.

  499. Vai ser o gripen ng ? Quantos.,+ eles tem baixa autonômia, a ñ ser q fikem distribuidos pelo menos uns 52 pelos estados..Tá mt confuso a coisa..

  500. Luís Fernando

    Gaitero, você tem razão, porém, muito embora tenha me esquecido dos Mirrage 2000, fato é que os F5 também serão substituídos pelo FX2, pelo menos é o que a propaganda oficial apregoa, aliás a substituição também ocorreria com os AMX.
    Agora, cá entre nós, se nós estivéssemos tendo uma substituição de 12 mirrages por 36 Rafales ou outro que venha a ser escolhido e mantivéssemos uma proporção semelhante em relação aos outros (F5 e AMX), seria ótimo não?

  501. Luís Fernando

    O que realmente mata é o tempo que vai levar para estarmos com uma frota inteira substituída, mesmo porque a FAB pretende voar os F5s até 2025.

  502. gaitero

    A previsão é aposentar os mirrage em 2015, os F-5 em 2018/20 e os AMX em 2022/25;

    Creio que serão modernizados aproximadamente 52 F-5 e 32 AMX, estes se somarão aos 36 novos, mantendo 120 caças, que depois serão substituidos por 84 caças a partir de 2018 até 2025, mantendo assim sempre os 120 considerados ideais pela FAB.

    A cronologia adotada pela FAB ficará muito proxima a isto que eu vou apresentar.

    primeiro lote –
    12 caças em 2014, 12/ 2015, 12/2016

    segundo lote –
    12 caças em 2018, 12/2019, 12/2020, 12/2021

    Terceiro lote –
    12 caças em 2023, 12/2024, 12/2025

  503. Luís Fernando

    Isso é que é ser um cara bem informado.
    Gostei!

  504. Daniel de Souza

    Esse é o Gripen NG, ele tem uma autonomia 40% superior, e de acordo com o fabricante tem mas autonomia que o Rafale. O Gripen é um bom caça principalmente pela capacidade de rearmamento rápido e da pouca exigência da pista de pouso, pousando assim em qualquer pista, e outro fator é seu baixo custo.

    A Globo é safada mesmo, aqui no Brasil tá manipulando informação sobre isso a favor dos EUA, na reportagem que fizeram deram a entender que o avião americano é melhor que os outros o que é mentira. Na minha opinião o F-18 é o pior dos três.

  505. gaitero

    Bom me diga o que a Globo não manipula ^^

  506. o que eu gostava de saber é como este caça, concebido para países nórdicos e gelados se porta com o calor e a humidade dos trópicos…

    há rumores de problemas graves (e não especificados) com os gripen checos.
    e já 3 aviões de produção suecos se perderam em acidentes:
    http://en.wikipedia.org/wiki/Accidents_and_incidents_involving_the_JAS_39_Gripen

    hum… nada vi sobre a experiência sul africana (muito importante no contexto brasileiro; dado o seu clima)…

    rafales, parece ter caído apenas um, até hoje…
    http://www.iht.com/articles/ap/2007/12/06/europe/EU-GEN-France-Fighter-Crash.php

  507. Ao sr.Daniel, é o mal necessário ( insenção , imparcialidade )cabe aos q conhecem a verdade torna ela conhecida, p/todos, estilo cassandra, + tem q insistir.Quanto ao gripen ng, o laboratório tem de ser as bases na amazônia; se funcionar lá..funciona em qualquer outro lugar.É q venha logo estes novos ekipamentos, caças e escopénes, Temos mt problemas bem armados a nossa volta. Ps.: como vc colocou sua foto no blog do seu comentário, pode explicar-me?

  508. pjms

    Boa tarde a todos!!!!

    Gaitero, Clavis e Daniel. Voces estão acostumados a viajar de carro pelo nosso Brasil?? Creio que não!! Nossas estradas estão cheias de buracos!!!. Não podemos nos comparar as estradas bem preparadas e estruturadas da europa. Já comprovei lendo em outros sites, que os países que tiram estes proveitos de estradas lisas, para utilizarem em tempo de guerra. O Gripen é um excelente caça, porém de forma nenhuma o USA vai autorizar a transferência da tecnogia deste caça, se pode vender o dele(F18E/F). estava lendo uma matéria no O Globo, sobre nossas ilhas de Trindade e São Pedro e São Paulo(as duas ccom um pouco mais de 1000km).Como podemos vigiar estas ilhas, como caças sem autonomias??E era a favor do Su 35BM, devido ao seu grande raio de ação, mas este já era!!! Temos que ter realmente uma marinha com um PA em Recife ou Natal, com caças de tecnologia avançada. O Gripen é o único que não tecnologia Naval.Já sei, o nosso PA não pode receber nenhum deles(Rafale/F18E/F), porém não estamos falando do presente e sim do futuro, quem sabe um novo porta-aviões????

    abraços

  509. pjms

    Gaitero. Será que não teremos nenhuma modernização futura com os F2000?? creio até que estes caças somente serão trocados somente no final de vidas deles. Os F5M, os primeiros começaram a sair da Embraer somente em início de 2006. Temos hoje na atividade somente 26, salvo engano.Se realmente o acordo for feito com a França, acredito que teremos um mixto de Rafales e Mirages operando em nossas forças. Posso pensar em 72 Rafales e mais 100 Mirages 2000-5mk2 modernizados.Se pensar que estes caças serão os substitutos do F5 e Amxs estamos pensando pequeno!!!

    abraços

  510. pjms:
    é precisamente a falta de versão navalizada do Gripen, que me faz decidir pelo Rafale… Seria muito mais económico operar um único aparelho em todo o Brasil, desde os papéis de ataque ao solo (AMX) até aos de patrulhamento e intercepção dos atuais F5 e Mirage2000 com um só modelo. Iria rentabilizar as linhas de montagem da Embraer (que assim seriam mais utilizadas) e – sobretudo descer o custo unitário, por uma simples questão de economia de escala…
    É também razoável que durante muito tempo, o Brasil opere Rafale e Mirage 2000, em simultaneo. Tanto mais porque se os EUA consegue fabricar apenas 48 F-35 por ano… Quantos conseguirá a Embrar montar por ano? Isto é, quanto demorará até chegar aos 120 aparelhos de que se fala?

  511. Daniel de Souza

    carlosargus é que eu tenho um blog no wordpress ai como estava logado no momento que postei o comentário.

    Estive pensando melhor, já eliminaria o F-18 por causa da transferência tecnológica e ficaria neutro entre Gripen e Rafale já que como não sou da FAB não sei qual possui tecnologia mais interessante para o país.

    O Brasil está comprando estes aviões só para testes mesmo acredito e como uma solução de emergência, o que querem é fundir logo a tecnologia que o país já tem com a do novo caça para poderem produzir pela Embraer um futuro caça TOP de linha. Então eu compraria 12 de cada um dos três aviões. Mesmo o F-18 não tendo transferência tecnológica já dá para desmonta-lo e aplicar engenharia reversa. A argentina fez isso com os misseis Exocet franceses durante as Malvinas, o míssil não ficou 100% mas funcionou.

  512. Daniel de Souza

    Clavis você se confundiu não há um aumento de 140% no combustível, o que há é um aumento de 40% do combustível devido à reorganização dos espaço interno do Gripen o que deu 40% há mais de tempo de vôo.
    140% é a quantidade de combustível que o Gripen NG carrega se comparado ao Gripen que logicamente possui 100%.

  513. Pegasus

    ainda sou mais o tucano com 2 misseis de curto alcance ,2 de medio, 2 de longo, um radar que pegue a 200km, mais 2 tanques da etanol e um canhao vulcan 6 canos 20mm

  514. Valeu sr.daniel e, obgd.Tá rendendo..vamos acabar fcando c/ o q temos.espero q vc tenha razão amigo e se monte aki um top de linha Brasuca..se os hermanos fazem , pq ñ nós? E q venham logo.

  515. daniel:
    não, talvez me tenha é explicado mal. 140% significa 40% a mais de 100%, logo há um aumento de quase metade na capacidade interna do aparelhos. Isso fica mais claro no link da saab onde se escreve 100% para o gripen e 140% para o gripen ng.

  516. gaitero

    Pjms, aonde você mora?
    Aqui no sul do Brasil as estradas estão mais lizinhas que em toda portugal, com raras exeções, acho que a unica diferença é no tamanho das vias aqui estamos acostumados com pistas duplas, para lá muitas tem 3 faixas, mas nada além disso.
    Claro não podemos generalizar, mas o gripen precisa de pouco mais de 500 metros? Acho qu todas as milhares de estradas brasileiras tem trechos de 500 metros em boa conservação.

  517. gaitero

    Os F-2000 são mais desatualizados que nossos Mikes ”F-5M” o custo para moderniza-lo é autissimo, e não se pode instalar o nosso data-link devido a falta de espaço.
    Os 12 que vieram ao Brasil eram os mais antigos da França, e não suportaram mais do que 8 anos. Foram realmente só para tapar o buraco da saida do mirrage 3 até a entrada do FX-2.

    O custo desta compra “72 Rafales e mais 100 Mirages” é equivalente ao custo de 108/120 gripens NG. Eu fico com o segundo…

    Além do mais os Mirrages já sairam de produção, cada vez vai ficar mais difícil mante-los operacionais, ainda mais 100 unidades.

    Pegasus, em Outubro 13th, 2008 às Disse:

    ainda sou mais o tucano com 2 misseis de curto alcance ,2 de medio, 2 de longo, um radar que pegue a 200km, mais 2 tanques da etanol e um canhao vulcan 6 canos 20mm

    – A Ta e ai você cai da cama?

    Sds..

  518. gaitero

    Clavis, até onde eu sei, ele não será produzido no Brasil, no maximo ele será MONTADO no Brasil então colocaria 12 por ano, praticamente 1 por mês, de 2014 até 2023/25.
    Não nos importa a produção, e sim a transferencia de tecnologia, até mesmo uma cooperação com um bom repasse de tecnologia a embraer já seria suficiente, a idéia principal é ter um parceiro para o novo caça de ultima geração lá para 2035;

  519. Fred

    Não dá pra saber com certeza, a Embraer está com a carteira cheia por 2 anos, menos a linha de produção do Phenon, a ampliação da linha de produção em Gavião Peixoto para novas aeronaves também tem que entrar no nosso somatório de tempo, pelo menos uns 2 anos, para a contrução e montagem das novas instalações. Ai 2014 fica pelo menos justificavel 🙂

  520. Daniel de Souza

    Clavis você explicou mal então. É que você disse assim:
    “um aumento de 140% da capacidade interna de combustível”
    O que seria 140% combustível a mais.

    Como eu já disse compra um de cada bota um monte de pesquisador e faz engenharia inversa. Quero ver radar do Typhoon, autonomia do Gripen, aerodinâmicas e armamento do Rafale e SU-35 mais a tecnologia de aviões navais e turbinas americana. Pronto o melhor avião.

  521. Daniel de Souza

    Fizeram uma simulação e um esquadrão de SU-35 ganho de um esquadrão de F-18, F-22 e F35:
    http://www.defenseindustrydaily.com/The-F-35s-Air-to-Air-Capability-Controversy-05089/

  522. Daniel de Souza

    Estou observando, a maioria ou se não todos os motores dos aviões da Embraer são da Pratt & Whitney. Então é só o Brasil passar dinheiro debaixo da pano pra Embraer comprar essa empresa. Em pouco já vai ter retorno já que assim vai poder vender o Super Tucano pra Venezuela tá que isso é quase nada.

  523. Pjms

    Gaitero.Respondendo a sua pergunta: moro no Rio de Janeiro. Temos pistas regulares, muito sinuosas e não são pistas preparadas e tão pouco temos pistas retas que de os 500 metros.O nosso estado é formado de muitas montanhas!!!. As pistas que são utilizadas, para este fim com o Gripen, além de terem mais de 500 metros em reta, serem lisas, existe espaço até para o caça taxiar. Não podemos comparar nem de longe as estradas europeias e estradas do Brasil.

    abraços

  524. gaitero

    Com relação a simulações, bem existem simulações nos EUA na russia na frança, mas nada real, simular é facil quero ver na guerra, de baixo de temporal, com todas as dificuldades de clima, parceiros, estratégia, este papo de simulação é conversa pra boi durmir.

    Qualquer caça de 4 geração ou 5, com bons pilotos bons misseis, e com facil manutenção terá vantagem em um combate, porque é fato, os aviões tem vantagens e desvantagens, o que mais souber tirar proveito de suas vantagens, e das desvantagens do inimigo é o vencedor.

    Diriam que o F-35 pode atirar e voltar sem ser detectado, talvez se estiverem falando em um combate em zona neutra, mas já pensou, em pleno Brasil com varios saber M-50/200 os R-99, um F-35 seria detectado, e ganharia o melhor data-link, é muito complexo pensar em capacidade sem colocar outras coisas juntos, para mim um bom cavalo de corrida teria de ser rápido, oque o F-35 não é, além de ser pouco manobrável. Só que em zona neutra, ele com certeza seria vitoriozo, pela sua capacidade steath, é muito complicado,
    acho que qualquer caça de 4 geração esta em pe de igualdade com qualquer outro, vai vencer o FX o que melhor oferecer vantagens economicas, e tecnologicas.

  525. gaitero

    Pjms, e a ponte rio-niterói?

  526. Fred

    Algumas são P&W mas também utiliza Turbinas GE e RR.

  527. gaitero

    Em guerra qualquer lugar serve.

    Tem uma matéria sobre isto e mostra como é feito

    http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20020709/vid_mat_090702_56.htm

  528. gaitero

    Ito tambem explica o numero maior de acidentes citado pelo clavis.

  529. Pjms

    Gaitero. Em relação ao preço que pagariamos nos caças, segue abaixo as minhas contas:

    preço unitário do Rafale: +- USD90,000.00
    120 caças = Usd 10.800 bilhões de dollares

    72 caças = Usd 6.480 bilhões de dollares

    Mirage 2000-5mk2 usados preço = +- Usd 9.000 milhões

    100 = Usd 900.000 milhões de dolares

    Total mixto de Rafale e Mirages Usd 7.380 bilhões de dollares

    Diferença usd3.420 bilhões de dollares

  530. Pjms

    Gaitero, pousar na ponte rio a niteroi é para loucos. É impossivel pousar com aqueles avisos de transito que ficam mais ou menos a 5 metros de altura.

    []s

  531. gaitero

    Em guerra, meu amigo, tira-se oque atrapalha, faz-se oque necessia, até mesmo pousar na ponte, ^^
    Ou asfaltar retas em lugares apropriados, oque importa é dispor deste meio.

  532. gaitero

    Viu o site, muito interessante, 15 minutos para pousar remuniciar, e feito por 4 pessoas, com apenas 1 tecnico e 3 fila boia com 30 minutos de experiencia, isto não é para qualquer caça não.

    http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20020709/vid_mat_090702_56.htm

    Com relação ao custo, não adianta pagar 3 bilhões a menos hoje, e daqui a 10 anos ter que substituir tudo de volta, muito pior, o custo que será para manter eles voando já que eles sairam de linha.
    Muito melhor dispor de menos meios, e mante-los voando, em plena capacidade com facil manutenção por 30 anos, do que gastar muitos milhoes em logística de 10 em 10 anos, além de treinamento, e pior ter 2 aviões voando, com misseis diferentes para cada. Vixi nem quero pensar nesta hipótese, como disse mangabeira, acabaram as compras de prateleira.

  533. gaitero

    Hoje temos 200 Bilhões de dólares em reserva, dinheiro não é o problema ^^

  534. Pjms

    Com certeza você está com razão. É preferivel comprar os 120 caças novos, qualquer um deles ficariamos muito bem!! O problema é que estamos no Brasil, e comprar caças usados já é comum.Estava lendo agora no defesa.net que a Fach está comprando mais 16 F16MLU das forças aéreas holandesas.

    Concordo com vc, quando na guerra tudo se pode fazer!!!

    abraços

  535. gaitero

    ^^

    Abraços.

    É verdade eles vão comprar mais 16 MLU.

    Nada de mais, não vejo F-16 MLU como caças com tanto potencial quanto Gripen NG, Rafale ou F-18 SH
    Na verdade não o vejo nem como potencial nem contra os F-5 M ^^

  536. gaitero

    Mas eles estão certos, padronizaram a frota e vão economizar muito com isso.

  537. Se podemos comprar a fabricante de turbinas iank…e facilitar n vida, p/ termos condições de montar um top de linha..tbm é válido.O grande negocio é produzirmos um cça de 4,5 e /ou 5 geração Brasuca..p/ontem.

  538. pjms

    Gaitero

    #
    Muito melhor dispor de menos meios, e mante-los voando, em plena capacidade com facil manutenção por 30 anos, do que gastar muitos milhoes em logística de 10 em 10 anos, além de treinamento, e pior ter 2 aviões voando, com misseis diferentes para cada. Vixi nem quero pensar nesta hipótese, como disse mangabeira, acabaram as compras de prateleira.
    #

    Mas pelo menos nos armamentos seriam iguais.Creio que os mísseis são os mesmos!!!

    []s

  539. bem, esta estrada:

    não parece muito sofisticada… certamente que têm estradas idênticas em bom número por aí…

    e sim… é avião belíssimo…
    veja-se bem o detalhe de como trava aerodinâmicamente…

  540. gaitero

    Não seria, o Rafale viria com no mínimo meteor e a-darter, o mirrage é mica e magic.

  541. gaitero

    Temos, é deste nível para cima, na maioria delas, o problema é que existem estradas de pessima qualidade em algumas regiões, pela falta de capacidade de alguns governadores e tambem do governo federal.

    Pelo menos aqui na rigião sul, só onde um moro, posso citar no mínimo uns 100 trechos com capacidade de receber um gripen ^^

  542. pjms

    Muito legal este vídeo!!! Vocês viram como esta estrada é diferente!! Ela tem estrutura para manter um avião. Aqui no Brasil, nós poderiamos fazer dezenas de pistas como estas ficando algumas na Amazonia, Campo Grande e Pará. Mas estas pistas, teriamos que ter sempre um contigente nem que seja 2 guardas, porquê poderiam virar pistas de narcotrafico. Estas pistas devem custar alguns euros para ser bem mantidas e vigiadas não?

    abraços

  543. O meteor pode operar no Rafale e Gripen:
    http://www.economicexpert.com/a/MBDA:Meteor.html

    como já escrevi algures, nesta questão o míssil embarcado é tão importante como a plataforma que o transporta, pelo que espero que esse aspeto seja devidamente equacionado na seleção do vencedor do F-X2…

    Na FAP operamos os AIM-120 desde 2004. Os vossos 2000 usam Matra-Magic Super 530 http://www.areamilitar.net/analise/analise.aspx?NrMateria=13
    que nesta descrição parece bem impressionante, especialmente a taxa iraquiana de sucesso de 37 em 100 lançamentos:
    http://www.alide.com.br/wforum/viewtopic.php?f=6&p=26810

  544. pjms

    Gaitero. Estava vendo os armamentos do Rafale e um deles é o Mica.

    []s

  545. mas há outros filmes que mostram estradas perfeitamente normais!
    E não digo que esta aqui não seja uma estrada normal, é que parece ser mesmo… os abastecimentos seguem todos por camião e aqueles separadores laterais, com reflectores, também os temos aqui em muitas estradas recentes…

    mas…

    também caiem… e este acidente em particular (um protótipo) deve ter sido bem grave para o piloto…

  546. gaitero

    Clavis, eu diria que o missil é mais importante. ^^
    37% de acerto é mesmo espantoso, achei que os misseis \BRV estavam rondando os 25% ^^, tambem vai depender do adversário ^^

    Sim, eles caiem porque operam no limite, oque é correto já que eles tem de estar preparados, mas aqui no Brasil não operariamos desta forma.

    O armamento pode ser o mica, só que o Brasil quer misseis barsileiros, e não franceses nos caças.
    Por isto disse A-Darter.
    Quanto ao BRV, creio que será o T-Darter evolução do R-Darter, que tambem será operado pela africa do sul. Alguns dizem que será nacional, mas acho que será mesmo o T-Darter. Quanto a integrar no mirrage,acho inviável, tanto pela dificuldade, quanto pelo custo.

  547. bem, as fontes são iraquianas… e se bem se lembram a fiabilidade destas fontes não era propriamente muito elevada…
    http://www.welovetheiraqiinformationminister.com/

    mas os pilotos iranianos eram na época dos mais mal preparados do mundo, pelo que tal taxa tem até alguma credibilidade…

  548. gaitero

    Não olha o que acabaram de me passar pelo MSN.
    http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2032/artigo105180-1.htm

    Leia a parte do Allons enfants, sobre o FX-2

    To dando risada até agora…………..

  549. hehehe.. são cá dos meus (rafalistas, portanto… hum. Soa melhor que gripenistas, certo?)

  550. gaitero

    Não notou?
    Gripen com 2 p e o Phantom, hahahahahahah Claro concorrendo contra os F-4 fica facil ^^

  551. não notei, não!
    “Allons enfants
    O Ministério da Defesa vai demorar para escolher os novos caças da Aeronáutica. Especialistas apostam que, se a transferência de tecnologia for decisiva, os Rafales, da francesa Dassault, derrotarão o sueco Grippen e o americano Phantom.”

    que palhaços!
    li, e sem querer li “Phantom” como sendo “Super Hornet”, as partidas que a memória prega…

    e a o longe que andam os media destas lides…

  552. gaitero

    Haha, isto é a nossa ”ISTO É” ^^

  553. gaitero

    Tambem tive a primeira vista alguma dificuldade, primeiro achei só o grippen com 2 p, mas como meu amigo riu muito li novamente e só ai que me caiu a ficha, F-4 Phantom, foi triste.

  554. sim, é tão absurdo que o cérebro se recusa a ler aquilo…

  555. e a revista devia mudar de nome para “isto NÃO é”…

  556. gaitero

    Ou para ISTO É UMA VERGONHA.

  557. Fred

    A “Isto devia ser” e a “Oia” são dois meios de comunicação dos mais ridículos, sem profundidade e sensacionalistas. As repostagens são no mínimo ridículas!

    Pelo menos na minha míope visão!

  558. Ronaldo

    Fanton F-5 (lembra-me uma propaganda de yogurte do tempo do tigre) .
    Esta é do tempo do guaraná de rolha….
    Sds.

  559. e mais um bocado ainda falavam do fantam Q-5 (F-5):
    http://www.fas.org/nuke/guide/china/aircraft/q-5.htm
    ehehehe
    isso sim, é que seria um “belo” de um vencedor do F.X2!

  560. Daniel de Souza

    Resumo, se o Brasil tem dimensões continentais, um caça só não serve.
    Podemos usar a tecnologia F-35 com sua tecnologia stealth na zona norte e o Gripen no sudeste, nenhum caça vai ser 100% ideal, o certo é fazer um projeto brasileiro mesmo.
    Eu acho que o Gripen vai ganhar porque aqui no meu estado e região espirito santo e sudeste ele encontra pistas boas para pousar e a autonomia do mesmo é perfeita pra região, lembrando que a região minha é a que o governo tá dando foco na proteção, nossa amazônia azul.

  561. Mais, ñ é só o sudeste, tem a amazônia legal..é os olhares estão voltados tbm p/ lá..é o gripen é , eu disse : é iank e tem baixa autonômia, e se aumentada perde em outros senões..espero estar errado.O negócio e vir logo os rafales ou ..sei lá, e neste meio tempo , corajosamente, montarmos um caça dentro de nossas necessidades..temos de tentar , ainda q seja sobre uma plataforma já existente..+ tentar. É p/ ontem..Caça bom é o q tiver bom desempenho nos céus da amazônia , lá é q é o centro natural de teste.

  562. Pjms

    Bom dia Gaitero. está frio aí no sul?? Espero que sim. Aqui já chegou o calor. Umas perguntas para todos que possam me responder:

    1)O caça Rafale, na posição ventral, tem possibilidade igual ao Mirage de levar 4 mísseis BVR? ou somente nos cabides das asas?

    2)Esta pergunta é devido estes mísseis ficarem bem encaixados na barriga do Rafale?.E por isso não poderiamos ter condições de integrar outro míssel neste caça.

    abraços

  563. gaitero

    HaHa Ronaldo desinterro essa.
    fanton F-5, boa asdkasodka

    Esta quente de mais,

    Das 14 estações de armas do Rafale, oito podem levar mísseis ar-ar como o MICA. O MICA pode ser lançado de trilho ou ejetado de cabide, podendo ser levado em cabides internos, sendo ideal para uso em compartimentos internos de armas de aeronaves furtivas.

    Mas os rafales substituirão o mica pelo meteor que tem muito mais alcançe, 60 km contra 100 km aproximadamente.

    A questão aqui, é o sistema do caça, este deve ser decodificado para ser instalado um novo missil, o rafale por enquanto não opera uma grama divercificada de misseis, ao contrario do gripen por exemplo, mas é claro que ele pode receber outros misseis, só é necessário fazer a adaptabilidade. E resar para que o custo não seja elevado. Pode-se variar muito e na pior das hipóteses custar 1 bilhão de dólares por exemplo, mas vai exigir tempo e qualificação dos técnicos.

    Muito provavelmente se comprarmos Rafale ou Gripen, estes virão com o meteor e o A-darter, a não ser que o Brasil desenvolva um missil BRV……

  564. Pjms

    Gaitero. Você que está mais por dentro, e anda falando com pessoas mais influentes do ramo aeronáutico, poderia me explicar uma coisa.
    Os EUA, como exemplo, fabricam 20 F22 por ano.Porquê a Embraer somente poderia montar uma aeronave por mês, como você colocou neste seu post? Acredito eu, que montar é muito mais rápido do que construir!!!

    abraços

  565. gaitero

    Não existe nada que afirme isto, 12 unidades podem muito bem ser 50, ou 2, eu segui a entrevista do glower da boeing, ele disse que se o F-18 vencer vão ser 12, mas nada impede o contrário.

    Com relação ao montar ou contruir.
    Não existe uma lógica já que para montar ele terá de ser contruido, só que a contrução não será no Brasil e sim no país do fábricante, só a montagem é que PODERÁ OU NÃO SER no Brasil, ai vai depender do que os vendedores estão dispostos a oferecer.
    O que importa, é que contruir e montar fazem parte de uma sequencia.

  566. Pjms

    Concordo, porém creio ser mais rápido montar um caça do que construir. Também vai depender do fabricante em liberar o caça desmontado!!

    []s

  567. gaitero

    Sim foi isto que eu quis dizer.

  568. gaitero

    Matéria muito boa, e mostra melhor qual é a idéia do Programa de modernização de mangabeira, vale a pena dar uma olhada

    http://defesabr.com/blog/index.php/13/10/2008/plano-de-defesa-o-projeto-de-mangabeira-unger/

  569. gaitero

    Este tambem é muito interessante.

    http://www.defesabr.com/MD/md_estrategia.htm

  570. sim… de facto. Uma estratégia integradora e global, uma visão de conjunto e um conceito verdadeiramente estratégico de condução das coisas de Defesa.
    Não vi foram descrições sobre as orientações estratégicas da politica externa brasileira, mas enfim, também suponho que isso não seja da competência do ministério da Defesa e sim dos Negócios Estrangeiros…

  571. gaitero

    Legal mesmo é a foto dele, so falta escrever ”EU SOU O CARA” em baixo….

  572. sim, eu vi a fotografia e até estive para a comentar…
    está muito bem apanhada…

  573. gaitero

    Foz do Iguaçu (PR) 17/10/2008 – O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse nessa sexta-feira que o Brasil trabalhará para desenvolver e produzir Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) para, principalmente, fiscalizar suas fronteiras.

    “O monitoramento das fronteiras necessariamente terá de ser feitos por VANTs”, afirmou Jobim, no primeiro dia de sua visita à Operação Fronteira Sul II, que envolve dez mil homens das Forças Armadas, além de agentes da Polícia Federal, das polícias estaduais e de fiscais da Secretaria da Receita Federal, em ação para combater os crimes transfronteiriços e ambientais.

  574. excelente. são mais baratos, de custos operacionais inferiores e podem cobrir grandes áreas.
    é a decisão correta.
    sendo que eu ponderaria também esta solução:
    http://en.wikipedia.org/wiki/Airship#Modern_use

  575. gaitero

    Será que podemos afirmar isto como ponto para o Rafale??

  576. Tem ser vants armados…na fronteira o primeiro tiro determina td o ritmo da operação. Eu ainda acredito no homens dentro , no comando do caça..deveria ser um Su 35.

  577. gaitero

    A maior diferença esta no custo.

    Os VANTS não serão armados, mas são fundamentais, e estratégicos, principalmente na fronteira.

    Sobre o SU-35, eu realmente me impresiono com suas capacidades, mas ele está muito distante do Brasil, muito mesmo, tanto que nem esta entre os Finalistas do FX. Rafale, este eu já estou me convensendo, tomara que o pacote inclua muitas outras coisas, principalmente para o EB, carente de material, e para marinha carente de navios.

  578. acredito que o Rafale vai bater o SH e o Gripen, não pelo que é sim mesmo, mas pelo pacote em que será vendido… submarinos, fragatas e NAE, incluido… é que faz mais sentido para todos: franceses e brasileiros.
    ao fim ao cabo, são países com fronteiras comuns e interesses estratégicos semelhantes!

  579. gaitero

    Que seja os Franceses, mas que venha coisa boa.

  580. é tudo uma questão de capacidade negocial… a França está em posição desvantajosa: precisa de exportar o Rafale, para cativar futuras exportações e precisa de alimentar a sua indústria e o Brasil precisa e pode pagar o tal pacote integrado. Este é o momento certo para fazer este contrato.

    P.S.: Já repararam na votação atualizada que aparece agora neste artigo?

  581. gaitero

    Bom tem que vota….
    vota aew pessoal ^^

  582. A Rússia nos ofereceu um pácote = ou melhor, o melhor caça do existente no mundo , atualmente..e inteligentemente, o pitaco do ianks colocou os Rússos e seu Amur 1850 /Su 35, fora do nossos objetivos.. nós e q perdemos em tecnológia militar ; a contrapartida dos ianks..merda nenhuma.Eles ñ vão nos fornece armas p/ mata-los..É mt triste, e eu ñ confio nos francos ( francos..hílario )e mt menos nos ianks .