Monthly Archives: Agosto 2008

Se num futuro próximo ouvir vozes dentro da sua cabeça… poderá ser a… “Medusa”

//www.ea.com)

(O "projeto Medusa" poderia salvar Marge? in http://www.ea.com)

O projeto tem a designação muito apropriada de “MEDUSA” (“Mob Excess Deterrent Using Silent Audio”) e consiste na emissão de um feixe de microondas que se transformam em som através da sua interação com o crâneo humano. O sistema foi concebido de forma a que ninguém ouve o som emitido, além do alvo do feixe.

Embora tenha começado como um engenho de uso militar, as aplicações civis da máquina são evidentes… O engenho resulta de um estudo de 1998 desenvolvido posteriormente com fundos da Marinha dos EUA a partir de 2003. O projeto pode implicar riscos de saúde para os destinatários destes feixes, já que ainda que a radiação de micro-ondas seja inócua, o mesmo não se poderá dizer das ondas de choque criadas no interior da cabeça dos alvos… Com sorte, esse efeito colateral ainda nos há de safar de andar na rua ou dentro de um supermercado e… ouvir mensagens publicitárias dentro da nossa cabeça. Contudo, baixar o volume dessa “voz” até níveis inaudíveis pode resolver esse efeito colateral nocivo e introduzir mensagens subliminares que ainda serão mais eficientes, quer levando um soldado a render-se, quer levando um português desempregado e altamente endividado a comprar férias nas Antilhas a crédito ou o último iPhone (como se isso fosse muito difícil…)

Fonte:
http://blog.wired.com/defense/2008/07/the-microwave-s.html

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É cada vez mais economicamente vantajoso comprar um carro híbrido…

Depois de longos anos em que o principal argumento para comprar um veículo híbrido era reduzir as emissões de CO2 e de outros poluentes, já que sendo o preço de entrada de um tal veículo tão alto, o que se poupava em gasolina dificilmente compensaria em menos de 10 ou 20 anos… As coisas começam agora a mudar. Os preços dos híbridos continuam mais elevados do que os veículos convencionais, mas com os preços a que se pagam os combustíveis hoje em dia, as coisas já não são o que eram… E os veículos híbridos já começam a ser alternativas perfeitamente viáveis, mesmo para os orçamentos mais limitados e sobretudo se considerarmos a opção “veiculo usado”.

Recentemente, o “The Wall Street Journal” publicou um artigo comparando vários veículos híbridos disponíveis no mercado norte-americano e português com veículos com motores convencionais e concluiu que os primeiros eram vencedores absolutos em todas as classes de eficiência financeira.

Todos os veículos híbridos testados foram capazes de recuperar o custo adicional (amortizar) o custo adicional de comprar um híbrido em 4 ou 5 anos através da poupança em combustível realizado por estes veículos. A comparação colocou o Toyota Prius e o Honda Civic Hybrid acima dos melhores veículos a gasolina. Os piores, jipes e SUVs, tiveram performances financeiras péssimas… Toyota Highlander, Chevy Malibu, Saturn Aura e Lexus LS60H, devido ao seu elevado preço e baixa eficiência energética, estes veículos amortizam-se apenas ao fim de 18 anos, mas o Lexus consolida a sua reputação de marca cara e de ineficiência ao conceber um veiculo que amortiza ao fim de… Cem anos…

E a tendência para tornar os híbridos numa opção cada vez mais vantajosa será ainda mais forte nos próximos anos, graças ao aumento crescente dos preços dos combustíveis, ao numero crescente de fabricantes que colocam híbridos no mercado e ao desenvolvimento tecnológico que esta a aumentar a eficiência energética de modelo para modelo, com baterias de menor peso e maior capacidade e ate com a adição de painéis solares, como sucederá com o próximo Prius

Fonte:
http://www.ecogeek.org/content/view/1763/69/

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NEOSSat: O satélite detector de asteróides (e lixo espacial) canadiano

O Canadá é o primeiro país que levou a ameaça do Fim do Mundo colocada pela iminência de um impacto meteórico ao ponto de decidir construir e lançar um satélite com o objectivo de localizar e seguir asteróides e satélites, é claro que essa não é a sua única missão, já que também devera ser capaz de localizar satélites desactivados, lixo orbital diverso e até ogivas nucleares lançadas por algum “rogue state”. O novo satélite recebeu a designação de “NEOSStat” (“Near Earth Object Surveillance Satellite”) e vai aumentar de forma dramática a quantidade de informação que possuímos sobre os asteróides que podem colidir com o nosso planeta, sendo essa a sua mais importante missão, ainda que não deva ter sido que levou à sua aprovação nos gabinetes ministeriais, certamente.

O satélite vai pesar apenas 65 Kg e custar pouco mais de 12 milhões de dólares, pertencendo à promissora classe dos “microsatélites” inventada pelos britânicos, onde o Canadá recolheu o conhecimento necessário para os fabricar. De facto, o satélite será tão diminuto que vai ser colocado em órbita por um outro satélite em 2010. O NEOSStat é o segundo de uma geração de microsatélites canadianos, inaugurada com o MOST “Microvariability and Oscillation of STars”, de 60 Kg e criado para medir a idade das estrelas da nossa galáxia.

O NEOSStat vai permitir também aumentar a contribuição canadiana para o sistema NORAD dos EUA, de vigilância do Espaço circumterrestre não somente contra asteróides mas, também, contra ataques de mísseis balísticos.

Se a missão for bem sucedida, será um feito notável e sem precedentes, já que o conceito atribuído ao NEOSStat implica construir um satélite muito ágil e estável, num nível nunca antes exigido num microsatelite, tendo que rodar, apontando para novos alvos centenas de vezes por dia, ficando completamente imóvel depois de fixar o alvo.

O satélite tem um pequeno telescópio de 15 cm, um diâmetro modesto, mas que quando colocado a 700 km de altitude se torna tão bom como os melhores telescópios terrestres e isso a uma fracção do custo destes.

Fonte: www.neossat.ca

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Cavaco e a promulgação da lei que torna obrigatória a instalação de um chip nos automóveis

Com a promulgação por Cavaco Silva (o presidente em que não votei e que é o presidente mais grunho da História lusa) do diploma governamental que possibilita a instalação obrigatória de um equipamento electrónico na matrícula de todos os veículos que circulam em Portugal abrimos, entre nós, uma nova era…

O próprio Cavaco assume reservas nesta promulgação no site da Presidência (ver AQUI):

“O Presidente da República promulgou hoje como Lei o Decreto da Assembleia da República nº 240/X, que autoriza o Governo a legislar sobre a instalação obrigatória de um dispositivo electrónico de matrícula em todos os veículos motorizados.

O Presidente da República considera que as dúvidas quanto à limitação à reserva de intimidade da vida privada dos cidadãos que o novo mecanismo de identificação e detecção electrónica de veículos suscita, e que não foram dissipadas durante o debate parlamentar, poderão ser resolvidas pelo Governo no decreto-lei a aprovar ao abrigo da autorização contida na lei agora promulgada.As questões colocadas pelo diploma em apreço ultrapassam em muito a experiência da “Via Verde” ou a regulamentação comunitária relativa ao Serviço Electrónico Europeu de Portagens. O que está em causa é, por um lado, a necessidade de assegurar, de uma forma vincada, que a tecnologia a utilizar não desvirtue, na prática, os objectivos ligados ao controlo do tráfego rodoviário e, por outro, assegurar, com muita clareza, que os dados pessoais registados sejam objecto da maior reserva e acompanhados de um sistema que garanta efectivamente tal reserva.Trata-se, sem dúvida, de um domínio particularmente melindroso do ponto de vista da salvaguarda da esfera da vida privada dos cidadãos que exige uma adequada densidade normativa e um conjunto de garantias substantivas que o decreto-lei a emitir na sequência da lei de autorização legislativa deve contemplar, tal como foi transmitido por escrito pelo PR ao Governo.”

Ou seja, o mesmo português que se faz passear com a filharada pelo país fora, viajando com a famelga às custas dos meus impostos (não creio que se tivesse votado na família do senhor presidente como “Família do Presidente da República”), admite que a dita lei levanta questões quanto à reserva da vida privada e que abre as portas para um “estado espião”, bem ao estilo orwelliano (não que Cavaco saiba o que isto é, já que se gaba de não ler nada mais além de dossiers). Nunca haverá nenhum sistema que “garanta tal reserva”. Todos os sistemas são eventualmente penetráveis, especialmente a partir dos largos milhares de pessoas: agentes policiais, funcionários do Estado, centenas de outsourcing informáticos subremunerados, etc. A própria existência desta “justificação” no habitualmente lacónico site presidencial exprime que a promulgação não foi dada de plena consciência, mas com reservas muito razoáveis… E isto já para não falar dos infindos cruzamentos de dados entre bases de dados de diversos serviços que hoje para dar satisfação a uma sofreguidão fiscal avassaladora e crescente se fazem em todo o lado, com uma impunidade generalizada…

O que causa aqui grande suspeita no que concerne às intenções ocultas por detrás de tal medida legislativa, é o seu fim: um sistema que supostamente vai agilizar o acesso por parte das forças de segurança a dados sobre a inspecção periódica, o seguro automóvel e outros dados (não especificados) identificando o condutor. Ora bem, esses dados estão todos ao alcance de uma simples mensagem de SMS enviada de um telemóvel de um agente para um qualquer servidor central com acesso a todos esses dados, na sua forma mais sintética e essencial! Porquê então criar um sistema complexo, caro, falível e sobretudo exposto a uma série de fragilidades ligadas à privacidade dos dados nele contidos? Será que a ânsia de entregar o contrato de desenvolvimento e exploração do sistema a uma qualquer empresa de um Boy é assim tão avassaladora? Ou será que se pretende apenas encontrar uma nova forma de cobrar novas taxas (por exemplo, de entrada nas grandes cidades) e se usa este “chip de identificador” para uma nova vaga de ataques fiscais às nossas bolsas, paga duas vezes (impostos + 10 euros por chip) pelos próprios alvos deste sistema?

E que não nos atirem com o argumento que esta medida “vem combater a criminalidade”… Imaginem lá qual será a primeira coisa que um assaltante irá fazer quando roubar um carro?

E mais uma pergunta: Se no Reino Unido (onde o Estado não tem propriamente a mesma imagem de laxismo e incompetência que tem entre nós) ocorreram recentemente múltiplos incidentes de perda de dados de cidadãos e contribuintes britânicos (ver AQUI), quando tempo passará até algo de semelhante acontecer com estes dados em Portugal ou… até alguém começar a comercializar leitores destes cartões no mercado paralelo?

Fontes:

http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/396056

http://www.presidencia.pt/?idc=10&idi=19114

http://diario.iol.pt/sociedade/automoveis-decreto-cavaco-chips-estrada-vigilancia/985502-4071.html

http://www.builderau.com.au/news/soa/UK-government-in-massive-personal-data-loss/0,339028227,339283962,00.htm

E assine:

http://www.ipetitions.com/petition/siev/signatures.html

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Quids S12-67: Como se chamava isto?

Dificuldade: 3

Regras:

1. Cada Quid valerá entre 1 a 3 pontos.
2. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.
3. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no período seguinte (12:30-14:30 do dia seguinte, juntamente com o lançamento do Quid seguinte). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, se pedidas.
4. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

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No Japão, apertam o cerco em torno da… obesidade

Uma nova lei recentemente aprovada no Parlamento japonês vai exigir que todas as empresas tenham “controlos obrigatórios de obesidade” para todos os seus empregados e… até para os seus familiares, desde que tenham mais do que quarenta anos de idade!

Se o empregado – ou um membro da sua família – não perder peso dentro de um certo prazo, a empresa pagara pesadas multas. Os valores limite são definidos em função da largura da cintura de cada um e são de cerca 69 cm para homens e 79 cm para mulheres.

Não é difícil compreender as objeções dos críticos para com medidas destas. Desde logo, a linha (ou a falta dela) é, em primeiro lugar, um problema do foro privado de cada um. Em segundo lugar, tal medida – se aplicada cegamente – pode levar a discriminações perigosas no Emprego ou mesmo impossibilitar o acesso de pessoas obesas ao Trabalho. Como em tudo, haverá algures uma linha a traçar no meio dos dois extremos definidos pela imposição de legislação deste género. É certo que a obesidade é um problema muito sério que afecta muitos países ocidentais e que acarreta geralmente uma condição de saúde muito frágil e que corresponde a um passaporte para a morte a muito curto prazo (todos já devemos ter reparado que não existem pessoas francamente obesas com mais de 50 anos). Há assim bases para uma intervenção reguladora por parte do legislador. Os sistemas de saúde públicos são sobrecarregados com problemas decorrentes da obesidade (problemas coronários, instalação de bandas gástricas, etc) que poderiam ser gastos em condições de saúde que não dependessem tanto das opções alimentares (erradas) de cada um. E isto sabendo que a obesidade não decorre de um “metabolismo deficiente” ou de “problemas hormonais”… De facto, estudos já com algum tempo demonstram que – salvo excepções pontuais – a obesidade resulta quase sempre de excessos e desequilíbrios alimentares e da falta de exercício físico.

Fonte:
http://weblog.xanga.com/user_00/663135739/cnn-report-japan-fat-tax.html

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Segundo a BBC, a China está a violar o embargo de armas ao Sudão

(A reportagem da BBC)

Segundo uma investigação da BBC, a China está a violar o embargo da ONU de venda de armas ao Sudão. Armas, munições e treino de pilotos sudaneses por instrutores chineses no voo de jactos da mesma origem.

A violação diz respeito à exportação de caças chinês Fantan adquiridos pelo Sudão entre 2003 e 2006, e isto implica entregas dos aparelhos apôs 2005, a data do embargo da ONU. Estes aparelhos tem operado a partir da sua base em Nyala, no sul do Sudão e voando sobre o Darfur. A BBC compilou provas desta violação e entregou-as a peritos da ONU, para analise.

Vários testemunhas têm também observado camiões chineses Dong Feng sendo utilizados por grupos rebeldes no Darfur que os teriam capturado a forcas governamentais sudaneses. Os veículos estavam armados com armas antiaéreas de origem chinesa. A investigação da BBC identificou pelos números de serie estes veículos como fazendo parte de um lote de 212 Dong Feng entregues depois de 2005, tendo sido as armas antiaéreas entregues separadamente e montadas localmente. Como as forcas rebeldes no Darfur não possuem aviões, fica claro que estas armas tem sido usadas contra alvos terrestres, como o ataque contra habitações na cidade de Sirba (Darfur) em Dezembro de 2007.

Estas vendas e apoio chineses decorrem de uma política externa absolutamente amoral clássica do regime de Pequim. Em troca destas armas e treinamento, a China recebe o petróleo sudanês de que a China é o maior comprador e é-lhe permitido ser o maior investidor estrangeiro no Sudão. Do interior desta posição predominante, a China poderia influenciar o governo sudanês no sentido de moderar ou mesmo interromper as suas praticas genocidas e de limpeza étnica numa “guerra suja” que já provocou 300 mil mortes civis no Darfur. Contudo, o regime chinês parece mais preocupado em obter o seu petróleo.

Fonte:
Bbc.co.uk/news

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Quids S12-66: Que cerimónia religiosa é esta e onde decorre?

Dificuldade:3

Regras:

1. Cada Quid valerá entre 1 a 3 pontos.
2. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.
3. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no período seguinte (12:30-14:30 do dia seguinte, juntamente com o lançamento do Quid seguinte). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, se pedidas.
4. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

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A proibição de fumar em locais públicos que foi instituída em 2007 teve como consequência o abandono deste hábito por parte de um número crescente de britânicos

A proibição de fumar em locais públicos que foi instituída em 2007 teve como consequência o abandono deste hábito por parte de um número crescente de britânicos, revelou uma sondagem recente. Segundo esta, mais de quatrocentos mil britânicos teriam deixado este pouco salutar hábito depois das medidas restritivas impostas em 2007. Aplicando a este número as médias conhecidas atualmente, isto implicara que só através destas medidas foram poupadas 10 mil vidas, nos próximos dez anos, com a correspondente redução de pressão funcional e financeira sobre o sistema público de saúde do Reino Unido.

No Reino Unido, como em Portugal, os principais objectivos destas medidas eram a protecção dos fumadores passivos sendo que este efeito “secundário” surge como um bónus inesperado de um conjunto de medidas que foi muito criticado na altura da sua instauração por proprietários do sector da restauração, onde quer que foi aplicado, mas que agora exibem as suas vantagens… É que a um prazo de dez anos, estes bares e discotecas continuarão a ter os tais quarenta mil clientes cuja vida foi poupada nesta redução do número de fumadores no Reino Unido… Desconheço números para Portugal, mas tendo sido esta queda do número de fumadores a mais alta jamais registada no RU, mas muito me espantaria se também tivesse sido notável e proporcionalmente impressionante.

O sucesso britânico indica que estas medidas restritivas são o caminho correcto para resolver esta pandemia mundial que é o tabaco e que agora devem ser reforçadas, estendendo o seu âmbito e aplicação de forma a maximizar os seus frutos e a erodir ainda mais o número de fumadores no mundo, a bem da sua Saúde, da nossa – fumadores passivos – e da sobrevivência financeira dos depauperados sistemas públicos de Saúde.

Associações privadas britânicas têm sugerido a extensão da proibição de fumar a carros onde estejam crianças e a proibição da instalação de maquinas de venda automática de tabaco. De facto, a proibição deve ser alargada a todos os locais públicos, reservando apenas a privacidade de cada lar para o usufruto deste pessoal e egoísta prazer. E severas restrições devem ser impostas a todos os locais de venda, restringindo o seu número e reforçando a carga fiscal que já pende sobre esta atividade que tantos custos provoca nos sistemas de Saúde. É que nunca nos devemos esquecer de que metade de todos os fumadores acabam por sofrer de alguma maleita provocada pelo seu vício, e que todos eles acabarão por passar algum tempo em hospitais e consumindo recursos que poderiam ter dispensado se tivessem feito as escolhas certas há alguns anos… E para que sejam ajudados a fazê-las que contamos com a instauração de medidas restritivas como estas.

Fonte: bbc.co.uk/news

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Quids S12-65: Como se chama esta mulher?

Dificuldade: 3

Regras:

1. Cada Quid valerá entre 1 a 3 pontos.
2. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.
3. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no período seguinte (12:30-14:30 do dia seguinte, juntamente com o lançamento do Quid seguinte). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, se pedidas.
4. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

Categories: Quids S12 | 31 comentários

Procurando por… Aribert Heim

(Aribert Heim)

Investigadores do “The Simon Wiesenthal Centre” seguem pistas que apontam na direcção do Chile , mais especificamente na remota Patagónia, onde se sabe que vive a sua filha. Trata-se de Aribert Heim, um médico alemão que ficou famoso por realizar experiências “médicas” sobre prisioneiros judeus no campo de concentração de Mauthausen, realizando operações e amputações sem anestesia, apenas para observar quanta dor as suas vitimas podiam suportar. Alguns sobreviventes afirmam também que Heim injectava petróleo, água e veneno directamente no coração das suas vítimas sempre para determinar quanta dor podiam estas suportar.

Todas estas experiências foram pormenorizadamente documentadas pelo próprio Heim, com um método muito prussiano e que reflecte um absoluto desprezo pela vida e pelo sofrimento atroz dos sujeitos das suas experimentações.

Apesar deste historial, Heim foi detido por soldados americanos em 1945, mas libertado por engano e viveu em liberdade, na Alemanha e exercendo a sua profissão de médico até 1962, quando foi avisado por alguém de que estaria prestes a ser detido, deixando então o pais e trocando-o pela Patagónia.

Não é certo, contudo, que Heim esteja ainda vivo… Já passaram muitos anos desde 1962 e hoje o médico teria já a proveta idade de 94 anos… Há contudo essa possibilidade e a notoriedade deste criminoso merece amplamente que este seja procurado ainda hoje. Assim clamam as raras vítimas que sobreviveram às experiências cruéis do médico e a numerosa hoste de seres humanos assassinados das formas mais cruéis imagináveis, em nome de uma “ciência” que nada tem de humana e que revela o total desprezo pela condição humana de que eram capazes os nazis.

Fonte:
bbc.co.uk/news

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O fechamento da muralha em torno da nova versão “fortaleza Europa” prossegue…

O fechamento da muralha em torno da nova versão “fortaleza Europa” prossegue… Depois da chamada “diretiva do retorno”, para a qual já aqui publicitamos esta petição on-line, a Europa, senhoreada agora pela França, levanta as suas muralhas mais alguns metros e lança na forja um novo “pacto sobre imigração e asilo”.

Logo desde o primeiro momento, o acordo foi contestado por associações de imigrantes e de apoio as migrações, e endurece significativamente a política europeia neste domínio.

O texto comum define regras comuns sobre o direito de Asilo e determina restrições sobre regularizações massivas de imigrantes como aquelas realizadas em Portugal nos últimos anos. O novo conceito europeu gira em torno do principio da “imigração escolhida”, de forja francesa e, de facto,  é apenas mais uma fila de tijolos no muro cada vez mais alto da “fortaleza Europa”.

O acordo que será aprovado em Outubro, e enquadra-se numa política comum de emigração que visa favorecer a “imigração laboral”, limita a reintegração familiar e reforça o combate contra a imigração ilegal. No que concerne a “imigração laboral”, nada temos a objectar, desde que existam nos países de origem organismos dedicados a captar por vias legais os futuros imigrantes. A Europa não precisa de mais desempregados, por isso é um truísmo e uma redundância defender que todos os imigrantes devem trabalhar e ter um posto de trabalho assegurado na sua chegada ao pais de acolhimento. Mas discordamos de qualquer restrição na reintegração familiar. Esta favorece a integração comunitária e social dos imigrantes, reforça, através do afluxo de crianças e adolescentes a demografia europeia que está em estado vegetativo desde há décadas e funciona como elemento pacificador em relações comunitárias por vezes muito turbulentas.

Fonte:
Euronews

Já assinou a PETIÇÃO MIL: CONTRA A “DIRECTIVA DO RETORNO” E EM PROL DO “PASSAPORTE LUSÓFONO”?

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Quids S12-64: Que personagem principal era este (o pendurado no telhado)?

Dificuldade: 3

Regras:

1. Cada Quid valerá entre 1 a 3 pontos.
2. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.
3. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no período seguinte (12:30-14:30 do dia seguinte, juntamente com o lançamento do Quid seguinte). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, se pedidas.
4. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

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A “Mars Reconnaissance Orbiter” prova que em tempos passados a água no estado líquido era comum em Marte

(A sonda marciana “Mars Reconnaissance Orbiter” in http://www.martinfrost.ws)

Provas recolhidas a partir de instrumentos da sonda “Mars Reconnaissance Orbiter” indicam que em tempos passados água no estado líquido era algo comum no Planeta Vermelho e se assim era… Então aumentam exponencialmente as possibilidades de que Marte tenha abrigado vida.

Já se sabia há algum tempo que num passado relativamente recente tinham existido grandes lagos, rios de grandes caudais com deltas como os do rio Nilo, na Terra e até Oceanos. Toda esta profusão de água terá existido durantes longos períodos geológicos, e logo, houve condições suficientes durante bastante tempo para sustentar vida microbiana e talvez até algo mais.

Um estudo publicado na revista “Nature” revela que muitas das “terras altas” de Marte, as quais cobrem quase metade do planeta contêm minerais de barro que se formam apenas na presença de agua líquida. Os dados que alimentaram este estudo foram obtido pelo CRISM (Compact Reconnaissance Imaging Spectrometer for Mars) embarcado na Mars Reconnaissance Orbiter. CRISM é capaz de identificar minerais através da reflexão da luz solar a partir do solo, identificando, por exemplo, aqueles que se formam apenas na presença de água.

Estas camadas de minerais estão hoje soterradas em Marte, mas ocasionalmente estão expostas, quer devido a atividade vulcânica, quer devido a impactos meteóricos. A profundidade desta camada indica aos geólogos que estas condições propicias à erupção de vida terão ocorrido entre 4.6 e 3.8 milhões de anos atras.

De entre todos os locais apontados, os deltas de rios são de longe os mais prováveis para que hoje se possam encontrar vestígios de vida e logo, deviam ser uma prioridade para futuras missões robóticas a Marte. Não só pelas suas condições húmidas, mas também porque os barros que aqui se formaram são excelentes formas de captura dos vestígios da passagem de qualquer forma de vida.

Atualmente, existem planos de curto prazo para enviar para Marte duas missões robóticas com a missão de detectar vida. A NASA vai lançar 2009 o Mars Science Laboratory (MSL) e a agência espacial europeia o ExoMars em 2013. Talvez uma das destas duas missões nos traga provas da existência de vida no passado em Marte… E, quem sabe? Registos fósseis de vida microbiana ou até de formas de vida mais evoluídas… E também não podemos descartar a possibilidade de a vida ter sobrevivido nas duras condições atuais do Planeta Vermelho… É que a vida, uma vez que surja, é extremamente resiliente, como prova a capacidade dos extremófilos sobreviverem na Terra nos locais mais inóspitos, alguns ainda mais inclementes que certos locais do Planeta Vermelho.

Fonte:
bbc.co.uk/news

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Ainda sobre os biocombustíveis… e a Cimeira de Roma

Na recente cimeira de Roma, a questão do biocombustível tornou a estar na mesa… Muitos países acreditam que a massificação da produção de biocombustíveis é a verdadeira fonte da presente alta do preço dos alimentos. Contudo, como afirma Alexander Müller, da FAO “não há um acordo entre os especialistas quanto ao impacto nos biocombustíveis à base de grãos nos preços finais dos alimentos”. Existem estudos que apontam para um impacto de 10%, outros que indicam 60%, como um da OCDE que afirma que os biocombustíveis de grãos (milho e trigo) foram responsáveis por um aumento de 60% nos preços dos alimentos. Outro estudo, desta feita um produzido pelo “Food Policy Research Institute” (IFPRI) refere um peso de 30 por cento nesta inflação de preços. No extremo, esta a Administração Bush, cujo Secretario para a Agricultura, Ed Schafer admitiu recentemente que esta percentagem era de apenas três por cento… E claro que os EUA são o pais que mais subsidia biocombustiveis (milho, sobretudo) pelo que a imparcialidade desta crença terá que ser altamente questionável

O Brasil não tem cessado de levar a esta discussão nos mais variados fóruns internacionais a questão do “bom etanol” (de cana do açúcar) e do “mau etanol” (milho e cereais). Lula da Silva declarou a este propósito: “O etanol de cana do açúcar do Brasil não é uma ameaça à Bacia do Amazonas, não retira terra arável à produção alimentar, nem tira comida das nossas mesas… Há o bom etanol e há o mau etanol. O etanol de milho pode competir com o etanol de cana do açúcar quando lhe injetam subsídios e o protegem com barreiras alfandegárias“. A declaração foi proferida em Roma, frente ao Secretario norte-americano, que contestou afirmando que o Brasil subsidia a sua cana do açúcardécadas, enquanto que os EUA agora começavam a trilhar esse caminho… O que não deixa de ser verdade, mas requer a contextualização de que os subsídios brasileiros datam do primeiro Choque Petrolífero da década de setenta e que na época o Brasil não tinha a produção petrolífera atual…

Por fim, será que os biocombustiveis são realmente um “combustível verde”, isto é, ecológico? O já citado estudo do IFPRI alega que o etanol de milho reduz as emissões de gases de efeito de estufa entre 10 e 30 por cento, mas que o etanol de cana pode reduzir em ate 90 por cento essas emissões… O que explica porque defendemos desde há longo tempo o etanol de cana como um biocombustível viável e não somente por um qualquer sentimento de “nacionalismo lusófono” os biocombustiveis na versão etanol de milho ou de celulose.

Mas a médio prazo devemos esperar uma revolução tecnológica nesta área, que deve fazer cessar todas estas polemicas… Trata-se dos biocombustiveis de segunda geração, que resultam do processamento de partes não-alimentares da produção agrícola de colheitas de trigo, milho, etc, assim como do aproveitamento de folhas, troncos enfim, de qualquer resíduo vegetal da agricultura industrial contemporânea. O uso destas matérias-primas não iria criar qualquer tipo de pressão sobre os preços dos alimentos e aumentaria significativamente os rendimentos dos agricultores, para alem de ser ainda uma solução para a presente alta dos combustíveis fosseis. Contudo, a produção de biocombustiveis de segunda geração não seria tão elevada como a produção dedicada de toda uma colheita de milho ou trigo. Mas seria uma solução complementar, uma parte da resposta para o problema da alta de preços de combustíveis ao lado das importações de etanol de cana, de reduções de consumo pela via de veículos mais eficientes, do aumento do uso veículos elétricos, e de políticas concertadas e sistemáticas de apoio aos transportes públicos.

Fonte:
http://www.alertnet.org/thenews/newsdesk/IRIN/6a190e4cd9f2bd3ef66556f77221045b.htm

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Quids S12-63: Que arma era esta?

Dificuldade: 2

Regras:

1. Cada Quid valerá entre 1 a 3 pontos.
2. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.
3. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no período seguinte (12:30-14:30 do dia seguinte, juntamente com o lançamento do Quid seguinte). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, se pedidas.
4. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

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O carro elétrico GoCar vai ser utilizado em Lisboa

O curioso e interessante GoCar, um carro elétrico guiado por GPS e…falante vai ser brevemente introduzido aos cidadãos de Barcelona e Lisboa.

A GoCar opera já em varias cidades nos EUA: São Francisco, San Diego e Miami.

A empresa vai instalar a sua rede em primeiro lugar, em Barcelona, com 20 veículos e depois, Lisboa, com 10. Em Lisboa, a GoCar vai disponibilizar três circuitos: a cidade histórica, os seus locais mais interessantes e historicamente mais relevantes e o Parque das Nações.

Fonte: http://www.reuters.com/article/pressRelease/idUS226055+10-Jul-2008+PRN20080710

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A Rússia vai vender 80 helicópteros Mi-17 à Índia

A força aérea indiana vai adquirir 80 helicópteros Mi-17 Hip-H à Rússia por um valor que deve rondar o bilião de dólares. A aquisição esteve prestes a abortar quando os russos – perto do momento da assinatura do contrato – tentaram aumentar o preço dos aparelhos e isto depois de em Março de 2007 ter sido assinado um contrato preliminar entre a Índia e o fabricante russo.

O Mi-17 Gip-H é um helicóptero derivado do Mi-8 com uma capacidade de carga de até 36 pessoas ou 4 toneladas métricas de carga e tem dois motores Klimov TV3-117MT. O “Mi-17” é a versão de exportação do Mi-8MT russo e é reconhecível pela presença do rotor de cauda do lado oposto à versão russa e pela existência de proteções de poeira nas entradas de ar dos motores. Existem várias variantes recentes do Mi-17, como os 16 Mi-171Sh vendidos à república checa em 2005 com novos motores VM e outras alterações menores, com uma porta maior e blindagens kevlar em torno da cabina do piloto e nos motores. O MI-17 também usado em missões SAR na Malásia e em Outubro de 2007 conseguiu o muito importante contrato de fornecimento de 150 Mi-35 e Mi-17, por 2,2 biliões de dólares à Arábia Saudita, a sua mais importante exportação de sempre, à qual se vem agora somar este importante contrato com a União Indiana.

Fontes:
http://www.india-defence.com/reports-3952
http://www.domain-b.com/defence/air_space/iaf/20080811_mi-17_hip-h_helicopters.html

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Geórgia, NATO e as promessas vazias (e perigosas) da senhora Merkel

(Merkel na Geórgia in http://i1.turkishpress.com)

A chanceler alemã Angela Merkel exprimiu recentemente o seu desejo de permitir a adesão da Geórgia à NATO: “A Geórgia será um membro da NATO se o desejar ser – e ela quer ser“. Já no passado mês de Abril, na última cimeira da NATO em Bucareste, na Roménia os líderes da NATO tinham admitido que a Geórgia e a Ucrânia poderia juntar-se à NATO num futuro próximo e o excesso de confiança resultante desta declaração esteve na direta razão da tentativa do presidente georgiano de retomar o controlo sobre a região rebelde da Ossétia do Sul.

Na verdade, estas renovadas declarações de apoio continuam a exprimir uma grande falta de consciência por parte dos líderes da NATO. Desde logo, renovam o excesso de confiança georgiano que ao fim ao cabo esteve na direta razão deste conflito, e depois, garantem algo que não pode ser garantido! Pode Merkel ou Bush assegurar que todos os atuais membros da NATO vai concordar com esta polémica adesão? A Grécia bloqueia a adesão da Macedónia e a Turquia a de Chipre, nenhum membro atual da NATO tem objeções à entrada da Geórgia? Merkel pode falar com autoridade em nome deles todos? Certamente que não… E o que sucede ao famoso artigo 5º do Tratado fundador da NATO (ver AQUI)?

Artigo 5

As Partes concordam em que um ataque armado contra uma ou várias delas na Europa ou na América do Norte será considerado um ataque a todas, e, consequentemente, concordam em que, se um tal ataque armado se verificar, cada uma, no exercício do direito de legítima defesa, individual ou colectiva, reconhecido pelo artigo 51.° da Carta dias Nações Unidas, prestará assistência à Parte ou Partes assim atacadas, praticando sem demora, individualmente e de acordo com as restantes Partes, a acção que considerar necessária, inclusive o emprego da força armada, para restaurar e garantir a segurança na região do Atlântico Norte.
Qualquer ataque armado desta natureza e todas ais providências tomadas em consequência desse ataque são imediatamente comunicados ao Conselho de Segurança. Essas providências terminarão logo que o Conselho de Segurança tiver tomado as medidas necessárias para restaurar e manter a paz e a segurança internacionais.

Que meios tem atualmente o exército georgiano para resistir a nova ofensiva russa, especialmente agora após os russos terem passado boa parte desta semana a dinamitarem navios de guerra, aviões e blindados capturados neste conflito e – sobretudo – depois de todas as perdas sofridas pelos georgianos neste conflito? A Geórgia não terá nos próximos 10 ou 15 anos meios suficientes para alinhar um qualquer tipo de resposta minimamente credível a qualquer ataque russo e sendo assim, será totalmente dependente de meios externos (da NATO) para se defender. É isso que queremos? Um membro pleno indefeso que depende totalmente dos meios da Aliança? É que como pode a Geórgia cumprir com o Artigo 3 do Tratado:


Artigo 3
A fim de atingir mais eficazmente os fins deste Tratado, as Partes, tanto individualmente como em conjunto, manterão e desenvolverão, de maneira contínua e efectiva, pelos seus próprios meios e mediante mútuo auxílio, a sua capacidade individual e colectiva para resistir a um ataque armado.”

De qualquer forma, se novo país aderir à NATO esta tem que fazer cumprir o seu mais vital artigo, o 5º que indica claramente que um ataque contra um país membro é um ataque contra todos os demais (Portugal incluído). Se a ideia é não reagir imediatamente com todo o vigor, e não apenas com palavras vazias como aquelas que abundaram nestas últimas semanas.

Fonte:
http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=982210

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Quids S12-62: Como se chamava este homem?

Dificuldade: 1

Regras:

1. Cada Quid valerá entre 1 a 3 pontos.
2. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.
3. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no período seguinte (12:30-14:30 do dia seguinte, juntamente com o lançamento do Quid seguinte). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, se pedidas.
4. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

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Porque aderi ao MIL

1. Porque acredito que Portugal ainda não cumpriu o seu verdadeiro destino histórico, falhado com o maquiavelismo de D. João III, a introdução da Inquisição, as perseguições aos judeus e com o “nacionalcoitadismo” de Salazar e modernas encarnações;

2. Porque acredito que o destino de Portugal é reencontrar a sua outra metade transatlântica, re-integrar-se nela, numa nova federação luso-brasileira, profundamente descentralizada ao nível municipalista, na boa tradição medieval portuguesa e ressuscitada por Agostinho, a qual servirá de propulsor ao eixo Brasília-Lisboa-Luanda e depois, numa terceira fase a uma verdadeira e plena “União Lusófona”;

3. Porque acredito que o futuro das Economias e Sociedades modernas reside muito mais na autonomia e na Localização do que na Globalização e no materialismo, na boa tradição de E.F.Shumacher
Por tudo isto, e porque acredito que estas três razões são compatíveis com os princípios e objectivos corporizados no MIL: Movimento Internacional Lusófono, aderi e MILito no dito.

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A rede de computação distribuída “DNA” da NSA


(Supercomputador Cray T97 in http://www.craysupercomputers.com)

A NSA (“National Security Agency” ou “Agência de Segurança Nacional”), a agência norte-americana encarregue de vigiar e monitorizar as comunicações electrónicas nos EUA, interceptando-as e lendo mensagens codificadas deixou transpirar para os meios de comunicação norte-americanos a existência de uma rede interna de computação distribuída concebida em torno do mesmo conceito que esteve na origem do popular programa de “screensaverSeti@Home.

A rede de computação distribuída é designada pela sigla “DNA” (“Distributed Networking Attack”) e consiste num programa informático instalado em perto de quatro mil computadores pessoais da organização e tem como objectivo realizar ataques de “força bruta” contra diversas chaves de encriptação. Cada cliente da rede DNA executa assim várias tentativas de password contra uma determinada chave, até a encontrar, informando assim o centro da rede desse sucesso e realizando desta forma as mesmas tarefas que até agora só eram possíveis através dos imensamente potentes e caros sistemas centrais da NSA. A rede é organizada de forma hierárquica, de acordo com a capacidade computacional de cada computador e dividida em segmentos funcionais, cada um identificado com nomes “equinos”. O ponto central da rede DNA reside num servidor designado de Shadowfax. A rede – tanto quanto se sabe – trabalha sobre ficheiros encriptados recolhidos em computadores usados por suspeitos, cruzando-os contra todas as palavras e frases encontradas em ficheiros não protegidos e em sites da Internet visitados pelo dito em busca da chave de encriptação. Todos estes dados são carregados para o Shadowfax e este distribui depois o trabalho pelos segmentos da DNA, recolhendo cada sucesso e informando os gestores da rede da NSA.

Esta é uma forma inteligente de quebrar códigos de encriptação sem recorrer a supercomputadores como aqueles que povoam o seu centro de dados, o qual agrupa a maior concentração mundial destes equipamentos topo-de-gama. A NSA tem de facto, um largo número destes equipamentos… É o maior cliente mundial dos supercomputadors da Cray, como os T90 (“Triton“) capazes de mastigar 64 biliões de instruções por segundo e custa, no modelo mais básico, 39 milhões de dólares… Não tendo a fama de ser especialmente fiável, aliás. Agora, em vez deste monstro de 10 toneladas, incluindo 4 de líquido de arrefecimento, a NSA dispõe também de quatro mil computadores comuns que normalmente executam aplicações de MS Office, Internet Explorer e Outlook… a uma fracção do custo destes monstros sorvedores de números e dólares.


Fonte:
http://cryptogon.com/2005_03_27_blogarchive.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/NSA
http://www.cnn.com/SPECIALS/2001/nsa/stories/codemakers/index.html
http://en.wikipedia.org/wiki/Cray_T90

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Quids S12-62: Como se chama este navio?

Dificuldade: 2

Regras:

1. Cada Quid valerá entre 1 a 3 pontos.
2. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.
3. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no período seguinte (12:30-14:30 do dia seguinte, juntamente com o lançamento do Quid seguinte). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, se pedidas.
4. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

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Bloqueando sinais de… GPS

(Bloqueador de sinais de GPS in http://www.chinavasion.com)

Como sempre a cada necessidade acaba sempre por corresponder – algures no tempo – um qualquer gadget tecnológico para a satisfazer… Atualmente há muitos vendedores e transportadores que têm nos seus veículos sistemas de GPS que permitem que os seus empregadores sigam o seu percurso e controlem o tempo que gastam em dado transporte ou as pausas que fazem entre entregas (como este aqui). E também não faltam casos em que membros desconfiados de um casal instalam no veículo do parceiro um sistema destes de forma a seguir as suas andanças e aventuras extra-conjugais (ver um exemplo, aqui)…

Assim, para impedir o funcionamento destes localizadores de GPS, uma empresa chinesa (para variar…) desenvolveu um bloqueador de sinais GPS cuja intenção é barrar os sinais enviados pelos satélites da rede GPS em impedir o funcionamento de qualquer receptor GPS instalado nos metros em redor deste bloqueador. O sistema pode ser desligado e ligado por períodos mais ou menos curtos, de forma a não criar suspeitas no gestor do localizador (AKA, “o patrão”). Basta ligar o bloqueador, e zás, o operador perde o sinal. A utilização do bloqueador não exige saber com exactidão o local da instalação do localizador. O sistema é ligado diretamente no isqueiro do carro ou transportado como se fosse um vulgar telemóvel. Como é relativamente frequente que um receptor de GPS perca o sinal, dificilmente se provará o uso deste tipo de equipamentos, o que não quer dizer que isso não possa ser feito… basta que o utilizador do bloqueador abuse da sua utilização (por exemplo, que se esqueça dele ligado) e quando o veículo regressar à garagem ou ao armazém central, o patrão reparar que todos os carros estacionados ao lado perderam também o sinal…
Fontes:

http://www.spygearco.com/blog/index.php/how-to-become-invisible-to-a-gps-tracker/

http://www.chinavasion.com/product_info.php/pName/tiny-anti-tracker-gps-blocker-in-car-use/

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O Irão lança um “satélite simulado” e deverá colocar o “Omid” em órbita ainda em Agosto

O Irão lançou em meados de Agosto um foguetão que irá utilizar posteriormente para colocar um satélite em órbita. Trata-se de um foguetão de dois andares designado como “Safir” (“Mensageiro”) o qual segundo a agência noticiosa iraniana “vai preparar o terreno para colocar o primeiro satélite iraniano em órbita”. O foguetão terá enviado um “satélite simulado” para o Espaço, não sendo claro se este ficou ou não em órbita, apesar das declarações oficiais irem nesse sentido. O satélite que o Irão irá lançar terá a designação de “Omid” (“Esperança”) e será colocado a uma órbita baixa de 650 Km de altitude ainda em Agosto, juntando-se ao satélite Sina-1 colocado em órbita em 2005 por um foguetão russo.

Este lançamento ocorre no decurso da prolongada tensão entre a república islâmica e o Ocidente a propósito do programa nuclear iraniano e de facto, se o Irão demonstrar ter a capacidade para colocar um satélite em órbita, prova também que consegue colocar uma ogiva nuclear em qualquer ponto do globo, independentemente do alcance dos seus foguetões, dos quais o Shahab 3 tem um alcance de 1300 Km, ou seja, alcance bastante para atingir Israel ou qualquer base americana na região.

O lançamento teve lugar a partir do novo centro espacial inaugurado em Fevereiro e segue-se a um primeiro lançamento “científico”, realizado em
Fevereiro de 2007 com um lançamento de um foguetão “Explorer-1” que colocou uma “carga científica e militar” no Espaço, a qual, aparentemente, não terá contudo entrado em órbita.

O Irão fez especial questão em destacar que “todos os sistemas eram fabricados no Irão”, aludindo indiretamente a todos os relatos que dizem que a tecnologia de foguetes iraniana depende fortemente da influência e dos ensinamentos dos técnicos norte-coreanos que trabalham no Irão desenvolvendo o Shahab 4 desde 1999 a partir dos foguetões russos SS-4. O Shahab 4 parece ter sido abandonado em 2003 e convertido num “lançador de satélites civil” de acordo com declarações do ministro da Defesa iraniano

Até 2010, o Irão prevê colocar vários satélites em órbita, os quais estão agora em diversas fases de finalização sendo alguns deles satélites de comunicações e outros de monitorização geográfica.
Fontes:
http://www.space-travel.com/reports/Iran_sparks_US_concern_with_satellite_rocket_launch_999.html http://edition.cnn.com/2008/WORLD/meast/08/17/iran.rocket/index.html?iref=topnews
http://www.iranwatch.org/wmd/wmd-iranmissileessay.htm

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Da “reforma agrária” em curso no Paraguai e dos riscos para os “brasiguaios”

(Fernando Lugo, o novo presidente do Paraguai in http://ratnaariani.files.wordpress.com)

Enquanto no Cáucaso, situação político-militar entre Rússia e Geórgia parece finalmente começar a amainar, eis que bem longe, na América do sul se começam a desenhar os contornos para mais um conflito regional de consequências imprevisíveis… A tomada de possa do novo presidente do Paraguai levou à tomada e ocupação de terras agrícolas de propriedade de “brasiguaios”, brasileiros e seus descendentes diretos que vivem no Paraguai, não longe da fronteira comum entre os dois países. Estes “brasiguaios” são lusófonos e a sua população total deve aproximar-se hoje de quase 500 mil indivíduos.

Durante esta semana, populares paraguaios invadiram e ocuparam estas terras do leste do seu país, fazendo recordar as ocupações de terras feitas por “antigos combatentes” da ZANU-PF no Zimbabwe contra terras de agricultores brancos… Plantações, alfaias agrícolas e edifícios foram destruídas nestas quintas ao longo de toda a semana, perante a aparente passividade diplomática do Brasil.

A ocupação de terras decorre da aplicação de uma lei que determina que cidadãos estrangeiros não possam ser proprietários de terras que se situem na “Faixa de Segurança”, isto é, que estejam a menos que 50 Km de qualquer fronteira internacional. Na prática, a medida afecta agricultores de origem argentina, boliviana, mas sobretudo brasileira, país que detêm no Paraguai a maior comunidade estrangeira nestas condições. De facto, a lei parece mesmo ter sido desenhada intencionalmente para expulsar os brasiguaios das suas terras, tendo em conta que constituem de longe a maior comunidade estrangeira nessas condições… Oficialmente, o governo paraguaio (segundo o “O Globo”) estaria em conversações com o governo brasileiro de forma a “minimizar o impacto social negativo desta lei”, mas nenhuma medida de minimização é conhecida até agora e as invasões de terras assim como a passividade das autoridades locais estão a dar inclusivamente o sinal contrário, isto apesar de haver garantias de que a lei não é retroactiva, e que, logo, as terras atualmente na posse de brasileiros não seriam expropriadas! O atual presidente do Paraguai, Fernando Lugo é um antigo bispo católico, ligado à Teologia da Libertação que recolhe uma massiva taxa de aprovação interna devida em grande medida à promoção de uma “reforma agrária”. Contudo, dado que as explorações agrícolas mais produtivas estão nas mãos de brasiguaios e que estas são atualmente a maior fonte de rendimentos fiscais do governo paraguaio é de esperar alguma moderação na aplicação dos princípios da “reforma agrária” nestas explorações agrícolas… Especialmente porque Lugo tem moderado e “pragmatizado” o seu discurso social e político, emulando de certa forma aquilo que se passou com Lula da Silva, no Brasil.

Na verdade, a tensão nacionalista nestas regiões do Paraguai não é novidade… Um artigo recente do The New York Times referia o sentimento de perda da identidade nacional pela presença de tantos cidadãos brasileiros no leste do Paraguai, já que o português seria aqui a língua dominante, e que utilizariam inclusivé a sua própria moeda e bandeira… Racialmente, também haveria conflitos, já que enquanto que os brasiguaios são de matriz caucasiana, os paraguaiois são maioritariamente de matriz racial guarani. Tudo isto tem multiplicado os incidentes xenófobos no Paraguai, desde apelos em emissõe de rádio à ocupação de terras (que estão agora a concretizar-se), até discriminação dos filhos de brasiguaios nas escolas públicas e queixas várias contra as autoridades locais de imigração.

Não é provável que o novo presidente paraguaio deixe descontrolada esta atividade junto da fronteira. Pelo menos, não ao nível a que chegou no Zimbabwe com as tão trágicas consequências que a expropriação massiva de quintas na possa de agricultores brancos teve com uma economia totalmente fora de control e a maior taxa de inflação jamais registada na História do Homem: 2200000%! Mas a passividade das autoridades paraguaias é preocupante e se persistir poderá criar sérios problemas nas relações bilaterais Brasil-Paraguai e se o Reino Unido não pôde intervir diretamente no Zimbabwe por falta de fronteiras comuns (a grande vantagem na Rússia na sua intervenção na Geórgia), esse problema não afeta o Brasil…

Como dissemos, dada a aparente moderação do presidente paraguaio (só o seu ministro dos negócios estrangeiros parece mais “chavizado”) não é provável que a situação fuja ao controlo e que haja necessidade de uma intervenção militar brasileira em defesa dos seus cidadãos. Contudo, se esta ocorrer, o exército paraguaio terá ainda menos capacidade para resistir do que teve a Geórgia frente à Rússia. O seu exército alinha 6 divisões de infantaria, e 3 de cavalaria e consome por ano apenas 125 milhões de dólares, o que o torna num dos exércitos mais diminutos e “baratos” da América do sul. O seu equipamento é muito obsoleto, contando ainda com 3 M-4 Sherman e 9 Sherman Firefly da segunda Grande Guerra, além de 12 Stuart tanks e de 18 SK-105 Kurassiers. Alguns veículos brasileiros (20 EE-9 Cascavel e 10 EE-11 Urutu) são dos meios mais modernos à sua disposição. A aviação militar paraguaia segue pelos mesmos padrões de baixa qualidade e baixa letalidade não contando com nenhum avião de guerra áerea além de 8 ex-brasileiros EMB-326 Xavantes 2 EMB-312 Tucano.

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasiguaio
http://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_Armadas_do_Paraguai
http://www.defesanet.com.br/missao/py/al.htm
http://en.wikipedia.org/wiki/Military_of_Paraguay
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u433847.shtml

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Quids S12-61: Que fragata é esta?

Dificuldade:2

Regras:

1. Cada Quid valerá entre 1 a 3 pontos.
2. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.
3. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no período seguinte (12:30-14:30 do dia seguinte, juntamente com o lançamento do Quid seguinte). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, se pedidas.
4. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

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Bono: Façam o que eu digo, não o que eu faço: Fuga aos Impostos e Imagem Pública

Embora Bono, dos UE, tenha uma imagem pública bastante positiva e que resulta fundamentalmente da sua participação em campanhas públicas a favor do combate à pobreza (ver AQUI), nem todos os aspectos da personagem são assim tão positivos e não é preciso escavar muito para encontrar sérias contradições entre a atitude pública e a vida privada e empresarial do cantor irlandês… Não foi ainda há muito tempo que os U2 transferir a sua editora da Irlanda para a Holanda como forma a fugirem ao pagamento de metade da sua devida carga fiscal… Precisamente no mesmo momento em que Bono apelava aos governos do mundo para reforçarem a sua contribuição para o combate à pobreza em África. Aparentemente com os nossos impostos, já que os dele são agora cobrados nas Antilhas Holandesas.

Quando confrontado diretamente com estas contradições, Bono declarou “O nosso negócio é um negócio muito complexo. É claro que tentamos ser tax-efficient. Que não o tenta ser?” (ver AQUI). É claro que se todos foram assim tão eficientes como os U2, então os mesmos governos que Bono quer pressionar ficariam sem recursos para aplicar essas medidas. E não falamos de pouco dinheiro! Só em 2005, estima-se que a banda irlandesa tenha facturado mais de 110 milhões de dólares e destes… 55 já não vão para os cofres do governo irlandês, onde poderiam ser reinvestidos na tal ajuda a África que Bono diz defender…

Fonte:
http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2006/oct/22/comment.theobserver

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