Daily Archives: 2008/05/12

Lost (“Perdidos”) S0401: “The Beginning of the End”

Eis o comentário prometido para o 1º episódio da 4ª Temporada de Lost emitido ontem na RTP1:

1. Hurley fica para trás, na cauda do grupo de sobreviventes, entra na floresta e depara subitamente com a cabana de Jacob. Ouve também aqui os suspiros que ocorrem em Lost, na floresta, desde a primeira temporada da série. Hurley olha para dentro da cabana por uma janela de vidro e vê Christian Shepard, o pai de Jack e de Claire. Shepard está na mesma cadeira de baloiços, na cabana de Jacob… A identificação de Jacob com Shepard é assim imediata e clara. Hurley foge, mas ao correr encontra de novo a cabana na sua frente e acredita esta a alucinar. Shepard que aparece em visões a Jack nos flashfowards, e a Jack, logo na 1ª Temporada parece ser uma das formas preferidas que o Monstro assume na Ilha… E isto estabelece uma ligação entre o Monstro e Jacob, que, afinal poderá não ser mais do que uma das suas manifestações, copiando formas e imagens que encontra na memória dos sobreviventes que ao longo dos anos foram aportando à Ilha… Neste caso, de um marinheiro do século XVIII.

2. Num flackforward, quando a polícia pára o carro onde fugia Hurley resiste à detenção pela polícia e diz “Eu sou um dos “Oceanic 6”. O que quer dizer que além dele, outros cinco sobreviventes conseguiram deixar a Ilha e os seus mistérios…

3. Após
ter sido internado no  “Santa Rosa Mental Health Institute”, Hurley é visitado por Matthew Abaddon, que proclama ser um advogado da “Oceanic Airlines” que o convida a mudar-se a um “instituto melhor” onde… poderia “ver o oceano”… Hurley pede-lhe então um cartão de visita, mas Abaddon replica que “deve tê-los deixado em casa”. Hurley declina enfim a oferta e isso leva o misterioso Abaddon a mudar de tom e a perguntar-lhe directamente: “Eles ainda estão vivos?” e procura depois saber o que Hurley sabe sobre os sobreviventes. Este “instituto melhor” com vista para o mar seria… a Ilha? Que ele não existe é certo, porque Abaddon nem sequer traz documentação sobre o mesmo e porque a intenção parece ser simplesmente a de impedir Hurley o que sabe sobre os restantes sobreviventes, os que ficaram na Ilha… O que indica que Hurley, não revelou ao mundo as condições em que saiu da Ilha, nem se os demais sobreviventes estão ainda vivos nela…

4. No jardim do hospício, Hurley tem uma visão de Charlie, que confirma “estar mesmo morto”. Estará a alucinar ou… será um dom mediúnico adquirido na Ilha?

5. Jack joga basketball com Hurley, no hospício e pergunta-lhe directamente “se ele vai contar”. Aparentemente, Jack receia que a condição mental de Hurley o faça confessar um certo segredo comum… Depois, pergunta a Jack se deveriam regressar à Ilha (sinal de que ainda restaram sobreviventes na Ilha) e acrescenta que “aquilo” (it) fará tudo para os trazer de volta. Jack responde que ele nunca regressará. O segredo descrito em 3 é assim partilhado com os restantes cinco sobreviventes…

6. Quando Jack joga com Hurley, as letras H e O surgem… Quando Abdaddon conversa com Hurley, uma escultura na sala exibe as mesmas duas letras… Ora, Ho é o elemento químico Holmium ora este elemento é usado para gerar campos magnéticos muito fortes: “Holmium, atomic no. 67, symbol Ho, weight at 164.93, has the highest magnetic moment (10.6µB) of any naturally occurring element. Because of this it has been used to create the highest known magnetic fields by placing it within high strength magnets as a pole piece or magnetic flux concentrator.” (fonte) A patente http://www.wipo.int/pctdb/en/wo.jsp?IA=WO2006043970&DISPLAY=DESC descreve o uso deste elemento na construção de nanocontentores de plasma sob a forma “sólida” dentro nanotokamaks, anéis magnéticos de reduzidas dimensões que poderm ter usos diversos:
“1. Field of the Invention This invention generally relates to the storage and production of energy, plasma physics, and nuclear fusion. In particularly preferred embodiments of the invention, methods and apparatus are provided that enable the storage of large quantities of positive hydrogen ions H+, D+, T+ in the form of very high density stable plasma inside a solid (also referred to herein as plasma solid). Plasma solid has many potential uses, including, for example, storage of large quantities of energy in plasma form, production of energy through nuclear fusion, generation of particles, and transmutation.“. Neste concreto, estas “nanobaterias” poderiam ser a fonte de energia da rede eléctrica subterrânea da Ilha e a causa das anomalias magnéticas com bússolas e a fonte do intenso magnetismo que estava por detrás da parede de cimento da Estação Cisne. Em tempos, num podcast, os produtores de Lost disseram que o “Monstro de fumo” não era uma nuvem de nanorobots, quando colocados perante a pergunta directa… mas na época também disseram que as viagens no tempo não fariam parte do enredo de Lost e agora… é que se vê. Assim, a tese do “monstro de nanorobots”, ou melhor, a tese do Monstro como um robot composto de nanotokamaks… ganha contornos de plausível…

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Lost (“Perdidos”): S04E11: “Cabin Fever” [Spoilers !!!]

A acção deste episódio divide-se entre um flashback até ao nascimento e infância de John, a viagem deste, de Ben e Hurley pela mata em busca da cabana de Jacob e alguns acontecimentos a bordo do cargueiro fretado por Widmore, o “Kahana”.

1. Richard Alpert, o Outro que parece não ter envelhecido desde a infância de Ben (e que nós em tempos identificámos como um sobrevivente dos antigos habitantes de Mu na Ilha faz a sua primeira aparição neste episódio) espreitando do outro lado do vidro para a incumbadora onde está John, ainda bébe. A enfermeira explica a Emily, a sua jovem mãe, que John foi o prematuro mais jovem a jamais sobreviver no hospital e que venceu sobre uma série de problemas de saúde que decorreram da sua condição de “grande prematuro”, muito rara nessa época (1956). Provavelmente, foi esta sobrevivência que chamou a atenção a Alpert e que o levou ao hospital. Mais tarde, anos depois, Alpert visita John na casa dos pais adoptivos para o seleccionar. Na parede está o desenho aparente do “Monstro de Fumo” a atacar alguém, o que anima Alpert. Apresenta de seguida vários objectos a John, para que este reconheça aquele que “já é seu”. Uma tarefa que John falha, para grande frustação de Alpert. A cena parece muito idêntica com as buscas que ocorriam no Tibete (antes da invasão chinesa) onde os monjes percorriam o país em busca da nova encarnação do Dalai Lama. Alpert reconhece em John uma anormal capacidade de sobrevivência (sobreviver prematuro com apenas 6 meses era muito raro na década de 50) e o desenho do “monstro de fumo” é indicador de uma memória de uma vida passada… A prova final seria reconhecer o objecto usado na vida passada (exactamente a mesma prova que o actual Dalai Lama teve que cumprir para ser reconhecido como a atual encarnação de Chenrezig, o Bodhisattva da Compaixão. Entre esses objectos encontramos um “Mystery Tales” (publicado em 1956, o ano de nascimento de Locke) e com uma história no título “Qual era o Segredo da Misteriosa Terra Escondida?”, numa alusão clara à Ilha… John falha o teste de reconhecimento, mas o erro de Alpert é evidente… Desde logo, Ben reconhece em John características especiais… John encara a Ilha como sendo uma entidade viva e com vontade própria, Jacob é visto por John, o que muito espanta Ben e John sofre uma remissão milagrosa do seu problema, ao contrário de Ben, que não se livra de um tumor na coluna… Alpert, anos depois, parece tentar novamente, já que um professor de John diz que recebeu uma chamada de Portland (onde outros têm instalações, como se viu no flashback de Juliet) do conhecido “Mittelos Laboratories” procurando jovens para trabalhar em química e em novas tecnologias no seu “campo de Verão”. Provavelmente, outra designação para a “escola para crianças especiais” que usou anos antes… Alpert parece ter reconhecido o seu erro já que John na feira de ciências da Escola constrói… um modelo de uma Ilha, com a geografia aparente da Ilha de Lost, outra prova de uma memória passada que parece interessar a Alpert.

Resta a questão de saber para o quê estava Richard Alpert a procurar recrutar o jovem John… Alpert fala de “uma escola para crianças especiais”… Situada na Ilha… Mas sendo que a instalação da Dharma Initiative data da década de 70, e esta acção decorre em finais de 50, princípios de 60… Será que Jack esteve prestes a ser recrutado para os Outros? Ou melhor dizendo, para o grupo de Outros, anterior à chegada do próprio Ben, que começou como uma criança na Dharma Initiative?

Em tempos, levantamos a possibilidade de Alpert ser um “imortal” que não envelhecia… Mas nesta cena, passada na década de sessenta (começos) ele exibe o mesmo saco que passeia atualmente pela Ilha… Assim e sabendo agora que há na Ilha viagens temporais, outra explicação para esta juventude de Alpert é que ele está a viajar no tempo, a partir da Ilha, de uma Estação Dharma ainda não conhecida, provavelmente o “Templo” onde o grupo dos Outros se refugiou depois de Ben os deixar. O uso do saco por Alpert poderia ser uma pista oferecida pelos produtores a apontar nessa direcção…

2. De volta ao tempo presente, na Ilha, o pequeno grupo de John, Ben e Hurley que partira em busca da cabana de Jacob faz uma pausa e dorme. John acorda, de manhã e observa alguém vestido com o fato de macaco da Dharma a abater árvores. Trata-se de um sonho, uma forma de comunicação que a Ilha já usou várias vezes para comunicar com John e que desta feita serve para lhe dar indicações sobre a posição da cabana. Ainda que seja um sonho (John acorda mais tarde) a cena ilustra claramente uma transmigração temporal deste membro da Dharma, de nome Horace (um matemático, segundo a etiqueta da sua farda)… Ele sangra do nariz, como Desmond e Minkowvsi nas suas deslocações temporais e abate a mesma árvore… três vezes. Para grande espanto de John, que ainda não conhece o fenómeno. Locke encontra um mapa para a cabana no fato de Horace, mais tarde, quando se dirige para a tumba colectiva onde jazem os cem membros da Dharma Initiative assassinados pelos Outros há 12 anos, para ser mais preciso, a 19 de Dezembro de 1992.

3. Quando procuram a cabana, Ben afirma que “a cabana move-se”, o que já ficara claro no anterior episódio e que implica que na Ilha, para além de deslocações temporais, são também comuns as deslocações espaciais (é impossível viajar no Espaço, sem viajar no Tempo, o que nos remete para a teoria da Relatividade de Einstein e, diretamente para… os Buracos Negros).

4. No cargueiro, o mercenário Keamy exibe num braço um aparelho que parece ser uma espécie de telemóvel com uma câmara… Ligada diretamente a Charles Widmore, certamente, para que este possa seguir em tempo real todos os acontecimentos na Ilha.

5. Ben, recusa-se a entrar juntamente com John na cabana e declara “A Ilha queria que eu ficasse doente e que tu ficasses bem. O meu tempo acabou, é agora o teu”. Ben investe assim John no papel de novo líder dos Outros, já que todo o poder neste grupo parece emanar daquele que o misterioso Jacob (que supomos ser um capitão original do navio esclavagista Black Rock) escolhe para líder secundário do grupo.

6. Dentro da cabana, John Locke encontra Christian Shephard, ou o “Monstro de Fumo”, sob a sua forma, como suspeitamos… Christian afirma falar “em nome de Jacob” e como Jacob parece ser uma corporificação da Ilha e o “Monstro” o seu agente, a interpretação fica mais clara quando John expõe que aquilo que o leva ali é procurar uma forma de “salvar a Ilha” da expedição de Widmore.

7. Compreende-se também porque Claire abandonou o grupo voluntariamente… Christian é o seu pai, e seguiu-o voluntariamente. Contudo, a sua atitude na cabana é excessivamente relaxada e calma… Quase demasiado alegre… Estará drogada (pouco provável, já que o Monstro não usa tais métodos) ou… será ela própria uma outra projecção do próprio Monstro?

8. O método indicado por Jacob para salvar a Ilha é, confessa depois John a Ben: “mover a Ilha”. Um segundo indício que a Ilha, para além de deslocamentos temporais, também é capaz de deslocamentos físicos. E a explicação para um dos mistérios de Lost, mais um a ser assim tão discretamente desvendado… E explicando porque o avião de Mr. Eko, que viajava na Nigéria se despenha nesta Ilha do Pacífico Sul e porque aparecem os ursos da Dharma no deserto tunisino, etc, etc… A expressão usada “Ele [Jacob] quer que movamos a Ilha” indica também que ela (Jacob) não se consegue mover sozinha e que algures (no Templo?) existe um mecanismo de controlo dos deslocamentos físicos da Ilha, o qual agora deve envolver a narrativa do próximo episódio…

9. No barco, Keamy tenta alvejar Michael, o espião de Ben, na cabeça, mas a arma avaria e não dispara… Michael escapa assim pela segunda vez a uma morte idêntica… Como se o destino ou algo na Ilha tivesse lançado sobre si um manto protector até que ele cumpra a sua missão, a qual supomos ser a destruição do Kahana…

10. Quando Keamy abre o cofre na cabina do capitão alude a um “protocolo secundário” e exibe um dossier com o logo da Dharma, este indica para onde irá Ben agora… Agora que sabem que o perseguem e que precisa de destruir o grupo que o persegue. Widmore conhece então que os Outros têm nesta fase de fazer mover a Ilha, e esse “protocolo secundário” indica precisamente o local onde esse movimento pode ser desencadeado… Antecipamos assim um confronto de Ben com o grupo de Keamy nesse local, no próximo episódio…

O logotipo da Dharma no dossier “Protocolo Secundário” é o mesmo do blusão de Ben quando este se materializa no Saara, Tunísia, no episódio anterior. Assim, podemos deduzir que Ben parte do mesmo sítio (uma Estação Dharma) descrita nesse dossier, e que esta Estação é local a partir de onde se faz “mover a Ilha”.


Brevemente publicarei o comentário ao episódio 1 da 4ªa temporada, emitido ontem de tarde na RTP1

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A União Europeia está a preparar-se para permitir que restos de suínos sejam utilizados para alimentar frangos

(http://blogs.ec.europa.eu)

A União Europeia está a preparar-se para permitir que restos de suínos sejam utilizados para alimentar frangos. Aparentemente, os “senhores da Europa”, do alto da sua sapiência “alta e loira”, não aprenderam nada com a crise da BSE há dez anos atrás e com o papel que aqui desempenhou a utilização dos restos de vacas (em farinha) para alimentar outras vacas. Então, a natureza fez reflectir no Homem (e nos próprios animais, claro) as consequências dessa violação flagrante do ciclo natural, agora, pressionados pelo aumento do preço dos cereais utilizados para fabricar as farinhas consumidas pelas criações avícolas europeias, pretendem repetir tudo outra vez, na vã ânsia de manter os rendimentos elevados, sacrificando de permeio a nossa saúde.

De permeio, os muçulmanos (cuja religião proíbe o consumo de carne de porco, considerado como um “animal impuro”), estão furiosos, levantando um outro aspecto não desprezível da equação, dado que vivem na Europa 21de milhões de muçulmanos (ver AQUI), os quais, assim, não poderiam comer livremente carne de aves sem saber quando desse frango era… porco.

A proposta vem da própria “Comissão Barroso” e é mais uma mancha no currículo do nosso InDesejado “Fujão Barroso”, mas está já a ser acolhida com reservas pelo menos pelo governo britânico, muito (demasiado) experiente em problemas com a produção de alimentos… O seu ministro do Ambiente, da Alimentação e dos Assuntos rurais declarou que só apoiaria tal medida se houvesse um denso programa de testes para controlar o uso dessas proteínas na alimentação avícola. Um projecto que já decorre e que deverá apresentar as suas conclusões em 2009.

Recordemo-nos que desde 1994, que a Europa declarou proibida a utilização de restos animais na alimentação de outros animais que não fossem omnívoros ou carnívoros (como as vacas). É certo que as galinhas são omnívoros, e logo, a medida não é tão contra-natura como a prática anterior a 1994 de alimentar vacas com vacas. Mas é igualmente certo que o argumento economicista cego que advoga que é “um absurdo não utilizar essas proteínas e deitá-las fora” não colhe, porque elas poderiam ser usadas – por exemplo – na geração de electricidade por biomassa e porque todas as medidas que podem impactar na Saúde colectiva devem ser especialmente ponderadas, especialmente se por detrás elas existem puros argumentos economicistas… E se o problema profundo é alta dos preços dos cereais, porque não atacar directamente este problema, impondo limites estritos ao plantio de biocombustíveis na Europa e nos EUA (onde 60% do milho tem esse destino), travando a especulação bolsista com os preços dos cereais e – como faz agora a Índia – impondo uma moratória na alta dos preços dos cereais?

Fonte:
http://www.guardian.co.uk/science/2008/may/04/foodtech.food?gusrc=rss&feed=science

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Quids S12-5: A que rede pertence este satélite?

Dificuldade: 3

Regras:

1. Cada Quids valerá entre 1 a 3 pontos.
2. Cada pista fornecida deduzirá um ponto aos pontos correntes ao Quid, parando esta descida em 1 ponto.
3. Não serão dadas pistas no próprio dia do lançamento do mesmo, mas apenas no período seguinte (12:30-14:30 do dia seguinte, juntamente com o lançamento do Quid seguinte). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, se pedidas.
4. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 50 pontos.

Categories: Quids S11, Quids S12 | 2 comentários

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