Daily Archives: 2008/04/27

Lost (Perdidos): S4E09 “The Shape of Things to Come” [Spoilers]

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O episódio S4E09 “The Shape of Things to Come”(o nome de um livro de H. G. Wells) é a retomada das emissões da 4ª Temporada e um novo desafio a este modelo de paragem a meio de uma temporada… os actores apreciam, porque isso lhes permite dedicaram-se a outros projectos, e os produtores também, porque assim ficam com mais tempo para escrever e preparar a segunda metade das temporadas, mas… é cada vez mais difícil para o teleespectador ir seguindo a densa trama da série… mas após alguns minutos e graças ao resumo inicial, lá se retoma o fio à meada…

Eis os nossos comentários sobre este episódio, o qual foi particularmente enriquecedor para o complexo enredo de Lost:

1. Jack queixa-se de uma “intoxicação alimentar” e vai tomar um antibiótico comum, a Amoxicilina, que recolhe da mala que guarda na sua tenda. Mais tarde, e após ter confrontado os dois visitantes do cargueiro de Widmore, parece visivelmente indisposto… Um palpite: no próximo episódio vamos ter continuidade para esta “doença” de Jack, e esta é muito mais do que o simples “ardor no estômago” que ele usa para explicar a indisposição a Kate… Será uma manifestação da “doença” da Ilha que motivava a placa de Quarentena na Estação Cisne e que acometeu a expedição francesa de Rousseau e contra a qual se vacinavam os Outros e os habitantes da Estação Cisne?

2. Mais uma alusão a viagens no tempo, quando Daniel responde a Jack a propósito do cadáver de Ray, o médico do cargueiro: “Quando é relativo”. As viagens do tempo tornam-se assim um ponto central dos mistérios de Lost e mais adiante, na cena em Ben se apresenta no hotel tunisino este parece confuso quanto à data em que está, como se acreditasse que pudesse ter acabado de viajar no tempo.

3. Quando os cinco mercenários do cargueiro capturam Alex e a levam a desactivar a cerca sónica, esta insere o código “1623”, um código que é menor do que o número introduzido por Juliet quando realizou antes a mesma deactivação… Compreende-se depois porquê, já que o código de Alex desencadeia uma chamada automática com a gravação “Code 14J” para a casa de Ben indicando uma situação de perigo, provavelmente um alerta para a desactivação da cerca sob coacção e é essa precisamente a interpretação de Ben quando confrontado por Sawyer e Locke.

4. Depois de Alex ter sido morta por Keamy, Ben diz que “ele mudou as regras”. Como se houvesse um jogo, com regras muito precisas e a decorrer entre Charles Widmore e ele próprio, Benjamin Linus. Aliás, neste episódio Locke, Hurley e Sawyer aparecem a jogar “Risco” e Hurley diz a Sawyer “não acredito que lhe vás dar a Austrália. A Austrália é a chave para todo o jogo”, o que é relevante para a trama da série, acreditamos… A Austrália é tida por muitos como a maior parcela terrestre sobrevivente do afundamento do continente perdido de Mu e os poderes paranormais que alegadamente teriam algumas tribos aborígenes seriam uma sobrevivência da sabedoria perdida dos habitantes de Mu… Será que este jogo, a que se referem estas “regras” entre Widmore e Ben é um jogo pela posse dessa sabedoria perdida?

5. Ben desce uma escadas, depois de ver Alex a ser morta, e acolhe-se numa sala secreta, afasta uns casacos e camisas num armário de parede e expõe uma porta secreta extremamente interessante, naquele que consideramos ser o ponto alto deste episódio. É que a porta é manifestamente muito antiga, anterior à construção das próprias “Barracas” ou “Cidade dos Outros” pela Dharma Initiative e está… coberta por hieroglifos. Infelizmente, não se vê o interior desta sala secreta, mas é certo que se a cidade foi construída aqui, no centro da cratera do vulcão, foi-o porque por debaixo existiam ruínas da mesma civilização que construir o colosso de 4 dedos, a coluna arruinada, a casa da falsa estação Dharma e o próprio “Templo” onde o grupo dos Outros se terá refugiado. Pouco depois, aparece o “Monstro de Fumo”. Fica evidente que Ben mentira a Locke quando no final da Temporada 1 lhe diz que “não sabia o que era o Monstro”, mas também que:

1. O Monstro não é um engenho construído pela Dharma para defender as suas instalações

2. O Monstro está directamente ligado à antiga civilização da Ilha

3. O Monstro pode ser controlado (invocado) por Ben, mas só a partir da sala secreta

4. A civilização da ilha usava hieroglifos (o contador da sala da Cisne também os usava). Como a civilização egipcia é tida como uma descente de Atlântida e esta, tida como tendo contactos com a sua equivalente no Pacífico, Mu, estes hieroglifos devem ter um significado muito concreto…

5. O tamanho do Monstro é controlável… O monstro que aparece e que mata todos os mercenários (supõe-se, já que apenas um aparece e não é Keaney) é muito maior do que qualquer outra sua anterior aparição…

6. Ben acorda num deserto do norte de África, na mesma Tunísia onde Charlotte encontra os restos do Urso com a trela com o logotipo da “Hydra” aparece logo no começo desta Temporada… Bem exibe também um casaco Dharma, e uma etiqueta com o nome “Hallifax”. A Etiqueta Dharma pertence a uma estação desconhecida que deverá aparecer num dos próximos episódios, como é a tradição dos produtores. Aparentemente, foi teletransportado como o escocês, para aqui, a partir da Ilha. Pouco depois livra-se de dois berberes e rouba um dos seus cavalos em Tozeur, confirmando assim que se encontra efetivamente na Tunísia, a qual adquire assim, pela recorrência, um papel importante no denso enredo da série. Quando a empregada do hotel lhe pergunta se é a primeira vez que está na Tunísia, ele diz “não, mas já passou algum tempo” e identifica-se como sendo “Dean Moriarty” e exibe um passaporte canadiano, sinal da extensa rede de apoios no exterior à sua disposição. Pergunta que “dia é hoje”, e julga estar em 24 de Outubro de 2005, mas não estava certo, ora esta data é precisamente um ano e um mês depois do acinete do Oceanic 815… Minutos depois, ao subir a escada para o seu quarto, vê Sayid na televisão… Então, logo, esta cena desenrola-se antes de o recrutar e após alguns sobreviventes terem saído da Ilha, logo, é um fast-foward, não um flashback. Ben aparece, mais tarde, em Tikit, no Iraque, com soldados americanos percorrem as ruas e estas expõem sinais de atentados recentes… Ben mente ao contar a Sayd que saiu da Ilha de barco até às Fiji (a Ilha parece estar decidamente nas suas proximidades), quando de facto… foi materializado até ao deserto tunisino… haverá aqui a segunda parte do wormhole que se forma na Ilha? Isso explicaria a presença dos ursos polares com coleiras Dharma… o interior da Tunísia é também tido por alguns como sendo um dos locais da Atlântida… E a Ilha parece estar no coração do continente perdido de Mu. O túnel ligaria assim os dois continentes.

7. Quando Ben confronta Widmore no seu quarto, este fala com ele com um nítido sotaque australiano, ora antes exibira sempre em ocasiões públicas (por exemplo, na compra do quadro do Black Rock, que está exposto no quarto) um sotaque britânico… Presume-se então que o segundo é falso, e a sua verdadeira naturalidade é australiana, o que nos leva de novo à afirmação de Hurley de que “A Austrália é a chave do jogo”… Do jogo entre Ben e Charles, que aqui, no quarto adquire uma nova escala com a ameaça de Ben de que iria assassinar Penelope em vingança de Widmore ter morto Alex, a sua filha. Mas fica por esclarecer porque é que Ben não pode matar Widmore, e porque é que se esta é uma regra do seu jogo privado, e se estas já foram violadas por Charles, porque é que esta também não pode ser quebrada… Nem porque Widmore diz que a Ilha “é sua” e que “tudo o que Ben tem, já lhe pertenceu”. Será porque foram as empresas australianas de Widmore que construiram todas as instalações que a Dharma Initiative manteve na Ilha e que foi assim que Widmore teve conhecimento da Ilha e daquilo que se passava nela?

8. Quando Daniel repara o telemóvel e o usa como emissor-transmissor de sinais Morse porque é que os tripulantes do cargueiro lhe dizem que “o médico está bem”, quando de facto está morto e com a garganta cortada? Será uma vítima de Michael, que agindo como agente de Ben no cargueiro está a “limpar” pouco a pouco a tripulação ou será que o médico hesitou em apoiar a expedição de Keany na Ilha?

9. Os hieroglifos da porta secreta são – já o dissemos – o momento mais interessante deste episódio. No final da Cisne, já apareceram no contador e alguns (http://www.brockjones.com/lost.htm) dizem que estes signos são “sinais determinativos”, o que de facto, não quer dizer nada… Os sinais expostos na Cisne significam “ir morrer” (http://www.theblackrock.org/br2/hieroglyphics.html). Quanto a estes sinais… eis a nossa interpretação:

0. Os sinais estão mal orientados… uns correm para a direita, outros para a esquerda, o que viola a prática egípcia, e constitui prova de que não foram escolhidos por um egiptólogo e que, logo, ao terem sido escolhidos por membro da produção ou são aleatórios ou têm um significado simples, perceptível por outro não-especialista.

1. Estes dois signos parecem ser “Abbr; Harakhte”
http://www.ancientegyptonline.co.uk/N-skyearth.html dois símbolos ligados ao grupo “Terra, Céu”. Uma palavra (Harakhte) que significa “Horus dos dois horizontes”, a forma que o deus tomou quando assume o papel do Sol na sua viagem diária do Oriente para o Ocidente. Horus é o deus-falcão da mitologia egípcia, e recordemo-nos da fugaz (e isolada) aparição do “pássaro verde” na primeira temporada de Lost… Uma forma provável do monstro e uma alusão a este hieroglifo, provavelmente. (http://www.themystica.com/mythical-folk/articles/harakhte.html)

2. Uma frase:

N5
Det & Log; sun, time, day, hour, to rise
com dois pontos no interior:
N33
Det; sand, grain of metal, mineral, gold, medicine, black eye paint, a small sphere, something dangerous, enemy
N35
Phon; n (água)
V20
Phon; mD Abbr; 10
A20; man with forked staff
A20
Det; oldest, eldest Official, authority

Tradução: “A Hora de comandar (autoridade) algo perigoso (o monstro)”?
http://www.ancientegyptonline.co.uk/A-man-and-occupations.html

3. Água ou Líquido

Um sinal expectável, tendo em conta que estamos numa Ilha, rodeada de água por todos os lados…

4. K5
Phon; bs Det; fish

Uma referência ao submarino e ao facto de somente os peixes poderem abandonar a Ilha?

5. K5
Phon; bs Det; fish

Idem do ponto 4

6. Maia… Este grupo de signos parece maia… por acaso tenho várias gramáticas e tabelas de caracteres maia, mas a maioria concentra-se em datas, formas de grafar o tempo e em nomes divinos, e nada encontrei aqui quando a estes signos, embora o do topo parece um ideograma para “fogo”.

7. Não há aqui cartelas de nomes claras… Talvez este signo ou os que o rodeiam à direita e esquerda sejam cartelas… A menos que seja o sinal triconsonantal para “DWA” que é muito semelhante a este (uma estrela de cinco pontas), que também vale pelo ideograma “Estrela”… Mas estando numa cartela, vale então “DWA” e é um nome. Sendo a porta a porta para a sala de controlo do monstro… e sendo este o único nome aqui presente… apostamos que o nome do “Monstro de Fumo” é “Dwa”. E aliás, há registos históricos de um monstro com esse nome: “Kap Dwa, the Two-Headed Patagonian Giant. Over 12 feet tall, he was captured by Spanish sailors in 1673. After he’d killed four of them, his captors plunged a boarding pike through his heart. His stuffed body has been on display in English sideshows since 1900 and in America since 1980. — Fortean Times”

“Dwa” também significa “luto”…
http://www.donf.com/egypt/medu/vocab2.htm#d O que está muito acordo com o valor dos cinco hieroglifos do contador da Cisne… E um valor alternativo para o signo da porta… Sendo o Monstro o causador deste “luto”.

8. Em suma… A interpretação das inscrições que acima apresentamos é consistente com o conteúdo de uma sala de controlo do “Monstro de Fuma”, quer ele se chame “Dwa” ou seja apenas o causador de “luto”.

Fontes:

http://www.egyptartsite.com/tricon.html#bi

http://www.themystica.com/mythical-folk/articles/harakhte.html

http://www.ancientegyptonline.co.uk/Gardiner-sign-list.html

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A Coreia do Sul vai comprar mais 21 caças F-15K

F-15K

(Caça F-15K, construído para a Coreia do Sul in http://www.boeing.com)

A Coreia do Sul decidiu adquirir mais 21 caças F-15K para a sua Força Aérea. Os novos aparelhos vão receber os novos motores Pratt & Whitney F100-PW-229 e a encomenda vai permitir que a Boeing mantenha a linha de produção deste caça em funcionamento, algo que já acontece ininterruptamente desde à 35 anos… O primeiro grupo de 40 F-15K sul coreanos ainda não tem este novo motor.

O novo motor é mais fiável que o anterior e estava em desenvolvimento desde 2004 pela P&W, um sistema de monitorização em tempo real e um novo sistema de controlo completamente digital. O motor é também ligeiramente mais potente que a versão anterior. A Coreia do Sul é o terceiro cliente desta actualização do F-15, mas não revelou quem eram os outros dois.

Para além dos F-15Ks para a Coreia do Sul, a Boeing fabrica ainda F-15SG para Singapura, estes já equipados com os mais sofisticados radares AESA. Existe contudo o risco de que a linha de produção tenha que ser fechada ou mantida aberta mas parada (com custos elevados) se os contactos com a Arábia Saudita ou o Japão não se concretizarem na vendas de novos aparelhos F-15. Os japoneses não encaixaram muito bem a recusa dos EUA em vender F-22 Raptor e não é provável que comprem novos F-15, tanto mais porque também estão a avaliar o F-35 e outros aparelhos idênticos hoje disponíveis no mercado mundial. A USAF ainda não manifestou interesse em actualizar os seus F-15 ou em comprar novos aparelhos, o que é compreensível, já que está empenhada em pressionar a Administração em comprar mais F-22 e em garantir que o F-35 é produzido nos números planeados.

O F-15, nas suas diferentes versões, tem um recorde de combate único na sua classe: abateu 101 aparelhos inimigos, contra nenhum caça perdido. O F-15K é uma evolução a partir do F-15E, fabricado a partir de 1989 e estes aparelhos continuam ainda em operação na USAF, já que apenas os F-15C estão a ser substituídos por F-22 Raptor, por isso, e ainda que não existam planos imediatos, é de esperar que eventualmente todos sejam atualizados para um padrão semelhante ao do F-15K sulcoreano, especialmente porque a USAF espera manter estes aparelhos em funcionamento pelo menos até 2030.

Fontes:
http://www.flightglobal.com/articles/2008/04/25/223300/south-korea-buys-21-more-f-15ks-but-switches-engines.html
http://www.boeing.com/defense-space/military/f15/f-15k/index.html

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Sobre o projecto português para uma “base de perfis de ADN”

(http://img.dailymail.co.uk)

“Com o objectivo de “afastar receios” relativamente à base de perfis de ADN, Rui Nunes, docente de Ética Médica e um dos membros do conselho, fez questão de garantir que projecto de regulamento vai “respeitar valores nucleares da sociedade” como a “privacidade” e “confidencialidade”.

(…)

O ministro da Justiça, Alberto Costa, que marcou presença na reunião, defendeu que a criação da base de dados de perfis de ADN para fins civis e criminais constitui um “progresso civilizacional” que vem pôr fim à “situação arcaica” de Portugal nesta área.

Fonte:

Público, 28 de Março de 2008

No Reino Unido, onde a base de dados de ADN já cobre mais de cinco milhões de britânicos, a polícia tem registado um número recorde de detenções em resultado de identificações genéticas. No Reino Unido, a opção tomada foi a de registar na base de dados todos aqueles que num dado momento participaram de um processo judicial, quer como testemunas, quer como arguidos, independentemente de terem sido considerados como culpados ou inocentes. Esta é uma opção intermédia. O ponto máximo será o de registar todos os cidadãos nessa base de dados, o ponto mínimo será o de registar apenas aqueles dados como culpados em processos judiciais. As declarações do professor Rui Nunes e as do ministro Alberto Costa não indicam qual será a abordagem seguida em Portugal, mas acreditamos que é imperativo – para aumentar a eficácia da investigação policial e reduzir o número de erros judiciais – que se arranque quanto antes.

Uma base de dados de perfis de ADN pode ser uma fonte de grandes problemas, é certo. A informação constante do ADN pode ser muito valiosa e indicar, por exemplo, a probabilidade que determinada pessoa tem para sofrer um ataque de coração antes dos 40. Uma empresa, uma seguradora que consiga aceder a estes dados (quer porque os compra a funcionários desonestos quer porque estes se perdem) poderá usar a seu proveito, contra o cidadão rastreado e em abuso da intenção do sistema, estes dados de ADN. Se estes dados forem apenas usados na investigação criminal, não vemos que existam razões para não introduzir em tal base de dados todos os cidadãos cumpridores e respeitadores da Lei, precisamente aqueles que menos têm a recear de um tal sistema. Mas é difícil formar opinião a este respeito… A informação genética pode cair sempre em mãos erradas, desde que ela exista e a maneira mais segura de evitar que tal suceda, o melhor mesmo é não a reunir. Mas ela pode também ser determinante para encontrar um assassino, um criminoso e assim evitar futuros crimes e sofrimentos. Neste balanço delicado, inclinamo-nos para a recolha generalizada de dados genéticos, mas para o seu uso extremamente cuidado, monitorizado e controlado. Não o fazer é recusar usar uma ferramenta tecnológica importante para reduzir o crime e o sofrimento de daqui decorre e este factor não pode ser diminuído.

Categories: Ciência e Tecnologia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal, Sociedade, Sociedade Portuguesa | 4 comentários

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