A minha perspectiva pessoal daquilo que poderá ser uma União Lusófona é que:

MIL

1. Esta deve começar por Portugal e por Brasil, os dois países com graus de desenvolvimento económico e tecnológico mais semelhantes de entre todos os países da Lusofonia. O sucesso desta união percursora haveria depois de cativar os demais países.

2. A União assumiria a forma de uma Confederação, em que os actuais Estados transfeririam para os órgãos centrais da União apenas as responsabilidades de Defesa e de representação internacional.

3. Os Estados compostos da União teriam direitos paritários entre si, mas as responsabilidades de política económica, fiscalidade, solidariedade social, Justiça, Saúde e Educação caberiam em primeiro lugar aos Municípios autónomo democráticamente eleitos e verdadeiro esteio democrático da União Lusófona, aproximando os cidadãos do Governo, como não sucedeu ainda em nenhuma outra forma de Governo ou Estado no mundo ou na História do Mundo.

Esta é, repito, uma perspectiva lusófona e não vincula o Movimento Internacional Lusófono, mas revê-se completamente na sua carta de princípios.

Publicado também em Nova Águia

Concorda com esta visão de uma “União Lusófona”?

1) Sim
2) Não
3) Só com alguns pontos

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Categories: Brasil, Movimento Internacional Lusófono, Nova Águia, Portugal | Etiquetas: | 6 comentários

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6 thoughts on “A minha perspectiva pessoal daquilo que poderá ser uma União Lusófona é que:

  1. Como compatibilizar a representação internacional com a política europeia comum?
    Portugal não teria neste aspecto uma incompatibilidade para resolver?

  2. Concordo com a ideia da união lusófona mas não nesses termos.
    Fiquei a conhecer aqui a existência do Movimento Interrnacional Lusófono. Acho bem, mas não creio que uma confederação nesses termos resultasse. Até porque é uma ligação formal, institucional e a classe dirigente de Portugal vive segundo um lógica completamente diferente do que consta da declaração de principios do MIL. A Sociedade civil sim, essa pode começar esse trabalho e estabalecer pontes.

  3. João:
    Provávelmente… Mas é minha crença que Portugal tem em primeiro lugar uma posição a ocupar junto da Lusofonia e só depois junto dos povos do norte da Europa com os quais tão pouco nos une, em temperamento, cultura e atitude perante o mundo… E uma UL não seria necessáriamente incompatível com uma UE. Só se estes senhores do norte que hoje nos regem tal achassem, e se tal achassem, então tal União Europeia não poderia servir os nossos interesses nem a missão que a Lusofonia tem ainda que cumprir no mundo.

    Viriato:
    Sim, mas esse “trabalho de sapa” de preparação, lenta, cuidada e sistemática pode ser realizado. Contra a classe política que vive deste estado de coisas, claro, mas se as pessoas e os cidadãos nada fizeram, perpeturaão este estado de coisas e esta classe política que se alimenta da Res Publica como se o Estado fosse dela… Veja-se os casos do filho de Sampaio encaixado na CGD, dos nomes públicos que aparecem nas Tvs, da divisão dos lugares de administradores entre PS e PSD nas grandes empresas públicas e privadas portuguesas, nas relações torpes entre a política e a construção civil, etc, etc, etc. É contra esta passividade que temos que lutar e com armas melhores do que a mera abstenção em actos eleitorais que só perpetua esta chusma nas cadeiras do Poder.

  4. Fred

    Seria como a comunidade Helvetica? Com representação rotativa?

    Acho um bom modelo, mas portugal concordaria em ser comandada por brasileiros? Em diminuir a velocidade de avanço social em detrimento de outras regiões? Como os estados do sul/Sudeste do Brasil o fazem para o desenvolvimento do Norte, Nordeste e agora em menor escala o centro-oeste?
    Seria bom de ver esse tipo de despreendimento da classe dominante portuguesa!
    Da população de modo geral não tenho dúvidas que seria aceito, afinal herdamos muitas de nossas caracteristicas de vocês.
    O problema é a classe dominante tanto daí como de cá, eles vão perder muito e qualquer que seja o modelo, esse ou qualquer outro vai ser uma bela briga.
    Bem então vamos a luta. Como minha avó já dizia, dou um boi para não entrar numa briga e uma boiada para não desistir dela!

  5. Lima

    Discordo em gênero, número e grau de tal UL, principalemente se vier a incluir os países africanos. Já temos problemas demais para ainda querer nos juntar a quem é mais problemático que nós. Façam a união entre vocês, africanos, e os portugueses. Livre-nos dessa mazela!

    • O momento não deve, nao pode, ser o Agora. Ha muiito caminho a ppercorrer antes de chegar aquele ponto em que se pode firmar uma efetiva e funcional UL. É assim um objetivo de longo prazo, uma maratona, nao um meio fundo.
      Ainda que existam condicoes a curto prazo para realizar variantes moderadas de uma UL entre pelo menos tres paises: Portugal, Brasil e Cabo Verde.

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