Daily Archives: 2008/03/26

Hoax: As “galinhas mutantes” da KFC

KFC(O novo logotipo da KFC in http://msnbcmedia2.msn.com)

Um dos mitos urbanos mais arrepiantes de sempre dá como certa que a mudança de nome da “Kentucky Fried Chicken” para a sigla “KFC” em 1991 se tinha devido a uma obrigação federal porque os animais que serviam de base aos alimentos comercializados pela marca já não eram… galinhas. Mas criaturas mutantes fabricadas geneticamente e sem penas, cabeças, pés ou até ossos! Assim a empresa conseguiria uma maior rentabilidade, já que essas criaturas seriam alimentadas através de via intravenosa, cresceriam mais rapidamente e ocupariam menos espaço que as galinhas “convencionais”. Obviamente, é tudo falso… A KFC mudou de nome, apenas para abreviar a sua presença comercial e porque passou a vender mais produtos além de galinha e não porque concebeu e depende de uma geração de monstros mutantes.

Acho eu. Mas que é uma boa história, é… ainda que completamente falsa. Como a maioria das melhores histórias, infelizmente…

Fonte:
www.null-hypothesis.co.uk

Categories: Hoaxes e Mitos Urbanos | 1 Comentário

Quids S11-28: Que MBT é este?

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Dificuldade: 2

Categories: Quids S11 | 5 comentários

O Reactor/Bateria Nuclear de Otis Peterson

(Reactor/Bateria Nuclear de Otis Peterson in http://keetsa.com)

Está em desenvolvimento um reactor nuclear portátil, do tamanho de uma banheira e que será capaz de alimentar de energia eléctrica até vinte e cinco mil habitações durante pelo menos cinco anos. O reactor seria enterrado no sub-solo e usaria um sistema de auto-regulação, dispensando assim a necessidade de um operador ou de qualquer tipo de manutenção ou peças móveis, como sucede actualmente nos reactores nucleares em operação nas centrais nucleares do mundo. A potencia deste gerador deverá rondar os 27 MW.

O reactor foi inventado por Otis Peterson, um físico do prestigiado “Los Alamos National Laboratory” que registou a patente em 2003 e que usado um núcleo de urânio hídrido, rodeado de hidrogénio assegura uma reacção nuclear que alimenta uma turbina a qual, por sua vez, cria energia eléctrica. O conjunto é encerrado dentro de um cofre de cimento e enterrado no subsolo.

Os geradores serão fabricados por uma fábrica que será construída no Novo México e a partir de 2012 começarão a ser vendidos reactores deste género a um ritmo potencial de 200 a 400 unidades por ano. A fábrica, que recebeu a designação de Hyperion Power Generation. Compreensivelmente, e para evitar receios de proliferação de materiais radioactivos para “bombas sujas” ou para uso no próprio processo de fabrico de uma arma nuclear, a Hyperion designa o conjunto como “bateria” ou “módulo” e não como o reactor nuclear, que, de facto, é… Ainda que seja concebido para nunca permitir o acesso ao interior do equipamento.

Em termos de utilizadores potenciais de um sistema deste género, eles são – desde logo – as multíplas bases militares que os EUA estabelecem no mundo e sobretudo aquelas que são montadas de forma urgente e improvisada em cenários de guerra. Um reactor/bateria destes poderia servir de sustentáculo energético a estas instalações, mas poderia também ser usado por ONGs intervindo em cenários de crise humanitária, como um terremoto de grandes porporções ou um desastre da escala do Katrina.

Contudo, este reactor/bateria ainda que pudesse ser crucial em situações de emergências de grande escala onde ocorram a interrupção de produção de electricidade em grandes cidades, como sucedeu ainda recentemente em Nova Orleães, não devem ser disseminados em larga escala… Por muito seguros que sejam e ainda que esteja garantida a impossibilidade técnica de um “meltdown” capaz de emular a catástrofe do filme o “Síndroma da China” (de 1979), a economia aparente do reactor não contempla os custos ambientes da mineração, transporte e mineração do urânio, assim como os custos da armazenagem dos detritos radioactivos… É certo que este reactor poderia ser uma solução de transição para outras formas de energia alternativas, enquanto não aprendemos a reduzir os nossos consumos e enquanto o hidrogénio e a fusão nuclear não amadurecem… mas há aqui um risco adicional: o reactor foi concebido para não permitir o acesso ao seu interior, nem aos detritos nucleares (subproduto da fissão) que vai ali acumulando… Mas este não é impossível e poderia fornecer a um terrorista suficientemente persistente e arrojado o material suficiente para construir uma “bomba radioactiva” capaz de interditar durante décadas uma grande cidade escolhida como alvo… E esse argumento somente, faz-me opinar contra esta tecnologia.

 

Fonte:

 

Digital Journal

Categories: Ciência e Tecnologia | Etiquetas: | 3 comentários

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