Daily Archives: 2008/03/17

Decididamente… Não gosto desta Fundação Berardo.


(We Have Kaos in the Garden)

“Voltando à Fundação José Berardo, cujos vinte anos de existência são pautados por uma frenética actuação bolsista, convém referir que se trata de uma instituição particular de solidariedade social (IPSS). Este estatuto, entre outros benefícios fiscais, isenta-a de Impostos sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas. Isto desde que as mais-valias obtidas sejam reinvestidas para prosseguir os fins de utilidade pública para os quais foi criada a fundação. As contas e os estatutos da instituição já foram solicitados por diversas vezes, mas Joe Berardo escusa-se a divulgá-los. Recentemente, o empresário constituiu uma outra fundação dedicada à arte.”

ANA SOFIA SANTOS. Expresso, 16 de Fevereiro de 2008″

Existe demasiada imoralidade no que concerne à apropriação e uso abusivo desta figura jurídica. Uma Fundação não deveria ser utilizada como método de “engenharia financeira” opaca, de contornos funcionais duvidosos e – certamente – que não deveria ser um dos maiores operadores na Bolsa portuguesa, como sucede com a Fundação Berardo… Sendo-o as dúvidas sobre os seus verdadeiros propósitos são evidentes e o questionamento sobre a sua verdadeira natureza inevitável. O maior propósito da Fundação é o de acolher e de exibir ao público (actualmente de forma gratuita, mas isso poderá mudar a qualquer instante) a colecção do comendador, mas a colecção não é do Estado, nem reverte automaticamente para o mesmo ao fim de um certo tempo! Isto é, o Estado cedeu a custo zero um dos seus espaços mais nobres (parte do CCB), o Estado financia a aquisição de novas obras para a colecção e, além do mais, financia pela via indirecta, mas bem real, da isenção fiscal o próprio enriquecimento da colecção privada da Fundação e – pela opacidade das contas – permite que talvez ocorram outras actividades a coberto da mesma capa de invisibilidade…

Decididamente… Não gosto desta Fundação Berardo.

Categories: Política Nacional, Portugal, Sociedade Portuguesa | Etiquetas: | 5 comentários

QuidsExtra S11: Como se chama esta mulher?

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Dificuldade: 2

Vai um… Quid extra (fora de série?)

Hum?

Categories: Quids S11 | 8 comentários

Quids S11-22: Como é conhecida esta criatura mítica (ou não)?

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Dificuldade: 3

Categories: Quids S11 | 2 comentários

PETIÇÃO À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA EM PROL DE UMA MAIS RÁPIDA IMPLEMENTAÇÃO DO ACORDO ORTOGRÁFICO

petition.jpg No princípio de Março deste ano (2008), o Governo Português aprovou, finalmente, em Conselho de Ministros, uma proposta de resolução do Protocolo Modificativo do Acordo Ortográfico.

A nosso ver, contudo, a proposta pretende consagrar um período demasiado longo para a entrada em vigor do Acordo – seis anos. Recordamos que a grande reforma ortográfica de 1911 teve um período legal de adaptação de três anos, numa época em que não havia a tecnologia que há hoje.

A recente iniciativa de uma Editora, com o lançamento de Dicionários de Língua Portuguesa já obedecendo às regras do Acordo Ortográfico, bem como a posição de várias entidades, entre as quais a Universidade Lusófona – que pretende editar as suas 14 revistas com a nova ortografia até final de 2008 –, demonstram que podemos ambicionar um período de transição mais curto.

Assim sendo, e dado que essa Proposta de Resolução terá ainda que ser apreciada em sede parlamentar, exortamos a Assembleia da República a aprovar um período legal de adaptação de três anos, no máximo.

A nosso ver, o Acordo Ortográfico é um instrumento fundamental para uma mais forte e fraterna relação entre todos os países lusófonos – desde logo, para todos os projectos de intercâmbio de professores, que doravante terão a segurança de haver apenas uma ortografia para todo o espaço lusófono. E para uma mais clara relação dos países lusófonos, no seu conjunto, com o resto do mundo – nos fóruns internacionais, como na ONU, os documentos oficiais não terão que ser mais traduzidos para as duas variantes da língua lusa, como acontece até agora.

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
Comissão Coordenadora


Nota de apresentação: O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico recentemente criado, em associação com a NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI, projecto que conta já com cerca de meio milhar de adesões, de todos os países lusófonos.
A Comissão Coordenadora é presidida pelo Professor Doutor Paulo Borges (Universidade de Lisboa), Presidente da Associação Agostinho da Silva (sede do MIL).
A lista de adesões é pública – como se pode confirmar no nosso blogue (
novaaguia.blogspot.com), são pessoas das mais diversas orientações culturais, políticas e religiosas, pessoas dos mais diferentes locais do país e de fora dele.

Se concorda com esta Petição, pedimos-lhe que a subscreva:
http://www.gopetition.com/online/17740.html
Se concorda com esta Petição, pedimos-lhe ainda que a publicite.


Se quiser aderir ao MIL, basta enviar um mail: adesao@movimentolusofono.org
Indicar: nome, e-mail e área de residência.

Entretanto, a outra Petição que lançámos, “POR UMA FORÇA LUSÓFONA DE MANUTENÇÃO DE PAZ”, continua on-line:
http://www.PetitionOnline.com/mil1001/petition.html

Categories: Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: | 8 comentários

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