Monthly Archives: Março 2008

A censura na Internet e no Youtube na China quanto aos protestos no Tibete contra a ocupação e colonização chinesas


(Reportagem da BBC expondo a censura chinesa em acção e a acção repressiva em curso no Tibete)

A versão chinesa do Youtube, o qual é, não esqueçamos, parte da Google, a mesma empresa que tem feito cedências sucessivas à ditadura chinesa (ver AQUI) está a ser censurada pelo regime comunista chinês. A China está a encerrar vários sites de partilha de vídeos que contenham conteúdos que o governo chinês considerem ter aspecto “pornográfico”, “violento” ou… e agora é que chegámos ao cerne da questão, que “coloquem uma ameaça à segurança nacional” aka, à “segurança de se manter no poder por parte do partido comunista”. Esta declaração governamental aparece no mesmo momento em que desaparecem da versão chinesa do YouTube (Google) vários videos sobre as recentes manifestações no Tibete contra a ocupação e colonização chinesas e pouco depois do próprio site principal do YouTube ter sido barrado na China durante alguns dias em resposta a terem aqui aparecido alguns filmes sobre a repressão chinesa no Tibete. E é também estranho que se acedermos hoje ao Youtube e se escrevermos na caixa de busca “tibet repression” o que aparce é… Um video pró-ocupação, com linguagem verbal extremamente agressiva e dando eco às pretensões coloniais de Pequim… Acasos? Não satisfeito com estas manobras, o gerno comunista chinês aumentou a pressão censurante até uma tal escala que hoje, e utilizando o seu controlo apertado e permanente sobre todo o tráfego Internet que sai da China para o mundo, o governo chinês está mesmo a bloquear acessos a videos sobre as manifestações no Tibete em sites estrangeiros… O grau zero de censura em vigor, em suma…

Localmente, um dos sites mais castigados foi o site chinês de partilha de videos tudou.com (podem clicar, mas não tem versão em inglês…) que teve que retirar videos e pagar uma coima não especificada. Actualmente, e de acordo com leis que estão em vigôr desde Janeiro de 2008, qualquer site que acolha informação ou conteúdos que possam “danificar a reputação da China” ou “promover a instabilidade social” devem auto-delatar-se e enviar essa informação, assim como a informação de quem produziu esses conteúdos ao omnipresente e omnipotente “Ministério do Comércio e da Televisão”. Estas medidas de reforço e incremento da censura na Internet começaram ainda antes das recentes manifestações no Tibete e de facto enquadram-se na preparação do país para os Jogos Olímpicos que o regime encara como uma forma de legitimar aos olhos do mundo uma “nova China mais harmónica e próspera” numa evidente manobra política de marketing internacional e utilizando os Jogos como uma ferramenta para alcançar esses fins… Ou seja, muito antes de algum activista tibetano ter procurado “instrumentalizar” um Boicote (Justo!) aos Jogos de Pequim, já Pequim aumentava a pressão da sua repressão para que os Jos cumprissem melhor os seus objectivos de… Propaganda Política!

É claro que nada disto está a acontecer aos olhos do nosso Partido Comunista… Toda esta repressão, censura e mortes no Tibete (que já ascendem a mais de 140 mortos) não passam de torpes manobras do Dalai Lama para impedir a realização dos Jogos Olímpicos na China. Algo que fica muito mal aos pergaminhos de resistência ao fascismo por parte do PCP e que insulta pessoalmente todos aqueles que deram a vida e que sacrificaram o seu bem estar em prol da causa da Democracia em Portugal e contra o regime salazarista.

Fonte:
Bloomberg

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Quids S11-31: Que filme é este?

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Dificuldade: 1

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MIL: Movimento Internacional Lusófono

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A minha perspectiva pessoal daquilo que poderá ser uma União Lusófona é que:

MIL

1. Esta deve começar por Portugal e por Brasil, os dois países com graus de desenvolvimento económico e tecnológico mais semelhantes de entre todos os países da Lusofonia. O sucesso desta união percursora haveria depois de cativar os demais países.

2. A União assumiria a forma de uma Confederação, em que os actuais Estados transfeririam para os órgãos centrais da União apenas as responsabilidades de Defesa e de representação internacional.

3. Os Estados compostos da União teriam direitos paritários entre si, mas as responsabilidades de política económica, fiscalidade, solidariedade social, Justiça, Saúde e Educação caberiam em primeiro lugar aos Municípios autónomo democráticamente eleitos e verdadeiro esteio democrático da União Lusófona, aproximando os cidadãos do Governo, como não sucedeu ainda em nenhuma outra forma de Governo ou Estado no mundo ou na História do Mundo.

Esta é, repito, uma perspectiva lusófona e não vincula o Movimento Internacional Lusófono, mas revê-se completamente na sua carta de princípios.

Publicado também em Nova Águia

Concorda com esta visão de uma “União Lusófona”?

1) Sim
2) Não
3) Só com alguns pontos

Se é português: Concorda com a União Portugal-Brasil?

1) Sim
2) Não

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Se é brasileiro: Concorda com a União Brasil-Portugal?

1) Sim
2) Não

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Categories: Brasil, Movimento Internacional Lusófono, Nova Águia, Portugal | Etiquetas: | 6 comentários

O reactor nuclear “doméstico” da Toshiba

(O reactor nuclear “doméstico” da Toshiba in http://www.nextenergynews.com)


A Toshiba, no Japão, está a construir um protótipo de um reactor nuclear pequeno e de baixa potencia desde 2005. O reactor será capaz de fornecer energia eléctrica a blocos de apartamentos ou a pequenas bases militares instaladas em locais remotos. O reactor mede apenas 10 metros de comprimento por 3 de largura e usa reservatórios de Lítio 6 líquido, em vez das conhecidas barras de urânio dos reactores convencionais. O Lítio 6 um isótopo eficaz a absorver neutrões e o seu uso permite automatizar completamente a operação do sistema. O sistema consiste num grupo de seis reservatórios ligados entre si até ao núcleo do reactor. Todo o processo é auto-sustentado e dispensa qualquer tipo de manutenção. O combustível no seu interior é suficiente para manter o reactor activo por 14 anos e a 5 cêntimos de dólar por kw/h produz energia a cerca de metade do preço a que ela fica quando é comprada à rede eléctrica e vai gerar até 200 KW durante quarenta anos.

O primeiro reactor deverá ser instalado no Japão ainda em 2008, e a Toshiba espera começar a comercializar o equipamento nos EUA e na Europa logo no ano seguinte. O sistema tem várias vantagens… Desde logo, não produz resíduos radioactivos (a minha grande objecção contra a Energia Nuclear)… Por outro lado, não produz também combustível passível de ser usado em armas nucleares, como sucede com os reactores de fissão a Urânio da actualidade… E é auto-sustentado, isto é, pode ser operado sem necessidade de controlo técnico… Parece bom demais para ser verdade, não é?… Enfim, veremos ainda este ano se esta promessa se cumpre ou não. E de qualquer maneira… A Toshiba está mesmo a precisar de deitar cá para fora alguma coisa de radical e inovadora… Depois do flop que foi a sua fugida da guerra HD-DVD / Blu Ray, ela logo, que era a grande campeã do primeiro formato.

 

Fonte:

Engadget

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Hillary Clinton e Barack Obama estão juntos na crítica ao comércio livre e à NAFTA

NAFTA
(http://www.infoescola.com)

(…) “Hillary Clinton e Barack Obama juntos na crítica ao comércio livre. Ambos criticam o NAFTA (North American Free Trade Agreement) que tinha sido calorosamente apoiado pelo Presidente Clinton. E ambos defendem que todos os acordos de troca livre têm de ser revistos pelo próximo Presidente americano. Em suma, ambos parecem concorrer ao título de maior opositor do comércio livre.”

“Na Europa, também parecem crescer as vozes favoráveis ao proteccionismo. o comissário europeu Peter Mandelson tem estado debaixo de fogo devido à sua defesa do comércio livre, em particular devido à sua oposição à imposição de tarifas europeias sobre as importações da China.”

(…) “a troca livre é em regra favorável a ambas as partes. Aos países pobres, obviamente, permite-lhes começar a sair da pobreza, aos países ricos, proporciona aos consumidores acesso a bens mais baratos, elevando o nível de vida geral. É certo que ameaça sectores nacionais onde esses bens são produzidos a custos mais elevados. Mas isso, em contrapartida, liberta recursos que se encaminharão para sectores mais competitivos, gerando no final um acréscimo líquido de postos de trabalho (em regra mais qualificados e mais bem remunerados).

A experiência inglesa e escandinava recomenda mais qualificação profissional e apoio efectivo aos que perdem o emprego, assim como incentivos aos geradores de novos empregos.”

João Carlos Espada; Expresso, 1 de Março de 2008

Após a década em que maior riqueza no mundo se criou (a década de noventa) o mundo parece agora começar a arrepiar caminho e o Ocidente está a reflectir as fragilidades de um sistema económico assente no crescimento exponencial dos padrões e das quantidades de consumo, a troca da transferência massiça e generalizada do sector produtivo para o Oriente. Esta desindustrialização – muito mais intensa nalguns Estados americanos do que em qualquer país ou região europeia – começam a criar uma camada cada vez mais numerosa de cidadãos eleitores descontentes com o presente estado das coisas e que se encontra ou numa situação de desemprego crónico ou numa situação de subemprego ou com novos empregos de remuneração muito inferior à anterior. É que se as estatísticas continuam a dar números impressionantes de criação de Emprego nos EUA, já não espelham tão bem quanto desse novo emprego corresponde a uma remuneração inferior à anterior e, sobretudo, quanto desse novo Emprego não em qualquer Seguro de Saúde… E nos EUA há hoje já mais de 48 milhões de pessoas sem qualquer cobertura de saúde!

Como saberão aqueles que frequentam habitualmente estas paragens, sou um acérrimo defensor das virtudes das Economias Locais e no livre empreendedorismo. Isto é, defendo a empresa privada, mas de pequena e média escala e de âmbito principalmente local e regional. Assim, acredito que a maioria dos bens consumidos numa dada região deve provir precisamente dessa região e daquelas que lhe são imediatamente adjacentes. A esta rede económica local deve ainda corresponder uma rede global, mais ampla e extensa, que inclua todos os países do mundo ou de uma dada região geográfica (a Europa) ou cultural (o mundo lusófono), ou seja, não advogo um isolacionismo económico ou regional, mas o estabelecimento de uma rede de complementaridades onde o essencial da produção é fornecido localmente e a parte acessória e sucedânea coberta pela rede regional (União Europeia ou União Lusófona), cabendo apenas à escala regional a satisfação das necessidades urgentes (crises ambientes ou naturais) ou pontuais (determinados tipos de equipamentos tecnológicos muito raros ou muito específicos).

Estas declarações coincidentes dos dois candidatos democratas indicam que a direcção para onde os ventos sopram na política económica mainstream nos EUA está a mudar… e que as mudanças de política económica a implementar pelo candidato ganhador (provavelmente um destes democratas) serão no sentido de contracorrente às pressões liberalizantes e globalizantes impostas pelos poderosos advogados do “Pensamento Único”, mais nacionais e menos globais… E que este será o tom dominante na reacção à crise de grandes proporções que se prepara para abater sobre a economia dos EUA e que afectará rapidamente – em efeito de bola de neve – aqueles que mais exportam para os EUA (Europa e China) e que trarará uma resposta reactiva de reforço do proteccionismos e das medidas para defesa e incentivo das
economias locais um pouco por todo o mundo.

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Quids S11-30: Que avião a reacção era este?

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Dificuldade: 3

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O HTV da Darpa: Um novo shuttle para o século XXI?

HTV
(O “Falcon” da DARPA in http://www.darpa.mil)

Um projecto da DARPA “Defense Advanced Research Projects Agency” pretende construir um protótipo de um aparelho supersónico designado como “Falcon” e que deverá ser capaz de voar a pelo menos… Mach 20. A intenção é criar uma avião militar ou comercial capaz de alcançar velocidades hipersónicas e lançar pequenos satélites de uma forma barata e rápida. O primeiro teste, realizado em Setembro de 2007 com o Falcon Hypersonic Test Vehicle-1 (HTV-1) alcançou Mach 19 e conseguiu sair por breves momentos da atmosfera terrestre e reentrar de novo.

Para cumprir este feito, o HTV precisa de utilizar materiais especiais, capazes de resistir aos rigores térmicos da reentrada, aliás rigores que serão ainda maiores que os sustentados pelo Space Shuttle, de facto, 25 vezes superiores… Novos testes terão lugar em 2008 e 2009 com o mais sofisticado planador HTV-2, capaz de alcançar Mach 22 e com um novo design. O HTV-3 será mais lento (Mac 10 apenas) mas servirá para ajustar a forma aerodinâmica do HTV

Este programa é de extrema importância e pretende obter algo que – francamente – muitos suspeitam que a USAF já tem secretamente desde há alguns anos e que é conhecido em certos círculos como o “Aurora”… ou “Blackstar“. Será que o HTV-1 é um sucessor deste ou que o “Blackstar” nunca passou de um rumor? De uma forma ou de outra, o conceito é basicamente o mesmo dos aviões suborbitais turísticos da “Virgin Galactic” ou das propostas russas de lançamentos de satélites com MiG-31 (que afinal, não se concretizou) e vai demonstrar a capacidade do conceito para colocar em órbita cargas úteis por uma fracção do custo actual, e sem a sempre cara utilização de meios não-reutilizáveis… é a concretização (será?…) do sonho do nosso amigo Sá Morais

O programa HTV deverá prolongar-se durante quatro anos e aumentar o grau de conhecimento actual sobre veículos capazes de voar a velocidades hipersónicas assim como o seu uso para o lançamento de cargas orbitais.

Fonte:
Space.com

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A Bolha Imobiliária nos EUA… O estouro, a baixa de taxa de juros e a mudança de paradigma


(http://homepage.mac.com/juanwilson)

“Com a crise grave que lhe ronda a porta, a América respondeu com estímulos à economia. Primeiro, estímulos monetários: a Fed reduziu os juros para 3%, com a inflação em 2,8%, o que significa taxas reais praticamente nulas. Depois, estímulos fiscais: Bush vai propor ao Congresso uma devolução significativa de impostos, para aumentar o consumo. O risco é enorme: um descontrolo da inflação poderá transformar esta crise numa crise ainda maior. Questão de fundo: deveria a Europa fazer o mesmo?”
(…)
“Resposta de um optimista: aparentemente, não, porque a Europa não tem os problemas que tem a América. Não tem a bolha imobiliária, não tem a moeda fraca. e, sobretudo, não tem aquele défice monstro das transacções correntes americanas.”
(…)
“Europa rondava os 3,2%, claramente acima do objectivo fixado pelas autoridades monetárias, segundo as quais não devemos exceder os 2%.”

Daniel Amaral
Expresso, 16 de Fevereiro de 2008

Esta redução dos juros de curto prazo promovido pela nova Fed não vai resolver nada a médio prazo. A curto teve efeitos nos mercados, é certo, mas não afectou em absolutamente o problema sério que afecta milhões de americanos que ao contrário dos especuladores financeiros não vivem num qualquer mundo virtual, mas num mundo bem real, e numa economia cuja realidade lhe é agora dolorosamente patente. Estas reduções da taxa de juro de curto prazo servem apenas para que os grandes bancos e especuladores obtenham dinheiro gratuito e tornem a tentar reinjectar no mercado, tentado transformá-lo em novas dividas de consumo. Se a resposta do FED ao estouro da bolha da Internet em 2000, foi baixa a taxa de juro e se a consequência financeira foi levar a que as empresas financeiras (a Banca americana, sobretudo) tudo fizessem para que os americanos contraíssem novas dívidas, já não na Bolsa em investimentos em empresas de Internet, mas desta feita, comprando as suas casas… Agora, para onde vão tentar levar os bancos esse dinheiro que estão a obter de graça? Para que nova Bolha querem empurrar os EUA, e com eles, o resto do mundo?

Será que ainda não perceberam que não é possível andar eternamente neste ciclo bolha-estouro-baixa de taxas? O verdadeiro problema não estará antes num sistema económico e social que favorece o Consumo desbragado e insustentado e na falta de uma mudança deste paradigma de consumo e vida para um outro que favoreça mais a realização pessoal e a criatividade em lugar da pura e cega compra e acumulação-exibição de bens e propriedades?

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Quids S11-29: Onde esteve este objecto?

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Dificuldade: 3

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Hoax: As louras vão extinguir-se daqui a 200 anos

 Gisele Bundchen?

Quem aprecia estes temas… pode já ter lido algures as conclusões de um estudo alarmista e tremendamente pessimista que dava como certo, não as consequências dramáticas do Aquecimento Global, não o impacto de Apophis ou outro mas… A extinção das louras daqui a menos de 200 anos. A notícia, supostamente proveniente de “cientistas alemães” e que teve inclusivamente eco até na prestigiada BBC (ver AQUI), depois, a partir daqui, foram numerosas as réplicas noticiosas, tendo todas como fonte remota o tal grupo de “cientistas alemães”. Tudo se basearia na tese de que sendo os alelos da cor loura do cabelo recessivos estes iriam inevitavelmente desaparecer, sendo substituídos por alelos de outras cores, mais escuras, de cabelo.

Existe algum fundamento nestas teses, já que existe no mundo uma tendência crescente para uma miscigenação racial (sendo neste aspecto, a actual “raça brasileira” assim como a excelência das suas mulheres um sinal promissor dessa miscigenação). É um facto de que o aumento desta miscigenação vai reduzir o número de seres humanos com cabelo louro, mas como esta característica física não implica uma desvantagem evolutiva ou competitiva de quando em quando, haveremos ver ver ainda por muitos milénios gente loira… sempre que se cruzarem duas pessoas com esse alelo, claro…

Seguindo a história desde as suas origens, parece que tudo começou num estudo da “World Health Organisation” ou no tal estudo de “cientistas alemães”… Mas o http://www.snopes.com esclarece afinal a verdadeira origem da história: uma revista feminina alemã publicada em 2000… Não propriamente a fonte científica mais credível, convenhamos…

Fonte:
www.snopes.com

Fotografia: Gisela Bundchen: brasileira… e loura. Algo que afinal não acabar tão cedo.

Categories: Ciência e Tecnologia, Hoaxes e Mitos Urbanos | Etiquetas: | 9 comentários

Hoax: As “galinhas mutantes” da KFC

KFC(O novo logotipo da KFC in http://msnbcmedia2.msn.com)

Um dos mitos urbanos mais arrepiantes de sempre dá como certa que a mudança de nome da “Kentucky Fried Chicken” para a sigla “KFC” em 1991 se tinha devido a uma obrigação federal porque os animais que serviam de base aos alimentos comercializados pela marca já não eram… galinhas. Mas criaturas mutantes fabricadas geneticamente e sem penas, cabeças, pés ou até ossos! Assim a empresa conseguiria uma maior rentabilidade, já que essas criaturas seriam alimentadas através de via intravenosa, cresceriam mais rapidamente e ocupariam menos espaço que as galinhas “convencionais”. Obviamente, é tudo falso… A KFC mudou de nome, apenas para abreviar a sua presença comercial e porque passou a vender mais produtos além de galinha e não porque concebeu e depende de uma geração de monstros mutantes.

Acho eu. Mas que é uma boa história, é… ainda que completamente falsa. Como a maioria das melhores histórias, infelizmente…

Fonte:
www.null-hypothesis.co.uk

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Quids S11-28: Que MBT é este?

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Dificuldade: 2

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O Reactor/Bateria Nuclear de Otis Peterson

(Reactor/Bateria Nuclear de Otis Peterson in http://keetsa.com)

Está em desenvolvimento um reactor nuclear portátil, do tamanho de uma banheira e que será capaz de alimentar de energia eléctrica até vinte e cinco mil habitações durante pelo menos cinco anos. O reactor seria enterrado no sub-solo e usaria um sistema de auto-regulação, dispensando assim a necessidade de um operador ou de qualquer tipo de manutenção ou peças móveis, como sucede actualmente nos reactores nucleares em operação nas centrais nucleares do mundo. A potencia deste gerador deverá rondar os 27 MW.

O reactor foi inventado por Otis Peterson, um físico do prestigiado “Los Alamos National Laboratory” que registou a patente em 2003 e que usado um núcleo de urânio hídrido, rodeado de hidrogénio assegura uma reacção nuclear que alimenta uma turbina a qual, por sua vez, cria energia eléctrica. O conjunto é encerrado dentro de um cofre de cimento e enterrado no subsolo.

Os geradores serão fabricados por uma fábrica que será construída no Novo México e a partir de 2012 começarão a ser vendidos reactores deste género a um ritmo potencial de 200 a 400 unidades por ano. A fábrica, que recebeu a designação de Hyperion Power Generation. Compreensivelmente, e para evitar receios de proliferação de materiais radioactivos para “bombas sujas” ou para uso no próprio processo de fabrico de uma arma nuclear, a Hyperion designa o conjunto como “bateria” ou “módulo” e não como o reactor nuclear, que, de facto, é… Ainda que seja concebido para nunca permitir o acesso ao interior do equipamento.

Em termos de utilizadores potenciais de um sistema deste género, eles são – desde logo – as multíplas bases militares que os EUA estabelecem no mundo e sobretudo aquelas que são montadas de forma urgente e improvisada em cenários de guerra. Um reactor/bateria destes poderia servir de sustentáculo energético a estas instalações, mas poderia também ser usado por ONGs intervindo em cenários de crise humanitária, como um terremoto de grandes porporções ou um desastre da escala do Katrina.

Contudo, este reactor/bateria ainda que pudesse ser crucial em situações de emergências de grande escala onde ocorram a interrupção de produção de electricidade em grandes cidades, como sucedeu ainda recentemente em Nova Orleães, não devem ser disseminados em larga escala… Por muito seguros que sejam e ainda que esteja garantida a impossibilidade técnica de um “meltdown” capaz de emular a catástrofe do filme o “Síndroma da China” (de 1979), a economia aparente do reactor não contempla os custos ambientes da mineração, transporte e mineração do urânio, assim como os custos da armazenagem dos detritos radioactivos… É certo que este reactor poderia ser uma solução de transição para outras formas de energia alternativas, enquanto não aprendemos a reduzir os nossos consumos e enquanto o hidrogénio e a fusão nuclear não amadurecem… mas há aqui um risco adicional: o reactor foi concebido para não permitir o acesso ao seu interior, nem aos detritos nucleares (subproduto da fissão) que vai ali acumulando… Mas este não é impossível e poderia fornecer a um terrorista suficientemente persistente e arrojado o material suficiente para construir uma “bomba radioactiva” capaz de interditar durante décadas uma grande cidade escolhida como alvo… E esse argumento somente, faz-me opinar contra esta tecnologia.

 

Fonte:

 

Digital Journal

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Será mesmo boa ideia incorporar 10% de biombustíveis?


(http://www.bendbiofuels.com)

Embora sejam frequentemente citados como uma solução para o Aquecimento Global, e como tal, sejam sujeitos a pesados subsídios nos EUA e na UE, os quais pretendem multiplicar o seu uso como combustíveis, crescem as indicações provenientes da comunidade científica de que, do ponto de vista ambiental, os biocombustíveis não são uma forma eficiente de reduzir as emissões de gases com Efeito de Estufa e que, efectivamente, podem até vir a ser tão ou mais caros que os combustíveis fósseis tradicionais…
Essas foram as conclusões de um painel de cientistas reunido pelo parlamento britânico (o “The Environmental Audit Committee“). Os cientistas além de não identificarem os biocombustíveis como uma forma de reduzir as emissões de CO2, afirmaram ainda que estas emissões podiam ser reduzidas e os recursos gastos em promover os ditos poderiam ser mais eficientes se fossem realizados outros tipos de investimentos. Isto para além do facto insofismável de que o desvio de campos de cultura para estas produções está a criar um aumento generalizado dos bens alimentares e, logo, um consequente e proporcional agravamento das condições de vida das populações mais pobres do mundo. Isto quer dizer que a política europeia de apostar fortemente nos biocombustíveis pode ser prejudicial não só no que respeita ao severo agravamento dos preços de alimentos (milho, sobretudo), mas até no aspecto ambiental. Assim, o objectivo de incorporar até 10% de biocombustíveis até 2020 pode ter um impacto muito negativo… especialmente se não forem tomadas medidas que impeçam a transformação de zonas de floresta em campo de cultivo para biocombustíveis ou mesmo campos agrícolas actuais. É que a aplicação pura e simples destas decisões vai produzir necessariamente uma de coisas: ou o abate de mais florestas ou a conversão de campo agrícolas ocupados hoje com produção de alimentos e uma ou outra opção serão muito negativas!…

O curioso é que este painel britânico, o The Environmental Audit Committee recomendou que os biocombustíveis fossem usados não em transportes – como recomenda a UE – mas em aquecimento de edifícios, algo que julga ser energeticamente muito mais eficiente… Em suma: os biocombustíveis retiram espaço de floresta… reduzem a área cultivada para alimentos, e logo, aumentam e muito o consumo de água e os níveis de poluição química nos solos, aumentam os preços, representam (segundo este painel) um investimento ineficiente e… segundo alguns estudos aumentam até as emissões de CO2 ! (ver AQUI)… Sei que os nossos irmãos brasileiros acreditam que tal sucede porque nos EUA esses biocombustíveis são fabricados a partir do milho e não da cana do açúcar, mais eficiente e não subsidiada… mas… as restantes objecções ficam válidas, mesmo se excluirmos essa da eficiência energética.

Fonte:
News.bbc.co.uk

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Quids S11-27: Quem era este homem?

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Dificuldade: 3

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Windows Vista… Nem os piratas o querem

Vista
(Desktop do Windows Vista in http://idgnow.uol.com.br)

Segundo o Gizmodo, os piratas informáticos não estão muito interessados em piratear cópias do Windows Vista. Pelo menos, não tanto como estão em copiar cópias de Windows XP, já que este é copiado pelo menos duas vezes mais que o Vista. Ou seja, se puderem escolher, os piratas escolhem o XP em deterimento do Vista… Se ambos podem vir de graça, que venha o melhor. E este aparentemente… é o XP. Ou seja, a Microsoft nem sequer está a convencer a comunidade Hacker que o Vista é melhor que o XP e se assim é começam a justificar-se aquelas leituras que dão o Vista como maior flop da Microsoft depois do Windows Millenium (quem se lembra dele?)

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“Goze a vida enquanto pode. Porque terá sorte se passaram vinte anos antes de chocar contra a ventoínha”


(“A Vingança de Gaia” de James Lovelock, da Gradiva)

Uma das personalidades mais fascinantes do mundo ciência é James Lovelock. Mais conhecido por ter criado a “Teoria de Gaia“, uma teoria revolucionária e fascinante que defendia que a Terra é um ser vivo, capaz de se auto-regular e de adaptar o seu meio ambiente às suas condições. A teoria nasceu da observação feita por Lovelock e pela bióloga Lynn Margulis de que a atmosfera da Terra era diferente da dos outros planetas porque era a própria vida que a tornava adequada à sua própria existência. Ainda que a teoria não seja muito respeitada pelos meios científicos, a sua abordagem tem-se mostrado útil para compreender a actual crise climática e pode ensinar-nos que… se não corrigirmos a forma como tratamos o Globo ele… tratará de nós, expulsando-nos ou eliminando-os como um animal expulsa ou elimina um parasita incómodo.

Embora seja admirado por muitos grupos e tendências ecologista, Lovelock defende a Energia Nuclear, no que segue em contracorrente com a opinião dominante neste campo… Tenha ou não razão neste ponto (e note-se que a nossa posição pessoal sobre este tema não é absoluta) o certo é que as previsões que realiza no seu último livro, “A Vingança de Gaia” são assustadoras… Lovelock estima que em 2020 o clima extremo será a regra (com muito frio ou muito calor, inundações alternando com secas, etc.), que por volta de 2040 a maioria da Europa seja desértica e que partes de Londres estejam submersas… E mais… Lovelock acredita que o ponto de não-retorno para o clima já foi ultrapassado e que nada do que seja feito daqui em diante poderá alterar este inevitável rumo das coisas:

“É simplesmente tarde demais.” Afirma o cientista ao jornal britânico The Guardian. “Se tivessemos feito alguma coisa em 1967, talvez isso tivesse ajudado. Mas já não temos tempos. Todas essas coisas verdes, como o desenvolvimento sustentado, creio que não passam de palavras que não significam nada.” Lovelock acredita que sendo já impossível fazer algo para travar esta espiral descontrolada de Aquecimento, o Homem devia começar a preparar-se para o enfrentar de frente de forma a ter alguma possibilidade de lhe sobreviver. Em consequência, defende o Nuclear como forma de sustentar as novas comunidades humanas, provavelmente subterrâneas e dependendo totalmente da síntese de alimentos. Só assim, os remanescentes 20% de população que prevê sobreviverem em 2100 poderão deixar descendência…

Na verdade, Lovelock deixa neste livro uma conclusão de cândida mas talvez final clareza (no mais pleno sentido da palavra):
“Goze a vida enquanto pode. Porque terá sorte se passaram vinte anos antes de chocar contra a ventoinha.”

Fonte:
The Guardian

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Quids S11-26: Quem é esta personagem feminina?

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Dificuldade: 2

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Hoax: “Uma Árvore Misteriosa em Limpopo – Moçambique”

Uma corrente de correio electrónico que me chegou recentemente às mãos possibilitou o encontro com mais um “hoax” (mito urbano) daqueles que percorrem a Internet em cada vez maior quantidade… A coisa desta feita vinha intitulada: “Uma Árvore Misteriosa em Limpopo- Moçambique” e não tardou a dar origem a vários artigos pela blogoesfera lusófona (moçambicana e portuguesa, sobretudo) de que este é um exemplo bem representativo:

Uma Árvore Misteriosa em Limpopo – Moçambique

E o mistério é quem esculpiu e quando é que este trabalho de arte foi feito!

Por Rosário Fernandes – Kwzola (*)

 

Veja como os bantu de Moçambique, simbolizavam os espíritos das florestas e o culto às árvores destas florestas. Trabalho de arte religiosa bantu, na própria natureza. Nkisi de animais, esculpidos na árvore.


(*) Rosário Fernandes é formada em naturalismo e medicinas orientais pelo Stonebridge Associated Colleges da Inglaterra, pesquisadora de medicinas tradicionais antigas, atuante na área de medicinas complementares.

Sendo que este texto e este grupo verdadeiramente impressionante de fotografias pode ser encontrado nos Ritos de Angola havendo por aqui outra variante do mesmo tema e outra ainda por aqui.

Quanto à variante original, uma mensagem de correio electrónico, esta parece ser a versão mais corrente da mesma:

>
> Caros amigos!
> Essas fotos são Reais! foram tiradas por Biólogos moçambicanos em Limpopo
> (Moçambique), numa das viagens de trabalho, onde a missao era
> identificação
> de plantas. Estudos revelam que não foi um ser humano que esculpiu essa
> arvore, ela é natural! A cada posicao pode se ver imagens de animais, se
> tivesse sido um homem a esculpir essa arvore, esse seria O melhor Escultor
> do Mundo.
> >

O Mito Desfeito…
Ora, de novo… Nada se confirma. Um dia ainda acredito que um bom Hoax possa resistir a alguns minutos de escrutínio via Google, e quando surje um mito de origem lusófona, essas possibilidades aumentam, já que não existem tanta informação pública em português como há em inglês, mas este caso. da “árvore misteriosa do Limpopo”, não foi ainda o primeiro caso. Trata-se muito claramente de mais uma armação criada por algum “humorista” a partir de uma qualquer visita real ao parque natural do Limpopo e do confronto – sempre impressioante – com este notável Baoba:

Verdadeiro… Muito conhecido e fotografado, mas… sem qualquer escultura ou forma animal misteriosa.

É que na verdade, esta árvore não sendo fruto de uma muito elaborada montagem digital (como cheguei a acreditar, mas que cedo afastei pela análise pixel a pixel das imagens) estamos perante fotografias verdadeiras mas de uma coisa… diversa à anunciada! A dita “árvore misteriosa” existe de facto, mas no Animal Kingdom da Disney World, mais especificamente aqui e é o resultado do trabalho brilhante de mais de doze artistas diferentes e está posicionada naquele que é o centro geográfico do parque temático. A gigantesca escultura com 45 metros de altura e 14 de diâmetro tem uma estrutura de cimento e uma camada superficial de resina e expôr exactamente 325 animais diferentes (aqui, aqui e aqui podemos ver mais algumas fotos onde se observa bem que a dita árvore se situa neste parque temático).

O parque natural do Rio Limpopo existe, claro… e é uma das regiões do sul de África mais ricas em vida animal, sendo visitado todos os anos por muitos turistas portugueses e talvez seja um dele o criador deste mito…

Categories: Hoaxes e Mitos Urbanos | Etiquetas: | 29 comentários

Lost S0408 “Meet Kevin Johnson”: Comentários [Spoilers!]

(“Sneak Peak 1” de Lost S0408)


(Sneak Peak 2 de Lost S0408)

O oitavo episódio da temporada 4 de Lost (“Perdidos”) decorre em torno de Michael, que fora exposto no final do episódio anterior como sendo o espião de Ben no cargueiro de Charles Widmore. Este é assim, um episódio centrado numa das personagens menos simpáticas do elenco, alguém qur foi capaz de assassinar a sangue frio duas mulheres para conseguir sair da Ilha, juntamente com o seu filho, Walt… Que entretanto parece estar na Ilha, e mais crescido do que surge na Ilha. Não é um episódio tão “sumarento” como alguns dos anteriores no que concerne a trazer respostas às numerosas perguntas deixadas no enredo por responder desde a primeira Temporada… Mas ainda assim é bom episódio, não só porque explica de forma consistente o regresso de Michael, mas também porque o regresso de uma personagem tão negativa como ele só trará mais riqueza e interesse ao enredo. Eis as notas sobre o episódio S0408 “Meet Kevin Johnson”.


(Charles Widmore in http://www.liquidmindproduction.com)

1. O episódio começa com uma cena em que Michael está num apartamento decrépito em Manhattan, ou seja, depois de ter seguido o tal rumo indicado por Ben, e fornecendo assim uma clara indicação de que seguido uma recta, numa determinada coordenadas (325) é possível ultrapassar o “campo de forças” que isola a Ilha do mundo exterior… Ou… Talvez esse campo já não exista, de todo… O helicóptero, os mísseis de Faraday, os aviões de abastecimento, parecem conseguir chegar e partir da Ilha, seguindo um rumo sinuoso, é certo. Ou seguindo apenas uma determinada recta, a mesma seguida por Michael para sair? Esta segunda hipótese é a mais provável, já que quando Minkowski e o seu camarada tentaram partir no barco de borracha a caminho da Ilha, um haveria de enlouquecer e suicidar-se e o outro ficaria vítima do fenómeno de “desvio temporal” de Desmond. Há assim um caminho, uma determinada recta para deixar a Ilha… Será que Faraday já a conhece? Mas agora sem o barco (levado por Michael), sem o submarino Galaga (aparentemente destruído por Locke), sem o iate de Desmond… Não há mais barcos na Ilha.


(O submarino Galaga dos Outros in http://www.kraisoft.com)

2. Quando após a tentativa fustrada de suicídio, Michael desperta numa cama de hospital a enfermeira que entra no quarto é… Libby, uma das suas vítimas, juntamente como Ana-Lucia…A imagem desaparece subitamente… Mas será uma visão de Michael, motivada pela sua consciência atormentada ou… um fantasma? Estamos em Nova Iorque e a tese do “Monstro” que toma a forma de mortos, como o pai de Jake ou o irmão de Eko, já não colhe… Será que Lost está a entrar pelo caminho do sobrenatural, como já parecia indiciar o jogo online www.find815.com em que a irmã desaparecida do personagem lhe aparecia no quarto e lhe dava pistas sobre o seu paradeiro? E a tese “Libby-fantasma” ganha mais tarde um ponto favorável… Quando Miles, que é capaz de ouvir os mortos – recordemo-nos dos episódios anteriores – diz que sabe que Michael está a mentir quanto ao seu nome verdadeiro!… É que Miles no momento da morte de Naomi não parece capaz de ler as mentes de Jake e Kate a propósito das condições da morte de Naomi, mas interpreta-as correctamente quando se debruça sobre o seu corpo, lendo-as da sua “alma”… logo, Libby acompanhará Michael em espírito e é assim que Miles obtêm a sua informação…


(Miles com Sayid e a sempre bela Kate in http://nymag.com)

3. Na discussão com a sua mãe, esta revela que Michael e Walt estiveram desaparecidos durante dois meses… Como não foi esse o tempo real na Ilha vivido pelos sobreviventes, temos mais uma confirmação de que existe um desfasamento entre o tempo-Ilha e o tempo-exterior, uma deformação na estrutura do Espaço-Tempo provocada pelo Buraco Negro que supomos ser o centro da acção e a razão maior pelas várias anomalias registadas na Ilha?

4. Quando Tom, um “Outro”, impede Michael de se suicidar, declara que “a Ilha não o deixará morrer porque tem ainda um trabalho a cumprir”. A Ilha aparece aqui de forma quase humanizada, replicando um idêntico tratamento que Locke também utilizara na primeira temporada de Lost… Será por esta “humanização” da Ilha que Ben considera na Temporada 3 que Locke é “especial” e que merece ser acolhido como mais um “Outro”? Será que a Ilha fala pela boca de Jacob, o aparente superior hierárquico de Benjamin Linus? Será que Jacob é afinal… a Ilha? Ou uma sua manifestação, isto é… o Monstro? Então… Seria o Monstro quem estaria a impedir o suicídio de Michael… E como é possível deixar e regressar à Ilha, a tese implica que o Monstro estaria a seguir Michael, impedindo a sua morte graças às espantosas capacidades que já demonstrou ter.


(A única imagem de Jacob… Vestido como um homem do século XVIII… Ou… O Monstro vestido como um homem do século XVIII? in http://philipstraatsma.com)

5. Quando Michael encontra Tom numa penthouse de um hotel de luxo em Nova Iorque a razão pela qual Tom dissera à bela Kate (Evangeline Lilly) que ela “não era do seu tipo”, fica confirmada… E verifica-se a única tese plausível remanescente: ele é Gay.


(É claro que Tom é Gay. Certo? in http://www.evangelinefan.com)

6. Tom expõe a Michael a origem da maquinação para falsificar o desaparecimento do voo 815: Widmore. Explica que tal fabricação só estaria ao alcance de alguém muito rico e poderoso com o supremo objectivo de impedir a descoberta do verdadeiro local onde estaria o avião e os seus sobreviventes: a Ilha.

7. Quando Michael, já a bordo do Kahana pressiona o botão de “Execute” da bomba na sua bagagem ouve a mesma música que corria no carro quando se tentou suicidar (ponto 2) e vê novamente Libby… Ora se a música estava no rádio do carro e ressurge agora, ou a visão de Libby é uma alucinação e a música uma alucinação sonora ou… é Monstro. Já que só o próprio Michael poderia saber da música e Ben não teria acesso a essa informação, a menos que ele e o Monstro estejam de alguma forma, de conluio.

8. Ben contacta por rádio, Michael no Kahana e diz-lhe que a bomba não detonara porque ele “não é do mesmo tipo de Widmore” e que nunca mataria gente inocente… Ben parece estar numa espécie de cruzada moral. Não é a primeira vez que em Lost se alude à existência de um tipo especial de pessoas, que Ben procura (e que os Outros raptam logo na primeira Temporada) e que estariam num patamar ético superior ao dos restantes Sobreviventes, todos eles imersos nalgum tipo de culpabilidade ou “mau karma” pessoal (Dharma, é um termo budista, recordemo-nos). Ben, aliás, parece ainda empenhado em encontrar mais pessoas desse tal “tipo”, já que pede a Michael uma lista dos tripulantes do navio, provavelmente para os seleccionar e para raptar também aqueles que conformem com o tal “tipo” de pessoas que procura.

9. Um dos pontos mais interessantes da anterior temporada, regressa aqui, neste episódio… O “templo”. Como saberão os que me acompanham aqui à mais tempo, a minha tese favorita é de que na Ilha houve em tempos uma civilização pré-histórica, que deixou o resto da estátua de quatro dedos, a casa arruinada da falsa cidade dos Outros, a coluna os Outros onde amarraram Locke e este “templo”, onde se terá refugiado o grupo dos Outros (excepto Ben) no final da temporada 3 e antes da chegada do Kahana. Aparentemente este é, agora, o local mais seguro da Ilha e segundo o mapa que Ben desenha de memória e dá a Danielle, a mãe de Alex.


(As ruínas junto à falsa cidade dos Outros in http://www.gitsiegirl.com)


(Os restos da estátua in http://www.stomptokyo.com)


(Locke olhando a coluna “micénica” (Atlante->Mu?) onde mais tarde seria preso Cooper, o seu pai in http://www.losthatch.com)

10. Neste episódio, Danielle que era juntamente com os já falecidos Ana-Lucia, Eko um dos personagens mais fortes da série… Morre, aparentemente vítima de um atirador furtivo equipado com uma arma com silenciador (ainda não se tinha visto tal na Ilha… Será um membro do grupo de Widmore, do cargueiro? Recordemo-nos que o helicóptero tinha saído em missão, segundo as palavras do comandante do navio).

Categories: LOST (Perdidos) | 7 comentários

Jerónimo de Sousa e a Revolta no Tibete: Contradições e Interrogações


(http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com)

Dizem-me que existe tamanha anomalia como ser budista e comunista e eu pasmo. Pasmo porque ouvindo as declarações do secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, tal monstruosidade não parece possível. Como pode um militante do PCP, doutrinado e seguindo sempre fiel e fervorosamente a bitola compassada emanada a partir do Comité Central divergir do pensamento de grupo e acreditar que os presentes acontecimentos no Tibete não emanam directamente de ordens elaboradas, de um plano maquiavélico e calculista definido em Dharamsala, pelo governo tibetano no exílio?

Não que este tipo de declarações sejam uma novidade por parte do PCP ou dos seus dirigentes… Durante décadas os partidos comunistas mais ou menos estalinistas elegeram países “comunistas” como sociedades-modelo, e quando estes tombaram um após outro, depois do colapso da URSS, partidos mais ortodoxos como o “nosso” PCP ficaram reduzidos a admirar os dúbios modelos sociais das autocracias norte-coreanas e do imperialismo chinês. Agora, confrontados com uma revolta popular generalizada no Tibete contra a ocupação chinesa (Han) e contra uma colonização demográfica, cultural e religiosa galopante, nada mais resta aos dirigentes do PCP (e aos seus fiéis e acefalizados militantes) do que repetir o Dogma sagrado da defesa dos interesses do regime “comunista” chinês e alegar que a revolta dos tibetanos nada mais é do que uma tentativa de “comprometer” a realização dos Jogos Olímpicos em Pequim.

Para o ortodoxo Jerónimo de Sousa, a revolta tibetana (mais uma entre centenas, raramente noticiadas, desde 1959) é uma “tentativa política de comprometer os Jogos”. Como “política” refere-se a que a revolta não brota dos sentimentos e frustações de um povo tornado em minoria étnica dentro do seu próprio país, mas como uma orquestração calculada “politicamente” para alcançar determinados fins que seriam os de abalar o prestígio internacional desse autêntico portento dos direitos humanos, da democracia, da liberdade de imprensa e de expressão, esse país que não auxilia economicamente nem militarmente nenhuma ditadura ou regime tirânico como o de Burma ou do Sudão, que é a… China.

O mais curioso é que Jerónimo de Sousa emitiu estas declarações precisamente na inauguração de uma exposição sobre a invasão americana do Iraque. Estupidamente, anulou com elas, qualquer efeito que a mesma pudesse ter, já que a absurdidade e acefalia das mesmas fez esquecer qualquer efeito da exposição. E expondo algumas das numerosas contradições comunistas, segundo as quais há “invasões boas” e “iinvasões más”. Ou seja, a invasão chinesa do Tibete foi “boa” (para o PCP) e a invasão americana do Iraque foi “má” (para o PCP), quando de facto, qualquer invasão é má, porque viola o Direito Internacional (que contraditoriamente o PCP também defende no Kosovo) e os direitos nacionais dos povos invadidos.

Jerónimo afirmou ainda que era preciso “não haver precipitação no julgamento dos factos”, não sem antes se ter precipitado a concluir que “se tratava de uma manobra política para prejudicar os Jogos”. Ou seja, para além de “invasões boas” e de “invasões más”, também há “precipitações boas” e “precipitações más”, no entender do Secretágio-Geral…

Não satisfeito, Jerónimo continuo o voo a pique nas suas declarações… Falou de “notícias contraditórias” aludindo provavelmente aquelas oriundas dos media estatais e censurados chineses (entre os quais os “jornais tibetanos” e as “televisões tibetanas” da RTP e da SIC que de facto não passam de instrumentos do ocupante chinês no Tibete) e referindo ainda o hipotético “respeito pelo Direito Internacional”, comparando o incomparável, ou seja a declaração de indepêndencia do narco-estado kosovariano com um Estado que era independente quando a China o invadiu em 1959. Aqui, de novo, há o “respeito bom” e o “respeito mau” ao Direito Internacional, aparentemente…

E prosseguindo a estratégia de voo picado a-la-Stuka, Jerónimo concluiu declarando que o “Dalai Lama já não defende os protestos”, como se alguma vez SS o Dalai Lama, tivesse defendido protestos violentos nalgum lado ou Tibete, em particular e como se… Jerónimo de Sousa fosse agora o porta-voz do governo tibetano no exílio.

Fonte:
Público

Categories: Budismo, China, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: , | 6 comentários

Sobre a Professora Brutalizada na Escola Carolina Michaelis

Este vídeo (retirado e recolocado no Youtube vezes sem conta) tem lançado a polémica sobre o tema da insegurança nas Escolas, e sobretudo, do bullying. Na verdade, o episódio em si, nada tem de único ou de exemplar, repetindo-se até à exaustão em praticamente todas as escolas deste país, de norte a sul, passando pelas zonas mais abastadas e atravessando as mais carenciadas. O fenómeno não é novo… Nova é apenas a exposição mediática trazida pela paradoxal utilização de um telemóvel para filmar um episódio que decorre em torno do uso abusivo de um outro telemóvel. Mais paradoxal seria ainda se houvesse um segundo vídeo, de um segundo telemóvel que filma o primeiro telemóvel que filma o triste episódio…  Adiante.

Curiosamente, o episódio não conforma com os habituais padrões: o agressor não é um adolescente do sexo masculino, não pertence a nenhuma minoria  étnica e, sobretudo, o episódio não decorre em nenhum bairro problemático dos subúrbios de Lisboa, mas decorre com uma rapariga de 15 anos, caucasiana e, na cidade do Porto. Por este desfasamento, indica que o fenómeno do desrespeito pelo estatuto do Professor, que a cultura de impunidade e de laxismo dos pais e da própria Escola é mais alargada e generalizada do que gostaríamos de crer.

O que fazer? Aqui, como em todas as questões importantes, não haverá uma resposta única… Importa desde logo – no curto prazo – agilizar os mecanismos de reacção disciplinar e aplicá-los com exemplar rigôr. É que as Regras existem para ser aplicadas e o Exemplo da sua aplicação é sempre a melhor forma de pedagogia para as mesmas e para a própria vida futura destes e de outros adolescente… A habitual permissividade invocada por alguma Esquerda não pode ser aqui aplicada, sob pena de incentivar mais e mais fenómenos semelhantes… A dureza “policial” alegada pela Direita como a melhor solução é também ela uma forma parcelar e redutora de abordar um problema que antes do mais começa na Família e, antes dela, na própria Empresa que exige aos pais uma dedicação horária crescente e claramente antagónica da estabilidade familiar e da sua própria competência como pais…

A Escola não é o lugar onde se deve ensinar Disciplina e Respeito pelos Outros às crianças e adolescentes. Esse lugar e essa missão é a das Famílias. Mas não deve ser também o lugar onde reina a impunidade e o laxismo.

Categories: Educação, Portugal, Sociedade Portuguesa | 32 comentários

Acordium: Acordo Ortográfico: oferta de conversor

Como é sabido, o MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO tem como um dos seus fundamentais princípios a defesa da implementação do Acordo Ortográfico.


Neste sentido desenvolvemos uma aplicação VBA (Visual Basic for Applications) que consegue procurar e substituir as palavras em documentos Word 2000 e 2007 que no âmbito do Acordo Ortográfico foram alteradas (p.ex. Acta->Ata;Recepção->Receção), criando um ficheiro de registo contendo as palavras alteradas, o total de palavras e a percentagem das palavras alteradas dentro deste total.

O programa utiliza uma tabela de equivalências no seguinte formato:
Palavra-antes-do-Acordo;Palavra-depois-do-Acordo

Que é de edição livre (mantendo o nome de ficheiro: “tabelaacordo1990.txt”, podendo as palavras aqui constantes serem alteradas, apagadas, adicionadas, etc.

Em anexo segue o ficheiro Acordium.zip (Acordium, de “Acordo” e “ium” porque gostamos de latinismos…) que contêm: Tabelacordo1990.txt (a tabela de palavras)
Acordium2000.doc (o doc Word2000 com o VBA de conversão)

Acordium2007.docm (o doc Word2007 com o VBA de conversão)
Para executar basta abrir o .doc ou .docm (consoante a versão de Word) e seguir as instruções.

O programa que segue em anexo é oferecido sem garantia nem responsabilidade sobre eventuais danos que possa criar. O VBA pode ser editado e alterado livremente, pedimos contudo que mantenham a referência ao MIL. Para questões técnicas relacionadas com o mesmo queiram contactar rmartins@movimentolusofono.org

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
Comissão Coordenadora


Nota de apresentação: O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico recentemente criado, em associação com a NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI, projecto que conta já com cerca de meio milhar de adesões, de todos os países lusófonos.
A Comissão Coordenadora é presidida pelo Professor Doutor Paulo Borges (Universidade de Lisboa), Presidente da Associação Agostinho da Silva (sede do MIL).
A lista de adesões é pública – como se pode confirmar no nosso blogue (
novaaguia.blogspot.com), são pessoas das mais diversas orientações culturais, políticas e religiosas, pessoas dos mais diferentes locais do país e de fora dele.

Se quiser aderir ao MIL, basta enviar um mail: adesao@movimentolusofono.org
Indicar: nome, e-mail e área de residência.
Petição EM PROL DE UMA MAIS RÁPIDA IMPLEMENTAÇÃO DO ACORDO ORTOGRÁFICO:
http://www.gopetition.com/online/17740.html
Petição POR UMA FORÇA LUSÓFONA DE MANUTENÇÃO DE PAZ:
http://www.PetitionOnline.com/mil1001/petition.html


MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
ÓRGÃO: NOVA ÁGUIA (novaaguia.blogspot.com)
SEDE: ASSOCIAÇÃO AGOSTINHO DA SILVA (Rua do Jasmim, 11, 2º – 1200-228 Lisboa; E-Mail: AgostinhodaSilva@mail.pt; Tel.: 21 3422783 / 96 7044286; http: www.agostinhodasilva.pt; NIF: 503488488; NIB: 0033 0000 2238 0019 8497 2)

Para receber o ficheiro Acordium.zip envie por favor uma mensagem de correio electrónico para:

geral@movimentolusofono.org

Categories: CodeFarmPt, Informática, Movimento Internacional Lusófono, Portugal | Etiquetas: , , | 2 comentários

Acordium: Um programa em VBA para Word2000 que torna um documento em Word de acordo com o Acordo Ortográfico de 1990

Public mudadas As Integer
Private Declare Function GetOpenFileName Lib “comdlg32.dll” Alias “GetOpenFileNameA” _
(pOpenfilename As OpenFileName) As Long

Private Type OpenFileName
lStructSize As Long
hwndOwner As Long
hInstance As Long
lpstrFilter As String
lpstrCustomFilter As String
nMaxCustFilter As Long
nFilterIndex As Long
lpstrFile As String
nMaxFile As Long
lpstrFileTitle As String
nMaxFileTitle As Long
lpstrInitialDir As String
lpstrTitle As String
flags As Long
nFileOffset As Integer
nFileExtension As Integer
lpstrDefExt As String
lCustData As Long
lpfnHook As Long
lpTemplateName As String
End Type
Public Sub AutoOpen()

Application.ScreenUpdating = False
‘ turns off screen updating
Application.DisplayStatusBar = True
‘ makes sure that the statusbar is visible
Application.StatusBar = “Acordium – Um programa do http://www.movimentolusofono.org”

MsgBox “Vai ser executado o Acordium Versão 1001 (para Word200) – Um programa oferecido pelo MIL” & Chr(13) & Chr(13) & “(Movimento Internacional Lusófono – http://www.movimentolusofono.org)” & Chr(13) & Chr(13) & “Para facilitar a conversão de documentos em Word para a nova norma do Acordo Ortográfico de 1990.” & Chr(13) & Chr(13) & “Este programa usa uma tabela válida apenas para a norma lusoafricana, não para a norma culta brasileira.”

Call AcordiumVer1001
End Sub

Sub AcordiumVer1001()

Call MainAcordium

Application.StatusBar = False

End Sub

Function BrowseForFile(sInitDir As String, _
Optional ByVal sFileFilters As String, _
Optional sTitle As String = “Open File”, _
Optional lParentHwnd As Long) As String

Dim tFileBrowse As OpenFileName
Const clMaxLen As Long = 254

tFileBrowse.lStructSize = Len(tFileBrowse)

‘Replace friendly deliminators with nulls
sFileFilters = Replace(sFileFilters, “|”, vbNullChar)
sFileFilters = Replace(sFileFilters, “;”, vbNullChar)
If Right$(sFileFilters, 1) <> vbNullChar Then
‘Add final delimiter
sFileFilters = sFileFilters & vbNullChar
End If

‘Select a filter
tFileBrowse.lpstrFilter = sFileFilters & _
“All Files (*.*)” & vbNullChar & “*.*” _
& vbNullChar
‘create a buffer for the file
tFileBrowse.lpstrFile = String(clMaxLen, ” “)
‘set the maximum length of a returned file
tFileBrowse.nMaxFile = clMaxLen + 1
‘Create a buffer for the file title
tFileBrowse.lpstrFileTitle = Space$(clMaxLen)
‘Set the maximum length of a returned file title
tFileBrowse.nMaxFileTitle = clMaxLen + 1
‘Set the initial directory
tFileBrowse.lpstrInitialDir = sInitDir
‘Set the parent handle
tFileBrowse.hwndOwner = lParentHwnd
‘Set the title
tFileBrowse.lpstrTitle = sTitle

‘No flags
tFileBrowse.flags = 0

‘Show the dialog
If GetOpenFileName(tFileBrowse) Then
BrowseForFile = Trim$(tFileBrowse.lpstrFile)
If Right$(BrowseForFile, 1) = vbNullChar Then
‘Remove trailing null
BrowseForFile = Left$(BrowseForFile, _
Len(BrowseForFile) – 1)
End If
End If
End Function

Sub MainAcordium()

Const ForReading = 1, ForWriting = 2
mudadas = 0

Set fso = CreateObject(“Scripting.FileSystemObject”)

Set TabelaAcordo1990 = fso.OpenTextFile(“c:\tabelaacordo1990.txt”, ForReading)
Set LogAcordo1990 = fso.CreateTextFile(“c:\Logacordo1990.txt”)
LogAcordo1990.Close

Dim WordCount As Long
Dim myRange As Range

Documents.Open FileName:=BrowseForFile(“c:\”, “Ficheiro Word 2000/2007 (*.*);*.*”, “Abrir Documento”), ConfirmConversions:=False, _
ReadOnly:=False, AddToRecentFiles:=False, PasswordDocument:=””, _
PasswordTemplate:=””, Revert:=False, WritePasswordDocument:=””, _
WritePasswordTemplate:=””, Format:=wdOpenFormatAuto

Set myRange = ActiveDocument.Range

Selection.HomeKey Unit:=wdStory
totalpalavras = myRange.ComputeStatistics(wdStatisticWords)

Do Until TabelaAcordo1990.AtEndOfStream

ReadLineTextFile = TabelaAcordo1990.ReadLine
arrServiceList = Split(ReadLineTextFile, “;”)

de = arrServiceList(0)
para = arrServiceList(1)

Call FindReplace(de, para)

Loop

Set r2LogAcordo1990 = fso.OpenTextFile(“c:\LogAcordo1990.txt”, 8)

perc = mudadas * 100 / totalpalavras

perc = Round(perc, 2)

r2LogAcordo1990.WriteLine (“Total de Palavras neste documento: ” & CStr(totalpalavras))
r2LogAcordo1990.WriteLine (“Palavras adaptadas consoante Acordo de 1990: ” & CStr(mudadas))
r2LogAcordo1990.WriteLine (“Percentagem de palavras adaptadas consoante Acordo de 1990: ” & CStr(perc) & “%”)

r2LogAcordo1990.Close

Documents.Open FileName:=”c:\Logacordo1990.txt”, ConfirmConversions:=False, _
ReadOnly:=True, AddToRecentFiles:=False, PasswordDocument:=””, _
PasswordTemplate:=””, Revert:=False, WritePasswordDocument:=””, _
WritePasswordTemplate:=””, Format:=wdOpenFormatAuto

MsgBox “Fim de Execução do Acordium! Foram convertidas ” & CStr(mudadas) & ” palavra(s)” & Chr(13) & Chr(13) & “Tem agora aberto o ficheiro de registo de execução <LogAcordo1990.txt> com as alterações e percentagem das mesmas.” & Chr(13) & Chr(13) & “Tem também aberto o documento Word onde estas foram aplicadas. Se as aceitar, grave o documento com Save ou SaveAs.” & Chr(13) & Chr(13) & ” Acordium1001 – Um programa gratuito produzido pelo MIL (Movimento Internacional Lusófono) ” & Chr(13) & Chr(13) & ” http://www.movimentolusofono.org&#8221;

Set objShell = CreateObject(“Wscript.Shell”)

intMessage = MsgBox(“Que visitar a página do MIL – Movimento Lusófono que criou este programa?”, _
vbYesNo, “Access Denied”)

If intMessage = vbYes Then
objShell.Run (“http://www.movimentolusofono.org&#8221;)
End If

End Sub

Sub FindReplace(de, para)

Set fso = CreateObject(“Scripting.FileSystemObject”)
Const ForReading = 1, ForWriting = 2

primeira = “sim”

Set rLogAcordo1990 = fso.OpenTextFile(“c:\LogAcordo1990.txt”, 8)

Selection.HomeKey Unit:=wdLine

While Selection.Find.Found = True Or primeira = “sim”

Selection.Find.Forward = True
Selection.Find.Wrap = wdFindStop

Selection.HomeKey Unit:=wdLine

With Selection.Find
.Text = de
.Replacement.Text = para

.Forward = True
.Wrap = wdFindStop
.Format = False
.MatchCase = True
.MatchWholeWord = True
.MatchWildcards = False
.MatchSoundsLike = False
.MatchAllWordForms = False
End With

Selection.Find.Execute Replace:=WdReplace.wdReplaceOne

If Selection.Find.Found = True Then
mudadas = mudadas + 1
rLogAcordo1990.WriteLine (“De: <” & de & “> Para: <” & para & “>”)
End If

primeira = “não”
Wend

rLogAcordo1990.Close

End Sub

Recordo entretanto que esta Petição continua a recolher assinaturas!

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Acordium: Um programa em VBA para Word2007 que torna um documento em Word de acordo com o Acordo Ortográfico de 1990

Public mudadas As Long
Private Declare Function GetOpenFileName Lib “comdlg32.dll” Alias “GetOpenFileNameA” _
(pOpenfilename As OpenFileName) As Long

Private Type OpenFileName
lStructSize As Long
hwndOwner As Long
hInstance As Long
lpstrFilter As String
lpstrCustomFilter As String
nMaxCustFilter As Long
nFilterIndex As Long
lpstrFile As String
nMaxFile As Long
lpstrFileTitle As String
nMaxFileTitle As Long
lpstrInitialDir As String
lpstrTitle As String
flags As Long
nFileOffset As Integer
nFileExtension As Integer
lpstrDefExt As String
lCustData As Long
lpfnHook As Long
lpTemplateName As String
End Type
Public Sub AutoOpen()

Application.ScreenUpdating = False
‘ turns off screen updating
Application.DisplayStatusBar = True
‘ makes sure that the statusbar is visible
Application.StatusBar = “Acordium – Um programa do http://www.movimentolusofono.org&#8221;

MsgBox “Vai ser executado o Acordium Versão 1001 – Um programa oferecido pelo MIL” & Chr(13) & Chr(13) & “(Movimento Internacional Lusófono – http://www.movimentolusofono.org)” & Chr(13) & Chr(13) & “Para facilitar a conversão de documentos em Word para a nova norma do Acordo Ortográfico de 1990.” & Chr(13) & Chr(13) & “Este programa usa uma tabela válida apenas para a norma lusoafricana, não para a norma culta brasileira.”

Call AcordiumVer1001
End Sub

Sub AcordiumVer1001()

Call MainAcordium

Application.StatusBar = False

End Sub

Function BrowseForFile(sInitDir As String, _
Optional ByVal sFileFilters As String, _
Optional sTitle As String = “Open File”, _
Optional lParentHwnd As Long) As String

Dim tFileBrowse As OpenFileName
Const clMaxLen As Long = 254

tFileBrowse.lStructSize = Len(tFileBrowse)

‘Replace friendly deliminators with nulls
sFileFilters = Replace(sFileFilters, “|”, vbNullChar)
sFileFilters = Replace(sFileFilters, “;”, vbNullChar)
If Right$(sFileFilters, 1) <> vbNullChar Then
‘Add final delimiter
sFileFilters = sFileFilters & vbNullChar
End If

‘Select a filter
tFileBrowse.lpstrFilter = sFileFilters & _
“All Files (*.*)” & vbNullChar & “*.*” _
& vbNullChar
‘create a buffer for the file
tFileBrowse.lpstrFile = String(clMaxLen, ” “)
‘set the maximum length of a returned file
tFileBrowse.nMaxFile = clMaxLen + 1
‘Create a buffer for the file title
tFileBrowse.lpstrFileTitle = Space$(clMaxLen)
‘Set the maximum length of a returned file title
tFileBrowse.nMaxFileTitle = clMaxLen + 1
‘Set the initial directory
tFileBrowse.lpstrInitialDir = sInitDir
‘Set the parent handle
tFileBrowse.hwndOwner = lParentHwnd
‘Set the title
tFileBrowse.lpstrTitle = sTitle

‘No flags
tFileBrowse.flags = 0

‘Show the dialog
If GetOpenFileName(tFileBrowse) Then
BrowseForFile = Trim$(tFileBrowse.lpstrFile)
If Right$(BrowseForFile, 1) = vbNullChar Then
‘Remove trailing null
BrowseForFile = Left$(BrowseForFile, _
Len(BrowseForFile) – 1)
End If
End If
End Function

Sub MainAcordium()

Const ForReading = 1, ForWriting = 2
mudadas = 0

Set fso = CreateObject(“Scripting.FileSystemObject”)

Set TabelaAcordo1990 = fso.OpenTextFile(“c:\tabelaacordo1990.txt”, ForReading)
Set LogAcordo1990 = fso.CreateTextFile(“c:\Logacordo1990.txt”)
LogAcordo1990.Close

Dim WordCount As Long
Dim myRange As Range

Documents.Open FileName:=BrowseForFile(“c:\”, “Ficheiro Word 2000/2007 (*.*);*.*”, “Abrir Documento”), ConfirmConversions:=False, _
ReadOnly:=False, AddToRecentFiles:=False, PasswordDocument:=””, _
PasswordTemplate:=””, Revert:=False, WritePasswordDocument:=””, _
WritePasswordTemplate:=””, Format:=wdOpenFormatAuto, XMLTransform:=””

Set myRange = ActiveDocument.Range

Selection.HomeKey Unit:=wdStory
totalpalavras = myRange.ComputeStatistics(wdStatisticWords)

Do Until TabelaAcordo1990.AtEndOfStream

ReadLineTextFile = TabelaAcordo1990.ReadLine
arrServiceList = Split(ReadLineTextFile, “;”)

de = arrServiceList(0)
para = arrServiceList(1)

Call FindReplace(de, para)

Loop

Set r2LogAcordo1990 = fso.OpenTextFile(“c:\LogAcordo1990.txt”, 8)

perc = mudadas * 100 / totalpalavras

perc = Round(perc, 2)

r2LogAcordo1990.WriteLine (“Total de Palavras neste documento: ” & CStr(totalpalavras))
r2LogAcordo1990.WriteLine (“Palavras adaptadas consoante Acordo de 1990: ” & CStr(mudadas))
r2LogAcordo1990.WriteLine (“Percentagem de palavras adaptadas consoante Acordo de 1990: ” & CStr(perc) & “%”)

r2LogAcordo1990.Close

Documents.Open FileName:=”c:\Logacordo1990.txt”, ConfirmConversions:=False, _
ReadOnly:=True, AddToRecentFiles:=False, PasswordDocument:=””, _
PasswordTemplate:=””, Revert:=False, WritePasswordDocument:=””, _
WritePasswordTemplate:=””, Format:=wdOpenFormatAuto, XMLTransform:=””

MsgBox “Fim de Execução do Acordium! Foram convertidas ” & CStr(mudadas) & ” palavra(s)” & Chr(13) & Chr(13) & “Tem agora aberto o ficheiro de registo de execução <LogAcordo1990.txt> com as alterações e percentagem das mesmas.” & Chr(13) & Chr(13) & “Tem também aberto o documento Word onde estas foram aplicadas. Se as aceitar, grave o documento com Save ou SaveAs.” & Chr(13) & Chr(13) & ” Acordium1001 – Um programa gratuito produzido pelo MIL (Movimento Internacional Lusófono) ” & Chr(13) & Chr(13) & ” http://www.movimentolusofono.org&#8221;

Set objShell = CreateObject(“Wscript.Shell”)

intMessage = MsgBox(“Que visitar a página do MIL – Movimento Lusófono que criou este programa?”, _
vbYesNo, “Access Denied”)

If intMessage = vbYes Then
objShell.Run (“http://www.movimentolusofono.org&#8221;)
End If

End Sub

Sub FindReplace(de, para)

Set fso = CreateObject(“Scripting.FileSystemObject”)
Const ForReading = 1, ForWriting = 2

primeira = “sim”

Set rLogAcordo1990 = fso.OpenTextFile(“c:\LogAcordo1990.txt”, 8)

Selection.HomeKey Unit:=wdLine
Application.StatusBar = “Procurando por: <” & para & “>”
While Selection.Find.Found = True Or primeira = “sim”

With Selection.Find
.Text = de
.Replacement.Text = para

.Forward = True
.Wrap = wdFindStop
.Format = False
.MatchCase = True
.MatchWholeWord = True
.MatchWildcards = False
.MatchSoundsLike = False
.MatchAllWordForms = False
End With

Selection.Find.Execute Replace:=wdReplaceOne

primeira = “não”

Selection.Find.Forward = True
Selection.Find.Wrap = wdFindStop

Selection.HomeKey Unit:=wdLine

If Selection.Find.Found = True Then

mudadas = mudadas + 1
rLogAcordo1990.WriteLine (“De: <” & de & “> Para: <” & para & “>”)
End If
Wend

rLogAcordo1990.Close

End Sub

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Categories: Brasil, Informática, Movimento Internacional Lusófono, Portugal | Etiquetas: , | Deixe um comentário

Lista total (?) de palavras da norma culta lusoafricana que são modificadas pelo Acordo Ortográfico de 1990

Palavra Pré-Acordo;Palavra Pós-Acordo

hei-de;hei de
Hei-de;Hei de
hás-de;hás de
Hás-de;Hás de
há-de;há de
Há-de;Há de
heis-de;heis de
Heis-de;Heis de
hão-de;hão de
Hão-de;Hão de
Norte;norte
Sul;sul
Oeste;oeste
Nordeste;sordeste
Noroeste;noroeste
Sudeste;sudeste
Sueste;sueste
Sudoeste;sudoeste
És-nordeste;és-nordeste
És-sudeste;és-sudeste
És-sueste;és-sueste
Nor-noroeste;nor-noroeste
Oés-noroeste;oés-noroeste
Oés-sudoeste;oés-sudoeste
Su-sudeste;su-sudeste
Su-sueste;su-sueste
Su-sudoeste;su-sudoeste
Fulano;fulano
Fulana;fulana
Fulanos;fulanos
Fulanas;fulanas
Beltrano;beltrano
Beltranos;beltranos
Sicrano;sicrano
Sicranos;sicranos
abstraccionismo;abstracionismo
abstraccionismos;abstracionismos
Abstraccionismo;Abstracionismo
Accionamento;Acionamento
Accionamentos;Acionamentos
Abstraccionismo;Abstracionismo
abstraccionismo;abstracionismo
abstraccionismos;abstracionismos
Abstraccionismos;Abstracionismos
accionamento;acionamento
Accionamento;Acionamento
Accionamentos;Acionamentos
accionamentos;acionamentos
coleccionador;colecionador
coleccionadores;colecionadores
Coleccionador;Colecionador
Coleccionadores;Colecionadores
confeccionar;cofecionar
Confeccionar;Cofecionar
Direccional;Direcional
Direccionais;Direcionais
direccional;direcional
direccionais;direcionais
Fraccionar;Fracionar
Fraccionais;Fracionais
fraccionar;fracionar
fraccionais;fracionais
Leccionar;Lecionar
Leccionais;Lecionais
leccionar;lecionar
leccionais;lecionais
Protectional;Protecional
Protectionais;Protecionais
protectional;protecional
Seleccionamento;Selecionamento
Seleccionamentos;Selecionamentos
seleccionamento;selecionamento
seleccionamentos;selecionamentos
Transaccionado;Transacionado
Transaccionados;Transacionados
transaccionado;transacionado
transaccionados;transacionados
Acção;Ação
Acções;Ações
acção;acção
acções;acções
Colecção;Coleção
Colecções;Coleções
colecção;coleção
colecções;coleções
Contracção;Contração
Contracções;Contrações
contracção;contração
contracções;contrações
Correcção;Correcção
Correcções;Correcções
correcção;correcção
correcções;correcções
Detecção;Deteção
Detecções;Deteções
detecção;deteção
detecções;deteções
Direcção;Direção
Direcções;Direções
direcção;direção
direcções;direções
Distracção;Distração
Distracções;Distrações
distracção;distração
distracções;distrações
Ejecção;Ejeção
Ejecções;Ejeções
ejecção;ejeção
ejecções;ejeções
Erecção;Ereção
Erecções;Ereções
erecções;ereções
Extracção;Extração
Extracções;Extrações
extracção;extração
extracções;extrações
Fracção;Fração
Fracções;Frações
Infracção;Infração
Infracções;Infrações
Injecção;Injeção
Injecções;Injeções
Objecção;Objeção
Objecções;Objeções
Projecção;Projeção
Projecções;Projeções
Protecção;Proteção
Protecções;Proteções
Reacção;Reação
Reacções;Reações
Selecção;Seleção
Selecções;Seleções
Acta;Ata
Actas;Atas
Activar;Ativar
activar;ativar
activares;ativares
Activares;Ativares
Actor;Ator
Actores;Atores
actor;ator
actores;atores
Actual;Atual
actual;atual
Actuais;Atuais
actuais;atuais
Adjectivo;Adjetivo
adjectivo;adjetivo
adjectivos;adjetivos
Adjectivos;Adjetivos
Afecto;Afeto
Afectos;Afetos
afecto;afeto
afectos;afetos
Arquitectura;Arquitetura
Arquitecturas;Arquiteturas
arquitectura;arquitetura
arquitecturas;arquiteturas
Colectivo;Coletivo
colectivo;coletivo
Colectivos;Coletivos
colectivos;coletivos
Correcto;Correto
Correctos;Corretos
correcto;correto
correctos;corretos
Defectivo;Defetivo
defectivo;defetivo
Defectivos;Defetivos
defectivos;defetivos
Detectar;Detetar
Detectas;Detetas
Detectai;Detetai
Detectais;Detetais
Dialecto;Dialeto
Dialectos;Dialetos
Directo;Direto
directo;direto
directos;diretos
Directos;Diretos
Director;Diretor
Directores;Diretores
director;diretor
directores;diretores
Eléctrico;Elétrico
Eléctricos;Elétricos
eléctrico;elétrico
eléctricos;elétricos
Espectáculo;Espetáculo
Espectáculos;Espetáculos
espectáculo;espetáculo
espectáculos;espetáculos
Exactamente;Exatamente
exactamente;exatamente
Lectivo;Letivo
lectivo;letivo
Lectiva;Letiva
lectiva;letiva
Objectivo;Objetivo
objectivo;objetivo
Objectivos;Objetivos
objectivos;objetivos
Objectiva;Objetiva
Objectivas;Objetivas
objectiva;objetiva
objectivas;objetivas
Objecto;Objeto
Objectos;Objetos
objecto;objeto
objectos;objetos
Projecto;Projeto
Projectos;Projetos
projecto;projeto
projectos;projetos
Reflectir;Refletir
reflectir;refletir
Reflectires;Refletires
reflectires;refletires
Tecto;Teto
tecto;teto
Tectos;Tetos
tectos;tetos
Anticoncepcional;Anticoncecional
anticoncepcional;anticoncecional
Anticoncepcionais;Anticoncecionais
anticoncepcionais;anticoncecionais
Decepcionante;Dececionante
decepcionante;dececionante
Decepcionantes;Dececionantes
decepcionantes;dececionantes
Excepcional;Excecional
Excepcionais;Excecionais
excepcional;excecional
excepcionais;excecionais
Perccecionismo;Percecionismo
perccecionismo;percecionismo
Perccecionismos;Percecionismos
perccecionismos;percecionismos
Recepcionista;Rececionista
recepcionista;rececionista
Recepcionistas;Rececionistas
recepcionistas;rececionistas
Acepção;Aceção
acepção;aceção
Acepções;Aceções
acepções;aceções
Adopção;Adoção
adopção;adoção
Adopções;Adoções
adopções;adoções
Concepção;Conceção
concepção;conceção
Concepções;Conceções
concepções;conceções
Decepção;Deceção
Decepções;Deceções
Intercecção;Interceção
intercecção;interceção
Intercecções;Interceções
intercecções;interceções
Recepção;Receção
recepção;receção
recepções;receções
Egipto;Egito
Adopção;Adoção
adopção;adoção
Adopções;Adoções
adopções;adoções
Baptismo;Batismo
baptismo;batismo
Baptismos;Batismos
baptismos;batismos
Óptimo;Ótimo
Óptimos;Ótimos
Óptimo;Ótimo
óptimos;ótimos
optimismo;otimismo
Crêem;Creem
crêem;creem
Dêem;Deem
dêem;deem
Lêem;Leem
lêem;leem
Vêem;Veem
vêem;veem
Descrêem;Descreem
descrêem;descreem
Desdêem;Desdeem
desdêem;desdeem
Relêem;Releem
relêem;releem
Revêem;Reveem
revêem;reveem
pára;para
Pára;Para
péla;pela
Péla;Pela
Pélo;Pelo
pélo;pelo
pólo;polo
Pólo;Polo
côa;coa
Côa;Coa
côas;coas
Côas;Coas
pêra;pera
Pêra;Pera
pêras;peras
Pêras;Peras
pêro;pero
Pêro;Pero
pêros;peros
Pêros;Peros
Heróico;Heroico
heróico;heroico
Heróicos;Heroicos
heróicos;heroicos
asteróide;asteroide
Asteróide;Asteroide
Asteróides;Asteroides
asteróides;asteroides
carcinóide;carcinoide
Carcinóide;Carcinoide
carcinóides;carcinoides
Carcinóides;Carcinoides
esfenóide;esfenoide
Esfenóide;Esfenoide
esfenóides;esfenoides
Esfenóides;Esfenoides
espermatozóide;espermatozoide
Espermatozóide;Espermatozoide
espermatozóides;espermatozoides
Espermatozóides;Espermatozoides
etmóide;etmoide
Etmóide;Etmoide
etmóides;etmoides
Etmóides;Etmoides
Ictióide;Ictioide
ictióide;ictioide
Ictióides;Ictioides
ictióides;ictioides
jibóia;jiboia
Jibóia;Jiboia
jibóias;jiboias
Jibóias;Jiboias
jóia;joia
Jóia;Joia
jóias;joias
Jóias;Joias
paleozóico;paleozoico
Paleozóico;Paleozoico
paleozóicos;paleozoicos
Paleozóicos;Paleozoicos
anti-religioso;antirreligioso
Anti-religioso;Antirreligioso
anti-religiosos;antirreligiosos
Anti-religiosos;Antirreligiosos
auto-rádio;autorrádio
Auto-rádio;Autorrádio
auto-rádios;autorrádios
Auto-rádios;Autorrádios
auto-serviço;autosserviço
Auto-serviço;Autosserviço
auto-serviços;autosserviços
Auto-serviços;Autosserviços
contra-reacção;contrarreação
Contra-reacção;Contrarreação
contra-reacções;contrarreações
Contra-reacções;Contrarreações
contra-relógio;contrarrelógio
Contra-relógio;Contrarrelógio
contra-relógios;contrarrelógios
Contra-relógios;Contrarrelógios
co-seno;cosseno
Co-seno;Cosseno
co-senos;cossenos
Co-senos;Cossenos

Correcto;Correto

correcto;correto
micro-sistema;microssistema
Micro-sistema;Microssistema
micro-sistemas;microssistemas
Micro-sistemas;Microssistemas
Mini-saia;Minissaia
mini-saia;minissaia
Mini-saias;Minissaias
mini-saias;minissaias
semi-selvagem;semisselvagem
Semi-selvagem;Semisselvagem
semi-selvagens;semisselvagens
Semi-selvagens;Semisselvagens
semi-recta;semirrecta
Semi-recta;Semirrecta
semi-rectas;semirrectas
Semi-rectas;Semirrectas
ultra-sónico;ultrassónico
Ultra-sónico;Ultrassónico
ultra-sónicos;ultrassónicos
Ultra-sónicos;Ultrassónicos
agro-industrial;agroindustrial
Agro-industrial;Agroindustrial
agro-industriais;agroindustriais
Agro-industriais;Agroindustriais
anti-aéreo;antiaéreo
Anti-aéreo;Antiaéreo
anti-aéreos;antiaéreos
Anti-aéreos;Antiaéreos
auto-estrada;autoestrada
Auto-estrada;Autoestrada
auto-estradas;autoestradas
Auto-estradas;Autoestradas
co-autor;coautor
Co-autor;Coautor
co-autores;coautores
Co-autores;Coautores
co-direcção;codireção
Co-direcção;Codireção
co-direcções;codireções
Co-direcções;Codireções
extra-escolar;extraescolar
Extra-escolar;Extraescolar
extra-escolares;extraescolares
Extra-escolares;Extraescolares
hidro-eléctrico;hidroeléctrico
Hidro-eléctrico;Hidroeléctrico
hidro-eléctricos;hidroeléctricos
Hidro-eléctricos;Hidroeléctricos
pluri-anual;plurianual
Pluri-anual;Plurianual
pluri-anuais;plurianuais
Pluri-anuais;Plurianuais
abençôo;abençoo
abençôa;abençoa
abençôas;abençoas
Abençôo;Abençoo
Abençôa;Abençoa
Abençôas;Abençoas
enjôo;enjoo
Enjôo;Enjoo
enjôa;enjoa
Enjôa;Enjoa
enjôas;enjoas
Enjôas;Enjoas
môo;moo
Môo;Moo
môa;moa
Môas;Moas
povôo;povoo
Povôo;Povoo
povôa;povoa
Povôas;Povoas
vôo;voo
Vôo;Voo
vôo;voo
Vôas;Voas
vôo;voo
vôas;vôas

Pedido:

Falta alguma palavra? Existe algum erro nesta lista? Por favor insira a sua correcção na caixa de comentários. Obrigado.

Esta informação serve de base a um programa em VBA Word que brevemente aparecerá por aqui…

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Categories: Educação, Movimento Internacional Lusófono, Portugal | Etiquetas: , , | 19 comentários

Os tinteiros valem mais do que… petróleo. Aliás, valem qualquer coisa como 7000 euros/litro

ink

(http://www.theage.com.au)
Acha que a gasolina está cara?… Bem, pense de novo. Caro, caro mesmo estão os tinteiros de impressora. De facto, se fosse vendido ao litro, as tintas de impressora ficariam nuns impressionantes 7 mil euros por litro. Com este preço, nos EUA, a capital mundial da litigação, teria que surgir inevitavelmente um processo contra as empresas que vendem tinteiros a estes preços. Mais especificamente em Boston, um utilizador de impressoras HP de nome Ranjit Bedi processou a multinacional e a Staples, acusando as duas empresas de conspirarem para combinar preços de tinteiros. Ao que parece, a HP teria pago à 100 milhões de dólares para que esta retirasse das suas prateleiras tinteiros de “marcas brancas”. Sabe-se que as impressoras de hoje em dia são mais baratas que o seu preço de custo, porque as marcas esperam recuperar os seus custos pela venda de tinteiros e actualmente, uma parcela muito considerável dos lucros da HP provêm directamente da venda de… tinta. Não de computadores ou tinteiros.

Já se sabia que o jogo nesta guerra de tinta estava a começar a ficar… sujo de tinta, nomeadamente com a introdução do equivalente ao DRM da música nos tinteiros, a saber com a aparição impressoras que apenas aceitam tinteiros com microprocessadores e que recusam qualquer tinteiro que não os tenha. Também não é novidade para ninguém de que muitas impressoras roubam na tinta… ou seja que dizem que o tinteiro está exausto e que se recusam a imprimir, mesmo quando sabemos (pelas impressões) que estão ainda com bastante tinta e que se trata apenas de uma forma imoral e provavelmente ilegal de nos fazer comprar mais tinteiros e sei do que falo, pois tenho uma dessas aqui mesmo ao lado… Uma HP PSC1315. De qualquer forma este acordo – se é que existiu mesmo – revela uma das maiores doenças do capitalismo global actual: a sua tendência para violar de forma crescente as regras da sã concorrência, combinando e encontrando “arranjos” entre competidores que em última instância prejudicam consumidores e a própria inovação, quer como neste caso, fazendo retirar das prateleiras produtos concorrentes, quer como no caso da recente vitória da Sony na batalha HD-DVD/Blu-Ray em que a empresa japonesa teria pago 400 milhões à Warner e feito um acordo “secreto” com a Toshiba no valor de 800 milhões de dólares, quer perdendo cerca de 80 dólares por cada PS3 vendida e assim… vencendo a guerra onde a concorrência pura e plena não o permitira antecipar, já que tecnicamente o HD-DVD é um formato melhor que o Blu-Ray.

Neowin.com

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